Categoria: Economia


04:13 · 08.01.2020 / atualizado às 04:13 · 08.01.2020 por

A empresária de semijoias Samantha Esser iniciou seu negócio como “sacoleira”, vendendo de porta em porta.

Hoje, nove anos depois, comanda a “Samantha Esser”, marca consolidada no mercado atacadista de joias com mais de três mil clientes ativos em vários estados do país e no exterior.

Austrália, Estados Unidos e Portugal são alguns dos que já conhecem seus produtos.

O comportamento empreendedor fez a diferença, mas a busca pelo conhecimento foi o que a fez prosperar.

Com o objetivo de ajudar quem está em busca de dar o pontapé inicial, Samantha listou 10 passos para quem quer começar:

Passo 1– Inovação: Foco no negócio, sempre criando e surpreendendo.

Passo 2– Liderança: Ser líder de você mesma exige autoconfiança e gerenciamento de rotina.

Passo 3– Planejamento: Planejar o percurso e a estimativa de tempo que levará até onde quer chegar.

Passo 4– Escute Especialistas: esteja aberta a ouvir críticas e disposta a fazer mudanças que vão somar.

Passo 5 – Atualização: Busque estar um passo à frente de seus concorrentes.

Passo 6 – Network – Sua rede 7

relacionamento é que vai te levar ao topo. Busque aumentá-la e diversificá-la.

Passo 7 – Estude – Sempre terá conhecimento a ser adquirido. Busque novas pesquisas e estude seu mercado.

Passo 8 – Assuma riscos calculados: Saia da zona de conforto. Estabeleça prioridades e atenda às demandas com agilidade.

Passo 9 – Dedicação: Nada funciona sem o olhar do dono. Esteja focado e dedicado ao seu negócio. O preciosismo pode ser um diferencial.

Passo 10 – Satisfação do cliente: Cumpra prazos e mantenha relacionamento transparente e saudável.

05:53 · 06.01.2020 / atualizado às 07:18 · 06.01.2020 por

A partir desta segunda-feira, 6, os bancos começam a cobrar uma taxa mensal de 0,25% do cheque especial cujo limite de crédito for superior a R$ 500.

Isto significa o seguinte: se o correntista tem cheque especial com limite de crédito de R$ 1 mil, ele pagará ao banco, por mês, R$ 1,50.

Se esse limite for de R$ 1,5 mil, essa taxa de 0,25% significará uma cobrança mensal de R$ 3,75, o que significará R$ 45 por ano.

Quem já tem cheque especial – dependendo do banco – só pagará a taxa a partir de junho.

Mas o banco Santander já avisou que a partir de hoje cobrará a taxa tanto dos novos correntistas quanto dos antigos.

O Banco do Brasil, a Caixa Econômica, o Itaú e o Bradesco já informaram que os antigos correntistas só pagarão a taxa a partir de junho.

A fixação dessa taxa de 0,25% do que exceder do limite de R$ 500 reais foi decidida pelo Banco Central como contrapartida pela redução da taxa máxima de juros do mensal do cheque especial.

O juro do cheque especial estava no pornográfico limite de 13% ao mês. Ao mês, vale repetir.

De hoje em diante, essa taxa reduz-se para 8% ao mês.

Os bancos reclamaram, e o Banco Central criou essa taxa mensal de 0,25% do que exceder o limite de crédito de R$ 500 no cheque especial.

A Ordem dos Advogados do Brasil, que se mete até em briga de galo, já avisou que entrará no Supremo Tribunal Federal com um recurso pedindo a proibição da cobrança dessa taxa porque a considera contrária ao Código de Defesa do Consumidor.

E é mesmo. 

04:04 · 04.01.2020 / atualizado às 04:04 · 04.01.2020 por

O Brasil entrou em um novo cenário de investimentos. A redução da SELIC, a taxa básica de juros, para o nível mais baixo da série histórica eliminou a atratividade de aplicações mais conservadoras, como os títulos de renda fixa atrelados ao CDI.

Aliado a isto, a retomada da economia e a expressiva valorização do Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, fazem com que os investidores ganhem cada vez mais confiança para realizar suas aplicações.

No entanto, especialistas alertam que é preciso sabedoria na hora de administrar seus investimentos.

Para Lucas Vidigal, diretor da Scopo Finanças Pessoais, um dos principais erros dos investidores é não diversificar.

