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Categoria: Sucessão estadual


11:38 · 13.05.2014 / atualizado às 11:38 · 13.05.2014 por

Uma nota  na Coluna “Painel”, da Folha de S.Paulo desta terça-feira, dá conta de ação do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), pré-candidato à Presidência da República, no sentido de unir, em Fortaleza, lideranças do PMDB,PSDB, e PSB. Leia nota:

“O presidenciável Eduardo Campos (PSB) age para aumentar a dissidência no PMDB e angariar apoio da sigla em Estados em que o partido resiste em apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Um dos principais alvos dos pessebistas passou a ser Eunício Oliveira (CE), líder peemedebista no Senado, que aparece à frente nas pesquisas sobre a sucessão de Cid Gomes (Pros). O arranjo daria a vice do ex-ministro de Lula ao PSB e poderia incluir o tucano Tasso Jereissati para o Senado”.

12:36 · 30.04.2014 / atualizado às 12:36 · 30.04.2014 por

A coluna “Painel”, do jornal Folha de S.Paulo, edição de hoje, traz duas notas relacionadas à sucessão estadual, nos seguintes termos: “Palanque… O governo passou a dar prioridade a uma solução para a crise entre PT, PMDB e Pros na eleição para o governo do Ceará, evitando divisão que prejudique a reeleição de Dilma.

… único Em conversa com Cid e Ciro Gomes na semana passada, a presidente manteve viva a possibilidade de PT e Pros apoiarem Eunício Oliveira (PMDB). Ontem, Mercadante, Berzoini, o vice Michel Temer e Falcão almoçaram em Brasília e colocaram o assunto na mesa, mas não tomaram decisão”.

09:55 · 05.02.2014 / atualizado às 09:55 · 05.02.2014 por

A coluna “Painel” da Folha de S.Paulo desta quarta-feira, volta a falar sobre uma possível candidatura do senador Eunício Oliveira ao Governo do Ceará.

Depois de falar sobre reforma ministerial e um encontro da presidente Dilma Rousseff com lideranças nacional do PMDB e um possível convite a Eunício para ser ministro da Integração Nacional, diz a nota da coluna do jornal paulista: “O entendimento no PMDB é que a presidente sacrifica as negociações com o partido para atender a um “capricho” do governador Cid Gomes (Pros), que não quer que Eunício seja candidato ao governo do Ceará”.

18:48 · 16.12.2013 / atualizado às 09:31 · 17.12.2013 por

Por Alan Barros

Sem esconder a vontade de se candidatar ao Governo do Estado, nas eleições do próximo ano, o senador Eunício Oliveira (PMDB) revelou que ele e o governador Cid Gomes (PROS) se reunirão somente em março ou no início de abril próximo para definir o arco de alianças para o pleito de 2014, mas descartou a possibilidade de se candidatar a vice-governador em chapa indicada por Cid. As declarações foram feitas na cerimônia de lançamento do selo comemorativo dos 60 anos do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), ontem, no Centro de Eventos.

Eunício Oliveira explicou que qualquer antecipação desse encontro poderia atrapalhar a gestão do governador cearense e, por isso, um acordo entre PT, PMDB e PROS decidiu que qualquer definição será feita pouco antes do início do prazo das desincompatibilizações.

“O PMDB tem uma posição muito clara. Se o governador Cid Gomes pudesse concorrer, o PMDB apoiaria ele sem nenhuma dificuldade. Como ele não pode mais ser candidato, o PMDB quer se reunir até março ou abril, no mais tardar, para saber quem ficará dentro ou fora do jogo”, afirmou.

O senador ressaltou que seu desejo é manter a aliança, mas alegou que é difícil fazer uma previsão desse tipo quando o processo de negociação envolve mais de uma pessoa. “Nosso desejo é manter a aliança. Agora, é muito difícil antecipar quando há mais de uma pessoa participando dessa decisão. Qualquer lançamento precipitado vai atrapalhar a negociação”, defendeu.

Oposição
O senador ainda reclamou que a imprensa esteja colocando o nome dele como oposição ao projeto político do governador Cid Gomes. “Não sou um nome de oposição. Não entendo porque me colocam assim. Eu faço parte desse projeto. Eu ajudei a construí-lo. Estou nele desde 2006. Então, se depender de mim, seremos todos aliados”, esclareceu.

Apesar de tentar rebater especulação de que o PMDB teria procurado o PSDB para garantir uma futura aliança, caso o governador Cid Gomes venha a lançar um representante do PROS para a sucessão estadual, Eunício não negou a existência de conversas nessa linha.

“Claro que existem conversas em todos os sentidos. Quando políticos se reúnem, o assunto política é o que predomina. Se a aliança não continuar, cada um cuida do seu caminho e vai para a rua achar o que o eleitor pensa disso”, apontou.

A possibilidade de o PMDB se lançar à disputa de 2014 no cargo de vice-governador também foi descartada pelo senador Eunício Oliveira. “O PMDB já indicou o vice lá atrás. Nessa aliança, não tenho condições de deixar o cargo de senador para assumir o cargo de vice-governador”, frisou o peemedebista.

O senador destacou que, mesmo com todas as especulações de quem irá assumir o Governo do Estado a partir de 2015, caberá ao eleitor fazer essa escolha de forma soberana. “Quem define destino de homem público não é cúpula de partido. Meu partido me escolheu como prioridade partidária, mas tudo isso não depende da vontade dos meus companheiros. Quem vai decidir as eleições de 2014 é o eleitor. A única coisa que tenho é o voto e a vontade de ser governador”, acrescentou.

Na manhã de ontem, enquanto participava da solenidade de homenagem ao TCM, o senador trocou palavras com o presidente da Assembleia Legislativa e um dos cotados para a sucessão de Cid, deputado estadual José Albuquerque.

O senador assegurou que as informações de que a relação entre o PT e PMDB estaria estremecida são especulações, destacando proximidade com a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. “Como não tem uma informação reta, as pessoas ficam fazendo milhões de especulações. Minha relação com a presidente Dilma e o ex-presidente Lula é de muita proximidade. Hoje à noite (ontem), participarei de um jantar com os dois”, informou, que disse não saber a pauta do encontro.

10:29 · 15.12.2013 / atualizado às 10:29 · 15.12.2013 por

Ciro Gomes (PROS), atualmente comandando a secretaria de Saúde do Ceará, terá o papel mais importante na próxima campanha eleitoral no Estado, posto vir a ser o coordenador da sucessão do governador Cid Gomes (PROS), com a responsabilidade de não só ao lado de Cid, e do próprio candidato ao Governo, definir a estratégia de atuação dos aliados na disputa, mas de estar presente em todos os principais eventos políticos no Interior do Estado, onde o candidato estiver. Ciro, também pelo compromisso com a substituição do governador, não tem projeto de deixar o Ceará em 2014.
As limitações do governador, no exercício do cargo, impõem a participação de Ciro na campanha, mesmo que para tanto, em determinado momento, ele tenha de se afastar, por um certo período, da pasta da Saúde, até para evitar as especulações normais, também quando tiver de sair do Ceará para emprestar apoio a candidatos do seu partido em outros estados.
Ciro, relatam amigos próximos, não tem projeto de ser ministro. Em duas oportunidades ele já o foi. No Governo Itamar Franco, ocupou o ministério da Fazenda, e em um dos governos Lula, assumiu o do Interior. Seu único ideal político é o de novamente disputar a Presidência da República já em 2018 e um ministério, neste momento, em nada ajudaria a esse objetivo.
A eleição do futuro governador do Ceará, apesar do pequeno peso político do Estado, será a base para retomar o projeto nacional. A sua afinidade com o substituto de Cid terá um significado importante para a meta futura, daí a necessidade de desenvolver todos os esforços possíveis para garantir a vitória do candidato oficial. Mas quem será ele? Provavelmente só em maio de 2014, véspera da convenção estadual obrigatório para a homologação das candidaturas, seja anunciado. O certo é que será um aliado da mais estreita confiança de Ciro, consequentemente, também de Cid.
A reserva com relação às definições de candidaturas majoritárias tem sido uma característica de Cid Gomes. A escolha do nome do prefeito Roberto Cláudio (PROS) para a disputa de 2012, só saiu pouco antes da convenção partidária. O próximo não será diferente, embora a inquietação na sua própria base aliada seja bem maior agora, mas sem qualquer força capaz de induzi-lo a alterar o cronograma pelo ele próprio traçado.
Ciro Gomes, o “norte” do governador Cid, como este próprio afirma em todos os eventos públicos da política, será a voz mais influente junto ao chefe do Executivo estadual, no momento da definição do nome para disputar o Governo do Ceará. O ungido, evidente, além das qualidades presumíveis de ser um bom gerente da máquina pública estadual, terá de merecer a confiança dos líderes para receber, guardar e não molestar o patrimônio político construído pelos irmãos, sobretudo agora quando Cid e Ciro ficarão sem mandatos.
PROS
Além do Governo do Ceará, no projeto de Ciro para ampliar sua ação política nacional está o Partido Republicano da Ordem Social (PROS). Recém criado, esta agremiação tem como seus principais expoentes nacionais o governador e o secretário de Saúde do Ceará, tanto que seus dirigentes na iminência de poderem ter um lugar no ministério da presidente Dilma, insistem no nome de Ciro.
Os sucessivos insucessos na consecução de seus projetos nos partidos por onde já passaram, principalmente no PPS e no PSB, animaram aos aliados de Ciro investir no PROS e chegarem ao seu comando nacional, a fim de não ficarem na dependência de outros controladores de partidos e, de modo próprio, no momento aprazado, decidirem como seguir no cenário nacional, sem os constrangimentos como os experimentados no início de junho passado.

09:00 · 14.12.2013 / atualizado às 09:00 · 14.12.2013 por

E#stá na coluna do jornalista Cláudio Humberto deste sábado, a seguinte informação:

 
  • Em pé de guerra com o PT, o senador Eunício Oliveira ameaçou em reunião da Executiva Nacional do PMDB, na quarta (11): “Eu quero é ver se o Cid consegue pôr votos do Ceará na convenção do partido”.

11:07 · 24.11.2013 / atualizado às 11:07 · 24.11.2013 por

Por Edison Silva

O governador Cid Gomes não tem aberto espaço a seus correligionários, de qualquer matiz, para tratar da sucessão estadual. Antes, quando algum deles o abordava, a resposta adiava a continuação da conversa para 2014. Agora, ele tem sempre dito que, além de estar muito cedo para cuidar do tema, deve aguardar a manifestação das oposições a fim de saber quem vem a ser delas, o pretendente ao seu lugar no Palácio da Abolição.

Sabe bem, o chefe do Executivo cearense, não ter, no momento atual, o restrito campo oposicionista no Estado, um nome capaz de ser apresentado como competitivo na disputa eleitoral de 2014. E estabelecendo esse marco (o do lançamento do candidato adversário), como fincado já está, Cid adia uma decisão a ser tomada por ele, no seleto grupo da sua privacidade, e deixa todos os ansiosos pretensos candidatos, dentro e fora do PROS, senão imobilizados, mas sitiados num pequeno campo, sem condições de manobras capazes de alterar o planejado.

Tem sido característica de Cid, desde quando decidiu ser governador do Estado, deixar para o último momento a conclusão do projeto, por ele próprio arquitetado, de formatação das chapas majoritárias. Em 2006, o candidato ao Senado, Inácio Arruda, só foi incorporado à chapa momentos antes da convenção que a homologou. Em 2010, quando da reeleição, o vice-governador Domingos Filho, na época presidente da Assembleia Legislativa, foi escolhido também muito próximo do limite.

Nas duas últimas eleições municipais, em Fortaleza, já como governador, teve o problema da indicação do nome do vice de Luizianne, Tin Gomes, de início rejeitado por ela. O nome dele só foi oficializado após a convenção petista.

Estratégia
Tin não era do partido de Cid, naquela oportunidade no PSB. O vice de Luizianne foi indicado por Cid, tirado dos quadros do PHS. Já em relação a 2012, a falta de entendimento do governador com a prefeita, levado até os instantes finais da escolha dos candidatos, acabou por se dar o rompimento e Roberto Cláudio, então no PSB, se elegeu o prefeito da Capital.

A estratégia de Cid, para escolher os seus candidatos, se deixa com amarras os pretensos postulantes do seu grupo, também cria dificuldade para a própria oposição, pois sem saber quem são os nomes e o tamanho da aliança do Governo, experimentará uma inibição geral nas suas hostes, e como consequência, mais dificuldade de formatar uma chapa. A disputa de 2010, ainda deve estar viva na memória dos mesmos contrários ao atual governante. Eram de muito pequena expressão eleitoral os candidatos apresentados para enfrentá-lo na reeleição.

Faz falta
O governador, com alguns percalços, até pelo fato de provavelmente ficar sem um mandato, ainda formará uma ampla aliança em apoio ao candidato que escolher para disputar a sua sucessão. Mas só alcançará esse patamar, exatamente pelo fato de não ter oposição no Estado.

A exceção do deputado estadual Heitor Férrer (PDT), dissidente no seu partido, para manter o comportamento crítico ao Governo estadual (o partido forma na base de Cid), pelo menos dentre os detentores de mandatos, não se levanta uma voz oposicionista de envergadura, alguém que faça um pronunciamento sequer, analisando o Governo, levantando dúvidas, questionando ações ou procedimentos da administração, enfim, fazendo realmente oposição, estabelecendo o contraditório daquilo que o governante apresenta como o melhor.

Faz falta uma oposição séria, competente, merecedora de respeito. Os governos precisam de oposição, mas infelizmente a grande maioria quer ser mesmo é cortesã, prejudicando o governante, por estar sempre incensado e a sociedade que deixa de ter mais e melhores serviços públicos. E a minoria restante, guardada as devidas exceções, vai para a oposição, não só pelo fato de o eleitorado tê-la colocado lá, mas, em várias outras oportunidades pelo interesse contrariado nos campos da política ou da administração, por isso a produção de discursos rancorosos, sem qualidade, fica desacreditado e se torna inútil, principalmente para eles próprios.

12:44 · 17.10.2013 / atualizado às 12:45 · 17.10.2013 por

Notícias veículadas na Coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, desta quinta-feira, dão conta da movimentação do PMDB para ter candidatos ao Governo de alguns estados, dentre eles o Ceará e a insatisfação com o PT.

 

O que dizem as notas da Coluna Painel de hoje:

“Ameaça Reunidos com Michel Temer anteontem, senadores do PMDB reclamaram que o PT dá sinais de rompimento em Estados cruciais para a sigla, como Ceará, Rio de Janeiro e Maranhão. E aventam o risco (remoto) de o apoio a Dilma não passar na Convenção Nacional.

Procuração Na casa de Eunício Oliveira (PMDB-CE), os parlamentares pediram ao vice-presidente uma comissão para negociar acordos com os aliados nos Estados, mas só após a reeleição de Rui Falcão na presidência do PT, prevista para novembro.”

10:57 · 05.08.2013 / atualizado às 10:57 · 05.08.2013 por

A Revista Veja, em circulação, em matéria sob o título “Aliados em Transe”, assinada pelo jornalista Adriano Ceolin, mostra um quadro de inquietação na política nacional, principalmente na base de sustentação do Governo da presidente Dilma Rousseff.   O jornalista encerra sua matéria tratando de uma possível aliança no Ceará entre o PMDB do senador Eunício Oliveira e o PSDB do ex-senador Tasso Jereissati.

É o seguinte o trecho da matéria que trata do Ceará: “O senador Eunício Oliveira, líder do partido e candidato ao governo do Ceará, abriu negociação para montar um palanque no estado para Aécio Neves. Eunício levará essa conversa adiante? Não se sabe, mas é certo que ele usa o flerte com o PSDB para pressionar a presidente.’Dilma tinha nosso apoio, mas não nossa solidariedade’, disse Eunício a peemedebistas recentemente. Eis o retrato fiel do sentimento reinante na base aliada”.

Aliados do senador Eunício contestam a informação tanto em relação a uma aliança com o PSDB quanto sobre distanciamento da presidente Dilma.

14:42 · 11.06.2013 / atualizado às 14:42 · 11.06.2013 por

O senador Eunício Oliveira (PMDB) está preparado para ser governador do Ceará, diz o deputado federal Genecias Noronha, também do PMDB, ao analisar o quadro sucessório no Ceará. Segundo o deputado, Eunício mostrou competência e habilidade ao ser líder do PMDB na Câmara dos Deputados, no Ministério das Comunicações, na presidência da Comissão de Constituição e Justiça do Senado e agora liderança do partido nesta Casa do Congresso Nacional.

Segundo ainda Genecias, o senador tem apoio da direção nacional do seu partido e é do agrado da presidente Dilma Rousseff uma sua candidatura para suceder o governador Cid Gomes. Para Genecias,  a relação de amizade e confiança existente entre Cid Gomes e Eunício é uma forte sinalização de que o governador poderá apoiá-lo juntamente com o PT e os outros partidos que hoje formam a aliança de sustentação ao Governo Cid.