Egídio Serpa • Publicado às: 6:26 • 29/09/2008
Você sabia? O programa Ecoelce — promovido pela Companhia Energética do Ceará (Coelce) para a troca de lixo reciclável por desconto na conta de luz — foi um dos dez ganhadores da edição 2008 do World Business and Development Awards (WBDA), um prêmio concedido pela Organização das Nações Unidas como reconhecimento à contribuição do setor privado e da atividade empresarial aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) da ONU. O prêmio foi recebido por Jesús Abadia, diretor de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Endesa, grupo espanhol com sede em Madri e que controla o capital da Coelce.
Meio Ambiente
Egídio Serpa • Publicado às: 6:23 • 29/09/2008
Festa no Estado das Alagoas, cujos jornais noticiam que a campanha Brasil Sensacional, lançada pelo Ministério do Turismo para promover o País nos EUA e na Europa com o objetivo de atrair turistas estrangeiros, incluiu a cidade de Maceió em seus filmes. Saçvador, Recife e Manaus também entraram. Mas Fortaleza, cuja prefeita Luizianne Lins é do PT, mesmo partido do ministro do Turismo, Luiz Barreto, e do presidente Lula, ficou fora do filme.
Turismo
Egídio Serpa • Publicado às: 6:20 • 29/09/2008
Uma crise, qualquer que seja ela, abre sempre uma janela de oportunidades. Na atual crise – que teve início nos EUA e já se propagou pela Europa – sugerem os operadores do mercado financeiro, a hora é de fusão e de incorporação. Geraldo Gadelha, mestre em finanças pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e diretor da cearense Pax Corretora, uma empresa do cearense Grupo Pague Menos, afirma: “Neste momento, a empresa capitalizada tem a grande chance de ampliar seu share de mercado pela incorporação de empresas não tão saudáveis. Aqui no Ceará, essa possibilidade existe”. E que empresas não estão tão saudáveis aqui?, perguntou este blog. E ele responde de bate-pronto: “Pergunte às empresas de consultoria, que elas responderão”. Mas um consultor de empresas, logo procurado pelo blog, desculpou-se: “Não me comprometa”.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 6:11 • 29/09/2008
Leiam a matéria a seguir, publicada pelo New York Times e transcrita pela Folha de S. Paulo. Ela revela que o presidenciável McCain, do Partido Republicano, o mesmo do presidente Bush, é viciado em jogo e tem estreitas ligações com os cassinos dos Estados UNidos: “John McCain atirava fichas de US$ 100 numa mesa de jogo de dados no cassino Foxwoods Resort, em Connecticut. Ao fim da longa sessão, às 2h30, o senador e seus companheiros saíram com milhares de dólares. McCain aposta em jogos de azar a vida toda e sempre assumiu riscos. Naquela noite ele estava jogando dados após ver fracassar sua tentativa de ser indicado candidato presidencial. Sua derrota se deveu à base evangélica do Partido Republicano, que combate o jogo. McCain estava apostando num cassino que ele próprio supervisionava, como membro da Comissão do Senado para Assuntos Indígenas, e, segundo três de seus associados, o estava fazendo na companhia do lobista que representa o cassino. Essa noite de sorte é simbólica pelo relacionamento estreito que McCain forjou com a indústria do jogo e seus lobistas. Tendo sido duas vezes presidente da Comissão de Assuntos Indígenas, o senador já fez mais que qualquer outro para moldar as leis que regem os cassinos dos EUA, ajudando a transformar o negócio do jogo indígena numa indústria que movimenta US$ 26 bilhões por ano. Ao longo dos anos, várias facções da indústria do jogo se beneficiaram em cultivar uma relação com McCain ou contratar alguém que o tenha. É o que revela um estudo baseado em mais de 70 entrevistas e milhares de páginas de documentos. — Laço com o jogo — McCain se retrata como político independente e não influenciado por interesses especiais. Em sua campanha atual, porém, mais de 40 de seus principais assessores e arrecadadores já fizeram lobby ou trabalharam por interesses do jogo. O candidato se negou a dar entrevista. Em respostas escritas, sua campanha disse que o senador tem “orgulho justificável” de seu histórico na regulamentação do jogo indígena. Ao longo de sua carreira McCain já enfrentou interesses especiais. E talvez nenhum outro episódio tenha beneficiado sua imagem de reformador mais do que a investigação pelo Congresso, sob sua égide, de Jack Abramoff, o lobista do jogo indígena que virou símbolo nacional da cultura do pagar para jogar em Washington e cuja prisão levou à maior reforma sobre lobbies desde Watergate. Mas entrevistas e registros mostram que lobistas e assessores políticos do círculo próximo de McCain ajudaram, nos bastidores, a levar os delitos de Abramoff à atenção do senador -e então se beneficiaram com a investigação. O estrategista-chefe de McCain, por exemplo, recebeu US$ 100 mil ao longo de quatro meses por seu trabalho de consultor de uma tribo envolvida na investigação.
