Autor: Egídio Serpa


06:11 · 09.01.2020 / atualizado às 16:27 · 09.01.2020 por

Resultado de imagem para Ele ensinava nas suas sinagogas e todos o elogiavam.Naquele tempo, Jesus voltou para a Galileia, com a força do Espírito, e sua fama espalhou-se por toda a redondeza. Ele ensinava nas suas sinagogas e todos o elogiavam. E veio à cidade de Nazaré onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor”. Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca.

Reflexão – “O Espírito Santo continua entre nós ”

Depois de ter sido batizado e tentado no deserto, Jesus voltou para a Galiléia e iniciou a Sua vida pública, cheio do Espírito Santo. Ele teve o cuidado de fundamentar a Sua Missão em conformidade com as Escrituras e pregava tudo o que haviam anunciado os profetas. Assim, Ele assumiu o que estava posto no livro do profeta Isaías e se revestiu da Palavra ali profetizada como alicerce para o Seu ministério. “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção”. E Depois de decodificar o programa que lhe era proposto Ele completou: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura”. Jesus não tinha dúvidas sobre a Sua consagração e tinha consciência do dom poderoso do Espírito Santo sobre si. Às vezes nós podemos imaginar que Jesus se prevalecia da Sua condição divina para desempenhar a Sua missão salvífica. No entanto, como homem, Jesus se firmava na força que recebia do Pai e se apoderava do poder do Espírito Santo de Deus para realizar os prodígios e milagres.  Todavia, a missão de Jesus não terminou quando Ele, subindo aos céus, se tornou invisível para nós. O Espírito Santo continua entre nós e, hoje, a Escritura também se cumpre, quando assumimos o programa da missão que Jesus cumpriu quando esteve aqui na terra. Os pobres, os cativos, os cegos os oprimidos continuam esperando que algum de nós se aposse da unção de Jesus e que cheio do Espírito Santo realize também, prodígios e milagres entre eles. Somos apenas criaturas humanas falhas e impotentes, mas, no poder do Espírito, nós podemos também, fundamentados na Palavra dizer como Jesus: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura!” – Você acredita que pode também, hoje, libertar cativos e curar cegos com o poder de Jesus no Espírito Santo? – Você assume como missão e projeto de vida o que as Escrituras predizem?  – Você percebe que o Espírito do Senhor está sobre você?                                                                   

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:34 · 08.01.2020 / atualizado às 04:34 · 08.01.2020 por

Responsável por abrigar, em seu território, uma das maiores biodiversidades existentes no planeta, o Brasil está elaborando a Política Nacional de Recursos Genéticos para a Alimentação e Agricultura (PNRGAA).

Para isso, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), responsável pelo trabalho, colocou em consulta pública uma proposta de texto para a colaboração da sociedade civil.

Essa política terá como objetivo a conservação e o uso sustentável dos recursos genéticos utilizados para alimentação e agricultura, sejam eles nativos ou exóticos.

De acordo com a Portaria nº 1 da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI), publicada ontem, terça-feira, 7, durante 60 dias poderão ser enviadas sugestões ao texto do anteprojeto em discussão.

A conservação de recursos genéticos, que engloba vários campos de atuação ao longo da cadeia de pesquisa, desenvolvimento e inovação, é uma ação considerada estratégica para a sustentabilidade da agricultura e a segurança alimentar de qualquer nação, afirma Márcio Mazzaro, coordenador-geral de Novos Insumos e Serviços da SDI.

“Esses recursos genéticos são a matéria-prima básica da qual o país depende para garantir atividades relacionadas à produção de grãos, à pecuária e à aquicultura, à silvicultura e à agroindústria alimentícia. Além disso, são também responsáveis por tornar o Brasil um dos maiores produtores e exportadores de alimentos e contribuir para manter a balança comercial positiva”, observa.

Na prática, com o desenvolvimento dessa política, resultados essenciais serão colhidos, como a criação, a manutenção e a ampliação dos bancos genéticos existentes no país e o avanço do conhecimento sobre esses recursos genéticos.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), parceira do Mapa na elaboração dessa política, tem um importante papel nesse processo.

Em Brasília (DF), a unidade Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen) desenvolveu uma rede de integração de informações de recursos genéticos e conta com o quinto maior banco genético para conservação desses recursos do mundo. São mais de 110 mil amostras de 800 espécies diferentes, sejam de animais, vegetais ou microrganismos.

