Categoria: Tecnologia


08:16 · 06.12.2018 / atualizado às 09:18 · 06.12.2018 por

A operadora de telefonia Oi celebrou com a Nokia uma parceria tecnológica de longo prazo para atender à demanda crescente por conectividade no Brasil. A iniciativa faz parte da reestruturação operacional prevista no plano de recuperação judicial da Oi, que está focado na expansão da rede de fibra ótica e no aumento da cobertura de dados móvel.

A parceria estratégica com a Nokia faz parte de novos contratos celebrados com fornecedores de equipamentos para sustentar a transformação de toda a rede de banda larga fixa e móvel da Oi. Além de possibilitar a expansão da cobertura de fibra óptica residencial e banda larga móvel, o projeto deixa a rede da companhia preparada para a chegada do 5G, quando esta tecnologia estiver disponível no Brasil.

 Essa é a segunda parceria estratégica firmada pela Oi com este propósito. Um novo modelo de negócio foi adotado para a implantação da fibra óptica até a casa do cliente (Fiber To The Home – FTTH), possibilitando à Oi ampliar e acelerar a oferta dos serviços Oi Fibra e Oi TV. Além de dar sustentação ao projeto estruturante, a negociação com os fornecedores poderá contribuir para maior eficiência operacional a partir da consolidação de fornecedores por tecnologia e/ou por região na área de atuação da Oi.

 A parceria com a Nokia foi formalizada nesta terça-feira na sede da empresa, em Espoo, na Finlândia. Participaram do ato o presidente da Oi, Eurico Teles, e o diretor de Operações da companhia, José Claudio Moreira Gonçalves, além do diretor de Engenharia, André Ituassu. Da parte da Nokia, estiveram presentes Rajeev Suri, CEO; Ashish Chowdhary, Chief Customer Operations Officer; Ricky Corker, presidente Norte América; Osvaldo Di Campli, presidente América Latina e Bruno Leite, diretor de vendas Brasil.

 “Com mais essa parceria tecnológica de longo prazo, nós esperamos consolidar nossa rede de fornecedores e nos beneficiar de maior eficiência operacional conforme prosseguimos com nosso processo de reestruturação. O intuito é trazer o que há de mais avançado em conectividade para nossos clientes, proporcionando a eles uma experiência cada vez melhor com nossos serviços”, afirma Eurico Teles. “Com nosso portfólio, que vai de ponta a ponta em tecnologia e serviços, conseguimos oferecer, a operadoras como a Oi, novos recursos em serviços fixos e móveis, no caminho para o 5G”, completa Osvaldo Di Campli, presidente de Nokia para América Latina.

 A partir do acordo assinado com a Nokia, a Oi espera alcançar novos patamares de velocidade, capacidade e desempenho em sua rede e expandir sua atuação no mercado de FTTH. Na fibra óptica residencial, a companhia espera chegar a 10 milhões de residências passadas com fibra (homes passed) até o final de 2021. A Nokia e a Oi também esperam evoluir a qualidade do serviço de banda larga residencial, pela adoção de novos modelos que melhorem os serviços “Oi Fibra” e “Oi TV”, assim como a própria experiência do cliente. Essas soluções incluem Beacons Nokia WiFi, bem como a utilização de plataformas de gerência do ambiente WiFi da casa do usuário, melhorando a cobertura e performance do serviço de ultra banda larga. A solução deverá estar disponível aos clientes da Oi em diferentes pontos de venda pelo país, sob demanda, por meio de um contrato de revenda entre as empresas. Além disso, a Nokia, através de uma consultoria do Bell Labs, estará também dando suporte à Oi na avaliação de oportunidades e na transformação do seu negócio.

07:06 · 04.12.2018 / atualizado às 07:06 · 04.12.2018 por

O artigo a seguir é de autoria de Alexandre Pierro, engenheiro mecânico, bacharel em física aplicada pela USP e fundador da Palas, consultoria em gestão da qualidade e inovação:

Todo mundo sabe que a China é a economia que mais cresce no mundo. Atualmente, o país representa 40% de todas as transações de comércio eletrônico no planeta, e quase um terço do consumo de luxo mundial. É a nação com o maior número de “unicórnios” (startups com valorização de mercado superior a US$ 1 bilhão), cerca de 164, enquanto o Brasil tem apenas três. A verdade é que, além de rica, a China preza pelo desenvolvimento, pela tecnologia e, acima disso, pela inovação. Um dos projetos atuais do país é se tornar líder em aplicações de inteligência artificial até 2030, se tornando o principal polo mundial do gênero.

