Categoria: Infraestrutura


11:54 · 26.02.2019 / atualizado às 12:00 · 26.02.2019 por

No último mês de janeiro, atracaram no Porto do Pecém 63 navios – ou seja, 15% a mais do que no mesmo mês de 2018.

Desse total, 36 foram navios de cointêineres, 13 de carga solta, 13 de graneis sólidos e um de graneis líquidos.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A), a movimentação de contêineres é uma das mais relevantes do terminal, representando 22% na movimentação total do porto no primeiro mês deste ano.

A carga e a descarga de contêineres no Pecém apresentaram um crescimento de 7% em relação a janeiro do ano passado.

07:07 · 15.02.2019 / atualizado às 07:11 · 15.02.2019 por
Informa a Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A):
Em janeiro passado, a movimentação de cargas no Porto do Pecém foi 3% maior do que a do mesmo período do ano anterior, totalizando 1,5 milhão de toneladas.
Segundo presidente da CIPP, Danilo Serpa, esse foi o melhor resultado dos meses de janeiro dos últimos cinco anos.
“2019 será um marco na história do CIPP.  O crescimento nas movimentações fortalece a capacidade que temos para nos tornarmos um dos principais portais de entrada e saída de mercadorias para as regiões Norte e Nordeste do País”, diz Serpa.
O embarque de mercadorias apresentou um incremento de 22%, quando comparado com o do mesmo período de 2018, somando 429.373 toneladas. Entre as principais mercadorias enviadas para fora do Estado, os destaques foram as placas de aço, frutas frescas, produtos siderúrgicos e cereais.
De acordo com o presidente da CIPP S/A, a expectativa é de que o porto mantenha linha de crescimento dos últimos anos e cresça em 2019 cerca de 10%.
Em relação à natureza de cargas, os granéis sólidos (carvão mineral e minério de ferro) foram os mais relevantes, representando 59% da movimentação total de janeiro, seguidos da carga conteinerizada (22%) e da carga solta (18%).
05:48 · 15.02.2019 / atualizado às 06:52 · 15.02.2019 por

As bases para o amplo desempenho do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) já foram lançadas e estão na direção correta. Quem o diz é o Doutor em Ciências de Gestão pela Aix-Marseille Université, da França,  Igor Pontes, palestrante do próximo ciclo de palestras que a Associação das Empresas do Complexo promoverá no próximo dia 21 de fevereiro, às 9 horas, no IFCE do Pecém, com o tema Constatações Empíricas sobre o Desempenho de Zonas Industriais e Portuárias (ZIPs).

Para ele, que também é diretor da Associação de Gestores e Executivos de Logística, são necessários apenas “ajustes de percurso” para ampliar o desempenho da zona cearense atraindo novos empreendimentos a partir de critérios claros de benefícios e retornos para a ZIP e para a região.

“Falando em termos de desenvolvimento regional, a ZIP precisar avançar no empreendimento de interações com a região do entorno (museus, projetos, marketing social, universidades empenhadas na criação da cultural marítima-industrial) criando diversos canais de comunicações efetivos, sobretudo com a AECIPP, além de estimular a criação de cadeias produtivas amplamente ramificadas como forma de criar vantagens competitivas ligadas ao território e de formalizar um modelo de gestão que seja capaz de viabilizar e apoiar as atividades produtivas que hoje estão inseridas no complexo”, destaca o professor.

Na avaliação de Igor Pontes, o CIPP tem um frutífero campo de negócios a explorar, que vai desde a prospecção de indústrias de manufatura marítima, passando pelos diversos serviços e negócios marítimos, até os serviços logísticos de transporte e armazenamento, por exemplo. Ele chama a atenção para alguns resultados drásticos que escolhas equivocadas no presente podem produzir no futuro como um modelo de governança descalibrado com a missão da ZIP. “Chamamos a atenção também para o problema da justaposição de secretarias, agências e empresas públicas envolvidos na gestão de ZIPs, tema de artigo científico que escrevi em 2017, publicado pela revista Contextus da UFC, fazendo recomendações ao Governo do Estado. Coincidentemente, a sugestão foi incorporada com a ampliação do objeto social da Cearáportos, passando a denominar-se CIPP S.A em agosto de 2017”, afirma o pesquisador.

