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Tag: eleição


11:41 · 14.03.2017 / atualizado às 11:42 · 14.03.2017 por

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal elegeu na manhã desta terça-feira (14) o senador cearense Tasso Jereissati (PSDB) para a presidência do colegiado. O peemedebista Garibaldi Alves Filho (RN) ocupa agora a vice-presidência.

O cearense foi eleito por aclamação e já indicou a criação de duas subcomissões. Uma deve debater o custo Brasil e a outra analisar o sistema tributário.

As informações são da Agência Senado.

10:12 · 24.01.2017 / atualizado às 10:12 · 24.01.2017 por

Por Antonio Cardoso

As votações para as composições das Mesas Diretoras da Câmara Federal e do Senado devem ocorrer no início de fevereiro. Até lá, a movimentação dos candidatos às presidências das duas Casas tende a ficar mais intensa. Para o deputado federal cearense André Figueiredo (PDT), que esperava o apoio do PCdoB que não veio, ainda resta a expectativa de que parlamentares do PT apoiem o seu nome na eleição.

Ao Diário do Nordeste, ele disse que trabalha uma “campanha com conteúdo”, colocando-se como alternativa para deputados que votaram contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e para aqueles que querem “uma Câmara mais independente”. “Lamento pela decisão do PCdoB, mas tenho a expectativa de que o PT ainda vai fechar com gente”, aposta. Segundo ele, os três petistas da bancada cearense – José Airton Cirilo, José Guimarães e Luizianne Lins – já sinalizaram que devem votar a favor do pedetista.

Na última sexta-feira (20), durante reunião do diretório nacional, o PT decidiu liberar a composição a votar nas candidaturas de Maia e do senador Eunício Oliveira (PMDB), este último para presidir o Senado. Hoje, informou o deputado José Airton Cirilo (PT), os petistas voltam a se reunir em Brasília, às 14h, para definir a posição do grupo na eleição do dia 2.

“Até então não há uma posição definida. Mas o meu voto já deixei claro. Sou contrário à reeleição de Rodrigo Maia e não voto favorável nem por decreto do meu partido. Inclusive avisei que não participaria do jantar dele com a bancada cearense”, afirmou José Airton. Já no Senado, ele diz que os petistas defendem o voto no PMDB. “Até pouco tempo os peemedebistas foram nossos aliados e, embora tenha toda a carga política atual, não são a mesma coisa que os democratas”.

Condução

O deputado federal Chico Lopes (PCdoB), por sua vez, confirma que seu partido está fechado com Rodrigo Maia na Câmara e com Eunício no Senado. Sobre o democrata, diz que pesou na decisão a maneira como conduziu o Parlamento Federal. “Agiu diferente dos outros. É mais atencioso e recebe todos os partidos no mesmo tom”, justificou.

A respeito do apoio de bancadas de esquerda a um dos expoentes do impeachment de Dilma, Chico Lopes (PCdoB) defende que a administração da Casa não tem ligação com partidos políticos. “O regimento diz que o maior partido deve ficar com a presidência e assim vai até aos pequenos. Como somos lanternas em termos de números, procuramos apoiar a quem nos dá abertura”, disse.

11:39 · 03.01.2017 / atualizado às 11:39 · 03.01.2017 por

 

Deputado André Figueiredo espera ter o apoio da bancada do PT à sua candidatura de presidente da Câmara dos Deputados FOTO: José Leomar
Deputado André Figueiredo espera ter o apoio da bancada do PT à sua candidatura de presidente da Câmara dos Deputados FOTO: José Leomar

O deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), postulante à Presidência da Câmara no pleito que ocorre no próximo dia 2 de fevereiro, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que não tem previsão para começar viagens pelo Brasil a fim de fortalecer sua campanha ao cargo.

“Vamos avaliar a conjuntura no decorrer dessas próximas duas semanas. Nosso grande desafio é buscar a unidade das oposições e apoio de outros partidos, desde que mantendo o objetivo da nossa candidatura, de um Parlamento independente”, comentou o deputado ao jornal.

Ex-ministro das Comunicações do governo Dilma Rousseff, Figueiredo afirmou que só tem a intenção de começar a campanha após o dia 16 deste mês. A justificativa é de que a bancada do PT, que reúne a maior quantidade de deputados da oposição, marcou reunião para definir posição na eleição da Câmara.

