Categoria: Fé em Deus


14:50 · 24.03.2019 / atualizado às 14:50 · 24.03.2019 por

Resultado de imagem para Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. FNaquele tempo, vieram algumas pessoas trazendo notícias a Jesus a respeito dos galileus que Pilatos tinha matado, misturando seu sangue com o dos sacrifícios que ofereciam. Jesus lhes respondeu: ‘Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores  que todos os outros galileus, por terem sofrido tal coisa? Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo. E aqueles dezoito que morreram, quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que todos os outros moradores de Jerusalém? Eu vos digo que não. Mas, se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.’ E Jesus contou esta parábola: ‘Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi até ela procurar figos e não encontrou. Então disse ao vinhateiro: ‘Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a! Por que está ela inutilizando a terra?’ Ele, porém, respondeu: ‘Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo. Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então tu a cortarás.’

Reflexão – “as consequências são naturais”

 

Independentemente do bem ou do mal que tivermos praticado todos nós haveremos de passar pela morte natural. A morte espiritual, porém, é a morte da nossa alma pelo pecado e depende da nossa falta de conversão a Deus e da nossa inutilidade durante o tempo em que labutamos por aqui.  Assim, portanto, Jesus nos esclarece que os acidentes e as tragédias pelas quais passamos na nossa vida não são um castigo de Deus, mas fatos a que estamos sujeitos nessa travessia.  Deus não quer a morte do pecador, mas a sua conversão e mudança de vida. Às vezes, pensamos que as coisas ruins que nos acontecem são punição de Deus por causa dos nossos pecados. Quando então, reconhecemos que somos culpados carregamos um fardo pesado e entendemos que seremos condenados pelas nossas ações; Por outro lado, quando nos consideramos “bonzinhos e merecedores” achamos que somos injustiçados pelas coisas ruins que bateram à nossa porta.   Jesus, porém, nos exorta: se não nos convertermos, se permanecermos no erro, no pecado, na desobediência, serão também naturais, as más consequências que sofreremos. O Senhor nos dá a chance, precisamos apenas aproveitá-la! Por isso, Ele conta a Parábola da figueira a fim de que percebamos a paciência e o cuidado que o Pai tem a fim de que não pereçamos.   A nossa conversão e a mudança de vida são condições para que também não morramos nos nossos pecados, isto é, espiritualmente. A “morte espiritual” vem em consequência da nossa escravidão ao pecado que nos afasta de Deus e desarmoniza a nossa alma impedindo-nos de dar frutos bons. Somos, então, como uma figueira que foi plantada no meio da vinha de Deus. Estamos ocupando um espaço, recebemos assistência, e há também um vinhateiro que cuida de nós com paciência de mestre, apesar disso, nos obstinamos em permanecer do jeito que somos e preservamos a nossa individualidade de pecadores. Jesus é o vinhateiro a quem Deus Pai entregou a Sua vinha, mas que acolhe até mesmo os que são diferentes. Cabe a cada um de nós nos deixarmos cavar, adubar, regar a fim de que possamos dar frutos de justiça e santidade, paz, amor para alimentar o mundo. O Senhor é paciente e permite a cada dia que assumamos o lugar e o compromisso com a Sua vinha.    – Qual é a visão que você tem das “desgraças” que acontecem no mundo? – Você tem conseguido perceber que consequências as suas ações têm trazido para a sua vida? – Quais os frutos que você tem oferecido para alimentar o povo de Deus? – Você entendeu o que é a morte espiritual?

 

Helena Colares Serpa  – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

05:12 · 23.03.2019 / atualizado às 16:41 · 23.03.2019 por

Resultado de imagem para a parábola do filho prodigoNaquele tempo, os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”. Então Jesus contou-lhes esta parábola: “Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queira matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome’. Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o, e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’. Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado”’.

Reflexão – “Todos nós, hoje, podemos nos considerar um filho pródigo!”

