Egídio Serpa

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Adece e Fiec reunem Câmaras Setoriais

Publicado em 06/04/2012 - 17:28 por | Comentar

Categorias: Economia

Terça-feira, 10, Roberto Macedo, presidente da Federação das Indústrias (Fiec), e Roberto Smith, presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), reunirão as Câmaras Setoriais da Indústria, como a do Leite, Metal Mecânica, Granito, Carnaúba e Energia Eólica.

Objetivo: sintonizar os discursos e uniformizar a atuação das câmaras.

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Construtores cearenses em Dubai

Publicado em 06/04/2012 - 17:25 por | Comentar

Categorias: Economia

Dubai (Emirados Árabes Unidos) – Depois de 14 horas de um voo direto e tranquilo, mas fatigante, que começou no caótico aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, os integrantes da Missão Empresarial da Coopercon-Ceará desembarcaram ontem, 5, às 23h10min (15h10min em Brasília) no faraônico aeroporto desta capital.

Os construtores cearenses admiraram-se com as dimensões, a beleza e o luxo do terminal aéreo de Dubai.

E, nos primeiros instantes desta viagem, que os levará também à China e à Coreia, falaram sobre as precárias condições dos aeroportos brasileiros às vésperas das copas das Confederações, em 2013, e do Mundo, em 2014.

Hoje, a Missão começará a ver a arquitetura a engenharia e a tecnologia de Dubai.

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Evangelho de hoje (João 18,1—19,42)

Publicado em 06/04/2012 - 7:47 por | 1 Comentário

Categorias: Fé em Deus


Narrador 1:
 Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João. 
Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.
Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos.
Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas.
Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
Pres.: “A quem procurais?”
Nar. 1: 5Responderam:
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Nar. 1: Ele disse:
Pres.: “Sou eu”.
Nar. 1: Judas, o traidor, estava junto com eles.
Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra.
De novo lhes perguntou:
Pres.: “A quem procurais?”
Nar. 1: Eles responderam:
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Nar. 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.
Nar. 1: Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:
Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.
Nar. 2: Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. Então Jesus disse a Pedro:
Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”
Nar. 2: Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram.
Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano.
Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
L. 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.
Nar. 2: Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote.
Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro.
A criada que guardava a porta disse a Pedro:
Mulher: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”
Nar. 2: Ele respondeu:
L. 1: “Não”.
Nar. 2: Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.
Jesus lhe respondeu:
Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas.
Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.

Nar. 2: Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
L. 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”
Nar. 2: Respondeu-lhe Jesus:
Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”
Nar. 1: Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote.
Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:
L. 1: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”
Nar. 1: Pedro negou:
L. 2: “Não!”
Nar. 1: Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:
L. 1: “Será que não te vi no jardim com ele?”
Nar. 2: Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa.
Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
Pilatos: “Que acusação apresentais contra este homem?”
Nar. 2: Eles responderam:
Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”
Nar. 2: Pilatos disse:
Pilatos: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.
Nar. 2: Os judeus lhe responderam:
Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.
Nar. 1: Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer.
Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:
Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?”
Nar. 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”
Nar. 1: Pilatos falou:
Pilatos: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”
Nar. 1: Jesus respondeu:
Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.
Nar. 1: Pilatos disse a Jesus:
Pilatos: “Então, tu és rei?”
Nar. 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.
Nar. 1: Pilatos disse a Jesus:
Pilatos: “O que é a verdade?”
Nar. 1: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:
Pilatos: “Eu não encontro nenhuma culpa nele.
Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”
Nar. 1: Então, começaram a gritar de novo:
Ass.: “Este não, mas Barrabás!”
Nar. 2: Barrabás era um bandido.
Então Pilatos mandou flagelar Jesus.
Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, aproximavam-se dele e diziam:
Ass.: “Viva o rei dos judeus!”
Nar. 2: E davam-lhe bofetadas. Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
Pilatos: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.
Nar. 2: Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:
Pilatos: “Eis o homem!”
Nar. 2: Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Nar. 2: Pilatos respondeu:
Pilatos: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”.
Nar. 2: Os judeus responderam:
Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.
Nar. 2: Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:
Pilatos: “De onde és tu?”
Nar. 2: Jesus ficou calado.
Então Pilatos disse:
Pilatos: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”
Nar. 2: Jesus respondeu:
Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.
Nar. 2: Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.
Nar. 2: Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico “Gábata”. Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
Pilatos: “Eis o vosso rei!”
Nar. 2: Eles, porém, gritavam:
Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”
Nar. 2: Pilatos disse:
Pilatos: “Hei de crucificar o vosso rei?”
Nar. 2: Os sumos sacerdotes responderam:
Ass.: “Não temos outro rei senão César”.
Nar. 2: Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.
Nar. 1: Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado “Calvário”, em hebraico “Gólgota”.
Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio.
Nar. 1: Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.
Nar. 1: Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.
Nar. 1: Pilatos respondeu:
Pilatos: “O que escrevi, está escrito”.
Nar. 1: Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo.
Disseram então entre si:
Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.
Nar. 2: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados.
Nar. 1: Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.
Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:
Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.
Nar. 1: Depois disse ao discípulo:
Pres.: “Esta é a tua mãe”.
Nar. 1: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
Pres.: “Tenho sede”.
Nar. 1: Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus.
Ele tomou o vinagre e disse:
Pres.: “Tudo está consumado”.
Nar. 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(Aqui todos se ajoelham.)
Nar. 2: Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz.
Nar. 1: Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus.
Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.
Nar. 2: Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis.
Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.
E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.
Nar. 1: Depois disso, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus — pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido encontrar-se com Jesus de noite. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés.
Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.
Nar. 2: No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado.
Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

Evangelho de hoje (João 13,1-15)

Publicado em 05/04/2012 - 10:40 por | 2 Comentários

Categorias: Fé em Deus

Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus.
Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido.
Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.
Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!”
Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”.
Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”.
Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”.
Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”.
Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.

Ceará pede projetos para agropecuária

Publicado em 04/04/2012 - 5:11 por | Comentar

Categorias: Agronegócio

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

No próximo dia 12, o secretário de Desenvolvimento Agrário do Governo do Ceará, Nelson Martins,  reunirá pessoas físicas e jurídicas elaboradores de projetos agropecuários.

Martins vai dizer-lhes que ações fará a SDA até 2014.

Todas essas ações precisarão de projetos, e é isso o que ele vai pedir aos seus convidados.

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Pacote para a indústria: a correria

Publicado em 04/04/2012 - 4:57 por | Comentar

Categorias: Economia

Da Folha de S. Paulo: Técnicos do governo federal trabalharam até a madrugada de ontem, 3,  finalizando algumas das medidas do pacote, como o novo regime para o setor automotivo. Como de costume, a presidente Dilma Rousseff fez vários reparos a poucas horas do evento no Palácio do Planalto e, num sinal da correria, acabou assinando apenas a metade dos decretos previstos dentro do pacote. Motivo: não houve tempo de incluir o restante no roteiro da solenidade realizada ontem.

Dilma estava contrariada durante o evento, tendo distribuído broncas ao cerimonial e até ao ministro Guido Mantega (Fazenda). Em um determinado momento, ela discutiu com ele sobre números de desoneração numa folha de papel.

Até o longo arquivo eletrônico de Power Point com as medidas, divulgado pela Fazenda, tinha erros: o secretário-executivo Nelson Barbosa teve de corrigir o valor de desonerações deste ano de R$ 4,9 bilhões para R$ 3,1 bilhões. Auxiliares da presidente, ao fim do evento, usavam uma metáfora de mecânica para resumir a correria: a tentativa de consertar um carro em movimento.

Brasil indeciso sobre ajuda ao FMI

Publicado em 04/04/2012 - 4:51 por | 1 Comentário

Categorias: Economia

Do Estadão: O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse à Dow Jones que o governo do Brasil ainda não decidiu se vai ajudar a aumentar os recursos do FMI. A diretora-gerente do Fundo, Chrstine Lagarde, quer elevar a capacidade de concessão de crédito da instituição em US$ 500 bilhões e os chefes de governo dos países da zona do euro pediram esse aumento na semana passada.

Segundo Barbosa, o Brasil está analisando a decisão europeia de expandir em € 200 bilhões seu fundo temporário de ajuda financeira emergencial. “Ainda não chegamos a qualquer conclusão, porque os anúncios europeus foram feitos apenas recentemente”, disse Barbosa. Referindo-se à reunião anual do FMI, marcada para o fim de abril, ele acrescentou que “teremos a reunião no fim do mês, e a posição do Brasil é de que estamos dispostos a participar de um pacote de ajuda, mas somente por meio do FMI”. As informações são da Dow Jones.

Evangelho de hoje (Mateus 26,14-25)

Publicado em 04/04/2012 - 4:43 por | 1 Comentário

Categorias: Fé em Deus

Naquele tempo, um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse: “Que me dareis se vos entregar Jesus?” Combinaram, então, trinta moedas de prata. E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.
No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” Jesus respondeu: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.
Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: “Senhor, será que sou eu?”
Jesus respondeu: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” Então Judas, o traidor, perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”.

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Dilma reparte FDNE com BNB, BB e CEF

Publicado em 03/04/2012 - 5:00 por | 3 Comentários

Categorias: Economia

 Como este bloga antecipou no dia 26 de março passado, o Governo Dilma Rousseff, por ideia do seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, reformulará o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e ainda o da Amazônia.

O primeiro é operado pelo Banco do Nordeste (BNB); o outro, pelo Banco da Amazônia S/A (Basa).

A reformulação virá no bojo do decreto que regulamentará os dois fundos, que passarão a ser operados, também, pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal.

No BNB, a decepção é grande com anunciada medida.

Entre seus técnicos pergunta-se: “Será que a presidente Dilma não gosta do Nordeste?”

No ano passado, o Governo transferiu para o BNDES o financiamento dos grandes empreendimentos, como os de energia eólica, que geram pouco emprego, deixando para o BNB os projetos mais empregadores de mão de obra.

Em fontes do Governo do Ceará, apura-se que essa reformulação está inserida no contexto de mais um pacote de incentivos à indústria brasileira que será anunciado hoje. 3.

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IPI para automóveis vai mudar de novo

Publicado em 03/04/2012 - 4:52 por | Comentar

Categorias: Economia

Vai mudar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre os automóveis.

A mudança, segundo apurou este blog, prevê, por meio de um sistema de pontuação, até mesmo a isenção do IPI para veículos que incorporem inovações tecnológicas que permitam eficiência no consumo e de combustíveis e redução na emissão de poluentes.

É uma boa notícia para o Carro Quadriflex, inventado pelo engenheiro cearense Fernando Alves  Ximenes.

O Quadriflex funciona com energias solar e eólica e mais gasolina e álcool.

Os carros elétricos serão os mais incentivados pelas novas medidas.

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