Edison Silva

Categoria: PPS


19:54 · 20.05.2018 / atualizado às 19:54 · 20.05.2018 por
Roberto Freire (PPS) compôs chapa com Ciro em 1998. Na ocasião, ambos integravam o PPS, sigla que Freire ainda preside. Foto: Lula Marques

O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), natural de Pindamonhangaba (SP), mas que já foi prefeito de Fortaleza e governador do Ceará, pretende disputar o Planalto pela terceira vez em 2018, após ficar em 3º lugar, em 1998, e em 4º lugar, em 2002.

Naquelas duas ocasiões teve como candidatos a vice, atuais adversários políticos. Há vinte anos, Ciro concorreu em chapa pura com Roberto Freire, pelo PPS. Os dois obtiveram no pleito de 1998, um total de 7.462.190 sufrágios, o que correspondeu a 10,97% dos votos válidos. Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Marco Maciel (concorrendo pelo antigo PFL, hoje DEM) foram os vencedores das eleições presidenciais.

Paulinho da Força (SD) disputou o Palácio do Planalto como vice de Ciro em 2002. Na época, Paulinho estava no PTB Foto: Agência Brasil

Além da discordância de Ciro e Freire quanto ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), os dois já haviam divergido politicamente durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (também do PT), quando Ciro foi ministro da Integração Nacional. O presidente do PPS queria deixar a base lulista e o rompimento do partido dele com o governo petista, resultou na saída de Ciro, que migrou para o PSB. Freire foi ministro da Cultura do governo do emedebista Michel Temer (a quem Ciro faz oposição), entre 2016 e 2017, e exerce atualmente o cargo de deputado federal por São Paulo, além de presidir a sigla.

Em 2002, ainda pelo PPS, Ciro Gomes concorreu à presidência, tendo como vice Paulinho da Força, então no PTB e hoje no Solidariedade. Naquela disputa, Ciro e Paulinho da Força receberam 10.170.882 sufrágios, ou 11,97% dos votos válidos. Lula e José Alencar (já falecido, mas que concorreu pelo antigo PL) foram os vitoriosos.

Assim como Roberto Freire, Paulinho da Força foi um dos principais apoiadores do impeachment de Dilma, diversamente do pedetista, que foi aliado da presidente deposta.

Especulações

Na atual pré-campanha, em meio às articulações para composição de sua chapa já foram especulados nomes como os dos também cotados Marina Silva (Rede), Fernando Haddad (PT), do ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), e do presidente da CSN, Benjamin Steinbruch (recém-filiado ao PP).

14:16 · 27.02.2015 / atualizado às 14:19 · 27.02.2015 por

O empresário Alexandre Pereira, presidente estadual do PPS, está assumindo, na Prefeitura de Fortaleza, atendendo a convite do prefeito Roberto Cláudio, o cargo de coordenador do Conselho Gestor das Parcerias Público Privadas (PPP).  Alexandre, até o ano passado, antes da disputa pelo Governo do Estado, fazia parte da equipe do primeiro escalão do Governo Cid Gomes.

Ele deixou o Governo do Estado, onde ingressou, logo depois das eleições municipais de 2012, que disputou na chapa de Moroni Torgan como candidato a vice. Derrotado,  foi um dos apoiadores da candidatura de Roberto Cláudio no segundo turno da disputa municipal. Na eleição de governador, o seu partido, nacionalmente, decidiu se coligar com o PMDB do Ceará, visto fazer oposição à candidatura da presidente Dilma Rousseff.

Alexandre terá o objetivo de intensificar os entendimentos quanto às definições das Parcerias Público Privadas de interesse do Município, em vários setores da administração municipal.

 

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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