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Categoria: Ciência


04:09 · 13.04.2018 / atualizado às 04:09 · 13.04.2018 por

Uma fonte da Funceme admitiu, em conversa com este blog, que a estação das chuvas deste ano poderá prolongar-se até o fim do próximo mês de maio.

Se isso realmente acontecer- e se as chuvas que caem no interior do Ceará continuarem com a mesma intensidade – será muito possível que os grandes açudes, como Orós e o Castanhão tenham uma boa recarga.

Boa recarga será, por exemplo, dar ao Castanhão um volume de 1 bilhão de m³ de água e ao Orós outros 1 bilhão de m³.

Aí já haveria água suficiente para abastecer Fortaleza por mais dois anos e para garantir as atividades da agricultura irrigada.

Mas toda essa esperança depende mesmo da natureza, uma criação divina.

04:34 · 11.04.2018 / atualizado às 04:34 · 11.04.2018 por

Um grupo de empresários da indústria e da agropecuária reuniu-se terça-feira, 10, na hora do almoço, e debateu sobre a sua preocupação com relação à crise de oferta de água causada pelo baixo nível dos grandes açudes do Ceará.

Uma das sugestões que surgiram durante o almoço foi quanto à necessidade de evitar ou reduzir a evaporação dos açudes.

Para isso, os empresários entendem que as universidades cearenses deveriam fazer pesquisas sobre como cobrir – e com que cobrir – o espelho d’água dos açudes, o que reduziria a evaporação.

Eles consideram que quase 100% das pesquisas acadêmicas são feitas apenas para enfeitar prateleiras e conquistar o doutorado, pois nada têm a ver com as necessidades do setor produtivo.

Nos países desenvolvidos, as pesquisas universitárias são feitas para atender a indústria, à agropecuária e às demais atividades econômicas.

03:57 · 09.04.2018 / atualizado às 03:57 · 09.04.2018 por

Uma pesquisa desenvolvida por nutrólogos britânicos, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, acaba de revelar o que este blog vem dizendo há vários anos:

Não nenhuma evidência suficiente para provar, cientificamente, que os alimentos orgânicos são mais nutritivos do que os alimentos produzidos pela agricultura tradicional, que utiliza defensivos para combater as doenças e pragas das lavouras.

Não é a primeira pesquisa que aborda o tema, e todas elas repetem o que se sabe: que alimentos orgânicos e tradicionais são saudáveis.

O que existe, na verdade, é um forte e poderoso lobby a favor dos orgânicos.

Só isso.

04:10 · 27.03.2018 / atualizado às 04:11 · 27.03.2018 por

Logo mais, às 17h30 desta terça-feira, 27, , o empresário Luiz Roberto Barcelos (foto), sócio e CEO da Agrícola Famosa, maior empresa brasileira produtora e exportadora de melão e melancia, com fazenda de produção no município de Icapuí, aqui no Ceará, fará palestra para os membros da Academia Cearense de Ciência.

Ele mostrará as tecnologias que sua empresa usa não só no Ceará, mas também no Piauí, no Rio Grande do Norte e em Pernambuco, onde produz e exporta frutas para a Europa, Estados Unidos, Rússia, Oriente Médio e, ainda neste ano, para a Ásia, incluindo a China.

Luiz Roberto Barcelos deverá ser, nas eleições deste ano, candidato ao Senado pelo vizinho Rio Grande do Norte.

Mas até agora ele ainda não definiu o partido pelo qual se candidatará.

04:08 · 21.02.2018 / atualizado às 04:09 · 21.02.2018 por

O presidente da Funceme, Eduardo Sávio, transmitiu ao blog uma boa notícia:

Segundo ele, várias regiões do Ceará já registram uma estação de chuvas acima da média histórica.

Eduardo Sávio deu como exemplo a região do Vale do rio Salgado, cujas águas são despejadas diretamente no açude Castanhão.

Nessa região, as chuvas estão 11% acima da média histórica.

Na região Baixo Jaguaribe, porém, as chuvas estão 8% abaixo a média.

No entanto, na região do Alto Jaguaribe, elas estão 37% acima da média histórica.

O presidente da Funceme também disse que são boas as previsões de chuva para os próximos três meses.

04:12 · 24.01.2018 / atualizado às 04:16 · 24.01.2018 por

No mundo da ciência do clima, somente a Nasa – a agência espacial norte-americana – está em linha com o prognostico da Funceme para a estação de chuvas deste ano no Ceará.

Ou seja, o anúncio feito pela Funceme, segundo o qual há 40% de chance de as chuvas deste 2018 ficarem acima da média, 35% na média e só 25% abaixo da média – tem o respaldo científico da Nasa.

