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Tag: PMDB


10:43 · 09.02.2017 / atualizado às 10:43 · 09.02.2017 por

O deputado Fernando Hugo (PP) iniciou os trabalhos na manhã desta quinta-feira (9) à frente da tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará criticando as últimas decisões do presidente Michel Temer e de grandes representações políticas do PMDB.

“Há quem diga que eu fui o maior insulto petista no Ceará”, iniciou o parlamentar ao dizer que “um conjunto de fatos efetivamente realizados pelo governo Michel Temer deixam muito a desejar porque há nesse conjunto de fatos um casulo nojento, fétido, igual ou pior do que se poderia imaginar”, afirmou Hugo.

O deputado citou a nomeação do secretário-geral da Presidência, Moreira Franco (PMDB-RJ), que foi anulada ontem pela Justiça Federal, por causa das delações divulgadas em que o nome dele aparecem. “Tanto criticou-se contra o ato extremamente obscuro de Dilma Rousseff querendo encapuzar Lula da Silva e fez agora da mesma forma Michel Temer com Wellington Moreira Franco”, disse.

Além disso, Hugo também criticou a nomeação do ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF). “O processo de escolha é tão sujo, tão nojento que precisa urgentemente uma alma santa para poder mexer na Constituição. É um absurdo o que o Michel Temer fez”, reclamou o deputado sobre a indicação.

O parlamentar ainda soltou farpas em direção ao presidente do PMDB, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o líder do governo no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o indicado pelo governo para gerir a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Edison Lobão (PMDB-MA).

15:28 · 07.02.2017 / atualizado às 15:28 · 07.02.2017 por

A deputada Dra. Silvana (PMDB) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará para enaltecer a posse do também peemedebista Eunício Oliveira à Presidência do Senado Federal na última semana.

“Hoje a gente vê realmente o país entrando nos trilhos na mão de um partido sério, que tem a reponsabilidade de governar para esta e para as futuras gerações”, afirmou Silvana ao ceder uma série de apartes aos deputados presentes.

Roberto Mesquita (PSD), Leonardo Araújo (PMDB), Fernanda Pessoa (PR) e Odilon Aguiar (PMB) se associaram às colocações de Silvana no que diz respeito ao fortalecimento do Estado do Ceará na política nacional. “Eu me orgulho de ter o senador como líder maior do PMDB”, disse Araújo, que assumiu a liderança do partido na Assembleia.

12:23 · 12.12.2016 / atualizado às 12:23 · 12.12.2016 por

O diretório municipal do PMDB de Sobral protocolou, nesta segunda-feira, Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), no fórum de Sobral, com o objetivo de suspender a diplomação dos candidatos eleitos nas últimas eleições. O prefeito eleito do Município é o deputado estadual Ivo Gomes (PDT), que segundo informou, deve ser diplomado na próxima sexta-feira (16).

São citados na ação além de Ivo, a vereadora Cristiane Coelho (PT) e os vereadores Carlos do Calixto (PDT, Itamar Ribeiro (PDT), Aleandro Linhares (PDT) e Paulao (PSD).

Dentre os fatos utilizados na peça jurídica são citados a demissão de servidores públicos por perseguição política, entrega de obras através de licitação fraudada em troca de votos, utilização de dinheiro para compra de votos, além de uso da máquina pública para influenciar na decisão dos eleitores.

Ivo Gomes ainda não se manifestou sobre a ação.

12:01 · 04.12.2016 / atualizado às 12:01 · 04.12.2016 por

 

Deputado Audic Mota disputava um lugar na Mesa da Assembleia com o seu colega de partido Daniel Oliveira. A disputa deles era em relação à chapa de Zezinho Albuquerque Foto: Thiago Gadelha
Deputado Audic Mota disputava um lugar na Mesa da Assembleia com o seu colega de partido Daniel Oliveira. A disputa deles era em relação à chapa de Zezinho Albuquerque Foto: Thiago Gadelha

A eleição para a presidência da Assembleia Legislativa teve como resultado a rachadura dentro da base peemedebista da Casa. O líder do grupo, Audic Mota, e Agenor Neto decidiram seguir o caminho contrário dos demais e apoiaram a candidatura de Zezinho Albuquerque à reeleição. O clima de tensão era visível antes e durante a votação e por várias vezes Audic era visto isolado em sua cadeira no Plenário 13 de Maio, cena diferente dos demais dias.

Para Audic Mota, a partir do momento em que dois candidatos a presidente são do mesmo partido, o PDT, obriga e leva politicamente os deputados a ficarem à vontade para votar. “Porque optar por um ou outro em função de uma decisão ou tendência partidária, de uma eleição que passou ou vindoura? Se os dois candidatos são do mesmo partido, anunciam que são governistas e que após a eleição continuarão no governo, seria no mínimo, incoerente cobrar qualquer posição”, apontou. “Talvez por isso não chegamos ao consenso no PMDB”.
Como primeiro-secretário Audic não poderá permanecer como líder da bancada do PMDB, a partir de fevereiro, se até lá ainda continuar no partido. Por sua posição ele afirma que não há razão para que haja retaliação. “Não há motivo para isso porque não houve fechamento de questão e por ser uma decisão própria do Parlamento. Qualquer tentativa de levantar essa hipótese não passa de mera chantagem que talvez exponha e doa mais em quem quer chantagear”.
O outro que votou contra seu partido foi Agenor Neto, que disse ainda não saber como ficará daqui para frente dentro da sigla. Questionado se pensa em sair do PMDB, afirmou não ter avaliado a possibilidade. “Mas a gente só fica onde é bem querido”. Sobre o documento em que o deputado Leonardo Araújo coletou assinaturas, podendo ser o início de um processo com duras penas, ele afirmou que não temia e que seu voto já era declarado. “Apoiei e votei na chapa. Não estou muito preocupado pois sei da coerência. Havia a determinação de que os deputados seriam autônomos e a indicação era que o deputado Audic deveria compor a Mesa, então fui coerente e não tenho porque sofrer ameaça”.

Antes do desfecho com a eleição de Albuquerque para a presidência da Assembleia, internamente no PMDB disputavam uma vaga na Mesa, na chapa de Albuquerque, Daniel Oliveira, que queria permanecer na posição que tem hoje no comando da Casa, e Audic Mota, alegando acordo anterior, na bancada, de que Daniel cederia o seu lugar na Mesa e assumiria a liderança do partido.

12:09 · 28.11.2016 / atualizado às 12:09 · 28.11.2016 por

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) foi o partido que agregou toda a oposição brasileira, quando os militares que tomaram o Poder no Brasil, no dia 31 de março de 1964, acabaram com todos os partidos que funcionavam no País. A agremiação dos militares era a ARENA (Aliança Renovadora Nacional). Por muitos anos, no  Ceará, a oposição foi comandada por Mauro Benevides, ao lado de Paes de Andrade, Ozires Pontes, Castelo de Castro, Chagas Vasconcelos, e outros.

Esta informação, assinada por Paula Sperb, de Porto Alegre (RS), estava na edição de domingo da Folha de S.Paulo:

O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) pretende mudar o nome da sigla e retomar o “MDB”, usado de 1966 a 1979, durante o bipartidarismo da ditadura militar, quando fazia oposição à Arena (Aliança Renovadora Nacional).

