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Categoria: Fé em Deus


09:57 · 18.09.2018 / atualizado às 10:01 · 18.09.2018 por

Naquele tempo, Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores!” Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”. E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira e por toda a redondeza.

Reflexão – “o pecado é o caixão que nos prende”

A cena descrita no Evangelho de hoje retrata fielmente o que acontece no mundo atualmente. Jesus continua hoje, olhando para as mães que choram pelos seus filhos “mortos” pelo mundo e assim como sentiu compaixão da viúva da cidade de Naim, persiste fazendo milagres no meio do seu povo. Quantas mães também que choram e acompanham o filho “morto” pela falta de esperança, pela droga, pela desarmonia, pelas frustrações, pela violência!  O “caixão” significa para nós tudo o que prende, escraviza e oprime. De uma maneira geral o pecado é o caixão que nos prende e nos faz parecer mortos e sem esperança.  No cenário descrito por Lucas, Jesus tocou no caixão e ordenou ao jovem que se levantasse e este sentou-se e falou. Ao tocar no caixão do morto Jesus tocou naquilo que o aprisionava e o impedia de ser livre para caminhar. Assim também Ele faz com cada um de nós que ainda estamos presos nos nossos pecados, isto é, a tudo o que nos impede de caminhar livremente em busca do projeto de felicidade que Deus já traçou para nós.  Por isso, mesmo diante da morte precisamos manter viva a chama da nossa fé em Jesus Cristo que está sempre perto e, continuamente, terá compaixão de nós. Peçamos ao Senhor que Ele opere milagres ao nosso redor; que Ele enxugue as lágrimas de todas as mães que choram pelos seus filhos e, ao mesmo tempo, que Ele levante todos os jovens e as jovens que se sentem desanimados (as) pelo peso que o mundo põe às suas costas. Assim, nós também poderemos testemunhar os milagres que acontecem ao nosso redor e anunciar como aquele povo: “Deus veio visitar seu povo”!  A fé em Jesus nos faz refletir o que estamos vivendo hoje: – Você tem chorado por alguém a quem considera sem jeito, como morto? – Você acredita que Jesus tem poder para tocar esta pessoa e libertá-la? Você tem orado por ela?  – Você tem sido testemunha de milagres? – Você tem anunciado aos quatro ventos o que tem visto Jesus fazer, hoje?   

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

12:05 · 17.09.2018 / atualizado às 12:05 · 17.09.2018 por

Resultado de imagem para Havia lá um oficial romanoNaquele tempo: Quando acabou de falar ao povo que o escutava,  Jesus entrou em Cafarnaum. Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. Chegando onde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: ‘O oficial merece que lhe faças este favor, porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga.’ Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: ‘Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um : ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado ‘Faze isto!’, e ele o faz’.’ Ouvindo isso, Jesus ficou admirado.
Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: ‘Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé.’ Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.

 

Reflexão – apenas uma palavra de Jesus e a nossa alma será salva”

 

Aquele oficial romano não fazia parte do povo de Israel, mas acreditou no poder de Jesus e conseguiu a cura do seu empregado, porque tinha fé. Apesar de ser uma autoridade romana, o oficial, não quis um tratamento especial nem se arvorou da sua posição para impor a Jesus a sua presença física, mas, pediu apenas, uma “palavra para que o seu empregado fosse salvo”.   Esta manifestação do oficial teve um significado de humildade e de fé na Palavra de Jesus. Humildade, porque reconheceu a sua indignidade e a sua limitação; e fé, pois, sabia que a Palavra de Jesus continha poder de salvação e de vida.  O exemplo do oficial romano é para nós uma mensagem de fé na Palavra de Deus. Só uma Palavra de Jesus nos basta para que sejamos salvos, mas a nossa fé, às vezes, parece que não funciona se não enxergarmos as evidências, as confirmações, as provas. Não nos contentamos somente com o que Jesus nos fala quando nos promete vida, salvação e santidade. Queremos oração especial, sinais que nos revelam alguma coisa e não entendemos que “apenas uma palavra de Jesus e a nossa alma será salva”. Reconhecer a nossa limitação é uma prática de humildade e dispensar os privilégios e as regalias é uma prova de fé.  –  Se fosse o oficial romano você teria insistido para que Jesus fosse até a sua casa? – O que você achou da atitude dele? – Qual é a opinião que você tem de si mesmo (a)? – Quando você comunga tem noção de que Jesus está visitando a sua casa? – Você tem ideia da sua indignidade diante Deus?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

10:07 · 14.09.2018 / atualizado às 10:07 · 14.09.2018 por

Resultado de imagem para é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eternaNaquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto,  assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna. Pois Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.

 

 

 

 

Reflexão – “Jesus tem que estar acima de tudo na nossa vida”.

 

A serpente de bronze que Moisés levantou no deserto para que todo aquele que a olhasse  fosse salvo, prefigurou Jesus,  elevado na CRUZ,  o qual entregou a Sua vida por nós. Todo aquele que olha para Jesus e Dele espera, recebe a salvação. Jesus veio para salvar o mundo e não para condená-lo e ninguém pode ficar de fora.  Esta é a vontade do Pai: que todos sejam salvos. Aquele que precisa ser salvo corre risco de vida se não estiver constantemente alerta para as ciladas do inimigo. Por isso, Jesus nos diz: “é necessário que o Filho do homem seja levantado para que os que nele crerem tenham a vida eterna.”  Uma única vez Jesus foi levantado na CRUZ para a salvação do mundo, porém, é necessário que a cada dia no mundo inteiro continuemos erguendo o Seu Nome, anunciando o Seu Evangelho. Jesus tem que estar acima de tudo na nossa vida. Ele deve ter o primeiro lugar nos nossos pensamentos, nos nossos anseios, nas nossas ações. Elevamos o Nome de Cristo bem alto quando também servimos à Sua igreja por amor e participamos da Eucaristia, pois, a cada Celebração Eucarística se renova o memorial da Sua Paixão. Jesus é aquele que Deus deu ao mundo por amor e para que todos sejam salvos do pecado e da morte eterna, e os que creem Nele têm a vida eterna. Para que todos creiam em Jesus e tenham a vida eterna, precisamos fazer a nossa parte e, sem descanso, anunciar ao mundo que Ele é a fonte de vida eterna.   Não podemos nos contentar no relativismo dos tempos modernos dizendo que tudo é válido, e que todos os caminhos nos levam a Deus: há um só Caminho, Jesus Cristo e nós não podemos perder tempo em propagar a todos esta verdade. –  Você acha que o mundo está perdido, que não há mais chance? – Qual será a sua parte na salvação que Deus quer trazer para todos os homens? – Você acha que uma andorinha só não faz verão? – Você acha justo que Deus queira salvar todo homem: os bons e os maus? – Você quer que toda a sua família seja salva? Quem teria que ficar de fora?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

 

11:50 · 13.09.2018 / atualizado às 11:50 · 13.09.2018 por

Resultado de imagem para Ao contrário, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em trocaNaquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: A vós que me escutais, eu digo: Amai os vossos inimigos e fazei o bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos amaldiçoam, e rezai por aqueles que vos caluniam. Se alguém te der uma bofetada numa face, oferece também a outra. Se alguém te tomar o manto, deixa-o levar também a túnica. Dá a quem te pedir e, se alguém tirar o que é teu, não peças que o devolva. O que vós desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles. Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam aqueles que os amam. E se fazeis o bem somente aos que vos fazem o bem, que recompensa tereis? Até os pecadores fazem assim. E se emprestais somente àqueles de quem esperais receber, que recompensa tereis? Até os pecadores emprestam aos pecadores, para receber de volta a mesma quantia. Ao contrário, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Então, a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque Deus é bondoso também para com os ingratos e os maus. Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos.’

 

Reflexão – “misericordiosos como o Pai”

 

Jesus veio desbaratar a teia do inimigo que tenta nos infligir uma doutrina de morte que nos instrui a nos posicionar uns contra os outros lançando fora a virtude da caridade que Deus nos conferiu. Por isso, o Evangelho nos confunde, quando fala justamente o contrário do que todos apregoam.  Se colocarmos de um lado, as instruções de Jesus neste Evangelho, e do outro lado, as concepções que o mundo prega, com certeza, perceberemos que existe um fosso enorme separando as duas vertentes. Quando ouvimos Jesus falar coisas como: amar os nossos inimigos, fazer o bem aos que nos odeiam ou bendizer aos que nos amaldiçoam; rezar pelos que nos caluniam e dar a outra face depois de tomar uma bofetada;  entregar a túnica quando alguém já nos tomou o manto, etc., nós nos apavoramos e achamos que Ele nos propõe andar na contra mão do mundo. Se não tivermos uma fé firme e a certeza de que o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo, veio em pessoa nos dar garantia do que Ele pregou, não conseguiremos alcançar o pensamento de Deus, pois o que o mundo ensina agrada muito mais à nossa humanidade.    A chave para que possamos compreender o que Jesus veio nos ensinar, está, justamente, nessa expressão: “O que vós desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles.”  Quando nos colocamos no lugar do outro, quando nos envolvemos com o outro indivíduo, nós podemos compreender as suas motivações e assim, também, perdoar, compreender, acolher.  Depois também Jesus nos faz outras indagações para a nossa reflexão: qual a recompensa que teremos se fizermos o bem só a quem nos fizer o bem? Quais os méritos que teremos se amarmos somente a quem nos ama? Se emprestarmos dinheiro somente a quem nos pode pagar não estaremos fazendo por amor, mas sim, por conveniência; Por isso, Jesus também nos adverte: “sereis filhos do Altíssimo, porque Deus é bondoso também para com os ingratos e os maus”. Jesus nos dá a dica para que sejamos misericordiosos como o Pai é misericordioso:  não julgar, porque assim também não seremos julgados; não condenar, para que também não sejamos condenados; perdoar para que sejamos perdoados; dar para poder então, receber. Enfim, com a mesma medida com que medimos os outros, isto é, da mesma forma, na mesma proporção, do mesmo jeito, nós seremos também medidos.  – Você tem dificuldade em acolher esta Palavra? – Qual das orientações de Jesus lhe é mais difícil de viver? – Como você costuma julgar as pessoas que erram? – Você costuma fazer o bem sem olhar a quem, ou só ajuda a quem conhece? – Você acha que tem necessidade de amar as pessoas que estão fora do seu círculo de amizade?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

11:14 · 12.09.2018 / atualizado às 11:14 · 12.09.2018 por

Resultado de imagem para 'Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de DeusNaquele tempo: Jesus levantando os olhos para os seus discípulos, disse: ‘Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus! Bem-aventurados, vós que agora tendes fome,  porque sereis saciados! Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque havereis de rir! Bem-aventurados, sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem! Alegrai-vos, nesse dia, e exultai, pois, será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas. Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! Ai de vós, que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós, que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas.
 

Reflexão – “a recompensa será no céu”

 

Para que possamos compreender as palavras de Jesus, precisamos nos desassociar das ideias que o mundo nos apresenta de que tudo quanto fizermos de bom terá a sua recompensa aqui na terra.  Jesus nos apresenta a felicidade em consonância com o Plano de Deus e nos situa na perspectiva dos que buscam a felicidade aqui na terra seguindo os conselhos evangélicos. As bem-aventuranças são estágios de vida que nos levam a ter o prenúncio das coisas celestes, da realidade do céu. Quando seguimos as sugestões do Evangelho, nós perseguimos a vivência do reino dos céus que é paz interior, justiça, consolo, alegria aqui na terra de uma maneira que o mundo não pode entender e na vida futura a plenitude de tudo isso. Portanto, ser pobre, passar fome, chorar, ser perseguido, odiado, insultado, amaldiçoado, são situações que de acordo com a mentalidade do mundo, revelam infelicidade. Porém, quando vivemos na perspectiva de fazer a vontade de Deus essas coisas que nos acontecem servem de motivação para   que experimentemos cada vez mais o poder e a força do Senhor na nossa vida. Ao contrário, as coisas que o mundo prega como lucro, a riqueza, a fartura, o riso fácil, o elogio, passam e não deixam nenhum vestígio de felicidade. É feliz aqui quem já espera a realização das promessas de Deus que serão plenamente cumpridas no céu. O próprio Jesus nos garante: “Alegrai-vos e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu”.  A expectativa de que um dia contemplaremos a Deus e alcançaremos a plena felicidade, já é um motivo para que sejamos felizes aqui, mesmo passando por dificuldades. Quantos testemunhos nós ouvimos, de pessoas que se encontraram depois de terem vivido tribulações, mas conheceram a força de Deus!  – Você já meditou sobre as bem-aventuranças? – Qual a bem-aventurança que mais se identifica com você? 1- Você é feliz mesmo que as coisas não tenham sido fáceis? – Você tem sofrido alguma afronta por amor a Jesus? – Você conhece o testemunho de alguém que já viveu isso? – Para você o que é ser feliz?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