Nós também, como o filho pródigo, vivemos fazendo as contas e pedindo a Deus a parte da herança que nos cabe, saindo da casa do Pai onde temos à nossa disposição fartura de alimento para saciar a nossa fome de felicidade. Desejando nos apossar de uma falsa liberdade, somos impulsionados a procurar no mundo a mesma comida que os “porcos comem”.  Por isso, nos damos mal e voltamos pedindo perdão. E quando, arrependidos, queremos voltar, também nos enganamos, pois, entendemos que o Pai quer ter conosco uma relação de patrão e empregado. Voltamos querendo ser recebidos como empregado que regressa acabrunhado, sem direito nenhum, para somente receber um prato de comida e não percebemos que Ele está de braços abertos para nos receber como filhos amados, pondo à nossa disposição tudo quanto possui para festejar o nosso retorno com um banquete. Precisamos entender que em uma relação de Pai e filho, a todo o momento podemos ter acesso a nossa herança  para usufruí-la de uma maneira que nos faça desfrutar a vida e ser feliz. Não precisamos fazer cálculos exigindo a nossa parte como se fosse um salário que apenas serve para comprar coisas que não têm serventia e alimentam exclusivamente os desejos da nossa humanidade. Neste Evangelho Jesus nos dá uma demonstração de como é a mentalidade de Deus. O Pai sempre sente compaixão pelo filho que se arrepende. O processo da volta começa com o arrependimento e o Pai sempre estará a nos esperar! Podemos voltar, arrependidos e humildes, sem razões e justificativas.  Quem não se arrepende não precisa ser perdoado. Às vezes nós somos também como o filho mais velho que não compreende o porquê da misericórdia de Deus para com os pecadores. Não aproveitamos o tempo em que estamos vivendo na casa de Deus, não   ficamos à vontade nem nos sentimos livres para provar de tudo o quanto o Ele põe ao nosso dispor. Aí também, não compreendemos a compaixão que o Pai tem para com o outro que erra e queremos que tudo seja de acordo com a nossa “justiça”, que é injusta.  –   Você já percebeu que a herança de Deus para nós é a salvação? – Você sabia que a justiça de Deus é que todos se salvem? – Você que vive servindo a Deus se sente preso e escravizado? – Você tem vontade de pedir a herança e se afastar para o mundo?

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

05:01 · 22.03.2019 / atualizado às 09:29 · 22.03.2019 por

Resultado de imagem para Certo proprietário plantou uma vinha,Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: “Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’.

Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?” Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos’? Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”. Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando deles. Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

Reflexão – “a maior obra do Pai é  a de nos atrair novamente a Si”

O homem pecou, mas o Senhor não o abandonou e fez uma promessa de restauração da aliança violada: A vitória do Salvador sobre o Tentador e o Pecado, conforme, Gn 3,15.  Desde então, a  maior obra do Pai tem sido a de nos atrair novamente com o intuito de que gozemos novamente da Sua presença e do Seu grande amor.  Jesus Cristo veio ao mundo para ensinar ao povo de Israel o jeito certo de bem administrar o reino dos céus aqui na terra e salvá-lo do pecado e da morte. Primeiramente veio para o povo judeu, mas os judeus não O aceitaram como Salvador, desse modo, por misericórdia de Deus, Ele voltou-se para os pagãos e se entregou por toda a humanidade.  Portanto, nós cristãos que cremos em Jesus como Senhor e Salvador somos hoje os vinhateiros a quem o Senhor entregou a Sua vinha, isto é, o Seu reino, para que seja edificado e cultivado por nós. Somos, hoje os lavradores da vinha, somos nós aqueles a quem o proprietário entregou a sua propriedade, porém, Ele quer receber de nós, a colheita.   Por isso, para que possamos nos apropriar deste legítimo direito precisamos crer e reconhecer Jesus como o herdeiro do Pai que veio trazer para nós a herança da vida eterna. O reino foi tirado do povo de Israel e entregue a nós, a fim de que possamos dar bons frutos, muitas vezes, no entanto, nós preferimos construir o reino dos céus ao nosso modo e nos esquecemos de edificar aqui na terra segundo o projeto do coração do Pai. Jesus é a pedra que os construtores rejeitaram, mas tornou-se a pedra angular, isto é, a pedra central da nossa fé. Somos os responsáveis por entregar a colheita do nosso trabalho, na hora precisa, em que os mensageiros do Senhor, os anjos, se apresentarem, porém, se não levarmos em consideração os ensinamentos de Jesus para cuidarmos bem do Seu reino, também seremos dispensados e substituídos por outros mais fiéis ao compromisso assumido. Jesus, hoje,  vem nos lembrar de que os frutos que Ele quer receber das nossas mãos é a vivência do amor que nos faz ser testemunhas de que o Pai preparou o mundo para todos nós. – Você crê que Jesus é o Senhor e Salvador da sua vida? – Você tem vivido conforme a Sua Palavra?Você é vinhateiro (a) ou fruto da vinha? – Você tem trabalhado para colher frutos na vinha do Senhor? – Quais os frutos que você apresentará a ele? – O que você teria para entregar ao proprietário?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO     

