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Tag: Açude Castanhão


08:07 · 15.04.2018 / atualizado às 08:11 · 15.04.2018 por

Nas últimas 24 horas, o açude Castanhão recebeu um aporte de mais 16,5 milhões de m³, o que elevou para 409,18 milhões de m³ o volume que ele acumula neste domingo, 15/04.

A informação é do presidente da Funeme, Eduardo Sávio.

Hoje, o Castanhão acumula 6,11% de sua capacidade, que é de 6,5 bilhões m³.

Ao mesmo tempo, a barragem de acumulação de Itaiçaba (foto), da qual é bombeada a água que faz operar o Canal do Trabalhador (foto), está vertendo desde as primeiras da madrugada deste domingo. Mas a mellor notícia é esta: estão operando as quatro moto-bombas que elevam a água do rio Jaguaribe até o Canal do Trabalhador. Cada bomba tem capacidade de 1,2 m³. Assim, o Canal do Trabalhador já está transferindo para Fortaleza 4,8 m³/s.

Toda essa água é da enchente do rio Jaguaribe.

 

 

 

10:17 · 14.04.2018 / atualizado às 10:19 · 14.04.2018 por

Informa a Funceme: o nível do açude Castanhão (foto)  – o maior do Ceará, com capacidade para acumular até 6,5 bilhões de m³ – subiu 57 centímetros nas últimas 24 horas.

Isso quer dizer um aporte de 22,5 milhões de m³ de água.

O Castanhão represa hoje 5,8% de sua capacidade, ou 393,08 milhões de m³.

Outra boa notícia: o nível do açude Banabuiú, com capacidade para 1,5 bilhão de m³ e que estava praticamente zerado, subiu 3,49 metros, mas o volume é ainda insignificante.

04:10 · 10.04.2018 / atualizado às 04:13 · 10.04.2018 por

Acendeu a luz de perigo no gabinete das autoridades que administram os recursos hídricos no Ceará.

O alerta é para a situação em que se encontra o sistema de açudes que abastecem Fortaleza e sua população.

Esse sistema é integrado pelos açudes Pacajus, Aracoiaba, Acarape do Meio, Pacoti, Riachão e Gavião (foto), os quais têm capacidade para armazenar cerca de 1 bilhão de metros cúbicos de água.

Hoje, esses açudes acumulam, apenas, 140 milhões de metros cúbicos, ou seja, pouco mais de 10% de sua capacidade, o que é muito pouco, se levarmos em conta que estamos no mês de abril – o chamado mês de chuvas mil.

Para que a Região Metropolitana de Fortaleza tenha água garantida até o fim do ano, será necessário que o Castanhão alcance, pelo menos, 400 milhões de metros cúbicos de água.

Hoje, o Castanhão está com  pouco menos de 300 milhões de metros cúbicos.

07:56 · 19.03.2018 / atualizado às 07:58 · 19.03.2018 por

A Cooperverde, uma cooperativa com sede em Fortaleza da qual são sócios 27 pessoas – entre as quais professores e pesquisadores de universidades e empresários cearenses de diferentes ramos da atividade econômica – acaba de obter apoio financeiro de uma instituição alemã para a implantação de um projeto-piloto que prevê a instalação de placas fotovoltaicas   sobre uma área de 3 mil m² do espelho d’água do açude Castanhão.

O coordenador do projeto e diretor da Cooperverde, professor-doutor Osvaldo Carioca, explicou ao blog que, além de gerar energia solar, o projeto impedirá a evaporação na área coberta pelas placas fotovoltaicas. O professor Carioca adiantou que essa será ampliada à medida que os resultados do projeto-piloto se revelarem positivos como esperam todos os envolvidos nele. Outros grandes açudes do Dnocs – como o Orós, o Banabuiú e o Araras  – também serão alvo da mesma iniciativa

Osvaldo Carioca também antecipou que a Cooperverde já tem pronto um projeto para modernizar o processo de beneficiamento de peixes ao redor do Castanhão, em cujas águas, em tempos normais – isto é, com mais de 30% de sua capacidade de 6,5 milhões de m³ – dezenas de pequenos produtores criam tilápia em gaiolas. O que a Cooperverde deseja é construir uma estrutura industrial que permita o beneficiamento correto dos peixes e, ao mesmo tempo, assegure a integridade das águas do açude. Em alguns pontos da beira do Castanhão, o beneficiamento da tilápia é feito sem qualquer higiene, causado inclusive a poluição das águas do açude.

05:03 · 19.03.2018 / atualizado às 05:03 · 19.03.2018 por

Empresários de outros estados que vieram para o Ceará há 15 anos para produzir alimentos no Perímetro de Irrigação Tabuleiros de Russas (foto), no Vale do Jaguaribe, estão apavorados diante da péssima notícia que lhes chegou, segundo a qual será cortada a água fornecida pela Cogerh, se o açude Castanhão não alcançar, neste inverno, pelo menos um terço de sua capacidade, que é de 6,5 bilhões de m³.

Esses produtores vieram para cá atraídos pela promessa do Governo do Estado de que seu futuro aqui seria brilhante, que haveria água e também todas as condições para a produção de forrageiras para o gado leiteiro.