O anúncio foi feito no Rio Grande do Sul pelo senador e presidente da legenda, Romero Jucá (PMDB-RR), mas deve ser discutido em plenárias em todos os Estados. Se aprovada, a mudança deve ser oficializada em dezembro para entrar em vigor em fevereiro de 2017.

“Queremos deixar de ser partido e ser um movimento. Ou seja, algo mais forte, algo mais permanente, com uma ação constante. Voltar ser MDB resgata uma tradição, uma história, uma origem, que é muito importante para o povo brasileiro”, disse Jucá em entrevista coletiva neste sábado (26).

O senador está em Porto Alegre para participar do 1º Ciclo de Debates com Prefeitos, promovido pelo núcleo gaúcho da Fundação Ulysses Guimarães. O Rio Grande do Sul elegeu 129 prefeitos do PMDB.

“Se o MDB antigo fez a redemocratização do país, o MDB novo pode fazer a reconstrução social e econômica do país”, disse Jucá.

O presidente da legenda ainda disse que considera o nome “MDB” “mais atual”.

“Já lancei aqui a consulta. Nós queremos retomar o que representa toda nossa força política, não apenas um partido político.”

Aos prefeitos presentes na sua palestra, Jucá disse que quer “transformar o MDB em uma força política permanente” e que o “resultado” possa ser “colhido nas eleições”.

Além de Jucá, o evento teve a participação de Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, e de Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil —ambos peemedebistas do Estado.

SAÍDA DE GEDDEL

Padilha foi citado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero em depoimento à Polícia Federal como um dos membros do governo que o pressionaram para que colaborasse com o pedido de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) na liberação de um empreendimento imobiliário em Salvador, onde Geddel tem um apartamento. Geddel pediu demissão na última sexta-feira (25).

Calero disse ainda que o presidente Michel Temer o “enquadrou” para que atuasse em favor de Geddel.

Jucá minimizou a participação de Temer no caso durante a entrevista coletiva.

“O que o presidente Michel fez, nas relações com os ministros, foi arbitrar e procurar soluções jurídicas para o caso. Por quê? Porque diferentemente do que parte da imprensa está dizendo, havia, sim uma diferença entre pareceres dentro do próprio Iphan. O Iphan da Bahia liberou a obra. O Iphan nacional suspendeu a obra”, disse Jucá.

Segundo a Folha apurou, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) da Bahia autorizou prédio com base em estudo sem valor legal.

As divisões estaduais do Iphan são subordinadas ao Iphan nacional, que responde ao Ministério da Cultura. Iphan nacional pode, pela lei, alterar decisões estaduais, como fez neste caso, o que contradiz a narrativa de “apaziguar conflito” adotado pelo Palácio do Planalto.

 

14:13 · 01.11.2016 / atualizado às 14:13 · 01.11.2016 por

Está na Coluna Estadão a seguinte nota:

8 ARTICULAÇÃO POLÍTICA   

Contra Ciro, PMDB e PSDB planejam juntar forças

Após as eleições municipais, siglas já planejam juntar forças para a campanha presidencial de 2018

Estadão

 

Terminada a eleição, PMDB e PSDB já planejam juntar forças para a campanha nacional de 2018. Os dois partidos tiveram os melhores desempenhos na disputa municipal, mas sabem que, se o PT derreteu na eleição, uma frente de esquerda, liderada por Ciro Gomes (PDT) pode se tornar uma novidade com apelo eleitoral. Especialmente, no quadro de desconfiança em relação aos políticos tradicionais. Por isso, querem reunir o maior número de aliados, especialmente o PSD, do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, para se fortalecer.

O PSD conseguiu vencer em 541 municípios, se tornando a terceira maior força eleitoral. Quanto mais prefeitos, maior a chance de fazer uma bancada expressiva no Congresso em 2018. O que atrai qualquer candidato, seja ele do PMDB, do PSDB ou fruto de uma aliança entre os dois partidos.

Entre os tucanos, José Serra é o presidenciável mais próximo de Kassab. Aécio Neves tem boa relação. Já Geraldo Alckmin, quase nenhuma.

 

10:10 · 09.10.2016 / atualizado às 12:46 · 10.10.2016 por

Só o vereador Casimiro Neto conseguiu se eleger pela legenda do PMDB, em Fortaleza. Ele conquistou 5.282 votos. O PSDB não elegeu nenhum vereador. O candidato tucano que obteve mais voto na disputa por uma vaga na Câmara Municipal de Fortaleza foi o Plácido: 5.804, sendo o 31º da relação de eleitos. Pedro Matos, o outro tucano mais votado ficou na suplência com 5.765 sufrágios.

O PMDB e o PSDB participaram da eleição municipal na Capital cearense coligados com o PR no pleito majoritário. No proporcional, os dois partidos marcharam isoladamente. Um dos tradicionais nomes do PMDB na Câmara, vereadora Magaly Marques, ficou na primeira suplência com um total de 5.278 votos, quatro a menos de Casimiro, o eleito.

Eliane Novais, que já foi vereadora e deputada estadual, chegando a disputar o Governo do Estado no pleito de 2014, só conseguiu 3.676 votos. Foi a primeira eleição proporcional que ela disputou sem um apoio governamental. Ela quando foi aliada da ex-prefeita Luizianne Lins se elegeu vereadora. Quando aliada do ex-governador Cid Gomes, se elegeu deputada estadual.

Atualização feita  nesta segunda-feira, 10 de outubro

 

10:06 · 25.09.2016 / atualizado às 10:06 · 25.09.2016 por
Diretórios peemedebistas e republicanos, nas esferas municipais, estaduais e nacional, foram os que mais contribuíram com campanhas nos principais municípios do Estado. Em Fortaleza, as duas siglas estão coligadas em torno da chapa Capitão Wagner (PR) e Gaudêncio (PMDB) Foto: JL Rosa

Diretórios peemedebistas e republicanos  foram os que mais contribuíram com campanhas nos principais municípios do Estado. Em Fortaleza, as duas siglas estão coligadas em torno da chapa Capitão Wagner (PR) e Gaudêncio (PMDB) Foto: JL Rosa

Nos 15 municípios cearenses com maior arrecadação para campanha a prefeito em 2016, 14 siglas fizeram doações partidárias para candidatos ao Poder Executivo municipal. Juntas, essas legendas contribuíram com R$ 6.116.492,11 para as candidaturas que apoiam.

O partido que mais fez doações foi o PMDB, tendo distribuído um total de R$ 1.389.983,00 a candidatos de cinco municípios: Fortaleza, Sobral, Lavras da Mangabeira, Camocim e Pacatuba. Logo em seguida, aparece o PR que fez doações no valor de R$ 865 mil, em dois municípios: Fortaleza e Pacatuba. Na Capital, as duas siglas aparecem coligadas na chapa Capitão Wagner/Gaudêncio.

O PDT é o terceiro maior doador, entre os 15 municípios com campanha mais cara, tendo contribuído com R$ 824.131,34 em cinco municípios: Fortaleza, Juazeiro do Norte, São Gonçalo do Amarante, Pacatuba e Itapipoca. Na Capital, o partido apoia a reeleição do atual prefeito e seu filiado Roberto Cláudio. Na quarta posição, aparece o PT, com doações de R$ 800 mil, concentradas apenas na candidatura da ex-prefeita Luizianne Lins, na Capital cearense.

