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Categoria: Votação


10:39 · 05.11.2017 / atualizado às 11:30 · 05.11.2017 por

Tanto a situação quanto a oposição cearenses contam com o concurso do prefeito do Município de Caucaia, Naumi Amorim, na disputa do próximo ano. Aliados do governador Camilo Santana dizem que ele tem compromisso com o Governo estadual, enquanto oposicionistas garantem que ele continua sendo aliado do conselheiro em disponibilidade, Domingos Filho, ainda hoje com fortes ligações na administração daquele Município, o segundo maior colégio eleitora do Estado.

A mulher de Naumii, Érika é candidata a deputada estadual. O seu principal concorrente é o ex-prefeito Washington Góis. Os dois, contudo, poderão ainda ter que disputar votos com Lia Ferreira Gomes, que no pleito municipal passado ensaiou ser candidata a prefeita. E ainda é possível o ex-prefeito Zé Gerardo Arruda lançar como candidata ao Legislativo estadual, sua mulher ou a filha. As duas, por sinal, já ocuparam cadeiras na Assembleia.

Zé Gerardo, que já cumpriu o prazo da inelegibilidade a que foi condenado,  é candidato a deputado federal, e diz ter um acordo firmado com Naumi, na eleição municipal municipal  passada, quando fizeram uma aliança, inclusive sua filha sendo a candidata a vice-prefeita. Domingos Neto também espera o apoio de Naumi para se reeleger deputado federal.

11:50 · 31.10.2017 / atualizado às 11:50 · 31.10.2017 por

Contrário à proposta de Organização Judiciária do Estado, que será votada hoje no Plenário da Assembleia Legislativa, o deputado Ely Aguiar (PSDC) disse na tribuna  que solicitará votação nominal, para dar conhecimento à sociedade de como cada deputado votará.

Ele considera que a Mensagem, apesar de ter sido alterada pelo próprio Tribunal de Justiça do Ceará, após polêmicas, é um retrocesso e que a transferência de comarcas, prevista no projeto, é porque os juízes “não querem trabalhar”.

“Fechar comarca é dizer: pobre, você vai ter dificuldade em ter acesso à Justiça e aqui o que me estranha é colegas deputados advogados entenderem diferente. Imagine as pessoas que não têm dinheiro e vão sair de uma cidade pra outra, dependendo do favor de um advogado e ainda tem a questão da testemunha.  E não é falta de dinheiro, se faltar, mandem (Tribunal) uma Mensagem pra Assembleia e vou solicitar votação nominal”.

15:50 · 04.08.2017 / atualizado às 10:20 · 05.08.2017 por
Tucano havia dito, em entrevista, ter se ausentado da sessão por ter perdido o voo que o levou de Fortaleza à capital federal, mas, na realidade, ele já estaria em Brasília desde o dia anterior Foto: Fernanda Siebra

De acordo com reportagem publicada pelo site do jornal “O Estado de S.Paulo” o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) já estava em Brasília (DF), um dia antes da votação de denúncia feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer.

A informação contradiz a justificativa apresentada por Matos a outro jornal paulistano, a Folha de S. Paulo. O tucano havia dito, em entrevista, ter se ausentado da sessão por ter perdido o voo que o levou de Fortaleza à capital federal. Segundo o “Estadão”, contudo, a equipe de reportagem “viu o deputado no Salão Verde da Casa no dia da votação. Ele estava acompanhado do filho, o ex-vereador de Fortaleza Pedro Gomes de Matos (PSDB). Além disso, registro da Câmara mostra que o deputado marcou presença na sessão do dia anterior, 1º de agosto, quando a denúncia foi lida no plenário”.

A matéria do jornal afirma ainda que “procurado por telefone e mensagem na manhã desta sexta-feira (4), Matos não atendeu às ligações feitas pela reportagem”. O “Estadão” lembra também que “ele foi um dos 20 deputados que se ausentaram da votação, ato considerado favorável a Temer”. Dos 46 deputados do PSDB, 22 votaram pela aprovação do relatório de Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) que rejeitava a denúncia feita por Janot. Outros 21 votaram contra o parecer do correligionário e três estiveram ausentes.

