Egídio Serpa • Publicado às: 7:08 • 03/01/2009
Eis aqui uma injformação que pode fazer subir os preços internacionais do petróleo: o Departamento de Energia dos EUA (DoE) anunciou que planeja tomar vantagem da recente queda dos preços do barril de petróleo e expediu uma solicitação para comprar aproximadamente 12 milhões de barris para as Reservas Estratégicas de Petróleo (SPR, na sigla em inglês). O objetivo é reconstituir as reservas, que sofreram uma baixa após as vendas em seguida à passagem dos furacões Katrina e Rita em 2005. Entre maio e dezembro de 2008, o Departamento de Energia foi proibido de adquirir petróleo para as reservas. Agora que a moratória nas aquisições de petróleo para as reservas expirou, e “em vista dos baixos preços do petróleo nos mercados, o Departamento de Energia acredita que é prudente economicamente e no interesse da segurança nacional aumentar as reservas”, diz o texto. Segundo o Departamento, as aquisições que serão feitas neste ano preencherão a capacidade total de armazenamento das reservas, de 727 milhões de barris, e poderão abastecer o consumo interno dos EUA por 70 dias sem importações. O Departamento também informa que a compra dos 12 milhões de barris anunciada hoje será paga com US$ 600 milhões que o governo obteve quando vendeu petróleo das reservas em 2005, após os furacões. “Os atuais preços do petróleo são uma oportunidade para recompor a quantidade de petróleo vendida em 2005 e adquirir um montante adicional”, informou o departamento. A compra deverá ser feita em lotes nos meses de fevereiro, março e abril de 2009. O Departamento de Energia também informou que as reservas estratégicas receberão de volta, das refinarias, 5.395.000 barris que foram liberados em 2008 para as empresas, por causa de interrupções no fornecimento causadas pelos furacões Gustav e Ike. As informações são do Departamento de Energia dos EUA.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 7:06 • 03/01/2009
São poucos os brasileiros que usam dinheiro em espécie para fazer compras. Com medo de assalto e livrando-se do incômodo de carregar dinheiro no bolso e nas bolsas, ele descobriu as vantagens do cartão de crédito/débito. A Agência Estado revela que as compras efetuadas com cartões de crédito, débito, de rede e lojas totalizaram R$ 388,7 bilhões em 2008, o que indica um crescimento de 24% em relação ao ano anterior, segundo dados preliminares da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O aumento é um pouco superior à estimativa de alta da instituição, que era de 22%. O desempenho do ano passado deve-se, principalmente, à migração para os meios de pagamento eletrônico, expansão das vendas do comércio e à emissão de plásticos para novos clientes, segundo o diretor de Comunicação da Abecs, Marcelo Noronha. Em 2008, a maior parte do movimento ocorreu com cartões de crédito. As compras nessa modalidade de plástico somaram R$ 223,5 bilhões, valor 22% maior que o registrado em 2007. Os cartões de débito tiveram maior avanço, de 32%, para R$ 112,3 bilhões. Já o faturamento dos cartões de loja e rede foi de R$ 53 bilhões, elevação de 17%. Os fatores que contribuíram para o crescimento do setor em 2008 deverão se repetir em 2009. Mesmo com uma possível retração das vendas no comércio a tendência é de aumento do volume financeiro dos cartões, acredita Noronha. Caso o Produto Interno Bruto (PIB) do País tenha um crescimento entre 2,5% e 3%, a Abecs projeta que as compras com cartões terão um avanço de 15% a 20%, sendo entre 14% e 18% para o segmento de crédito; 20% e 27% para o de débito; e de 10% a 14% nos plásticos de loja e rede.
Comportamento
Egídio Serpa • Publicado às: 7:01 • 03/01/2009
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, disse hoje que o governo pretende trabalhar para manter em 2009 o volume físico das exportações brasileiras de 2008 em 460 milhões de toneladas. Segundo a Agência Estado, o secretário preferiu não fazer previsões com relação ao valor das exportações ou do saldo comercial em 2009, devido à incerteza causada pela variação dos preços das commodities (matérias-primas). “Não temos ainda uma meta pela grande variação dos preços das commodities que afetam as previsões em valores”, disse Barral. Entretanto, o secretário disse que se for mantida a relativa “paridade” que vem sendo observada entre as importações e exportações, o saldo comercial de 2009 deverá ser “importante”. “Em novembro e dezembro, houve uma tendência de queda tanto no valor das exportações quanto das importações. Se isso for mantido, deveremos ter um saldo importante em 2009″, declarou Barral. Os dados divulgados hoje pelo ministério mostram que o comércio exterior brasileiro foi afetado com mais força pela crise econômica mundial nos meses de novembro e dezembro. O ritmo de crescimento, tanto das exportações quanto das importações, despencou no último bimestre de 2008 em valores. Segundo o ministério, de janeiro a outubro de 2008 o valor total exportado subiu 28% em comparação aos mesmos meses do ano anterior. Já em novembro e dezembro, as exportações cresceram apenas 1% (em valor) em relação ao mesmos meses de 2007. As importações, que cresceram 51,6% de janeiro a outubro de 2008, tiveram expansão de apenas 9% nos últimos dois meses de 2008 ante o mesmo período de 2007. A forte alta do dólar, entre agosto e dezembro do ano passado, acabou compensando a queda no preços da maior parte das commodities exportadas pelo Brasil. Segundo Barral, a única exceção foi o petróleo. A queda de preço nesse período do petróleo foi de 60,1%, número superior à alta de 48,5% registrada no mesmo período na cotação da moeda americana. “Para os principais exportadores, com exceção do petróleo, a queda dos preços foi compensada pela alta do dólar”, afirmou o secretário. No caso do alumínio, disse ele, a queda de preço ficou em 38,8% enquanto no setor de manufaturados de ferro ou aço, a redução dos preços foi de 23,5%. A soja em grão, por sua vez, teve uma queda na cotação de 14,4% e o minério de ferro teve redução de 1,4%. O governo federal anunciou o resultado da balança comercial de 2008 cujo superávit ficou em US$ 24,735 bilhões, com exportações de US$ 197,942 bilhões e importações de US$ 173,207 bilhões. Os dois números são recordes. Quando o presidente Lula assumiu o Governo, o Brasil exportava menos de US$ 70 bilhões.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 6:50 • 03/01/2009
No dia seguinte, João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. Também eu não o
conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”. E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’. Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!”
Fé em Deus
Egídio Serpa • Publicado às: 6:54 • 02/01/2009
Um grupo de empresários de Fortaleza está mantendo contatos com a direção do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, considerado o melhor do País. Eles pretendem implantar uma unidade do Einstein em Fortaleza, a qual funcionaria como uma franquia. Os interessados estão colhendo a lista de exigências e de equipamentos que, obrigatoriamente, essa unidade terá de possuir para ganhar o direito de usar a marca Einstein. Não faz muito tempo, empresários de Fortaleza tiveram essa idéia, que foi esquecida diante da construção de novos hospitais, três dos quais — o São Mateus, o Monte Klinikum e o Unimed — estão na ponta tecnológica.
Saúde
Egídio Serpa • Publicado às: 6:52 • 02/01/2009
Do caderno Negócios, do Diário do Nordeste: Seul/Fortaleza. A siderúrgica sul-coreana Dongkuk informou na última quarta-feira (31) que está reconsiderando o plano de construir uma planta de placas de aço no Brasil, em conjunto com a Vale por conta do aumento dos preços de energia. A última previsão de início da terraplanagem para a usina era a partir de junho próximo, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém. Em documento encaminhado à Bolsa de Valores da Coréia do Sul, segundo a Agência Reuters, a Dongkuk disse que as mudanças nas condições do mercado de energia e o aumento dos preços do gás tornaram o projeto, anunciado inicialmente em dezembro de 2005, menos viável. “Enfrentamos dificuldades em dar continuidade ao plano por conta de desacordos entre os investidores”, afirmou a Dongkuk. Uma possível mudança no projeto da siderúrgica põe em risco mais uma das obras de infra-estrutura sonhadas pelo Estado do Ceará, ao lado da refinaria Premium II. Esta última também tem seu projeto sob análise da Petrobras, apesar de ter a garantia do próprio presidente Lula de que será construída. A definição se a refinaria cearense será, ou não, postergada deverá ser informada ainda este mês, quando a estatal deverá anunciar o seu Plano de Negócios 2009-2013 (que já foi adiado por cinco vezes). O provável adiamento da unidade de refino no Estado foi cogitado, conforme informou o Diário do Nordeste, após a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia (MME), apontar como alternativa para o cenário futuro até 2017 apenas a construção das novas unidades já em andamento, ampliações nas já existentes no País e a instalação de uma nova unidade Premium no Maranhão. A possibilidade deve-ser à conjuntura dos mercados internacionais. A posição da EPE está no seu Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2008-2017, publicado no último dia 24 de dezembro no Diário Oficial e que permanece para consulta pública até o fim de janeiro. O PDE tem o objetivo de “auxiliar a tomada de decisões que impactam o sistema de abastecimento de derivados de petróleo do País, permitindo avaliar aumentos de capacidade, a inserção de novas refinarias e novas unidades de processo em refinarias existentes, bem como possíveis expansões do parque atual”. A reportagem tentou entrar em contato com o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece), Antônio Balhmann, mas ele não foi localizado. A assessoria de imprensa da Dongkuk também não acrescentou mais informações até o fechamento desta edição.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 6:48 • 02/01/2009
Reconhecido pelas autoridades do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos como área livre da mosca da fruta, o Ceará retomou as exportações de melão para o mercado norte-americano. Do fim de novembro até a última semana de dezembro, foram exportados 20 conteineres de 20 pés cada um. Detalhe: os quatro primeiros conteineres foram despachados pelo porto pernambucano de Suape, pois ainda não havia uma linha marítima regular daqui para a costa leste dos EUA; os outros embarques foram feitos pelo porto do Pecém e agenciados pelas multinacionais Hamburg Sud e Companhia Sud Americana de Vapores (CSAV). Essas exportações representaram US$ 320 mil — um valor pequeno mas inversamente proporcional à importância das vendas, que representaram a reconquista do maior mercado importador do mundo. A perspectiva para este e para os próximos anos seria excelente, se não fosse a crise financeira que abalou diretamente os EUA, razão pela qual há dúvidas no ar sobre o percentual de crescimento das vendas do melão cearense para o mercado norte-americano. Os fruticultores mantém, digamos assim, um moderado otimismo: o câmbio está muito favorável à exportação, mas ainda é incerto o futuro próximo da economia dos EUA, que está tecnicamente em recessão, com alto índice de desemprego e com queda acentuada da renda de sua população. A propósito: No período de dezembro a maio, não há sobre as exportações cearenses de frutas para os EUA qualquer sobretaxa do Governo norte-americano. Mas de junho a novembro, para entrar no mercado norte-americano, o Governo dos EUA impõe uma taxa de importação de 28%. É uma barreira que castiga os produtores. A Câmara Setorial da Fruticultura, que se reune quinzenalmente na Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e congrega todos os segmentos da cadeia produtiva, vai pressionar o Governo do Estado e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior a tentarem a redução daquela tarifa ou sua extinção. Não será fácil.
Economia
Egídio Serpa • Publicado às: 6:45 • 02/01/2009
Novidade em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, onde assumiu ontem o novo prefeito municipal, Edson Sá. A novidade é a presença do advogado Humberto Fontenele, presidente do Ideal Clube, no comando da Secretaria de Turismo. Ele tomou posse ontem e prometeu a este blog fazer “uma revolução” na área. Cavalcante está entusiasmado com a nova missão e destacou que Aquiraz é o primeiro município do Ceará a possuir uma escola de formação de mão-de-obra para o turismo, iniciativa tomada pela ex-prefeita Ritelza Cabral. É em Aquiraz que se localiza o Beach Park, o maior parque aquático do Brasil e o mais importante equipamento turístico do Ceará. É também lá que está sendo implantado o Aquiraz Riviera, emprendimento turístico de capitais portugueses, espanhóis e brasileiros. Esse projeto, porém, enfrenta problemas judiciais, uma vez que a burocracia federal no Ceará obteve na Justiça liminar que suspendeu as obras de sua construção. “O futuro de Aquiraz é muito promissor”, disse o novo secretário de Turismo do município, Humberto Cavalcante.
Turismo
Egídio Serpa • Publicado às: 6:37 • 02/01/2009
Desenvolvimento sustentável significa — segundo o economista Jeffrey Sachs, diretor do Instituto da Terra, na Universidade de Columbia, e conselheiro especial do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon — “prosperidade globalmente compartilhada e ambientalmente sustentável”. Ele escreve no seu novo livro A Riqueza de Todos: “Na prática, o desenvolvimento sustentável demandará três mudanças. Primeira: desenvolver e adotar, numa escala global e num curto período de tempo, tecnologias sustentáveis que nos permitam combinar altos níveis de prosperidade com impactos ambientais mais baixos. Segunda: estabilizar a popular global, especialmente a dos países mais pobres, a fim de conjugar prosperidade econômica com sustentabilidade ambiental. Terceira: ajudar os países mais pobres a escapar da armadilha da pobreza”. Sachs resume: “Essas três metas básicas — sustentabilidade ambiental, estabilização populacional e fim da miséria — constituem a essência das Promessas do Milênio”. Ele já avisa: “As forças do mercado não podem, sozinhas, solucionar esses problemas. As descobertas científicas em geral, das quais as tecnologias sustentáveis dependem, são um bem público que não pode ser fornecido pelas forças do mercado. Isso se deve ao fato de que o conhecimento científico é um bem intangível, que pode ser usado por uma pessoa sem diminuir sua disponibilidade para as demais”.
Meio Ambiente
Egídio Serpa • Publicado às: 6:34 • 02/01/2009
Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?” João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”. Eles perguntaram: “Quem és, então? És Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?” Ele respondeu: “Não”. Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta àqueles que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?” João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” — conforme disse o profeta Isaías. Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?” João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. 28Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando.
Fé em Deus