Porém, como isso é possível? Um país que até a década de 1980 era basicamente rural, hoje é líder em tecnologia e inovação, e tem dinheiro para continuar injetando em sua economia de forma quase milagrosa. A verdade é que sua grande virada veio com um investimento feito nessa época. Um investimento feito em gestão.

Todos sabem que o governo chinês tem mão ativa na economia. É o modelo de produção que o país adotou. Porém, independentemente disso, ações de incentivo podem ser tomadas por qualquer governo que busque crescimento. São elas que se destacam, abrindo espaço para o crescimento de um mindset inovador. Em 20 anos, a nação chinesa quintuplicou seu PIB, focando na gestão e melhoria de qualidade. Agora, o país se prepara para um novo salto, mirando as estratégias voltadas à inovação.

Um exemplo de incentivo interessante é o da cidade portuária de Hangzhou, onde fica o grupo Alibaba, uma das maiores redes varejistas do mundo. O local tinha inúmeros depósitos desativados que o governo local transformou em uma área de startups. Hoje, o local é chamado de Dream Town, tendo mais de 1.600 startups sediadas – sendo que mais de 4 mil já passaram por lá desde 2015. O espaço inutilizado anteriormente, hoje conta com isenção para ocupação, além de acesso gratuito à nuvem de dados por três anos para qualquer empresa iniciante. Isso sem contar o fundo anjo de US$ 70 milhões, que atende ao país todo.

O governo incentiva as iniciativas e prepara um solo fértil, possibilitando a proliferação de empresas inovadoras. Os governantes enxergaram o potencial de médio e longo prazo e começam a atuar com planos agressivos de gestão. É bem diferente de países onde abrir uma empresa e sobreviver é um desafio tão grande, que chega a parecer que a gestão pública está lutando contra o empresário.

Além disso, há outros fatores que são próprios do modo chinês de pensar e trabalhar que garantem esse crescimento. Antigamente, um produto “Made in China” era sinônimo de uma cópia mal feita. Isso porque culturalmente falando, copiar nunca foi um tabu para eles. Aqui, onde a luta pelo direito autoral vigora, vemos isso como um desrespeito e um crime. Lá, eles enxergam como uma valorização, um reconhecimento do valor de quem criou.

Além de copiar, o modelo chinês visa o aperfeiçoamento. Hoje, o país oferta uma cópia mais barata e com pior qualidade de qualquer produto, mas também oferece cópias idênticas e até versões melhoradas do produto copiado. Tem qualidade e preço para qualquer demanda. Foi assim que empresas de telefonia, por exemplo, surgiram. Os chineses pegaram algo que já estava em um nível elevado de tecnologia, e se preocuparam em ir além.

Essas ações e criações movimentam o próprio mercado interno do país. Embora tenham largado muito atrás dos países desenvolvidos, cerca de 25% das indústrias chinesas já estão preparadas para a chamada Indústria 4.0. No Brasil, são apenas cerca de 2%.

Outro fator interessante é a desigualdade entre salários. Ser um trabalhador de chão de fábrica, o famoso “peão”, não é visto como algo ruim. Há um desejo por crescimento, mas não há o sentimento negativo de “não ser o chefe”. Isso se mostra nos salários, que diferente da maioria dos países, é ridiculamente maior entre um cargo inicial e o de um gerente ou supervisor. Isso permite que as pessoas vivam de forma consideravelmente boa, mantendo uma mão de obra acessível em todos os níveis da empresa.

Outro ponto importante é o da obsessão com dados. A coleta e análise deles, o verdadeiro Big Data, realmente funciona na China. Há um interesse por interpretar o que os dados têm a dizer sobre o mercado, a economia, os produtos, os consumidores. Essas informações geram poder e fomentam a inovação.

Em suma, fica evidente que o que está levando a China a novos patamares de evolução é o seu mindset voltado à gestão da inovação. O modo de pensar, de enxergar e incentivar ideias em médio e longo prazo foi o que transformou e continuará transformando o país em uma grande potência.

No fundo, o que a China pode ensinar ao Brasil e a muitos outros países em desenvolvimento é a necessidade de criar uma nova mentalidade para os negócios. Andar para frente olhando apenas o retrovisor, certamente, não levará ninguém muito longe, além de ser um grande risco. Vale a pena repensar toda a estratégia e caminhar com os olhos no futuro.