“Manter uma carteira de investimentos muito concentrada aumenta sua vulnerabilidade. O ideal é buscar alternativas entre títulos de renda fixa, ações e fundos, de acordo com o perfil de risco e com os objetivos do investidor”, recomenda ele.

Segundo o especialista, o cenário atual favorece a busca por alternativas que possam oferecer melhores rendimentos.

“Por causa das altas taxas de juros durante a maior parte dos últimos 25 anos, foi relativamente fácil para o investidor auferir ganhos acima da inflação sem se preocupar muito com a qualidade de suas aplicações. O investidor brasileiro se acostumou com isso, mas essa já não é mais a realidade”, diz Vidigal.

Contudo, o investidor deve tomar cuidado com a tentação de se arriscar em aplicações com as quais está pouco familiarizado.

“Boa parte dos produtos de renda variável disponíveis no mercado apresenta um histórico de desempenho muito positivo nos últimos três anos, mas montar e gerenciar um portfólio de investimentos com base única e exclusivamente no desempenho passado pode não ser uma boa estratégia a médio e longo prazo”, alerta.

Lucas Vidigal também chama atenção para a influência do fator psicológico.

“As oscilações no mercado tendem a gerar diferentes emoções nas pessoas, fazendo com que sua experiência ao investir alterne entre altos e baixos”, afirma, acrescentando que, dependendo da intensidade, esses sentimentos podem levar a decisões equivocadas, que resultariam na redução dos retornos ou até mesmo em perdas financeiras.

A solução passa por conhecer melhor os produtos ou ativos no quais se está aplicando e compreender a estratégia de investimento.

O especialista recomenda que as decisões sejam embasadas por dados quanto à qualidade e confiabilidade do investimento, e não por sentimentos momentâneos ou pela tentativa de acertar “o ponto certo” de entrada ou saída.

“Em momentos de retomada da economia brasileira, onde os preços dos ativos financeiros já responderam de maneira significativa a uma expectativa de retomada do ciclo econômico, é fundamental que os investidores estejam conscientes das armadilhas”, diz Lucas.

“Agir movido pela emoção é trair seus objetivos financeiros”, finaliza.

04:09 · 03.01.2020 / atualizado às 04:09 · 03.01.2020 por

A B3 anunciou ontem, quinta-feira, 2, um novo modelo de tarifação do mercado de ações. Um dos principais impactos se concentrará no pequeno investidor de varejo.

Com as mudanças, a taxa mensal de manutenção de conta, que hoje chega a cerca de R$110 ao ano, será zerada permitindo que as corretoras ampliem a base de clientes pessoa física.

A tarifa cobrada na negociação de ações na B3 também cai cerca de 10% para as pessoas físicas em geral.

Além disso, clientes que tiverem até R$20 mil de saldo em custódia numa mesma corretora serão isentos das demais taxas de manutenção de conta, como as cobranças sobre o pagamento de proventos e valor em custódia.

Esse conjunto de medidas beneficia cerca de 65% da base de investidores pessoa física que hoje têm saldo em contas de renda variável na B3.

A redução de tarifas está alinhada à decisão, já anunciada pela B3 de compartilhar, com os clientes e o mercado os benefícios dos ganhos de escala do seu negócio.

A medida representa uma redução de aproximadamente R$250 milhões nas tarifas pagas pelos clientes da B3 no ano considerando os volumes negociados nos últimos 12 meses.

“A B3 reconhece seu papel central no desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro. Isso envolve oferecer novos produtos, melhorar serviços prestados e estimular mais negociação e expansão da base clientes por meio de mecanismos de preços e incentivos. É isso que estamos fazendo hoje. Acreditamos que esta nova estrutura de tarifação cumpre esses objetivos”, afirma Gilson Finkelsztain, presidente da B3.

Em 2019, os investidores de varejo foram um dos destaques no crescimento do mercado de capitais brasileiro. O número de contas ativas na depositária da B3 saltou de 643 mil em jan/18 para 1,5 milhão de investidores em out/19, sendo que cerca de um terço dessas contas tem até R$5 mil investidos em renda variável.

O cenário de juros baixos deve continuar incentivando a mudança no perfil dos investimentos.

O potencial de crescimento da pessoa física pode ser observado quando se considera que 65% dos investidores com este perfil pouco diversificaram sua carteira em 2019, investindo em apenas um tipo de produto de bolsa.

Além disso, há quase 20 milhões de investidores em caderneta de poupança com saldo acima de R$5mil, que somam R$ 730 bilhões em depósitos, e podem buscar fontes alternativas que proporcionem maiores rendimentos.

03:57 · 03.01.2020 / atualizado às 03:57 · 03.01.2020 por

Graças aos avanços da tecnologia e às mudanças nas preferências dos consumidores, os bancos virtuais aproximam-se cada vez mais dos tradicionais.

De acordo com pesquisa encomendada pelo fornecedor global de tecnologia de serviços financeiros Fiserv, Inc. (NASDAQ: FISV) e realizada pela Toluna Insights, quase 20% dos brasileiros têm hoje sua conta financeira principal em um banco digital, apenas online e sem agências físicas. 

A pesquisa, feita com 600 brasileiros, constatou que enquanto 61% dos consumidores têm sua conta financeira primária em um grande banco nacional, 18% optam por um banco digital.

Juntas, essas porcentagens superam os 11% que têm sua conta principal em um banco regional (físico, mas de menor porte do que os de alcance nacional).

O resultado mostra que os bancos virtuais são mais populares entre os consumidores de 18 e 34 anos de idade, uma vez que 21% dos entrevistados dessa faixa etária têm sua conta principal em um banco digital.

A popularidade dos bancos virtuais ressalta a mudança nas preferências do consumidor e uma afinidade crescente pelas interações financeiras digitais em geral.

Independentemente de onde possuem sua conta principal, os entrevistados preferem predominantemente interagir com sua organização financeira principal via aplicativos de mobile banking (43%) e internet banking (25%), enquanto as interações tradicionais nas agências foram escolhidas por 16%.

“O consumidor espera cada vez mais por experiências modernas e intuitivas, não importando qual banco ele escolha para ter sua conta principal”, explica René Salazar, vice-presidente de soluções bancárias da Fiserv para a América Latina.

Em muitos casos, as instituições financeiras podem aprender com as fintechs, que estão estabelecendo o padrão para as experiências digitais dos consumidores. Às vezes, isso significa colaboração e, em outras, implantar tecnologia que pode nivelar o campo de atuação, permitindo experiências financeiras digitais alinhadas às expectativas dos consumidores de hoje. 

“Com o DigitalAccess da Fiserv, as instituições financeiras podem atender seus clientes com mais eficiência, proporcionando uma experiência online enriquecida, mantendo o controle total de sua estratégia. O Digital Access permite uma experiência perfeita do cliente em todos os dispositivos, de smartphones a tablets, laptops e desktops, ajudando a posicionar nossos clientes para competir de maneira eficaz em um mundo digital em constante mudança”, diz Salazar. 

03:48 · 03.01.2020 / atualizado às 03:49 · 03.01.2020 por

O Banco do Nordeste (BNB) fechou o exercício de 2019 com R$ 41,2 bilhões em financiamentos de longo e curto prazo em toda a sua área de atuação, beneficiando setores econômicos dos estados do Nordeste, além de norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Os resultados incluem R$ 29,5 bilhões aplicados com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), perfazendo mais de 565 mil operações de crédito realizadas ao longo do ano com essa fonte.

Do volume investido, foram contratados ainda R$ 10,6 bilhões por meio do programa de microcrédito produtivo e orientado do Banco do Nordeste, o Crediamigo.

A maior parte aplicada com o FNE (56%) foi destinada a empreendimentos localizados em zonas de Semiárido. Foram R$ 16,4 bilhões que estimularam a dinâmica econômica de localidades menos favorecidas.

O FNE é a principal fonte de recursos utilizada pelo BNB desde a criação dos fundos constitucionais federais, em 1988. Sua aplicação volta-se à redução da pobreza e das desigualdades inter e intrarregionais.

Para o segmento de micro e pequenas empresas, o Banco do Nordeste destinou R$ 3,6 bilhões. Ao todo, foram contratadas 56 mil operações de crédito, o que representou crescimento de 24,6% em relação a 2018.

O volume de crédito aplicado no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) superou a marca de R$ 3 bilhões, contabilizando cerca de 515 mil operações contratadas no período.

A maior parte desse montante é relativa a negócios realizados por meio do programa de microcrédito rural do Banco, o Agroamigo, com o qual o BNB atingiu R$ 2,5 bilhões.

“Os resultados operacionais apresentados reforçam a importância do Banco do Nordeste como agente  promotor do desenvolvimento regional em sua área de atuação. Os recursos aplicados, especialmente por meio do FNE, contribuem cada vez mais para o bem-estar das famílias e a competitividade das empresas nordestinas”, afirma o presidente do BNB, Romildo Carneiro Rolim.

04:24 · 02.01.2020 / atualizado às 04:24 · 02.01.2020 por

As empresas optantes pelo Simples Nacional têm até o último dia deste mês de  janeiro para confirmar sua opção tributária para o corrente ano, caso contrário elas serão enquadradas no regime fiscal escolhido no ano anterior.

“Essa definição é importante, pois impacta diretamente no planejamento tributário da empresa, fator essencial para a gestão dos negócios de forma assertiva e saudável. A escolha de um regime tributário incorreto pode trazer vários impactos negativos na gestão fiscal da empresa”, explica o coordenador da área Consultivo Tributária do escritório Andrade Silva Advogados, Ivo Neri Avelar.

O especialista reforça a necessidade de se conhecer a fundo as particularidades da empresa e suas expectativas de receita e custos para o ano seguinte.

“Para quem acaba de abrir uma empresa ou possui uma folha de pagamentos acima de 40% em relação ao faturamento, o Simples pode ser a melhor opção, desde que o faturamento esteja projetado até o limite dessa modalidade. Entretanto, é preciso considerar outros regimes tributários em face das particularidades da empresa. Uma assessoria tributária especializada, neste momento, é imprescindível”, enfatiza ele.

Ivo acrescenta que a receita audita constantemente se as empresas estão atendendo ao regime pelo qual optaram e quando é verificada discordância enviam uma notificação.  “Neste caso, a Receita irá estipular um prazo para regularizar a pendência. Caso não seja resolvida, a exclusão do simples, por exemplo, produzirá efeitos no exercício seguinte”, complementa.

Entre os motivos para o desenquadramento do simples estão: ultrapassar o limite de faturamento, passar a executar atividades impeditivas, incluir um sócio que seja pessoa jurídica e ter dívidas junto ao Fisco.

Sobre as facilidades do Simples, Ivo destaca o sistema de arrecadação único onde em uma guia são concentrados vários tributos como: Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRJP), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto Sobre Serviços (ISS), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Patronal, entre outros.

04:18 · 02.01.2020 / atualizado às 04:19 · 02.01.2020 por
A Air Kiribati, companhia aérea nacional da República do Kiribati, recebeu segunda-feira, 30 de dezembro, seu primeiro jato E190-E2.
A Embraer anunciou o contrato com o Governo do Kiribati, em parceria com a companhia aérea, Air Kiribati, em dezembro de 2018.
A empresa aérea encomendou dois jatos E190-E2 e tendo ainda direitos de compra para duas aeronaves do mesmo modelo.
“A aviação é crítica para qualquer nação insular e o Kiribati não é exceção. Nosso governo decidiu, de forma consciente, tomar a oportunidade nas próprias mãos para desbloquear a prosperidade econômica para nosso povo e nossa nação por meio da compra dessas duas aeronaves”, disse Willie Tokataake, Ministro da Informação, Comunicação, Transportes e Desenvolvimento do Turismo do Governo de Kiribati. “A chegada do nosso primeiro jato é o ápice de três anos de visão, pensamento estratégico, foco do governo, pesquisa, avaliação, trabalho duro, compromisso, parceria e uma boa medida de solução de problemas”, acrescentou ele.
A Air Kiribati é a operadora de lançamento do E190-E2 na Ásia-Pacífico. A aeronave será configurada em um leiaute de duas classes, com capacidade para 92 passageiros no total, sendo 12 assentos na executiva e 80 na econômica.
Localizada na região central do Pacífico, a Air Kiribati pode agora voar rotas domésticas e internacionais mais longas do que as realizadas atualmente com a frota de turboélices.
“Este é o primeiro E190-E2 entregue na região do Pacífico”, disse César Pereira, Diretor para Ásia-Pacífico da Embraer Aviação Comercial. “Estamos honrados com o fato de a Air Kiribat ter escolhido o E190-E2 como o avião mais adequado para o ambiente de voo desafiador da companhia aérea. O E190-E2 possui tecnologia de ponta e é o jato de corredor único mais eficiente do mundo, em termos de consumo de combustível, e mais ambientalmente amigável. Essas qualidades são extremamente importantes para o Kiribati.”
Com um alcance máximo de até 2.850 milhas náuticas, o E190-E2 pode operar sobre a vasta extensão territorial de Kiribati, incluindo uma das rotas mais desafiadoras do Pacífico, de Tarawa direto para a Ilha de Kiritimati (Christmas), rota que atualmente inclui uma parada internacional em Fiji.
Abrangendo quatro fusos horários diferentes e composto por mais de 30 ilhas, o Kiribati é o único país no mundo a ter presença nos quatro hemisférios. A Embraer está presente na região da Ásia-Pacífico desde que o primeiro Bandeirante foi entregue na Austrália, em 1978. Desde então, a Embraer fornece suporte para operadores no país e na região do Pacífico.
O E190-E2 é o primeiro de três aviões de nova geração que compõem a família de E-Jets E2, desenvolvida para substituir a primeira geração de E-Jets. Comparado ao E190 de primeira geração, o E190-E2 consome 17,3% menos combustível e quase 10% menos que seu competidor direto. Isso a torna a aeronave de corredor único mais eficiente do mercado.
O E190-E2 também apresenta significativa redução de custos de manutenção. A aeronave tem os intervalos de manutenção mais longos, com 10 mil horas de voo para atividades básicas de manutenção e sem limite de calendário para utilizações típicas de E-Jets. Isso significa 15 dias a mais de utilização da aeronave em um período de dez anos.
04:02 · 02.01.2020 / atualizado às 04:02 · 02.01.2020 por

O Ministério do Desenvolvimento Regional terá R$ 65,5 bilhões para financiamentos na área de habitação e outros R$ 4 bilhões para obras de saneamento.

A regulamentação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), aprovadas pelo Conselho Curador do Fundo, foram publicadas na última terça-feira, 31, no Diário Oficial da União (DOU), por meio das instruções normativas nº 44 e nº 45.

Para a área de habitação, do montante de R$ 65,5 bilhões, mais de 95% serão destinados para financiamentos de moradias populares a famílias com renda mensal de até R$ 7 mil – faixas 1,5, 2 e 3 do programa de habitação social do Governo Federal.

Para os descontos, estão assegurados R$ 9 bilhões.

“Com esses recursos, nossa estimativa é que sejam contratadas 526 mil unidades habitacionais em todo o País. Nossa expectativa é criar 1,3 milhão de empregos”, ressaltou o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

Já o setor de saneamento básico terá R$ 4 bilhões à disposição para a contratação de operações de crédito, no âmbito do Programa Saneamento para Todos. Os recursos do FGTS são para atendimento da categoria Mutuários Público e Privado.

A previsão do Governo Federal é beneficiar 4,9 milhões de pessoas e gerar 92,4 mil empregos.

Os projetos podem ser voltados à garantia de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais, redução e controle de perdas de águas, drenagem urbana, preservação e recuperação de mananciais, além de estudos e projetos para o setor.

As instruções normativas distribuem os valores disponíveis para financiamentos em habitação e saneamento por estado, mas, ao longo do ano, os montantes podem sofrer alterações de acordo com as demandas das regiões.

Os recursos disponíveis para 2020 podem ser revistos até 31 de janeiro, conforme previsto pela Lei 13.932 – de 11 de dezembro de 2019, que altera a Lei 8.036.

Os valores também podem ser modificados no decorrer do ano com remanejamentos de fundos de outras áreas ou suplementações de créditos aprovados pelo Conselho Curador do FGTS.

07:25 · 28.12.2019 / atualizado às 07:25 · 28.12.2019 por

Em Fato Relevante publicado ontem, sexta-feira, 27, a empresa cearense M. Dias Branco, com sede em Fortaleza, comunica aos seus acionistas e ao mercado que, em Assembleia Geral Extraordinária realizada no mesmo dia, os acionistas aprovaram a incorporação, pela Companhia, da sua subsidiária integral Indústria de Produtos Alimentícios Piraquê S/A.

A Piraquê, uma das mais famosas marcas brasileiras de massas e biscoitos, tem seu parque industrial no Rio de Janeiro.

Em virtude da incorporação – diz o comunicado – a M. Dias Branco sucederá a Piraquê em todos os seus direitos e obrigações.

A incorporação não acarretou aumento de capital social na M. Dias Branco, nem implicou emissão de novas ações.

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