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Tag: plenário


11:14 · 17.03.2017 / atualizado às 11:14 · 17.03.2017 por

A sessão ordinária desta sexta-feira (17) da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará começou de forma atípica. Enquanto o painel eletrônico marcava a presença de 18 deputados e deputadas (o mínimo exigido é de 16 parlamentares), apenas Elmano Freitas (PT) estava presente em plenário às 9h20, tempo limite após o horário regimental definido para o início dos trabalhos legislativos.

Nem os inscritos para discursarem no primeiro e segundo expedientes estavam utilizando o espaço do Plenário 13 de Maio. Estavam inscritos para o primeiro expediente os deputados Dr. Carlos Felipe (PCdoB), Lucílvio Girão (PP), Carlos Matos (PSDB), Agenor Neto (PMDB), Heitor Férrer (PSB) e Rachel Marques (PT).

A sessão abriu cerca de 9h23 com a chegada do 2º vice-presidente da Mesa Diretora, Manoel Duca (PDT), que abriu a sessão e comandou os trabalhos durante a manhã.

Às 9h30, porém, parlamentares começaram a aparecer no plenário, como Heitor Férrer – o primeiro a chegar além de Elmano e Duca -, Ferreira Aragão (PDT) e Gony Arruda (PSD).

11:47 · 27.12.2016 / atualizado às 11:47 · 27.12.2016 por

Parlamentares da oposição e da situação ao governo Camilo Santana (PT) debateram durante a manhã desta terça-feira (27) sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCRJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.

Além da própria LOA, deputados da oposição criticaram o regime de urgência das matérias do governo para votação e, como defendeu Roberto Mesquita (PSD), afirmaram que há caso para nulidade de todos os processos legislativos posteriores ao dia da decretação da urgência.

O terceiro secretário da Mesa Diretora, deputado João Jaime (DEM), disse que discorda completamente das proposições de Mesquita e que a urgência “é um dos instrumentos mais importantes que os parlamentos de todo mundo têm”. Segundo o democrata, “querer criticar a urgência é errado”.

O quarto secretário da Mesa, também presente à sessão extraordinária, deputado Joaquim Noronha (PRP), contribuiu para a discussão no que tange à prerrogativas constitucionais de definição do orçamento. De acordo com Noronha, se o TCE tivesse feito uma previsão sobre o quanto deveria gastar no próximo ano, ainda assim, seria uma sugestão, pois “a prerrogativa de mexer no orçamento é da Assembleia Legislativa”, afirmou.

Para o deputado Dr. Sarto (PDT), o Plenário da Casa é soberano e quem discordar das decisões tomadas pelo colegiado, “legitimamente pode recorrer”. Ele defendeu que todos os ritos preceituados pelo Regimento Interno “foram e estão sendo obedecidos”.

O deputado Renato Roseno (Psol) se acostou ao requerimento de Roberto Mesquita, cuja intenção é requerer a nulidade, e se aproximou do que diz a Constituição Estadual. Segundo ele, a Carta veda estornos nos orçamentos públicos, ou seja, não pode haver remanejamento ou transferência de órgãos para outras unidades sem a autorização dos legisladores. O deputado disse que a PEC que extingue o TCM prevê as modificações em 2016, mas não para o ano de 2017, o que requeria uma modificação na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que norteia as discussões da LOA.

Ao fim da reunião, Mesquita apresentou recurso ao plenário com relação ao parecer do líder do governo, deputado Evandro Leitão (PDT), que anuiu, com algumas modificações, o parecer da Procuradoria da Assembleia sobre o orçamento do TCM.

13:25 · 01.12.2016 / atualizado às 13:25 · 01.12.2016 por

O deputado Elmano Freitas (PT) foi escolhido pelo grupo de apoio ao candidato Zezinho Albuquerque (PDT) acaba de ocupar a tribuna defendendo o voto no candidato à reeleição.