Outro aprendizado da experiência internacional, segundo ele, foi a compreensão da importância da formalização de um modelo de gestão e a estruturação do organograma funcional alinhado com os objetivos da ZIP. “Na Autoridade Portuária de Roterdã, as áreas industriais e de logísticas possuem grau semelhante de importância e estão vinculadas diretamente ao CEO. Outra estratégia que gera resultados sustentáveis é a criação de sinergias entre cidade, porto, indústrias e sociedade. A experiência internacional mostra que portos, como Roterdã, que são capazes que criar “proximidades” como seu entorno conseguem obter melhores resultados”, acentua.

08:30 · 12.02.2019 / atualizado às 08:30 · 12.02.2019 por

Engenheiro aposentado do Dnocs, Cássio Borges encaminhou a este blog uma mensagem que, pela sua importância, é publicada a seguir, pois tem a ver com a situação de crise hídrica ue o Estado do Ceará atravessa há seis anos:

“Na reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coeme),  na última sexta-feira, dia 7/2, sobre segurança da barragens no  Ceará ouvi, por duas vezes, o ilustre secretário do Meio Ambiente, Artur Bruno, dizer para um auditório lotado que este Estado é modelo de gestão de recursos hídricos para os demais estados nordestinos e para o Brasil.

“Na oportunidade, eu discordei dessa afirmação, dizendo: como pode o Ceará ser modelo de gestão de recursos hídricos se o Açude Castanhão, seu principal reservatório, apresenta 10 a 12 erros grosseiros de engenharia na sua concepção hidrológica?

“O Secretário Francisco Teixeira, que estava presente, ficou calado, e preferiu não me dar resposta. Devemos lembrar que para o Departamento Nacional de Obras de Saneamento-DNOS (não confundir  com Dnocs), a vazão regularizada do Açude Castanhão era de 30 m³/s e que eu dizia ser de,  no máximo, 12 m³/s. Finalmente, 30 anos depois,  foi reconhecido como sendo 10 m³/s? Pois  é esse pessoal que diz ser o Estado do Ceará modelo de gestão dos recursos hídricos. Não devemos esquecer que a concepção e o projeto do Castanhão são de autoria do DNOS. Quero que isto fique bem claro.

“É realmente estranho (estranho, mesmo) que tais erros tenham sido cometidos e tenham permanecido por mais de 30 anos,  somente sendo “reconhecido” recentemente, sem que tenha havido por parte da Secretaria de Recursos Hídrico qualquer  pronunciamento formal a este respeito.
O caso de Mariana e o de Brumadinho reativaram esta questão da segurança das barragens e me faz agora afirmar que, se, em 2009 tivesse havido uma enchente como a 1985, sem querer ser alarmante, mas apenas ter a minha consciência tranquila, eu digo que quem já leu  leu o  livro “A Face Oculpa da Barragem do Castanhão – Em Defesa da Engenharia Nacional”, de minha autoria,  mesmo sendo leigo em hidrologia, concluiria que a barragem do Castanhão não resistiria a uma enchente como a de 1974 ou ade 1985″.
07:44 · 11.02.2019 / atualizado às 07:44 · 11.02.2019 por

Desde o início do processo de concessão das ferrovias de carga, na década de 1990, esse modal não atravessava um período tão positivo. A renovação antecipada das concessões de cinco ferrovias de carga dará um importante impulso ao setor.

Segundo estimativas da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), com as renovações dos contratos, a expectativa é que sejam investidos R$ 25 bilhões em cinco anos. Isso significará inúmeras obras voltadas para a expansão da capacidade da malha, por meio de duplicações de vias, contornos, além da construção e ampliação de pátios e terminais, e a consequente elevação do volume de carga transportada e o aumento das exportações brasileiras.

