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Tag: Açude Castanhão


14:38 · 17.07.2018 / atualizado às 15:29 · 17.07.2018 por

Em primeira mão, eis as mais recentes informações sobre a construção do Canal Norte do Projeto São Francisco de Integração de Bacias, que trará as águas do rio para o Ceará e o Rio Grande do Norte:

Começaram os testes da EB-3 (Terceira Estação de Bombeamento), localizada na geografia do vizinho Estado de Pernambuco.

Com o funcionamento da EB-3, começará o enchimento das barragens de Negreiros e Milagres, também em Pernambuco.

Foi iniciada a execução da calha do canal no interior do túnel aberto – e já concluído – na divisa do Ceará e Pernambuco.

Os serviços  deverão estar concluídos até o dia 15 de setembro.

A previsão é de que as águas do rio São Francisco cheguem a Jati, no Ceará, até o dia 15 de janeiro de 2019, se tudo ocorrer sem problemas.

De Jati até o açude Castanhão, destino final no Ceará, as águas viajarão por gravidade, com diferença de nível de mais de 200 metros.

Como este blog tem dito e repetido, as águas do Projeto São Francisco só chegarão ao Ceará no próximo ano. O site do Ministério da Integração Nacional, por causa da legislação eleitoral, deixou de divulgar notícias sobre as obras do empreendimento.

Estas informações foram transmitidas por fontes do consórcio que executa as obras (Ferreira Guedes, Toniolo e Busnello), que acrescentaram um detalhe: depois que as águas passarem pelo túnel na divisa do CE com PE, elas derivarão: uma parte cairá no Cinturão das Águas (CAC), no Ceará, e outra irá para a Paraíba.

07:58 · 20.05.2018 / atualizado às 07:58 · 20.05.2018 por

A temporada de chuvas deste ano está chegando ao fim no Ceará.

Ela pintou de verde o sertão cearense e fez boa recarga dos pequenos açudes, mas não foi suficiente para dar boa recarga aos grandes reservatórios.

Por exemplo: o Castanhão, o Orós e o Banabuiú represam hoje menos de 10% de sua capacidade.

Mas a  Secretaria de Recursos Hídricos está informando que, apesar dessa baixa recarga dos grandes açudes, o abastecimento de água para a população de Fortaleza está garantido até o fim deste ano.

O secretário Francisco Teixeira disse a empresários da indústria e da agropecuária que, neste momento, a população de Fortaleza está consumindo 20% menos de água do que há um ano.

Essa redução foi possível graças às campanhas educativas feitas pelo Governo do Estado, mas principalmente por causa da tarifa punitiva imposto aos que consomem água em excesso.

04:30 · 25.04.2018 / atualizado às 04:30 · 25.04.2018 por

Tornou-se imprescindível e inadiável o projeto do Governo d0 Ceará de instalar, em algum ponto do litoral de Fortaleza, uma, ou duas ou três usinas de dessalinização da água do mar.

As chuvas deste ano não foram, ainda, suficientes para a recarga dos grandes açudes, como o Orós, o Banabuiú e o Castanhão, cujos índices, neste momento, são ridículos, não passando de 8,5% de sua capacidade.

Resultado: o abastecimento de água de Fortaleza e de sua Região Metropolitana dependerá muito, neste 2018, do que poderá o Eixão das Águas acrescentar aos açudes metropolitanos Pacajus, Aracoiaba, Acarape do Meio, Pacoti, Riachão e Gavião, que hoje só acumulam 30% do que podem represar.

Então, a dessalinizadora da água do mar torna-se essencial.

E o Governo do Estado, sabendo disso, tenta acelerar o processo para a sua instalação.

A água dessalinizada custa caro, mas isto é uma questão de somenos, diante da situação.