Demonstrando respeito às duas chapas, Elmano considerou que “não se trata de uma chapa de bons de um lado e uma chapa de maus do outro, aqui se trata de forças políticas que disputam a Mesa Diretora nesse momento” e ressaltou a pluralidade da Assembleia.

Segundo o deputado, a Casa representa “pluralidade política, de ideias e de posicionamentos” e a candidatura de Zezinho representa a continuação de um projeto político. “Nós temos um projeto político que dirige o Estado, que não se iniciou ontem, nem antes de ontem, que tem uma caminhada no Estado do Ceará”, discursou.

“Queremos pedir o voto de cada deputado e cada deputada pela nossa coerência para construir com os mais variados blocos políticos desta Casa”, entoou.

13:16 · 01.12.2016 / atualizado às 13:17 · 01.12.2016 por

Depois de reiniciada a sessão de votação da Mesa Diretora da Assembleia, começaram então os discursos dos representantes das duas chapas. Defendendo aquela encabeçada pelo deputado Sérgio Aguiar (PDT) à presidência da Assembleia, o deputado Roberto Mesquita (PSD) foi o primeiro a subir à tribuna da Assembleia.

O parlamentar afirmou que “muitos através do poder e da força insistem em enterrar a vontade do povo. Até tentam, mas a força da democracia sempre ao final faz com que todos nos orgulhemos dela”.

O deputado ainda homenageou o candidato a presidente, Sérgio Aguiar, com a afirmação de que “chegamos hoje a uma chapa onde o senhor nos orgulha pela capacidade que teve de agregar e de suportar atitudes que marcarão a sua alma”, afirmou Mesquita.

Pedindo votos para Aguiar, Roberto pediu que o próximo presidente “assuma o compromisso de oxigenar esse Parlamento” e sugeriu aos pares que “não podemos fazer da vitória a nossa derrota”, em alusão ao futuro vencedor do pleito.

12:27 · 01.12.2016 / atualizado às 12:27 · 01.12.2016 por

Após a leitura das chapas para eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, o presidente Zezinho Albuquerque (PDT) suspendeu a sessão para que o secretariado da Casa pudesse efetivar a candidatura dos grupos.

Até o momento, 44 dos 46 deputados estão presentes em plenário e deram suas respectivas presenças, faltam apenas Ivo Gomes (PDT) e Osmar Baquit (PSD).

12:02 · 01.12.2016 / atualizado às 12:02 · 01.12.2016 por

Marcada para iniciar às 11hs, a sessão que vai definir a nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará iniciou com 40 minutos de atraso nesta quinta-feira (1º). As articulações dos deputados nos bastidores se estenderam até o plenário e era possível ver diversas conversas entre o candidato Sérgio Aguiar (PDT) e seus apoiadores.

O presidente da Casa, Zezinho Albuquerque (PDT), que pleiteia a reeleição e concorre com Aguiar, iniciou os trabalhos.

11:34 · 01.12.2016 / atualizado às 11:34 · 01.12.2016 por

O Deputado Federal Domingos Neto (PSD), filho do recém-eleito Presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, Domingos Neto (PSD), está presente do Plenário 13 de Maio na manhã desta quinta-feira (1º) para acompanhar a votação da Mesa Diretora da Casa para o biênio 2017-2018. O parlamentar conversa com deputados da base de apoio de Sérgio Aguiar (PDT) e com o deputado Renato Roseno (Psol), que já disse que irá se abster da votação.

11:32 · 01.12.2016 / atualizado às 11:32 · 01.12.2016 por

O atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará e postulante à reeleição nesta quinta (1º), Zezinho Albuquerque (PDT) se encontra próximo ao plenário em um encontro reservado com os integrantes da chapa que encabeça.

11:13 · 01.12.2016 / atualizado às 11:13 · 01.12.2016 por

Minutos antes do início da votação da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Ceará para o biênio 2017-2018, a maior parte dos deputados estaduais presentes na Casa nesta quinta-feira (1º) ainda estavam articulando em seus gabinetes e contando os votos para a eleição. Apenas o candidato Sérgio Aguiar (PDT) está presente no plenário.

