Categoria: Agronegócio


06:54 · 05.11.2018 / atualizado às 06:57 · 05.11.2018 por

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e o programa Hortifruti Saber & Saúde acabam de lançar o inédito relatório Cenário Hortifruti Brasil, que traz o panorama nacional da produção de frutas e hortaliças, responsáveis por grande parte dos alimentos consumidos todos os dias no País.

Realizado com base em análise de dados, entrevistas com profissionais do setor e métodos estatísticos, o levantamento investigou 24 cultivos e concluiu que são produzidas cerca de 37 milhões de toneladas anuais desses tipos de alimentos, dos quais entre 3% a 5% são exportados.

Entre os destaques do estudo, chamam a atenção os números relacionados à geração de emprego. Na fruticultura, por exemplo, são 6 milhões de trabalhadores em uma área de 2,4 milhões de hectares. Já na olericultura (área da horticultura que abrange a exploração de hortaliças e legumes), são 7 milhões de empregos distribuídos em aproximadamente 2,6 milhões de hectares. Isso significa que, a cada 10 hectares cultivados com frutas e/ou hortaliças, são cerca de 25 pessoas empregadas.

A título de comparação, na cultura da soja, por exemplo, a cada 10 hectares é gerado um posto de trabalho (dado obtido pela divisão da área plantada com a oleaginosa, 34 mis/ha, por 3,8 empregos gerados pela atividade). Isso significa que, além de um relevante impacto macroeconômico, esse setor também é essencial para a empregabilidade de parcela importante da população.

Além disso, a tecnologia aplicada aos cultivos de frutas e hortaliças representa uma característica importante. Nas culturas de mamão, melão e brócolis a adoção de tecnologia é de mais que 50%. E, ao considerar os cultivos em que a maior parte dos produtores tem perfil de alto ou médio uso de tecnologia, são destaque as culturas de abacate, limão, manga, maçã e morango. Entre as hortaliças, cebola, pimentão e tomate.

“Apesar de o Brasil ser um dos principais produtores agrícolas do mundo, nossos produtores enfrentam o desafio de trabalhar em um cenário, ao contrário do que muitos pensam, adverso. O clima tropical é propício para o desenvolvimento de insetos, fungos, plantas invasoras e outras pragas que prejudicam a lavoura. Por isso, o uso da tecnologia é uma necessidade. Isso implica em um estudo cuidadoso do clima, do solo, das culturas e da interação entre esses elementos, além da utilização de técnicas engenhosas de irrigação, máquinas modernas, ferramentas genéticas, fertilizantes para correção de aspectos naturais pouco favoráveis e defensivos agrícolas”, afirma a coordenadora científica do programa Hortifruti Saber e Saúde, Adriana Brondani.

Como grande parte da produção é consumida domesticamente, o estudo afirma, ainda, que o setor contribui para a segurança alimentar dos brasileiros pela disponibilização de alimentos seguros e saudáveis. “O Brasil é conhecido pelo plantio de commodities, mas também merece destaque quando o assunto é fruticultura e olericultura, pois são exatamente seus produtores os responsáveis pela imensa maioria dos alimentos que consumimos in natura ou minimamente processados todos os dias. Além disso, a produção de HF tem um grande potencial de crescimento no País. Prova disso é a discrepância de produtividade entre produtores mais e menos tecnificados”, acrescenta Adriana.

06:48 · 13.10.2018 / atualizado às 06:48 · 13.10.2018 por

O Brasil deverá produzir até 238 milhões de toneladas de grãos na safra 2018/2019.

Esta previsão, feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), integra o primeiro levantamento de safra do período.

Segundo a instituição, caso o número se confirme, significará um aumento de 4,7% na produção comparado à safra anterior.

As projeções mostram ainda que a soja poderá chegar a 119,4 milhões de toneladas e que o milho deve alcançar 91,1 milhões de toneladas.

A Conab explicou que a expectativa dos produtores de milho é de normalização das chuvas para a temporada.

07:23 · 26.09.2018 / atualizado às 07:45 · 26.09.2018 por

A criação de camarão em cativeiro avança pela região do Médio e Baixo Jaguaribe, e agora com uma novidade tecnológica – o uso de estufas.

Numa área de cinco hectares, na zona rural de Jaguaruana, a empresa D&D Pescados, dos sócios Daniel Olinda e Diogo Gomes, está produzindo de modo intensivo até 12 toneladas de camarão, por ciclo (são quatro ciclos por ano).

Graduado em administração nos Estados Unidos, onde residiu durante seis anos, Daniel Olinda está muito satisfeito com os bons resultados de seu investimento, que utiliza pós-larva (filhote de camarão) fornecido pelos laboratórios da Fazenda Potiporã, localizada no Rio Grande do Norte e pertencente ao empresário cearense Cristiano Maia, maior carcinicultor do País.