04:42 · 21.03.2019 / atualizado às 12:26 · 21.03.2019 por

Resultado de imagem para Havia um homem rico, que se vestia com roupas finasNaquele tempo, disse Jesus aos fariseus: “Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias. Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas. Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’. Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. E, além disso, há um grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’. O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu pai, porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’. Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!’ O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’. Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos”’.

Reflexão – “o pobre e o rico

A nossa vivência aqui na terra já pode ser um testemunho de que estamos salvos e um dia iremos viver na companhia dos anjos ou no meio dos tormentos. É também uma oportunidade preciosa para que possamos nos apropriar dos “terrenos do céu”. Aquele homem rico viveu aqui na terra aproveitando-se de tudo o que possuía para refestelar-se e satisfazer apenas a sua carne, isto é, o seu apetite humano, como se um dia não tivesse que se apartar do seu penhor. O pobre, por força das circunstâncias teve uma experiência completamente oposta e provou das agruras da vida por conta da sua completa miséria. O rico teve todas as chances para bem viver com a sua riqueza fazendo dela um trampolim para alcançar a vida plena depois que partisse para a outra existência. Infelizmente, muitos ainda não compreenderam isso, por isso, a parábola do rico e do Lázaro nos mostra uma situação, ainda hoje, persistente dentro da nossa realidade de vida.  A conjuntura do rico e do Lázaro nos dá uma amostra do julgamento de Deus.  Não podemos nos confundir achando que a riqueza é uma coisa má, no entanto, há uma condição imprescindível para que ela seja um instrumento para a nossa salvação: a de partilharmos os nossos bens e nossos “terrenos da terra” com os outros moradores. O mal é quando queremos ter tudo só para nós e desprezamos àqueles que vivem à nossa porta implorando por migalhas porque não possuem o suficiente para viverem com dignidade. Jesus nos fala que o rico recebe os bens durante a vida e o pobre, os males, mas que na outra vida dar-se-á o contrário. O pobre existe para dar ao rico uma chance de empregar os seus bens e assim poder obter ainda muito mais para ajudar a quem precisar. Jesus também nos mostra a perspectiva da eternidade para o rico avarento e o pobre humilhado: para o primeiro a região dos mortos que é a ausência de Deus e para o segundo, o seio de Abraão, isto é, a presença de Deus, na companhia dos anjos e tendo consolo para as suas dores. Precisamos refletir no tempo atual da nossa vida quando temos a oportunidade de pôr em prática todos os ensinamentos de Jesus a fim de não tenhamos a mesma sorte dos mesquinhos. Assim também, precisamos perceber a responsabilidade que temos de abrir os olhos das pessoas da nossa família que ainda estão presas aos seus bens e não olham para os Lázaros que estão batendo à sua porta.  – Como você está usando os bens que tem recebido aqui na terra? – Você sabia que aqui na terra estamos preparando o nosso terreno no céu? – Você tem partilhado com alguém de tudo que possui ou tem dado somente migalhas que sobram da sua mesa? Você tem a consciência tranquila diante de Deus? 

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

05:16 · 20.03.2019 / atualizado às 09:14 · 20.03.2019 por

Resultado de imagem para A mãe dos filhos de ZebedeuNaquele tempo, enquanto Jesus subia para Jerusalém, ele tomou os doze discípulos à parte e, durante a caminhada, disse-lhes: “Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos sumos sacerdotes e aos mestres da Lei. Eles o condenarão à morte, e o entregarão aos pagãos para zombarem dele, para flagelá-lo e crucificá-lo. Mas no terceiro dia ressuscitará”. A mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. Jesus perguntou: “Que queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. Jesus, então, respondeu-lhe: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”. Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os, e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.