Para o Brasil, ressalta o coordenador, essa atividade ganha maior relevância dada a importância do agronegócio tanto para a economia e para o crescimento do país como para o cenário mundial. O setor respondeu por 21,1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2018 (dados Cepea/ USP).

Mais de 160 países importam produtos agrícolas brasileiros.

Com base nesse cenário, de forte demanda nacional e internacional, cresce o interesse pela diversificação e agregação de valor à agricultura – seja na forma de novas fontes de alimento ou outros insumos para a indústria. E o passo inicial para isso, observa Mazzaro, está na caracterização e melhor conhecimento dos recursos genéticos, permitindo o avanço dos programas de melhoramento genético de novas cultivares de plantas, raças animais ou microrganismos.

“Ao propor essa política, o ministério quer promover e incentivar a conservação, a valorização, o uso sustentável e a valoração de recursos genéticos voltados para a alimentação e agricultura”, explica o coordenador. A ideia é realizar esse trabalho de forma integrada, disciplinando e orientando não apenas as ações do governo federal, mas também das empresas públicas, universidades e institutos de pesquisas afetos ao tema.

Falta de recursos, ausência de uma política nacional que regulamente as ações de conservação e uso sustentável, infraestrutura defasada e carente de investimentos estão entre as principais causas responsáveis pela vulnerabilidade do trabalho de conservação dos recursos genéticos para a alimentação e agricultura existentes no país.

Na avaliação do coordenador Márcio Mazzaro, essa situação coloca em risco a segurança alimentar, nutricional, tecnológica e a sustentabilidade da agricultura brasileira.

“É necessário construir uma base sólida, de conservação e uso sustentável desses recursos. Daí a importância de uma política nacional para dar suporte a esse trabalho”, defende ele.

04:26 · 08.01.2020 / atualizado às 04:26 · 08.01.2020 por

Até 2023, mais de 50% dos orçamentos em publicidade devem ser alocados para o ambiente online.

Enquanto mercados mais maduros já estão consolidados, o Brasil ainda tem um espaço considerável para crescer tanto em acesso como nas mídias.

O País já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e deve fechar o ano movimentando algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas.

Segundo um levantamento do Adaction – veículo de comunicação especializado em ações de mídia digital – o marketing de performance, estratégia do meio digital focada na conquista de melhores resultados por meio do uso de dados, já consome, em média, R$ 8 milhões ao mês das verbas de marketing dos bancos tradicionais brasileiros, por exemplo.

Este volume representa um crescimento de 40% em relação ao que era aplicado em 2018 e consolida este tipo de estratégia como uma das grandes armas na disputa entre as instituições financeiras tradicionais e as fintechs.

Mas não é só o mercado financeiro que movimenta o mercado, e algumas tendências devem crescer em 2020 entre todas as indústrias.  Veja algumas delas:

#On Demand

O perfil dos consumidores mudou. Oferecer o serviço sob medida, conforme a necessidade do cliente, por meio de múltiplos formatos de conteúdo para diferentes públicos, como já ocorrem com os filmes, por exemplo, será essencial para os negócios.  E isso vai depender cada vez mais de tecnologias como a programática.

#Mídia Programática

Gerar dados que permitem aos profissionais do marketing entender o perfil dos consumidores para então definir quem são os potenciais clientes. É essa segmentação inteligente que fornece os subsídios para criação de mensagens personalizadas. Assim, se direciona a melhor mensagem ao canal mais adequado e, ao consumidor com maior chance de compra. Isso também garante a comprovação do retorno sobre o investimento, permitindo mensurar os resultados finais de cada ação com precisão.

#Realidade Aumentada

Embora ainda no início, o potencial para os próximos anos é enorme. De acordo com o relatório de Realidade Virtual e de Realidade Aumentada nos negócios da Digi-Capital, o mercado de RA/RV alcançará US$ 180 bilhões até 2021. Por ser uma tecnologia mais “simples”, a RA ficará com uma fatia de US$ 108 bilhões.

# Robotização

A robotização deve impactar todos os processos produtivos de uma empresa, da produção ao atendimento. É muito comum vermos chatbots e outros robozinhos em sites corporativos.  Atuando em conjunto com a Inteligência Artificial, a robotização é sinônimo de agilidade em diversas atividades corporativas.