15:04 · 24.04.2018 / atualizado às 17:15 · 24.04.2018 por

O presidente da Companhia de Gestão de Recursos Hídricos do Ceará, engenheiro João Lúcio Farias, visitou hoje a Estação de Bombeamento de Banabuiú, onde um conjunto de quatro motobombas está captando e jogando dentro do Eixão das Águas um volume de 10 m³ por segundo que é transferido para o abastecimento da população de Fortaleza e das cidades de sua Região Metropolitana.

Toda essa água é captada em um ponto do Banabuiú, em Morada Nova, onde o rio desce com grande enchente.

A Cogerh informa que, nesta terça-feira, 24, os açudes Castanhão, Orós e Banabuiú estão acumulando, juntos, 831,4 milhões de m³ de água, o equivalente a 8,12% de toda a sua capacidade, que é de 10,2 bilhões de m³. O Castanhão acumula 551,5 milhões de m³ dos 6,5 bilhões que pode represar.

Por sua vez, o Canal do Trabalhador está recebendo, neste momento, um volume de 4,8 m³ por segundo graças à operação de quatro motobombas instaladas na Estação Elevatória de Itaiçaba, que também foi visitada nesta terça-feira pelo presidente da Cogerh.

Por sua vez, o sistema de açudes da Região Metropolitana de Fortaleza –  constituído pelas barragens de Pacajus, Pacoti,. Riachão, Gavião, Aracoiaba, Acarape do Meio, Sítios Novos e Maranguapinho – acumula hoje 305,9 milhões de m³, ou seja, 30,1% de sua capacidade, que é de 1 bilhão de m³.

08:07 · 15.04.2018 / atualizado às 08:11 · 15.04.2018 por

Nas últimas 24 horas, o açude Castanhão recebeu um aporte de mais 16,5 milhões de m³, o que elevou para 409,18 milhões de m³ o volume que ele acumula neste domingo, 15/04.

A informação é do presidente da Funeme, Eduardo Sávio.

Hoje, o Castanhão acumula 6,11% de sua capacidade, que é de 6,5 bilhões m³.

Ao mesmo tempo, a barragem de acumulação de Itaiçaba (foto), da qual é bombeada a água que faz operar o Canal do Trabalhador (foto), está vertendo desde as primeiras da madrugada deste domingo. Mas a mellor notícia é esta: estão operando as quatro moto-bombas que elevam a água do rio Jaguaribe até o Canal do Trabalhador. Cada bomba tem capacidade de 1,2 m³. Assim, o Canal do Trabalhador já está transferindo para Fortaleza 4,8 m³/s.

Toda essa água é da enchente do rio Jaguaribe.

 

 

 

10:17 · 14.04.2018 / atualizado às 10:19 · 14.04.2018 por

Informa a Funceme: o nível do açude Castanhão (foto)  – o maior do Ceará, com capacidade para acumular até 6,5 bilhões de m³ – subiu 57 centímetros nas últimas 24 horas.

Isso quer dizer um aporte de 22,5 milhões de m³ de água.

O Castanhão represa hoje 5,8% de sua capacidade, ou 393,08 milhões de m³.

Outra boa notícia: o nível do açude Banabuiú, com capacidade para 1,5 bilhão de m³ e que estava praticamente zerado, subiu 3,49 metros, mas o volume é ainda insignificante.

04:10 · 10.04.2018 / atualizado às 04:13 · 10.04.2018 por

Acendeu a luz de perigo no gabinete das autoridades que administram os recursos hídricos no Ceará.

O alerta é para a situação em que se encontra o sistema de açudes que abastecem Fortaleza e sua população.

Esse sistema é integrado pelos açudes Pacajus, Aracoiaba, Acarape do Meio, Pacoti, Riachão e Gavião (foto), os quais têm capacidade para armazenar cerca de 1 bilhão de metros cúbicos de água.

Hoje, esses açudes acumulam, apenas, 140 milhões de metros cúbicos, ou seja, pouco mais de 10% de sua capacidade, o que é muito pouco, se levarmos em conta que estamos no mês de abril – o chamado mês de chuvas mil.