Reflexão – “nem tudo o que almejamos nos será concedido!

Diante do pedido da mãe dos filhos de Zebedeu, Tiago e João, com muita propriedade Jesus os conscientizou da gravidade daquele pedido e lhes propôs beber do mesmo cálice que lhe tinha sido reservado. Sem medir as consequências os dois responderam que estavam preparados para tal feito, mas Jesus os desarmou das suas pretensões. Nós também somos como a mãe e os filhos de Zebedeu! Desejamos levar vantagem em tudo e não medimos as consequências quando pleiteamos alcançar alguma coisa que amacia o nosso ego e nos proporciona força e poder. No entanto, como Jesus, nós precisamos aprender a esperar com confiança tudo o que o Pai tem providenciado para nós e nossos filhos. Precisamos apreender que nem tudo o que almejamos nos será concedido, mesmo que nos consideremos os mais capacitados para receber o prêmio desejado.  Jesus caminhou para cumprir a Sua Missão de Salvador dos homens e, se somos Seus discípulos, nós também precisamos viver o mesmo que Ele viveu assumindo a Salvação que nos foi oferecida dando passos de conversão. Com Jesus nós também aprendemos a exercer com determinação a missão que o Pai nos destinou quando nos colocou aqui na terra. Jesus subiu para Jerusalém! Nós também subimos para Jerusalém e perseguimos a vontade de Deus, mas precisamos ter consciência de que no caminho passaremos por dificuldades, provações e perseguições, na certeza de que, no “terceiro dia”, isto é, no momento certo, nós também ressuscitaremos com Ele. Não podemos nos enganar como os apóstolos que pensavam somente na glória que viria e assim queriam tomar assento ao lado do rei da glória.   A vontade do Pai é ressuscitar-nos como Ele ressuscitou Jesus e é já nesta vida terrena que damos os passos para essa conquista: “quem quiser tornar-se grande torne-se vosso servidor”; “quem quiser ser o primeiro seja vosso servo!” Aos olhos do mundo ser grande é ser o primeiro, ter poder, fama e glória. No seguimento de Jesus ser grande é saber servir, é ser útil, é viver com sentido até no sofrimento aproveitando as lições que a vida nos dá. – Você também deseja um lugar de honra? – Você tem consciência de que para que isso aconteça terá que passar por lutas e tribulações? – Para você o que significa ser grande ou ser pequeno diante de Deus? – Você acredita na Ressurreição?

 

Helena Colares serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

 

 

04:51 · 19.03.2019 / atualizado às 09:14 · 19.03.2019 por

Resultado de imagem para José, o esposo de MariaJacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

Reflexão – “José é exemplo para os pais”

 

Justo é o homem que se ajusta à vontade de Deus e não reluta em obedece-Lo quando é convocado, mesmo que isto lhe seja custoso. Por isso foi que José não questionou quando o anjo que lhe apareceu em sonho e o instruiu a receber Maria como sua esposa. Diante da convocação que Deus lhe fez por meio do anjo, em sonhos, ele voltou atrás na sua decisão. Podemos observar também que José era um homem que tinha intimidade com Deus e conhecia os passos do seu Senhor, por isso conseguiu tomar uma decisão tão grave e radical. Ele é exemplo para os pais, porque cumpriu sua missão segundo o projeto de Deus deixando de lado o seu plano de vida pessoal. Assim, portanto, ele também colaborou no plano de Deus para a humanidade.  Nós podemos nos considerar também, homens e mulheres justos, quando acolhemos e obedecemos ao chamado de Deus para cooperar com o Seu Plano de salvação. Embora não sejamos os primeiros ou mais ilustres podemos também participar do sonho de Deus, pois, somos descendentes de Davi e herdeiros das promessas do Senhor a Abraão. – Para você é difícil ajustar-se à mudanças de plano –  Você acha que o sacrifício de José valeu a pena? – Tem valido a pena para você abdicar de algum projeto seu em favor de fazer a vontade de Deus? – Você se sente importante na execução dos projetos de Deus aqui na terra?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:48 · 18.03.2019 / atualizado às 10:33 · 18.03.2019 por

Resultado de imagem para Sede misericordiosos, como também o vosso Pai éNaquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”.

