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Tag: eleições


10:44 · 04.03.2017 / atualizado às 10:44 · 04.03.2017 por

Por Antonio Cardoso

Muitas são as críticas feitas quanto ao modo como se portam os políticos brasileiros. Mas na última sexta-feira, na Assembleia Legislativa do Ceará, os parlamentares se pronunciaram para condenar o outro lado, o eleitor.

O primeiro a tratar do assunto foi Ely Aguiar (PSDC). Ao afirmar que a população estaria cada vez mais decepcionada com os políticos, Ely afirmou que “parte do eleitorado tem culpa por ter colocado esses políticos onde estão. A população foi quem mandou eles para o exercício da função”, apontou. “Muitas vezes o eleitor também participa do processo quando recebe dinheiro para votar, ou recebe tijolo e outros benefícios para escolher essas pessoas”.

Fernando Hugo (PP) afirmou que a “esculhambaria reinante no Brasil” existe em termos políticos e eleitorais, fundamentalmente pela inoperância da Justiça em punir. “Esse é o principal de todos os pontos. Agora, o eleitorado brasileiro é mais corrupto do que o Eduardo Cunha, Lula, Michel Temer e outros menos votados. O eleitorado brasileiro tornou-se delinquente no votar, pior do que votava 20 anos atrás. É uma vergonha”, expôs.

Roberto Mesquita (PSD) fez coro às palavras de Hugo e disse que há por parte do eleitorado, também, a necessidade de fazer uma assepsia porque, como colocou, não existe concurso para deputado, senador, deputado federal ou governador. “São cargos eleitos pelo povo e esse mesmo povo precisa escolher melhor na hora de votar”.

O deputado salientou que, em meio a tudo, há um fato que reputa como uma luz no fim do túnel: a educação. “Não a que o Governo do Ceará, à moda nazista, procura fazer propaganda distorcida. Fato é que melhoramos muito na educação do Ceará, mas nenhum deputado tem coragem de colocar um filho seu para estudar em escola pública. Portanto, há mais falácia do que verdade nessa revolução da educação”, enfatizou.

Ampliando as críticas, Heitor Férrer (PSB) afirmou que, quando o voto é vendido, quem comprou não tem compromisso. “Comprou uma mera mercadoria. Transformou-se o eleitor em mercadoria de péssima qualidade”, ressaltou, citando exemplos da última campanha municipal.

19:23 · 30.11.2016 / atualizado às 19:59 · 30.11.2016 por
Odilon Aguiar chegou a suspeitar de manobra para que ele não votasse. Foto: JOSE LEOMAR
Odilon Aguiar chegou a suspeitar de manobra para que ele não votasse. Foto: JOSE LEOMAR

Três deputados que estavam licenciados e atuavam como secretários da gestão Camilo Santana foram exonerados dos seus cargos, a pedido, e participarão da votação da Mesa Diretora, na manhã desta quinta-feira, a partir das 11 horas. Mirian Sobreira (PDT), que estava à frente da Secretaria Especial de Drogas; Jeová Mota (PDT), da Secretaria dos Esportes; e Odilon Aguiar (PMB), da A Agricultura, Pesca e Aquicultura.

Ao Diário do Nordeste, Odilon Aguiar reclamou que o Governo estava demorando para publicar o pedido de exoneração, o que poderia atrapalhar sua participação na votação da Mesa Diretora, que acontecerá nesta quinta-feira, e escolherá o próximo presidente do Poder Legislativo.

O parlamentar apoia a eleição do primeiro-secretário da Casa, Sérgio Aguiar (PDT), enquanto que o candidato defendido pelo Governo é o atual presidente, o deputado Zezinho Albuquerque, também do PDT.

Durante reunião da Mesa Diretora, na manhã de hoje, Zezinho Albuquerque garantiu que a publicação no Diário Oficial já havia sido feita e Odilon votaria tranquilamente em seu candidato.

A exoneração dos três candidatos foi publicada na edição do dia 29 de novembro do Diário Oficial do Estado.

14:00 · 29.11.2016 / atualizado às 14:00 · 29.11.2016 por

O deputado Osmar Baquit (PSD) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta terça-feira (29), para falar como líder do bloco formado recentemente entre o seu partido, PMB, PRP, PCdoB e PEN e declarar o voto do bloco para o deputado Sérgio Aguiar (PDT) na eleição da Mesa Diretora da Casa, na próxima quinta (1º).

“Tomamos posição de forma democrática, esperando, como sempre foi costume, que nós fôssemos procurados para discutir a proporcionalidade, mas infelizmente desta vez não”, criticou o parlamentar ao declarar voto no pedetista.

Baquit disse que a democracia permite e, na disputa, “é salutar que tomemos posições pensadas e mantenhamos ela”. Apontando para Sérgio Aguiar, o deputado afirmou: “apoiamos um deputado da base do PDT e eu espero que vossa excelência, e acho que vai ganhar, seja o presidente de todos nós e não só de um lado”, completou.

Em aparte, o próprio Sérgio Aguiar ressaltou um pouco da sua história política e disse “lamentar que estejam colocando para a imprensa que a base do governo tem um outro candidato”. “Estou legitimamente dentro dos meus direitos”, afirmou o parlamentar sobre o assunto.

Na volta, Baquit sugeriu que a chapa se chame Murilo Aguiar, em homenagem ao avô do candidato à presidência que faleceu após uma eleição há mais de 30 anos.

Cedendo mais apartes, Audic Mota (PMDB) tomou a palavra e disse que o voto para a presidência é o “voto mais personalístico, pois é onde escolhemos quem vai nos representar”.

Roberto Mesquita (PSD) também pontuou que o momento é rico e parabenizou Sérgio Aguiar “por dar oportunidade desse parlamento se oxigenar, porque está havendo uma construção plural e com o respeito absoluto”, afirmou.

Ao fim, Baquit retomou a palavra e disse que vai propor o voto aberto para o pleito.

10:31 · 27.10.2016 / atualizado às 10:31 · 27.10.2016 por

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, ontem, definir as novas das de eleições municipais, após os julgamentos dos recursos de candidatos que disputaram o pleito deste ano com pendências judiciais.

Segundo a legislação eleitoral vigente, agora, se o candidato cujo registro da candidatura tenha sido questionada na Justiça e ele tenha conseguido se eleger, antes do julgamento final da ação, e após a votação a Justiça Eleitoral o tenha considerado inelegível, independentemente da quantidade de votos anulados, haverá uma nova eleição.

Antes, da reforma eleitoral acontecida no ano passado, caso desse tipo, o segundo colocado era quem assumia o mandato.

No Ceará é possível que se tenha alguma eleição suplementar.

Leia a informação oficial publicada no site do TSE:

TSE estabelece calendário para realização de eleições suplementares

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu as datas para a realização de eventuais eleições suplementares em 2017. De acordo com a Portaria TSE nº 1078, de 20 de outubro de 2016, as eleições poderão ser realizadas nos seguintes dias: 15 de janeiro, 5 de fevereiro, 12 de março, 2 de abril, 7 de maio, 4 de junho, 2 de julho, 6 de agosto, 3 de setembro, 1º de outubro, 12 de novembro e 3 de dezembro.

A previsão de eleições suplementares está disposta no artigo 224 do Código Eleitoral, que sofreu algumas mudanças com a Reforma Eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165). O parágrafo 3º desse artigo prevê a realização de novas eleições sempre que houver, independentemente do número de votos anulados e após o trânsito em julgado, “decisão da Justiça Eleitoral que importe o indeferimento do registro, a cassação do diploma ou a perda do mandato de candidato eleito em pleito majoritário”.

As instruções para a realização dessas eleições são estabelecidas por meio de Resolução específica, aprovada por cada Tribunal Regional Eleitoral.

08:56 · 17.10.2016 / atualizado às 08:57 · 17.10.2016 por
Para o trabalhista, com 350 prefeitos eleitos o partido teria base para disputa em 2018. Foto: Érika Fonseca
Para o trabalhista, com 350 prefeitos eleitos o partido teria base para disputa em 2018. Foto: Érika Fonseca

O presidente nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Carlos Lupi, defende a realização de uma Reforma Política consistente no Brasil, inclusive com cláusula de barreira. O dirigente criticou o que ele chamou de “remendo”, no caso da minirreforma aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. Para o trabalhista, com o fim do segundo turno deste ano, a sigla poderá eleger até 350 prefeitos em todo o País, o que lhe garantirá uma base consolidada para apostar em uma candidatura à Presidência da República em 2018.

Lupi esteve na manhã de sábado reunido com gestores eleitos pelo partido, além de aliados, onde fizeram uma avaliação da campanha no primeiro turno. Além dele, compareceram ao evento o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, além dos deputados Sérgio Aguiar (PDT), Ferreira Aragão (PDT), Leônidas Cristino (PDT) e Zé Ailton Brasil (PP).

Segundo o dirigente, o País não teve uma Reforma Política verdadeira, mas um “remendo”. “Reforma começa quando pensa em coibir a quantidade de partidos. Hoje temos 35, e nós do PDT somos favoráveis á cláusula de barreira, que dá legitimidade aos partidos”, defendeu. O pedetista lembrou que foi o Supremo Tribunal Federal (STF) quem derrubou a cláusula, o que fez com que diversas outras siglas fossem instaladas no País.

“Nos Estados Unidos existem uns 50 partidos, mas como voto só três. Temos que coibir essa história de coligação, pois muitas das vezes se usam isso politicamente ou comercialmente para eleger seus vereadores, e o partido não tem nenhum voto, se não o de legenda”, reclamou. Para ele, a democracia exige um peso diferente, e não se pode igualar, por exemplo, um partido com 6 milhões de votos com outro que tem apenas 100 mil.

“Não se pode ter o mesmo direito. Não digo que tenha que acabar com esses partidos, mas se quiser existir tem que ter a legitimidade que só é dada quando se tem o voto”, apontou. Apesar da crise pela qual passa o homem público e em meio às incertezas do quadro político futuro, o PDT está trabalhando com vistas a fazer uma base sólida nas eleições desse ano, visando apontar um nome para a Presidência da República em 2018. O cearense Ciro Gomes tem sido apresentado por Lupi como o principal nome na disputa pela sigla pedetista, e para ele, Ciro irá surpreender, e mesmo não sendo novo na discussão política brasileira, será visto como o “novo” na campanha.

O PDT está entre os partidos que mais cresceram no pleito de 2016, com algo em torno de 10%, e ainda espera segundo turno nos municípios de Fortaleza, São Luiz, Guararapes, Osasco, Ribeirão Preto, Maringá, Caxias do Sul e Serra. Com isso, o partido pode chegar a até 350 prefeitos, caso obtenha êxito em todas as cidades em que disputa o segundo turno da campanha municipal. “Isso nos dá uma base para ter presença do partido em todo o Brasil. E desde já estamos com a candidatura do Ciro colocada. O Ciro tem linguagem aberta, ele não tem rabo preso. Aquilo que criticam nele é o que vejo como seu maior valor”.

Para o dirigente, o que mais atrai na pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência em 2018 é o cato de ele ter “currículo limpo em uma sociedade em que todos são acusados de alguma podridão”. Ele também apontou alguns prováveis aliados para o próximo pleito junto ao PDT, como PSB, PCdoB, PTB e até o PT. “Existem vários partidos que temos relações e outros que vendo a possibilidade de o Ciro ganhar vem. A política é perspectiva de vitória. E o Ciro pode ser a grande novidade”.

Taxas de juros são o principal problema para economia, segundo trabalhista

O pedetista reconheceu que o País passa por um momento muito grave no que diz respeito à situação financeira e política, e apontou a crise econômica internacional como responsável por parte desses problemas. No entanto, para Lupi a crise política, causada pela instabilidade do Governo Michel Temer tem afastado, segundo ele, investidores do mercado internacional e do mercado interno.

No entanto o ponto  mais grave diz respeito as taxas de juros vigentes no País, onde segundo apontou, são as maiores do planeta. “No cartão de crédito elas podem chegar, anualmente, a mais de 340%, e isso é um roubo. Em vez de tratar o câncer, que é a taxa de juros, o Governo continua dando remédio para dor de cabeça para tratar de câncer”.

Para ele, o Governo deveria atacar a taxa de juros e apontá-la como maior inimigo das contas públicas e não apenar aposentados e pensionistas. Por conta da falta de uma política que norteie isso como foco da economia, a dívida interna e externa acaba aumentando. “Não devemos querer sempre colocar isso nas mãos da sociedade. Diminuir o dinheiro da população é um crime”, criticou.

Para Lupi, Governo não tem compromisso social 

No entanto, ele defendeu também que se toque no salário do Poder Judiciário, que também deveria, em sua avaliação, ser tocado para ver o quanto o Governo economizaria ao invés de taxar o salário mínimo de quem ganha pela previdência social. “Isso é falta de foco e compromisso social. Esse Governo Temer não tem bom futuro porque está começando mal”, apontou.

Diante a crise de representatividade do homem público, Lupi vê uma luz no fim do túnel e acredita que todo esse processo tem um lado positivo. No entanto ele ressalta que todas as denúncias devem ser feitas, mas também é preciso pensar no direito de defesa das pessoas, para só depois condenar ou absolver. “Porque se não vãos voltar ao tempo da inquisição, onde vários mártires foram punidos em nome da Lei. A lei só pode existir dando amplo direito de defesa”, destacou.

Para ele, o processo se mostra positivo quando muitos donos de empresas estão sendo apenados, e não são funcionários com menor importância mas presidentes de grandes conglomerados empresarias. “Isso é salutar para a sociedade. Mas o político é reflexo da sociedade. Temos que ter a conscientização do povo para não votarem em que um não tem compromisso com o social e que rouba”.

13:54 · 11.10.2016 / atualizado às 13:54 · 11.10.2016 por
Roberto Cláudio já conta com o apoio de 23 partidos na disputa deste segundo turno Foto: Thiago Gadelha
Roberto Cláudio já conta com o apoio de 23 partidos na disputa deste segundo turno Foto: Thiago Gadelha

O Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB), em Fortaleza, confirmou apoio ao prefeito Roberto Cláudio neste segundo turno. Com a adesão da sigla, o candidato à reeleição está coligado com 23 agremiações. Ainda nesta terça-feira, PRP e PSB podem anunciar seus apoios aos postulantes que seguem na disputa.

De acordo com o presidente do PT do B/CE, Thiago Ciríaco, o partido apoiará no segundo turno da eleição deste ano o candidato Roberto Cláudio. “No primeiro turno, Nilton Araújo do PT do B foi o candidato a vice prefeito de Tin Gomes (PHS) com a proposta de construirmos uma Fortaleza mais humanizada. Agora, apoiamos Roberto Cláudio porque acreditamos que ele representa o melhor para a nossa capital”, ressaltou.

09:00 · 26.09.2016 / atualizado às 09:00 · 26.09.2016 por
Tomaz Holanda apoia a esposa, mas não vai votar nela, pois seu título está registrado em Quixeramobim FOTO: FABIANE DE PAULA
Tomaz Holanda apoia a esposa, mas não vai votar nela, pois seu título está registrado em Quixeramobim FOTO: FABIANE DE PAULA

No pleito do próximo dia 2 de outubro, alguns parentes e aliados de candidatos que estão na disputa deste ano, apesar de estarem pedindo votos para seus correligionários ou familiares, não vão votar neles. Isso acontece porque alguns dos principais cabos eleitorais da disputa de 2016 estão com  domicílio eleitoral em outros municípios.

É o caso, por exemplo, do deputado Tomaz Holanda (PMDB), que apesar de pedir votos para a esposa, Libânia Holanda, que é candidata à vereadora de Fortaleza,  não vai votar nela,  uma vez que seu título está registrado em Quixeramobim. Tomaz,  recentemente, desistiu da disputa à Prefeitura do Município.

Outro caso semelhante é do deputado Bruno Gonçalves (PEN) e do seu pai, Acilon Gonçalves (PEN), que apesar de ajudarem Marta Gonçalves, pedindo votos para ela aqui na Capital, votam no Município do Eusébio.

Carlomano Marques (PMDB) e Magaly Marques (PMDB), conhecidos pelos apoios dados um ao outro, não contarão com seus votos para se ajudarem neste pleito, visto que Carlomano é candidato em Pacatuba, e Magaly em Fortaleza. Os irmãos Lucílvio Girão (PP) e Luciram Girão (PDT) passam pela mesma situação. Apesar de aliados, Lucilvio vota em Maranguape e Luciram é candidato em Fortaleza.

11:55 · 15.09.2016 / atualizado às 11:55 · 15.09.2016 por
Tomaz Holanda desistiu de candidatura após reunião com membros do PMDB e SD FOTO: FABIANE DE PAULA
Tomaz Holanda desistiu de candidatura após reunião com membros do PMDB e SD FOTO: FABIANE DE PAULA

O deputado estadual Tomaz Holanda, do PMDB, desistiu de sua candidatura a prefeito do Município de Quixeramobim. Em nota publicada em sua página, na manhã desta quinta-feira, o candidato afirmou que esteve em reunião, ontem à noite,  com representantes dos partidos, inclusive, com a presença do presidente do Solidariedade, Genecias Noronha, onde ele decidiu abrir mão de sua postulação para apoiar Clébio Pavone, do Solidariedade.

Segue a nota:

Amigas e amigos eleitores,

Viemos por meio dessa nota comunicar que após uma longa e proveitosa reunião realizada na noite de ontem, foi decidido que a melhor forma para mudar Quixeramobim de verdade é somando forças com pessoas que buscam o mesmo objetivo. Por esse motivo, Tomaz Holanda está abrindo mão de sua candidatura em prol de um bem maior: Salvar Quixeramobim! Portanto, estamos nos juntando ao amigo Clébio Pavone e iremos apoiá-lo com toda nossa força, juntamente com Dr. Rômulo Coelho, vereadores e lideranças políticas da nossa coligação. O ato para selar essa união irá acontecer hoje, durante grande carreata  do 15 + 77 que está programada para sair às 18:00 horas com concentração a partir das 16:00 horas na Vila São Paulo. Venha participar você também”. 

 

18:26 · 11.09.2016 / atualizado às 09:44 · 12.09.2016 por
Maior gasto foi declaro por Paulo Diógenes (PSD). Ele informou ter desembolsado, até o momento, R$ 30,1 mil Foto: Divulgação
Maior gasto foi declaro por Paulo Diógenes (PSD). Ele informou ter desembolsado, até o momento, R$ 30,1 mil

Em quase 30 dias de campanha, os vereadores da Capital que tentam reeleição este ano declararam, até o momento, um montante de gastos de R$ 281,5 mil com a disputa. A maioria das despesas gira em torno da contratação para produção de publicidade de materiais impressos e por adesivos.

Conforme dados extraídos do Divulgacand, sistema de divulgação de candidaturas da Justiça Eleitoral, dos 32 parlamentares que tentam retornar à Câmara Municipal, 11 ainda não declararam quanto já desembolsaram na campanha. Nesta eleição, os postulantes proporcionais podem gastar até R$460.018,94, conforme definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pela nova legislação eleitoral, as doações recebidas e os gastos de campanhas, que constam na prestação de contas, devem ser informados a cada 72 horas à Justiça Eleitoral, contados do recebimento do crédito em conta corrente. Até as eleições de 2014, o financiamento de campanha era informado em três oportunidades: na primeira parcial, na segunda e na prestação de contas finais.

Acrísio Sena (PT) apontou R$7.351 em despesas contratadas para publicidade por materiais impressos, locação/cessão de bens imóveis, publicidade por adesivos e materiais de expediente. O maior valor foi de R$4.185 com publicidade por materiais impressos.

Adail Júnior (PDT) informou à Justiça ter desembolsado R$19.832,28, sendo R$14.700 com publicidade de material impresso. Antônio Henrique (PDT) declarou o gasto R$4.946 com publicidade por materiais impressos, adesivos e outras a especificar. Bá (PTC) disse ter utilizado R$4.123,50 com publicidade por materiais impressos.

Benigno Júnior (PSD) contratou despesas na ordem de R$8.290 para publicidade por materiais impressos, adesivos e locação/cessão de bens imóveis. Carlos Dutra (PDT) disse ter desembolsado R$1.273,60 para publicidade de materiais impressos e adesivos.
Cláudia Gomes (PTC) já gastou R$12.948 com publicidade por materiais impressos e adesivos, e correspondências e despesas postais.

Luciram Girão (PDT) declarou uma despesa total de R$15.976,05. Entre as contratações, publicidade por materiais impressos, combustíveis e lubrificantes, cessão ou locação de veículos, despesas com pessoal e publicidade por adesivos.

Gelson Ferraz (PRB) informou gastos de R$22.088. A maior contratação foi com cessão ou locação de veículos no valor de R$9.610. Ele também computou despesas com locação/cessão de bens imóveis, publicidade por materiais impressos, publicidade por adesivos e serviços prestados por terceiros.

Guilherme Sampaio (PT) gastou R$7.650,00 com publicidade por materiais impressos e por adesivos. Joaquim Rocha (PDT) afirmou ter utilizado, até o momento, R$15.370,00. Destes, R$7.370,00 foram com materiais impressos e o restante com publicidade por adesivos, locação/cessão de bens imóveis, produção de jingles, vinhetas e slogans e diversas a especificar.

Deodato Ramalho (PT) utilizou R$1.383,80 com publicidade por adesivos, publicidade por materiais impressos e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou operação de cartão de crédito. Mairton Félix (PDT) gastou R$15.525,00 com serviços prestados por terceiros. Márcio Cruz (PSD) declarou contratações de R$14.819,50. Entre os serviços, publicidade por materiais impressos e por adesivos, combustíveis e lubrificantes, serviços prestados por terceiros e despesa com pessoal.

Marcos Aurélio (PSD) apontou à Justiça gastos no valor de R$6.098 com serviços prestados por terceiros. Evaldo Lima (PCdoB) informou ter desembolsado, até o momento, R$10.117,21 na campanha. Marcus Teixeira (PDT) utilizou R$3.665.

Ronivaldo Maia (PT) desembolsou R$23.429,31 na campanha, tendo como maior despesa eventos de promoção da candidatura no valor de R$15.690. Ziêr Férrer declarou gasto de R$25.654,81. Um total de R$12.644,10 foram com publicidade por materiais impressos.

Maior gasto

O maior gasto, até o momento, foi declarado por Paulo Diógenes (PSD). Um total de R$30.914, sendo R$11.776 com atividades de militância e mobilização de rua. O restante foi desembolsado com publicidade por adesivos, despesas com pessoal, publicidade por materiais impressos e locação/cessão de bens imóveis.

O segundo maior valor despendido foi por Salmito Filho (PDT). Ele declarou ter utilizado, até o momento, R$30.138,68. Apenas com publicidade por materiais impressos foram R$17.395.

Os vereadores Alípio Rodrigues (PTN), Casimiro Neto (PMDB), Carlos Mesquita (PROS), Didi Mangueira (PDT), Eulógio Neto (PDT), Magaly Marques (PMDB), Fábio Braga (PTN), Ruthmar Xavier (PR), John Monteiro (PDT), Robert Burns (PTC) e Gerôncio Coelho (PDT) não informaram, até o momento, seus gastos com campanha à Justiça Eleitoral.

09:26 · 29.08.2016 / atualizado às 09:26 · 29.08.2016 por
Roberto Cláudio só definirá o nome do vice quando estiver mais próximo da sua convenção Foto: Daniel Aragão / Capitão Wagner trabalha para ampliar sua coligação, mas o PSDB garantirá o seu vice Foto: José Leomar
Roberto Cláudio declarou ter gasto, até o momento, R$ 108 mil, a segunda maior despesa Foto: Daniel Aragão / Capitão Wagner apontou ter desembolsado R$ 966 mil, o maior valor entre os postulantes Foto: José Leomar

Em um pouco mais de 10 dias de campanha eleitoral, os candidatos à Prefeitura de Fortaleza já somam um total de gastos declarados à Justiça Eleitoral de R$ 1.114.052,55. Os valores foram declarados no Divulgacand, o sistema responsável pela divulgação das candidaturas. Cada postulante majoritário nesta eleição na Capital pode gastar até R$ 12,4 milhões no primeiro turno. Já no segundo o limite é de R$ 3,7 milhões.

Pela nova legislação eleitoral, as doações recebidas e os gastos de campanhas, que constam na prestação de contas, devem ser informados a cada 72 horas à Justiça Eleitoral, contados do recebimento do crédito em conta corrente. Até as eleições de 2014, o financiamento de campanha era informado em três oportunidades: na primeira parcial, na segunda e na prestação de contas finais.

O candidato Capitão Wagner (PR) declarou, até o momento, ter gasto um total de R$966.121,30 de despesas contratadas. Até o momento, foi a maior volume entre os postulantes à Prefeitura. Destas, R$867.221,30 já foram pagas. A produção de programas de rádio, televisão ou vídeo foi o maior custo de Wagner. Um total de R$ 550 mil.

Ele também desembolsou recursos para despesas “diversas a especificar”, publicidade por adesivos, publicidade por materiais impressos e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou operação cartão de crédito.

Já de receita, ou seja, o recebido por doações de pessoas físicas e do partido, o candidato registrou um total de R$1,2 milhão. Segundo dados do Divulgacand, foi enviado pelo Partido da República em torno de R$ 815 mil, outros R$ 399.983, 00 pela direção estadual do partido e R$ 20 de pessoa física.

Heitor Férrer (PSB) já desembolsou na campanha cerca de R$ 26 mil em despesas contratadas. O serviços prestados por terceiros foi o maior valor, até o momento, de R$ 15 mil. Heitor também gastou com publicidade por materiais impressos, cessão ou locação de veículos e locação/cessão de bens móveis.

O postulante recebeu, até o momento, um total de R$305.992,15, sendo R$ R$299.992,15 do PSB e R$ 6 mil dele mesmo.

João Alfredo (PSOL) registrou R$13.390 mil de despesas contratadas para sua campanha. Destas, R$10.890,00 já foram pagas. O gasto de R$5.500,00 com publicidade por materiais impressos foi o maior do postulante. Também há o registro de despesa com criação e inclusão de páginas na internet, publicidade por adesivos e combustíveis e lubrificantes.

O candidato tem uma receita de R$ 32 mil, sendo R$ 28 mil doado pelo PSOL e o restante por pessoas físicas.

Roberto Cláudio (PDT), que tenta reeleição, declarou ter contratado despesas, até o momento, que somam R$108.241,25. Entre os gastos, o maior foi com combustíveis e lubrificantes com R$ 30 mil, em torno de 27.72% do gasto total. Ele também desembolsou para publicidade por carros de som, atividades de militância e mobilização de rua, cessão ou locação de veículos e pré-instalação física de comitê de campanha.

Ainda segundo dados da Justiça Eleitoral, o postulante já arrecadou um total de R$ 1,1 milhão. A maior doação foi feita pelo diretório municipal do PDT no valor de R$770 mil e o restante por pessoas físicas.

Sem gastos

O candidato pelo PRB, Ronaldo Martins, declarou apenas ter recebido R$225 mil do diretório nacional do partido. Ele não declarou gastos de campanha até o momento. Já Tin Gomes (PHS) não declarou, até o momento, receitas ou despesas.

Francisco Gonzaga (PSTU) e Luizianne Lins (PT) ainda não tiveram os pedidos de registro de candidatura julgado pela Justiça Eleitoral. No sistema de divulgação de candidaturas do TSE, ainda não consta gastos ou despesas dos respectivos postulantes.