05:49 · 29.11.2018 / atualizado às 05:49 · 29.11.2018 por

Informa a Anatel:

Nos últimos 12 meses, o serviço de banda larga fixa (internet) registrou aumento de 2.346 milhões de novos contratos no Brasil. Em outubro deste ano, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) identificou um total de 30.811 milhões de contratos ativos.

Todos os estados brasileiros apresentaram crescimento, com exceção do estado de Roraima que perdeu 700 contratos ativos. Os maiores aumentos de clientes foram observados no Maranhão, Bahia e Sergipe,  que registraram crescimento de 13% cada. No total, o maior mercado de banda larga fixa do País foi o estado de São Paulo, com 10.380.916 contratos. O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar, com 3.299.891 contratos e Minas Gerais em terceiro lugar, com 3.215.724 contratos.

Dentre os grupos, a empresa Claro deteve o maior número de clientes de banda larga fixa, a empresa registrou no mês de outubro 9.320.788 clientes, o que corresponde a 30,25% do mercado. Em segundo lugar ficou a Vivo, com 7.600.104 clientes, o que equivale a 24,67% do mercado e em terceiro lugar a empresa Oi, com 6.095.011 clientes, detendo 19,78% do mercado.

05:54 · 26.11.2018 / atualizado às 05:54 · 26.11.2018 por

De janeiro a setembro deste ano de 2018, a operadora de telefonia Oi investiu R$ 130,4 milhões no Ceará. Isto representa um crescimento de 46% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a empresa, a Oi implantou no Ceará 262 novos sites de telefonia móvel e 555 ampliações e modernizações até o terceiro trimestre do ano.

Além disso, 8.495 novas portas para o serviço de banda larga fixa foram implantadas.

A Oi oferece cobertura 4G em 59 cidades do Ceará.

09:15 · 06.11.2018 / atualizado às 09:16 · 06.11.2018 por

O modelo atual de distribuição de veículos está sendo pressionado por diversas mudanças tecnológicas, econômicas e culturais. A evolução dos serviços de mobilidade está ampliando as fronteiras de negócio da indústria e este novo cenário precisa ser representado por uma releitura dos modelos comerciais atuais. Esta é uma das conclusões do estudo “Será este o fim das concessionárias como as conhecemos?” , conduzido pela consultoria KPMG.

“Em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, impactado fortemente pela disrupção tecnológica, o varejo automotivo precisa ser revisto de forma significativa. À medida que o mercado passa por essa transformação, as concessionárias precisam explorar estrategicamente, e cada vez mais, alternativas consistentes que preservem a relevância de seu papel no ecossistema”, afirma o Líder de Setor Automotivo da KPMG no Brasil, Ricardo Bacellar.

A publicação da KPMG também destaca que novas empresas do setor estão reduzindo as margens de lucro e os volumes de vendas de veículos usados. Para reverter esse cenário negativo, o estudo destacou três medidas que o varejo automotivo do futuro precisa considerar: consolidar a rede, racionalizar custos fixos e os fabricantes de equipamentos originais compensarem os principais revendedores para torná-los mais lucrativos.

Para tanto, o estudo sugere um modelo que opere com quatro partes integradas no atendimento ao cliente: um portal na Internet com informações completas sobre o veículo e a oferta de serviços virtuais; o test drive continuará sendo essencial na compra de um veículo, porém os clientes provavelmente não se contentarão mais com viagens curtas; os showrooms provavelmente serão menores e a equipe de vendas se concentrará mais na experiência do cliente; em vez das concessionárias terem baias de serviço, as oficinas seriam realocadas em outras áreas para redução dos custos de aluguel.

“Os líderes do setor precisarão quantificar o impacto de oportunidades emergentes nos resultados finais dos revendedores, definir roteiros de investimento e desenvolvimento tecnológico, compreender a resposta do consumidor às novas ofertas, identificar métricas direcionadas para o desenvolvimento de futuros negócios e implementar novos programas de transformação”, completa Ricardo Bacellar.

A pesquisa também revelou números de destaque no mercado dos Estados Unidos, país em que as concessionárias têm obtido resultados relativamente bons. Apesar das vendas de veículos novos terem crescido nos últimos seis anos, os revendedores estão ganhando menos em cada carro. No caso de revendedores de luxo, por exemplo, entre 2011 a 2016 as vendas de carros novos representaram entre 55% e 57% da receita média geral da concessionária. Mas, nesse mesmo período, a margem bruta de veículos novos como porcentagem do preço de venda caiu de 6,3% para 5,1%, enquanto o lucro líquido médio antes dos impostos caiu de 2,9% para 2,7%.

Para que a transição ao varejo automotivo do futuro seja bem sucedida, o estudo da KPMG destaca a necessidade de uma sinergia ainda mais robusta entre as entidades envolvidas e a atualização das métricas de negócio de forma que reflitam as regras e características deste novo ambiente comercial. O estudo da KPMG pode ser acessado no link –www.kpmg.com.br/automotive.

07:06 · 05.11.2018 / atualizado às 07:14 · 05.11.2018 por

Com a proximidade da Black Friday, o receio das tentativas de fraude tende a aumentar entre lojistas e consumidores. Segundo pesquisa realizada pela Cybersource sobre o e-commerce brasileiro, 7,6% dos pedidos online são rejeitados por suspeita de fraude e 86% dos lojistas fazem revisão manual dos pedidos; 56% são aprovados manualmente e 1,6% da receita do estabelecimento se converte em chargeback (cancelamento da venda feita por meio de cartão de crédito).

Os números foram apresentados durante o Black Friday Kick-off, evento realizado em 31 de outubro passado pela Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

Segundo Gustavo Carvalho, diretor comercial da Cybersource, o Brasil é um dos países com maiores índices de tentativa de fraude do mundo. Entretanto, o executivo aconselha os lojistas a não focarem apenas no chargeback, mas a avaliarem também os custos frente aos processos manuais e os parâmetros estabelecidos pelo próprio estabelecimento para obter resultados mais eficazes nas vendas, principalmente em datas comemorativas.

Além disso, ele alerta que “o número de ataques na Black Friday cresce, mas o número de transações efetivas aumenta muito mais, então proporcionalmente nesta época a quantidade de ataques deve ser menor”. E completa: “Se o lojista possui o mesmo nível de rejeições por tentativa de fraude durante todo o ano, os parâmetros do antifraude devem ser ajustados ao modelo do negócio, pois ele pode estar rejeitando transações que deveriam ser convertidas em compras”. De acordo com o executivo, os produtos mais visados para tentativas de fraude são celulares e eletrônicos.

Para as previsões, Gustavo aponta que a linearidade é ineficiente “é preciso avaliar os diversos fatores que impactam na venda de cada estabelecimento: novos produtos, entrada ou saída de concorrentes no mercado, alterações de câmbio etc. Desta maneira, é possível fazer ajustes mais eficientes no sistema de vendas e segurança e prever o volume de transações de forma mais precisa”. Ele também recomenda que os lojistas retroalimentem o sistema antifraude com as transações de chargeback e que a lista de e-mail marketing seja sempre atualizada para evitar que fraudadores recebam mensagens com promoções.

07:56 · 25.10.2018 / atualizado às 07:56 · 25.10.2018 por

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, a maior empresa aérea do Brasil, está abrindo a GOLlabs, uma nova unidade de negócios focada em desenvolver tecnologia e inovação para produtos de serviços.

“A GOL investe continuamente em produtos e serviços inovadores que melhorem a experiência de voo dos Clientes,” afirma Eduardo Bernardes, vice-presidente de Vendas e Marketing da GOL. “A companhia é líder em inovação de voo. Foi a primeira aérea brasileira a vender passagens online, a primeira na América do Sul a oferecer Wi-Fi a bordo e a primeira no mundo a oferecer o Selfie Check-in por meio de um aplicativo mobile. Por meio da GOLlabs, estamos alavancando ainda mais a cultura da inovação para criar a próxima grande onda de novidades em tecnologia de voo”.

Localizado em São Paulo, o time multidisciplinar da GOLlabs reúne experts de diferentes setores da companhia, contando com profissionais das áreas de Marketing, Aeroportos, Desenvolvedores, Designers, Product Owners e Scrum Master. A GOLlabs tem como objetivo o desenvolvimento de soluções tecnológicas que melhorem a experiência de voo dos 32 milhões de Clientes que voam todo ano com a GOL.

As inovações já oferecidas pela companhia têm se popularizado cada vez mais entre os Clientes. Mais de 1,4 milhão de alterações de voo já foram feiras no aplicativo da GOL por meio de serviços de Geolocalização – recurso que permite aos Clientes anteciparem ou postergarem voos diretamente pelo celular, além de possibilitar o recebimento de informações sobre o tempo previsto para locomoção até o aeroporto.

Além disso, desde o lançamento, há mais de um ano, o serviço de Selfie Check-in registrou mais de 1 milhão de check-ins feitos a partir de software de reconhecimento facial. Cerca de 500.000 Clientes já se registraram na plataforma, disponível para voos domésticos e internacionais da companhia.

06:51 · 25.10.2018 / atualizado às 07:10 · 25.10.2018 por

A Scania, referência mundial em soluções de transporte sustentável, promove uma experiência entre universitários brasileiros para pensar a mobilidade urbana e logística no País.   

Com esse pano de fundo, o Inovathon 2018 reuniu em São Paulo 25 estudantes de todo o Brasil. Desde esta quinta-feira, 25, até sábado, 27, eles tentarão ganhar uma competição pela melhor solução para o transporte urbano.  

Dois desses estudantes são de Fortaleza: Jéssica Silva Lopes, do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Ceará, e Arthur Vilas Boas Santos, do curso de Administração da Unifor.  

“Transformamos um desafio de 24 horas em uma experiência de 72 horas ao lado de parceiros que vão nos ajudar a fomentar a discussão. Oracle, Siemens, Ericsson, Yellow e o Grupo Tecnowise vão acompanhar essa maratona de conhecimento”, conta Patricia Acioli, responsável por Corporate Relations na Scania Latin America.  

O Inovathon 2018 contou com duas fases até a seleção final dos 25 universitários, que serão divididos em cinco equipes – de cinco pessoas cada – na competição, e terão um estudo de caso para solucionar em 24 horas.  

Nesta edição, uma nova etapa foi adicionada, onde os participantes vão vivenciar dilemas da mobilidade em São Paulo. Com a novidade, a competição passa a ter 72 horas.  

“Com o apoio da Scipopulis, empresa de inovação focada em cidades inteligentes e dedicada à mobilidade urbana, elaboramos uma dinâmica que vai permitir que todos os participantes conheçam a realidade e sintam os dilemas do transporte de pessoas e cargas nas cidades”, explica. “Esperamos que a convivência harmoniosa entre os meios de transporte e a sustentabilidade permeiem soluções inovadoras que podem impactar positivamente a mobilidade de grandes centros”, completa.  

Os cinco vencedores serão premiados com uma viagem para a Suécia para conhecerem a capital do país, Estocolmo, e a sede da Scania na cidade de Södertälj

EDIÇÕES ANTERIORES

O Inovathon é uma competição criada pela Scania que reúne universitários de todo o Brasil com o propósito de fomentar a discussão e ampliar o conhecimento sobre o transporte sustentável.

Na primeira edição, em 2016, foi realizada a primeira etapa da maratona de inovação, que reuniu 25 universitários de diversas partes do país para desenvolver um projeto de gerenciamento logístico utilizando os conceitos de conectividade e as tecnologias de monitoramento e direção autônoma. O grupo vencedor era formado por alunos da Universidade Federal do ABC (UFABC), do Centro Universitário Fundação Santo André, Centro Universitário FEI e da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2017, o Inovathon viajou pelo Brasil em busca das melhores equipes, passando pelas cinco regiões do país, com etapas em Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). A etapa da região sudeste foi realizada na sede da empresa, em São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista.

Os vencedores de cada região embarcaram para a grande final, realizada no LPC (Logistic Part Center), centro de reposição de peças da Scania para a América Latina, na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo. A grande campeã foi a equipe Norte (Manaus), formada por estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFA), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Centro Universitário do Norte (Uninorte). 

06:02 · 25.10.2018 / atualizado às 06:25 · 25.10.2018 por

O WhatsApp tornou-se o aplicativo preferido dos brasileiros. Já em 2016, pesquisa da Panorama Mobile Time/Opinion Box apontava que 48% dos entrevistados questionados sobre o app que instalariam, caso só pudessem escolher um, optaram pelo WhatsApp. Mais de 78% afirmaram que o aplicativo de mensagens está na tela principal do seu smartphone. Isto significa que o que começou sendo uma alternativa de bate papo com os amigos e familiares, hoje se tornou uma preferência nacional, inclusive no ambiente corporativo, pois, na maioria dos casos, se apresenta como uma ferramenta de trabalho, chegando a rivalizar com o e-mail e telefone. No entanto, é preciso cuidado no uso para que um erro não comprometa sua imagem junto à instituição, clientes ou colegas de trabalho. O alerta é do professor internacional da Fundação Dom Cabral, Roberto Aylmer, especialista em gestão estratégica de pessoas, que chama a atenção para o quanto o profissional pode ficar vulnerável diante de um erro no aplicativo.

Para o especialista, apesar de ser uma das ferramentas mais utilizadas da atualidade, o mercado de trabalho aderiu à tecnologia há pouco tempo e com isso pode haver alguns deslizes e excessos com o aplicativo. Segundo o professor, são muitos grupos e um fluxo grande de mensagens e informações, o que, diante de uma mínima distração, pode provocar um erro irreparável. “O uso contínuo pode causar ansiedade e até mesmo confusão. O aplicativo não tem horário e novas mensagens a qualquer momento deixam o cérebro sempre em alerta, sem descanso”, diz ele.

Segundo Aylmer, assim como o e-mail, que chegou para inovar e melhorar o fluxo do trabalho exigindo que as empresas criassem regras para se adaptar, o WhatsApp também necessita desse cuidado com a nova linguagem trazida pelo recurso. “Existe uma série de recomendações sobre como deve ser utilizado o grupo de WhatsApp do trabalho. É preciso tomar muito cuidado com as informações trocadas, especialmente ao falar de temas sigilosos ou questionar a política da empresa”, alerta.

De acordo com o professor, ao escrever uma mensagem, o profissional deve ser direto e objetivo, pois cada um pode interpretar de uma maneira. Não é recomendável tomar decisões importantes no grupo, qualquer problema com o chefe ou com o trabalho, deve ser dito pessoalmente, assim como não é bom falar com o grupo do trabalho do mesmo jeito que aborda o grupo de amigos. “Esses são alguns dos diversos cuidados a serem seguidos. Algumas pessoas perdem a noção do perigo, mandando coisas pessoais e piadas fora de hora que prejudicam sua reputação. Não saber analisar o risco mostra que a pessoa não tem maturidade de pensamento”, avisa Aylmer.

Um outro “perigo” ronda o WhatsApp: o compartilhamento de notícias. Estudo do Digital News Report feito em 37 países do mundo revelou que 48% dos brasileiros consultados afirmaram usar o WhatsApp para ter acesso a conteúdo jornalístico. “Em tempos de fake News este é outro cuidado que se deve ter, pois compartilhar notícias sem se certificar de sua veracidade pode arranhar a sua imagem diante da equipe e/ou empresa”, conclui o professor.

08:04 · 23.10.2018 / atualizado às 08:04 · 23.10.2018 por

Amanhã, quarta-feira, 24, às 9 horas, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec), em parceria com o Sindicato Rural de Ibaretama, promoverá na Fazenda Triunfo um Dia de Campo para divulgar uma estação móvel de tratamento de água salobra por meio da utilização de energia solar, o que tecnicamente é chamado de abrandamento acoplado a osmose.

Segundo o Presidente do Sindicato Rural de Ibaretama, Carlos Bezerra Filho, 30 associações do município foram convidados para assistir à  demonstração do  equipamento que foi  desenvolvido pela empresa Policlaynanotec. O Banco do Nordeste financiou o equipamento por meio do Etene. A professora Amanda Conrado, do Instituto Federal de Educação (IFCE) coordena o Projeto.

O Presidente da Faec, Flávio Sabóya, que estará presente ao Dia de Campo, é um entusiasta da iniciativa, que poderá ser disseminada no Estado do Ceará a um custo bem mais baixo, “se for levada em conta que o equipamento usa a energia solar, dispensando a  energia elétrica, além de poder ser  móvel. É uma oportunidade ímpar para o produtor e para o governo do Estado,  difundir  essa tecnologia para o campo”, disse Sabóya.

O Presidente da Faec lembrou ao blog que a ideia surgiu a partir da necessidade de manutenção das pesquisas do Projeto Biomas, iniciado em 2012 e executado pela parceria da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) com a Embrapa na Fazenda Triunfo. “Naquele ano, sofremos com a  seca no Estado, o que obrigou a  perfuração de um poço profundo no local, surgindo daí a ideia de um projeto alternativo sustentável que agora começa a operar”, completou.

Pesquisar

Faça uma busca em nosso blog:

Egídio Serpa

Blog de jornalismo econômico do colunista Egídio Serpa, do Diário do Nordeste.

VC REPÓRTER

Flagou algo? Envie para nós

(85) 98948-8712

Tags