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Categoria: Infraestrutura


04:35 · 17.01.2018 / atualizado às 04:38 · 17.01.2018 por

Uma boa notícia!

O economista cearense Pedro Brito, diretor do grupo CSN, controlador da Transnordestina Logística, anuncia que, ainda neste ano, provavelmente no segundo semestre, recomeçarão as obras de construção da Ferrovia Transnordestina, uma estrada de ferro que ligará as zonas de produção agrícola do Piauí, Maranhão, Ceará, Pernambuco e Bahia aos portos de Suape e Pecém.

Essa obra, que já consumiu uma montanha de dinheiro do tamanho de R$ 6 bilhões, está parada, aguardando que se resolvam alguns problemas de ordem financeira.

Pedro Brito informou que um grupo italiano, do setor de infraestrutura, já acertou com a CSN sua participação no projeto da Transnordestina, e que isso permitirá a retomada das obras de construção da ferrovia no segundo semestre deste ano.

Tudo a conferir.

04:29 · 16.01.2018 / atualizado às 04:31 · 16.01.2018 por

Será aqui em Fortaleza, por todo esta segunda quinzena de janeiro, mais uma reunião dos representantes do Governo do Ceará com os do porto holandês de Roterdã (foto).

As duas partes estão próximas da assinatura de um contrato que permitirá ao Porto de Roterdã associar-se à CIPP S/A, antiga Cearaportos.

Roterdã participará, minoritariamente, do capital da CIPP S/A e terá dois lugares na diretoria da empresa.

Os holandeses assumirão, com sua expertise, o comando da logística e das estratégias comerciais do Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

04:34 · 11.01.2018 / atualizado às 04:35 · 11.01.2018 por

Houve terça-feira, 9, em Fortaleza uma reunião que juntou representantes da Câmara Setorial da Fruticultura do Ceará, da Secretaria da Agricultura, da Diretoria de Agronegócio da Adece e dos exportadores de frutas com a diretora comercial da CIPP S/A, empresa que substituiu a Cearaportos.

A reunião teve como objetivo encontrar soluções para superar as dificuldades de exportação de frutas pelo porto do Pecém, que perdeu a liderança desse mercado para o Porto de Natal.

É preciso deixar claro que a direção do porto do Pecém não tem culpa pelo problema.

Na verdade, a questão reside no pequeníssimo quadro de fiscais federais agropecuários. São apenas quatro.

Ficou decidido na reunião que as partes envolvidas procurarão os senadores e deputados federais cearenses para que, junto ao Ministério da Agricultura, obtenham a ampliação do quadro de fiscais do Ministério da Agricultura no Ceará.

Se isso não acontecer, a situação de dificuldade permanecerá.

04:26 · 11.01.2018 / atualizado às 04:28 · 11.01.2018 por

Na Federação das Indústrias do Ceará, que retornou às suas atividades normais depois do recesso do fim de ano, seus diretores já dão como certa a escolha de uma empresa paulista para a execução da obra de ampliação da pista e da estação de passageiros do Aeroporto Internacional Pinto Martins.

Essa escolha está sendo feita pela Fraport, empresa alemã que assumiu, com exclusividade, a gestão do Aeroporto de Fortaleza.

Mas há a esperança do empresariado cearense no sentido de que a Fraport chamará empresas cearenses para outros serviços.

Afinal, a Fraport investirá R$ 2 bilhões ao longo dos próximos anos na modernização do Pinto Martins, e parte desse bolo os próprios alemães já admitiram que poderá ser destinado às empresas do Ceará.

04:16 · 08.01.2018 / atualizado às 11:26 · 08.01.2018 por

O Porto do Pecém perdeu para o de Natal (RN) a posição de líder da exportação de frutas. No ano passado de 2017, Pecém embarcou em frutas o equivalente a apenas US$ 132,8 milhões. O de Natal exportou US$ 232,6 milhões – 90% melões. E o de Salvador, que era o terceiro, ficou em segundo lugar, exportando em 2017 o equivalente a US$ 213 milhões em frutas.

Há vários motivos que explicam essa radical mudança. Fontes ouvidas pelo blog afirmam que, no Rio Grande do Norte, onde há centenas de pequenos e médios fruticultores, a área plantada de melão aumentou – aqui no Ceará, por falta de água, essa área foi reduzida em 13%, o que levou à queda das exportações em 24,7%.

Outra explicação: o porto de Natal, que tinha um navio semanal para a exportação de suas frutas, conta agora com dois navios da gigante CNA-CGM. O blog apurou que, enquanto no Pecém outra gigante dos mares – a dinamarquesa Maersk – enfrentou problemas causados por “hackers” que invadiram seu sistema mundial de controle, tumultuando toda a sua programação – a CNA-CGM agiu com rapidez para dobrar o número de seus navios em Natal.

Mas os fruticultores cearenses garantem que, se as chuvas voltarem e os grandes açudes do Estado forem recarregados, a produção e a exportação de melões e outras frutas do Ceará retomarão seus números tradicionais.

Uma fonte do Porto do Pecém disse ao blog que, apesar de haver perdido posição no embarque de frutas para o exterior, ele registrou um aumento de 30% em sua carga em contêineres.

Outra explicação para a liderança do Porto de Natal na exportação de frutas: “Eles têm lá uma fiscalização mais expedita do Ministério da Agricultura. No Pecém, o número de fiscais agropecuários federais é reduzidíssimo. O Porto de Natal é pequeno e hoje praticamente se dedica à exportação de melão, o que facilita os processos”, diz um empresário da área de logística, acrescentando: “O Porto do Pecém conta com equipamentos obrigatórios que o de Natal não tem, como scanner, balanças e câmaras frigoríficas, o que aumenta seus custos de operação”. Esses custos são até 40% mais baixos em Natal.