#Conteúdo educativo e pago

Cada vez mais as pessoas buscam infoprodutos como e-books e cursos online porque querem aprender mais, obter conhecimentos e saberes úteis a algum propósito que possuam. E não se importam em pagar por isso. Assim, o conteúdo pago é uma modalidade cada vez mais comum e disponibilizada até mesmo por site de empresas. A estratégia é sempre prezar pela qualidade e oferecer gratuidade, bem como dar opções de conteúdo pago para o aprofundamento, sempre dentro de uma estratégia bem construída.

04:13 · 08.01.2020 / atualizado às 04:13 · 08.01.2020 por

A empresária de semijoias Samantha Esser iniciou seu negócio como “sacoleira”, vendendo de porta em porta.

Hoje, nove anos depois, comanda a “Samantha Esser”, marca consolidada no mercado atacadista de joias com mais de três mil clientes ativos em vários estados do país e no exterior.

Austrália, Estados Unidos e Portugal são alguns dos que já conhecem seus produtos.

O comportamento empreendedor fez a diferença, mas a busca pelo conhecimento foi o que a fez prosperar.

Com o objetivo de ajudar quem está em busca de dar o pontapé inicial, Samantha listou 10 passos para quem quer começar:

Passo 1– Inovação: Foco no negócio, sempre criando e surpreendendo.

Passo 2– Liderança: Ser líder de você mesma exige autoconfiança e gerenciamento de rotina.

Passo 3– Planejamento: Planejar o percurso e a estimativa de tempo que levará até onde quer chegar.

Passo 4– Escute Especialistas: esteja aberta a ouvir críticas e disposta a fazer mudanças que vão somar.

Passo 5 – Atualização: Busque estar um passo à frente de seus concorrentes.

Passo 6 – Network – Sua rede 7

relacionamento é que vai te levar ao topo. Busque aumentá-la e diversificá-la.

Passo 7 – Estude – Sempre terá conhecimento a ser adquirido. Busque novas pesquisas e estude seu mercado.

Passo 8 – Assuma riscos calculados: Saia da zona de conforto. Estabeleça prioridades e atenda às demandas com agilidade.

Passo 9 – Dedicação: Nada funciona sem o olhar do dono. Esteja focado e dedicado ao seu negócio. O preciosismo pode ser um diferencial.

Passo 10 – Satisfação do cliente: Cumpra prazos e mantenha relacionamento transparente e saudável.

04:09 · 08.01.2020 / atualizado às 04:09 · 08.01.2020 por

 Para facilitar a conexão entre diferentes instituições que atuam com eficiência energética no País, o Ministério de Minas e Energia (MME) acaba de lançar a publicação “Quem é Quem da Eficiência Energética no Brasil”.

O índice apresenta o perfil de órgãos do governo, empresas de serviços de conservação de energia (Escos), universidades, centros de pesquisa, laboratórios, instituições de ensino e sem fins lucrativos, que desenvolvem atividades ligadas ao tema de eficiência energética em território nacional.

A cada um dos perfis é relacionada uma seção descritiva com os principais projetos e ações conduzidas na área.

O material foi produzido em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável – por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH -, e com o Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre).

O conteúdo foi compilado pelo Centro de Excelência em Eficiência Energética (Excen) da Universidade Federal de Itajubá (Unifei).

Ao todo, 67 instituições participam da publicação, que tem como objetivo tornar públicas as iniciativas em prol do uso consciente de energia e promover a articulação entre os organismos para desenvolvimento de atividades de consumo racional do insumo energético.

“Como o mercado de eficiência energética é muito dinâmico, não se espera abarcar aqui todas as instituições brasileiras atuantes em eficiência, mas fornecer um bom panorama setorial”, explica a coordenadora-geral de Eficiência Energética do MME, Samira Sana Fernandes de Sousa Carmo.

O MME atribui ao índice a condição de publicação aberta, que permite adições.

Além de contribuir para a articulação do setor e, assim, alavancar a eficiência energética no país, aproximando quem busca usar melhor a energia de quem atua diretamente nessa atividade, a publicação também está alinhada aos compromissos internacionais, assumidos pelo governo federal, e relacionados às ações conjuntas realizadas por diferentes países no combate ao aquecimento global, diretamente dependentes do uso racional de energia.

Desde os anos de 1980, o governo federal vem implementando uma série de políticas e programas voltados para a eficiência energética e, mais recentemente, considerando metas no planejamento energético a médio e longo prazos, inclusive tendo em vista a redução das emissões de carbono para mitigar as mudanças climáticas.

Tais ações estão endereçadas aos diferentes setores da sociedade – governo, indústria, academia e sociedade civil –, já que em todos eles cabe promover o uso de tecnologias eficientes e a adoção de hábitos e práticas sustentáveis no consumo de energia.

A publicação soma-se aos esforços empreendidos para adoção de políticas nacionais e para a condução de programas em benefício do desenvolvimento sustentável, ambientalmente mais amigável.

O material está disponível para download no  www.mme.gov.br .

03:58 · 08.01.2020 / atualizado às 09:22 · 08.01.2020 por

Resultado de imagem para Jesus obrigou os discípulos a entrarem na barca e irem na frente para Betsaida,Depois de saciar os cinco mil homens, Jesus obrigou os discípulos a entrarem na barca e irem na frente para Betsaida, na outra margem, enquanto ele despedia a multidão. Logo depois de se despedir deles, subiu ao monte para rezar. Ao anoitecer, a barca estava no meio do mar e Jesus sozinho em terra. Ele viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário. Então, pelas três da madrugada, Jesus foi até eles andando sobre as águas, e queria passar na frente deles. Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, pensaram que era um fantasma e começaram a gritar. Com efeito, todos o tinham visto e ficaram assustados. Mas Jesus logo falou: “Coragem, sou eu! Não tenhais medo!” Então subiu com eles na barca, e o vento cessou. Mas os discípulos ficaram ainda mais espantados, porque não tinham compreendido nada a respeito dos pães. O coração deles estava endurecido.

Reflexão – “Não tenhais medo”!

Jesus fazia todas as coisas com o intuito de ensinar aos seus discípulos a ter experiência com o amor de Deus. Assim sendo, todas as Suas ações tinham uma razão de ser. Para que tudo saísse de acordo com a vontade do Pai, Ele encontrava momentos em que ficava a sós com os discípulos e dava-lhes orientação acerca do que teriam que realizar. Jesus não agia somente como Deus, mas como homem que faz a vontade de Deus. Assim, pois, Ele foi ao encontro dos seus discípulos que, cansados de remar, sucumbiam diante do vento contrário. Jesus não andou sobre as águas como um super-homem nem com o Seu poder divino, mas sim, com o poder do Espírito Santo do Pai que agia Nele. Ele tinha perfeita intimidade com Deus e confiava que estava sendo amparado pela Sua força. Hoje, Jesus vem, vivo e ressuscitado, e chega à nossa vida para, também, nos ajudar. Ele conhece quando estamos cansados de remar e conhece as tempestades da nossa vida. Ele vem sobre as nossas dificuldades e por cima dos nossos problemas para nos acalmar e nos animar.  Quando confiamos no poder do Alto, e nos apossamos das Suas palavras, nós podemos continuar remando, pois, o vento cessa na medida em que sentimos o nosso coração se abrir para entender as palavras de Jesus que nos diz: “Coragem, sou eu! Não tenhais medo”!  Com a força e o poder do Espírito Santo, nós também, como Jesus,   podemos andar sobre as águas da nossa vida, desde que tenhamos com o Pai uma profunda intimidade.  – Você está cansado (a) de remar? – Você percebe a chegada de Jesus que vem ao seu encontro? – Você tem entregado as suas dificuldades e os seus problemas nas mãos de Dele? – Você acha que também pode andar sobre as águas como Jesus o fez? 

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:23 · 07.01.2020 / atualizado às 04:23 · 07.01.2020 por

A Instrução Normativa (IN) 1/2020 do Ministério da Agricultura proíbe a captura, o transporte, o beneficiamento, a industrialização e a comercialização de caranguejo-uçá (Ucides cordatus), durante o período de reprodução da espécie.

A medida vale para os estados do Amapá, do Pará, do Maranhão, do Piauí, do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, de Alagoas, de Sergipe e da Bahia.

Segundo a IN 1/2020, publicada ontem, segunda-feira, 6, no Diário Oficial da União, são três períodos diferentes de andada em 2020, correspondendo às fases da lua cheia: 11 a 16 de janeiro, 10 a 15 de fevereiro e 10 a 15 de março.

Andada é o período reprodutivo em que os caranguejos machos e fêmeas saem de suas tocas e andam pelo manguezal, para acasalamento e liberação de ovos.

As pessoas físicas ou jurídicas que atuam na manutenção em cativeiro, conservação, beneficiamento, industrialização ou comercialização da espécie nesses estados poderão realizar essas atividades durante a andada, desde que forneçam, até o último dia útil que antecede cada período, a relação detalhada dos estoques de animais vivos, congelados, pré-cozidos, inteiros ou em partes.

