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Tag: Carlos Prado


04:28 · 19.07.2017 / atualizado às 04:28 · 19.07.2017 por

No próximo mês de agosto, o superintendente da Sudene, baiano Marcelo Neves, virá a Fortaleza.

Ele mesmo informou o presidente da Federação das Indústrias do Ceará, Beto Studart, de que deseja reunir-se com o empresariado cearense para transmitir as novidades que sua gestão empreende à frente da Sudene.

Essas novidades, aliás, são elogiadas pelo empresário Carlos Prado, que atua na agricultura e na indústria do Ceará.

De acordo com Carlos Prado, a Sudene conseguiu desburocratizar o setor de incentivos fiscais, que agora libera em muito pouco tempo os pleitos de reinvestimento de 75% do Imposto de Renda devido pelas empresas instaladas na área de atuação daquela autarquia.

04:20 · 29.05.2017 / atualizado às 04:20 · 29.05.2017 por

Para o empresário Carlos Prado, que recebeu a Medalha do Mérito Industrial outorgada pela Federação das Indústrias (Fiec), o Governo do Ceará tem dois lados, o bom e o ruim.

O lado bom – segundo ele – é a boa performance do Estado na área da educação: das 100 melhores escolas do ensino fundamental do Brasil, 77 estão aqui no Ceará.

É o Estado do Ceará o que tem, hoje, o melhor equilíbrio fiscal, ou seja, está com suas contas organizadas, gastando menos do que arrecada.

Mas, na opinião de Carlos Prado, há o lado ruim, que é representado pela crise de oferta de água, causada pela natureza, que negou chuvas para a recarga dos açudes.

Como consequência dessa crise, a produção estadual da agricultura irrigada praticamente foi paralisada, só existindo nas fazendas de produção que usam água de poços profundos.

Carlos Prado, porém, aposta suas fichas na capacidade criativa dos secretários de Recursos Hídricos, Francisco Teixeira; do Desenvolvimento Econômico, César Ribeiro; e do Planejamento e Gestão, Maia Júnior, os quais “saberão encontrar as saídas para essa crise hídrica, que só se agrava”, conclui Carlos Prado.

04:35 · 03.05.2017 / atualizado às 04:37 · 03.05.2017 por

Empresas e empresários cearenses ligados ao agronegócio estão em Ribeiro Preto, no interior de São Paulo, onde participam da Agrishow, uma das quatro maiores feiras mundiais de tecnologia agrícola.

Uma dessas empresas é a Cemag, que fabrica máquinas e implementos agrícolas vendidos para agricultores do Sudeste, do Sul, do Nordeste e do Centro-Oeste brasileiros.

O blog conversou com Carlos Prado, sócio majoritário da Cemag, cuja fábrica se localiza em Fortaleza, onde opera há 40 anos.

Prado disse que o estande da Cemag na Agrishow tem sido visitado permanentemente por agricultores que querem conhecer seus novos lançamentos, dos quais o que chama mais atenção é a máquina selecionadora de frutas e hortaliças.

Essa seleção é automática e feita pelo peso de cada unidade. Isso é possível graças a uma tecnologia desenvolvida por dois jovens alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, o IFCE.

Antes que essa tecnologia genuinamente cearense existisse, a máquina selecionadora era importada.

Na terça-feira, 2/5, o estande da Cemag na Agrishow foi visitado por agricultores do Chile, que demonstraram interesse em adquirir a máquina selecionadora. Os entendimentos prosseguirão nesta quara-feira, 3.

09:38 · 19.04.2017 / atualizado às 09:46 · 19.04.2017 por

A empresa industrial cearense Cemag, que produz há 44 anos, em Fortaleza, máquinas e implementos agrícolas, anuncia que apresentará sete novos produtos na Agrishow, maior feira latino-americana de tecnologia agrícola, que se realizará de 1 a 5 de maio na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo.

Uma dessas máquinas fabricadas pela Cemag é uma selecionadora de melão e mini-melancia.

A máquina, que antes era importada do estrangeiro, está sendo produzida no Ceará graças à tecnologia desenvolvida por dois jovens alunos do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, o IFCE.

Foi a eles que recorreu o empresário Carlos Prado (foto), sócio-presidente da Cemag.

A tecnologia foi patenteada e hoje é utilizada, com exclusividade, pela Cemag para a fabricação dessa máquina, que já tem muitas encomendas de empresas de fruticultura do Nordeste e do Sudeste do País.

Ela, por meio de sensores, seleciona os produtos pelo seu peso, facilitando a tarefa de embalagem de cada fruta em suas respectivas caixas. Isso reduz o tempo da embalagem e aumenta a produtividade.