Esses investimentos impactarão significativamente os fornecedores do setor. Apenas em material rodante, a ANTF estima a aquisição de 715 locomotivas e 8.580 vagões nos primeiros anos pós-assinatura dos termos aditivos contratuais.

Recentemente, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estabeleceu um novo calendário para a renovação das concessões. Em fevereiro, serão abertos os prazos para a abertura das audiências públicas destinadas a debater os processos da MRS Logística e da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), operada pela VLI Logística. Três ferrovias já tiveram audiências públicas: Rumo Malha Paulista, Estrada de Ferro Carajás (EFC) e Estrada de Ferro Vitória a Minas, sendo que as duas últimas, operadas pela Vale, devem ter divulgados ainda neste bimestre os relatórios finais sobre as contribuições das audiências públicas.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, as renovações darão um importante impulso à indústria ferroviária. Segundo ele, no Brasil as empresas têm capacidade instalada para fabricação de 12.000 vagões de carga e 250 locomotivas anualmente.

É nesse cenário próspero que vai a acontecer a 21ª NT Expo – Negócios nos Trilhos, principal encontro do setor metroferroviário da América do Sul, que estreará em outro pavilhão, o São Paulo Expo, – e também terá nova data: de 19 a 21 de março. O evento congregará toda a cadeia de fornecedores, formadores de opinião, órgãos públicos e os players dos segmentos de carga e passageiro, nacionais e internacionais. A dois meses da exposição, 100% de sua área já foram vendidos.

“Com o evento realizado em março, a plataforma de negócios estará mais adequada aos calendários nacional e internacional. Além disso, a NT Expo acontecerá simultaneamente à  Intermodal South America, o que irá beneficiar os dois mercados”, destaca a nova gerente geral do portfólio de infraestrutura da Informa Exhibitions, organizadora do evento, Márcia Gonçalves.

09:26 · 23.01.2019 / atualizado às 09:26 · 23.01.2019 por

Francisco Teixeira, secretário de Recursos Hídricos do Governo do Estado, revela ao blog: sua pasta está há alguns meses 100% dedicada à exploração de toda a água que existe na geografia do Ceará – na superfície ou no subsolo – para o consumo doméstico, industrial, agrícola e animal.

Ele revela mais: em parceria com a Cagece, a SRH acelera os projetos de reúso das águas, incluindo as provenientes das Estações de Tratamento de Esgoto, na capital e no interior do Estado.

Teixeira dá um exemplo desse esforço conjunto: as águas das recentes enchentes dos rios Banabuiú e Jaguaribe – à jusante do Orós, Castanhão e Banabuiú – estão sendo barradas e bombeadas para dentro dos canais do Trabalhador e Eixão das Águas. É 1 m³ por segundo bombeado para cada canal. 

“Não podemos desperdiçar água, e a população tem dado sua ajuda neste sentido”, diz Teixeira. Ele espera que 2019 seja para o Ceará um ano de chuvas na média ou acima da média histórica, com o que “será possível atravessar mais um período de baixa pluviometria” – o sétimo consecutivo.  

 

05:55 · 29.11.2018 / atualizado às 08:10 · 29.11.2018 por

Ontem, quarta-feira, 28, a Agência Nacional de Águas (ANA) prorrogou a redução temporária da vazão mínima que pode ser liberada pelos reservatórios de Sobradinho (BA) e Xingó (AL/SE), no rio São Francisco, que continuará na média diária de 550 metros cúbicos por segundo até 31 de março de 2019. Outra medida determinada pela Resolução ANA nº 90/2018, já publicada pelo Diário Oficial da União, permite que a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) libere uma vazão mínima defluente instantânea de até 523m³/s naqueles dois reservatórios.

