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Categoria: Promessas de campanha


10:05 · 26.06.2016 / atualizado às 10:05 · 26.06.2016 por

Um dos editoriais do jornal O Globo deste domingo, com o título “Risco de populismo e caixa dois na eleição municipal, revela preocupação com a campanha eleitoral deste ano, em razão das novas regras, e sobretudo a proibição de contribuição financeira de empresas. A manifestação do jornal é dirigida à sucessão da prefeitura do Rio de Janeiro, a partir de promessas do candidato oficial. Porém, o questionamento vale para todos os municípios brasileiros.

Segundo o jornal, “atender a interesses individuais e de corporações, de grupos partidários ou de setores empresariais em detrimento do conjunto da sociedade é prática deletéria” . Segundo o jornal, a promessa do candidato Pedro Paulo Carvalho de proibir o Uber, “”caso seja eleito caso seja eleito acionou o alerta para a grande possibilidade de as próximas eleições serem marcadas — numa intensidade jamais vista — por populismo e corporativismo. Não que surpreenda, mas será a primeira vez em que valerá a proibição de doações de empresas, diminuindo a quantidade de dinheiro disponível para propaganda, e os candidatos deverão tentar compensar a falta de recursos apostando ainda mais em práticas nocivas. Estarão em alta promessas que garantem votos de grupos específicos, mas são lesivas à coletividade, caso da proibição do aplicativo, uma alternativa ao sofrível serviço de táxis na cidade. Há, ainda, grande risco de mais caixa dois e compra de votos por esquemas clientelistas”.

 

10:19 · 30.07.2012 / atualizado às 10:19 · 30.07.2012 por

Os últimos prefeitos de Fortaleza, destacando Antônio Cambraia, Juraci Magalhães e Luizianne Lins, sempre destacaram o elevado custo que é para a administração de Fortaleza a manutenção do Instituto José Frota (IJF), o único hospital do Ceará especializado em traumatismo. Construir um outro  daquele nível o Orçamento da Prefeitura da Capital não tem condições de arcar com a sua manutenção. Pode até construir e equipar, o que não é tão difícil, mas manter com a arrecadação de hoje e as diversas outras necessidades da população fortalezense é impossível, dizem alguns profissionais da medicina.