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Categoria: Fé em Deus


05:29 · 20.01.2018 / atualizado às 10:24 · 20.01.2018 por

Resultado de imagem para os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo, porque diziam que estava fora de si.Naquele tempo, Jesus voltou para casa com os discípulos. E de novo se reuniu tanta gente que eles nem sequer podiam comer. Quando souberam disso, os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo, porque diziam que estava fora de si.

 

 

 

 

 

Reflexão – “Jesus também passou pelo crivo dos homens.”

Assim como nós, Jesus também sofreu incompreensões e foi mal interpretado nas Suas ações. Até as pessoas da sua família não entendiam a Sua missão e a Sua proposta libertadora em favor dos mais necessitados. À medida que Jesus curava as pessoas eliminando as raízes da marginalização, expulsando os espíritos maus e dando a elas dignidade, mais O procuravam e O cercavam a ponto de que Ele não tivesse mais tempo nem de comer. Por isso, Ele era considerado louco e se organizavam para impedi-Lo. Nós também, muitas vezes somos incompreendidos nas nossas ações, até dentro da nossa própria casa, na nossa família ou junto àqueles que convivem conosco! É difícil também para as pessoas entenderem quando nós nos voltamos para as ações em favor dos mais necessitados ou quando começamos a desvalorizar as coisas terrenas e iniciamos um processo de conversão; as pessoas nos criticam porque “perdemos muito tempo” em coisas que não nos dão lucro! Somos chamados (as) de alienados (as), fanáticos (as), quando saímos pelo mundo falando as mensagens do Evangelho ou tentando ajudar a tanta gente que sofre. No entanto, quando aderimos às coisas que o mundo nos oferece e entramos na roda dos que valorizam os prazeres efêmeros, quando nos detemos em ganhar dinheiro para ter sucesso, aí então, nós somos aplaudidos (as) e incensados (as).  Isso acontece porque nós, humanos, temos a nossa visão limitada e superficial e não nos deixamos esclarecer pelo Espírito de Deus que mora em nós. Fazemos coisas erradas, por ignorância e não entendemos a profundidade de Deus, ficamos no superficial e imaginamos esta vida como o objetivo central da nossa existência. Jesus também passou pelo crivo dos homens.   – E você? Como tem sido o seu julgamento diante do mundo? Você é considerada uma pessoa normal que vive como a maioria? – Ou você também já foi apelidado (a) de exagerado (a) por causa do reino de Deus? – O que dizem de você os seus amigos, suas amigas, quando deixa algum lazer para ir a Igreja ou ao Grupo de Oração?  – Alguém já o chamou de fanático?

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

03:43 · 19.01.2018 / atualizado às 11:29 · 19.01.2018 por

Naquele tempo, Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram até ele. Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar, com autoridade para expulsar os demônios. Designou, pois, os Doze: Simão, a quem deu o nome de Pedro; Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do trovão”; André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, aquele que depois o traiu.

 

 

 

 

 

Reflexão – “para as escolhas de Deus não há lógica humana”

A seleção dos doze apóstolos é para nós um sinal de que as escolhas de Deus acontecem naturalmente, sem grandes alardes. Nesta narrativa vemos como Jesus aproximou-se de cada um deles, conheceu a sua realidade, a sua história inclusive até quem mais tarde iria traí-lo. Percebemos, então, que para as escolhas de Deus não há lógica humana nem tampouco precisa de concurso ou vestibular. Simplesmente, Deus chama a quem Ele quer, e pronto. Por isso, o chamado de Deus para nós é irrevogável! Quando Deus nos chama, Ele o faz consciente da nossa capacidade e da nossa limitação.  Ele vê o coração e faz as Suas escolhas dentro do que é justo e não de acordo com as nossas razões humanas, por isso, Ele escolhe pessoas que aos nossos olhos são incapazes, sem gabarito, despreparadas. Sabemos, porém, que Ele capacita os que não têm capacidade. Para o trabalho no reino dos céus, vale mil vezes mais aquilo que trazemos dentro do nosso coração do que a capacidade intelectual que possuímos. Deus não precisa do nosso “curriculum vitae”. Quando Jesus escolheu os doze Ele não o fez para impressionar nem provocar elogios, ou agradar a alguém. Ele tinha somente um objetivo: fazer a vontade do Pai para que não se perdesse ninguém. Se Jesus tivesse chamado muita gente, para agradar, ou para fazer justiça aos olhos do mundo, o trabalho do reino não teria sido eficaz. Portanto, Ele chamou para subir o monte com Ele, aqueles que Ele quis. Nem todos poderiam subir.  A metodologia de Jesus é muito simples e profunda, assim, Ele chamou aqueles que poderiam ficar muito perto de si, gozando da sua intimidade, recebendo um ensinamento novo partilhado concretamente para que fosse frutuoso e depois eles pudessem lançar sementes em terra boa. Jesus sabia que na Sua Missão Ele teria que enfrentar dificuldades também com os Seus escolhidos. Sabia que estaria lidando com homens cheios de defeitos, mas mesmo assim não desistiu e foi com eles, até o fim. Esse é um valioso ensinamento para nós quando tivermos que fazer opções e usar critérios de escolha nos nossos empreendimentos. Precisamos, porém, examinar como é que  estamos fazendo as nossas escolhas, principalmente entre as pessoas que caminham junto de nós; quais os critérios que usamos quando nos aproximamos de alguém para fazer parte do nosso círculo de amizade; se estamos fazendo algum cálculo racional ou se temos ideias formadas a respeito deles. As nossas amizades são consequência dos encontros da nossa vida por isso, precisamos também prestar atenção onde é que estamos encontrando os “nossos amigos”. Precisamos procurar descobrir com Jesus, na sua Palavra e em oração, qual é a vontade de Deus nas diversas circunstâncias do nosso dia a dia. – Como é o seu critério quando tem que escolher alguém para uma missão específica? – Você quer agradar alguém ou ser agradado na sua escolha? – Você se revolta quando não é escolhido (a) para um lugar importante ou espera a hora de Deus para si? – Como e onde você tem encontrado “amigos”? – Você é capaz de acolher no seu círculo de amizade aqueles que, aparentemente, não têm nenhum brilho?   

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

09:58 · 18.01.2018 / atualizado às 09:58 · 18.01.2018 por

Resultado de imagem para Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidãoNaquele tempo: Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galiléia o seguia. E também muita gente da Judéia, de Jerusalém, da Iduméia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse. Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: ‘Tu és o Filho de Deus!’ Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.
 

Reflexão – “permanecer perto do Jesus”

Sentindo-se sufocado pelo povo que o comprimia Jesus também algumas vezes fugiu da multidão que O perseguia. Aquele povo cercava Jesus e o seguia apenas para receber as coisas que Ele podia oferecer. Por causa disso Jesus pediu aos Seus discípulos uma barca a fim de que o povo não o esmagasse. Ele não se recusava a curar o povo e tinha compaixão da multidão, mas sabia distinguir a verdadeira necessidade de cada um. Hoje também, Jesus conhece os nossos corações e sabe das nossas intenções e de que espírito nós estamos imbuídos quando nos aproximamos Dele. Muitas vezes nós também perseguimos os milagres e prodígios de Deus e nos esquecemos de buscar o Deus que tem poder para nos transformar e nos libertar dos espíritos maus que nos induzem a ser egoístas, interesseiros, corruptos e ambiciosos. O espírito do mal está sempre a nos rondar, por isso, precisamos permanecer perto do Jesus Salvador não somente para receber benesses, mas para desfrutar da Sua presença libertadora que modifica a nossa mentalidade individualista e cobiçosa e dá um novo sentido para os nossos anseios, desejos e ideais. Dessa forma, Jesus poderá também nos pedir que Lhe providenciemos uma barca, no entanto, nos deixará ficar perto Dele para que aprendamos a nova maneira de ser um filho de Deus comprometido com o Seu Reino. Nós também temos autoridade para em Nome de Jesus e sob o Seu olhar colocar por terra todos os espíritos maus que nos perseguem. Jesus é o Senhor e tem poder sobre o mal! – Com que intuito você tem se aproximado de Jesus? – Você tem buscado a Deus por Ele ou pelos milagres que Ele realiza? – Os espíritos maus têm tido influência nas suas ações? – Quem poderá ajudá-lo (a)?  – Você tem procurado Jesus no lugar certo?

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:14 · 17.01.2018 / atualizado às 10:14 · 17.01.2018 por

Naquele tempo, Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. Jesus disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio!” E perguntou-lhes: “É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Mas eles nada disseram. Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e a mão ficou curada. Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.

 

 

 

Reflexão – “de novo na Sinagoga”

Mais uma vez na Sinagoga, Jesus deu um ensino novo e cheio de autoridade, quando não se deixando intimidar pelas acusações daqueles que o observavam curou o homem da mão seca, em dia de sábado. Ele sabia que salvar a vida do homem e tirá-lo da escravidão do pecado era a missão que recebera do Pai. No entanto, na mentalidade dos fariseus e dos doutores da Lei, o mais importante era o cumprimento das normas estabelecidas, mesmo que alguém tivesse acorrentado e preso às circunstâncias. Aquele homem chamava a atenção de todos: de um lado os julgadores da Lei, do outro lado o Autor da Lei, o próprio Deus feito homem, Jesus Cristo.  A situação do homem da mão seca representa para nós a mesma de alguém que está no meio das outras pessoas, porém, se sente amofinado porque não se acha digno de estar no mesmo lugar que os outros. É também o estado de espírito de quem está marcado pelo pecado, pelo erro, e por isso, se esconde a fim de que não se perceba nele um homem perdido, um caso liquidado. É aquela pessoa a quem ninguém dá mais crédito e de quem ninguém quer se aproximar porque acha que é perda de tempo. Foi justamente a este homem que Jesus se dirigiu embora soubesse que os fariseus o espreitavam para acusá-Lo de burlar a lei. Os fariseus representam os homens e mulheres que procuram sempre “algo” para que o amor não prevaleça nas ações humanas e sim, a lei, o convencional e o que já foi formalizado como de praxe.  Muitas vezes, nós, pelas conveniências da vida deixamos “morrer” alguém que precisava de tão pouco para sobreviver. Apenas uma palavra de coragem, um incentivo, uma ajuda; “Levanta-te e fica aqui no meio!”  Quantas pessoas precisam sair do anonimato, do desalento, do complexo de inferioridade e nós nem percebemos que estão presentes no meio de nós, porque elas se mantêm escondidas! Jesus nos deu o exemplo para que agora, quando chegarmos na “sinagoga”, isto é, na Igreja, na Comunidade, no nosso Grupo de Oração, possamos também, olhar ao nosso redor em busca daqueles que têm a “mão seca” e se escondem com vergonha de mostrar o seu defeito. Às vezes somos nós também os homens e mulheres da “mão seca” quando nos refugiamos sob uma capa e não reconhecemos as nossas deficiências, por isso, não conseguimos cura e continuamos perdidos no meio da multidão. Cada um de nós tem em si alguma coisa do que se envergonhar, no entanto, Jesus deseja nos colocar no centro, bem à vista de todos e nos manda estender a mão, a fim de que a nossa “mão seca”, seja vista e aceita pelos outros e assim sejamos curados (as) e libertados (as) dos complexo e dos traumas que nos deixam defeituosos.  – Você também se esconde na multidão para não deixar que percebam a “sua mão seca”?
– Você costuma discriminar alguém e deixá-la de lado por causa da sua vida errante? – Você reconhece que é enfermo (a) e que precisa de aceitação e de cura?  – Faça isso hoje: apresente-se a Jesus, ponha-se no centro da sala e admita as suas dificuldades e as suas limitações. – Peça a Ele que o (a) cure!

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:04 · 16.01.2018 / atualizado às 16:30 · 16.01.2018 por

Jesus estava passando por uns campos de trigo, em dia de sábado. Seus discípulos começaram a arrancar espigas, enquanto caminhavam. Então os fariseus disseram a Jesus: “Olha! Por que eles fazem em dia de sábado o que não é permitido?” Jesus lhes disse: “Por acaso, nunca lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando passaram necessidade e tiveram fome? Como ele entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu os pães oferecidos a Deus, e os deu também aos seus companheiros? No entanto, só aos sacerdotes é permitido comer esses pães”. E acrescentou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. Portanto, o Filho do Homem é senhor também do sábado”.

Reflexão – “qual a lei que rege as nossas ações?

”O homem é a criatura a quem Deus mais tem apreço e todas as coisas foram criadas para ele, por amor. Toda lei que tira do homem o direito de viver com dignidade, de prover a sua existência e sobrevivência é maldita e não está conforme a vontade de Deus. Neste Evangelho Jesus quer nos ensinar a colocar a caridade como lei primeira nas ações da nossa vida. A lei que Deus imprimiu no nosso coração é a lei do amor, portanto, o que nos faz mal e prejudica a nossa vida é justamente, o desamor. Tudo o que não é regido pelo amor e não tem como objetivo a vivência do amor, não é eficaz para o nosso crescimento. Às vezes nos prendemos aos preceitos, às regras e não percebemos que estamos sendo injustos e infratores da Lei de Deus. Tudo o que o Pai criou, Ele o fez em favor do homem, objeto do Seu Amor, portanto, dizer que “o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado” significa que a nossa sobrevivência e a caridade conosco mesmos e com os nossos irmãos estão acima das normas que, apesar de estabelecidas para o homem, muitas vezes se voltam contra o próprio homem.  Jesus é o Senhor de tudo o que foi criado, e, tudo foi criado por Ele, por amor ao homem. Os campos de trigo, os rios, os mares, as aves, as árvores existem para estar à disposição do homem a fim de que este perceba o olhar e a atenção de Deus para si. Jesus, Senhor da criação, é o Senhor do sábado, porém, Ele precisa ser também Senhor dos nossos “sábados”, isto é, daqueles dias em que não achamos conveniente servir a alguém ou “perder” o tempo de lazer ou de trabalho para dar de comer a alguém que está com fome. O dia de sábado a que Jesus se refere pode ser também para nós aquele dia que destinamos para o nosso deleite, para curtição, para realizar os nossos planos pessoais e, sem menos esperar somos convocados para alguma outra missão. Aí, então, alegamos a nossa impossibilidade porque “hoje é sábado” e o sábado está destinado a outras experiências. Neste caso a lei do amor ficou de lado e imperou em nosso coração a lei do egoísmo e da indiferença. – Jesus é o Senhor dos “sábados” da sua vida? – Você tem alimentado a alguém necessitado em “dia de sábado”? – Você é capaz de sacrificar um dia de lazer e de descanso para ajudar a algum discípulo de Jesus? – Em Nome de quem você tem feito caridade?  – O que você aprendeu mais com esse Evangelho?

03:31 · 15.01.2018 / atualizado às 03:34 · 15.01.2018 por

Naquele tempo, os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?” Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar. Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.

09:48 · 14.01.2018 / atualizado às 09:49 · 14.01.2018 por

Naquele tempo, João estava de novo com dois de seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: “O que estais procurando?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?” Jesus respondeu: “Vinde ver”. Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. 41Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: “Encontramos o Messias” (que quer dizer: Cristo). Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra).

11:17 · 13.01.2018 / atualizado às 11:17 · 13.01.2018 por

Resultado de imagem para Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos,Naquele tempo: Jesus saiu de novo para a beira do mar. Toda a multidão ia ao seu encontro e Jesus os ensinava.
Enquanto passava, Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: ‘Segue-me!’
Levi se levantou e o seguiu. E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi, muitos cobradores de impostos e pecadores
também estavam à mesa com Jesus e seus discípulos. Com efeito, eram muitos os que o seguiam. Alguns doutores da Lei, que eram fariseus, viram que Jesus estava comendo com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos:
‘Por que ele come com os cobradores de impostos e pecadores?’ Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: ‘Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores.’

 

 Reflexão – “Jesus chama os pecadores”

Quando Jesus viu Levi (Mateus) no seu posto na coletoria de impostos e o chamou não se incomodou com o fato de que aquele homem fosse um aliado dos romanos e opressor do povo judeu e, por isso mesmo, odiado por todos. Jesus tinha consciência da Sua missão, por isso, no seu dia a dia  Ele não deixava passar nenhuma oportunidade de atrair todos aqueles que o Pai o havia entregado. Ele viera chamar os pecadores e não descansava enquanto não cumprisse com aquela incumbência. Só quem reconhece ser pecador pode sentir a força salvadora de Jesus, por isso Levi atendeu imediatamente à sua convocação e seguiu Jesus sem hesitação. Ainda hoje Jesus Cristo quebra os esquemas sociais que dividem as pessoas e as chama a participar do Seu Banquete, sejam elas pobres, ricas, de qualquer língua, religião, raça, etc. O chamado de Jesus é universal Ele veio para chamar os pecadores a serem justos e apesar de sermos pecadores, todos nós somos convocados à transformação da sociedade assumindo a nossa parte e vivendo de acordo com os ensinamentos que Ele nos deixou.   Não podemos mais ficar parados (as) no posto da coletoria, fazendo as mesmas coisas, seguindo as ordens do mundo que explora e perverte, pois Jesus olha firmemente para nós e diz: “Segue-me”.  E sabe aonde ele pretende nos levar? Para a nossa casa! Assim como foi à casa de Mateus e comeu com os pecadores, seus amigos, Ele também se dispõe a entrar na nossa casa e quer salvar a nossa família, mesmo aqueles (as) a quem nós mesmos consideramos “perdidos”. Ele hoje quer entrar na nossa casa pelo nosso testemunho de vida, dos nossos gestos concretos de amor quando  assumimos a Sua Palavra, vivenciando o perdão, a misericórdia, a compreensão, a concórdia, a paz e a união.  – Você já conseguiu levantar-se do seu “posto” para seguir Jesus? – Ele já entrou na sua casa? – Você já O apresentou àquelas pessoas mais difíceis que convivem com você? – Você se considera pecador (a) ou justo (a)?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:03 · 12.01.2018 / atualizado às 09:33 · 12.01.2018 por

Resultado de imagem para Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homensAlguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. Reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: “Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”.

Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda’? Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados’, — disse ele ao paralítico: ‘eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!” O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”.

Reflexão – “somos curados pelo perdão do Senhor”

Hoje também o povo busca cura e salvação para os seus males, por isso, as Igrejas estão cheias, assim como os Encontros de Evangelização, os Retiros, os Seminários de Vida no Espírito Santo. No entanto, mesmo estando nesta busca, parece ser muito difícil para nós, homens e mulheres reconhecermos a santidade de Deus e os Seus propósitos para nós, somente na simplicidade da Sua Palavra e ensinamentos de pessoas ministradas. Desconfiamos de tudo e, como os mestres da lei, nós também nos questionamos e não acreditamos nas promessas de Deus quando Ele age por meio dos Seus ungidos: “Ele está blasfemando – como Ele pode perdoar pecados? Só Deus pode perdoar”. Nós também pensamos assim quando desconfiamos dos sacerdotes, aqueles que têm na terra o poder de perdoar os nossos pecados em Nome de Jesus. Nós dizemos que cremos em Deus, mas não aceitamos a Sua regência por meio dos Seus instrumentos. O Senhor quer salvar a humanidade dando o Seu perdão e usa a pessoa do sacerdote, Seu representante, consagrado ao ministério e ungido para recuperar a nossa saúde espiritual. O perdão do Senhor, por meio do padre também nos cura, pois realiza a purificação do nosso coração, da nossa mente, da nossa alma. A nossa alma é curada e libertada da “ameaça” do inimigo que toma conta da nossa carne. O perdão que recebemos no Sacramento da Confissão apaga o nosso pecado e transforma o nosso ser infundindo em nós a Luz do Espírito Santo que nos motiva a caminhar. Quando somos curados pelo perdão do Senhor nós também nos levantamos, pegamos a nossa cama, isto é, a nossa carga e voltamos para a nossa casa, prontos para escrever uma nova história. Finalmente, devemos nos lembrar de que aquele paralítico foi perdoado e curado por causa dos seus amigos que o apresentaram a Jesus. Quantos “paralíticos” (pecadores públicos), talvez estejam perto de nós e apenas os censuramos sem tomar a iniciativa de levá-los a Jesus, Aquele que tem poder para libertá-los e dá-lhes uma nova vida! Pense nisso! – Você já levou algum paralítico para que Jesus o curasse? – Você já aconselhou a alguém a procurar um sacerdote? – Você acredita no perdão de Deus por meio do ministério de um sacerdote? – Na sua opinião, aqui na terra, quem é que tem autoridade para perdoar os seus pecados?

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:17 · 11.01.2018 / atualizado às 09:45 · 11.01.2018 por

Naquele tempo, um leproso chegou perto de Jesus, e de joelhos pediu: “Se queres, tens o poder de curar-me”. Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero: fica curado!” No mesmo instante, a lepra desapareceu, e ele ficou curado. Então Jesus o mandou logo embora, falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!” Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo.

Reflexão – “a lepra é o pecado”   


Aquele leproso tinha consciência de que estava doente e necessitado de cura, por isso, com humildade se aproximou de Jesus pediu a Sua intervenção na sua vida. Podemos avaliar que a lepra é o pecado que também nos deixa impuros e afastados da graça de Deus, por isso precisamos reconhecer a nossa condição de enfermos e pedir a interferência de Jesus na nossa vida. O leproso é o pecador que se aproxima de Jesus consciente do seu pecado, mas confiante na misericórdia do Pai.  Deus sempre quer nos curar, na hora certa, Ele age. Precisamos ter consciência de que Jesus opera hoje, da mesma forma como operava no tempo em quem andava por aqui. Quando acreditamos, pedimos, suplicamos, de coração, Ele realiza os prodígios e milagres de que necessitamos. Precisamos, pois, abrir a nossa boca e o nosso coração para manifestar a Ele os nossos desejos. O leproso deu uma prova de fé e humildade ao condicionar a sua cura ao querer de Jesus, quando disse: “se queres tens o poder de curar-me!”.  Jesus, então, cheio de compaixão confirmou também o desejo de libertar aquele homem da sua enfermidade. O querer de Deus está condicionado à sinceridade do nosso coração e do nosso anseio interior. Deus habita no nosso coração e sabe realmente qual é a nossa intenção e a nossa disposição. Com efeito, é necessário que tenhamos convicção daquilo que buscamos e pleiteamos. Apesar de recomendar ao leproso que não contasse nada a ninguém, este saiu apregoando o grande milagre da sua vida. Assim também deve acontecer conosco. Não podemos nos calar diante das coisas maravilhosas que Deus opera no nosso meio. Precisamos sair proclamando e anunciando o poder de Jesus, pois assim fazendo estaremos dando ao mundo a oportunidade para que todos conheçam a salvação que vem de Deus. É assim que Jesus olha para cada um de nós que, arrependido, se aproxima dele com confiança. Ele nos conhece, sabe dos nossos motivos e nos perdoa, porém, nos alerta: “vai, mostra-te ao sacerdote e oferece algo pela tua purificação” Somos curados, para amar e servir a Deus  segundo  adiante na nossa vida, fazendo o mesmo que Jesus: olhar com compaixão e bondade para aqueles que também precisam de cura. – Você tem consciência de que é pecador necessitado do perdão de Deus? O que você tem pedido ao Senhor? – Você pede a vontade de Deus ou se limita a pedir só o que acha conveniente?  – Você tem recebido graças de Deus? –  Isto fez com que você olhasse melhor para as outras pessoas? – Existe algum “leproso” que precisa do seu olhar de compaixão? Pergunte a Jesus o que você poderá fazer por ele!

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO