Autor: Egídio Serpa


05:52 · 21.11.2018 / atualizado às 10:05 · 21.11.2018 por

Resultado de imagem para a mãe e os irmãos de jesusNaquele tempo, Jesus falava ainda à multidão, quando veio sua mãe e seus irmãos e esperavam do lado de fora a ocasião de lhe falar. Disse-lhe alguém: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar-te”. Jesus respondeu-lhe: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” E, apontando com a mão para os seus discípulos, acrescentou: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

 

Reflexão – “irmãos e irmãs de Jesus”

 

Naquele tempo Jesus deu o exemplo de Maria às multidões e hoje ele nos é dado com a finalidade de clarear a mente e o coração para que percebamos que todos nós somos chamados a fazer parte da Sua família. Podemos dizer que fomos também escolhidos (as) por Jesus Cristo para participar da Sua família, quando fazemos a vontade do Pai que está no céu. Somos participantes da graça de filhos, de irmãos e irmãs, se estivermos, como a Mãe de Jesus, abertos a fazer tudo conforme Deus nos manda realizar. Assim como estendeu a mão para os Seus discípulos e os considerou na mesma qualidade de mãe e de irmãos seus, Jesus nos aponta a Sua mão e nos acolhe como membros da sua família, se, estivermos dispostos (as) a fazer a vontade de Deus expressada na Sua Palavra.  E a vontade do Pai é que todos nós, pela Fé em Jesus Cristo, alcancemos a salvação e a vida eterna sem fim. Não devemos nos admirar da expressão que Jesus usou quando se referiu à Sua Mãe e aos Seus irmãos: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”  Ele aproveitou a oportunidade para também nos enquadrar como pessoas especiais, discípulos e discípulas dignos de ser chamados filhos de Deus Pai, tendo Maria como Mãe, irmãos de Jesus Cristo e motivados pelo poder do Espírito Santo, a fazer a vontade de Deus. – Você também se considera da família de Jesus Cristo? – O que você entende por fazer a vontade de Deus? – Você é discípulo (a) de Jesus? – O que falta para que você faça a vontade do Pai aqui na terra do jeito que ela acontece no céu?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

06:39 · 19.11.2018 / atualizado às 07:04 · 19.11.2018 por

No fim de semana que passou, este blog conversou com gestores públicos e com executivos de grupos privados sobre a intenção do governador Camilo Santana de fundir as secretarias da Fazenda (Sefaz) e do Planejamento e Gestão (Seplag) em uma só. Todos, sem exceção, consideraram correta a ideia.

Explicaram que a fusão servirá para facilitar a interlocução do Governo do Ceará com o da União, que, a partir de 1º de janeiro de 2019, será comandado pelo presidente Jair Bolsonaro. A administração Bolsonaro já anunciou a criação do Ministério da Economia, que absorverá os do Planejamento e da Indústria e Comércio. Será u superministério a ser liderado pelo economista Paulo Guedes.

Com a fusão da Sefaz e Seplag no que poderá vir a ser a Secretaria de Fazenda, Planejamento e Gestão, o governador Camilo Santana adequaria a estrutura administrativa do seu Governo à da União.

Mas alguns dos gestores ouvidos pelo blog levantaram a questão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que ficaria de fora da fusão. Uma fonte do Governo estadual cearense explicou que a pasta hoje chefiada pelo economista César Ribeiro, tem objetivos específicos, entre os quais os ligados à atração de investimentos e aos grandes projetos estruturantes, entre os quais o Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que ganhará o reforço de capital e de expertise do Porto de Roterdã, e a Zona de Processamento para Exportação (ZPE).

E quem será o supersecretário da Fazenda, Planejamento e Gestão? Para esta pergunta  não há resposta neste momento. Mas há um detalhe: o desenho da nova estrutura da máquina administrativa estadual está sendo feito por uma equipe liderada pelo secretário Maia Júnior, titular da Seplag.

05:55 · 19.11.2018 / atualizado às 05:59 · 19.11.2018 por

Quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas. Ouvindo a multidão passar, ele perguntou o que estava acontecendo. Disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando por ali. Então o cego gritou: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” As pessoas que iam na frente mandavam que ele ficasse calado. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!” Jesus parou e mandou que levassem o cego até ele. Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou: “Que queres que eu faça por ti?” O cego respondeu: “Senhor, eu quero enxergar de novo”. Jesus disse: “Enxerga, pois, de novo. A tua fé te salvou”. No mesmo instante, o cego começou a ver de novo e seguia Jesus, glorificando a Deus. Vendo isso, todo o povo deu louvores a Deus.