Para isso, deve ser preenchida declaração constante da IN e entregue ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em cada estado ou ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Instituto Chico Mendes), onde houver unidades de conservação federais.

O transporte e a comercialização dos produtos declarados deverão estar acompanhados, desde a origem até o destino final, de Guia de Autorização de Transporte e Comércio, emitida pelo Ibama, após comprovação de estoque.

O produto da captura apreendido pela fiscalização, quando vivo, deverá ser liberado, preferencialmente, em seu habitat natural.

04:16 · 07.01.2020 / atualizado às 04:16 · 07.01.2020 por

Aproximadamente metade dos recursos programados para o Plano Safra 2019/2020 já foi utilizada no período de julho a dezembro do ano passado, ou seja, R$ 108,5 bilhões, dos quais R$ 28,5 bilhões em operações de investimento e R$ 80 bilhões em operações de custeio, comercialização e industrialização.

Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020 , divulgado ontem,  segunda-feira, 6, pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base nos dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central.

Os financiamentos de custeio, que responderam por mais da metade do total das contratações de crédito rural nesse mesmo período da atual safra, tiveram um aumento de 5%, situando-se em R$ 61,3 bilhões. Deste total, R$ 14,2 bilhões no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), cujo aumento foi de 37%, concentrado na contribuição dos recursos obrigatórios dos depósitos à vista.

Em relação às contratações de investimento, o aumento foi de 19%, sendo que no âmbito do Pronamp, que alcançou R$ 1,47 bilhão, essa expansão foi de 49%, liderada pela utilização de recursos da poupança rural equalizada e pelos recursos obrigatórios, cujo acesso foi plenamente liberado para os médios produtores, no âmbito do programa.

Com a exceção do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) e do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), os demais programas de investimento, que têm subvenção financeira, apresentaram acentuado crescimento, com destaque para o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária – Inovagro (61%), Pronamp (49%), Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC) (42%) e do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) (42%).

04:07 · 07.01.2020 / atualizado às 04:07 · 07.01.2020 por

O artigo a seguir é de autoria de Gustavo Loiola é Mestre em Governança e Sustentabilidade e supervisor de Sustentabilidade e Relações Internacionais no ISAE Escola de Negócios, responsável por ações alinhadas com a Organização das Nações Unidas (ONU). Leia-o: 

Hoje, são milhares de data centers espalhados pelo Planeta. Eles são ambientes projetados para abrigar servidores e outros componentes como sistemas de armazenamento de dados e ativos de rede. Alguns deles têm mais de 10 mil metros quadrados e armazenam uma grande quantidade de dados que mantém, por exemplo, o Google funcionando.

É engraçado pensar nisso quando hoje falamos da tal da “nuvem” que armazena os nossos dados. Tiramos uma foto? Vai para a nuvem. Postamos no Instagram? Vai para a nuvem. Netflix, Spotify, Deezer? O streaming também está na nuvem.

Essa tal de “nuvem” está em algum lugar, são espaços físicos espalhados pelo mundo inteiro feitos para armazenar informações.

Para qualquer tráfego e armazenamento de dados é necessário uma grande quantidade de energia.

Hoje, estima-se que tecnologias como essa, chamadas de TICs (tecnologias da comunicação e informação) são responsáveis por mais de 2% das emissões globais de carbono. No recorte até 2030, em cenários mais pessimistas, a energia usada para desenvolver e manter essas tecnologias podem corresponder a 21% da demanda de energia do planeta.

É fácil pensar nessa evolução, cada vez mais recorremos às TICs em todas as atividades do dia a dia. Estamos mais conectados e é crescente a fatia da população que passa a ter acesso a internet, smartphones e diferentes tecnologias.

Tudo isso gera uma demanda maior pelos centros de dados, que consomem mais de 200 terawatts/hora por ano, quase o mesmo que a Turquia e seus 80 milhões de habitantes.

A maior parte desse consumo vai para manter a temperatura desses locais, pois toda a energia consumida pelos equipamentos é transformada em calor: já observou como o seu computador esquenta depois de usar por bastante tempo?

Além do engajamento do setor público e da sociedade, algumas empresas já vêm trabalhando para mudar essa realidade.

O Google é um exemplo disso.

Desde 2007, a corporação comprometeu-se com a neutralidade de carbono, e em 2010 firmou seu primeiro contrato de compra de energia (PPA) em alinhamento com sua meta de correspondência de 100% de seu consumo global de eletricidade – alcançada em 2017 e pretende manter à medida que a empresa cresce. Hoje, é o maior comprador corporativo de energia renovável do mundo.

Outro exemplo nesse contexto é o Facebook.

Com o crescimento de sua base global de usuários e a expansão de conteúdo com alto volume de dados, como vídeos, stories e realidade virtual, a empresa vem investindo constantemente na infraestrutura dos seus data centers.

A planta de Luleå, na Suécia, tem cerca de U$ 1 bilhão investidos, e por estar em uma região de clima ameno, tem maior eficiência energética – ventiladores gigantes são usados para resfriar os servidores, aproveitando a temperatura ambiente, e no inverno, com temperaturas de até -30 graus, o calor dos servidores garante o conforto térmico dos prédios.

Desde 2015, a também empresa de tecnologia Microsoft vem trabalhando com o Projeto Natick, que tem o objetivo de projetar centro de dados com mais eficiência energética.

Trata-se de implementar o equipamento em águas profundas oferecendo acesso imediato ao resfriamento e a um ambiente controlado com grande potencial de ser alimentado por fontes de energia renováveis.

Agora na fase 2, um novo datacenter está submerso na região de Orkney Islands, no Reino Unido, que pode ter uma emissão sem nenhum resíduo para o meio ambiente – seja devido à geração de energia, computadores ou mão de obra humana.

A Conferência das Partes sobre o Clima da ONU – COP 25, realizada entre os dias 02 e 13 de dezembro de 2019, em Madrid, na Espanha, discutiu, entre outros temas, a urgência para conter ações climáticas.

Apesar de poucos acordos aprovados nos pontos essenciais, o alerta continua em relação a maneira com que nos relacionamos ao planeta.

As TICs têm um papel paradoxal em tudo isso, pois ao mesmo tempo em que auxilia no desenvolvimento e no atendimento de muitas das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, também se torna uma grande vilã no consumo de energia.

A reflexão individual é necessária: será que já conseguimos viver com menos tecnologia no dia a dia?

03:54 · 07.01.2020 / atualizado às 15:08 · 07.01.2020 por

Resultado de imagem para Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde,Naquele tempo, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e já é tarde. Despede o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer”. Mas Jesus respondeu: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Os discípulos perguntaram: “Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar-lhes de comer?” Jesus perguntou: “Quantos pães tendes? Ide ver”. Eles foram e responderam: “Cinco pães e dois peixes”. Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas. Depois Jesus pegou os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. Todos comeram, ficaram satisfeitos, e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens.

 

Reflexão – “como ajudar a alimentar a multidão”

Jesus olhava a multidão e observava a carência daquele povo que O buscava com sofreguidão, às vezes, sem nem entender o que lhes faltava. Na profundidade da Sua sabedoria Ele percebia que faltava àquele povo, luz e pão, porque as olhava de um modo intenso e as compreendia de uma forma completa, no corpo, alma e espírito. Ele sabia que a fome do pão material não era tudo o que lhes incomodava, mas a ignorância dos mistérios de Deus também angustiava as suas almas. Então, antes de providenciar-lhes o pão material, Ele “Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas”.     Porém, mesmo que o povo continuasse atento aos Seus ensinamentos, Jesus preocupou-se em conceder-lhes o pão material e deu aos Seus discípulos mais um preceito que hoje também nos serve quando estivermos sem saber como alimentar a “multidão” ao nosso redor. Primeiramente, Ele nos instrui: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Em seguida Ele nos induz a tomar consciência dos “pães e dos peixes” que temos em mãos para ajudar a alimentar a multidão e nos manda elevar aos céus o nosso olhar e pedir a Deus a sua bênção para que se multipliquem as nossas ofertas. E, por último, Ele nos ensina a nos organizar, a nos sentar, a dialogar, a trocar ideias e, finalmente, partilhar o que Deus multiplicou. Deus ao nos criar sabia que iríamos necessitar uns dos outros e, por isso, nos preparou e nos deu bons sentimentos para que os usássemos em favor dos nossos irmãos. Todos nós temos fome do alimento material, mas dentro de nós há também uma fome espiritual de conhecimento de Deus e da Sua Palavra que nos alimenta e nos fortalece na caminhada aqui na terra.  – Você tem fome de conhecimento de Deus? – Você tem consciência do que a sua alma almeja? – Quais são os pães e os peixes que você possui para ajudar a matar a fome da multidão? – Você é uma pessoa que sabe viver em grupo? – Você sabe partilhar o que tem?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

 

 

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