Para que a Região Metropolitana de Fortaleza tenha água garantida até o fim do ano, será necessário que o Castanhão alcance, pelo menos, 400 milhões de metros cúbicos de água.

Hoje, o Castanhão está com  pouco menos de 300 milhões de metros cúbicos.

07:56 · 19.03.2018 / atualizado às 07:58 · 19.03.2018 por

A Cooperverde, uma cooperativa com sede em Fortaleza da qual são sócios 27 pessoas – entre as quais professores e pesquisadores de universidades e empresários cearenses de diferentes ramos da atividade econômica – acaba de obter apoio financeiro de uma instituição alemã para a implantação de um projeto-piloto que prevê a instalação de placas fotovoltaicas   sobre uma área de 3 mil m² do espelho d’água do açude Castanhão.

O coordenador do projeto e diretor da Cooperverde, professor-doutor Osvaldo Carioca, explicou ao blog que, além de gerar energia solar, o projeto impedirá a evaporação na área coberta pelas placas fotovoltaicas. O professor Carioca adiantou que essa será ampliada à medida que os resultados do projeto-piloto se revelarem positivos como esperam todos os envolvidos nele. Outros grandes açudes do Dnocs – como o Orós, o Banabuiú e o Araras  – também serão alvo da mesma iniciativa

Osvaldo Carioca também antecipou que a Cooperverde já tem pronto um projeto para modernizar o processo de beneficiamento de peixes ao redor do Castanhão, em cujas águas, em tempos normais – isto é, com mais de 30% de sua capacidade de 6,5 milhões de m³ – dezenas de pequenos produtores criam tilápia em gaiolas. O que a Cooperverde deseja é construir uma estrutura industrial que permita o beneficiamento correto dos peixes e, ao mesmo tempo, assegure a integridade das águas do açude. Em alguns pontos da beira do Castanhão, o beneficiamento da tilápia é feito sem qualquer higiene, causado inclusive a poluição das águas do açude.

05:03 · 19.03.2018 / atualizado às 05:03 · 19.03.2018 por

Empresários de outros estados que vieram para o Ceará há 15 anos para produzir alimentos no Perímetro de Irrigação Tabuleiros de Russas (foto), no Vale do Jaguaribe, estão apavorados diante da péssima notícia que lhes chegou, segundo a qual será cortada a água fornecida pela Cogerh, se o açude Castanhão não alcançar, neste inverno, pelo menos um terço de sua capacidade, que é de 6,5 bilhões de m³.

Esses produtores vieram para cá atraídos pela promessa do Governo do Estado de que seu futuro aqui seria brilhante, que haveria água e também todas as condições para a produção de forrageiras para o gado leiteiro.

Se a água faltar, não haverá irrigação nem a produção de alimentos.

E o prejuízo será grande.

Alguns não terão dinheiro nem para voltar para os seus estados e muito menos para pagar suas dívidas com o Banco do Nordeste.

O açude Castanhão represa, hoje, menos de 3,5% de sua capacidade.

04:16 · 16.03.2018 / atualizado às 04:19 · 16.03.2018 por

Atenção!

Os agricultores e pecuaristas do Vale do Jaguaribe tomaram um susto ao receber quinta-feira, 15, a notícia de que, se o açude Castanhão (foto) não alcançar, neste inverno, pelo menos um terço de sua capacidade, a Cogerh cortará o fornecimento de água para as atividades econômicas.

Isso inviabilizará a agricultura irrigada que produz alimentos para o rebanho bovino daquela região, na qual se localiza a maior produtora de leite do Ceará.

Mas não é somente a pecuária que sofrerá: a fruticultura também será apenada, uma vez que depende da água que vem da perenização do Castanhão.

O blor aproveita e informa que a Funceme está prevendo boas chuvas para depois do dia 20 deste mês de março.

Até lá, as chuvas serão esparsas.

O açude Castanhão represa hoje menos de 3,5% de sua capacidade, que é de 6,5 bilhões de m³ de água.