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Tag: Adece


11:25 · 10.07.2018 / atualizado às 12:23 · 10.07.2018 por
Sede da Dilly no Novo Hamburgo (RS). Crédito: Divulgação

A gaúcha Dilly, empresa que opera no interior do Ceará há quatro anos, ampliará a fábrica localizada em Brejo Santo, na região do Cariri, no Sul do Estado, conforme anunciado pelo Diário do Nordeste, e criará 1.637 novos empregos.

Para isso, recebeu apoio do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Brejo Santo que, juntas, estão investindo R$ 8,5 milhões, sendo R$ 8 milhões só do Tesouro estadual, na construção de três galpões industriais, além de outro para uso interno.

O primeiro galpão terá 5 mil m² de área e se destinará à produção cabedal; o segundo terá 4 mil m² e abrigará a produção de solados; o terceiro para depósito de químicos e de resíduos, com  1,6 mil m²; e o quarto galpão de refeitórios e vestiários, com 1,1 mil m².

Unidade fabril no Ceará.

Marcas reconhecidas

Hoje, a Dilly  fabrica para marcas reconhecidas a nível mundial, como Mormaii, Puma, Diadora e Oackley. A empresa comercializa para todo o território nacional com predominância nas regiões Sul e Sudeste. Já as exportações são realizadas para Estados Unidos, Europa, Japão e China.

 

03:05 · 20.06.2018 / atualizado às 03:10 · 20.06.2018 por

Reunidos com o presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Eduardo Neves, empresários cearenses da indústria e da agropecuária questionaram a exagerada burocracia do Governo do Estado, que “só atrapalha a vida do cidadão comum e também a  das empresas”.

Eles estão entusiasmados com a decisão do Governo do Paraná, que há poucos dias, por meio de uma nova legislação, reduziu a quase zero a interferência da burocracia estatal no cotidiano das pessoas e das organizações empresariais.

Na reunião com o presidente da Adece, os  empresários perguntaram o que deseja mesmo o Estado do Ceará: atrair investimentos ou afastar de vez o investidor? Na opinião deles, não tem sentido a série de exigências a que estão submetidas as pessoas – obrigadas, por exemplo, a desnecessários reconhecimentos de firma e a autenticações de documentos, ou, ainda, a renovar, anualmente, uma licença ambiental “com o exclusivo objetivo arrecadatório”.

O excesso de burocracia, no Ceará e nos demais estados brasileiros, estorva o desenvolvimento, inibe investimentos, estressa o investidor, frustra o produtor e reduz a oferta de empregos.

Eduardo Neves ouviu a sugestão no sentido de que o Governo cearenses aproveite a elaboração do Plano Ceará 2050 para criar, dentro dele, uma nova, moderna e enxuta burocracia, para o que bastará copiar a experiência paranaense, que está disponível na internet. “É simples resolver o problema da burocracia, pois se trata de uma decisão – do verbo decidir – do Governo”, disse um agropecuarista ao presidente da Adece.

02:23 · 20.06.2018 / atualizado às 02:27 · 20.06.2018 por

Para o presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), economista Eduardo Neves, suas Câmaras Setoriais são instrumentos muito importantes para a interação das ações do Governo do Estado com as empresas privadas e os organismos públicos que atuam nas diferentes áreas da economia.

“Infelizmente – diz Neves – ainda falta às câmaras a transversalidade”. Ou seja, elas não se comunicam entre si. O que a faz a Câmara de Logística não é do conhecimento da Câmara Setorial do Leite ou da Fruticultura.

Por esta e por outras razões, a Adece faz estudos para reformular a atuação de suas câmaras, para o que sua presidência já promoveu reuniões com os dirigentes de cada uma delas, colhendo sugestões a respeito de como fazer para torna-las dinâmicas, sem burocracia e capazes de dar resposta às demandas de cada setor.

A Adece tem cerca de 20 Câmaras Setoriais.

03:58 · 11.06.2018 / atualizado às 03:58 · 11.06.2018 por

A Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) convocou para uma reunião os presidentes de todas as suas quase 20 câmaras setoriais, incluindo as do agronegócio, que são 11.

Pois bem: a ação dessas câmaras setoriais vai mudar.

O blog apurou que, a partir de agora, elas terão de adequar-se ao Plano Ceará 2050, que ainda está em elaboração.

Da mesma maneira que as câmaras setoriais, também mudará o foco do programa Rotas Estratégicas, elaborado pela Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), que é parceira importante do Governo do Estado na elaboração do Ceará 2050, que estará concluída no fim deste ano.

04:32 · 06.06.2018 / atualizado às 04:34 · 06.06.2018 por

Qual será o destino da usina de biodiesel que a Petrobras construiu em Quixadá.

Esta pergunta o Governo do Ceará, por meio da Adece, está a se fazer.

A usina está fechada há quase dois anos e faz parte dos ativos dos quais a Petrobras está se desfazendo para reforçar seu caixa.

Por que ela fechou? Por um motivo simples:  não havia – e não há – no Ceará mamona e soja suficientes para garantir o seu funcionamento.

Uma fonte do Governo disse ao blog que há alguns grupos com interesse de comprar a usina de biodiesel de Quixadá.

Um deles é sueco e seu interesse é pelos créditos de carbono que a usina poderá gerar.

O outro é finlandês e seu interesse é o mesmo – o crédito de carbono.