Dos 17 que marcaram presença no Plenário 13 de Maio, apenas Jeová Mota (PDT), Fernanda Pessoa (PR) e David Durand (PRB) estavam no local minutos antes de a sessão iniciar. Nos corredores que dão acesso ao plenário, foram vistos Miriam Sobreira (PDT), Antônio Granja (PDT) e Heitor Ferrer (PSB). Jeová e Miriam foram exonerados do governo Camilo Santana na terça (29) para participarem do pleito na Casa do poder legislativo do Estado.

11:04 · 01.12.2016 / atualizado às 11:04 · 01.12.2016 por

A eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará nesta quinta-feira (1º) esvaziou o plenário 13 de Maio no início da manhã. Em dias de sessão ordinária, às 9h30, já era possível observar deputados no plenário e até o início dos trabalhos, mas o dia atípico causou um aquecimento dos bastidores e dos gabinetes dos concorrentes, Sérgio Aguiar (PDT) e Zezinho Albuquerque (PDT).

Poucos deputados haviam dado presença até às 9h30, sendo contabilizados apenas dez dos 46. Alguns deles compareceram rapidamente para dar a presença e reiniciar as articulações para a eleição que ocorre às 11hs.

Em especial os gabinetes dos pleiteadores da Presidência estavam à todo vapor. Se a presença de apoiadores era bem maior a frente do de Aguiar, o de Zezinho, ainda tímido, já reunia também um grupo.

09:31 · 19.11.2016 / atualizado às 09:31 · 19.11.2016 por

Por Miguel Martins

Um dia após o feriado da Proclamação da República, um grupo de extrema direita invadiu o plenário da Câmara Federal e gritou palavras de ordem pedindo intervenção militar e o fim do comunismo, uma pauta de mais de meio século. O episódio demonstrou o quão fragilizada é a estrutura do Congresso Nacional, e muitos parlamentares, aterrorizados com o ocorrido, pedem medidas enérgicas à presidência da Casa.
O presidente da Câmara, deputado federal Rodrigo Mais (DEM-RJ), chegou a pedir a prisão dos manifestantes. O parlamentar pretende, ainda, restringir o acesso ao Salão Verde. Para alguns deputados da bancada cearense, o episódio demonstra o quanto a população está descontente com os políticos. Eles ponderam, porém, que há hoje uma criminalização da política.
Um dos poucos parlamentares presentes no plenário naquele dia, o deputado Ronaldo Martins (PRB) viu seu assessor ser agredido durante o protesto. Segundo ele, os manifestantes informaram que participariam de uma audiência em uma comissão e invadiram o plenário. “Somos a favor de qualquer reivindicação, desde que isso não signifique agredir as pessoas”, disse. Ronaldo Martins enviou uma reclamação por escrito para a Mesa Diretora, solicitando mais segurança.
<MC>Comportamento
<MC>Já o deputado Chico Lopes (PCdoB) acredita que o Congresso não tem se comportado como uma Casa de importância para a nação. “Com debates na Câmara Federal sempre raivosos e sem conteúdo, e muitas das vezes desrespeitosos, a sociedade passou a olhar o Legislativo com outros olhos, com aversão. Somado a isso, com os casos de corrupção, o Poder passou a ser criminalizado bem como seus representantes”. O parlamentar criticou, ainda, a discrepância na atuação policial legislativa quanto aos protestos feitos na Casa.
“Por exemplo, para um sindicato entrar aqui é um sacrifício. Mas esse pessoal aí, não”, reclamou o comunista, lembrando ainda que já teve discussões graves com a Polícia Legislativa, que agiu com agressividade contra movimentos estudantis em Brasília. “Por que a Polícia é tão rígida com outros movimentos e com esse não? Ficou essa dúvida, esse questionamento. Portanto, a Câmara hoje, não é respeitada pela população. Lamentamos profundamente que uma Casa tão cara e importante para o País esteja passando por essa situação difícil”.
O parlamentar também criticou a pauta levantada pelos manifestantes, que queriam intervenção militar no Brasil e o “fim do comunismo”. “Eles não tem pauta porque para eles todo político é ladrão. Eles queriam intervenção militar, e de preferência de um general. Estamos numa crise, que não é econômica, é política”, lamentou.
Domingos Neto (PSD) disse que todos que defendem uma democracia forte devem abominar a manifestação da semana passada, primeiro pela forma de se fazer, com invasão do plenário e impedimento do trabalho dos parlamentares na marra. Segundo pelo fato de terem combinado todo aquele processo, mesmo sabendo dos riscos para os deputados. “A Câmara tem que aprender com esse erro, e além disso, defender a ditadura militar? Isso é traumático”.
Genecias Noronha (SD) disse que o ato foi preocupante, visto que a ação foi agressiva e sem motivações para ocorrer. Ele acredita, no entanto, que é um pensamento isolado que não vai se manter. Segundo ele,é preciso que os parlamentares tenham mais cuidado e que a Câmara apresente um projeto de segurança para manter a integridade física dos parlamentares.

