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Categoria: Economia


06:49 · 24.09.2018 / atualizado às 06:52 · 24.09.2018 por

Empresas cearenses que extraem e exportam rochas ornamentais – principalmente granito – estão enfrentando problemas causados pela falta de navios para o embarque dos seus produtos. O Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos do Ceará (Simagran) informa que isso causa o atraso na entrega do produto em diferentes destinos mundiais, com prejuízos para o exportador e para o importador.

Carlos Rubens Alencar, presidente do Simagran, confirma a informação e acrescenta que, no próximo mês de outubro, o problema se agravará, pois os navios que atracarão no Pecém não terão espaço nos seus porões para os mármores e granitos do Ceará. “Aquela máxima que diz ‘se há carga, há navio’ não está sendo efetivada”. Ele tenta mobilizar as autoridades e as companhias de navegação para que, juntas, encontrem uma saída para a falta de navios.

Na última sexta-feira, 21, a empresa APM Terminals – uma gigante mundial do setor que opera no Porto do Pecém – distribuiu comunicado aos seus clientes, informando o seguinte:

“A fim de manter uma comunicação proativa e colaborar com o esclarecimento de questões relacionadas às operações no Porto do Pecém, informamos que os atrasos recentes de navios de diferentes rotas em relação às datas estimadas de atracação vêm ocorrendo em função do alto fluxo em portos de outras regiões brasileiras, impactando negativamente na programação das embarcações junto aos terminais localizados mais ao Norte e ao Nordeste do País. A APM Terminals está agindo de modo a mitigar os impactos destas ocorrências. Entretanto, como terminal portuário, estamos restritos à realização de operações com o maior nível de produtividade possível”.

Nos últimos dois meses, os navios que atracam no Porto do Pecém têm privilegiado as cargas consideradas nobres, como as placas de aço da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e as os melões da Agrícola Famosa.

 

10:19 · 20.09.2018 / atualizado às 10:21 · 20.09.2018 por
Na 18ª edição do Anuário Valor 1000, do jornal Valor Econômico, a cearense Marquise aparece como a empresa brasileira, do segmento da construção civil e engenharia, com melhores índices financeiros.
De acordo com a publicação, a empresa tem a maior liquidez corrente (ativo circulante sobre passivo circulante). O ranking foi apresentado em pontos: a Marquise atingiu 6,48 pontos, enquanto a segunda colocada, no mesmo ramo de atividade, obteve 3,53.
 
Apesar da crise econômica que abalou alguns setores produtivos do país após 2016, o Grupo Marquise conseguiu manter a sua saúde financeira em patamares elevados. Os critérios de pontuação para o ranking foram homologados pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com indicadores exclusivos de avaliação e rankings das 1000 maiores companhias do país e das 50 maiores por região, entre outros.
 
Quando a pontuação inclui os outros 28 setores analisados, como Petróleo e Gás; Têxtil, Couro e Vestuário; e Papel e Celulose, a Marquise se encaixa em 13º lugar, demonstrando a solidez do grupo entre os maiores do País. Em 2017, a receita líquida do Grupo Marquise (Incorporação e Marquise Ambiental), de acordo com as demonstrações contábeis, foi de R$ 804,1 milhões.
 
Na análise das campeãs setoriais, as empresas foram avaliadas pelo conjunto de indicadores: Receita Líquida, Margem EBITDA, Crescimento Sustentável, Rentabilidade do Patrimônio Líquido, Margem da Atividade, Liquidez Corrente, Giro do Ativo e Cobertura de juros. Para figurar entre as dez primeiras colocadas, era necessário a empresa obter pontos em um ou mais critérios de classificação e, ao final, chegar a uma soma maior que a das concorrentes.
10:37 · 19.09.2018 / atualizado às 10:47 · 19.09.2018 por

Aquiles Franceschette, dono da Ourofértil, que mistura e distribui fertilizantes para o solo, disse ao blog nesta quarta-feira, 19, que sua empresa – com atuação em 20 estados do País – realmente tem algumas divergências com a Sefaz do Ceará, mas adiantou que são questões normais das relações entre o fisco e o contribuintes, as quais seguem sendo tratadas naturalmente no âmbito administrativo.

“Vamos continuar com nossa fábrica no Pecém”, disse Franceschette, que deixou tranquilos os vários empresários cearenses da agricultura que usam os fertilizantes da Ourofértil. Um deles foi a fonte da informação de que a fábrica da empresa no Complexo Industrial e Portuário do Pecém seria transferida para o RN ou PE, o que não é verdade.

 

14:14 · 11.09.2018 / atualizado às 14:16 · 11.09.2018 por

Uma informação que chega ao blog transmitida pela Assessoria de Imprensa do Banco do Nordeste (BNB):

O Banco do Nordeste possui linha de crédito específica para fomentar a exportação da produção industrial e agroindustrial e atividades comerciais das empresas de todos os portes sediadas nos nove Estados da Região, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. A instituição financia até 100% do valor das necessidades de crédito, limitadas a R$ 100 milhões, de acordo com a localização e o faturamento anual dos empreendimentos.

O programa Nordeste Exportação – Fomento às Exportações Regionais (NExport) utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que tem taxas de juros diferenciadas, sem vinculação a variação da taxa de câmbio. A linha financia aquisição de matérias-primas e insumos utilizados no processo produtivo, mercadorias, máquinas, veículos utilitários, aeronaves, embarcações e equipamentos para revenda no mercado externo.

O Banco do Nordeste também financia gastos gerais para o funcionamento de empreendimentos com atividades voltadas ao comércio exterior, como folha de pagamento, contas de água e energia, combustíveis, lubrificantes, material de expediente e limpeza, despesas com manutenção de veículos, máquinas e equipamentos, postagem, frete, aluguel e condomínio. Os prazos para pagamento são de até 12 meses.

Somente em 2018, as empresas da Região já obtiveram R$ 105 milhões para exportação pelo NExport.

16:59 · 10.09.2018 / atualizado às 17:27 · 10.09.2018 por

Uma informação que chega ao blog enviada pela Assessoria de Imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará:

O Ceará está participando, nesta e na próxima semana (12 a 18 de setembro) de missão do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) no Japão e Coreia do Sul.

O foco do Governo cearense, de acordo com o titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, (SDE), Cesar Ribeiro, que está na missão, é a atração de investimentos para a Zona de Processamento de Exportação (ZPE-CE), no Pecém, que será apresentada como caso bem sucedido do regime brasileiro de Zonas de Processamento de Exportações nos seminários “Invest in Brazil”, realizado em parceria com Apex-Brasil e Ministério das Relações Exteriores (MRE), em Tóquio e Seul.

A missão é liderada pelo pelo ministro da pasta, com participação das secretarias executivas do MDIC.

No Japão, as agendas serão em Tóquio e Nagoia e estão previstas visitas às fábricas da Nissan, Toyota, além de encontros com a direção da Japan External Trade Organization( JETRO). Para o seminário “Invest in Brazil”, segundo o MDIC, confirmaram presença 189 representantes de empresas japonesas.

Já na Coreia do Sul, em Seul, a agenda contempla visitas às fábricas da Hyundai Motors, Samsung e  à região de Pangyo, esta última conhecida como o“Vale do Silício Coreano”, além do seminário “Invest in Brazil” e encontro com o governo coreano.

Na semana passada, uma equipe da SDE e da Assessoria de Assuntos Internacionais do Estado, participou, junto com a Prefeitura de Fortaleza, de uma missão à China, na qual tiveram reuniões com fundos de investimentos, empresas de energia solar e tecnologia em saúde.

Já foram anunciados mais de US$ 7 bilhões em investimentos com capital de origem japonesa no Brasil desde janeiro de 2013, segundo a base de dados da Renai (Rede Nacional de Informações sobre o Investimentos), do MDIC, e mais de US$ 4 bilhões em investimentos com capital de origem sul coreana.

De acordo com o Banco Central, o estoque de investimentos da Coreia do Sul no Brasil em 2016 (última atualização) foi de aproximadamente US$ 5 bilhões. O país ficou na 23ª posição no ranking de principais investidores no Brasil

Nos seminários, será apresentado o regime brasileiro de Zonas de Processamento de Exportações e o caso bem-sucedido do Pecém. A equipe da secretaria-executiva do Conselho Nacional das ZPEs terá agenda de trabalho à parte focada na atração de investimento para as zonas brasileiras.

11:36 · 05.09.2018 / atualizado às 11:44 · 05.09.2018 por

A Itaú Asset Management, gestora de recursos de terceiros do Itaú Unibanco, venceu o processo seletivo para gestão do primeiro fundo de índice de renda fixa no Brasil apoiado pelo Tesouro Nacional. Este modelo de fundo de investimento é tecnicamente chamado de Issuer-Driven Exchange Traded Fund (ID ETF, na sigla em inglês).  

O ID ETF do Brasil é o primeiro fundo desse formato a ser lançado dentro do programa ID ETF do Banco Mundial, que foi desenhado para fomentar o desenvolvimento do mercado de capitais de países emergentes.  No Brasil, o ID ETF tem como objetivo replicar a carteira teórica do IMA-B (Índice de Mercado Anbima), formado por títulos públicos indexados ao IPCA. 

“Ao longo dos últimos 14 anos, após lançarmos o primeiro ETF do Brasil, temos realizado investimentos contínuos em tecnologia, operações e pessoas”, diz Marcelo Fatio, COO da Itaú Asset Management. “O ETF de renda fixa vem para fortalecer a nossa grade de estratégias de gestão de fundos indexados, bem como oferecer mais uma oportunidade de diversificação ao investidor com a facilidade de concentrar a exposição a uma cesta de títulos públicos em um único fundo de investimento”, completa. 

A emissão inicial do ID ETF será de no mínimo R$ 300 milhões e ocorrerá no primeiro semestre de 2019.  O fundo será disponibilizado para pessoas físicas e jurídicas no Brasil. Para a distribuição internacional, o fundo contará com a parceria estratégica do JP Morgan Asset Management. 

Além de uma opção de diversificação da carteira, os ETFs oferecem flexibilidade em alocações estratégicas e táticas, custos menores para o investidor final, liquidez, acesso a ativos de mercado de forma mais fácil, eficiente e dinâmica com precificação transparente.  

Sempre acompanhando as tendências internacionais, a Itaú Asset Management foi pioneira na gestão de ETFs no Brasil, com lançamento do PIBB11 em 2004. Atualmente, a família ItNow tem oito fundos listados na B3, com destaque para o BOVV11, que segue o Índice Bovespa.

12:03 · 04.09.2018 / atualizado às 12:11 · 04.09.2018 por

O superintendente do Banco do Nordeste no Ceará, Antonio Bagdéve de Oliveira, está enviando convite aos dirigentes de entidades empresariais do Estado para uma reunião no próximo dia 10 (segunda-feira da próxima semana), durante a qual serão discutidas as “estratégias para aplicação dos recursos do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) para o ano de 2019″.

Segundo a carta-convite, essa reunião integra o conjunto de ações do BNB para a elaboração da Programação Anual do FNE, em consonância com as diretrizes e orientações gerais do Ministério da Integração Nacional e do Conselho Deliberativo da Sudene, bem como as prioridades dos governos estaduais e setores produtivos”.

Para orientar as discussões e proposições que serão apresentadas na reunião de segunda-feira, o superintendente do BNB no Ceará pediu às entidades empresariais várias informações, entre as quais estas:

“Identificação de grandes projetos de investimentos públicos e privados no Estado previstos 2019, os quais vão compor a estimativa de demanda por financiamento com recursos do FNE por setor de atividade, região e porte de cliente; ações dessa instituição para ampliação dos investimentos no semiárido no Estado e/ou em áreas menos dinâmicas”.

A reunião será realizada às 9 horas no auditório da Federação da Agricultura do Ceará (Faec).

11:14 · 04.09.2018 / atualizado às 11:16 · 04.09.2018 por

O empreendedor do Shopping Benfica, empresário João Soares Neto, acaba de ser condecorado Membro Honorário da Cruz Vermelha, pelo presidente nacional da instituição, Júlio Cals, e pelo seu coordenador no Estado do Ceará, Allan Damasceno.

Na próxima quinta-feira (06/09), os três se reunirão no Shopping Benfica para a assinatura de termo de uma parceria por meio da qual aquele centro comercial se tornará o primeiro shopping a ter um quiosque a Cruz Vermelha, a maior organização humanitária do mundo.

11:05 · 04.09.2018 / atualizado às 11:07 · 04.09.2018 por

O Grupo Aço Cearense destacou-se mais uma vez entre as maiores e melhores empresas do Brasil, segundo a Revista Exame  e o anuário do jornal Valor Econômico, Valor 1000, divulgado no último dia 21.

A Aço Cearense figura na 314ª colocação do ranking nacional, conforme o Anuário Valor 1000, subindo 34 posições em relação ao ano de 2016.

A companhia também foi ranqueada na 19ª posição entre as 50 maiores da região Nordeste, evoluindo cinco posições.

O Valor 1000 é um dos mais completos anuários sobre as empresas que atuam no país, analisando 25 setores da economia.

Segundo o presidente do Grupo Aço Cearense, Vilmar Ferreira (foto), tudo isso se deve aos bons profissionais que fazem parte da história do Grupo. “O difícil não é criar um grupo de empresas, mas formar um grupo de bons profissionais que conduzam essa estrutura empresarial, superando todos os desafios que ocorrem no dia a dia. Tenho a convicção que nessa tarefa fomos bem sucedidos”, diz o presidente.

A Siderúrgica Norte Brasil S.A. -Sinobrás, empresa que também compõe o grupo, localizada em Marabá, no Pará, aparece na 698ª posição entre as 1000 maiores empresas pelo valor das vendas líquidas em 2017, segundo a revista Exame Maiores e Melhores. A edição especial traz as companhias que se destacaram em 20 setores da economia, mostrando também indicadores setoriais e por estado e uma ampla lista de rankings do agronegócio. Vilmar Ferreira reforça a importância de equipes bem qualificadas para se destacar no momento atual do Brasil. “Em um país onde as cíclicas crises políticas e econômicas se tornaram rotineiras, precisamos ter um time de pessoas bem preparadas e dedicadas para driblar as adversidades. Nesse sentido, mais uma vez estamos vencendo a crise econômica que o nosso país tem vivido”, afirma Vilmar sobre as boas colocações do grupo nos rankings.

10:04 · 03.09.2018 / atualizado às 10:11 · 03.09.2018 por

A Black Friday – maior promoção do e-commerce mundial – entrou no radar do varejo brasileiro.

Neste ano, ela se realizará no dia 23 de novembro, uma sexta-feira, claro.

Esse evento é aguardado por milhares de brasileiros que buscam produtos e serviços com descontos. Ele já é considerado um dos mais importantes do varejo, superando o Dia dos Pais, o Dia das Mães, o Dia das Crianças e já concorre com as vendas do Natal.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a previsão para o segundo semestre deste ano é de um faturamento de R$ 37,9 bilhões, 15% a mais do que no mesmo período de 2017.