O partido do deputado, o PDT, também pretende se reunir no mesmo dia a fim de decidir se mantém ou não a candidatura de Figueiredo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

09:30 · 28.12.2016 / atualizado às 09:30 · 28.12.2016 por

Por Renato Sousa

A composição da próxima Mesa Diretora da Câmara Municipal de Fortaleza ainda não foi concluída. Há menos de uma semana da posse da nova legislatura – e da consequente eleição da nova direção do legislativo municipal –, o presidente da Casa, Salmito Filho (PDT), que busca a reeleição, segue reunindo-se com as bancadas dos partidos, tentando contemplar as demandas de cada uma. A expectativa é de que apenas uma chapa concorra, com o pedetista seguindo à frente da Câmara pelos próximos dois anos por aclamação. Os nomes da chapa devem ser confirmados na sexta (30), antevéspera da posse.

De acordo com a assessoria da Presidência da Casa, o presidente deve passar os próximos três dias discutindo o assunto com os vereadores. Segundo Elpídio Nogueira (PDT), Salmito ainda deve ter uma reunião com seu próprio partido, que possui a maior bancada da Câmara.

Da parte da oposição ao prefeito Roberto Cláudio (PDT), as negociações ainda não teriam iniciado. Segundo Acrísio Sena (PT), um dos dois vereadores eleitos pelo partido para a próxima legislatura, a agremiação optou por deixar o candidato à reeleição “bastante à vontade” para negociar com outros parlamentares, evitando fazer demandas sobre ocupação de espaços.

“O Salmito conhece bem a mim e ao vereador Guilherme (Sampaio, o outro integrante da bancada). Então, a gente optou por deixar o presidente à vontade para negociar com os outros vereadores”, declarou.

Cerca de 60% dos parlamentares eleitos este ano para a próxima legislatura da Câmara Municipal não compuseram a última, o que, na avaliação de Acrísio, poderia dificultar as negociações. Entretanto, com o anúncio do secretariado de Roberto Cláudio – e a ida de Antonio Henrique (PDT) para a SER III, Elpídio para a secretaria de Direitos Humanos e Evaldo Lima (PCdoB) para a pasta da Cultura –, três nomes com experiência retornam à Casa: Carlos Mesquita (Pros), Dr. Eron (PP) e Eliane Gomes (PCdoB).

Apoio

A eleição de Salmito é dada como certa desde novembro, quando ele divulgou carta com o apoio de 34 vereadores eleitos ao seu nome. O anúncio foi feito no dia 14, no auditório da Câmara, após reunião com os novos parlamentares. Outros declararam apoio a Salmito desde então. O documento apresentado pelo vereador incluía até mesmo o nome de oposicionistas.

Para Soldado Noélio, um dos parlamentares eleitos pelo PR, o ideal seria que a oposição tivesse condições de lançar uma chapa própria. Em entrevista, porém, ele afirmou que “infelizmente, a oposição não teria força para eleger o presidente”.

No dia 14, Salmito afirmou que o critério para a formação de sua proposta de Mesa Diretora seria o tamanho das bancadas, bem como a garantia de espaços para a oposição na direção da Câmara Municipal de Fortaleza, o que ele vem perseguindo com certa tranquilidade, em razão do apoio recebido.

09:24 · 07.12.2016 / atualizado às 09:24 · 07.12.2016 por

Por Miguel Martins

O bloco partidário extraoficialmente formado por PSD, PMB, PCdoB, PEN e PRP não tem mais razão de existir. Pelo menos essa é a avaliação de alguns dos seus membros, cujo propósito único era apoiar a candidatura do deputado Sérgio Aguiar (PDT) à presidência da Assembleia Legislativa. Os integrantes de PSDB, PSDC, PR e SD são outros que não têm certeza se a bancada, também formada para a disputa na Casa, vai resistir à crise que se instalou no Poder Legislativo nos últimos dias, e se legalmente poderá existir.
O pronunciamento do deputado Ely Aguiar (PSDC), ontem, na tribuna do Plenário 13 de Maio, criticando parlamentares que segundo ele teriam “se vendido”, também atingiu seus colegas de bloco partidário. De acordo com a deputada Fernanda Pessoa (PR) nunca houve qualquer tratativa sobre cargos na Prefeitura de Maracanaú, conforme ele disse em seu discurso. Na avaliação da republicana, as falas de Aguiar vão de encontro à uma tentativa de unidade do grupo proposto.
No entanto, mesmo que tenha havido algum desentendimento no bloco, Capitão Wagner (PR), que lidera o grupo, disse que por ele os membros seguirão unidos em 2017, quando se iniciará o novo período legislativo na Casa. A aliança entre os quatro partidos de oposição foi discutida há alguns dias quando da disputa para a Mesa Diretora.
Os deputados se aliaram à candidatura de Sérgio Aguiar, e, inclusive, estavam contemplados com vagas na chapa encabeçada pelo pedetista, que foi derrotado por Zezinho Albuquerque (PDT). Antes, porém, alguns deles tinham assinado um documento de apoio à candidatura de Albuquerque.
Alternativa
Já o bloco PSD, PMB, PCdoB, PEN e PRP, esse não tem mais qualquer razão de permanecer, visto que o racha entre seus membros foi enorme. Osmar Baquit (PSD), que foi escolhido líder dos 11 membros da bancada, inclusive, já retornou para a gestão Camilo Santana e desde sexta-feira está na Secretaria de Agricultura, Pesca e Aquicultura.
O deputado licenciado já avisou que deixará o partido caso PSD passe a ser oposição ao Governo. “Desde o primeiro momento, eu e o PSD estivemos do lado do governador. Caso o partido vá para a oposição, eu não tenho outra alternativa”, disse.
Os parlamentares do bloco que ficaram na Assembleia disseram ao </MC></MC><CF61>Diário</CF> que não há mais ânimo para se manterem unidos. Primeiro que os integrantes do PCdoB, Augusta Brito e Carlos Felipe, se aliaram à Zezinho Albuquerque, e segundo Carlos Felipe, há uma explicação lógica para isso.
“No início estávamos de acordo em apoiar o Sérgio Aguiar, mas com o passar do processo o grupo ficou mais à oposição e não dava para nós, que somos base do Governo”, disse. A chapa de Aguiar, de fato, teve mais apoio de oposicionistas à gestão Camilo (10) do que aliados (8).
“O bloco não tem mais razão de ser”, disse Roberto Mesquita (PSD), lembrando ainda que PEN e PCdoB não estariam mais alinhado com o grupo, que a partir de agora, tem tendência de se comportar de forma independente ou até na oposição.
Odilon Aguiar (PSD), por outro lado, afirmou que a tendência é que PSD e PMB permaneçam juntos, enquanto que os demais partidos devem seguir o Governo. Odilon é defensor da ideia de que houve “traição” por parte de membros do golpe, atitude essa que ele chamou de “coisa de gentinha”.
Para Joaquim Noronha (PRP), no entanto, existe a possibilidade de discutir a união do grupo, o que deve ser discutido ao longo do recesso parlamentar. No entanto, ele reconheceu ser impossível a permanência do PCdoB, por exemplo, até porque o partido tem uma vaga na Mesa Diretora. Mesa essa que foi apoiada pelo governador Camilo Santana.
Ainda que o Regimento Interno diga que partidos que fazem parte de determinados blocos não podem deixar suas composições para se alinharem a outros na mesma sessão legislativa, os membros de tais grupos mantiveram as novas formatações. O PEN, por exemplo, fazia parte da mesma bancada composta com PP e PDT. Pelas regras da Assembleia Legislativa, não poderia se unir ao novo bloco.

11:32 · 06.12.2016 / atualizado às 11:32 · 06.12.2016 por

O deputado Ely Aguiar (PSDC) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará nesta terça-feira (6) para criticar alguns companheiros de Assembleia que modificaram o voto no pleito ocorrido na quinta-feira (1º), para eleger o presidente do Poder Legislativo a partir do início do próximo ano, por um período de dois anos.

“O que existe é ideologia de interesses, aqui se briga por cargos”, disse o parlamentar criticando os parlamentares que haviam se comprometido com o voto em Sérgio Aguiar para a Mesa Diretora e acabou mudando de lado.

Ely subiu o tom contra os pares e disse que “na política, se não tiver palavra, é traíra, é facínora, é safado, é corrupto, é indigno” e completou: “que belo exemplo dá aquele que troca um voto por um cargo público, isso não é dignidade”.

O deputado sugeriu que “na próxima eleição, se os traíras não trabalharem, também vão receber o troco nas urnas” e finalizou: “que Deus tenha pena dos traíras”.

13:25 · 01.12.2016 / atualizado às 13:25 · 01.12.2016 por

O deputado Elmano Freitas (PT) foi escolhido pelo grupo de apoio ao candidato Zezinho Albuquerque (PDT) acaba de ocupar a tribuna defendendo o voto no candidato à reeleição.

Demonstrando respeito às duas chapas, Elmano considerou que “não se trata de uma chapa de bons de um lado e uma chapa de maus do outro, aqui se trata de forças políticas que disputam a Mesa Diretora nesse momento” e ressaltou a pluralidade da Assembleia.

Segundo o deputado, a Casa representa “pluralidade política, de ideias e de posicionamentos” e a candidatura de Zezinho representa a continuação de um projeto político. “Nós temos um projeto político que dirige o Estado, que não se iniciou ontem, nem antes de ontem, que tem uma caminhada no Estado do Ceará”, discursou.

“Queremos pedir o voto de cada deputado e cada deputada pela nossa coerência para construir com os mais variados blocos políticos desta Casa”, entoou.

13:16 · 01.12.2016 / atualizado às 13:17 · 01.12.2016 por

Depois de reiniciada a sessão de votação da Mesa Diretora da Assembleia, começaram então os discursos dos representantes das duas chapas. Defendendo aquela encabeçada pelo deputado Sérgio Aguiar (PDT) à presidência da Assembleia, o deputado Roberto Mesquita (PSD) foi o primeiro a subir à tribuna da Assembleia.

O parlamentar afirmou que “muitos através do poder e da força insistem em enterrar a vontade do povo. Até tentam, mas a força da democracia sempre ao final faz com que todos nos orgulhemos dela”.

O deputado ainda homenageou o candidato a presidente, Sérgio Aguiar, com a afirmação de que “chegamos hoje a uma chapa onde o senhor nos orgulha pela capacidade que teve de agregar e de suportar atitudes que marcarão a sua alma”, afirmou Mesquita.

Pedindo votos para Aguiar, Roberto pediu que o próximo presidente “assuma o compromisso de oxigenar esse Parlamento” e sugeriu aos pares que “não podemos fazer da vitória a nossa derrota”, em alusão ao futuro vencedor do pleito.

12:27 · 01.12.2016 / atualizado às 12:27 · 01.12.2016 por

Após a leitura das chapas para eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, o presidente Zezinho Albuquerque (PDT) suspendeu a sessão para que o secretariado da Casa pudesse efetivar a candidatura dos grupos.

Até o momento, 44 dos 46 deputados estão presentes em plenário e deram suas respectivas presenças, faltam apenas Ivo Gomes (PDT) e Osmar Baquit (PSD).

12:03 · 01.12.2016 / atualizado às 12:28 · 01.12.2016 por

As duas chapas para a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará para o biênio 2017-2018 foram anunciadas nesta quinta-feira (1º) pelos deputados Odilon Aguiar (PMB), apoiador da chapa de Sérgio Aguiar (PDT), e Dr. Sarto (PDT), de Zezinho Albuquerque (PDT).

A Chapa nº 1, intitulada Murilo Aguiar, nome do avô de Sérgio, que morreu após a última eleição na Casa, em 1985, é formada por: Sérgio Aguiar (Presidente), Joaquim Noronha (1º Vice-presidente), Danniel Oliveira (2º Vice-presidente), Aderlânia Noronha (1ª Secretária), Gony Arruda (2º Secretário), Ely Aguiar (3º Secretário), Roberto Mesquita (4º Secretário). Os suplentes propostos foram: Fernanda Pessoa (1ª suplente), Bruno Gonçalves (2º suplente) e Dra. Silvana (3ª suplente).

Já a chapa nº 2, intitulada deputado Wellington Landim, que faleceu em 2015, traz os seguintes nomes: José Albuquerque (Presidente), Tin Gomes (1º Vice-presidente), Manoel Duca (2º Vice-presidente), Audic Mota (1ª Secretária), João Jaime (2º Secretário), Julinho (2º Secretário), Augusta Brito (4º Secretário). Os suplentes propostos foram: Robério Monteiro (1ª suplente), Ferreira Aragão (2º suplente) e Bruno Pedrosa (3ª suplente).