Após o escândalo, McCain parou de aceitar doações de tribos para suas campanhas. Algumas tribos se sentiram ofendidas, sobretudo porque McCain continuava a aceitar dinheiro dos lobistas das tribos. O ressentimento entre os indígenas aumentou quando McCain, que preparava outra tentativa de conseguir a indicação presidencial, identificou o crescimento do setor do jogo tribal como uma de três questões que estariam “fora de controle” -as outras duas eram os gastos do governo federal e a imigração ilegal. McCain então começou a analisar a fundo se as leis existentes eram suficientes para fiscalizar o setor crescente. Sua campanha disse que o crescimento do setor tinha imposto “estresse considerável” aos reguladores, e McCain promoveu audiências para discutir se o governo federal precisava aumentar seu poder fiscalizador.
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 5:54 • 29/09/2008
Bancos importantes na Alemanha e na Bèlgica enfrentam problemas e podem ser estatizados, também, como nos EUA, onde hoje o Congresso vota um pacote de U*S$ 770 bilhões para livrar da crise o seu sistema financeiro. Segundo a Agência Estado, os políticos dos Estados Unidos divulgaram um acordo de US$ 700 bilhões para salvar Wall Street e encerrar a crise de crédito global. As medidas irão permitir que o Tesouro compre as dívidas podres de bancos em dificuldades nos EUA. Em troca, o governo ficará com uma fatia dessas firmas, o pagamento dos chefes dos bancos será limitado e o socorro será monitorado de maneira independente. As informações sobre o acordo estão disponíveis no site do governo (www.financialservices.house.gov). Esta é a maior intervenção nos mercados desde a Grande Depressão nos anos 30. A líder democrata e porta-voz do Congresso, Nancy Pelosi, em discurso há pouco na TV endereçou uma mensagem à Wall Street: “A festa acabou”. Ela disse que o “acordo bipartidário” não é um socorro a Wall Street, mas algo que visa garantir quer “os empregos estão a salvo”. O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, disse que os americanos têm toda razão para estarem preocupados e mesmo nervosos diante da “ganância de Wall Street” e falta de regulação. Nas últimas duas semanas, a crise de crédito global fez com que muitas instituições enfrentassem problemas de liquidez, sem conseguir dinheiro para conseguir manter seus negócios diários. Na maior falência de um banco nos Estados Unidos, o Washington Mutual foi tomado por reguladores do governo e vendido ao JPMorgan Chase. As informações são de agências internacionais. — CRISE CHEGA À BÉLGICA — Uma oferta informal feita pelo BNP Paribas pelo rival Fortis teria sido rejeitada pela Bélgica em favor da estatização do banco, segundo fontes ligadas ao governo belga. Segundo fontes, o BNP Paribas fez uma oferta informal de 1,6 euro por ação pelo Fortis e buscava garantias do governo para futuras perdas no Fortis de até 6 bilhões de euros (US$ 8,78 bilhões). O Fortis caiu 20% nas negociações em Bruxelas há dois dias diante dos temores de que o banco teria dificuldades em levantar 8,3 bilhões de euros (US$ 12 bilhões). O banco disse na sexta-feira que sua situação é “sólida”. Executivos e oficiais do governo estariam considerando a possibilidade de vender uma parte ou todo o banco. Segundo analistas, o Fortis falhou em restaurar a confiança por si próprio e agora isso só pode ser feito com a ajuda de instituições reguladoras ou concorrentes. As ações do Fortis já desvalorizaram 71%. Uma “estatização temporária” do Fortis está se tornando mais provável na medida em que as conversas com possíveis compradores não estão indo bem. Os executivos do Fortis estavam em conversas com o ING Groep e o BNP Paribas neste domingo, embora os preços colocados na mesa foram considerados muito baixos pelo banco e pelo governo. As informações são de agências internacionais. — NA ALEMANHA – O banco alemão Hypo Real Estate está tendo conversações urgentes com o regulador bancário alemão Bafin e o Ministério das Finanças para solucionar os problemas de refinanciamento do banco em meio à crise de crédito, disseram fontes próximas à situação. O banco, que empresta dinheiro para projetos imobiliários e para governos, está estudando medidas como vendas de ativos, disse uma fonte. O Hypo Real Estate, o Bafin e o ministério preferiram não comentar a notícia. “Está sendo feito de tudo para encontrar uma solução”, disse uma fonte. “Há uma série de opções. O banco pode, por exemplo, vender ativos.” As conversações começaram no final de semana, após uma forte queda do preço das ações do Hypo, e continuam, segundo as fontes. O Hypo é particularmenwte vulnerável ao congelamtento do setor de empréstimos bancários. Ao contrários de outros bancos, o Hypo não tem depósitos de clientes para se apoiar em um momento em que as instituições financeiras estão cada vez mais relutantes em emprestar dinheiro umas para as outras.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 5:41 • 29/09/2008
Naquele tempo, Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel”. Jesus disse: “Tu crês porque te disse: ‘Eu te vi debaixo da figueira?’ Coisas maiores que esta verás!” E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”.