 

 

 

Reflexão – “Jesus veio ao mundo para nos ensinar a ser parecidos com Ele.”

Criados à imagem e semelhança de Deus nós temos a missão de refletir, como um espelho, as características do nosso Criador. Por isso, Jesus nos esclarece que são quatro as condições para que sejamos misericordiosos como o Pai: não julgar, não condenar, perdoar e dar.  Para nós, Jesus é o modelo do PAI e veio ao mundo para nos ensinar a ser parecidos (as) com Ele.  Por conseguinte, podemos nos basear que ser misericordioso como o Pai é não julgar os nossos irmãos conforme o conceito que temos de nós mesmos. É também não condenar o nosso próximo na medida da nossa percepção e da nossa vontade de vingança.  Entretanto, é também, o saber perdoar a quem nos ofende na mesma medida que precisamos receber perdão. É saber dar e ofertar ao nosso próximo tudo aquilo que lhe seja adequado, como se fosse a nós mesmos. Por isso, no final Jesus complementa a lição com uma máxima que resume tudo o que Ele deseja que apreendamos: “porque com a mesma medida com que medirdes os outros vós também sereis medidos!” Isto é, a mesma medida que usamos com os nossos irmãos será a que o Pai usará conosco. À toda ação corresponde uma reação, portanto, se não julgarmos, não seremos julgados, se não condenarmos, não seremos condenados, se perdoarmos, seremos perdoados e se dermos, também receberemos. A mesma medida de misericórdia que usarmos nos nossos relacionamentos nós a receberemos “calcada, sacudida, transbordante”, ou seja, plena, cheia. Se usarmos a nossa medida com a misericórdia, receberemos misericórdia, se usarmos a nossa medida com ódio, intolerância, incompreensão, também assim a receberemos de volta em porção dobrada.   É uma lei natural, que vale tanto para o bem como para o mal.  – Qual é a medida que você tem usado com as pessoas com quem convive? – Você tem exigido delas o que não consegue cumprir? – Você é uma pessoa compreensiva com os erros dos outros? – Você tem o hábito de julgar e condenar as pessoas? – O que precisa mudar em você para que seja misericordioso (a)?   

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

06:43 · 17.03.2019 / atualizado às 09:28 · 17.03.2019 por

Resultado de imagem para Enquanto rezava, seu rosto mudou de aparênciaNaquele tempo, Jesus levou consigo Pedro, João e Tiago, e subiu à montanha para rezar. Enquanto rezava, seu rosto mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante. Eis que dois homens estavam conversando com Jesus: eram Moisés e Elias. Eles apareceram revestidos de glória e conversavam sobre a morte, que Jesus iria sofrer em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam com muito sono. Ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele. E, quando estes homens se iam afastando, Pedro disse a Jesus: “Mestre, é bom  estarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Pedro não sabia o que estava dizendo. Ele estava ainda falando, quando apareceu uma nuvem que os cobriu com sua sombra. Os discípulos ficaram com medo ao entrarem dentro da nuvem. Da nuvem, porém, saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutai o que ele diz!” Enquanto a voz ressoava, Jesus encontrou-se sozinho. Os discípulos ficaram calados e naqueles dias não contaram a ninguém nada do que tinham visto.

Reflexão – “o Espírito Santo é o autor da nossa oração!”

 