Fechando a lista dos cinco partidos que mais fizeram doações, entre os 15 municípios cearenses de campanha mais cara, está o PP que doou R$ 745 mil a candidatos de quatro municípios: Fortaleza, Crato, Pacajus e São Gonçalo do Amarante.

Municípios

Considerando apenas os 15 municípios com mais arrecadação na disputa para prefeito, Fortaleza aparece com volume quase dez vezes maior de doações partidárias, em relação ao município com segundo maior total de recursos recebidos por meio dessa fonte.

A Capital, que tem oito candidatos a prefeito, recebeu de 10 partidos um montante de R$ 4.790.025,15. Lavras da Mangabeira, que aparece em seguida recebeu apenas R$ 490 mil, frutos da doação de um único partido, o PMDB. Na sequência aparece Sobral, que recebeu R$ 200 mil também de contribuição peemedebista.

Completam a lista dos cinco municípios que mais receberam doações partidárias: Pacajus e Juazeiro do Norte, que arrecadaram, via contribuições das legendas, R$ 190.210,00 e R$ 136.227,62, respectivamente. A diferença entre essas campanhas é que no caso de Juazeiro do Norte houve doações de cinco partidos, enquanto em Pacajus apenas três partidos fizeram doações.

Na lista dos 15 municípios cearenses com maior arrecadação, apenas Itaitinga e Eusébio não contaram com receitas oriundas de partidos. Confira abaixo o ranking de doações partidárias nos 15 municípios com maior arrecadação no Ceará!

RANKING DE DOAÇÕES POR PARTIDO

PMDB: R$ 1.389.983,00
PR: R$ 865.000,00
PDT: R$ 824.131,34
PT: R$ 800.000,00
PP:R$ 745.000,00
PRB: R$ 487.500,00
PSDB: R$ 400.000,00
PSB: R$ 324.992,15
PHS: R$ 100.000,00
PTB: R$ 75.000,00
PV: R$ 40.000,00
PSOL: R$ 28.693,00
SD: R$ 20.000,00
PMB: R$ 16.192,62

RANKING DE DOAÇÕES PARTIDÁRIAS POR MUNICÍPIO

FORTALEZA: R$ 4.790.025,15
LAVRAS DA MANGABEIRA: R$ 490.000,00
SOBRAL: R$ 200.000,00
PACAJUS: R$ 190.210,00
JUAZEIRO DO NORTE: R$ 136.227,62
PACATUBA: R$ 100.00,00
SÃO GONÇALO DO AMARANTE: R$ 90.168,00
CAMOCIM: R$ 55.000,00
ARACATI: R$ 50.000,00
CRATO: R$ 50.000,00
MARANGUAPE: R$ 40.000,00
ITAPIPOCA: R$ 15.581,34
GRANJA: R$ 20.000,00
ITAITINGA: R$ 0,00
EUSÉBIO: R$ 0,00

DETALHAMENTO POR MUNICÍPIO

1-FORTALEZA:

PR: R$ 815.000,00
PSDB: R$ 400.000,00
PMDB: R$ 599.983,00
PSB: R$ 299.992,15
PSOL: R$ 28.000,00
PT: R$ 800.000,00
PDT: R$ 684.550,00
PP: R$ 575.000,00
PRB: R$ 487.500,00
PHS: R$ 100.000,00

TOTAL: R$ 4.790.025,15

2-JUAZEIRO DO NORTE:

PTB: R$ 75.000,00
PSOL: R$ 00.315,00
PSB: R$ 20.000,00
PDT: R$ 24.000,00
PMB: R$ 16.912,62

TOTAL: R$ 136.227,62

3-MARANGUAPE:

PV: R$ 40.000,00

4-SOBRAL:

PMDB: R$ 200.000,00

5-LAVRAS DA MANGABEIRA:

PMDB: R$ 490.000,00

6-CAMOCIM:

PMDB: R$ 50.000,00
PSB: R$ 5.000,00

TOTAL: R$ 55.000,00

7-CRATO:

PP: R$ 50.000,00

8-PACAJUS:

PP: R$ 100.000,00
PSOL: R$ 210,00
PSB: R$ 90.000,00

TOTAL: R$ 190.210.000,00

9- SÃO GONÇALO DO AMARANTE:

PDT: R$ 50.000,00
PP: R$ 40.000,00
PSOL: R$ 168,00

TOTAL: R$ 90.168,00

10- PACATUBA:

PMDB: R$ 50.000,00
PR: R$ 50.000,00

TOTAL: R$ 100.00,00

11- ARACATI:

PDT: R$ 50.000,00

12- ITAPIPOCA:

PDT: R$ 15.581,34

13- ITAITINGA:

NENHUMA DOAÇÃO PARTIDÁRIA

14-EUSÉBIO:

NENHUMA DOAÇÃO PARTIDÁRIA

15 – GRANJA:

SD: R$ 20.000,00

TOTAL: R$ 6.116.492,11

Fonte: TSE

12:05 · 09.09.2016 / atualizado às 12:07 · 09.09.2016 por
Deputada disse que, caso a cassação fosse adiada para o dia 13, votaria "sim" pela perda do mandato de Cunha. FOTO: NATINHO RODRIGUES
Deputada disse que, caso a cassação fosse adiada para o dia 13, votaria “sim” pela perda do mandato de Cunha. FOTO: NATINHO RODRIGUES

A deputada federal Gorete Pereira, do PR, afirmou em nota ao Diário do Nordeste, que não participará da sessão que decidirá sobre a cassação do mandato do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na próxima segunda-feira, 12, porque está acompanhando um familiar com problema de saúde “delicado e urgente”.

Maioria dos deputados votará contra Cunha

Segundo a nota da republicana, caso a votação seja adiada para a terça-feira (13), ela irá votar a favor da cassação do peemedebista. “Hoje, resolvi escrever para vocês para esclarecer meu posicionamento sobre a cassação do deputado Eduardo Cunha, pois muitos veículos de comunicação têm publicado a notícia incompleta. Infelizmente não poderei comparecer a sessão do dia 12/09, pois estou acompanhando um familiar com problema de saúde delicado e urgente. Caso a votação seja adiada para o dia 13/09 irei votar a favor da cassação do deputado Eduardo Cunha, sem dúvida”.

09:13 · 04.08.2016 / atualizado às 09:13 · 04.08.2016 por

Por Miguel Martins

Ivo Gomes terá o seu nome homologado como candidato a prefeito de Sobral na convenção que será realizada no Arco do Triunfo, sexta-feira Foto: José Leomar
Ivo Gomes terá o seu nome homologado como candidato a prefeito de Sobral na convenção que será realizada no Arco do Triunfo, sexta-feira Foto: José Leomar

Ao contrário do que acontece na Capital, PDT, PT e PMDB são aliados em vários municípios cearenses na disputa pelo cargo de prefeito. Sobral e Caucaia são as principais delas. O PDT também tem divergência com o PSDB, a qual se mostrará mais acentuada em Sobral, em razão da candidatura de Ivo Gomes, irmão de Ciro e Cid Gomes, os pedetistas na relação dos principais adversários de Luizianne Lins (PT), Eunício Oliveira (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB). Todos, porém, até pouco tempo eram aliados.

