Egídio Serpa • Publicado às: 7:44 • 04/07/2009
Avança o projeto da Adece de produzir no Ceará frutas culçtivadas em regiões temperadas, de clima frio, como maçã, pêra, oliveira e caqui. De 20 a 24 deste mês, técnicos das empresas cearenses Itaueira, Frutacor, Del Monte, Agropecuária Sem Fronteira, Cearosa, Nutrilite, Agrícola Famosa e J. Salute serão treinados por especialistas da Embrapa, em Petrolina. É lá que se desenvolvem, com êxito, os experimentos de cultivo de frutas temperadas, que, aliás, têm maior valor no mercado internacional. Zuza de Oliveira, diretor de agronegócio da Adece, informa que esse projeto é fruto da parceria BNB, Univale, Adece e Embrapa. Em junho passado, a Adece escolheu os viveiristas do Paraná que fornecerão as mudas a serem cultivadas em diferentes fazendas de fruticultores do Ceará.
Tecnologia
Egídio Serpa • Publicado às: 7:42 • 04/07/2009
Quem quiser saber como vai a agricultura familiar no Ceará, deve ir hoje e amanhã ao Parque de Exposições Governador César Cals, aqui em Fortaleza. É lá que se realiza a II Feira Cearense da Agricultura Familiar, reunindo mil agricultores de todo o Estado. O secretário de Desenvolvimento Desenvolvimento Agrário, Camilo Santana, que promove o evento, estima que 80 mil pessoas visitarão a feira neste fim de semana.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 7:41 • 04/07/2009
No próximo sábado, 11, o governador Cid Gomes visitará o lado cearense da Chapada do Apodi, na divisa com o Rio Grande do Norte. Em Quixeré ele conhecerá os campos de produção da multinacional Del Monte, maior produtora mundial de frutas. Para recebê-lo estarão lá não só diretores da empresa, mas os maiores empresários cearenses da fruticultura, com os quais o governador conversará sobre as condições das estradas pelas quais é escoada a safra do Ceará. Neste momento, prosseguem as obras de recuperação — e alargamento — da chamada ´estrada do melão´, que vai de Limoeiro do Norte até Quixeré, chegando à divisa potiguar.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 7:39 • 04/07/2009
Pedro Brito, ministro dos Portos, esteve quinta-feira na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado. Lá, foi pressionado pelos senadores Heráclito Fortes, do DEM, e Mão Santa, do PMDB, ambos do Piauí, a explicar por que as obras do porto de Luís Correia, no litoral piauiense, ainda não entraram no PAC. Brito disse na hora aos senadores que sua pasta já está fazendo investimentos em obras para reativar o porto de Luís Correia.
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 7:38 • 04/07/2009
Festa na rede hoteleira de Fortaleza. Neste primeiro fim de semana de julho — período de alta estação turística — o índice de ocupação é alto. No Hotel Gran Marquise, de categoria cinco estrelas, segundo informa seu gerente financeiro, Felipe Castro, esse índice ´está excelente, chegando a 80%´. Nos hotéis de três estrelas, a taxa de ocupação é maior — 90%. A propósito: a Air Italy mantém lotado seu vôo semanal das quintas-feiras, ligando Fortaleza a Roma e Milão.