O patamar médio de 550m³/s é o menor já praticado em Sobradinho e Xingó e está vigente desde julho do ano passado com a publicação da Resolução ANA nº 1.291/2017. A redução da defluência mínima leva em consideração as condições hidrológicas e de armazenamento de água na bacia hidrográfica do São Francisco, enfrentou uma seca histórica entre 2012 e 2017. Mantida por precaução, a vazão mínima de 550m³/s poderá ser aumentada caso avaliações técnicas recomendem a mudança.

Devido à forte seca na bacia do São Francisco nos últimos anos, a ANA vem autorizando a redução da vazão mínima defluente abaixo de 1.300m³/s (patamar mínimo adotado em situações de normalidade) tanto em Sobradinho quanto em Xingó desde a Resolução ANA nº 442/2013, quando o limite mínimo de vazão liberada caiu para 1.100m³/s. A partir de então, as defluências mínimas destes reservatórios têm sido reduzidas gradativamente, conforme verificada a necessidade de adequação às condições climáticas mais severas e sempre buscando garantir a segurança hídrica na bacia.

Cabe à CHESF informar as populações das cidades ribeirinhas do Baixo e Submédio São Francisco sobre as reduções de vazão. As estações de monitoramento de Juazeiro (BA) e de Propriá (SE) continuarão sendo utilizadas respectivamente para controle das defluências dos reservatórios de Sobradinho e de Xingó.

06:56 · 21.10.2018 / atualizado às 06:58 · 21.10.2018 por
Depois que ampliou seu horário de funcionamento para o período noturno, o  VLT Parangaba-Mucuripe registrou um crescimento de 140% no número de passageiros transportados diariamente. Os embarques diários saltaram de 1.932, no mês de agosto, para 4.647 em setembro.
Isso prova o papel fundamental que tem o VLT para a mobilidade de quem mora em Fortaleza e na sua Região Metropolitana.
Em funcionamento de 6h às 13h e de 16h40 às 20h, de segunda a sábado, o VLT está em operação assistida –  fase de testes e aprendizagens, envolvendo os operadores, as equipes de obras, passageiros e comunidades do entorno. Por isso, o embarque é gratuito.
Para a Secretaria da Infraestrutura do Estado do Ceará (Seinfra), o aumento no número de passageiros demonstra que a população aprovou o VLT. “Temos percebido que muitos passageiros já optam pela integração de modais. Usuários dos terminais de ônibus da Parangaba e do Papicu e da Linha Sul do Metrô, que vem de Pacatuba ou Maracanaú, se utilizam do VLT para chegar mais rápido ao seu destino. Isso tem nos mostrado que o VLT vem cumprindo o seu objetivo”, reforça o Secretário da Infraestrutura, Lucio Gomes.
O VLT iniciou a fase de operação assistida, com transporte de passageiros e sem cobrança de tarifa, em julho de 2017, entre as estações Parangaba e Borges de Melo, de 6 horas ao meio-dia, de segunda a sexta-feira. Em julho de 2018, a operação foi estendida e passou a ser entre as estações Parangaba e Papicu, aumentando o percurso para cerca de 10,8 km e incluindo 8 das 10 estações previstas no projeto. São elas: Parangaba, Montese, Vila União, Borges de Melo, São João do Tauape, Pontes Vieira, Antônio Sales e Papicu. Desde o início da operação com passageiros, o VLT já soma mais de 330 mil embarques.
O projeto do VLT Parangaba-Mucuripe prevê a implantação de 13,2 quilômetros de via férrea, com 10 estações, 12 pontes e 3 passarelas, além da urbanização de diversas áreas ao longo dos 22 bairros da capital cearense cortados pelo sistema. O modal também se integra ao sistema de ônibus da Prefeitura de Fortaleza e às linhas Sul e (futura) Leste do metrô de Fortaleza. O restante da obra, com mais duas estações (Mucuripe e Iate), além de cercamento e outras obras complementares, deve ficar pronto até o final de 2018. A previsão de demanda potencial do modal é de 90 mil passageiros por dia.
17:26 · 19.10.2018 / atualizado às 18:39 · 19.10.2018 por

Nesta sexta-feira, no Palácio da Abolição, sede do Governo do Ceará, o governador Camilo Santana sancionou Lei que o autoriza a celebrar, no próximo dia 9 de novembro, na Holanda, contrato com a Autoridade do Porto de Roterdã (foto), por meio do qual a empresa estatal holandesa se tornará sócia da Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A), a antiga Cearaportos.