Ivo Gomes terá o seu nome homologado como candidato a prefeito de Sobral sexta-feira, no último dia do Calendário Eleitoral para a realização de convenções. Ivo disputará com um candidato do PMDB, provavelmente aliado ao PSDB. A disputa em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), deve contar com seis candidatos para o pleito deste ano.

Dentre os postulantes está o deputado Naumi Amorim (PMB), que contará com o apoio do governador Camilo Santana, do PT, e terá como candidata a vice-prefeita a ex-deputada estadual, do PTB, Livia Arruda, filha do ex-prefeito do Município, José Gerardo Arruda, do PMDB. Lívia foi deputada estadual enquanto sua mãe era prefeita de Caucaia, o principal reduto eleitoral da família.

Acordos

Devem estar na disputa com Naumi Daniel Gadelha (PSOL), Eduardo Pessoa (PSDB), Silvio Nascimento (PP), Baiano Ximenes (Rede) e Hipólito índio (PTC), conhecido como Potim. A disputa em Caucaia chegou a ter 11 candidatos, mas devido aos acordos feitos foi se reduzindo até chegar à quantidade atual. Na tarde de hoje, Amorim fará convenção com, pelo menos, 13 partidos coligados, dentre eles o PDT, que tem como lideranças maiores os irmãos Cid e Ciro Gomes, além do deputado federal André Figueiredo, e o PMDB, de Gerardo Arruda. Além destes tem ainda PSD, PCdoB, SD, PTB, PT, PSDC, PRP, PSC e PPL.

Em Sobral, a convenção de Ivo será no fim da tarde de sexta-feira com a participação dos dois irmãos, do governador Camilo Santana e lideranças nacionais do PDT. Os pedetistas, em razão da liderança dos irmãos de Ivo, elegeram Fortaleza e Sobral, como os dois municípios prioritários nesta campanha.

Naumi Amorim, recentemente já fez uma grande movimentação política no Município, inclusive com a participação do ministro Gilberto Kassab, principal liderança nacional do PSD, um dos seus partidos aliados. O candidato afirma que tem boa relação com todos os demais candidatos, e não trabalhará na campanha agredindo os demais candidatos, até porque o pleito em Caucaia pode ser decidido somente no segundo turno, e aquele que tiver o maior número de apoios pode ser eleito.

“Se eu fosse candidato que falasse mal dos outros, o grupo do José Gerardo Arruda e do Paulo Guerra, que é do PDT, não teriam entrado na disputa ao meu lado”. Os dois grupos são divergentes em Caucaia, desde quando Gerardo era, de fato, a principal força política local.

09:50 · 28.07.2016 / atualizado às 10:03 · 28.07.2016 por

Por Suzane Saldanha

Diante da convenção partidária marcada para o dia 31 de julho, o PMDB está finalizando a organização da chapa proporcional para a disputa em outubro próximo em Fortaleza. Com a oficialização do apoio ao pré-candidato Capitão Wagner (PR) à Prefeitura, a convenção do partido ocorre junto do PR, PSDB e Solidariedade.

De acordo com Wilame Correia, presidente municipal do PMDB, o partido deu um prazo até esta quinta-feira (28) para os pré-candidatos confirmarem a participação na disputa. Ele explica que eles estão providenciando as certidões eleitorais. Até o momento, o partido tem 67 pré-candidatos, 45 homens e 22 mulheres.

Wilame avalia que algumas mulheres filiadas ainda podem desistir por questões familiares, como é o caso da vereadora Tamara Holanda. Entre as mulheres pré-candidatas pelo PMDB, estão a ex-deputada estadual Eliane Novais e Luiza Lins.

09:34 · 09.07.2016 / atualizado às 09:34 · 09.07.2016 por

Por William Santos

O anúncio do apoio do PMDB ao pré-candidato do PR foi comandado pelo senador Eunício Oliveira e reuniu lideranças das duas siglas e do PSDB Foto: Kid Júnior
O anúncio do apoio do PMDB ao pré-candidato do PR foi comandado pelo senador Eunício Oliveira e reuniu lideranças das duas siglas e do PSDB Foto: Kid Júnior

Com a presença de líderes do PMDB, do PSDB e do PR, a sigla peemedebista, comandada no Ceará pelo senador Eunício Oliveira, oficializou, em encontro na sede do partido em Fortaleza na tarde de ontem, o apoio à pré-candidatura do deputado estadual Wagner Sousa (PR) à Prefeitura de Fortaleza. A decisão, segundo Eunício, foi consenso dentro da legenda, mesmo entre nomes que defendiam a tese de candidatura própria do PMDB. Ao partido, então, caberá indicar o candidato a vice da chapa, também formada pelo PSDB.

Em entrevista após o anúncio, durante o qual Eunício e Wagner estiveram acompanhados do presidente estadual do PSDB, Luiz Pontes, do presidente estadual do PR, o ex-governador Lúcio Alcântara, do vice-presidente do PMDB no Ceará, Gaudêncio Lucena, além de deputados estaduais e federais dos três partidos, o senador garantiu que o PMDB apoiará Wagner “na plenitude”, com participação da militância peemedebista na campanha direta.

“O Capitão Wagner, a partir de hoje, não pertence mais ao PR, pertence aos partidos aliados, e nós vamos ampliar essa base de partidos”, afirmou.

Eunício também explicou que já está acordado, entre os partidos que compõem a coligação, que ficará a cargo do PMDB a escolha do pré-candidato a vice-prefeito que completará a chapa da aliança. Gaudêncio, cujo nome era cotado como possível pré-candidato peemedebista para a disputa eleitoral, porém, ainda não é o indicado.

“O PMDB não definiu nome ainda. Nós vamos conversar internamente, assim como eu fiz para construir o apoio à candidatura do Capitão Wagner, sem nenhuma dissidência, todas as lideranças, o diretório foi ouvido, a executiva foi ouvida, a bancada estadual, a bancada federal, a bancada municipal, a executiva municipal, então nós estamos unidos”, declarou o senador, acrescentando que “em relação a vice, nós vamos construir da mesma maneira, para que não tenha nenhum ruído”.

Reciprocidade

Segundo ele, foi determinante para a desistência de candidatura própria, cuja tese ganhou força após a renúncia do deputado federal Vitor Valim de disputar a eleição, o sentimento de “reciprocidade” em relação aos partidos que o apoiaram no pleito de 2014, quando foi candidato ao Governo do Estado, como PR, PSDB, PTN e Solidariedade.

“O Vitor (Valim) chegou a liderar as pesquisas em determinado momento, o Gaudêncio tem uma história, é vice-prefeito de Fortaleza e tantos outros companheiros que desejavam uma candidatura própria do PMDB. Foram todos convencidos de que, nesse momento, o mais importante não é o PMDB ter candidatura, o mais importante é nós elegermos alguém desse grupo que foi construído com muito suor, muita dificuldade, mas com muita firmeza nas eleições de 2014”, justificou.

O republicano Wagner Sousa, por sua vez, disse que o apoio do PMDB demonstra que sua pré-candidatura “está solidificada” e informou que começará, a partir de agora, a ouvir propostas da sigla de Eunício Oliveira para a elaboração de seu plano de governo, assim como tem feito com o PSDB.

“A partir de agora, a gente senta com os membros do PMDB, a partir dessa consolidação da chapa, para discutir os diversos temas da cidade. A questão da Segurança Pública não vai deixar de ser uma pauta extremamente importante, a Saúde, o Saneamento Básico, a questão ambiental, a questão do investimento na geração de emprego e renda. Tudo isso vai fazer parte da nossa discussão”.

09:36 · 08.07.2016 / atualizado às 09:38 · 08.07.2016 por

Por Miguel Martins

Após desistência do deputado Vitor Valim para disputar o pleito de 2016, em Fortaleza, o PMDB deve decidir, em reunião, hoje à tarde, na sede do partido, o apoio à pré-candidatura do deputado estadual Capitão Wagner.

Senador Eunício Oliveira diz que hoje é a última reunião para tratar de sucessão municipal e após ele anunciará a posição do partido FOTO: Agência Senado
Senador Eunício Oliveira diz que hoje é a última reunião para tratar de sucessão municipal e após ele anunciará a posição do partido FOTO: Agência Senado

Como o PSDB, que já apoia o republicano, deixou em aberto a escolha para a postulação a vice-prefeito na chapa majoritária, a sigla peemedebista pode indicar um nome para o cargo e este deverá ser o atual vice-prefeito da Capital, Gaudêncio Lucena.
Praticamente toda a bancada estadual na Assembleia apoia a decisão de coligação com o Partido da República, em Fortaleza, principalmente, porque houve um apoio dado pela sigla durante a disputa eleitoral de 2014, quando o presidente do PMDB no Ceará, Eunício Oliveira, disputou a vaga de governador do Estado. Ao Diário do Nordeste, o dirigente afirmou que fará a última reunião e, em seguida, anunciará a posição majoritária do partido.
De acordo com Danniel Oliveira, todas as possibilidades de conversações foram exauridas e, portanto, chegou o momento de expor a ideia do partido. “Não há definição 100% se vamos compor com o Wagner, mas há uma tendência majoritária que será respeitada, de estarmos juntos com ele. Encontramos nele um bom candidato para Fortaleza, com projeto que vem sendo amadurecido, e isso, obviamente, será colocado na balança, será respeitado”, disse.
Segundo Danniel, Wagner foi “muito decente” com o candidato ao Governo do Estado em 2014, e trabalhou junto com o PR, votando no PMDB. “Obviamente que essa reciprocidade é muito firme em nosso partido, principalmente pelo nosso presidente, que deu oportunidade de estarmos com ele. Já que houve uma desistência clara por parte do deputado Vitor Valim, por questões pessoais, isso acabou afunilando para amanhã (hoje), talvez, já estarmos encaminhando uma possibilidade de indicação do partido a vice”, ressaltou.
O nome de Danniel Oliveira também foi colocado na mesa de negociações como possível vice na chapa encabeçada por Wagner Sousa, mas de acordo com o peemedebista, ele prefere estar na Casa Legislativa. “Não penso nisso como batalha e prefiro estar na trincheira, lutando pelo Wagner. Mas o meu projeto é o projeto do partido, e se o partido acreditar que eu contribuiria na chapa, estarei disposto”.
O líder da bancada na Assembleia Legislativa, deputado Audic Mota, ressaltou que a única definição que houve até aqui foi a recusa de Vitor Valim à disputa para a Prefeitura de Fortaleza. “Essa decisão não dependeu do partido, e, infelizmente, foi uma falha do processo, pois o partido deveria ter investido na candidatura dele”, afirmou.
Segundo ele, há outros caminhos possíveis, como a indicação dos nomes de Gaudêncio Lucena e Danniel Oliveira em uma chapa única, porém, destacou que também pode haver uma composição com algum outro candidato que esteve na chapa com o PMDB, em 2014. “O candidato que se afigura é o Wagner, e isso se torna mais natural. Mas a decisão é do partido”, ressaltou.
Defensora de candidatura própria do PMDB, Silvana Oliveira, ressaltou que se submete a qualquer decisão do partido, mas ainda assim ressaltou que a agremiação vive um momento político bom e que assim seria possível o lançamento de uma candidatura própria. “Mas se o partido quer que a gente vá marchar com o Wagner, eu vou satisfeita. Ele terá nosso apoio, com certeza, e eu estou só esperando decidirem isso para eu ir às ruas”.
Tomaz Holanda e Agenor Neto foram defensores de apoio à pré-candidatura de Wagner Sousa desde o primeiro momento. De acordo com Neto ele sempre foi defensor de um apoio a um nome que fizesse parte do bloco de aliança que esteve junto em 2014.
“Em todas as pesquisas feitas quem sempre se destacou foi o Wagner. Em virtude disso, sempre me posicionei a favor dele. Por isso o PMDB deve apoiar apoio, como também o nome para compor a chapa como vice. Entre os mais fortes estão os nomes do Gaudêncio e do deputado Danniel”. Para Neto, o PMDB tem tempo de Rádio e TV suficientes para ajudar Wagner Sousa a ir para a disputa no segundo turno, e deveria estar atento para, segundo ele, não repetir os mesmos erros do pleito de 2014.
Wagner Sousa, depois do apoio do PMDB, está fechando ainda aliança com o Solidariedade. Na manhã de ontem, ele teve um almoço com o presidente estadual da sigla, o deputado federal Genecias Noronha, e até a próxima semana deve fechar com a legenda em Fortaleza. “O apoio do PMDB é importante, pois fortalece nossa campanha devido a estrutura de militância nas ruas. Esse apoio também pode atrair novos partidos para a nossa candidatura, e fazer com que ela seja mais viável”, declarou o postulante.

08:53 · 30.06.2016 / atualizado às 08:53 · 30.06.2016 por

Por Miguel Martins

Segundo Vitor Valim, até a primeira quinzena de julho, Eunício Oliveira deve se reunir com outros nomes do PMDB para definir rumos na Capital Foto: José Leomar
Segundo Vitor Valim, até a primeira quinzena de julho, Eunício Oliveira deve se reunir com outros nomes do PMDB para definir rumos na Capital Foto: José Leomar

O deputado federal Vitor Valim (PMDB) não será o candidato da sigla a prefeito de Fortaleza, como pretendia ser, chegando até a discutir sua saída do partido para viabilizar a candidatura. Ontem, ele disse para a reportagem do Diário do Nordeste que pretende continuar como comunicador e tocando o seu mandato na Câmara Federal. Na campanha, porém, declarou que será oposição ao atual prefeito.

Valim não afirma, mas amigos seus falam da frustração dele com a direção estadual do partido, que sempre evitou tratar de sua postulação a prefeito. Com a decisão dele, aumentam as chances de o PMDB apoiar uma das pré-candidaturas já colocadas, sendo a de Wagner Sousa (PR) a preferida da bancada da sigla na Assembleia Legislativa do Ceará. Valim disse que até o fim desta semana, ou até a primeira quinzena de julho, o presidente da legenda, senador Eunício Oliveira, deve reunir o grupo para decidir os rumos na capital cearense, uma vez que o partido pouco tem discutido o tema.