11:47 · 11.09.2018 / atualizado às 11:48 · 11.09.2018 por

Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir Jesus e ser curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

10:13 · 10.09.2018 / atualizado às 10:13 · 10.09.2018 por

 

Resultado de imagem para Aí havia um homem cuja mão direita era seca. Aconteceu num dia de sábado que, Jesus entrou na sinagoga, e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para verem se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: ‘Levanta-te, e fica aqui no meio.’ Ele se levantou, e ficou de pé. Disse-lhes Jesus: ‘Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?’ Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: ‘Estende a tua mão.’ O homem assim o fez e sua mão ficou curada. Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus.

Reflexão – “Jesus veio para curar a nossa ‘mão seca’”

 

Jesus não conseguia fazer entender que o ser humano é muito mais importante para Deus do que todos os regulamentos por mais que manifestasse, no meio do povo, prodígios e milagres.  Os mestres da lei e os fariseus apreciavam a Lei de Deus apenas no que se relacionava com as regras de comportamento, de organização e disciplina do povo, mas não a tinham no coração, como um princípio de vida e libertação do ser humano.  Ao contrário do que eles pregavam, Jesus fazia questão de anunciar que viera para os pecadores mostrando que o pecado nos deforma e nos afasta do convívio com Deus e, também, com as pessoas. Por isso, Ele fazia questão de acolher a todos que estavam “marcados” pelo estigma do erro, da culpa e que de alguma forma se sentiam excluídos do convívio com aqueles que se consideravam “puros e bons”. Hoje, também, o propósito de Jesus é restaurar a vida de todos os que se encontram em situação de exclusão, por isso, a qualquer hora, em qualquer momento, mesmo quando todos nos apontam e acusam Jesus está pronto para nos colocar no centro, nos tirando do meio da multidão.  Ele nos olha com um olhar especial e percebe a nossa chaga! Ele sabe o que está nos deformando e quer que tenhamos consciência da nossa dificuldade, por isso, nos manda estender a mão a fim de expor o nosso pecado para reconhecer que precisamos de  perdão e de acolhimento. O olhar carinhoso de Jesus nos revigora e a     Sua Palavra é para nós como uma promessa que se cumpre: “Levanta-te e fica aqui no meio”! “Estende a tua mão”!  Na medida em que obedecemos à Sua Palavra, também vão caindo por terra os nossos complexos de inferioridade, o medo de revelar quem nós somos, os nossos defeitos, a nossa “mão seca”. Tudo então se torna muito natural e simples e perdemos a inibição e cheios de firmeza enfrentamos todos os olhares ardilosos, pois eles estão ocultos pelo olhar misericordioso de Deus. Ninguém, jamais, em momento algum pode perder a chance de atender à ordem de Jesus, porque Ele veio para curar a nossa “mão seca” nem que seja em dia de sábado.   –   Quando comete um pecado grave você se sente isolado (a)? – Você costuma reconhecer e confessar os seus pecados? – Você tem coragem de expor os seus defeitos diante das pessoas pondo-se sob o olhar da misericórdia divina? Para você o que pode significar “em dia de sábado?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

12:05 · 07.09.2018 / atualizado às 12:05 · 07.09.2018 por

Resultado de imagem para Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velhaNaquele tempo: Os fariseus e os mestres da Lei disseram a Jesus: ‘Os discípulos de João, e também os discípulos dos fariseus, jejuam com frequência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem.’  Jesus, porém, lhes disse: ‘Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles?  Mas dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão.’  Jesus contou-lhes ainda uma parábola: ‘Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velha; senão vai rasgar a roupa nova, e o retalho novo não combinará com a roupa velha.
Ninguém coloca vinho novo em odres velhos; porque, senão, o vinho novo arrebenta os odres velhos e se derrama; e os odres se perdem. Vinho novo deve ser colocado em odres novos. E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo; porque diz: o velho é melhor.’