Entre os deputados cearenses, Adail Carneiro (PP), também esteve ausente, mas por conta de uma licença médica que está vigente desde o dia 10 de julho e tem validade até 8 de agosto.

15:52 · 03.08.2017 / atualizado às 15:52 · 03.08.2017 por

Está marcada para a próxima quarta-feira a segunda votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que extingue o Tribunal de Contas dos Municípios. A primeira votação aconteceu no início da segunda quinzena de julho passado. Para aprovação de emenda constitucional são necessárias duas votações com o sim de 28 deputados estaduais.

Esta é a segunda emenda à Constituição do Estado do Ceará para extinguir o Tribunal de Contas dos Municípios. A primeira foi aprovada em dezembro do ano passado, no encerramento do ano legislativo de 2017. Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pela Associação dos Tribunais de Contas do Brasil, impetrada no Supremo Tribunal Federal, suspendeu liminarmente os seus efeitos. O despacho foi da ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte.

Desde dezembro de 2017 que essa ADI está no gabinete do ministro Celso de Melo, seu relator. A segunda emenda, com alguma diferença da primeira, segundo os deputados governistas interessado em fechar o TCM, corrige falhas por acaso existente na primeira.

11:33 · 10.05.2015 / atualizado às 11:33 · 10.05.2015 por

Está no site da revista Veja, nota sobre a aprovação ou não do nome do advogado Luiz Edson Fachin, indicado pela presidente Dilma Rousseff para o Supremo Tribunal Federal, que vai acontecer na terça-feira na comissão de Constituição e Justiça do Senado, e posteriormente no plenário daquela Casa do Congresso Nacional.

Leia a íntegra da nota assinada pelo jornalista Lauro Jardim:

A pedido do governo, Blairo Maggi tem trabalhado com afinco entre os senadores ruralistas pela aprovação de Luiz Edson Fachin para o STF. Há dias, Maggi tenta fazer a cabeça de Waldemir Moka.

Está quase lá.

A propósito, senadores que, em tese, deveriam se encrespar só de ouvir o nome de Luiz Edson Fachin, devido à sua defesa da reforma agrária, vêm cedendo aos poucos. Eunício Oliveira, que já teve fazenda ocupada pelo MST, também tem ajudado.

Nada como conseguir indicar o presidente do Banco do Nordeste (leia mais aqui).

