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Categoria: Meio Ambiente


04:00 · 23.06.2017 / atualizado às 04:00 · 23.06.2017 por

A Associação Nacional de Certificação Digital está revelando que a criação da Nota Fiscal Eletrônica, que começou a ser utilizada em 2009, virou uma aliada dos movimentos de defesa do meio ambiente.

De acordo com aquela associação, desde sua criação até agora, 1,4 milhão de empresas brasileiras já emitiram 16,6 bilhões de Notas Fiscais Eletrônicas, o que significou a poupança de 67 bilhões de folhas de papel do tipo A-4, para cuja fabricação seria necessária a derrubada de milhares de árvores.

É assim também que se preserva a natureza.

18:57 · 06.06.2017 / atualizado às 18:57 · 06.06.2017 por

Informa a Assessoria de Imprensa da Companhia Siderúrgica do Pecém:

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) recebeu na última quinta-feira, 01 de junho, a Licença de Operação (LO) nº 102/107. A licença foi emitida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), embasada no parecer técnico nº 1759/2017 e assinada pelo superintendente Ricardo Araújo de Lima.  A licença atesta que, nos últimos oito anos, a empresa cumpriu todos os compromissos assumidos desde a fase de construção e testes até o comissionamento.

Buscando ser referência em desenvolvimento sustentável no setor, a mais nova usina siderúrgica do país e a primeira integrada no Nordeste utiliza as melhores tecnologias ambientais. Foram investidos, aproximadamente, R$ 1 bilhão em equipamentos ambientais, gerenciamento de resíduos e no controle e monitoramento das emissões atmosféricas e do lançamento de efluentes. Como resultado concreto deste investimento, a empresa tem um nível de emissões atmosféricas 50% menor que o estabelecido na legislação ambiental brasileira e uma taxa de aproximadamente 98% de reuso de água. Outro resultado relevante é o nível de reaproveitamento de resíduos sólidos na usina, da ordem de 99%, contribuindo para minimizar o impacto na região onde está inserida. Além disso, são aportados R$ 3 milhões por ano em monitoramento ambiental.

Para o presidente da CSP, Eduardo Parente, essa importante conquista reforça ainda mais as práticas e compromissos da siderúrgica com o meio ambiente. “Todos os empregados da CSP seguem trabalhando constantemente para manter a credibilidade durante todo o ciclo de vida das atividades da CSP, buscando o desenvolvimento sustentável da região onde atuamos”, reforçou Eduardo.

 

04:19 · 22.05.2017 / atualizado às 04:19 · 22.05.2017 por

O BNDES financiará os estudos de viabilidade econômica e financeira de um projeto de transferência para a iniciativa privada, pela via da concessão, dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitários, hoje prestados pela Cagece.

O BNDES promoveu uma licitação para a escolha da empresa que fará esses estudos e a ganhadora foi a Aqua, um consórcio de empresas que terá até oito meses para executar os estudos e apresentar suas recomendações.

Sobre este assunto, este blog informa o seguinte:

Privatizar o serviço de saneamento de Fortaleza ou de qualquer outra capital brasileira é tarefa fácil, pois  a iniciativa privada sempre esteve de olho nesse serviço.

Acontece que o capital privado só vai aonde pode ser rapidamente reproduzido por meio do lucro.

Aqui no Cará, só as cidades de Fortaleza e talvez as de Sobral e Juazeiro do Norte têm serviço de saneamento rentáveis.

Investir em saneamento nas demais cidades cearenses será prejuízo na certa.

Assim, para este blog, será difícil viabilizar essa parceria da Cagece com a iniciativa privada para alem da geografia daqueles três cidades cearenses.

Sanear cidades é garantir saúde à população, mas isso custa caro, muito caro.

04:44 · 08.05.2017 / atualizado às 04:44 · 08.05.2017 por

Chamou atenção uma informação transmitida pelo ex-ministro de Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, aos empresários cearenses, com os quais se reuniu aqui em Fortaleza.

Segundo Furlan, o País preserva hoje 50% de toda a floresta que existia quando Pedro Alvares Cabral descobriu o Brasil em 1.500.

Isto significa, disse Furlan, que a agropecuária brasileira é sustentável.

E deu um exemplo para alicerçar a sua opinião:

Hoje, a Europa só tem 0,8% das suas antigas florestas.

E os Estados Unidos só têm 20%.

Vale repetir: o Brasil preservou – e  preserva – 50% de suas antigas florestas.

04:46 · 07.04.2017 / atualizado às 04:49 · 07.04.2017 por

O turismo de Fortaleza pode ser o grande prejudicado pela decisão do Tribunal Federal da 5ª Região, com sede em Recife, que determinou a derrubada de todas as barracas irregulares existentes na Praia do Futuro.

Essas barracas dão emprego formal a centenas de pessoas.

O Tribunal aceitou o argumento do Ministério Público Federal no Ceará de que a Praia do Futuro é um espaço público que foi invadido pelo interesse privado que ali desenvolve atividades econômicas, gerando lucro.

Ninguém tem dúvida de que a Praia do Futuro – um dos pontos turísticos mais visitados de Fortaleza – merece ter reordenada a ocupação e o uso do seu solo.

Do jeito que ela está hoje, só enfeia a cidade, tumultua a livre circulação das pessoas e reduz o espaço na areia para o lazer popular.

Mas, tendo em vista os problemas sociais que ela causará, deve ser entendida  como muito dura sentença da Justiça Federal.

Os donos das barracas recorrerão ao STJ.

07:02 · 06.04.2017 / atualizado às 07:02 · 06.04.2017 por
Informação distribuída pelo Ministério Público Federal no Ceará:
Por maioria, o Pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), no Recife, acolheu parcialmente o pedido do Ministério Público Federal (MPF) e determinou a retirada das barracas instalados na Praia do Futuro sem a devida autorização da Superintendência do Patrimônio da União (SPU). Os estabelecimentos terão dois anos, a partir da publicação da decisão, para deixar o local. O mesmo prazo foi fixado pelo Tribunal para a retirada dos acessórios – muros, brinquedos, piscinas etc. – dos empreendimentos que se instalaram com permissão da SPU.
Conforme perícia feita pelo Ibama, os quiosques e barracas ocupam área inteiramente de praia – que pertence à União e consiste em “bem público de uso comum do povo” – como se fosse propriedade privada. Por isso, o MPF entende que todas as construções deveriam ser demolidas, inclusive aquelas instaladas com autorização da SPU. Entretanto, o Pleno do TRF5 acompanhou o voto do desembargador federal Manoel Erhardt, relator do processo, e decidiu que os estabelecimentos que possuem título de ocupação fornecido pela SPU podem permanecer no local.
Segundo o MPF, as barracas foram construídas sem qualquer controle ambiental prévio, sem licenciamento ambiental nem apresentação de Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Os estabelecimentos na Praia do Futuro, que sequer dispõem de esgotamento sanitário, têm provocado sérios danos ambientais. Eles alteram a paisagem, impedem o transporte de sedimentos entre o sistema praia-duna, contribuem para a degradação do mangue existente no local e geram resíduos sólidos poluentes que podem, inclusive, causar danos à biologia marinha.
O MPF ressalta ainda que a ocupação da Praia do Futuro, da maneira como está sendo feita pelos réus, restringe o acesso à área da praia apenas às pessoas que possuem condições financeiras para consumir os produtos oferecidos em seus empreendimentos. Essa situação é ilegal, pois contraria o artigo 10 da Lei nº 7.661/88: “As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica”.
12:33 · 09.03.2017 / atualizado às 12:33 · 09.03.2017 por

A Construtora C. Rolim Engenharia, uma das maiores da construção civil do Ceará, está celebrando neste mês de março 40 anos de atividades.

E para comemorar a data, ela decidiu prestar socorro a um grave paciente – o Parque do Cocó, que é a principal área verde de Fortaleza.

O empresário Pio Rodrigues Neto, sócio majoritário da C. Rolim Engenharia, disse ao blog que a cidade de Fortaleza tem apenas 8 m² de área verde por habitante.

É muito pouco.

Os organismos mundiais do meio ambiente exigem que haja, pelo menos, 18 m² de área verde por habitante.

A cidade de Curitiba, no Paraná, é, neste aspecto, a melhor do Brasil: tem 51 m² de área verde por habitante.

Para ampliar essa área verde em Fortaleza, A C. Rolim Engenharia plantará no Parque do Cocó, ao longo dos próximos anos, 40 mil mudas de diferentes espécies de árvores.

As primeiras mudas serão plantadas no fim desta semana.

Eis aí um bom exemplo a ser seguido por outrasempresas.

04:37 · 18.01.2017 / atualizado às 04:40 · 18.01.2017 por

Jorge PauloO Governo Federal está exigindo como contrapartida de sua ajuda aos governos de estados falidos, como o Rio de Janeiro, por exemplo, a privatização de algumas de suas empresas.

Do Governo do Rio de Janeiro, a equipe do ministro da Fazenda, Henrique Meireles, quer o compromisso de privatização da Cedae, que é a Cagece fluminense.

A Cedae valeria, hoje, R$ 1,5 bilhão, segundo estimativa do mercado.

E quanto valeria a cearense Cagece?

Para começar, não há, neste momento, qualquer iniciativa do Governo do Ceará, que tem suas contas em ordem, para privatizar a Cagece, cujas contas também estão em dia.

Mas a Cagece é uma das joias da coroa cearense – outra é o Porto do Pecém – que poderá ser vendida em absoluto caso de necessidade.

Este blogueiro pode contar, pois testemunhou o fato, que, no seu primeiro governo, Tasso Jereissati chegou a oferecer a Cagece a um grupo de empresários liderados pelo homem mais rico do Brasil, hoje, Jorge Paulo Lemann (foto).

Pois bem: Jorge Paulo Lemann ficou entusiasmado com a proposta de Tasso de transferir para a gestão da iniciativa privada a Companhia de Águas e Esgotos do Ceará.

O jovem governador cearense, porém, advertiu: o comprador levará a Cagece com o filé, que é o mercado de Fortaleza, e também com o osso, que são as cidades do sertão do Estado, e citou Abaiara, na região dos Inhamuns.

Jorge Paulo Lehmann ficou triste: é que ele havia se entusiasmado com a Cagece de Fortaleza, que é superavitária,  e não com a Cagece do sertão, que é deficitária.

Resumo da história: o capital só vai para onde ele se reproduz.

04:17 · 16.01.2017 / atualizado às 04:17 · 16.01.2017 por

A empresa cearense Construtora Marquise, que integra um conglomerado abrigado no Grupo Marquise, é a responsável pela coleta e destinação final dos resíduos sólidos em 50% da geografia da cidade de São Paulo, a maior da América Latina.

O empresário José Carlos Pontes, que é sócio e diretor-presidente da Marquise, disse ao blog que sua empresa mantém, como sempre manteve, boas relações com as autoridades da Prefeitura de São Paulo, a cuja frente está hoje o empresário tucano João Dória Júnior.

A Marquise também responde pela coleta de resíduos sólidos em Fortaleza, Caucaia, Maracanaú e em outras cidades do Ceará e das regiões Norte e Nordeste do País.

12:36 · 24.10.2016 / atualizado às 12:39 · 24.10.2016 por

curuAlô, Semace, atenção para esta denúncia!

Caminhões de uma empresa ainda não identificada estão invadindo o leito do rio Curu e retirando de suas margens a sua areia.

O blog recebeu a informação de que esse crime ambiental está sendo perpetrado em plena luz do dia, sem que, até agora, autoridades ou fiscais da Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace) tenham adotado qualquer providência para prender e punir os criminosos.

De acordo com a informação que uma fonte transmitiu, os caminhões invadem o leito do rio e se encaminham às suas margens, de onde retiram a areia, que é, em seguida, comercializada, ou seja, vendida a empresas da construção civil e a depósitos de material de construção.

É um caso de crime ambiental.