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Tag: Fernando Hugo


07:21 · 18.08.2017 / atualizado às 07:21 · 18.08.2017 por

O deputado estadual Fernando Hugo (PP) lamentou ontem em discurso na Assembleia Legislativa que o programa federal Bolsa Família tenha se tornado instrumento político. Ele contou que há muito teria começado a usar a tribuna para criticar o “bolsismo generalizado” no Brasil, criado pelo ordenamento administrativo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Com a orquestração do preparo sociológico da sua esposa brilhante socióloga, que traçou normas”.
Segundo Hugo, o bolsismo no Brasil não levou a avanço algum. “Está aí a Fundação Abrinq e IBGE mostrando dados extremamente preocupantes para o Estado do Ceará”, apontou fazendo referência à divulgação feita pela Abrinq em julho último, onde aponta que o Ceará seria o terceiro estado com mais crianças e adolescentes na pobreza. “Eu já dizia que, quando o gênio do mal, Lula da Silva, criou em 2003 o Bolsa Família, teve a dignidade de dizer que o Bolsa Família seria o consórcio, o aglomerado de todas as sistemáticas de distribuição social que existiam, vindo da época de Fernando Henrique Cardoso. Ele criou o Bolsa Família que, na realidade, é público e notório se transformou em cabo eleitoral”.
O parlamentar lembrou que houve flagrante nos últimos anos de secretários de prefeituras com esposas recebendo Bolsa Família. “Teve vereador de Fortaleza que a esposa recebia. Aqui, na quinta cidade do país”, exclamou. “Eu denunciava não contra o Bolsa em si, que entendo e todo ser vivo medianamente pensante entende que deveria ser para situação emergencial. Não para ser um programa como é hoje em dia, mantido pelo governo do delinquente Michel Temer”.
Fernando Hugo apontou que o Governo Federal, tendo a frente o presidente Michel Temer, seria audacioso ao tentar fazer muito do que não se fazia antes. “É entristecedor nos depararmos com essa situação. Só em julho, cortou 41 mil famílias cadastradas irregularmente no Ceará. Aquilo o que dizia anos atrás, que fomentava discussões, é uma verdade pura. O bolsismo alastrou-se no Brasil levando a cadastramentos feitos irresponsavelmente, ilicitamente. O desgoverno Temer tem tido o zelo nacionalista de ir em busca de saber quem é quem, quem se insere e se enquadra na titulação legal. Pasma-nos saber que o Bolsa Família foi tão vilipendiado como programa de distribuição social de renda. Agora mesmo em qualquer sede de Prefeitura do Ceará se encontra filas com o fito único de cadastrar pessoas e mais pessoas para o Bolsa Família que deveria ser um programa emergencial, mas virou matéria eleitoral”.
Após a fala de Hugo a deputada Rachel Marques usou a tribuna para contrapor a posição defendida por ele quando tratou do corte no Bolsa Família. “Sou contra o corte porque, na realidade, estão escondendo em cima de que cortam irregularidades, mas na realidade o objetivo é retirar o benefício dos mais pobres, o que é desastroso”, apontou. “Vamos ver aumentar a pobreza e a fome. Vai atingir o comércio, especialmente o local, que é onde ao mais pobres compram. Só no Estado do Ceará são 41 beneficiários que estão sendo atingidos e no Brasil são 543 mil”, contou.
“Para se ter uma ideia, existem mais de 500 mil pessoas aguardando numa lista de espera para serem incluídas no Bolsa Família”, relatou. “Se fosse uma questão de retirar por estarem em situação irregular, então colocaria imediatamente esses outros que aguardam e não estão sendo vistos. A verdade é que se trata de posição de um governo que privilegia aos mais ricos com empréstimos, isenção e, aos mais pobres, é corte no Bolsa Família”, reclamou acrescentando que o programa significaria, no Brasil, justiça social. “É redistribuição de renda. É possibilitar aos mais pobres poderem, pelo menos, fazer três refeições ao dia. De ter o mínimo de dignidade. Se há situação irregular, que seja analisado, mas não significa que existam 41 mil pessoas em situação irregular”, apontou. “Isso é muito grave, pois estaremos atingindo diretamente aos mais pobres numa situação de crise”, colocou. Rachel ainda informou em seu discurso que ontem estava iniciando a caravana do ex-presidente Lula por cidades do Nordeste. “Ele vai de ônibus, barco e trem para sentir de perto o sofrimento dos mais pobres, especialmente os nordestinos, com as medidas desse governo. Medidas como esse corte no Bolsa Família”, disse a petista.