Fé em Deus
Egídio Serpa • Publicado às: 7:13 • 28/09/2008
Vale a pena ler a Leveza Dominical da coluna É…, do jornalista Neno Cavalcante, no Diário do Nordeste de hoje. Eis um trecho dela: Um tanto pesadinhas. 1 - O japonês casa e vai passar a lua-de-mel em luxuoso hotel. O casal vai para o apartamento, a mulher veste a camisola, deita na cama e depara com cena insólita: o japonês saindo do banheiro enrolado no jornal como se fosse uma saia. “Mas o que é isso? Você enlouqueceu”? - pergunta a mulher. E ele: “Você sabe, né, jornal sempre aumenta tudo, non”? 2 - Mulher pergunta ao marido: “Meu bem, o que você faria se soubesse que o mundo iria acabar daqui a dez minutos”? “Ora, eu faria amor com você, querida”. E ela: “E nos outros nove minutos e meio”? — Leveza dominical 2 — Trechos de versos do cearense Hilton Matos Costa: “O tempo faz e não diz/ político diz e não faz/ se o tempo traz e leva/ político leva e não traz./ E quando traz é o osso/ completamente roído/ quando pega o que é nosso/ nos deixa desprevenidos./ O político é o gigante e o povo é o anão/ ele farto de iguarias/ e pro povo farta pão./ Se político fosse bicho/ na certa seria cobra/… — Leveza dominical 3 — …”com o dinheiro do povo/ come, bebe, luxa, esnoba/ nunca cumpre o que promete/ se o povo fala se afoba/ quando vê os eleitores/ para não ter dissabores/ em toda esquina ele dobra./ Ele pra fugir de pobre/ é como o diabo da cruz/ mais ligeiro que vampiro/ quando o dia traz a luz/ só anda em carro fechado/ ou coberto com capuz/ ele levando pro bolso, o pobre levando atrás”.
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 7:07 • 28/09/2008
Da coluna De Brasília, do repórter Rangel Cavalcante, no Caderno Negócios do Diário do Nordeste: Logo agora, que o presidente Lula vive um bom relacionamento com os jornalistas, graças em parte ao trabalho do ministro da Comunicação, Franklin Martins, e se declara “um produto da liberdade de imprensa”, os ministros da Defesa, Nelson Jobim, e Tarso Genro, da Justiça, inventam um projeto visando a punir os jornalistas e meios de comunicação pelas informações que divulgam. E mais, querem acabar com a garantia ao sigilo da fonte, uma das prerrogativas pétreas do jornalista em todo o mundo democrático. Nem a ditadura militar, que abominava qualquer tipo de liberdade que não a do arbítrio, chegou a tanto. Jobim e Genro andam na contramão de Lula. Mas nada surpreende do ministro da Defesa. Jobim é uma espécie de “uma solução para cada problema” - para lembrar aqui o velho slogan da Casa Crescêncio. Foi ministro da Justiça de FHC, a quem serviu com lealdade canina. Nomeado ministro do Supremo, ganhou fama ali pela dedicação com que servia ao Executivo, a ponto de ser conhecido nacionalmente como “líder do governo no Supremo”. Ainda no STF, já no consulado Lula, também não se furtava a mostrar serviço, como fez ao insistir em votar, sem necessidade - era o presidente da Corte, que só costuma votar em casos de empate - contra os aposentados na inconstitucional e criminosa criação da contribuição previdenciária. A ele se deve também, como deputado federal, a absurda emenda que criou os “brasileirinhos apátridas”, negando cidadania a centenas de milhares de crianças nascidas no exterior, filhas de pais brasileiros, só recentemente em parte revogada, graças a um projeto de emenda constitucional do ex-senador Lúcio Alcântara. No Ministério da Defesa tem sido pródigo em gerar confusões, como essa que agora envolve a comunidade de informações do governo. Sua idéia mais brilhante foi a de exigir das companhias de aviação, que não o levaram a sério, mais espaço entre as cadeiras nos aviões, para acomodar o próprio corpanzil de 1,90m a bordo. O presidente Lula precisa cortar pela raiz essa erva daninha inventada pelo senhor Jobim, que, sem dúvida, chegou ao ministério muito atrasado. Em pelo menos 30 anos.