Por Lauro Jardim

09:53 · 27.09.2013 / atualizado às 09:53 · 27.09.2013 por

Por Georgea Veras

A decisão da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Fortaleza, em anular a votação de um requerimento da vereadora Toinha Rocha (PSOL), gerou discussão e constrangimento para alguns vereadores. A matéria chegou a ser aprovada, em votação simbólica, mas o vereador que presidia a sessão, Adail Júnior (PV), voltou atrás e disse que, naquele caso, era obrigatória votação nominal. Após aberto o painel eletrônico de presenças, apenas 10 vereadores registraram seus votos, todos contrários ao requerimento. Como eram necessários, no mínimo, 22 votos, a sessão caiu por falta de quórum.
O requerimento da parlamentar pede moção de apoio da Casa ao Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca-Ce), por entrar com ação civil pública contra a política de redução do ano letivo de 2012, proposta pela Secretaria Municipal de Educação. A votação do requerimento vem sendo adiado, por falta de quórum, desde o dia 20 de agosto. Ontem, o pedido foi colocado em votação mais uma vez e, numa votação simbólica, foi aprovado consensualmente.
Foi o primeiro projeto a ser colado em votação. O vereador João Alfredo (PSOL) chegou a pedir votação nominal, pois queria saber como os vereadores iriam votar. Diante do pedido do socialista, Adail Júnior questionou se ele queria mesmo votação nominal, mas João Alfredo acabou desistindo e a votação ocorreu de forma simbólica: “todos que aprovam permaneçam como estão. Aprovado”, comunicou Adail Júnior.
Logo depois, o vereador voltou atrás. Adail Júnior alegou que, como se tratava de um projeto que havia sido derrubado por falta de quórum, obrigatoriamente, na sessão seguinte, deveria ser aberto o painel para a votação. Toinha Rocha questionou qual artigo do Regimento cita essa norma, mas ele não respondeu. Nessa hora, a bancada de oposição criticou a decisão de Adail Júnior, alegando que a matéria já estava votada e havia sido aprovada consensualmente. Mesmo assim, o painel foi aberto e 10 vereadores digitaram seus votos: todos contrários ao requerimento.
O posicionamento de Adail Júnior gerou questionamentos em alguns vereadores. Embora somente 10 parlamentares tenham votado, no plenário havia número suficiente para a votação nominal. Adail Júnior ainda chamou pelo líder do governo, vereador Evaldo Lima (PCdoB), que estava ausente do plenário, pedindo que ele orientasse a base governista, mas quando Evaldo chegou a sessão já havia sido levantada.
A bancada do PSOL e PT cruzaram os braços e outros vereadores que estavam presentes naquele momento também não registraram seus votos. O vereador Adelmo Martins (PR) admitiu que não votou nominalmente, porque já tinha manifestado seu voto na votação simbólica, que aprovou o requerimento de forma consensual. Para o vereador Acrísio Sena (PT), o plenário é soberano e após um projeto ser aprovado não se pode desfazer a votação, apenas se recorrer judicialmente. Na sua opinião, a decisão de Adail Júnior pode abrir um precedente.
Na avaliação do vereador Guilherme Sampaio (PT), a decisão de anular uma votação simbólica para se impor uma votação nominal, foi porque a base aliada percebeu que havia aprovado um requerimento pedindo uma moção de apoio ao Cedeca por ter entrado com ação civil pública contra uma decisão da Secretaria de Educação, entendendo que a atitude de Adail Júnior foi errada.
A autora do requerimento, vereadora Toinha Rocha, analisa que Adail Júnior errou duas vezes. A primeira, aponta, quando procedeu votação simbólica, quando deveria ser nominal e ao decidir voltar atrás no processo de votação, mesmo o requerimento já tendo sido aprovado. A vereadora disse que considera sua solicitação aprovada e que, no momento, não vai tomar nenhuma decisão sobre o ocorrido.
Adail Júnior informou que o requerimento da socialista volta a ordem do dia da próxima sessão, que ocorrerá na terça-feira, dia 1°, adiantando que será a primeira matéria a ser votada no dia.

09:00 · 28.10.2012 / atualizado às 09:00 · 28.10.2012 por

A assessoria do candidato Elmano de Freitas, em novo  comunicado às redações, diz que o candidato vai votar agora às 10 horas, como estava programado na agenda de ontem. Mudaram, anunciando que o candidato votaria às 13 horas. Agora, em nova mudança anuncia que o candidato vai votar às 10 horas

08:38 · 28.10.2012 / atualizado às 08:38 · 28.10.2012 por

Elamo de Freitas mudou sua programação que havia sido traçada para hoje e, em vez de se reunir com correligionários em café da manhã, como aconteceu no dia 7 de outubro, no primeiro turno, resolveu fazer visitas a vários pontos de votação onde haja concentração de eleitores. A primeira visita de hoje, logo depois das 8 horas foi a um colégio da Cidade 2000. Logo depois foi para o Colégio Farias Brito, na avenida Dom Luiz. Ele vota às 13 horas, segundo a nova programação.

Roberto Cláudio saiu agora a pouco de sua casa, depois de alguns contatos com os principais líderes da aliança que apoia sua candidatura. Ele vota daqui há pouco, 9 horas, no Colégio Batista da Aldeota e logo em seguida, acompanhado do governador Cid Gomes, do senador Eunício Oliveira, presidente estadual do PMDB, partido que indicou o vice de Roberto Cláudio, Gaudêncio Lucena, além de outros políticos como o senador Inácio Arruda, Moroni Torgan e representantes do PDT, também fará visitas a locais de votação

10:01 · 11.10.2012 / atualizado às 10:01 · 11.10.2012 por

O resultado das eleições deste ano, para vereador, apresenta índices que, em comparação às eleições de 2008, necessitam de uma análise mais consistente pelos partidos políticos e candidatos. Apesar do avanço registrado em matéria de tecnologia a acesso aos meios de comunicação, o que contribui para um melhor esclarecimento da população, o que se observa é um aumento na abstenção, bem como na quantidade de votos brancos e nulos.
Nas eleições de 2008 Fortaleza contava com 1.486.511 eleitores aptos a votar, mas o comparecimento às urnas foi de 1.277.447, registrando uma abstenção de 14,06%, com a ausência de 209.064 eleitores. Nas eleições de 2012 o relatório do resultado da totalização, apresentado pela Justiça Eleitoral indica uma abstenção de 16,02% com 258.202 eleitores que deixaram de votar. A diferença daria para um partido político atingir o quociente eleitoral e ser representado na Câmara Municipal na próxima legislatura.
Para as eleições de 2012 Fortaleza contava com 1.612.155 eleitores cadastrados para votar e entre os eleitores que votaram na eleição proporcional foi registrada uma porcentagem de votos válidos (votos nominais e de legenda) inferior ao último pleito, pois este ano o índice de votos válidos foi 92.26% e em 2008 foi 94.04%.
Quanto aos votos bancos e nulos também se observa a mesma tendência em relação em relação as eleições de 2008. Naquele pleito 3.57% do eleitorado da capital votou em branco e em 2012 a quantidade de votos em branco atingiu um índice de 4.14%. No que se refere aos votos nulos a alteração registrada é de 2.39% em 2008 para 3.60% em 2012. Estes índices revelem uma tendência de “afastamento” dos eleitores dos partidos políticos e candidatos.
No que se refere ao desempenho eleitoral dos partidos nas eleições deste ano em relação ao pleito de 2008 necessário se faz uma análise mais acurada levando-se em consideração uma série de variantes como alterações na postura de atuação política de algumas agremiações, bem como o poder eleitoral dos candidatos e as alianças realizadas antes e agora, pois nem todas as alianças proporcionais de 2008 foram reproduzidas em 2012.
Mas, observando-se apenas a quantidade de votos válidos (nominais e de legenda) recebidos por algumas agremiações verifica-se que o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) elegeram a mesma quantidade de vereadores da eleição passada (quatro cada um), mas em número de votos o desempenho do PMDB melhorou, enquanto que o do PT caiu consideravelmente, pois o do PMDB passou de 4.37% para 7.55% e o do PT caiu de 12.66% para 7.45%. O desempenho do PCdoB também caiu de 3.55% para 2.79%, embora tenha mantido uma vaga na câmara. O PHS perdeu tanto em número de eleitos, passando de dois para um, quanto em quantidade de votos válidos, passando de 5.14% para 3.36%.
Outro partido que elegeu a mesma quantidade de vereadores (dois) foi o PSB, mas seu desempenho eleitoral melhorou, saindo de 5.96% para 7.54%. O PR conseguiu ampliar a sua banca de um para três vereadores, saindo de um percentual de 2.18% em 2008 para 5.60% em 2012. Mas o melhor desempenho foi do PSC que não elegeu ninguém em 2008 e este ano fez quatro vereadores, saindo de 0.43% para 8.10%. Aliás, o Partido Social Cristão foi o que obteve maior quantidade de votos para vereador, este ano, conseguindo 101.137 sufrágios.