 

Reflexão – “O Evangelho é a Boa Nova”

 

O reino de Deus que Jesus Cristo veio instaurar requer de nós uma nova roupagem no pensar, no falar e no agir. Para isso, durante o tempo em que passou aqui na terra Jesus revolucionou os costumes e os critérios que vigoravam naquela época e escandalizou àqueles que viviam bitolados e presos às suas próprias ideias.  O Evangelho é a Boa Nova que deve ser vivida por inteiro e não apenas em parte, por isso, todas as nossas boas ações só terão validade diante de Deus se houver assentimento completo de todo o nosso ser. Com efeito, nessa passagem Jesus nos ensina que não nos adianta tapar buracos nem colocar emendas no nosso modo de pensar e de agir usando apenas alguns preceitos do Seu Evangelho. O homem completo é corpo e alma, por essa razão, as nossas ações precisam estar em consonância com o nosso ser total.   Diante de Deus todos os nossos atos terão o valor proporcional ao que o nosso coração lhes confere. O ato de fazer apenas por fazer não nos edificará nem nos ajudará na caminhada para Deus.  Jesus nos propõe o fazer de coração, uma sugestão coerente com a essência do nosso ser. O odre e a roupa significam a nossa mentalidade e a maneira como acolhemos as observâncias que Deus nos propõe por meio da sua Palavra e dos Seus mandamentos.  A maneira como encaramos os fatos da nossa vida e a mentalidade com a qual acolhemos as propostas de Deus nos dão a garantia para que as nossas ações diante do Senhor tenham validade.   O que é novo não cabe na mentalidade antiga. Precisamos de um espírito aberto, para acolher as novidades do Evangelho e viver segundo os mandamentos de Deus. Do contrário, não daremos frutos. Portanto, o jejum e o sacrifício que fizermos não têm nenhum valor absoluto. O que realmente tem valor são o motivo e a finalidade pelo qual nos sacrificamos. Quando o noivo está perto, nós estamos alegres e precisamos extravasar a nossa felicidade, portanto, não há razão para sacrifício. Jejuar por jejuar não nos levará a lugar algum.   – Você é uma pessoa apegada ao seu modo de pensar? – Você é capaz de mudar de opinião diante das novidades do Evangelho? –  Com que espírito você jejua ou faz sacrifício?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

10:25 · 06.09.2018 / atualizado às 13:31 · 06.09.2018 por

Naquele tempo, estando Jesus um dia à margem do lago de Genesaré, o povo se comprimia em redor dele para ouvir a palavra de Deus. Vendo duas barcas estacionadas à beira do lago – pois os pescadores haviam descido delas para consertar as redes, subiu a uma das barcas que era de Simão e pediu-lhe que a afastasse um pouco da terra; e sentado, ensinava da barca o povo. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar”. Simão respondeu-lhe: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada apanhamos; mas por causa de tua palavra, lançarei a rede”. Feito isto, apanharam peixes em tanta quantidade, que a rede se lhes rompia. Acenaram aos companheiros, que estavam na outra barca, para que viessem ajudar. Eles vieram e encheram ambas as barcas, de modo que quase iam ao fundo. Vendo isso, Simão Pedro caiu aos pés de Jesus e exclamou: “Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador”. É que tanto ele como seus companheiros estavam assombrados por causa da pesca que haviam feito. O mesmo acontecera a Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram seus companheiros. Então Jesus disse a Simão: “Não temas; doravante serás pescador de homens”. E atracando as barcas à terra, deixaram tudo e o seguiram.

 

Reflexão – “Jesus nos chama para ser pescadores de homens!  

 