05:44 · 07.11.2018 / atualizado às 05:46 · 07.11.2018 por

O trecho a seguir é de autoria do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp)e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Paulo Skaf:

“Os setores produtivos estão prontos para colaborar com o governo eleito no que for necessário para garantir o bem do país. O Brasil precisa entrar em uma rota de crescimento sustentado, capaz de gerar emprego e renda para sua população.

“Para isso, consideramos fundamental a aprovação de um projeto de reforma da previdência com a maior urgência possível, de preferência ainda em 2018. Quanto mais o tempo passa, mais se agrava a bomba do déficit previdenciário.

“É muito importante também trabalharmos com afinco para buscar a reforma tributária, o ajuste fiscal, a queda de juros, a redução da burocracia e a melhoria do ambiente de negócios para estimular novos investimentos.

“Isso é o que realmente importa ao Brasil. Os setores produtivos nacionais estarão ao lado do governo eleito para trabalhar por esses pontos, que interessam a toda a Nação.

“Sobre nomes para a composição do novo governo ou sobre a estrutura organizacional dos ministérios, entendemos que esta é uma responsabilidade do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que tem a legitimidade conferida por mais de 57 milhões de votos para organizar a administração do Estado da forma que considerar mais eficiente. Ele tem o nosso voto de confiança para isso”.

03:49 · 07.11.2018 / atualizado às 08:16 · 07.11.2018 por

Naquele tempo, grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: “Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim não pode ser meu discípulo. Com efeito, qual de vós, querendo construir uma torre, não senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!’ Ou ainda, qual o rei que, ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se, com dez mil homens, poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”

 

 

Reflexão – “a condição para ser discípulo de Jesus

 

Como naquele tempo, Jesus também hoje olha para nós, “no meio da multidão” e nos faz uma proposta para segui-Lo. A primeira coisa que Jesus nos propõe é, justamente, nos tirar do meio da multidão, isto é, da mentalidade do mundo, da mediocridade e do viver como a maioria, para assumir ser único (a), personalizado (a)  colaborador(a) do Plano de Salvação do Pai. Para isso, precisamos fazer uma verdadeira transfusão nos critérios que regem o nosso viver. Para sermos discípulos (as) de Jesus e segui-Lo, nós precisamos assumir uma vida nova e aceitar a revolução que Ele quer fazer em nós. O desapego às pessoas, a aceitação à participação na Sua Cruz, a renúncia a tudo quanto nós  temos de material e de humano, como bens, idéias, projetos e vontade própria, são condições que Jesus nos propõe. Porém, para que o nosso seguimento a Jesus seja um ato concreto da nossa vontade, nós  precisamos estar muito conscientes dessa realidade. Muitas vezes, nós podemos    com a boca professar que cremos em Jesus e que queremos ser seus discípulos, porém, na realidade não estamos fazendo o cálculo de que isso implica em uma declaração de guerra contra a nossa carne que é fraca. Por isso, não conseguimos e fracassamos nos nossos propósitos. Precisamos da ajuda do Espírito Santo para que possamos “calcular os gastos” e ou “examinar as condições” a fim de que não sejamos vencidos pela nossa própria natureza. O Espírito Santo é quem aos poucos, vai nos capacitando e nos conscientizando da necessidade que temos de nos desvencilhar das coisas e nos desapegar das pessoas a fim de podermos seguir a Jesus Cristo, livremente, como discípulos seus. – Você tem vontade de ser discípulo de Jesus? – Você já fez os cálculos do que terá de renunciar para que isto aconteça?  – Você tem muitos planos? – Você tem se abandonado à ação do Espírito Santo ou está querendo seguir Jesus, sozinho?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

09:15 · 06.11.2018 / atualizado às 09:16 · 06.11.2018 por

O modelo atual de distribuição de veículos está sendo pressionado por diversas mudanças tecnológicas, econômicas e culturais. A evolução dos serviços de mobilidade está ampliando as fronteiras de negócio da indústria e este novo cenário precisa ser representado por uma releitura dos modelos comerciais atuais. Esta é uma das conclusões do estudo “Será este o fim das concessionárias como as conhecemos?” , conduzido pela consultoria KPMG.

“Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, impactado fortemente pela disrupção tecnológica, o varejo automotivo precisa ser revisto de forma significativa. À medida que o mercado passa por essa transformação, as concessionárias precisam explorar estrategicamente, e cada vez mais, alternativas consistentes que preservem a relevância de seu papel no ecossistema”, afirma o Líder de Setor Automotivo da KPMG no Brasil, Ricardo Bacellar.

A publicação da KPMG também destaca que novas empresas do setor estão reduzindo as margens de lucro e os volumes de vendas de veículos usados. Para reverter esse cenário negativo, o estudo destacou três medidas que o varejo automotivo do futuro precisa considerar: consolidar a rede, racionalizar custos fixos e os fabricantes de equipamentos originais compensarem os principais revendedores para torná-los mais lucrativos.

Para tanto, o estudo sugere um modelo que opere com quatro partes integradas no atendimento ao cliente: um portal na Internet com informações completas sobre o veículo e a oferta de serviços virtuais; o test drive continuará sendo essencial na compra de um veículo, porém os clientes provavelmente não se contentarão mais com viagens curtas; os showrooms provavelmente serão menores e a equipe de vendas se concentrará mais na experiência do cliente; em vez das concessionárias terem baias de serviço, as oficinas seriam realocadas em outras áreas para redução dos custos de aluguel.

“Os líderes do setor precisarão quantificar o impacto de oportunidades emergentes nos resultados finais dos revendedores, definir roteiros de investimento e desenvolvimento tecnológico, compreender a resposta do consumidor às novas ofertas, identificar métricas direcionadas para o desenvolvimento de futuros negócios e implementar novos programas de transformação”, completa Ricardo Bacellar.

A pesquisa também revelou números de destaque no mercado dos Estados Unidos, país em que as concessionárias têm obtido resultados relativamente bons. Apesar das vendas de veículos novos terem crescido nos últimos seis anos, os revendedores estão ganhando menos em cada carro. No caso de revendedores de luxo, por exemplo, entre 2011 a 2016 as vendas de carros novos representaram entre 55% e 57% da receita média geral da concessionária. Mas, nesse mesmo período, a margem bruta de veículos novos como porcentagem do preço de venda caiu de 6,3% para 5,1%, enquanto o lucro líquido médio antes dos impostos caiu de 2,9% para 2,7%.

Para que a transição ao varejo automotivo do futuro seja bem sucedida, o estudo da KPMG destaca a necessidade de uma sinergia ainda mais robusta entre as entidades envolvidas e a atualização das métricas de negócio de forma que reflitam as regras e características deste novo ambiente comercial. O estudo da KPMG pode ser acessado no link –www.kpmg.com.br/automotive.

04:09 · 06.11.2018 / atualizado às 08:09 · 06.11.2018 por

Naquele tempo, um homem que estava à mesa disse a Jesus: “Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus!” Jesus respondeu: “Um homem deu um grande banquete e convidou muitas pessoas. Na hora do banquete, mandou seu empregado dizer aos convidados: ‘Vinde, pois tudo está pronto’. Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: ‘Comprei um campo, e preciso ir vê-lo. Peço-te que aceites minhas desculpas’. Um outro disse: ‘Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las. Peço-te que aceites minhas desculpas’. Um terceiro disse: ‘Acabo de me casar e, por isso, não posso ir’.

O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Então o dono da casa ficou muito zangado e disse ao empregado: ‘Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos’. O empregado disse: ‘Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar’. O patrão disse ao empregado: ‘Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia’. Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete”.

Reflexão – “0 Banquete do amor!”

 

O coração de Deus nos aguarda para nos saciar com o pão da vida, por isso, Jesus nos convida a participarmos do Banquete do Amor do Pai. O convite para o Banquete no Reino de Deus nos é feito a cada momento da nossa vida em qualquer tempo e situação que estejamos, no entanto, nem sempre estamos dispostos a aceitar esse chamado. Há coisas “lícitas” que nos impedem de aceitar o convite de Deus para participarmos do Seu Reino, desde já. A parábola do banquete é, portanto, uma mensagem que abre os nossos olhos para as realidades de Deus que deixamos de usufruir em vista das nossas “ocupações” sem percebermos que, mais tarde, talvez não tenhamos o tempo hábil para desfrutar. Para cada um de nós há um lugar reservado a fim de que nos fartemos com o alimento adequado para a nossa alma. No entanto, da mesma forma como na Parábola, nós vivemos dando desculpas e justificativas para não aceitar o convite de Jesus.  Muitas vezes, Nós nos escusamos, de entrar no reino dos céus por causa das nossas ocupações. Só aceitamos o convite que Jesus nos na hora que nos convém por isso, damos preferência aos nossos negócios e interesses pessoais e desprezamos o pão de Deus preferindo nos “deliciarmos” com o “pão do mundo”. Esta é uma verdade factual na nossa vida.  No entanto, Jesus continuará a nos atrair quando acena para os coxos, os cegos, os aleijados, os pobres e miseráveis. Muitas vezes, precisamos mesmo nos sentir assim para que o convite de Jesus seja aceito por nós. “Feliz é aquele que come o pão no reino de Deus”! Felizes nós seremos quando, reconhecendo as nossas deformidades, buscarmos o alimento de Deus através da Sua Palavra, da Eucaristia, da Oração, da Adoração ao Santíssimo, do estar em comunidade no serviço e no amor. – Você já aceitou o convite para participar do banquete do reino de Deus? – Você tem certeza que tem atendido ao convite de Jesus? – A que alimento você tem dado prioridade para saciar a sua fome: ao pão do céu ou ao pão do mundo? – O que tem sido mais importante para você: o banquete de Deus ou as suas ocupações e preocupações?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

15:49 · 05.11.2018 / atualizado às 15:49 · 05.11.2018 por

Amanhã, terça-feira, 6, às 9 horas, no auditório da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz), a Fundação Sintaf promoverá o lançamento de mais uma publicação da série Panorama Fiscal, do Observatório de Finanças Públicas do Ceará (Ofice), oportunidade em que serão debatidos os indicadores econômico-financeiros do Estado do Ceará.

A edição nº 18 da Panorama Fiscal trará a “Análise das Finanças Públicas do Estado do Ceará do 2º quadrimestre de 2018” e a “Análise do impacto sobre a arrecadação de ICMS do regime de substituição tributária com carga líquida”. A apresentação será feita pelo pesquisador sênior do Ofice, Lúcio Maia, e pelos pesquisadores júniores Gerson Ribeiro, Gabriel Barroso e Guilherme Tavares.

O evento é aberto ao público interessado.

A Série Panorama Fiscal é uma publicação do Observatório de Finanças Públicas do Ceará (Ofice), mantido pela Fundação Sintaf, Sindicato dos Fazendários do Ceará (Sintaf) e Associação dos Aposentados Fazendários do Ceará (AAFEC).

O Ofice foi criado com intuito de analisar de forma científica e independente a situação fiscal do Estado do Ceará, municípios cearenses e outros estados.

Os números anteriores da Série Panorama Fiscal também podem ser acessados no site da publicação: http://www.fundacaosintaf.org.br/panoramafiscal/

15:38 · 05.11.2018 / atualizado às 15:42 · 05.11.2018 por

O Sindigás informa que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje (segunda-feira, 05/11) pela Petrobras de que o GLP para embalagens de até de 13 quilos ficará mais caro a partir da zero hora do dia 06 de novembro (amanhã, terça-feira).

O reajuste oscilará entre 8,2% e 9%, de acordo com o polo de suprimento.

Pelos cálculos do Sindigás, o ajuste anunciado deixa o preço praticado pela Petrobras para as embalagens de até 13 quilos aproximadamente 29% abaixo do preço de paridade internacional.

O valor do GLP empresarial está 52,4% acima do preço do GLP para embalagens até 13 quilos.

07:06 · 05.11.2018 / atualizado às 07:14 · 05.11.2018 por

Com a proximidade da Black Friday, o receio das tentativas de fraude tende a aumentar entre lojistas e consumidores. Segundo pesquisa realizada pela Cybersource sobre o e-commerce brasileiro, 7,6% dos pedidos online são rejeitados por suspeita de fraude e 86% dos lojistas fazem revisão manual dos pedidos; 56% são aprovados manualmente e 1,6% da receita do estabelecimento se converte em chargeback (cancelamento da venda feita por meio de cartão de crédito).

Os números foram apresentados durante o Black Friday Kick-off, evento realizado em 31 de outubro passado pela Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

Segundo Gustavo Carvalho, diretor comercial da Cybersource, o Brasil é um dos países com maiores índices de tentativa de fraude do mundo. Entretanto, o executivo aconselha os lojistas a não focarem apenas no chargeback, mas a avaliarem também os custos frente aos processos manuais e os parâmetros estabelecidos pelo próprio estabelecimento para obter resultados mais eficazes nas vendas, principalmente em datas comemorativas.

Além disso, ele alerta que “o número de ataques na Black Friday cresce, mas o número de transações efetivas aumenta muito mais, então proporcionalmente nesta época a quantidade de ataques deve ser menor”. E completa: “Se o lojista possui o mesmo nível de rejeições por tentativa de fraude durante todo o ano, os parâmetros do antifraude devem ser ajustados ao modelo do negócio, pois ele pode estar rejeitando transações que deveriam ser convertidas em compras”. De acordo com o executivo, os produtos mais visados para tentativas de fraude são celulares e eletrônicos.

Para as previsões, Gustavo aponta que a linearidade é ineficiente “é preciso avaliar os diversos fatores que impactam na venda de cada estabelecimento: novos produtos, entrada ou saída de concorrentes no mercado, alterações de câmbio etc. Desta maneira, é possível fazer ajustes mais eficientes no sistema de vendas e segurança e prever o volume de transações de forma mais precisa”. Ele também recomenda que os lojistas retroalimentem o sistema antifraude com as transações de chargeback e que a lista de e-mail marketing seja sempre atualizada para evitar que fraudadores recebam mensagens com promoções.

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Blog de jornalismo econômico do colunista Egídio Serpa, do Diário do Nordeste.

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