Por enquanto, a usina permanece fechada, produzindo apenas despesa para a Petrobras.

04:29 · 07.05.2018 / atualizado às 04:31 · 07.05.2018 por

Estão na cidade de Tel Aviv, em Israel, os empresários cearenses David Girão, sócio da Betânia Lácteos e gerente-geral da Fazenda Flor da Serra, na Chapada do Apodi, e José Luiz Prado, sócio e diretor da Itaueira Agropecuária e especialista em Tecnologia da Informação, e o agrônomo Sílvio Carlos Ribeiro, diretor da Agência de Desenvolvimento do Ceará, Adece.

Eles participarão, a partir de amanhã, terça-feira, 08, de mais uma edição da Agritech, uma das mais importantes conferências mundiais sobre tecnologia da agricultura.

Os três cearenses levaram na sua bagagem o interesse de aprender sobre como produzir mais alimentos com menos água; como desenvolver agricultura nas regiões áridas e semi-áridas, como o Ceará; como, em condições de seca, tratar do meio ambiente e da agricultura; e também como desenvolver agricultura inteligente.

Os maiores especialistas do mundo nesses assuntos farão palestras técnicas na Agritech.

O trio de cearense viajou sábado pela KLM de Fortaleza direto para Amsterdam e de lá para Tel Aviv.

A conferência se prolongará até quinta-feira.

03:59 · 27.04.2018 / atualizado às 04:00 · 27.04.2018 por

O Banco do Nordeste e a Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) vão tornar-se parceiras.

Assinarão, nos próximos dias um Acordo de Cooperação, por meio do qual o BNB apoiará as ações da Adece voltadas para o fortalecimento do agronegócio no Ceará.

O diretor de Agronegócio da Adece, Sílvio Carlos Ribeiro, disse ao blog que esse acordo de cooperação disciplinará e integrará as ações dos dois organismos voltados para o desenvolvimento da agropecuária cearense.

O texto do acordo está sob análise do setor jurídico da Adece.

03:58 · 17.04.2018 / atualizado às 04:00 · 17.04.2018 por

Nesta terça-feira, 17, técnicos do Banco do Nordeste e da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) vão reunir-se com o objetivo de juntarem esforços no sentido de reestruturar o setor agropecuário deste Estado.

A reunião será na sede do BNB, no Passaré, aqui em Fortaleza.

O diretor de Agronegócio da Adece, Sílvio Carlos Ribeiro, está entusiasmado com o encontro, uma vez que a iniciativa partiu do  próprio BNB, que ser parceiro do esforço do Governo estadual na execução de 19 projetos de apoio aos agropecuaristas cearenses.

Esses projetos consumirão recursos de R$ 19 bilhões, metade dos quais virá do Tesouro estadual cearense.

Os empresários agropecuaristas estão otimistas diante das boas chuvas que caem no interior, já recarregando, embora discretamente ainda, os grandes açudes do Estado.

Com água, a agropecuária poderá dobrar sua produção.

04:17 · 23.03.2018 / atualizado às 04:17 · 23.03.2018 por

O diretor de agronegócio da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Sílvio Carlos Ribeiro, está participando, desde segunda-feira, em Brasília, do Fórum Mundial das Águas, que se encerra nesta sexta-feira, 23.

De lá, ele transmite ao blog uma mensagem na qual revela que o uso da água para a produção de alimentos tem sido um dos temas mais debatidos no Fórum.

Sílvio Ribeiro informa que o mundo todo está procurando produzir mais alimentos com menos água.

Para isso, as grandes empresas agrícolas, inclusive as do Brasil, já utilizam as modernas tecnologias, que, entre outras coisas, contam com sensores que facilitam o manejo da irrigação, o que leva à redução do uso de água.

O Fórum Mundial das Águas tem salientado que é primordial um plano de gestão das bacias hidrográficas – como a do Jaguaribe, por exemplo – com foco no gerenciamento da agricultura irrigada.

Aqui no Ceará, esse gerenciamento ainda não existe de forma eficiente, razão pela qual se gasta muita água com a irrigação de lavouras que não geram empregos.

06:56 · 14.02.2018 / atualizado às 06:57 · 14.02.2018 por

Os empresários cearenses que praticam a agricultura irrigada estão muito preocupados com a situação dos recursos hídricos do Estado.

Essa preocupação tem um motivo, que é a situação dos açudes Castanhão, Orós, Banabuiú e Araras, os quais se encontram praticamente secos e não foram ainda recarregados pelas chuvas que nos últimos dias têm desabado sobre o Ceará.

Os empresários com os quais conversei nos dias de carnaval entendem que o governo do Estado deve, o mais rápido possível, criar um Plano Estratégico para a Agricultura Irrigada.

Eles acham que, por causa do esvaziamento dos açudes, a alternativa correta será a instalação de uma ou duas usinas de dessalinização da água do mar na Região Metropolitana de Fortaleza, para cuja população poderiam ser produzidos e distribuídos até 3 metros cúbicos de água por segundo.

Com isso, seria possível aumentar a oferta de água dos açudes para a produção de alimentos via irrigação. Mas só quando os açudes estiverem recarregados, evidentemente.

A Adece e a Secretaria de Recursos Hídricos estão elaborando um programa que prevê uma nova outorga de água para a irrigação, cujos detalhes ainda não são conhecidos.

Mas é um bom sinal saber que se mexe o Governo.