12:52 · 03.11.2016 / atualizado às 12:52 · 03.11.2016 por

Após a derrota no segundo turno das eleições municipais de Fortaleza, o deputado Capitão Wagner (PR) discursou  da tribuna na Assembleia Legislativa do Ceará, na manhã de hoje, pela primeira vez desde o pleito.

“Subo à tribuna para agradecer ao cidadão de Fortaleza que me deu a oportunidade de fazer um debate importante”, disse o parlamentar ao citar também o grupo político que o apoiou, como o PSDB do senador Tasso Jereissati, o PMDB do senador Eunício Oliveira e o Solidariedade do deputado federal Genecias Noronha.

Durante o discurso, Wagner fez um breve histórico da trajetória política. “Queria registrar que há seis anos atrás estava nessa tribuna para assumir o cargo de deputado na qualidade de suplente. Não imaginava que seis anos depois estaria concorrendo à prefeitura”, relatou.

12:43 · 06.10.2016 / atualizado às 12:43 · 06.10.2016 por

O plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, sob presidência do deputado Zezinho Albuquerque (PDT) aprovou, em bloco, uma série de mensagens do poder executivo.

Destacada pelos parlamentares Laís Nunes (PMB) e Renato Roseno (PSOL), o projeto de Lei nº 93/16, oriundo da mensagem nº 8.043, versa sobre a criação da Delegacia de Defesa da Mulher de Icó. O socialista apresentou uma emenda em que acrescenta como função da delegacia o atendimento às mulheres que sofrem violência fora do âmbito doméstico. Laís, por sua vez, destacou a importância da delegacia, e disse que irá acompanhar a construção a partir do início do seu mandato à frente da Prefeitura em 2017.

Foram aprovados ainda o PL 88/2016, que autoriza a abertura de crédito especial suplementar de R$ 4.150 mi para a Arce e Secretaria do Trabalho; o PL 87/2016, que dispõe sobre a extinção e criação de Cargos de Provimento em Comissão.

Além disso, foi aprovado o PL 88/2016, que dispõe sobre o aumento provisório do percentual máximo do efetivo de Agentes Penitenciários que pode ser empregado para atividades de reforço operacional; o PL 90/2016, que utoriza a transferência de recursos para execução de programas em parceria com pessoas jurídicas do setor privado ou pessoas físicas.

O PL 92/2016, que autoriza o Poder Executivo Estadual a doar à Companhia Cearense de Transportes Metropolitano – METROFOR os imóveis que identifica também foi aprovado; assim como o PL 94/2016, que autoriza a transferência de recursos financeiros por meio de convênios para a pessoa jurídica do setor privado também foi aceito pelo plenário.