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 7:01 • 28/09/2008
As 138 mil lojas de material de construção no país registraram forte redução da demanda nas duas últimas semanas, revela a associação do setor, segundo noticia a Folha de S. Paulo. “O varejo de material de construção sentiu uma retração anormal nas vendas nos últimos 10 ou 12 dias”, disse Cláudio Elias Conz, presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) e membro do Conselho Curador do FGTS. A demanda do varejo responde por 77% da receita da indústria de material de construção. Segundo ele, o comportamento do consumidor é reflexo direto das notícias da crise financeira no mercado mundial. “As informações sobre a crise influenciaram e influenciam o consumidor neste momento”, afirmou. Os números deste mês devem apontar a redução da demanda no varejo.
A previsão, segundo Conz, era o crescimento superar o ritmo anterior, de 9,5%, alcançando até 10%. “Acho que as vendas deste mês devem registrar expansão inferior a 9,5%.” Por enquanto, diz ele, a influência é apenas “psicológica”. Não há ligação entre a crise financeira internacional e o sistema de financiamento habitacional no Brasil. Conz afirma que as duas principais fontes de recursos (a caderneta de poupança e o FGTS) não possuem nenhuma relação com os títulos podres que contaminam os balanços dos bancos nos Estados Unidos
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 6:32 • 28/09/2008
Da Folha de S. Paulo, em matéria do repórter Fernando Rodrigues: A uma semana da eleição para prefeitos, o PT aparece descolado das outras legendas e surge como o favorito no maior número de capitais e cidades grandes, de acordo com as pesquisas de opinião disponíveis.
Uma compilação de levantamentos de intenção de voto aponta candidatos petistas no páreo em 33 das 79 mais importantes cidades do país. O PMDB e o PSDB estão bem posicionados em 22 e 20 cidades, respectivamente. O DEM é competitivo em 12, seguido de perto por PDT (9), PP (7) e PSB (6). Essas 79 cidades incluem as 26 capitais e os 53 municípios com mais de 200 mil eleitores (onde pode haver segundo turno caso nenhum candidato obtenha pelo menos 50% mais um dos votos). Já batizado entre políticos de G-79, esse grupo tem relevância política porque abriga 46,8 milhões de eleitores, o equivalente a 36,4% dos habilitados a votar para prefeito domingo que vem. Haverá eleição em 5.563 cidades. Hoje o PT governa diretamente 17 cidades do G-79 (9,4 milhões de eleitores). Se tiver sucesso nas 33 nas quais seus candidatos estão em primeiro lugar ou em condições de ir ao segundo turno, os petistas governarão 24,9 milhões de eleitores no G-79 a partir de 2009.
Desde 1986, época do auge do Plano Cruzado e da hegemonia máxima do PMDB, nunca um partido esteve tão próximo de dominar tantas administrações municipais em grandes centros como o PT nesta eleição. Em 2004, o G-79 era apenas G-72 (menos cidades tinham mais de 200 mil eleitores). Às vésperas daquele pleito, havia uma estatística para esse conjunto de municípios mostrando 23 petistas em primeiro lugar ou em segundo empatados com os primeiros na margem de erro. Os petistas acabaram elegendo 18. Se se considera esse núcleo de candidatos mais competitivos hoje, o PT está bem posicionado em 27 cidades grandes ou capitais -em primeiro lugar isolado ou empatado com os primeiros colocados. Também por esse critério o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está à frente dos demais: o PMDB tem 19 candidatos nessa situação, seguido pelo PSDB (16) e pelo DEM (7). PSDB e o DEM, partidos cujos candidatos mais se mostram contrários às políticas do PT, não estão em situação muito diferente de outras eleições em grandes centros. Desde 1996, o DEM (ex-PFL) nunca esteve em mais do que oito dos municípios do G-79. Hoje, governa quatro e está no páreo em 12. O PSDB tem prefeitos em 15 cidades do G-79. No auge do Plano Real, em 1996, ganhou a eleição em 18 dessas localidades -um recorde tucano. Os 20 candidatos no páreo agora estão dentro da média da sigla. As pesquisas consideradas nesta reportagem estão todas registradas na Justiça Eleitoral e atendem formalmente aos requisitos legais. Há casos em que os levantamentos foram pagos por partidos políticos. Na tabela publicada nesta página é possível identificar a origem de todos os levantamentos.
Política