Quando levou para a montanha, Pedro, Tiago e João e diante deles se transfigurou, Jesus quis mostrar-lhes a glória que o Pai preparou para todos nós que, desde já, temos o espírito voltado para as coisas que dizem respeito ao “alto” e são transcendentes à nossa realidade terrena. A montanha na Bíblia significa lugar de oração e de encontro com Deus, por isso, de antemão, nós podemos perceber que qualquer um de nós tem a chance de fazer esta experiência, desde que também subamos o monte com Jesus. No Evangelho da transfiguração constatamos como a oração com Jesus pode nos abrir as portas do céu e nos desvendar os planos do Pai para a nossa vida. Os apóstolos viram perto de Jesus as figuras de Moisés e Elias que representavam a Lei e os profetas. Eles “conversavam sobre a morte que Jesus iria sofrer em Jerusalém”. Assim também pode acontecer conosco quando, em oração nós acolhemos tudo o que a Palavra de Deus nos orienta a fim de que possamos viver segundo a Sua vontade.  Assim como Jesus ouviu a voz do Pai dizendo ao mundo que Ele era O Seu escolhido e O Seu Filho muito amado, nós também, por meio da Lei e dos Profetas podemos escutar a voz de Deus que nos acolhe com amor de Pai.   Naquele tempo os discípulos de Jesus ficaram com medo e se assustaram com a manifestação vinda do céu, pois não entendiam nada. Eles se confundiam na percepção dos mistérios do céu e não tinham o alcance das coisas espirituais, visto que ainda não possuíam o Espírito Santo.  Nós, no entanto, não precisamos nos apavorar quando em oração sentirmos a presença do céu, pois sabemos que o Espírito Santo é o autor da nossa oração e todas as coisas acontecem pelo Seu poder! Precisamos, desde já, nos entregar às sugestões do Espírito Santo a fim de que possamos provar a visão das realidades celestes. Portanto, o nosso momento de oração nos é favorável para que entremos em sintonia com a vontade do Pai para nós e, ao mesmo tempo, acolhamos o Seu amor por meio do Espírito Santo que opera dentro do nosso ser.  É uma visão espiritual e acontece dentro do nosso coração. São sinais dessa experiência: paz, alegria, amor, tranquilidade, contentamento, ternura, consolo, aconchego, coragem, destemor, confiança, esperança. Precisamos alimentar em nós esse desejo de transcender às coisas que vemos e tocamos a fim de percebermos que o “tempo esconde o que é eterno”, isto é, que a nossa limitação humana pode estar nos impedindo de “ver e sentir” as aspirações de Deus para nós. –  Você costuma subir o monte com Jesus para orar? –  Você já teve alguma experiência de céu nestes momentos? – Como têm sido os seus momentos de oração? – Você costuma escutar a Voz do Pai por meio da Sua Palavra? – Faça a experiência da transfiguração!

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

06:36 · 16.03.2019 / atualizado às 15:19 · 16.03.2019 por

Resultado de imagem para Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguemNaquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre os justos e injustos. Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

Reflexão – “Jesus é o nosso referencial de vida

 

Amai os vossos inimigos e rezai porque aqueles que vos perseguem”. Neste Evangelho Jesus vem nos dizer que tudo que os ensinamentos do mundo não devem mais fazer parte do nosso padrão de vida de cristãos comprometidos com o Evangelho. O que outrora nos ensinaram, as regras que delimitaram as nossas ações no tempo da ignorância, são completamente incoerentes com a nossa vivência de seguidores de Cristo. Já percebemos que a metodologia do Pai é completamente diferente daquela que o mundo quis nos formatar. Por isso, é que Ele nos manda amar os inimigos e rezar pelos que nos perseguem!  Ele quer ser o nosso referencial e o nosso modelo e nos convoca a agir com o nosso próximo da mesma maneira como Ele age conosco. Tornar-nos-emos filhos do Pai que está nos céus na medida em que formos perfeitos como Ele é perfeito. Muitas vezes, porém, confundimos perfeição com perfeccionismo. Acreditamos que ser perfeito é fazer tudo muito certo para não dar margem a que outras pessoas nos julguem. Jesus nos ensina que ser perfeito é saber viver de acordo com a condição de filhos do Pai que nos criou e conformados à sua imagem e semelhança. “Assim como o Pai faz nascer o sol sobre maus e bons, sobre justos e injustos” somos chamados (as), a imitá-Lo e, por conseguinte, aprender com Ele a perdoar, amar, acolher e aceitar o nosso próximo, do jeito que ele é, mesmo que esteja fora dos nossos padrões.  A perfeição, portanto, é a vivência do amor de Deus em todas as situações da nossa vida e com todas as pessoas e não somente, com aqueles a quem nos é apreciável e fácil fazê-lo.  Somos parecidos com o Pai quando vivenciamos o Seu Amor em todos os nossos relacionamentos, pois Deus ama incondicionalmente ao maior pecador.  Aos olhos humanos o que Jesus nos ensina neste Evangelho é um verdadeiro contrassenso, pois, na maioria das vezes, damos o primeiro lugar na nossa vida às pessoas de quem mais gostamos; só oramos por aqueles (as) nossos (as) mais queridos (as); só cumprimentamos a quem simpatizamos; só ajudamos às pessoas que podem nos recompensar; gostamos sempre de permanecer no grupo perto das pessoas com quem mais nos identificamos e assim por diante! As outras pessoas são como ilustres desconhecidos para não dizer inimigos, porque estão fora do nosso convívio. Precisamos, primeiramente, e com urgência, refletirmos a fim de descobrir quem são os nossos “inimigos”, quem são aqueles que nos estão “perseguindo” e se estamos rezando por eles. Às vezes, os nossos inimigos e perseguidores estão muito perto de nós e até dentro da nossa casa e simplesmente porque não simpatizarmos muito, esquecemos também de rezar e pedir a Deus por eles. Conscientes disso, todavia, sabemos que a graça e o poder do Pai são bastante para que possamos cumprir com a ordem que Jesus nos manda obedecer. – O que você acha da proposta de Jesus? – Você tem dificuldade em aceita-la? – Você tem inimigos? – Quem são eles?  Você os ama e ora por eles? – Qual é a sua atitude para com aqueles que o (a) perseguem – Você quer ser perfeito (a) como o Pai?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO 