No bloco, ainda constavam o PL 96/2016, que cria o Programa de Bolsas de Monitoria e de Tutoria na Rede Estadual de Ensino; o PL 97/2016, que cria e implementa “o Selo Município Verde” e amplia a concessão do “Prêmio Sensibilidade Ambiental; e o PL 98/2016, que alteroa a Estrutura e a tabela vencimental do grupo Ocupacional atividades auxiliares de saúde da Administração Direta e Autárquica do Poder Executivo Estadual”.

Foram para as comissões para deliberação o PL 91/2016, sobre a alteração da gratificação dos funcionários do Detran e o PL 95/2016, que dispõe sobre a taxa de fiscalização e prestação de serviço público.

12:27 · 23.09.2016 / atualizado às 12:27 · 23.09.2016 por

Por Miguel Martins

Os deputados da Assembleia Legislativa do Ceará estão se articulando para que na próxima semana não aconteçam sessões ordinárias, visto que será a última semana antes do pleito do dia 2 de outubro.
Nas últimas semanas a realização das sessões ordinárias foi limitada às terças-feiras e quartas-feiras, visto que muitos parlamentares são candidatos a prefeito ou apoiam postulantes em diversos municípios do Estado. Desde então tem sido difícil reunir o número mínimo de deputados para início dos trabalhos no Legislativo do Ceará.

08:27 · 18.08.2016 / atualizado às 08:27 · 18.08.2016 por

Por Miguel Martins

 

O plenário da Assembleia tem estado parcialmente esvaziado, mesmo com a redução do número de sessões para apenas duas por semana. Foto: Fabiane de Paula
O plenário da Assembleia tem estado parcialmente esvaziado, mesmo com a redução do número de sessões para apenas duas por semana. Foto: Fabiane de Paula

Apesar dos esforços da presidência da Assembleia Legislativa, tudo indica que as duas únicas sessões da semana na Casa serão cada vez mais esvaziadas. Outro problema enfrentado no Poder Legislativo é a utilização constante da tribuna do Plenário 13 de Maio para enaltecer ou denegrir a imagem de candidatos ao pleito deste ano.
Ontem, mais uma vez, alguns parlamentares utilizaram o púlpito da Casa para fazer considerações a respeito dos postulante nas eleições de 2016. O mesmo já tinha ocorrido na terça-feira passada. De acordo com o presidente da Mesa Diretora, Zezinho Albuquerque (PDT), a palavra do deputado é inviolável na tribuna. No entanto, ele destacou que tem pedido a seus pares que levem questões que não sejam politizadas para evitarem qualquer punição.
“Todas as manhãs somos televisionados, e esses discursos podem acarretar em problemas para a Assembleia e para a nossa TV. Estou solicitando aos deputados que apontem somente problemas e que evitem falar de determinados assuntos sobre os municípios”, explicou. De acordo com ele, se todos os candidatos começarem a debater seus programas de governo ou fazerem críticas aos candidatos a Casa perderá a noção do seu papel na sociedade.
Na manhã de ontem estava marcada uma reunião de comissões conjuntas para tratarem das mensagens e propostas que estão tramitando no Legislativo no Estado. No entanto, por falta de quórum o encontro teve que ser remarcado para a próxima semana. De acordo com Albuquerque, “tudo está ocorrendo conforme manda o figurino”, ainda que ontem a Casa tenha contado com a presença de apenas 11 parlamentares durante todo o dia, ainda que 26 tenham registrado presença no painel eletrônico.
Candidato a prefeito em Quixeramobim, Tomaz Holanda (PMDB) afirmou que mesmo postulando o cargo majoritário no Interior tem procurado se manter nas duas únicas sessões da semana. Segundo ele, além dos 15 candidatos a prefeito no Estado que não têm comparecido às sessões, muitos parlamentares que não estão na disputa neste ano também não comparecem aos trabalhos propostos no Plenário 13 de Miao.
“Isso não se justifica, porque as sessões foram reduzidas justamente para dar tempo aos deputados se dedicarem em outros dias às suas demandas municipais”, reclamou. O parlamentar, no entanto, afirmou ser inevitável levar temas das candidaturas para a tribuna da Casa, até por conta do momento de acirramento em muitas cidades do Interior.
Para Renato Roseno (PSOL) é preciso que o presidente da Casa, Zezinho Albuquerque, convoque os deputados para que estes se comprometam a permanecer na Casa durante as plenárias, que durante as eleições deste ano se resumem a apenas dois dias na semana. Sobre o uso eleitoreiro dos pronunciamentos, o socialista afirmou ser inevitável debater a crise das cidades. “Não devemos ter medo da política. Quanto mais debatemos política, maior é o nível dela”, apontou.
Para Ely Aguiar (PSDC) os assuntos municipalizados receberão cada vez mais ressonância na Casa, principalmente, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), onde o sinal da TV Assembleia chega com mais facilidade.
O parlamentar também reclamou a ausência de seus colegas candidatos que têm deixado de comparecer ao trabalho nos últimos dias. Na manhã de ontem, Capitão Wagner (PR) registrou presença, mas não permaneceu em plenário, enquanto Heitor Férrer (PSB) só compareceu às 10h30. Tin Gomes (PHS), que estava em reunião interna em prol de sua candidatura, não apareceu no período da manhã no Plenário 13 de Maio.
Carlos Felipe (PCdoB) lembrou que há matérias importantes a serem votadas, e que a falta de quórum está evitando que estas sejam aprovadas. Ele defende licença dos colegas candidatos, bem como foi feito por Ivo Gomes (PDT). Felipe também é contrário àqueles que levam assuntos de campanha para a tribuna da Casa. “Se o assunto for público, e se quiser resolver, não vejo problema. Mas trazer assunto local, isso não é correto”.