O pós-larva, quando chega aos viveiros da D&D, são imediatamente encaminhados para o seu berçário, onde permanecem por 20 dias, sendo em seguida transferidos para os viveiros, onde crescem e engordam, alimentando-se de rações. A produção é intensiva – sua densidade é de  até 150 camarões por m².

Daniel Olinda revela que toda a produção de sua D&D Pescados é adquirida por atravessadores, que a revendem para restaurantes e hoteis na região jaguaribana e da Região Metropolitana de Fortaleza.

No Vale do Jaguaribe, onde até há três anos existia a rizicultura (produção de arroz), agora o que existe é a carcinicultura (criação de camarão), cuja atividade tem uma lucratividade que chega ao dobro daquela.

11:41 · 25.09.2018 / atualizado às 12:04 · 25.09.2018 por

Há mais de 10 anos produzindo polpa de frutas e presente em seis estados do Nordeste (RN, PB, PE, AL, CE e BA), a Nossa Fruta Brasil foi a única empresa do Ceará e do Nordeste selecionada para o Programa Scale-Up Alimentos e Bebidas da Endeavor, uma das maiores organizações mundiais de fomento ao empreendedorismo.

O programa conecta empresas em estágios de crescimento semelhantes, com o intuito de criar uma comunidade de empreendedores qualificados para fortalecer cada vez mais seus negócios.

Os encontros promovidos pelo Scale-Up Alimentos e Bebidas – promovidos pela Endeavor, terão início amanhã, 26, e seguirão até março de 2019. Eles contam com a mentores de grande relevância nacional como Sofia Esteves, Robinson Shiba e Pedro Janot.

“Estamos crescendo no segmento de produção de polpas de frutas e bebidas saudáveis. Processamos em média 8 milhões de quilos de frutas por ano. Agora, com a participação no Programa Scale-Up, queremos compartilhar experiências, ampliar nossos conhecimentos por meio de mentorias e ter contato com empresas de perfis semelhantes ao nosso que irão nos ajudar a continuar crescendo de forma sustentável”, explica o diretor da Nossa Fruta Brasil, João Lima.

No Brasil desde 2000, a Endeavor já ajudou a gerar quase R$ 4 bilhões em receitas anuais e mais de 20 mil empregos diretos por meio de programas de apoio a empreendedores, além de capacitar mais de 10 milhões de brasileiros com programas educacionais presenciais e à distância.

Sobre a Nossa Fruta Brasil

Fundada com o intuito de aproveitar a disponibilidade de frutas em Pereiro, no interior do Ceará, e fomentar a agricultura familiar da região, a empresa trabalha há mais de 10 anos com polpas naturais sem corante, sem conservante e sem pasteurização.

A Nossa Fruta Brasil disponibiliza para os consumidores mais de 18 sabores de polpas de frutas, com destaque para a linha de Sabores Especiais como Frutas Vermelhas, Gramora, Pitaya, Caju-Pitaya e Cacau que podem ser encontradas em embalagens de 200g. A linha de sabores tradicionais está disponível em embalagens de 200g e 1kg, fracionadas em 10 porções de 100g. A mais nova linha de sucos poderá ser encontrada em embalagens de 1.3kg e 390g.

14:45 · 21.09.2018 / atualizado às 14:51 · 21.09.2018 por

Empresa com sede em Fortaleza e atuação no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia, a Itaueira – controlada pela família Prado, da qual é CEO Tom Prado, o filho mais novo de Carlos Prado, líder do clã – informa que voltará a produzir frutas neste Estado a partir do momento em que houver a garantia de oferta oferta de água.

Há três anos, por absolta falta de água, a Itaueira suspendeu a produção de melões e melancias no Ceará, transferindo-a para o vizinho Rio Grande do Norte. Com isso, suspendeu suas exportações, dedicando-se inteiramente ao mercado interno.

Hoje, a Itaueira produz melão em suas fazendas no Piauí e na Bahia.

Aqui no Ceará, a empresa da família Prado produz pimentões coloridos na Serra da Ibiapaba. Toda a sua produção de pimentões coloridos destina-se às grandes redes supermercadistas estrangeiras e cearenses.

Tom Prado, que dirige com seus irmãos a Itaueira, espera que o Canal Norte do Projeto São Francisco de Integração de Bacias esteja em operação a partir do primeiro trimestre do próximo ano. Se isso realmente acontecer, sua empresa retomará suas atividades de fruticultura nas suas antigas áreas de produção, ao longo do Canal do Trabalhador, na geografia do município de Aracati.

Essa área é considera livre da mosca da fruta, ou seja, livre para a produção destinada à exportação para os EUA, Canadá e Europa.

 

15:32 · 12.09.2018 / atualizado às 15:38 · 12.09.2018 por

Sexta-feira, 14, às 15 horas, na sede do Banco do Nordeste, no bairro do Passaré, em Fortaleza, o BNB e a Betânia Lácteos – empresa com sede em Fortaleza e líder do mercado de lacticínios na região Nordeste – celebrarão acordo de cooperação por meio do qual será facilitado o financiamento de duas mil vacas leiteiras para pequenos produtores cearenses que fornecem matéria-prima àquela indústria de beneficiamento, cujas fábricas se localizam no Ceará, Pernambuco e Alagoas.

Esse acordo faz parte do esforço da Betânia Lácteos no sentido de ampliar o rebanho leiteiro cearense, parte do qual foi vendido para abate por causa das estiagens que se abateram sobre o Estado.

De acordo com o consultor em agropecuária Zuza de Oliveira, nos últimos 15 anos o rebanho bovino do Ceará foi reduzido em 2,1%, “mas as vacas com aptidão leiteira cresceu 70%”. Por esta razão, a produção cearense de leite bovino experimentou um incremento de 25%, chegando em 2017 à marca de 545 milhões de litros.

Zuza fez questão de revelar que, mesmo ao longo dos seis últimos anos de baixa pluviometria, produtividade da pecuária cearense aumentou: passou de 842 quilos anuais por vaca para 1.609 quilos anuais por vaca.

 

18:14 · 29.08.2018 / atualizado às 18:16 · 29.08.2018 por

A Betânia Lácteos, maior indústria de lácteos do Nordeste e com cadeia produtiva 100% de origem local, idealizou e desenvolveu um aplicativo capaz de gerar uma comunicação mais efetiva com os produtores, especialmente os de pequeno e médio porte, facilitando o fluxo de informações, valorizando a atividade leiteira, oferecendo mecanismos de controle da produção e oferta do leite e até mesmo viabilizando a antecipação de valor do produto vendido.

O aplicativo está em fase de testes há pelo menos seis meses e será utilizado inicialmente no Estado do Ceará, com uma gradual ampliação para os demais estados nordestinos onde a empresa mantém contato com produtores, a exemplo de Pernambuco, Bahia e Sergipe. A ferramenta irá beneficiar inicialmente cerca de 3.500 produtores com relações diretas e diárias com a Betânia Lácteos. Simples e de fácil manuseio, o aplicativo traz quatro serviços específicas por meio dos quais o produtor poderá consultar e executar antecipação de crédito, extrato do leite, venda de ração e análise de qualidade.

No próximodia 19 de setembro, o APP será lançado para produtores do município de Morada Nova, no Ceará. Em seguida será a vez dos municípios de Quixeramobim e Iguatu conhecerem a plataforma.

Segundo David Girão, diretor de Política Leiteira da Betânia Lácteos, o uso da tecnologia já se tornou algo comum no campo, uma vez que a maioria dos produtores rurais já está conectada e utiliza-se de inúmeras ferramentas do mundo digital para obter informações e adquirir bens e serviços. Para David Girão, uma das preocupações atuais na indústria leiteira é que muitos produtores acabam sendo prejudicados ou se sentem desestimulados a seguir na atividade pela falta de organização financeira oriunda de um processo de venda e repasse de pagamento com prazos. “Esse aplicativo pode mudar essa realidade ao permitir que o produtor e sua família possam ter acesso a informações que antes eles não tinham, como, por exemplo, saber com antecedência o valor a ser recebido pela comercialização do leite, ter um extrato diário de produção com testes de volume e qualidade, e até mesmo antecipar crédito para melhorar seu capital de giro”, explica Girão.

Outra preocupação real dos pequenos produtores da indústria leiteira é a descontinuidade dos negócios pela falta de interesse das novas gerações. A familiaridade do público mais jovem com a tecnologia aproxima esses produtores do negócio, garantindo uma continuidade familiar na produção, algo de grande importância para o setor. “Para criar o aplicativo ouvimos as dores dos nossos produtores para entender como podíamos solucionar alguns dos entraves. E a questão do capital de giro e dos pagamentos da produção de leite, o tempo demorado e a falta de controles, as dificuldades de acesso a crédito (para a compra de novilhos, alimentação, medicamentos etc.) são aspectos que atrapalham bastante essa relação e que estão levando muitos produtores mais jovens, da nova geração, a desistir de seguir no setor”, diz David Girão.

