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Tag: Adece


13:17 · 17.08.2017 / atualizado às 13:17 · 17.08.2017 por

A cajucultura cearense – e a do Nordeste como um todo – enfrenta grave problema: o fim do ciclo do cajueiro tradicional, de copa larga, aquele que as pessoas de 70-80 anos se acostumaram a ver no litoral e em boa parte do interior do Estado.

Pois bem, esse cajueiro tradicional já deu o que tinha de dar.

Ele agora precisa de ser substituído – e rapidamente – pelo cajueiro anão precoce, criado e desenvolvido pela Embrapa, cuja tecnologia chegou à Ásia, onde o Vietnã já é o maior produtor mundial de castanha de caju exatamente porque cultiva o cajueiro anão.

Mas há uma boa notícia: a Embrapa Agroindústria Tropical, com sede aqui em Fortaleza, está desenvolvendo na fazenda Pimenteira, da empresa cearense Cione, um programa de renovação dos pomares de cajueiro.

A experiência, que caminha com sucesso, foi visitada pela presidente da Adece, Nicole Barbosa, e pelo seu diretor de Agronegócio, Sílvio Carlos Ribeiro, que gostaram do que viram.

Resultado: o Governo do Estado, por meio da Adece, deve tornar-se parceiro desse projeto, com o qual pretende reanimar a cajucultura cearense.

04:24 · 16.08.2017 / atualizado às 04:24 · 16.08.2017 por

O Governo do Ceará, por meio de sua Agência de Desenvolvimento (Adece), presidida por Nicole Barbosa, acaba de criar uma nova Câmara Setorial.

Trata-se da Câmara Setorial da Equinocultura, que se dedicará a projetar e executar ações para o maior desenvolvimento genético do rebanho equino do Ceará.

A proposto: o Ceará tem alguns dos melhores haras de cavalos Manga Larga Marchador e de Quarto de Milha, duas das principais raças existentes no Brasil.

A Câmara Setorial da Equinocultura terá 25 integrantes, vários dos quais representarão as entidades privadas que se dedicam à criação de cavalos de raça.

05:08 · 26.07.2017 / atualizado às 05:08 · 26.07.2017 por

Vem aí a Câmara Setorial da Água e Desenvolvimento.

Ela será instalada e operará no âmbito da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece).

O blog apurou que foi o próprio governador Camilo Santana quem sugeriu e trabalhou para que essa câmara fosse criada e instalada.

A instalação será até o fim do próximo mês de agosto.

A Câmara da Água e Desenvolvimento terá, entre seus quase 30 componentes, representantes dos setores de frutas, flores, leite, camarão e tilápia, que integram o agronegócio.

Essa câmara setorial terá a tarefa de liderar os esforços no sentido da produção de políticas voltadas para o melhor aproveitamento da água em projetos agropecuários e industriais.

A ideia é, usando a melhor tecnologia, produzir mais com menos água.

É o sonho do mundo todo.

04:19 · 21.06.2017 / atualizado às 04:19 · 21.06.2017 por

O setor do agronegócio responde por 30% de tudo o que o Estado do Ceará exporta para o exterior.

E o Ceará exporta – entre outros produtos – castanha de caju, lagosta, banana, melão, melancia, mamão e couros e peles.

Há cinco anos, só a fruticultura exportou o equivalente a US$ 135 milhões.

Com a crise da oferta de água, a agricultura irrigada reduziu sua produção, razão pela qual, neste ano de 2017, as exportações de frutas registrarão uma queda acentuada.

04:16 · 31.05.2017 / atualizado às 04:16 · 31.05.2017 por

O deputado estadual Carlos Matos (PSD), ex-secretário de Agricultura Irrigada do Ceará, está questionando a existência do Instituto Agropolos, criado já faz muitos anos para dar apoio aos projetos ligados, principalmente, à agricultura irrigada e à pecuária.

De acordo com Carlos Matos, o Agropolos não funcionou e, por isto mesmo, o governo foi obrigado a criar uma diretoria de agronegócio na Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e uma Secretaria específica para a Agricultura, a Pesca e a Aquicultura (Seapa).

Ainda segundo o deputado Carlos Matos, que se reuniu com 15 empresários da agropecuária cearense, o que falta hoje é gestão eficiente, porque, na área dos recursos hídricos, o Governo do Estado tem um bom planejamento estratégico.

Mas este blog pode afirmar que, se os açudes Orós, Banabuiú e Castanhão estivessem cheios, não haveria essa discussão, pois os problemas não apareceriam.

15:59 · 30.05.2017 / atualizado às 16:00 · 30.05.2017 por
Os impactos causados pela seca na produção agrícola das regiões do Médio e Baixo Jaguaribe servirão de base para a elaboração de uma série de ações a serem desenvolvidas pelo Governo do Estado. No prazo de 60 dias, um Grupo de Trabalho liderado pela Adece fará um estudo que subsidiará os produtores no esforço de recuperação dos prejuízos que lhes causaram cinco anos e meio de baixa pluviometria. O alvo desse esforço serão os produtores de frutas, tilápia e camarão, 
Na manhã desta terça-feira, 30, cerca de 25 atores diretamente envolvidos na questão estiveram reunidos no auditório da Adece para debater o assunto. Dentre os presentes, a presidente da Adece, Nicolle Barbosa; o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Recursos Hídricos da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, deputado Carlos Matos; o prefeito de Jaguaribara, Joacy Junior; membros do grupo SOS Desenvolve Jaguaribe, além de produtores, representantes de perímetros irrigados e comitês de bacias hidrográficas cearenses.
 
