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Categoria: Segmentos


10:12 · 15.07.2018 / atualizado às 10:12 · 15.07.2018 por

Enquanto as coligações não são formalizadas e as alianças com vistas à eleição não são conhecidas, deputados estaduais vão aproveitar o recesso de 15 dias, da Assembleia Legislativa, para intensificar a corrida em busca dos votos que lhes garantam a reeleição, em outubro próximo. Parlamentares entrevistados pelo Diário do Nordeste disseram que já estão com a agenda programada, neste mês de julho. Alguns vão mirar esforços para conquistar o apoio de determinados segmentos da sociedade.

Como o deputado Bruno Pedrosa (PP), eleito, em 2014, com 27.793 votos, que, neste ano, trabalha para atrair o voto da categoria do transporte complementar de Fortaleza, da Região Metropolitana e do Interior. Ele disse que não teve o apoio do segmento nas eleições passadas, mas acredita ter conquistado representação entre eles, a partir de benefícios obtidos junto ao Governo do Estado durante o mandato.

“No geral, são mais de 1.500 (pessoas que trabalham no serviço de Transporte Complementar). Na eleição passada, eles não me apoiaram, aí nessa eleição, a gente encampou diversas pautas e conseguimos várias conquistas, como a isenção do IPVA na Capital, a bilhetagem no Interior”, citou.

Já o deputado Carlos Felipe (PCdoB), disse vai tentar conciliar o trabalho de médico com as atividades políticas nos municípios que representa. O parlamentar obteve pouco mais de 28.800 votos, em 2014, e vai dar ênfase ao trabalho realizado junto aos agentes de saúde do Estado, para a aprovação da gratificação por insalubridade, e também junto aos servidores públicos na área da Saúde, para a reestruturação do Instituto de Saúde dos Servidores do Estado (ISSEC).

Uma das representantes da bancada evangélica na Assembleia, a deputada Silvana Oliveira (PR), também diz que o voto dado a ela por seguidores da sua religião é “pulverizado” e que nem mesmo na sua Igreja, a Assembleia de Deus, ela é tida como candidata “oficial”. Mas afirma que trabalhará entre os “irmãos” para atrair o apoio deles em torno da sua reeleição.

“As igrejas não fecham mais em torno de um candidato. Durante o mandato, tivemos a simpatia de uma grande quantidade de irmãos, mas não posso dizer que sou (candidata) oficial de quem quer que seja. Eu vou manter o que eu vinha fazendo, visitando os meus irmãos, explicando que vai ter perseguição, entre aspas, dentro da Igreja e ir até as pessoas por redes sociais, por voluntários dentro do nosso próprio corpo de irmãos”.