Em recente entrevista ao Diário, o dirigente chegou a dizer que até ele poderia se colocar como possível candidato peemedebista em Fortaleza, o que alguns de seus correligionários acreditam ser pouco provável.

O que pode acontecer, segundo alguns afirmam nos bastidores da política local, é o PMDB indicar um nome para vice-prefeito em uma candidatura opositora à atual gestão de Roberto Cláudio. O nome mais provável, devido aos apoios que vem conquistando, é o de Wagner Sousa, que, oficialmente, tem o apoio do PSDB, e está em negociações avançadas com o Solidariedade. Heitor Férrer (PSB) não deve ter o apoio da sigla peemedebista devido a desavenças políticas com o grupo.

Afastamento

A partir de hoje, radialistas ou jornalistas que são pré-candidatos e que tenham programas ou façam comentários no Rádio e na Televisão têm que se afastar das funções. Caso descumpram a lei, estarão sujeitos à impossibilidade de serem candidatos e a emissora de rádio ou televisão terá que pagar multa pecuniária. Valim, que é apresentador de programa policial, afirmou que não vai abrir mão do programa e muito menos deixar de trabalhar na Câmara Federal, Casa para a qual foi eleito em 2014.

“Eu fico muito feliz por estar sendo lembrado pelo presidente do partido e meus colegas. Fico honrado, mas estou numa missão muito árdua em Brasília, que nesse momento requer minha presença. Vou cumprir minha missão lá como deputado federal, mas não vou me omitir de participar do pleito da Capital. Estarei aqui nas trincheiras onde o PMDB estiver”, disse.

O parlamentar evitou dizer qual das pré-candidaturas postas mais atraem o seu interesse, ressaltando que vai apoiar aquele nome que o partido definir. Segundo ele, o PMDB tem musculatura política e eleitoral para atrair muitos votos na Capital, além dos votos que o senador Eunício Oliveira obteve em 2014, quando da disputa majoritária no Estado. “O povo de Fortaleza está descontente, e eu vou estar do lado do bloco que vai fazer oposição para esse modelo atual”, ressaltou Valim.

Preferência da bancada

Para peemedebistas na Assembleia Legislativa, como Agenor Neto e Tomaz Holanda, o melhor nome para se apoiar no pleito deste ano é Wagner Sousa, até porque, segundo os deputados, ele teria contribuído para a vitória de Eunício na Capital e Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) quando das eleições para o Governo do Estado em 2014.

O líder do partido na Assembleia, Audic Mota, disse que, caso não se apresente um candidato próprio, o apoio a Wagner é uma situação a ser avaliada. Danniel Oliveira, por sua vez, afirmou que há boas chances de o apoio acontecer, mas isso vai depender de uma definição do presidente estadual juntamente com o diretório.

O nome de Gaudêncio Lucena, atual vice-prefeito de Fortaleza, pode ser o indicado pela legenda para ser o pré-candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo PR. Isso porque ele já tem conhecimento da máquina, uma vez que trabalhou na gestão de Roberto Cláudio, apesar de ter se afastado após o racha entre o PMDB e o atual prefeito. Para correligionários, Lucena também teria boa concepção das dificuldades da cidade.

Silvana Oliveira disse que, ainda no início do mês de julho, o impasse deve se resolver, e ela tem sido uma das entusiastas da candidatura própria, inclusive, com indicação de Lucena para disputar a Prefeitura da Capital.

09:52 · 30.03.2016 / atualizado às 09:52 · 30.03.2016 por
O grupo que se encontrou com deputados representava a Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos FOTO: José Leomar
O grupo que se encontrou com deputados representava a Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos FOTO: José Leomar

Por Miguel Martins

Os deputados do PMDB na Assembleia Legislativa receberam uma comitiva de representantes da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos que apresentaram aos parlamentares uma moção de apoio à decisão da sigla em romper com o Governo da presidente Dilma Rousseff. Os peemedebistas na Casa reforçaram a decisão do grêmio, como mostrada, ontem, em matéria no Diário do Nordeste, de saída da base governista, ressaltando ainda que a posição no Legislativo cearense sempre foi de oposição ao PT.

“Diante de um Governo paralisado, o País vai mergulhando célere nas águas turvas de uma crise sem precedentes. Diante desse quadro caótico cresce a repulsa popular à pistolagem política que degradou o conteúdo substantivo da democracia brasileira. A revolta se direciona em especial às ações espúrias protagonizas pelo PT, um circo de horrores revelado pelas investigações da Operação Lava-Jato”, diz o texto de moção.

Os membros da Frente Cearense pelo Impeachment, que representaram a Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, disseram ainda que a insatisfação com a presidente Dilma é reverberada cotidianamente em ações populares, como panelaços, repúdio a autoridades em locais públicos, culminando com as manifestações do dia 13 de março passado, considerado a maior já feita com objetivos políticos. De acordo com dados dos movimentos que participaram do ato pró-impeachment, ao todo foram mais de 6 milhões de pessoas pedindo a saída da presidente Dilma do Governo.

No documento, os membros da Frente disseram ainda que o PMDB tem se posicionado ao arrepio do desejo da população, “que não aceita ser comandada por uma presidente inepta, mentirosa, protetora de corruptos, invasores de terras, sequestradores e depredadores do patrimônio alheio”. Nesta parte, eles se referem a movimentos pró-Governo como o Movimento dos Sem Terra (MST) e Central Única dos Trabalhadores (CUT)

“Causa-nos repulsa observar a cooptação do PMDB como partido âncora da base aliada, funcionando no jogo mercenário do toma-lá-dá-cá, pelo qual votos dos parlamentares são trocados por cargos e verbas balcão de negócios da presidência da república”, diz o movimento na carta que conclui afirmando estar atento à conduta dos parlamentares para que eles honrem a história do PMDB, desligando-se do Governo petista e apoiando o processo de impeachment de Dilma.

Após entregarem o material aos deputados peemedebistas presentes à reunião, os membros da Frente Cearense pelo Impeachment aplaudiram a atitude do PMDB do Ceará que decidiu pelo rompimento com o Governo um dia antes da reunião da executiva nacional. Conforme informou ao Diário do Nordeste o presidente do partido no Ceará, Eunício Oliveira, a tendência era de rompimento, bem como deixar os cargos que se tem na administração pública à disposição do Governo Federal.

Um dos membros fundadores do Instituto Democracia e Ética, o procurador do Estado Fredy Bezerra de Menezes, que participou do encontro, afirmou que a intenção do grupo era pedir ao PMDB a saída do Governo. “Queremos reforçar que vocês estão do lado do povo brasileiro, e dizer que queremos reconstruir o Brasil. E que o PMDB sempre escolha ficar do lado do povo brasileiro, porque temos que mudar a forma de fazer política no Brasil”.

Estavam presentes à reunião os deputados Audic Mota, Danniel Oliveira, Silvana Oliveira e Leonardo Araújo, além da ex-deputada Eliane Novais. De acordo com o líder da bancada, Audic Mota, a posição de distanciamento do Governo já era defendida pela bancada cearense do PMDB na Assembleia Legislativa desde as eleições de 2014. “Nós defendíamos esse desligamento do PT há bastante tempo, desde as eleições”.