O APP voltado para o produtor tem uma forte relação com a identidade da Betânia Lácteos, uma empresa que valoriza a origem nordestina e a cadeia produtiva, vivenciando o dia a dia dos pequenos produtores, suas dificuldades, seus anseios e suas rotinas, vendo na produção familiar o crescimento da região e do mercado leiteiro em geral. Em uma próxima etapa do projeto, a Betânia Lácteos irá produzir e disponibilizar por meio do aplicativo informações de interesse dos produtores por meio de videoaulas educativas sobre diversos aspectos da cadeia produtiva, com profissionais locais que poderão ajudar a tirar dúvidas, dar orientações práticas e trazer novos aprendizados.

09:11 · 22.08.2018 / atualizado às 11:14 · 22.08.2018 por

A cearense Nossa Fruta Brasil, que há mais de 10 anos produz e comercializa polpa de frutas, está investindo R$ 3,6 milhões no financiamento de projetos de fruticultura de produtores do Programa de Agricultura Familiar na região de Pereiro, no Leste do Ceará. A Nossa Fruta tem como sócio e diretor industrial o empresário José Roberto Nogueira, dono da Brisanet, que enlaça com cabos de fibra ótica os sertões do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Segundo João Nogueira, sócio e diretor de marketing da Nossa Fruta, o objetivo desse investimento é fazer crescer 20% a produção de frutas na zona rural de Pereiro, que é grande fornecedora de matéria-prima para a Nossa Fruta Brasil. Entre as frutas mais produzidas no município, destaca-se a acerola, cuja polpa é um dos produtos mais comercializados pela empresa. A acerola é uma planta bem adaptada ao semi-árido.

A propósito: a Nossa Fruta Brasil participará, entre os dias 24 e 26 de agosto, de mais uma edição do Festival Costume Saudável, no shopping RioMar Fortaleza.

09:11 · 14.08.2018 / atualizado às 09:12 · 14.08.2018 por

A Secretaria de Agricultura, Pesca e Aquicultura do Governo do Ceará promoverá uma festa no dia 23 (quinta-feira-feira da próxima semana) para celebrar o início da colheita mecanizada da safra de algodão cultivado na fazenda Lagoa do Mato, no município de Milagres, na Região do Cariri, no Sul do Estado.

O secretário da Seapa, Euvaldo Bringel, disse ao blog que para o evento estão convidados os dirigentes dos organismos parceiros do projeto de recuperação da cotonicultura cearense – Adece, Adagri, Ematerce, Sindialgodão, Embrapa, Faec/Senar, Sebrae, Secretarias Municipais de Agricultura, Fatec/Centec e Sindicatos Rurais.

A colheita da safra algodoeira de 2018 já foi iniciada nos municípios de Quixeramobim, Quixadá e Senador Pompeu, onde várias pequenas propriedades rurais aderiram ao projeto de retomada da cotonicultura. A colheita, agora, de forma meca izada, começará no Sul do Ceará.

No próximo ano, o projeto se estenderá a outros municípios e regiões do Ceará, como antecipa o secretário Euvaldo Bringel.

Neste ano, foram plantados dois mil hectares; no próximo ano, a meta é plantar quatro mil hectares com sementes selecionadas fornecidas pela Embrapa Algodão, que tem sede em Campina Grande (PB).

 

17:51 · 01.08.2018 / atualizado às 17:54 · 01.08.2018 por

Uma nova geração de cortes de frangos da Sadia, livres de antibióticos e hormônios, alimentados com ração 100% vegetal e criados sob preceitos de bem-estar animal, chegará ao mercado neste mês de agosto. Serão oito novas opções de produtos, que serão comercializados sob a linha “Sadia Bio”. Todos terão impressos em suas embalagens o número do lote e, por meio dele, será possível rastrear a origem do produto, ou seja, conhecer detalhes da família que criou a ave.

“Criar mecanismos que possibilitem ao consumidor rastrear a origem do produto é uma grande tendência global. Neste sentido, por meio da marca Sadia, nos tornamos a primeira empresa do setor a dar acesso a informações sobre o local e condições de criação das aves, bem como a família responsável por essa etapa do processo”, explica Rodrigo Lacerda, diretor de marketing da BRF. “Esta será mais uma iniciativa pioneira da marca Sadia”, ressalta o executivo.

A plataforma de rastreabilidade da Sadia será disponibilizada ao público em meados de agosto, isto é, simultâneo à chegada da nova linha ao mercado. A ferramenta ficará hospedada no site www.sadia.com.br e dará ainda mais transparência aos processos produtivos e rígidos controles de qualidade adotadas pela marca – desde a seleção dos ingredientes aos processos fabris.

As granjas onde são criadas as aves da linha “Sadia Bio” ficam na região de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, e são atestadas pela “Certified Humane”, um dos selos mais importantes do mundo no quesito de bem-estar animal. Para obter o selo, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como, ciscar, tomar banho de ‘areia’ e bater asas. Além disso, estabelece uma dieta nutritiva, sem o uso de antibióticos preventivos, hormônios ou quimioterápicos.

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