12:16 · 07.12.2015 / atualizado às 12:16 · 07.12.2015 por

O plenário da Câmara dos Deputados tem sessão extraordinária marcada para hoje (7), às 18 horas, para que os deputados elejam os 65 membros que vão compor a comissão especial para análise da abertura de processo de impeachment presidencial.

A Câmara é responsável por definir se o processo é aberto ou não, mas o julgamento de um eventual impeachment cabe ao Senado.

No pedido de impeachmente aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, os juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal alegam que a presidente Dilma Rousseff autorizou gastos mesmo sabendo que o governo não conseguiria cumprir a meta de superávit prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

As chamadas pedaladas fiscais, ou seja, o atraso nos repasses de recursos aos bancos públicos, forçando-os a fazer o pagamento de despesas do governo, também serviram de argumento.

Opiniões

Para o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), a decisão de Eduardo Cunha foi acertada, mas ainda é cedo para prever o resultado.

“Hoje é prematuro falar. A presidente está indignada, mas ela não tem que ficar indignada, ela cometeu ilícitos. Ela editou decretos sem número, sem autorização do Congresso Nacional, e gastou recursos do Orçamento da União, esses decretos de abertura de crédito”, acusou Pauderney.

Já o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) não acredita que existam fatos concretos para abertura do processo.

“Nós estaremos colocando a Constituição como norteadora das nossas ações. Não há nenhum fato determinado que sequer aproxime a presidente Dilma de qualquer motivação para a hipótese de impeachment. Nós estamos convictos de que nós temos maioria para impedir aquilo que não só não é uma prática legal como não é uma proposta”, afirmou Chinaglia.

Processo de impeachment

A comissão especial a ser eleita nesta segunda-feira pelo plenário terá 65 deputados titulares e igual número de suplentes. A indicação dos membros será feita pelos partidos até às 18 horas de hoje.

Até o momento, apenas 5 partidos informaram os seus membros para a comissão: PMN, SD, PRB, PV e PDT.

Depois da eleição, a comissão é instalada e é feita a primeira reunião para eleger presidente e relator.
A presidente Dilma Rousseff terá 10 sessões do plenário para apresentar sua manifestação. Depois, a comissão especial vota o parecer, que pode ser pela abertura ou não de processo de impedimento presidencial. O parecer aprovado segue para análise do plenário da Câmara, que dá a palavra final.