O Inpe, que é o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, de São José dos Campos, está prevendo que o Ceará e o Nordeste terão mais um ano de baixa pluviometria.

A ciência e a natureza estão sempre divergindo.

Entre uma e outra, está a fé em Deus, e é nela que os cearenses e os nordestinos como um todo buscam a esperança de um bom inverno neste ano.

04:12 · 22.01.2018 / atualizado às 04:13 · 22.01.2018 por

Logo mais, às 9 horas desta segunda-feira, 22, os cearenses saberemos que tipo de temporada de chuvas teremos neste ano de 2018.

O presidente da Funceme, Eduardo Sávio Martins, anunciará, oficialmente, o que a ciência do clima prevê para o Ceará: se teremos chuva abaixo da média, na média ou acima da média.

A expectativa é de que teremos chuvas dentro da média histórica, mas há quem aposte na possibilidade de a Zona de Convergência Intertropical, que provoca as chuvas do inverno nordestino, desça abaixo do Equador, uma vez que há bons sinais de aquecimento das águas do Atlântico Sul.

Se isso acontecer, será possível registrar chuvas acima da média,

O que o blog pode informar, antes do anúncio da Funceme, é que as empresas cearenses de fruticultura aguardam essa informação.

Em caso de prognóstico positivo, as que,por falta de água, saíram do Ceara há dois anos, poderão voltar.

Mas, em caso de previsão negativa, até  as que ficaram aqui poderão ir embora para outro estado.

04:06 · 19.01.2018 / atualizado às 04:07 · 19.01.2018 por

Estamos na segunda quinzena de janeiro, e até agora a estação de chuvas tem sido ridícula, uma vez que só tem registrado precipitações esparsas e isoladas, incapazes de encher até os pequenos açudes.

Até aqui, as indicações da ciência do clima apontam para mais uma estação de chuvas abaixo da média histórica.

Se isso realmente acontecer, teremos problemas mais graves dos que já enfrentamos hoje.

O blog pode informar que as autoridades da Secretaria de Recursos Hídricos demonstram grande preocupação com a situação do açude Castanhão, de onde está vindo a água para o abastecimento de Fortaleza e de sua Região Metropolitana.

Na próxima segunda-feira, o presidente da Funceme, Eduardo Sávio, reunirá a imprensa para anunciar sua previsão climática para este primeiro trimestre de 2018.

Se você é uma pessoa de fé, comece a orar a Deus, pedindo chuva, muita chuva.

07:30 · 23.12.2017 / atualizado às 07:32 · 23.12.2017 por

O blog conversou com o presidente da Funceme, engenheiro Eduardo Sávio.

E perguntou-lhe se essas chuvas que estão caindo pontualmente em várias regiões do Estado do Ceará são prenúncios de que teremos bom inverno em 2018.

Eduardo Sávio e sua equipe técnica aconselham um pouco de calma e de paciência aos cearenses, porque qualquer prognóstico feito agora acerca da estação das chuvas do próximo ano será apressado.

De acordo com o presidente da Funceme, só em meados do próximo mês de janeiro é que será possível emitir uma previsão cientificamente correta sobre se teremos uma estação de chuvas na média histórica, abaixo da média ou acima da média.

O blog éleigo na matéria, mas pode dizer que somente chuvas torrenciais, e durante muitos dias, poderão recarregar os grandes açudes como o Castanhão e o Orós.

Pouca chuva não resolverá o problema da falta de água.

04:45 · 13.12.2017 / atualizado às 04:46 · 13.12.2017 por

O presidente da Funceme, engenheiro Eduardo Sávio, reuniu-se terça-feira, 12, com um grupo de empresários cearenses da indústria e da agropecuária.

A eles, Eduardo Sávio disse que ainda é cedo para prognosticar, cientificamente, se teremos, em 2018, um ano de chuva na média, abaixo da média ou acima da média histórica.

De acordo com o presidente da Funceme, neste momento as águas do Oceano Atlântico, no hemisfério Norte, estão aquecidas,enquanto as do Pacífico apresentam-se frias.

Para que o Nordeste e, principalmente, o Ceará tenham uma estação de chuvas acima da média, será preciso que esfriem as águas do Atlântico Norte e que se aqueçam as do Atlântico Sul.

Eu vi um mapa que Eduardo Sávio mostrou aos empresários: está predominando hoje a cor alaranjada no Atlântico Norte e em parte do Atlântico Sul.

É preciso que essa coloração mude para o azul.

Na Funceme, todos torcem para que essa mudança de cor aconteça até o começo de janeiro.