 

12:36 · 09.03.2017 / atualizado às 12:38 · 09.03.2017 por

A Federação das Indústrias do Ceará anunciou os nomes dos três homenageados deste ano com a Medalha do Mérito Industrial.

São eles Carlos Prado (foto), sócio e diretor da Cemag, que fabrica máquinas e implementos agrícolas;

Everardo Telles, que atua na agroindústria, produzindo aguardente e embalagens, e também na pecuária;

e Carlos Gama, um dos líderes da indústria da construção civil do Ceará.

A escolha da Fiec foi justa, merecida e oportuna, porque os três homenageados tiveram e ainda têm,  hoje, uma ativa participação em suas empresas e também na vida da indústria estadual cearense, criando e mantendo centenas de empregos.

A entrega da Medalha do Mérito Industrial será feita na Festa da Indústria, no próximo mês de maio.

04:26 · 14.02.2017 / atualizado às 04:26 · 14.02.2017 por

O empresário Carlos Prado, sócio majoritário e presidente da Itaueira Agropecuária, disse ao blog que, se as chuvas voltarem e recarregarem os grandes açudes do Estado, garantindo a regularidade da oferta de água para a agricultura irrigada na região do médio e baixo Jaguaribe, sua empresa – que transferiu seu campo de produção para o Rio Grande do Norte – retornará ao Ceará.

A Itaueira mudou-se no ano passado para Ipanguaçu, no Vale do Açu, no Rio Grande do Norte, onde está colhendo sua primeira safra de melões e melancias.

Dessa safra, 90% se destinam ao mercado interno brasileiro, e só 10% vão para os mercados dos Estados Unidos, Canadá e Europa.

Carlos Prado, porém, advertiu que, mesmo voltando a produzir no Ceará, a Itaueira manterá sua produção no Rio Grande do Norte, onde fez grandes investimentos.

04:20 · 20.07.2016 / atualizado às 04:23 · 20.07.2016 por

FORTALEZA, CE, BRASIL, 05/09/2013, NEGOCIOS: PRODU«√O DO MEL√O REI, DA EMPRESA CEARENSE ITAUEIRA AGROPECU¡RIA S.A. , 23NE4716, 23/10/2015, NEGOCIOS, DIVULGACAO,

Dois grandes empresários cearenses – Carlos Prado, sócio e presidente da Itaueira Agropecuária, e Cristiano Maia, sócio majoritário da Samaria Aquicultura – serão homenageados no próximo dia 15 de agosto, em Natal, pelo governo do Rio Grande do Norte.

Por que?

Porque estão investindo pesadamente no vizinho Estado.

A Itaueira está a produzir melão no Vale do Açu, onde já plantou e vai colher, a partir de agosto, a safra de melão e melancia 2016-2017.

A Samaria investe em um gigantesco projeto de criação de camarão em cativeiro.

As duas empresas – que têm sede em Fortaleza – abriram na geografia potiguar mais de 2 mil empregos, e é por isto mesmo que o govrnador do Rio Grande do Norte e seu secretário de Agricultura estarão presentes ao jantar com que homenagearão Carlos Prado e Cristiano Maia.

12:09 · 21.04.2016 / atualizado às 12:10 · 21.04.2016 por
Carlos Prado, vice-presidente da FederaÁ„o das Ind˙strias do Cear· - Negocios - 07ne0201 - DIVULGACAO
Carlos Prado, vice-presidente da FederaÁ„o das Ind˙strias do Cear·
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Este blog conversou com o empresário Carlos Prado (foto), assessor da presidência da Fiec e um dos líderes da agricultura cearense.

Ele integrou o grupo de empresários e autoridades do Estado que visitaram, terça-feira, 19/04, as obras de implantação do Canal Norte do Projeto São Francisco de Integração de Bacias.

Carlos Prado disse que está otimista com o ritmo das obras, que deverão ficar prontas até o próximo mês de outubro, quando as águas do rio São Francisco chegarão ao Ceará.

Mas ele explicou que a viagem das águas, desde a barragem de Jati, no Sul do Estado, até o açude Castanhão, o seu destino final, vai demorar de três a quatro meses.

Carlos Prado torce para que 2017 seja um ano de bom inverno para recarregar os grandes açudes e para permitir que se retome o ritmo de produção da agricultura irrigada do Ceará.