Resumo: a fruticultura cearense depende da natureza para retomar sua performance.

04:22 · 02.01.2018 / atualizado às 04:23 · 02.01.2018 por

O Governo do Ceará, por meio de sua Secretaria de Infraestrutura, está fazendo um grande esforço no sentido de que seja concluída, até o fim deste 2018, a duplicação do IV Anel Viário (foto), uma rodovia importante para a economia do Ceará, principalmente da Região Metropolitana de Fortaleza, pois ela liga os portos do Pecém e do Mucuripe.

Essa meta é viável, mas para isso será necessário que se unam o consórcio executor da obra, o Dnit, que é o organismo que libera as verbas, e o Governo do Estado, para o qual a obra foi adjudicada.

As obras de duplicação prosseguem e se concentram na construção das alças dos viadutos na CE-065, que liga Fortaleza a Maranguape, e na CE-060, que liga Fortaleza a Redenção.

Mas não bastará só o entrosamento entre essas partes. É preciso que o Governo Federal, que enfrenta crise financeira, garanta a liberação dos recursos para a obra.

Temos, pois, que torcer para que esse entrosamento aconteça.

07:45 · 26.12.2017 / atualizado às 07:47 · 26.12.2017 por

O blog conversou com o secretário de Desenvolvimento Econômico do Governo do Ceará, economista Cesar Ribeiro

Ele se declarou muito otimista em relação à economia do Ceará ao longo do próximo ano de 2018.

De acordo com o secretário César Ribeiro, com a chegada da Fraport, que a partir da próxima semana assumirá, sozinha, a gestão do Aeroporto Pinto Martins; com a instalação do Hub da Air France-KLM e Gol, que a partir de abril iniciará voos para Paris e Amsterdã a partir de Fortaleza; e com a próxima chegada do Porto de Roterdã à gestão do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, o Ceará dará um salto de qualidade.

César Ribeiro disse: “Tudo isso será um novo tempo para o Ceará e os cearenses”.

Vamos torcer para que seja isso mesmo.

07:34 · 26.12.2017 / atualizado às 07:36 · 26.12.2017 por

Uma informação curta: na véspera do Natal este blogueiro participou de um almoço com vários empresários da indústria e da agropecuária do Ceará.

Eles conversaram sobre vários assuntos ligados à política e à economia do Ceará.

Um desses assuntos foi o da refinaria de petróleo, um projeto que o Governo cearense está tratando com uma empresa estatal chinesa, com a qual já assinou um Memorando de Entendimento.

Um dos empresários presentes ao almoço sugeriu que, se a refinaria do Pecém vier mesmo a ser instalada, o secretário Antonio Balhmann (foto), secretário de Assuntos Internacionais, que pessoalmente trabalha por ela, deverá ganhar uma estátua.

Mas outro empresário advertiu: se essa refinaria se transformar, outra vez, em um projeto frustrado, a culpa será também do secretário Balmann.

Nem tanto nem tampouco. Balhmann trata, pessoalmente ou por vídeo-conferências, com os chineses. Mas negociar com os asiáticos é um exercício de paciência. Assim, teremos de esperar o fim das tratativas. Os chineses demoram a decidir, mas quando decidem – está decidido.

04:42 · 19.12.2017 / atualizado às 04:44 · 19.12.2017 por

Será no próximo mês de março, ou seja, daqui a três meses, a celebração do contrato que vai tornar o Porto de Roterdã (foto), na Holanda, sócio da gestão do Porto do Pecém e do seu Complexo Industrial.

Quem transmitiu ao blog esta informação foi uma alta fonte do Governo do Ceará, com gabinete de trabalho no Palácio da Abolição.

Mas eu conversei também com outra fonte do governo, que, além de confirmar a notícia, adiantou que, na semana passada, uma equipe técnica de Roterdã esteve em Fortaleza e durante dois dias reuniu-se com os técnicos da CIPP S/A, empresa que substituiu a Cearaportos.

A mesma fonte também adiantou que, em janeiro, em local ainda não determinado, haverá nova reunião das equipes do Governo do Estado e do Porto de Roterdã que cuidam do detalhamento do contrato a ser assinado entre as duas partes.

Esse contrato é complexo, pois tem a ver com a Constituição do Brasil e da Holanda, com a Constituição do Estado do Ceará e com a Constituição dos municípios de Roterdã e de São Gonçalo do Amarante.

04:33 · 19.12.2017 / atualizado às 04:34 · 19.12.2017 por

A empresa alemã Fraport, que a partir de janeiro assumirá, sozinha, a gestão do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, já anunciou que manterá os contratos com todos os seus fornecedores e clientes.

A Fraport já sabe que os preços cobrados pelos restaurantes, lanchonetes e quiosques do Pinto Martins são os mais caros de Fortaleza e estão entre os mais caros de todos os aeroportos brasileiros.

Porém, o fornecedor do Pinto Martins que mais cobra pelo seu serviço é o do  estacionamento de veículos, cujos preços são considerados um verdadeiro assalto.

As pessoas que, por absoluta necessidade, têm de estacionar seu veículo no Aeroporto, fazem um apelo à Fraport para que reveja o contrato com essa fornecedora e a force a reduzir seus preços, que realmente são caríssimos