Busca

Categoria: Economia


12:18 · 20.07.2018 / atualizado às 12:19 · 20.07.2018 por

A prévia da Sondagem da Indústria – da Fundação Getúlio Vargas – de julho de 2018 sinaliza queda de 0,5 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de junho, para 99,6 pontos, o menor desde janeiro deste ano.

A queda da confiança neste mês pode vir da piora das expectativas do setor. Após subir 3,4 pontos em junho, o Índice de Expectativas (IE) cairia 4,3 pontos em julho, para 100,7 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) subiria 3,4 pontos em julho, para 98,5 pontos, após cair 5,5 pontos no mês anterior.

O resultado preliminar de julho sinaliza o segundo recuo consecutivo no Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), de 0,3 ponto percentual, para 75,9%.

Para a prévia de julho de 2018 foram consultadas 782 empresas entre os dias 02 e 18 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima sexta-feira, dia 27 de julho.

Dados completos no Portal IBRE, no link: http://goo.gl/YV7NNh.

12:05 · 20.07.2018 / atualizado às 12:08 · 20.07.2018 por

Os shoppings da Rede Ancar Ivanhoe no Ceará –  North Shopping Fortaleza, North Shopping Jóquei, North Shopping Maracanaú e Via Sul Shopping – pretendem abrir mais de 90 novas operações ainda este ano. O objetivo é renovar o mix de lojas, substituindo espaços por marcas que gerem mais identificação e atendam ainda mais às necessidades dos clientes. “Quando realizamos a renovação do mix, todos saem ganhando, pois atraímos novos consumidores, fidelizamos os antigos e geramos um fluxo maior para cada equipamento do portfólio da empresa”, explica Ricardo Nunes, superintendente regional da Ancar Ivanhoe.

Com as mudanças, que refletem a sensibilidade da Ancar em analisar os equipamentos sob a ótica do cliente, os shoppings da rede no Ceará já registram um crescimento de 8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os indicadores acompanham o crescimento na taxa de emprego e a estabilidade na taxa de juros.

Informa a empresa que, entre as operações já confirmadas para abrir em 2018, estão Caixa Econômica Federal, Vignoli, Top Móveis e Giraffas (Via Sul Shopping); Bel Cosméticos, Estilo Feitiço, Sacrum, Pimenta Tropical, Cheppitos, Sal e Brasa, Bebelu, Conforto dos Sonhos e Solar Magazine (North Shopping Fortaleza); Solar Magazine, Linda Moda, Sonho de Biju, Vi Lingerie, Clínica Médica e RG Móveis (North Shopping Jóquei); e 4 Estylos, RG Móveis e Caixa Econômica Federal (North Shopping Maracanaú).

09:39 · 20.07.2018 / atualizado às 09:41 · 20.07.2018 por

Até o final deste terceiro trimestre, o Grand Shopping Messejana inaugurará quatro novas lojas na praça de alimentação.

Abrirão a Lugs, dos tradicionais baldes de frango frito, Pizza Crek, Mini Kalzone e Burger King.

“Consideramos essas novas operações conquistas muito importantes para nosso mix. Estamos sempre buscando oferecer opções variadas e de qualidade para os consumidores e a nossa expectativa é de que a chegada dessas operações ampliem e fortaleçam o nosso público”, reforça o superintendente do Grand Shopping, Gesley Siqueira.

Atualmente, operam no shopping grandes marcas no setor gastronômico, entre as quais Chinatown, Empório Grill, Bebelu, Subway, Oh My Dog e McDonald’s.

15:50 · 19.07.2018 / atualizado às 15:53 · 19.07.2018 por

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), em junho de 2018, apresentou aceleração de 1,15 por cento com relação a maio, quando ficou em 0,34 por cento. Em junho do ano passado, o índice fechou com deflação de -0,25 por cento. O IPCA nacional registrou variação de 1,26 por cento, significando alta em relação ao mês imediatamente anterior (0,40 por cento) e junho de 2017 (-0,23 por cento). Os números estão no Termômetro da Inflação (Volume 1 – nº 07/2018) publicado nesta quinta-feira, 19, pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado do Ceará.