Turismo
Egídio Serpa • Publicado às: 7:37 • 04/07/2009
Está na burocracia do Tribunal de Contas da União (TCU) a causa principal do atraso das obras do metrô de superfície de Fortaleza (Metrofor). Todos desejamos que o TCU fiscalize, e com lente de lupa, as obras públicas. Mas muitas vezes o TCU exagera. De 1999 até 2006, a auditoria do TCU examinou, anualmente, as contas do Metrofor e as aprovou. Em 2006, um auditor detectou uma irregularidade e escreveu no seu relatório que havia um sobrepreço de R$ 67 milhões. Como manda o seu manual, o TCU notificou o consórcio responsável pela execução das obras e, também, o ente público contratante, o Metrofor, ou seja, o Governo do Ceará. Dessa época até agora, o que aconteceu foi o acúmulo de providências burocráticas — o TCU determinando medidas administrativas de gestão e o consórcio construtor e o Metrofor cuidando de dar resposta às interpelações. Enquanto isso, o sobrepreço transformava-se em uma montanha de dinheiro. Cumprindo as ordens do TCU, o Metrofor, isto é, o Governo do Ceará, cortou em 71,23% os repasses mensais para o consórcio, que, asfixiado pelo corte do oxigênio financeiro, não teve saída: paralisou as obras e dispensou quase toda a mão-de-obra. O Metrofor é uma das moedas de alto valor com as quais a cidade de Fortaleza se credenciou junto à Fifa para ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Conclui-lo é condição sine qua non para que venha a Copa. Assim, sugere-se que o TCU, o Governo do Estado e o consórcio construtor resolvam logo essa questão.
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 7:15 • 04/07/2009
Informa a coluna Radar, do jornalista Lauro Jardim, na revista Veja que chega nesta sábado, 4, aos assinantes: “Ainda faltam cinco anos, mas até agora a empresa contratada pela Fifga para vender pacores turísticos para a Copa de 2014 já fechou contratos de venda de 52 mil leitos nos hotéis brasileiros”. Isso dá uma mostra do poder de atração de turistas que tem a quadrienal Coa do Mundo de Futebol. No que se refere a Fortaleza, pode ser dito que a cidade tem bons hotéis, mas faltam mais de cinco estrelas. Uma coisa parece certa: o poreto do Mucuripe, que fica na área urbana da cidade, poderá abrigar pelo menos três grandes navios de passageiros para suprir possível falta de leitos na rede hoteleira fortalezense. Mas, a cinco anos da Copa, não passa de especulação. Mas serve também de alerta para as chamadas autoridades competentes.
Esporte
Egídio Serpa • Publicado às: 7:03 • 04/07/2009
Da Folha de S. Paulo: A comissão de sindicância do Senado que investigou a produção de atos secretos na Casa concluiu que os ex-diretores Agaciel Maia (Direção Geral) e João Carlos Zoghbi (Recursos Humanos) cometeram crimes de improbidade e prevaricação. Os senadores - que tiveram parentes nomeados e exonerados pelos atos - não foram alvo de investigação da comissão. Na semana que vem, o presidente José Sarney (PMDB-AP) vai decidir se abre processo administrativo contra os dois, o que poderá levá-los a demissão com perda de aposentadoria.
A Folha teve acesso ontem ao relatório final da comissão. O documento é mais enfático que o apresentado pela comissão anterior, que encontrou 663 atos secretos produzidos nos últimos 14 anos, período em que Agaciel esteve no cargo, nomeado por Sarney. O relatório diz que “não houve falha técnica, mas determinações expressas para que tal procedimento [a não publicação dos atos] fosse adotado”. “Essas determinações foram feitas, em sua esmagadora maioria, pelo gabinete da Diretoria Geral e, em alguns casos, pelo gabinete da Secretaria de Recursos Humanos”, diz o relatório assinado pelos servidores Alberto Vasconcelos Filho, Gilberto Guerzoni Filho e Maria Amalia da Luz. Segundo a comissão, “merece destaque o fato de que os servidores ouvidos foram unânimes em dizer que, em momento algum, receberam ordens de quaisquer parlamentares”. De 10 pessoas ouvidas, 8 responsabilizaram Agaciel e Zoghbi pelos atos secretos. A comissão conclui que os ex-diretores usaram “o cargo para lograr proveito pessoal” (improbidade) e retardaram ou deixaram de praticar “disposição expressa em lei para satisfazer interesse ou sentimento pessoal” (prevaricação). No dia 23, Sarney instalou a comissão após a Folha publicar entrevista com o servidor Franklin Albuquerque Paes