08:46 · 10.08.2017 / atualizado às 08:46 · 10.08.2017 por

“Parece mentira, mas a tintura bandítica cobre todo o Estado do Ceará e todo o Brasil e não podemos deixar de discutir esses assuntos”, assim o deputado estadual Fernando Hugo (PP) abriu seu discurso de 30 minutos na manhã de ontem na Assembleia Legislativa. O parlamentar comemorou na tribuna dois anúncios, um feito pelo governador Camilo Santana (PT) e outro do presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB), ambos voltados para o combate à violência.
Após relatar a tentativa de fuga onde um dos líderes da quadrilha que assaltou o Banco Central, o Alemão, foi baleado no presídio de Pacatuba, ele parabenizou aos policiais que conseguiram evitar a debandada. “A Polícia Militar também presta a atenção diferenciada no presídio”, disse. “Ao mesmo tempo em que traumatizamo-nos com esse estado de insegurança pública, do reinado da violência no Brasil, temos duas matérias que hoje iluminam desde cedo da madrugada na minha visão, ações do governo estadual e do governo federal em consórcio com o Congresso”.
O governador Camilo Santana, segundo Fernando Hugo, como todo ser humano, erra, mas tem tentado acertar em todas as ações administrativas. O pepista ressaltou que seria necessário colocar que não tem qualquer relação com o PT, partido do governador. “Porém não posso ser indecisamente hipócrita ou mentiroso de não aplaudi-lo pela inquietação laborativa que tem. É essa forma dele administrar o Estado”.
Camilo Santana anunciou na última terça-feira (8), em transmissão ao vivo pelo Facebook, a convocação da terceira e última turma do concurso da Polícia Militar para a próxima segunda-feira. “O governador convoca mais 1400 agentes militares para compor os quadros da Polícia Militar. Com este, ultrapassa a faixa de 4 mil policiais a compor o quadro de segurança pública”, relatou. “Perguntarão pela colheita, e eu digo que deixa a desejar. Dirão sobre a quantidade de homicídios crescentes que está aí para a gente ver. Porém, não cabe ao mais açoitante opositor do governador a formatação de uma fala ou a expressão de uma apatia governamental na área de segurança pública. Porque aí, passar-se-á a quem capta as informações uma ideia fraca, desprovida de verdade pelas ações do governo”, apontou.
“Há menos de um mês o governador entregou mais de 300 novas viaturas. Já não vai também muito longe no tempo que nós verificamos um conjunto de ações do governo no sentido de estimular aqueles que saem de casa destemidamente em busca, e no ofício de segurança pública, de proteger, defender, podendo até morrer, em defesa da paz e do bem-estar social desse Ceará Pacífico que se busca e não se tem conseguido, como em outros estados do Brasil onde a situação entra no caos, como no Rio de Janeiro”, contou o parlamentar. “Precisamos citar que a anti-paz social não é codinome de cearensidade, ela existe no Brasil todo. Mas aqui, temos de dizer do estímulo dado pelas promoções dos Policiais e Bombeiros militares, coisa que dormia há anos engavetado em governos anteriores”, contou. “São fatos e atos que mostram que o governador prioriza a segurança com ações, porque quem esquenta com bafo é cuscuz”.
Outro ponto colocado por ele, diz respeito à segurança pública em nível nacional. O presidente do Senado, senador Eunício Oliveira, anunciou a criação de uma comissão mista formada por deputados e senadores para agilizar a aprovação de projetos na área de segurança pública. Hugo afirmou que a medida seria bem-vinda posto que a atual situação “defenestra” todo e qualquer Estado. “Mas não é patrimônio do Nordeste e tampouco do Ceará”, disse. “O Congresso dará atenção especial e faz muito tempo que venho cobrando do Governo Federal, uma ação concreta, um projeto de segurança pública nacional. Ontem (terça-feira) o presidente do Senado disse em alto e bom tom que será feita uma comissão de representantes dos Estados. Acredito ser de importância mágica para se tentar de todas as formas e modos fazer com que, pelo menos, que nossos filhos e netos tenham um Brasil pacífico”.
O deputado negou que segurança pública seja papel apenas dos estados. “Não é assim. Passa pelo comando administrativo maior. Principalmente quando torna-se como no Brasil está agora, problema de anti-paz social, que não permite a população exercitar minimamente o direito que a Carta maior nos dá de ir e vir”.

10:31 · 18.07.2017 / atualizado às 10:31 · 18.07.2017 por

O deputado estadual Fernando Hugo (PP), que é médico, discursou nesta manhã para criticar colocação feita pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros de que a culpa pela grave crise que afeta a saúde pública seria dos médicos. A fala, segundo Fernando Hugo, foi desprovida de sensibilidade para quem ocupa o cargo. “Não estamos fazendo corporativismo médico, mas não podemos ficar calados com um ministro querendo tirar de seus ombros a culpabilidade e jogar aos profissionais de saúde. Não é essa a forma de resolver os problemas”.
Hugo adiantou que estaria encaminhando requerimento ao Conselho Federal de Medicina se postando contra a opinião do ministro. “Hora dessa estamos dialogando aqui e lá no Quixeramobim tem profissionais do Programa Saúde da Família entrando nas grotas, sacrificando a própria saúde em defesa da saúde de outros. Nas unidades de postos de saúde, milhares de médicos, enfermeiros e auxiliares se sacrificam e não mereciam a infeliz e trágica fala do ministro que não teve a decência de tentar resolver o escorregão que fez na fala e tentar, como homem que assume o mais alto cargo da saúde, e dizer que o problema maior é a falta completa de dotação orçamentária que dignifique os trabalhos”.
Por fim, apontou que o fim do SUS chega pela forma “vergonhosa com que são pagos os procedimentos. “Como enfermeiras que lidam de forma elitista com a vida humana ganharem R$ 120 para cirurgia de apêndice? Isso é uma vergonha. Se ganha pouco e recebe atrasado. O ministro em estupidez amazônica imputa à classe médica a culpabilidade pela falência do SUS”, reclamou.

10:44 · 10.05.2017 / atualizado às 10:44 · 10.05.2017 por

O deputado Fernando Hugo (PP) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta quarta-feira (10), para criticar a proposta de Reforma Política que está em discussão no Congresso Nacional.

O parlamentar levantou a contradição dos integrantes do PT que, segundo ele, eram contra financiamento público de campanha e o voto em lista fechada, previstos pela reforma relatada pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP). “Eu estou hoje convicto de uma coisa: o PT é muito bom em reforma, mas do tríplex do Lula e do sítio em Atibaia”, alfinetou.

De acordo com o deputado, o voto em lista fechada é “o coronelismo do século 21” e “um abrasão a tudo que é democracia no mundo moderno”. Hugo defendeu que a criação desse tipo de votação favorece o dono do partido, que elabora a sequência. Além disso, Hugo também questionou o financiamento público de campanha: “como vamos pegar dinheiro público e vamos dividir para os candidatos terem igualitariamente uma divisão democrática?”.

08:40 · 05.05.2017 / atualizado às 08:40 · 05.05.2017 por

Por Antonio Cardoso

“É preciso, nessa hora, que de mãos dadas clamemos para que o Governo Federal possa isonomicamente tratar o Estado do Ceará”. A declaração partiu do deputado estadual Fernando Hugo (PP), ontem, em discurso na Assembleia Legislativa. Ele apresentou ofícios encaminhados pelo governador Camilo Santana (PT) aos senadores Eunício Oliveira (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB) pedindo apoio dos dois junto ao Governo Federal para que sejam adotadas medidas visando a retomada, o mais breve possível, das obras da linha Leste do Metrô de Fortaleza.

“É indispensável que nós todos, nesse momento de dificuldade geral e até moral, possamos nos irmanar e cobrar, como é de direito cidadão e, em especial de nós, que somos referendados pelo voto a estarmos nesse plenário representando mais de 8 milhões de habitantes cearenses”, defendeu o pepista.

Afirmando que as informações que repassava eram precisas, ele relatou que, diante dos episódios inerentes à falta de agilidade atual do Governo Federal para o término da obra da Transposição, por exemplo, é necessário que todos, sem lado de oposição, situação ou postura neutra, clamem “suplicantemente” para que a água chegue.

Reclamando que no Parlamento estadual muito se critica a situação que considerou “feia, horrorosa e mostradora de situação de ócio e letargia” que seria a obra do Metrô, na linha Leste, Hugo mostrou contrato de financiamento da abertura de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para passar ao Governo do Estado R$ 1 bilhão destinados à linha leste do Metrô.

“Não estou inventando. Aqui estão cópias contratuais do que foi acertado e acordado desde a época do Governo Cid (Gomes), com o então desgoverno petista que reinava precariamente o País”.

Humildade

Após ler os ofícios, o parlamentar apontou que o governador “foi mais cearense do que se pode imaginar”, ao ter tido humildade de ir ao gabinete de Eunício, que foi seu adversário na eleição. “Não podemos deixar de mostrar esse ato que dignifica e enaltece. Colocou o Ceará à frente de seus propósitos e interesses políticos, além de alguma sequela que possa ter ficado”.

11:38 · 04.05.2017 / atualizado às 11:38 · 04.05.2017 por

O deputado Fernando Hugo (PP) iniciou os trabalhos da tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta quinta-feira (4), para trazer à tona um documento oficial do governador Camilo Santana (PT), pelo qual ele pede aos senadores Eunício Oliveira (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB) ajuda para viabilizar recursos congelados para a viabilização da linha leste do metrô de Fortaleza.

Segundo o parlamentar, “é preciso pedir, de mãos dadas, para que o governo federal, isonomicamente, trate o Estado do Ceará”, pontuou ao expor em suas mãos o documento oficial entregue pelo governador. De acordo com Hugo, Camilo foi extremamente cearense ao fazer o pedido aos senadores para que intercedessem pela abertura de crédito do BNDES.

Hugo afirmou que o governo do Estado deveria receber R$ 1 bilhão a partir de empréstimo para a continuação da linha leste do metrô. “Temos que lutar é para que o presidente Michel Temer possa fazer valer o que contratualmente foi assinado, o que documentalmente é assinado”, defendeu o deputado.

10:42 · 27.04.2017 / atualizado às 10:42 · 27.04.2017 por

O deputado Fernando Hugo (PP) iniciou os trabalhos na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta quinta-feira (27), para defender o fortalecimento da procuradoria eleitoral na proposta de reforma política em tramitação no Congresso.

“Precisa haver uma conotação legal fortalecendo as procuradorias eleitorais”, disse o parlamentar ao afirmar que a atuação do órgão é praticamente inexistente em todo o país. “Precisa-se condicionar a procuradoria eleitoral um quantitativo policialesco e condições para que faça-se fiscalização”, sugeriu Hugo.

De acordo com o parlamentar, não é possível que a sociedade brasileira evolua sem realizar uma reforma política. “Sem ela, continuaremos a sobreviver com eleições de dois em dois anos, com uma sequência ininterminável para presidência, governos e prefeituras”, disse.

10:41 · 26.04.2017 / atualizado às 10:41 · 26.04.2017 por

O deputado Fernando Hugo (PP) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta quarta-feira (26), para criticar um suposto tom anárquico que poderá surgir na greve geral, convocada pelas centrais sindicais brasileiras para esta sexta-feira (28).

De acordo com Hugo, “estão tentando fazer no Brasil uma ‘venezuelagem’. Essa greve geral prevista para o dia 28 de abril não tem o fito, um destino questionador apenas de postarem-se contra a previdência que está em processo de reformulação no Congresso ou a reforma trabalhista”.

“Existe um tom anárquico”, sugeriu o parlamentar acerca da greve do dia 28. Entretanto, o deputado ressaltou que é uma argumentação legitimamente legal para núcleos profissionais e centrais sindicais.

11:12 · 20.04.2017 / atualizado às 11:12 · 20.04.2017 por

O deputado Fernando Hugo (PP) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, nesta quinta-feira (20), para criticar o discurso do deputado Renato Roseno (PSOL) que seria, para ele, “incoerente”.

Hugo havia requerido o envio de dois requerimentos na semana passada para que autoridades do STF e do MPF utilizassem a Lei para prender o presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta. Segundo o deputado, ele havia incitado a luta armada, em Curitiba, no dia do depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro.

“Hoje eu fico retumbante, felicíssimo em ver o mesmo deputado com essa academicidade vindo à tribuna nesse episódio que é hoje manchete do Brasil todo”, alfinetou o pepista ao dizer que é para todos os deputados darem as mãos às forças de segurança.

 

12:19 · 12.04.2017 / atualizado às 12:19 · 12.04.2017 por

Iniciando os trabalhos da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, na manhã passada,  após a divulgação do que ficou conhecido como a “Lista de Fachin”, o deputado Fernando Hugo (PP) tratou justamente desse assunto na tribuna da Casa, nesta quarta-feira (12).

De acordo com o parlamentar, “a República morreu no Executivo, no Legislativo e já está muito morta no Supremo Tribunal Federal”, afirmou o pepista considerando que essa morte é a mais “emblemática” que se pode acontecer.

O deputado classificou o sistema político federal como uma “excrescência que envergonha-nos” e disse que isso nunca aconteceu em nenhum país do mundo.

“Como é que nós poderemos esperar julgamento de previdência, tributação, de trabalho julgados por pessoas que estão no caminhar do cadafalso?”, questionou Hugo ao criticar o trâmite lento dos processos no STF. “Sem dúvida alguma, a República está morta, abalada ela já vinha há anos. Ela faleceu. Só uma ressuscitação feita pela Justiça poderá reanimar reavivar essa presença do legislativo”, pontuou.