O trabalho, elaborado com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que o acumulado na RMF nos seis primeiros meses de 2018 atingiu 2,37 por cento, enquanto em igual período de 2017 o percentual foi de 1,50 por cento. O IPCA nacional, de janeiro a junho, fechou em 2,60 por cento contra 1,18 por cento em igual período de 2017. Portanto, o acumulado na RMF ficou abaixo do nacional. Em 12 meses, o índice na RMF ficou em 3,15 por cento, ocupando, dentre as 16 cidades/regiões metropolitanas pesquisadas, o 11º lugar. Goiânia ficou em primeiro, com 5,19 por cento; Porto Alegre, com 4,97 por cento, e São Paulo, com 4,78 por cento.

Dos nove Grupos que compõem o IPCA, apenas Vestuário (0,06 por cento) e Comunicação (-0,02 por cento) apresentaram deflação em junho na RMF. Os Grupos Alimentação, Habitação e Transportes, tanto na RMF como no nacional, sofreram pressão inflacionária. O Grupo Alimentação acelerou 2,10 por cento, acima, inclusive do nacional, que teve alta de 2,03 por cento. O IBGE destaca que, neste último caso desde janeiro de 2016 o grupo não apresentava taxa acima dos 2,00 por cento, e para os meses de junho, desde 2008, ressaltando que essa aceleração é reflexo da paralisação dos caminhoneiros ocorrida no final do mês de maio. No Grupo Habitação, por sua vez, a alta na RMF como também no nacional tiveram como destaque o Item Energia Elétrica Residencial, com variação de 7,29 por cento e 8,02 por cento, respectivamente. Transportes, com variações de 1,07 por cento na RMF e 1,58 por cento no Brasil.

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou em junho de 2018, na  RMF, em alta de 1,21 por cento, similarmente ao ocorrido no IPCA. Em junho de 2017 o índice havia registrado deflação de 0,35 por cento. No nacional, o índice também apresentou aceleração de 1,43 por cento com relação a maio de 2018. A aceleração do INPC na RMF elevou o acumulado dos últimos 12 meses para 2,57 por cento,  acima dos 0,99 por cento registrado até maio de 2018. O INPC se se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos. É calculado também para dez regiões metropolitanas, além de seis municípios, que são as mesmas áreas geográficas que abrange o IPCA.

10:03 · 19.07.2018 / atualizado às 15:35 · 19.07.2018 por

Ficou pronta e será inaugurada no próximo dia 28 (sábado da próxima semana) a nova loja (foto) da FS Rocha Pescados e Mariscos, empresa dos irmãos Francisco e Manoel Rocha.

A nova loja, localizada no mesmo endereço da antiga, tem 1.,500 m², ar condicionado, uma bateria moderna de freezers, gôndolas novinhas e uma área de estacionamento para 40 veículos. Agora, todo o conjunto da FS Rocha ocupa uma área de 3 mil m², uma parte da qual é ocupada por câmeras frigoríficas.

Os irmãos Francisco e Manoel começaram a sua atividade empreendedora há pouco mais de 15 anos, vendendo peixe na esquina das ruas Padre Valdevino com Nunes Valente. Para isso, usavam uma uma caixa de isopor de 1 metro por 1 metro, na qual os peixes eram conservados.

Alguns anos depois, eles alugaram uma casa de 1.500 m² na rua Antonio Furtado, 1010, no bairro de Dionísio Torres, onde instalaram uma loja para vender o seu peixe. Em seguida, compraram o imovel.

Mas logo o espaço ficou pequeno e eles partiram para a compra da casa vizinha, com mais 1.500 m², onde construíram uma loja sem igual no Ceará para a venda exclusiva de pescados e mariscos e, também, de outros produtos regionais, como castanha de caju e doces.