Esta informação foi transmitida pelo próprio governador cearense em entrevista coletiva logo após a cerimônia de sanção, à qual compareceram diretores do Porto de Roterdã e autoridades dos três poderes do Governo do Ceará. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, esteve presente e foi o primeiro a ser nominado pelo governador, que lhe agradeceu pela ajuda prestada na liberação de recursos junto ao Governo da União.

Camilo também revelou que, coincidindo com a assinatura do contrato, no dia 9 de novembro, haverá em Roterdã um network, durante o qual serão apresentadas aos executivos das grandes empresas europeias – que operam naquele porto holandês – as oportunidades de investimento e o leque de incentivos fiscais que o Governo do Ceará oferece.

O empresário Carlos Maia, sócio e diretor da Tecer e da Termaco, ambas operadoras do Pecém, confirmou ao blog sua presença nesse network.

O contrato a ser assinado prevê que o Porto de Roterdã participará de 30% do capital da CIPP S/A e ocupará a sua diretoria de Operações e uma cadeira no Conselho Fiscal da empresa cearense.

06:23 · 19.10.2018 / atualizado às 07:31 · 19.10.2018 por

Um ano e sete meses depois do Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) entre as duas partes, celebrado em março de 2017 na Holanda, o Governo do Ceará, por meio de sua CIPP S/A (antiga Cearaportos) e a Autoridade do Porto de Roterdã assinam nesta sexta-feira, 19, às 14h30, no Palácio da Abolição, o contrato por meio do qual os holandeses se associarão à empresa cearense que administra o Porto do Pecém.

Pelo que se conhece, até agora, dos entendimentos, sabe-se que o Porto de Roterdã participará minoritariamente do capital da CIPP S/A, mas terá direito a dois lugares em sua diretoria.

É um dia histórico para a economia do Ceará, pois o Porto do Pecém passará a contar com a expertise de um dos maiores e mais modernos portos do mundo. Na área do porto holandês não há mais espaço para uma nova expansão. Lá, operam cinco refinarias de petróleo e dezenas de grandes, médias e pequenas indústrias de multinacionais do mundo todo.

Pecém entrou no radar de Roterdã no início do ano passado, quando o presidente da então Cearaportos, Danilo Serpa – por sugestão do empresário cearense Carlos Prado, do Grupo Itaueira, que o aconselhou a fazer parcerias com grandes portos do mundo, entre os quais citou o de Shangai, nba China; o de Antuérpia, na Bélgica; e o de Roterdã.

Uma semana após a sugestão, Danilo manteve contato com a direção do porto holandês. Outra semana depois, ele se reuniu com a cúpula do Poreto de Roterdã, iniciando as tratativas que culminaram com a assinatura do MoU, em evento que teve a presença do governador Camilo Santana e de uma grande comitiva de empresários do Ceará.

Já foi anunciado pelos holandeses que Roterdã investirá 75 milhões de euros (R$ 317 milhões ao câmbio de ontem) no Porto do Pecém.

Roterdã interessa-se pelo Pecém pela sua estratégica localização (equidistante da Europa, da Costa Leste dos EUA e do Canal do Panamá), pela sua profundidade capaz de receber os maiores navios do mundo, essencial para a instalação de um centro de distribuição de cargas (hub), e pelo espaço infinito para a sua ampliação (é um porto off shore, isto é, dentro do mar, acessado por duas pontes, a segunda em fase final de construção).

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Egídio Serpa

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