04:56 · 15.03.2019 / atualizado às 11:54 · 15.03.2019 por

Resultado de imagem para Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da LeiNaquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus. Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão: ‘Patife!’ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de ‘tolo’ será condenado ao fogo do inferno. Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.

Reflexão – “Jesus nos chama à reconciliação”

 

Jesus nos adverte de que a nossa justiça deve ser maior do que a dos mestres da lei e dos fariseus que vivam na rigidez da lei.  Por essa razão, Jesus aumentou ainda mais a nossa responsabilidade, quando disse: “todo aquele que se encoleriza com o seu irmão será réu de juízo”. A justiça de Deus é o amor e este também é o termômetro para o nosso julgamento. Seremos julgados pela justiça que praticamos, portanto, no final seremos ajuizados pelo amor que vivenciarmos segundo os critérios de Deus e conforme os Seus ensinamentos. Para Deus é justiça, o Amor, o perdão, a reconciliação. E para nós?  O amor implica em acolhimento, ternura, compaixão, compreensão, tudo o que Jesus viveu e nos revelou como ensinamento. No final da nossa vida, diante do tribunal nós mesmos (as) relembraremos as nossas ações e à Luz de Deus enxergaremos o que fizemos de bom e o que fizemos de mal. Ai então, os nossos atos revestidos de ira, cólera, impaciência com os nossos irmãos serão medidas que nós mesmos (as) usaremos contra nós na hora em que formos nos avaliar. Jesus nos dá o entendimento a fim de que possamos agir enquanto é tempo: “procura reconciliar-te com o teu adversário enquanto caminha contigo para o tribunal” … “deixa a tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão”.   Muitas vezes nós fazemos as nossas ofertas no Altar do Senhor, e não paramos para examinar e refletir como está o nosso coração e se a nossa oferenda é justa diante de Deus.  Estamos aqui a caminho do tribunal. Todos nós passaremos pelo crivo do amor e aqui, caminham conosco, os nossos aliados, mas também os nossos adversários, isto é, aqueles (as) a quem amamos e também aqueles a quem abominamos. Quem nos entregará ao juiz será o adversário, pois o pecado que cometemos contra ele estará gravado dentro do livro da nossa vida e desde que não seja apagado virá à luz, um dia. Ainda temos a chance de desfazer toda a cadeia de intriga que possa ter sido armada na nossa vida. Jesus nos chama à reconciliação, portanto, comecemos dentro da nossa casa.  – Como é a sua justiça? Baseada no Amor de Deus ou segundo a mentalidade do mundo? – Você consegue perdoar a quem lhe ofende? – Como você acha que será o seu julgamento diante de Deus? Você é uma pessoa impaciente e exigente com os outros? – Pense sobre isso!

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

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