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Categoria: Energia


08:09 · 03.10.2017 / atualizado às 08:09 · 03.10.2017 por

Depois de conquistarem boa parte do mundo, os carros elétricos e híbridos começam a tornar-se uma promessa mais próxima dos consumidores no Brasil. Os carros “verdes” emitem pouquíssima ou nenhum poluente na atmosfera, em comparação com os movidos a gasolina ou diesel.

No Brasil, o mercado de veículos híbridos ainda engatinha. Entretanto, já vislumbra novos horizontes. Em 2015, o imposto de importação para carros elétricos, cuja alíquota era de 35%, caiu para zero e foi mantido o sistema que beneficia os híbridos com alíquotas que variam de zero a 7%, de acordo com o modelo.

E para mostrar que o mercado de veículos menos poluentes pode ter espaço no Brasil, a Toyota – empresa que patrocina a 10 edição da Feira e Congresso All About Energy 2017 – traz ao público o seu grande trunfo: o Prius. Durante a feira, que acontece entre de amanhã, quarta-feira, 4/10, até sexta-feira, no Terminal Marítimo d Fortaleza, no Mucuripe, o público poderá fazer um test drive na versão mais recente do modelo, onde o usuário  conhecerá de perto todos os recursos e tecnologia que o veículo oferece.

O modelo híbrido, que está em sua quarta geração, é capaz de fazer até 30 km com um litro de gasolina. O consultor regional da Toyota Newland, Diego Monteiro, explica que o Prius agrega o motor elétrico com o motor a gasolina, gerando assim economia e auxiliando o meio ambiente. “O carro possui baterias que são recarregadas com a recuperação da energia dos freios e do sistema de combustão. Isso garante automação para o veículo rodar por alguns quilômetros”.

O consultor ressalta que veículos híbridos são diferentes de veículos elétricos. “Os carros elétricos, no momento da recarga, precisam buscar uma fonte externa de energia. No caso dos híbridos, não há necessidade de parar para recarregar a bateria porque isso é feito automaticamente com o carro em movimento”, explica Monteiro.

Embora o volume de vendas do segmento ainda seja inferior se comparado à venda dos modelos “tradicionais”, o mercado de veículos híbridos vem garantindo seu espaço nas ruas. “Temos uma média de 30 veículos vendidos por mês só no Nordeste. Até o final do ano estamos projetando um aumento nas vendas entre 70 a 80 veículos. No Ceará, temos uma saída média de 10 veículos por mês e até dezembro queremos dobrar esse número”, analisa o consultor da Toyota.

A Feira e Congresso All About Energy acumula mais de 30 mil visitantes, centenas conferências setoriais e mais de 100 mil m2 de área de exposição comercializada ao longo de uma década. A exposição (trade show) reunirá as mais importantes marcas, tecnologias, pesquisas, atrações e novidades sobre energia renovável e consumo sustentável.

05:29 · 07.09.2017 / atualizado às 05:29 · 07.09.2017 por

Os governadores do Nordeste pressionam o presidente Michel Temer no sentido de evitar a privatização da Chesf.

A privatização de algumas empresas do Grupo Eletrobrás é uma boa ideia.

Ela gerará caixa nesta hora de grave dificuldades das contas públicas, que estão deficitárias, e atrairá investimento de grupos nacionais e estrangeiros.

Mas, como toda regra, há exceções, e a Chesf é uma delas.

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco é a dona de uma cascata de barragens que geram grande parte da energia elétrica consumida pelos nordestinos.

Assim, privatizar a Chesf significará privatizar o regime de águas da metade da região nordestina.

A Chesf, mesmo mantendo-se estatizada, precisará imitar a gestão privada, e a primeira boa medida nesse sentido será gastar menos água para produzir energia.

A Chesf precisa de investir mais, muito mais, na geração de energias renováveis, como a eólica e a solar.

Fazendo isso, sobrará mais água para o abastecimento humano e animal e, principalmente, para a produção de alimentos via agricultura irrigada.

04:10 · 30.08.2017 / atualizado às 04:10 · 30.08.2017 por

O Governo do Ceará está participando, desde ontem, no Rio de Janeiro, do Brazil Winpower, maior conferência latino-americana de energia eólica.

O estande do governo cearense tem 36 m² e nele estão expostos, com ilustrações fotográficas e vídeos, todos os parques eólicos que já foram instalados ou se encontram em instalação no Estado.

Hoje, o Ceará tem 61 parques eólicos, com uma potência instalada de 1.600 MW, sendo um dos cinco maiores geradores eólicos do País.

Aqui no Ceará estão os melhores bancos de vento do Brasil, cuja fator de capacidade é de 47%, ou seja, bem maior do que a média brasileira, que é de 40%.

O esforço do governo do Ceará no Brazil Windpower é para atrair para o Estado novos investidores, nacionais ou estrangeiros.

04:22 · 18.08.2017 / atualizado às 04:22 · 18.08.2017 por

Está tramitando no Senado Federal, uma proposta do senador Paulo Rocha, do PT do Pará, modificando a cobrança do ICMS incidente sobre a energia elétrica de qualquer fonte, seja ela eólica, solar ou hidráulica.

O senador paraense e sua PEC desejam que a cobrança do ICMS que incide sobre o consumo de energia elétrica se dê na origem, isto é, no estado gerador da energia.

Hoje essa cobrança é feita no destino – nos estados consumidores.

O senador Paulo Rocha diz que pensa na Bahia, onde estão a Chesf e suas barragens.

Mas ele pensa mesmo no seu Estado, o Pará, onde estão a Eletronorte e a hidrelétrica de Tucuruí, no Tocantins.

Se a PEC fora aprovada, o Estado do Pará terá um ganho anual de mais R$ 446 milhões só com o ICMS da energia que Tocantins gera.

Resumo: cada senador ou cada deputado pensa primeiro na sua base eleitoral.

04:41 · 04.08.2017 / atualizado às 04:41 · 04.08.2017 por

O fundo de investimento britânico Actis comprou o projeto de geração de energia solar que será implantado na geografia do município de Aquiraz.

O projeto foi desenvolvido pela empresa paulista Steel Cons, do empresário Rodolfo Toni.

Trata-se de um empreendimento que absorverá investimentos de R$ 380 milhões e que terá potência instalada de 90 MW.

Não há, hoje, no Brasil, nenhum projeto com essa potência instalada.

Basta que se lhes diga que a usina solar do Grupo Teles, em Pindoretama,Tauá, gera apenas 3 MW.

A usina solar da Actis em Aquiraz ocupará um terreno de 257 hectares, pertence ao empresário cearense Fernando Cirino Gurgel.

O fornecedor dos painéis fotovoltaicos da usina poderá ser chinês.

10:34 · 03.08.2017 / atualizado às 10:34 · 03.08.2017 por

Fortaleza será sede do X All About Energia, uma feira e seminário sobre energias renováveis, que se realizará no Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe, em Fortaleza, nos dias 4, 5 e 6 do próximo mês de outubro.

O lançamento desse evento aconteceu terça-feira, 1º, na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), quando seu coordenador, Jean Paul Prates, anunciou que estarão presentes a ele empresários e especialistas de vários países.

O All About Energy deste ano será, na opinião de Jean Paul Ptrates, o maior, o mais importante e o mais belo de todos os anteriores, uma vez que o Terminal de Passageiros permitirá aos seus participantes um contato permanente com a natureza, pois eles verão o mar, as praias de Fortaleza e o pôr do sol, tudo em um só local.

Esse evento terá, entre outras atrações, a exposição de carros elétricos de várias marcas.

11:07 · 27.07.2017 / atualizado às 11:07 · 27.07.2017 por

Na última terça-feira, dia 25, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrou que 63% da energia despachada foram gerados por usinas eólicas, ou seja, energia gerada capturada da forrça dos ventos.

O secretário de Planejamento e Gestão do Governo do Estado, engenheiro Francisco Maia Júnior, celebrou o evento e lembrou ao blog que foi o Ceará o pioneiro no Brasil na geração de energia eólica, com aqueles grandes cataventos instalados na Praia Mansa, no Mucuripe.

Maia tem razão.

04:33 · 19.07.2017 / atualizado às 04:33 · 19.07.2017 por

A Eletrobrás, estatal federal dona das principais usinas hidrelétricas do País, está anunciando sua intenção de privatizar 14 de suas dezenas de unidades geradoras de energia hidráulica.

Entre essas usinas estão a de Paulo Afonso e a de Xingó, ambas do Sistema Chesf, responsável pela geração de grande parte da energia consumida pela região Nordeste.

A ideia seria boa, se por trás dela estivesse embutido o desejo de investir o produto da venda em projetos de geração de energias renováveis, como a eólica e a solar.

Mas por trás dessa ideia o que existe mesmo é a vontade do Governo de fazer caixa para cobrir o rombo de suas contas, que estão no vermelho. E bote vermelho nisso.

A culpa desse rombo é do atual e dos governos anteriores, principalmente o de Dilma Roussef, que estourou a relação dívida-PIB, hoje muito próxima dos 80%.

A privatização das usinas da Eletrobrás terá, pois, efeito prático nenhum, pois o Governo, seja ele de qual partido for ou de qualquer presidente, continuará gastando mais do que arrecada.

E o povo que se exploda.

04:16 · 14.07.2017 / atualizado às 04:16 · 14.07.2017 por

O Colégio Polos, um grande estabelecimento de ensino médio da cidade de Iguatu, na região Sul do Ceará, está anunciando uma boa novidade:

Ele implantou uma unidade de geração de energia solar, com 358 painéis fotovoltaicos da marca Sunlinght, com os quais está produzindo e consumindo sua própria energia.

Resumindo: a Enel, ex-Coelce, perdeu um grande cliente em Iguatu.

O Colégio Polos passa a economizar, por mês, R$ 8 mil com energia.

Mas há também um detalhe ecológico a ser ressaltado: essa unidade de geração solar do Colégio Polos reduzirá em 14 toneladas por ano a emissão de C02, o que equivale à preservação de 75 árvores.

Foi a empresa Fênix Solar que forneceu e instalou todo o conjunto de painéis solares do colégio iguatuense.

11:18 · 13.07.2017 / atualizado às 11:18 · 13.07.2017 por

Ficou pronto e foi divulgado o Plano Nacional Decenal de Expansão de Energia.

Elaborado pelos técnicos do Ministério de Minas e Energia, o plano prevê investimentos de R$379 bilhões, até o ano de 2026.

Metade desse total será investida em projetos de geração, e o restante em projetos de distribuição de energia.

Há uma boa novidade nesse plano: dos 64 mil MW que, até 2026, representarão a expansão da capacidade instalada do Brasil, cerca da metade virá das energias renováveis, não hídricas, entre as quais a solar e a eólica.

De acordo com o Plano Decenal de Expansão de Energia, o Brasil terá, em 2026, um parque gerador com potência instalada de 212.500 MWs.