A mulher muda o homem e o mundo
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Hoje e sempre, a mulher merece todas as homenagens. Primeiro, porque sem ela não haveria a vida humana; segundo, porque, hoje, é ela quem segura a barra. E que barra. Segundo o IBGE, o salário da mulher é só 60% do que o homem recebe — como se o homem fosse mais inteligente (ele tem mais força física, só isso). A mulher sofre cada vez maior discriminação, que varia conforme o País. Se ela for jovem e brasileira e morar na Espanha ou em Portugal, ela sofre discriminação. No Brasil, se a mulher é jovem e mãe solteira, logo se vê diante de obstáculos erguidos por uma sociedade injusta. É duro, muito duro ser mulher. Agora, imagine ser mulher, mãe solteira e assaliariada, obrigada a deixar o filho em casa com alguém, enquanto trabalha para garantir o leite para ele e para ela. Porém, há um pontinho de luz no fim do túnel: as estatísticas indicam que as mulheres já são maioria em alguns países. No Brasil, elas têm a força … do voto. E por meio dele vão assumindo posições na vida pública. Estamos seguindo os passos da Alemanha, que é governada por uma mulher; da Inglaterra, que já teve uma dama de ferro como Primeira Ministra; do Chile, cuja Presidente foi torturada pelo regime ditatorial de Pinochet. O Brasil poderá pela primeira vez, em 2010, eleger uma mulher Presidente da República. Assim como os Estados Unidos. A mulher, que já mudou o homem, está mudando o mundo.