Para que a Câmara autorize a abertura de processo de impeachment contra Dilma, são necessários os votos de 342 deputados – dois terços da Casa – em votação nominal. Se o processo for autorizado, passa-se à fase de julgamento, pelo Senado Federal.

Com Agência Câmara

15:47 · 13.05.2015 / atualizado às 15:51 · 13.05.2015 por

Só os historiadores lembraram, hoje, da inauguração do prédio da Assembleia Legislativa cearense em 1977, daí o nome do seu plenário de 13 de maio. Na época, lembrava Osmar Maia Diógenes, ex-deputado estadual, o então deputado Paulo Benevides, presidente do Poder Legislativo, inaugurava o prédio construído na gestão do ex-governador Adauto Bezerra, que hoje empresta o seu nome ao prédio, por iniciativa do ex-deputado José Vieira Lima, diz Felinto Aguiar, na época adversário de Adauto.

Hoje, a única lembrança feita à data foi quando o deputado Manoel Duca, presidindo a sessão, anunciou a palavra da deputada Silvana Oliveira, evangélica, advertindo-a de que o plenário é denominado 13 de maio, hoje, dia de Nossa Senhora de Fátima.

12:05 · 14.04.2015 / atualizado às 12:05 · 14.04.2015 por

A sessão plenária da Assembleia desta terça-feira (14) já se encontrava esvaziada por volta do meio-dia. O vice-líder do governo, deputado Júlio César (PTN), discursou na tribuna para apenas três colegas: Joaquim Noronha (PP), Tomaz Holanda(PPS) e Carlos Felipe (PCdoB). O parlamentar destacou a formação de policiais hoje no Centro de Eventos e respondeu a críticas sobre o fim das Hilux. Ele aponta que “os tempos eram outros” à época da decisão, e a escolha de carros menores não significa que o modelo anterior fosse um erro.

11:21 · 09.04.2015 / atualizado às 14:10 · 09.04.2015 por

O deputado Carlos Felipe (PCdoB) por pouco não agrediu o colega de parlamento Carlomano Marques (PMDB) enquanto o peemedebista discursava na tribuna durante sessão plenária desta quinta-feira (9). Marques fazia pronunciamento criticando a postura de Felipe quando esteve discursando e apontou nomes da bancada federal que votaram a favor do projeto que altera regras da terceirização.

“É de última necessidade o deputado ir para tribuna patrulhar voto de qualquer outro deputado. A patrulha não pode existir, ela existia para os grandes grosseiros da política mundial. É de um maniqueísmo provinciano, detestável do ponto de vista da democracia”, afirmou.

Logo após, Carlos Felipe pediu aparte, que não foi concedido por Carlomano. Depois do fato, Felipe disse que “não precisava mais” e levantou da cadeira e se dirigiu à tribuna de onde Marques falava.

Ele apontou para o deputado indicando que queria conversar fora do plenário, e deixou a sessão. Quando Felipe já se encontrava fora do Plenário, Marques disse: “Vai trocar as fraldas deputado”. Ao ouvir a frase dos corredores, Felipe voltou para agredir Carlomano e só não o fez porque foi contido por um assessor legislativo da Casa.

11:35 · 27.03.2015 / atualizado às 11:35 · 27.03.2015 por

A sessão plenária da Assembleia nesta sexta-feira (27) foi esvaziada já a partir das 10h30min da manhã. Cerca de 10 deputados circulavam pelo plenário, e em alguns momentos a sessão acontecia com a presença de três parlamentares. Durante o último pronunciamento do primeiro expediente, estavam presentes os deputados Júlio César (PTN), Renato Roseno (PSOL), Carlos Matos (PSDB), Heitor Férrer (PDT), Silvana Oliveira (PMDB), Agenor Neto (PMDB), Tomaz Holanda (PPS), Danniel Oliveira (PMDB) e Gony Arruda (PSD).