Segundo ele, o PMDB do Ceará não aderiu ao projeto petista ainda durante as disputas eleitorais de 2014. O peemedebista disse ainda que o Partido dos Trabalhadores quer transformar o Brasil na “República Federativa do PT”. No entanto, o parlamentar ressaltou que, por ser uma decisão política, deve ser pensada com maturidade e não tomada de forma instantânea, por isso foi necessário aguardar o prazo de um mês para que o veredito fosse dado.

“Tivemos ansiedade muito grande com a convenção nacional, mas com a maturação que foi feita, acreditamos que esse seja o momento mais adequado para fazer isso. Nossa missão daqui para frente é deixar o partido coeso e unido para trazer mais gente pela vontade popular que é o impeachment”, afirmou Audic Mota. Ele ressaltou ainda que o PMDB vai ser protagonista nas decisões políticas no Brasil nos próximos anos.

09:24 · 29.03.2016 / atualizado às 09:24 · 29.03.2016 por
José Guimarães disse que Michel Temer lidera um golpe contra o governo
José Guimarães disse que Michel Temer lidera um golpe contra o governo

Por Antônio Cardoso

O líder do Governo na Câmara Federal, deputado José Guimarães (PT), diz duvidar que peemedebistas queiram “abrir mão” do espaço que têm no Governo Federal. “Por mais que Temer esteja no comando desse golpe, eles não querem perder o lugar no Governo”. Os ministros Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Marcelo Castro (Saúde) já afirmaram que, se preciso, voltarão à Câmara Federal para votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O PMDB comanda, atualmente, os ministérios da Saúde, Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, Agricultura, Turismo, Aviação Civil e Portos. Guimarães avalia que o melhor neste momento seria a manutenção do PMDB na base, mas não haveria disposição por parte do governo de “adular” os peemedebistas.

Na avaliação do presidente estadual do PT, De Assis Diniz, o prazo para tomada de decisão e todo o trajeto percorrido até então mostram a dimensão do “oportunismo” do vice-presidente Michel Temer. “As pedaladas fiscais são se configuram crime de responsabilidade e, mesmo que fossem, ele (Temer), em vários momentos, assumiu a presidência. Portanto, também seria culpado”, observa.

De Assis defende que essa seria a natureza de parte do PMDB que se diferencia da outra que é formada por pessoas responsáveis e de bom senso. Ele lamenta que o partido esteja construindo agenda com o PSDB, pautada na “limitação de direitos sociais e trabalhistas”. “A pauta não é simplesmente tirar a presidente Dilma do poder, mas construir uma hegemonia liberal de olho na Petrobras e com intervenções nas leis trabalhistas, bem como nos programas sociais como o Bolsa Família”, declarou.

Nebuloso

O presidente petista classifica o cenário como “ainda muito nebuloso” e passível de mudanças. Questionado se a relação entre PT e PMDB estaria desgastada o suficiente para impossibilitar a manutenção da “parceria”, ele assegura que há, de fato, desgaste, mas que seria necessário superá-lo para a retomada do desenvolvimento do país.

De Assis acredita que a manutenção da base faria a economia voltar a girar. “Se voltar a melhorar a economia, tudo será resolvido e todas as questões serão superadas”, opina.

Para o deputado Elmano de Freitas, se o PMDB se afastar e a presidente Dilma superar o impeachment, o País tem “quadro técnico” e “personalidades” que dominam as áreas necessárias para o desenvolvimento nacional. “Tem gente com qualidade, independente de posicionamento partidário, mas com técnica suficiente para administrar”.

“Evidentemente que o rompimento trará maiores dificuldades na base política, mas isso não significa que será reduzida a capacidade que o governo tem, de operacionalizar”, completa.

08:47 · 22.03.2016 / atualizado às 08:47 · 22.03.2016 por
Vitor Valim é apontado como candidato a prefeito do PMDB, mas não se pronunciou sobre o assunto
Vitor Valim é apontado como candidato a prefeito do PMDB, mas não se pronunciou sobre o assunto

Por Miguel Martins

O presidente do PMDB Ceará, o senador Eunício Oliveira, defende a pré-candidatura de Vitor Valim para prefeito de Fortaleza e uma aliança, já no primeiro turno, de todas as forças de oposição ao Governo Roberto Cláudio na Capital. No entanto, Valim, que é deputado federal, ainda não se manifestou sobre o convite e, recentemente, durante a chamada “janela partidária”, esteve em negociação com siglas aliadas da atual gestão.
Na última sexta-feira, em evento de filiação em Fortaleza, o PMDB filiou os vereadores Vaidon e Tamara Holanda, egressos do PSDC, bem como o deputado estadual Tomaz Holanda e o deputado federal Moses Rodrigues. Outros 62 vereadores, segundo informou Oliveira, se filiaram à legenda durante o ato.

“Temos uma candidatura posta, a do deputado Vitor Valim. Agora cabe a ele querer ou não ser candidato. Não tenho essa preocupação do ponto de vista pessoal ou partidário. Tenho é muita responsabilidade com o partido, o que muitas pessoas aí não têm”. Eleito vereador duas vezes, Valim está no primeiro mandato de deputado federal.
Eunício destacou que o partido, além da candidatura, pode contar com apoio de PSDB, PTN, SD, PR e até PSB. Tal apoio, segundo informou, pode se dar no primeiro ou segundo turnos da campanha, o que deve ser costurado nos próximos meses.

“Não tenho dúvidas que estaremos juntos no primeiro ou segundo turnos. Vamos unificar toda a oposição. No meu entendimento, todo mundo poderia ir junto no primeiro turno. Mas se não, vamos unidos no segundo”.

Apoios

O problema é que PR e PSB têm pré-candidaturas postas, as dos deputados Wagner Sousa e Heitor Férrer, respectivamente. Os dois já buscam alguns apoios na Capital, como do PSDB.

Eunício Oliveira diz acreditar na força dos votos que recebeu em 2014, quando foi candidato a governador, para impulsionar possível candidatura peemedebista à disputa na Capital. No primeiro turno, ele foi vitorioso com 56% dos votos e, no segundo, com 57%, o que aponta, segundo ele, o desejo de mudança da população da Região Metropolitana de Fortaleza.

“Temos que arrumar isso que está aí. Mas será a população quem vai dizer se está satisfeita com o transporte, com a limpeza, com a segurança”, alega.

12:13 · 12.03.2016 / atualizado às 12:13 · 12.03.2016 por

A bancada cearense do PMDB está em Brasília, neste sábado, onde participa da Convenção Nacional do partido. Dos deputados estaduais, viajaram: Audic Mota, Danniel Oliveira, Leonardo Araújo, Carlomano Marques e Agenor Neto. Apenas Walter Cavalcante e Dra. Silvana não marcaram presença. Silvana diz que perdeu o voo na sexta-feira. “Tudo aconteceu como deveria, visto que poucas horas depois de perder a viagem soube do falecimento de uma tia. Se tivesse ido teria que voltar antes da convenção que muito gostaria de ter participado”, lamenta Silvana. Entre os deputados federais, participaram Vitor Valim e Moses Rodrigues. Antes de seguirem para a Convenção a comissão cearense esteve na casa do senador Renan Calheiros onde, acompanhada do senador Eunício Oliveira afinaram o discurso de “mudança nos rumos do País”, como afirmou, por telefone, o deputado Danniel Oliveira. Da mini reunião, participaram ainda o vice-presidente Michel Temmer e o ex-presidente da República José Sarney.