Conforme a presidente da Adece, Nicolle Barbosa, a ideia é que o Grupo de Trabalho apresente, até o dia 20 de julho, alternativas para desenvolver a fruticultura da região jaguaribana. “Recebemos aqui um pleito do grupo SOS Desenvolve Jaguaribe e estamos atendendo o pedido. Trata-se da região que produz e exporta 70% das frutas cearenses. Além dos produtores de frutas, ouvimos ainda no encontro produtores de camarão, tilápia e pecuaristas”, explicou Nicolle.
 
O Grupo de Trabalho reunirá representantes dos principais órganismos do Governo do Estado envolvidos no agronegócio, entre os quais a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), a Ematerce, a Secretaria da Agricultura, Pesca e Aquicultura e a   Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).
10:20 · 25.05.2017 / atualizado às 10:20 · 25.05.2017 por

Por causa da crise de oferta de água que vivem o Ceará e sua capital, a Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) está estruturado uma nova Câmara Setorial.

Será a Câmara Setorial da Água e Desenvolvimento.

Ela cuidará dos recursos hídricos, abrangendo, inclusive, os projetos ligados à agricultura irrigada e à aquicultura, que inclui a criação de camarão e tilápia.

Eu apurei que a nova Câmara Setorial será integrada, majoritariamente, por organismos públicos estaduais e federais, além de representantes das outras câmaras setoriais que têm ligação direta com os recursos hídricos.

A Adece pretende, com a Câmara da Água e Desenvolvimento, juntar sob um só endereço as políticas públicas ligadas à produção, à distribuição e ao uso da água para fins sociais e econômicos.

Será a primeira do País a existir.

Ela deverá ser instalada até o fim do próximo mês de junho.

04:40 · 09.05.2017 / atualizado às 04:43 · 09.05.2017 por

A Adece e o Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura da USP – celebraram uma parceria estratégica.

Por meio dela, os especialistas do Cepea farão uma avaliação sobre o setor do agronegócio no Ceará.

Será a primeira vez que o agronegócio cearense será avaliado por um organismo externo, que nada tem a ver com a economia estadual.

Entre as ações previstas nessa parceria, constam o acompanhamento e a avaliação do agronegócio na geração de emprego e renda no Ceará.

O ex-presidente da Adece, agrônomo Zuza de Oliveira, considera positiva a iniciativa, mas acha que este momento de crise hídrica, que já expulsou do Ceará empresas de fruticultura, deveria ser aproveitado para a formulação de planos que recuperem as cadeias produtivas da agropecuária cearense.

A propósito: a Adece criará mais uma Câmara Setorial, a Câmara Setorial da Água e Desenvolvimento.

05:20 · 17.04.2017 / atualizado às 05:21 · 17.04.2017 por

Nicole Barbosa, presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará, Adece, distribuiu aos jornalistas, na Semana Santa, ovos de páscoa feitos de cacau cultivado, colhido e beneficiado no Ceará.

Foram os primeiros ovos de páscoa genuinamente cearenses.

Isso foi possível porque, há cinco anos, a Adece celebrou parceria com a União dos Agronegócios do Vale do Jaguaribe (Univale), com a Embrapa Semiárido e com a Comissão Executivo do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

Juntos, esses organismos subsidiaram a realização de pesquisas em torno do cultivo do cacau em solo irrigado do Ceará.

As pesquisas estão dando resultados positivos, indicando que o cacau será a próxima fronteira agrícola a ser explorada aqui no Estado.

A produtividade do cacau cearense é alta: 2.250 quilos por hectare.

E sua viabilidade econômica está provada, pois o cultivo do cacau se desenvolve muito bem em áreas irrigadas.

Agora, um detalhe: o cacau cearense foi transformado em chocolate e em ovo de páscoa por uma turma de 25 alunos da Escola de Vida, Sabor e Arte, os quais, sob a orientação da chef pâtisserie Lia Quinderé, se submeteram a um curso especial durante o qual aprenderam a arte de tudo fazer com o chocolate.

10:20 · 23.02.2017 / atualizado às 10:21 · 23.02.2017 por

A presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Nicole Barbosa, vai reunir-se com os presidentes de suas mais de 15 câmaras setoriais.

A ideia de Nicole é a de dar maior dinamismo à atuação das câmaras, que são, na opinião dela, instrumentos importantes para as políticas públicas voltadas para o desenvolvimento.

Aliás, o blog deve informar que já está sendo formatada mais uma câmara setorial.

Agora, será a Câmara Setorial da Equinocultura – uma atividade que, no Ceará, tem crescido em alta velocidade.

Estão nesta Estado algumas das melhores e maiores fazendas brasileiras de criação e cavalos quarto de milha e manga larga marchador.