Deus está atento aos nossos movimentos, conhece as nossas necessidades e também aproveita os momentos em que estamos parados (as), isto é, desanimados (as) por causa da pesca que não foi boa para entrar na nossa barca. Ele precisa de nós para realizar o Seu plano de Salvação em Jesus Cristo. Para isso enviou Jesus que se manifesta na nossa vida de uma maneira muito coerente com o que Ele deseja realizar em nós e por nosso intermédio. Ele vem a nós quando estamos no posto do nosso trabalho ou na lida da nossa casa, passando por algum sofrimento ou enfrentando situações difíceis. Para cada um de nós Ele usa uma metodologia diferente. O importante, é que Ele precisa de nós do jeito que somos e do modo como vivemos. Foi assim que Ele se aproximou de Simão e de André seu irmão, fez um milagre na sua vida e, depois os convidou para serem pescadores de homens, e assim, O seguirem. Primeiramente, Ele avistou as “duas barcas paradas na margem do lago” e percebeu que aqueles homens estavam desalentados e precisavam de ajuda. No entanto, Jesus não os subestimou, mas pediu-lhes ajuda para entrar na sua barca e dali falar para a multidão. Somente depois, Jesus os instruiu para avançar e ir até o lugar onde encontrariam muitos peixes.  Assim também Jesus faz conosco. Ele se manifesta nas situações da nossa vida, aproveita as oportunidades quando estamos de coração aberto, acrisolado, age em nós, transforma as nossas situações de pesar, providencia o que está nos faltando e depois também diz: “Vem”! “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens!” Jesus nos chama para ser pescadores de homens!  Ele providencia o peixe para nós, porém, necessita das nossas redes a fim de tomar para Ele as almas necessitadas de salvação.      Jesus está esperando a hora de poder nos instruir, dizendo: “Avança para águas mais profundas, e lançai as vossas redes para a pesca.”  Que a nossa pesca seja profícua e não se restrinja somente ao nosso círculo de amizade. Jesus quer que sejamos pescadores no Seu reino e a rede que Ele nos dá é o Seu amor e a Sua Palavra. – Jesus já realizou algum milagre na sua vida?  – Conte para todos o que mudou na sua vida, qual a sua esperança e o que você tem descoberto com a Palavra de Deus. – Você tem usado o Amor de Deus como rede para atrair as pessoas para Ele? –  Mesmo que não tenha muita vontade você atende ao chamado de Jesus em atenção à Sua Palavra?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

 

 

11:08 · 05.09.2018 / atualizado às 11:08 · 05.09.2018 por

 

Resultado de imagem para A sogra de Simão estava sofrendo com febre altaNaquele tempo: Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los. Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus.  Jesus colocava as mãos em cada um deles e os curava. De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: ‘Tu és o Filho de Deus.’ Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias. Ao raiar do dia, Jesus saiu, e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo que os deixasse. Mas Jesus disse: ‘Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado.’ E pregava nas sinagogas da Judéia.

 

Reflexão – “Somos curados, para amar e servir a Deus”

 

Jesus Cristo foi Enviado pelo Pai, justamente para salvar todos os que se encontram inseridos em situação de penúria. Por isso, ninguém poderá afirmar que já não tem condições de ter uma vida nova, de sair de situações de pecado, de desgraça, de enfermidade e de morte.  A sogra de Pedro é um exemplo de que a qualquer momento e em qualquer circunstância da nossa existência nós também poderemos servir a Deus e à Igreja de Cristo. A fé daquelas pessoas que pediram a Jesus que orasse por aquela mulher já idosa, foi com certeza, o instrumento para que aquele prodígio se realizasse. “Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los”! Com efeito, não podemos duvidar de que Jesus possa nos curar das nossas enfermidades, nos libertar do mal e nos fazer reviver, mesmo que estejamos à beira da morte.  As doenças e os males que sofremos hoje são na maioria das vezes, lamentos da nossa alma necessitada do toque de Jesus, da sua Palavra e da Sua orientação. Uma vez tocados (as) pelo Senhor, banhados (as) pela Sua Misericórdia nós também podemos nos levantar da nossa “cama”, isto é, da nossa vida sem sentido e buscar a outros (as) que também precisam receber o toque do Amor de Jesus. As multidões procuravam Jesus e não queriam largá-Lo, por isso, Ele não parava, não tinha descanso e só se afastava do povo quando ia orar ao Pai. Jesus não se prendia a lugar nenhum, Ele não tinha predileções, curava todos doentes que encontrava e dava nova vida às pessoas sem esperança. Hoje Ele também precisa de nós para continuar fazendo milagre e prodígios, por isso, Jesus nos cura e nos faz sair da inanição. Somos curados, para amar e servir a Deus aqui na terra em favor de todos que são necessitados de salvação. A Boa Nova do Reino que Jesus anunciou aqui na terra é a Boa Notícia que nós devemos transmitir a todos: “Jesus, o filho de Deus, está muito perto de nós. Mora no nosso coração e nos quer curar de todos os males, hoje, como antes”.  – Você já teve alguma experiência de cura ou de libertação? – Depois que foi curado (a), você foi também servir a Jesus? – Você acha que já fez muito e que precisa de descanso? – Você costuma se apegar aos grupos e pessoas? – Você é uma pessoa que aceita mudanças ou é uma pessoa acomodada?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO