Edison Silva

Categoria: Referência


09:41 · 06.10.2017 / atualizado às 09:41 · 06.10.2017 por

Por Letícia Lima

A audiência pública realizada esta semana na Assembleia Legislativa sobre o movimento “Escola sem partido” que pretende especificar os limites da atuação dos professores, impedindo que eles promovam suas crenças particulares em sala de aula, foi questionada pela deputada Rachel Marques (PT), ontem, na tribuna do Plenário.

A parlamentar criticou a atitude, que segundo conta foi relatada a ela, de barrar a entrada de pessoas para o debate, que contou com a participação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSC).

Audiência pública é acima de tudo confronto de ideias, posições diferentes e, ao impedir as pessoas de entrarem na audiência, nós estamos permitindo que só um setor da sociedade possa estar presente na audiência. Ter uma audiência onde as pessoas fazem referência, com homenagens ao Bolsonaro, é de causar indignação. Se quisessem fazer um palanque político para Bolsonaro, fizessem um ato político e não uma audiência pública”.

Rachel Marques acredita que Eduardo Bolsonaro foi participar do debate com o objetivo de “fazer campanha para o pai”. “Trata-se de uma lei da mordaça, que restringe o direito à plena liberdade, à plena expressão por parte dos nossos educadores e à liberdade que deve ocorrer dentro do ambiente escolar”.

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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