04:35 · 11.03.2016 / atualizado às 04:35 · 11.03.2016 por

Ainda não ficou pronta a obra de construção do Projeto S. Francisco de Integração de Bacias, mas as federações das indústrias dos quatro estados que por ele serão beneficiados – Ceará, Frio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco – já se preocupam com o preço da água que será fornecida pela Codevasf, já designada pelo Governo Federal gestora do empreendimento.

Ontem, quinta-feira, 10, às 11h30min, em Fortaleza, no gabinete do presidente da Federação das Indústrias do Ceará, Beto Studart, foi decidido que, nos dias 7 e 8 de julho deste ano, será realizado no Centro de Eventos do Ceará um seminário que debaterá sobre os vários aspectos do Projeto S. Francisco, incluindo, destacadamente, a questão da tarifa da água.

Originado em um grupo de empresários cearenses da indústria e da agropecuária, a ideia do seminário recebeu o apoio da unanimidade dos presidentes das federações das indústrias do Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão. Oempresário Carlos Prado, que faz parte do grupo idealizador, explicou que o seminário tem vários objetivos, um dos quais é o de pressionar o Ministério da Integração Nacional no sentido de fazer cumprir o cronograma da obra, que se encaminha para o seu final. O início da operação dos canais Leste e Norte do projeto está previsto para o fim deste ano.

Os líderes nordestinos da indústria foram informados de que a Codevasf contratou a Fundação Getúlio Vargas, que há alguns meses realiza estudos sobre a melhor maneira de operacionalizar o Projeto S. Francisco. Os técnicos da FGV, por instrução da Codevasf, incluiu a tarifação da água entre as prioridades desse estudo. Os presentes à reunião de ontem na Fiec concordaram que a fixação da tarifa da água é, mesmo, “o maior problema a ser resolvido antes do início da operação do Projeto S. Francisco”.

O presidente da Federação das Indústria da Paraíba, Francisco Buega Gadelha, transmitiu uma boa notícia, segundo a qual as águas do São Francisco chegarão em janeiro à cidade de Campina Grande, na Chapada da Borborema, no interior paraibano.

A organização técnica do seminário será feita pela área empresarial – ouvidas as sugestões das federações das indústrias dos estados beneficiados pelo projeto – com o apoio da Secretaria de Recursos Hídricos do Governo do Ceará. A Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) – conforme anunciou seu presidente, Beto Studart – apoiará a realização do evento, que terá a presença de diretores e técnicos da Chesf, Codevasf, Agência Nacional de Águas, Dnocs e de renomados especialistas nacionais e regionais na área.

06:30 · 26.10.2015 / atualizado às 06:32 · 26.10.2015 por

palmaPor que o México usa a palma forrageira como item obrigatório de sua famosa culinária e o Nordeste brasileiro, que a tem como alimento para o gado leiteiro, ainda não aprendeu a fazê-lo?

Na recente PMA Fresh Summit, maior feira de frutas das Américas, encerrada domingo, 25, na cidade norte-americana de Atlanta, o gigantesco estande do México instalou uma cozinha só para preparar pratos de sua culinária.

Um desses pratos foi preparado pela “chef” Dolores especialmente para este blogueiro: palma cozida na água e sal. Uma delícia!

Em 20 minutos, D. Dolores preparou a palma, que, antes de ir para a panela, foi lavada e despojada de alguns espinhos. Em seguida, cortada em pequenos pedaços, como cubos.

Ao blogueiro foram servidos, crus, alguns pedaços da palma. Ela tem o sabor do quiabo, inclusive sua baba característica.

Vinte minutos depois de cozinhar numa frigideira com água e uma pitada de sal, a palma em pedaços estava com uma cor verde clara. D. Dolores e sua arte preparam um prato com uma porção da palma, ao lado do qual dois copinhos de plásticocom molhos que ela jpá havia preparado. Esses molhos deram ainda mais sabor ao que já era saboroso.

No Nordeste brasileiro, estima-se que há hoje 500 mil hectares cultivados com palma forrageira, inclusive no Ceará. Os criadores de gado leiteiro usam-na para alimentar seu rebanho, principalmente em épocas de seca, como agora.

Mas, se os mexicanos – seguindo a tradição de seus ancestrais aztecas – usam a palma para o seu próprio alimento, porque os nordestinos podemos fazer o mesmo? Há pesquisas científicos sobre apalma, mas todas voltadas para seu uso animal.

O empresário Carlos Prado considera que essa palma pode servir muito bem como ingrediente da merenda escolar. A palma – asseguram os mexicanos –  tem virtudes medicinais. De acordo com eles, a palma melhora a função dos intestinos e, ainda, cabe em todas as dietas de emagrecimento.

Alô, alô, Embrapa!