Ainda de acordo com Danniel, a representação peemedebista do Ceará se apresenta com uma das maiores. “São representantes das mulheres, da juventude que participa desse momento importante não apenas para o PMDB, mas para o destino do Brasil”.
Durante a convenção o principal partido da base aliada do Governo Dilma se mostrou dividido. Enquanto uma parcela pedia a manutenção do apoio ao governo, outra, liderada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ), pregava o afastamento.

09:02 · 07.03.2016 / atualizado às 09:02 · 07.03.2016 por
O presidente do PMDB teme perder, por exemplo, o ex-presidente da Câmara de Fortaleza Walter Cavalcante. FOTO: JOSE LEOMAR
O presidente do PMDB teme perder, por exemplo, o ex-presidente da Câmara de Fortaleza Walter Cavalcante. FOTO: JOSE LEOMAR

Em reunião com a bancada do PMDB na última sexta-feira, em Fortaleza, o presidente do partido no Ceará, o senador Eunício Oliveira, se mostrou preocupado com a possível saída de membros da legenda para agremiações aliadas do Governo Camilo Santana. A maior preocupação dele, no entanto, é com a desfiliação de Walter Cavalcante, ex-presidente do grêmio em Fortaleza e ex-presidente da Câmara Municipal da Capital cearense.

No encontro, ele também disse estar disposto a dar legenda ao deputado federal Vitor Valim para a disputa á Prefeitura de Fortaleza, o que poderia mudar o cenário político das eleições municipais neste ano. Ao Diário do Nordeste, no entanto, o parlamentar disse que não há nada concreto, e que talvez nesta semana as movimentações podem dizer que atitude ele deve tomar.

Líder do PMDB diz que Valim precisa ter coragem e disposição para ter apoio da sigla

Há negociações para que Valim siga para o PSC. Mas não há nada certo até então. Segundo o líder do PMDB na Assembleia, Audic Mota, se o deputado Vitor Valim “tiver coragem e disposição, terá o apoio do partido”. A reunião de sexta ocorreu na casa de Eunício Oliveira, onde foi feito uma avaliação da conjuntura nacional, estadual, e principalmente, municipal.

O dirigente pediu união dos membros do partido, e sobretudo “resistência”. Participaram do encontro Audi Moa, Silvana Oliveira, Walter Cavalcante, Leonardo Araújo e Carlomano Marques. Agenor Neto não compareceu e justificou a ausência, pois estava viajando.

16:12 · 15.01.2016 / atualizado às 16:12 · 15.01.2016 por
Segundo o secretário-geral da legenda, João Melo, em Fortaleza, ex-vereadores e parentes de parlamentares deverão se candidatar a vereador
Segundo o secretário-geral da legenda, João Melo, em Fortaleza, ex-vereadores e parentes de parlamentares deverão se candidatar a vereador

Por Miguel Martins

O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) no Ceará pretende lançar candidatura majoritária, em Fortaleza e em alguns dos principais municípios do Estado. Segundo o secretário-geral da legenda, João Melo, na capital cearense, ex-vereadores e parentes de parlamentares deverão ter suas candidaturas homologadas para disputar uma vaga na Câmara Municipal.

Em Fortaleza, não existe um diretório e, desde o ano passado, o ex-vereador Willame Correia é quem comanda os trabalhos da comissão provisória montada. De acordo com Melo, o partido firmou compromisso de, em regra geral, se propor a lançar candidaturas em todos os municípios onde a agremiação tiver base suficiente para a disputa eleitoral. Nas localidades onde a sigla não tenha força, vai buscar fazer alianças, apoiando candidaturas majoritárias e apresentando um candidato a vice.

“Estamos seguindo essa regra e reforçando nosso intuito nos encontros regionais, que continuarão sendo realizados em 2016, de janeiro a junho, quando a gente vai escolher as regiões onde a situação seja mais propícia para a disputa e fortalecendo a candidatura de alguém que se dispõe a concorrer”, ressaltou.

Segundo informou, há uma pré-agenda dos encontros regionais do PMDB, que ainda deve ser analisada pelo presidente do partido no Estado, o senador Eunício Oliveira. Em seguida, será feito o cronograma de visitas em regiões do Estado.

Reivindicações

Ainda conforme João Melo, algumas reivindicações foram feitas por partidários em municípios da Região do Maciço do Baturité, de Canindé, do Centro Sul e de outras localidades. Em Fortaleza, de acordo com ele, não há ainda uma definição sobre os encontros regionais, o que deve ser realizado ao final de todo o processo, dependendo das alianças a se formarem.

João Melo ressaltou que, em avaliação preliminar, que deve ser concluída após o término dos encontros regionais, Sobral, por exemplo, está na lista daqueles municípios em que o partido vai para a disputa majoritária como cabeça de chapa, assim como Juazeiro do Norte, com perspectiva de apoio à reeleição de Raimundo Macêdo, e no Crato, onde o partido terá candidatura própria, uma vez que o atual prefeito, Ronaldo Gomes de Matos, que foi eleito pelo PMDB, se desfiliou da sigla. Na Região do Sertão Central, Quixadá é um dos municípios onde o partido acredita ter chances de vitória.

“São vários os municípios onde estamos tendo decisão complementar. Em Fortaleza teremos candidatura própria. Não temos definição de qual o nome, mas a procura de nome começa pelo vice-prefeito, que já é vice-prefeito, e a partir daí temos nome com avaliação muito boa, como Vitor Valim, que está muito bem avaliado”, disse. Para Melo, caso Valim se sustente como possível candidato nos próximos meses, será a escolha da legenda.

João Melo ressaltou também que, em Fortaleza, o PMDB vai avaliar os interesses de aliados que estiveram juntos na disputa para governador, em 2014, como PSDB, PR e PPS, que participaram do projeto.

Vereadores

De acordo com o responsável pela comissão provisória em Fortaleza, o ex-vereador Willame Correia, atualmente existem 98 pré-candidatos a vereador para a Câmara Municipal, com possibilidade de candidatura própria para a Prefeitura, com o nome de Valim sendo o mais cotado.

“O PMDB vai ter candidatura própria e está se organizando para fazer de cinco a seis vereadores em Fortaleza”, opina o dirigente. Hoje, segundo ele, o partido só tem um representante no Legislativo Municipal da capital cearense, alegando que outros três foram liberados para ingressarem em outras legendas. Já o vereador Carlos Mesquita foi expulso do partido.

Na Câmara Municipal, somente Magaly Marques representa o partido. Luciram Girão, Marcus Teixeira e o suplente Paulo Gomes foram liberados após pedirem desfiliação, diz Correia. “Tomamos a decisão para que fossem buscar um novo partido”.
Os pré-candidatos com maior densidade eleitoral, segundo ele, são os ex-vereadores Eliane Novais, Glauber Lacerda e Jorge Vieira, além do próprio Willame Correia, Samuel Marques, filho de Magaly Marques, e a mãe da deputada federal do PT Luizianne Lins, Luiza Lins.