Landim, chefe do serviço de publicações do Senado. Ele confirmou em depoimento, com mais detalhes, o que havia dito à reportagem. “A instrução de não disponibilizar era enviada por e-mail ou por telefone através do Celso [Menezes, chefe de gabinete de Agaciel], nunca pessoalmente, mas por algumas vezes recebia ordem direta do diretor-geral por contato telefônico; que também recebia instrução de não disponibilizar do então diretor de Recursos Humanos, João Carlos Zoghbi”. Ex-chefe de gabinete de Agaciel, Celso Menezes admitiu a existência dos atos secretos e que as ordens para não publicá-los partiam de “seu superior”. Ele disse ainda que “os comandos solicitados ao Franklin para não circular foram repassados por determinação do seu superior, Agaciel Maia”. A comissão de sindicância concluiu que Menezes e Landim terão de responder a processo administrativo por não observarem normas legais e regulamentares e por cumprirem ordens superiores manifestadamente ilegais. Também foram responsabilizados a ex-chefe de gabinete de Zoghbi, Ana Lúcia Gomes, e Jarbas Mamede e Washington Reis, dois auxiliares de Franklin. Apesar de ter assinado atos que não foram publicados, o ex-diretor-geral Alexandre Lima Gazineo foi considerado inocente. Segundo Menezes e Franklin, ele nunca deu ordens para esconder atos. Ao depor na comissão, Agaciel disse que “em nenhum momento foi avisado de que havia atos não sendo publicados”. “Não despachava atos há três ou quatro anos. Desde 2004, são assinados pelo diretor-geral-adjunto e tratados diretamente entre o chefe de gabinete e o setor de publicações.” Zoghbi culpou Agaciel pelos atos secretos. “Normalmente o diretor-geral passava o comando para publicar ou não diretamente para o servidor do setor de publicação; que eventualmente o comando de não publicar era passado ao depoente diretamente pelo então diretor-geral, Agaciel Maia”. Na última semana, senadores do PSDB, DEM e PDT se revezaram no plenário do Senado pedindo para Sarney se afastar da presidência enquanto as investigações estiverem em andamento. O argumento é que haveria maior isenção para investigar servidores como Agaciel, escolhido por Sarney há 14 anos para a Direção Geral. Sarney não aceitou a proposta.
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 6:47 • 04/07/2009
De O Estado de S. Paulo: O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou nesta sexta-feira, 3, não ser pré-candidato à Presidência da República em 2010, durante palestra para uma plateia de quase 300 dirigentes de cooperativas e políticos, em Campo Grande (MS). “É a imprensa que está dizendo isso”, ressaltou. “O Aécio (Neves) pode ser o candidato”, disse. Serra participou das solenidades dos 30 anos do cooperativismo no Mato Grosso do Sul e manteve encontro reservado com o governador do Estado, André Puccinelli (PMDB). Ao desembarcar no Aeroporto Internacional, Serra declarou ter boas relações com o PMDB sul-mato-grossense, partido “aliado ao PSDB em São Paulo”. Deputados estaduais e federais tanto do PT quanto do PMDB analisaram que a reunião entre os dois governadores deixou claro que o tucano veio buscar apoio de Puccinelli, disputando a ajuda prometida à ministra-chefe da Casa Civil e virtual candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Serra não confirmou esse objetivo. “Temos afinidades políticas e pessoais, mas deixa as coisas acontecerem”, comentou. Em discurso, Serra apontou erros no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele destacou que o atual governo segura os juros altos, reduz as ofertas de crédito e administra mal os assentamentos rurais. “Estamos vendo investimentos maciços em assentamentos rurais, não há retorno monetário. Quanto aos juros, temos a taxa mais cara do mundo. Somente depois de dois meses de instalação da crise econômica mundial é que resolveram mexer nos juros.”
Política
Egídio Serpa • Publicado às: 6:39 • 04/07/2009
Naquele tempo, os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?” Disse-lhes Jesus: “Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão. Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o rasgão fica maior ainda. Também não se põe vinho novo em odres velhos, senão os odres se arrebentam, o vinho se derrama e os odres se perdem. Mas vinho novo se põe em odres novos, e assim os dois se conservam”.
Fé em Deus