A FS Rocha não só vende direto ao consumidor na sua loja, mas abastece grandes hotéis e restaurantes de Fortaleza. Seus produtos – peixes – incluindo bacalhau, salmão e tilápia – e mais camarão, lagosta e carne de caranguejo são fornecidos por grandes empresas do Norte e do Sul do País.

Na manhã desta quinta-feira, 19, operários e técnicos em jardinagem estavam dando os últimos retoques internos e externos para a inauguração da loja, daqui a uma semana.

 

16:44 · 18.07.2018 / atualizado às 16:48 · 18.07.2018 por

Se for eleito presidente, Jair Bolsonaro já tem sua primeira prioridade: reduzir os gastos do Governo, promover as reformas, incluindo preferencialmente a da Previdência, e abaixar as alíquotas dos impostos. Foi o que anunciou o assessor para assuntos econômicos de Bolsonaro, economista Paulo Guedes. Ele falou nesta quarta-feira, 18, para empresários do Lide-Ceará, com os quais se reuniu em almoço (foto) no Hotel Gran Marquise.

Com desenvoltura – e como se estivesse dando uma aula sobre história recente da política e da economia brasileiras – Paulo Guedes acrescentou entre as prioridades a redução do número de impostos. “Subir imposto, nem pensar!”, afirmou.

Para ele, o modelo previdenciário vigente – que precisa de ser urgentemente reformado – “é um avião cheio de bomba-relógio”.

Paulo Guedes também disse que o Estado precisa diminuir de tamanho. Na sua opinião, não tem sentido “você mandar carta pelo correio que só entrega com 60 dias de atraso”. A privatização dará ao País uma economia de dinheiro que se reverterá em favor dos Estados e municípios. Ele perguntou: “Quem melhorou a educação no Ceará, foram o Estado e os municípios ou foi a Sudene?”, dando a indicação de que a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste poderá ser ou reformulada ou extinta.

“Chegou a hora de mudar o regime fiscal. Na metade do ano que vem, se nada for feito antes, a dívida pública chegará aos R$ 4 trilhões” – alertou Paulo Guedes, acrescentando: “Estamos hipotecando o futuro dos nossos netos com o atual modelo previdenciário”. E mais: O País está estagnado e a política, corrompida”.

O assessor de Bolsonaro lembrou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso “queimou R$ 50 bilhões para a sua reeleição”. Na época do Governo FHC, se as estatais tivessem sido privatizadas, toda a dívida pública teria sido liquidada. Hoje, o dinheiro da privatização “só dará para pagar 17% da dívida”.

09:24 · 17.07.2018 / atualizado às 09:26 · 17.07.2018 por

Dar projeção internacional, diversificando o mercado e, consequentemente, facilitando o aumento do volume e da qualidade das exportações do Nordeste. Esses são os principais objetivos do Encontro Internacional de Negócios do Nordeste que, neste ano, chega à sua vigésima edição, retornando a Fortaleza, sua origem. O evento será aberto amanhã, quarta-feira, 18.

Aberto às empresas que querem colocar seus produtos no mercado externo, o EINNE integra o circuito dos grandes eventos empresariais do País e, nesta edição, vai reunir empresas das áreas de Alimentos e Bebidas, (cachaça, doces, chocolates, sucos, água de coco); Orgânicos e Comércio Justo (café e chás, polpa de frutas, frutas, mel, própolis, castanha); Cosméticos (cremes de beleza e cremes nutritivos, perfumes e águas de colônia, loções tônicas cosméticos capilares e sabonetes); e Moda (infantil, praia, fitness e íntima).

Idealizado pelo Sebrae Ceará e realizado desde 1996, o Encontro tem como parceiros a ADECE, o Sistema FIEC com seus Sindicatos, o BNB, e a própria CTCOMEX & IE- Câmara Temática de Comércio Exterior e Investimentos Estrangeiros.

Apontado como de importância fundamental na manutenção e estímulo ao comércio entre os estados da Região e países convidados, principalmente os da Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP), o EINNE contará, nesta edição, com atrações como o Salão do Importador e deve consolidar o processo de qualificação das pequenas empresas nordestinas para a internacionalização de seus produtos.

E a ideia do evento é justamente esta: que o Sebrae atue como facilitador na aproximação comercial entre as pequenas empresas participantes e compradores de todo o mundo. Além disso, a instituição ainda auxilia o empresário no processo de amadurecimento e preparação para exportação, o que vai desde o auxílio na capacitação e planejamento para exportar, como também, no aumento da competitividade dos negócios atendidos.

08:50 · 17.07.2018 / atualizado às 09:01 · 18.07.2018 por

Quinta-feira, 19, às 20 horas, o empresário José Alves de Oliveira – o Zenir – receberá o Troféu Clóvis Rolim, com o qual a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL), presidida por Francisco Freitas Cordeiro, e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL), cujo presidente é Assis Cavalcante (foto), premia anualmente a personalidade cearense que tenha prestado relevantes serviços ao varejo.

A solenidade, a que estará presente o governador Camilo Santana, será realizada no Theatro José de Alencar.

O homenageado é o dono da rede de lojas Zenir, que, tendo sua primeira loja no interior do Estado, é hoje uma das maiores organizações do comércio varejista do Ceará.

Clóvis Rolim, de saudosa memória, foi um dos ícones do varejo cearense. Paraibano de Cajazeiras, Rolim mudou-se cedo para Fortaleza, onde desenvolveu sua atividade comercial. Ele presidiu a Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza e se tornou um dos maiores líderes do comércio estadual.  Para perpetuar sua memória, a FCDL e a CDL de Fortaleza criaram o troféu que leva o seu nome e já entregue às mais destacadas personalidades do Estado.

11:50 · 12.07.2018 / atualizado às 11:51 · 12.07.2018 por

A agência de classificação de risco Standard and Poor’s elevou a nota do Magazine Luiza para brAAA.

A empresa tem várias lojas em Fortaleza e também em cidades do interior do Ceará.

A classificação da empresa vem em ascensão desde 2016 – e a S&P acompanha o Magazine Luiza desde 2014.

“Atingir o patamar máximo pela S&P é motivo de muito orgulho para nós do Magalu e sempre foi um dos nossos principais objetivos”, afirma Roberto Bellissimo, diretor executivo financeiro do Magazine Luiza. “Acreditamos que isso é fruto da consistência e da qualidade dos nossos resultados e da evolução da nossa geração de caixa.”

11:44 · 12.07.2018 / atualizado às 11:46 · 12.07.2018 por

Ao longo do último um ano e meio, o desemprego apresentou um crescimento de 13 pontos percentuais entre os principais motivos que levaram à restrição dos consumidores brasileiros. A constatação é da Pesquisa Perfil do Consumidor, elaborada pela Boa Vista SCPC, no decorrer do 1º semestre de 2018, com cerca de 1.700 pessoas, em todo o país. 

No 1º semestre de 2017, 32% alegaram que a falta de renda ocasionada pelo desemprego prejudicou o pagamento das contas e, consecutivamente, os levaram à inadimplência. Já no 1º semestre deste ano, foram 45%. O desemprego historicamente se mantém na liderança dos motivos que levam à inadimplência, de acordo com levantamentos da Boa Vista SCPC.  

O descontrole financeiro ficou em segundo lugar dentre os motivos responsáveis pela restrição. Dos 20% de respondentes no 1º semestre de 2017, no mesmo período deste ano foram 18% os que informaram ter ficado com o ‘nome sujo’ por gastar mais do que ganha. O empréstimo do nome a terceiros veio logo em seguida, como o terceiro principal motivo da inadimplência. Eram 11% no 1º semestre de 2017 e na última pesquisa 18% informaram ter ficado com o nome negativado ao obter crédito para ajudar uma outra pessoa.

Parentes e familiares são os mais procurados pelos consumidores no momento do aperto financeiro, e representam 46% das menções. Em segundo lugar estão os bancos (29%), depois as Financeiras (25%) e amigos/colegas (23%). Mesmo assim, somente 10% conseguem a ajuda esperada por parte dos familiares, e apenas 3% dos bancos.

De acordo com a pesquisa da Boa Vista SCPC, o comprometimento com o pagamento de contas diversas e os gastos com itens de vestuário e calçados foram os que mais pesaram no orçamento dos consumidores. O primeiro passou de 23% para os atuais 26%, e o segundo fator dos 15% para os 19%, respectivamente, na comparação entre o 1º semestre de 2018 e o 2º semestre de 2017. 

Já entre as contas diversas citadas acima que deixaram de ser pagas: 33% referem-se à educação (colégio, cursos etc); 19% a compra de aparelho celular/smartphone; 15% com saúde (plano médico etc); 12% com taxas e tarifas (IPTU, IPVA, condomínio etc), 11% com outras contas (consertos de carro, despesas extras etc) e 10% com lazer.

Segundo o estudo, 86% das contas vencidas que causaram a restrição estão em atraso há mais de 90 dias. 11% de 30 a 60 dias e apenas 3% estão com o vencimento atrasado a menos de 30 dias. 50% dos consumidores possuem até duas contas vencidas (no 2º semestre de 2017 eram 40%). 31% têm três ou quatro contas e 19% têm mais de quatro contas com pagamentos vencidos. 

Dos meios de pagamento utilizados nas compras dos bens ou serviços que geraram a restrição, 31% dos consumidores usaram o boleto bancário. Destes, 34% referentes a contas de telefone (celular/fixo); 25% às despesas com educação; 21% às contas de concessionárias (água, luz, gás); 10% a taxas e tarifas diversas (IPTU, IPVA, condomínio etc) e 1% a despesas médicas. O cartão de crédito foi citado como o segundo meio de pagamento (25%), seguido do cartão de loja (15%), carnê de financiamento/crediário (12%), empréstimo pessoal (8%), cheque especial (6%) e cheque pré-datado (3%).

66% dos consumidores inadimplentes possuem dívidas de até R$ 3.000 (contra 56% do semestre passado). 32% deles possuem dívidas de até R$ 1.000 (contra 24% anteriores). 34% deles possuem dívidas com valores acima de R$ 1.000 até R$ 3.000 (contra 32%). Já o percentual de consumidores com dívidas acima de R$ 5.000 caiu de 29% para 18%. Quanto maior o volume de dívidas, maior é o valor devido (46% possuem cinco contas ou mais que geraram a restrição e, nestes casos, os valores devidos superam R$ 4.000).

O percentual de consumidores inadimplentes que pretende priorizar o pagamento das compras com o cartão de crédito no 1º semestre de 2018 subiu de 21% para 36%. Já 22% priorizarão o pagamento dos boletos (no segundo semestre eram 27%). Destes, 41% referem-se às despesas com educação, 29% com contas de telefone, 14% concessionárias, 11% taxas e tarifas e 5% com planos médicos. No semestre passado, 27% disseram que iriam priorizar o pagamento de contas feitas com boleto.

Sobre o nível de endividamento, dos consumidores que estão inadimplentes, 70% afirmaram estar muito endividados neste último semestre, contra 73% dos respondentes na comparação com o mesmo período do ano passado. E destes, 81% disseram ser difícil manter as contas em dia, contra 88% no mesmo período de 2017. E mais, 56% informaram que estão com mais de 50% da renda comprometida com o pagamento de dívidas (vencidas ou não). No mesmo período de 2017, eram 66%.