Se a água faltar, não haverá irrigação nem a produção de alimentos.

E o prejuízo será grande.

Alguns não terão dinheiro nem para voltar para os seus estados e muito menos para pagar suas dívidas com o Banco do Nordeste.

O açude Castanhão represa, hoje, menos de 3,5% de sua capacidade.

04:16 · 16.03.2018 / atualizado às 04:19 · 16.03.2018 por

Atenção!

Os agricultores e pecuaristas do Vale do Jaguaribe tomaram um susto ao receber quinta-feira, 15, a notícia de que, se o açude Castanhão (foto) não alcançar, neste inverno, pelo menos um terço de sua capacidade, a Cogerh cortará o fornecimento de água para as atividades econômicas.

Isso inviabilizará a agricultura irrigada que produz alimentos para o rebanho bovino daquela região, na qual se localiza a maior produtora de leite do Ceará.

Mas não é somente a pecuária que sofrerá: a fruticultura também será apenada, uma vez que depende da água que vem da perenização do Castanhão.

O blor aproveita e informa que a Funceme está prevendo boas chuvas para depois do dia 20 deste mês de março.

Até lá, as chuvas serão esparsas.

O açude Castanhão represa hoje menos de 3,5% de sua capacidade, que é de 6,5 bilhões de m³ de água.

04:09 · 26.02.2018 / atualizado às 04:09 · 26.02.2018 por

Depois de muitas chuvas que desabaram, nos últimos dias, sobre distintas regiões do Ceará, a Funceme informa que elas aportaram aos açudes do Estado – principalmente aos pequenos – um volume de 9,2 milhões de metros cúbicos.

Ora, esse volume é muito pouco, quase nada, levando-se em conta que os açudes do Ceará podem acumular até 18 bilhões de metros cúbicos de água.

Exemplo: o açude Castanhão, o maior do Ceará, com capacidade para acumular até 6,5 bilhões de metros cúbicos, está guardando, apenas, pouco mais de 180 milhões de metros cúbicos.

Isto significa que ele está seco.

O blog tem dito e o repete: só um dilúvio fará com que o Castanhão encha de novo e venha a sangrar neste ano.

04:35 · 16.02.2018 / atualizado às 04:36 · 16.02.2018 por

Está sendo confirmada a previsão que a Funceme fez na segunda quinzena de fevereiro, segundo a qual teremos no Ceará, neste ano de 2018, uma temporada de chuvas com 40% de chance de ser acima da média histórica.

Eis uma boa notícia.

Mas é preciso dizer também que as boas chuvas que vêm desabando sobre o interior do Ceará ainda não foram suficientes para a recarga dos grandes açudes, como o Orós, o Castanhão (foto), o Banabuiú e o Araras.

Para que esses reservatórios sejam recarregados e venham a verter será necessário um dilúvio como o de 2004, quando todos os açudes sangraram.

Diante disso, persiste o problema da oferta de água para a agricultura irrigada, que há dois anos sofre uma crise aguda que levou à transferência de empresas da fruticultura do Ceará para outros estados.

Muitos rios estão com enchente, mas ao longo do seu caminho até os grandes açudes, há centenas de pequenos reservatórios que barram a passagem da água, retardando a sua chegada ao destino final.

Esses pequenos açudes já estão cheios ou enchendo; os grandes, contudo, ainda demorarão dias ou semanas até que sejam recarregados parcial ou totalmente.

04:28 · 23.01.2018 / atualizado às 04:30 · 23.01.2018 por

No último fim de semana, o governador Camilo Santana reuniu seu secretariado.

Ao longo da reunião, que durou dois dias, o governador pediu pressa no projeto que prevê a construção, em Fortaleza, de uma usina de dessalinização da água do mar, com capacidade para produzir 1 m³/s de água doce.

Esse volume de água é franciscano tendo em vista a necessidade do consumo de Fortaleza e de sua Região Metripolitana, que é hoje de 14 m³/s.

Estamos atrasados, e muito, nesse projeto, razão pela qual o governador pediu pressa.

Mas, entre esse pedido de Camilo Santana e a efetiva construção e inauguração dessa dessalinizadora, vão passar pelo menos dois anos.

A situação de abastecimento de água desta capital é grave. O Dnocs já advertiu que, nos próximos 34 dias, o Castanhão (foto) secará completamente, e é de lá que vem a água para a população de Fortaleza.

Se você ainda não começou a rezar para que as chuvas venham, comece, pois a hora é esta.

04:20 · 11.08.2017 / atualizado às 04:20 · 11.08.2017 por

O Projeto São Francisco de Integração de Bacias, quando – e se – ficar concluído em 2018, provocará mudanças na atuação do Governo Federal no chamado semiárido nordestino.

A primeira consequência será aqui no Ceará: os açudes Castanhão, Orós, Banabuiú e Lima Campos, que hoje são administrados pelo Dnocs, passarão para a administração do Governo do Estado a partir do início efetivo da operação do Projeto São Francisco.

Esta informação está circulando em Brasília, inclusive nos corredores do Ministério da Integração Nacional.

Aí surge a pergunta: qual será o destino do Dnocs?

Ainda não há resposta.