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Tag: Crise econômica


09:27 · 17.06.2017 / atualizado às 09:27 · 17.06.2017 por

Joesley Batista, um dos dois donos da JBS (o outro é seu irmão Wesley), está de volta.

Ele concedeu uma entrevista à revista Época, em que afirma que o presidente Michel Temer é o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa em ação no País.

Joesley agrava a situação de Temer, causado mais um “fato novo” que pode levar Temer à renúncia, algo que ele já reiterou que não fará, ou ao impeachment.

Dessa organização criminosa fazem parte os assessores mais diretos de Temer, como Gedel Vieira Lima, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Henrique Alves, estes dois últimos presos pela Operação Lava Jato.

Mas Batista envolve também o PT na sua nova delação – desta vez sem prêmio, o que ajuda a barafundar o cenário político, agravando a crise da economia, que segue paralisada.

Aguardam-se “fatos novos” na próxima semana.

 

 

 

17:00 · 14.04.2016 / atualizado às 17:05 · 14.04.2016 por

dívida públicaAs contas do Governo Federal fecharão este exercício de 2016 com um déficit que está hoje na casa dos R$ 106 bilhões.

Mas esse rombo poderá aumentar em mais R$ 313 bilhões.

Este é o cálculo de economistas diante de recente decisão, tomada liminarmente pelo Supremo Tribunal Federal, que estabeleceu que sobre a dívida dos estados diante da União deve incidir juros simples e não juros compostos.

A decisão final ainda será tomada pelo Supremo em reunião sem data marcada até agora.

O entendimento preliminar dos ministros do Supremo está beneficiando, principalmente, os estados que não ligaram para as despesas, aumentando-as até acima do limite permitido pela Lei.

Não é o caso do Ceará, cujo governo tem gastado só o que permite a sua receita, pelo menos é o que diz e repete o seu secretário da Fazenda, Mauro Benevides Filho.

Mas Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro, que atrasaram e mantêm atrasado o pagamento do seu funcionalismo, gastaram demais e hoje estão comendo o pão que seus próprios governos amassaram.

Um dia veremos  um Brasil organizado.

Quando isso será, ninguém sabe hoje.

14:33 · 06.04.2016 / atualizado às 14:35 · 06.04.2016 por

shoppingAqui no Brasil, entre os anos de 200 e 2015, foram construídos e inaugurados 259 novos shopping centers.

No mesmo período, dezenas de shopping centers antigos foram ampliados.

Houve, então, uma super oferta de lojas para os comerciantes e para os consumidores do País.

E aí veio a crise, que já dura dois anos e que levou a graves dificuldades centenas de empresários lojistas em todos os estados onde existem os grandes centros de compras.

Aqui em Fortaleza, os efeitos da crise podem ser vistos nos shopping centers, onde várias lojas fecharam.

Mas o empresário cearense do varejo é muito criativo, e para driblar este momento de dificuldade inventa promoções e facilita o pagamento, tudo para manter as vendas.

A crise política, que é a mãe da crise econômica, está hoje alcançando o seu clímax, mas até que ela seja superada ainda passarão algumas semanas.

A saída é trincar os dentes e pedir a Deus que tudo se resolva logo.

09:56 · 07.03.2016 / atualizado às 13:23 · 07.03.2016 por

Ou o Governo reduz os juros básicos da economia, ou a crise em que o País está mergulhado piorará, perigosamente. Esta é a opinião de Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda do governo Itamar Franco e da Integração Nacional no primeiro governo Lula, que me concedeu nesta segunda-feira, 7, uma entrevista cuja íntegra está na TVDN.

Para Ciro Gomes, o Brasil corre o risco de uma “venezualização”, com o violento e físico enfrentamento nas ruas dos grupos a favor e contra o governo. Seria o clímax da crise política que mantém acesa a chama da crise econômica, a qual, por sua vez, reduziu a atividade industrial, aumentou o desemprego, reduziu as receitas e aumentou o s gastos do governo e ampliou a dívida pública, que já se aproxima dos 100% do PIB.

04:13 · 01.03.2016 / atualizado às 04:17 · 01.03.2016 por

mais criseChegamos ao mês de março.

Este ano está passando muito rápido, graças a Deus, pois assim será possível que também  passe rápida a crise que já desempregou e mantém desempregados quase 10 milhões de brasileiros.

Pois bem: estamos dentro de uma crise econômica, agravada por outra – a crise política – para a qual não há solução à vista.

A crise da economia levou à paralisia da indústria e do comércio e, por via indireta, causou a redução da receita tributária do Governo da União, dos Estados e dos Municípios.

Mas, apesar disso, uma ala radical do PT exige que o governo da presidente Dilma aumente em 20% o valor mensal do Bolsa Família e que utilize as reservas monetárias do País, que hoje são de US$ 360 bilhões, para o financiamento de obras de infraestrutura, saneamento e habitação, incluindo o Minha Casa Minha Vida.

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, já disse que é contra essa sugestão do PT.

Como se nota, a presidente Dilma não tem apenas a oposição do PSDB, do DEM e de parte do PMDB, mas também a do seu próprio partido.

Conclusão: está difícil, muito difícil, enxergar uma solução para a crise da economia, uma vez que a crise da política só se agrava.

04:31 · 23.02.2016 / atualizado às 04:34 · 23.02.2016 por

sem atividadeEste blog perguntou aao secretário da Fazenda do Ceará, Mauro Benevides Filho, como ele vê o desenrolar da crise que sacode a economia brasileira, atingindo principalmente a atividade industrial, causando, além do desemprego, a queda da arrecadação tributária da União e dos Estados.

Mauro Filho respondeu, contando que tem conversado com empresários cearenses de varidos portes, e todos têm-lhe dito que desde o ano passado suspenderam seus investimentos.

Alegam os empresários que, por causa dessa crise, a economia do País não tem um horizonte nem no curto, nem no médio nem no longo prazos.

Assim, sem uma luz no fim do túnel, nenhum empresário arrisca-se a fazer investimentos na implantação de novas ou na ampliação de suas atuais empresas.

Resultado: a paralisia da economia, principalmente na área da indústria.

No Ceará, segundo o relato de Mauro Filho, várias grandes empresas demitiram pessoal no recente mês de janeiro e também neste fevereiro.

Mas o secretário da Fazenda aposta em que, tão logo, por exemplo, o Congresso Nacional ou Poder Judiciário decida se haverá ou não impeachmentdapresidente, aí o quadro da economia mudará, pois a crise deixará de existir.

04:14 · 23.02.2016 / atualizado às 10:20 · 23.02.2016 por

MauroAtenção!

O Governo do Ceará teve, no mês de janeiro passado, uma queda em sua arrecadação.

Essa queda foi do tamanho de R$ 133 milhões.

Esta informação foi transmitida ao blog pelo secretário da Fazenda do Estado, economista Mauro Benevides Filho.

Por isso, todo o esforço dele e de sua equipe na Sefaz é no sentido de manter equilibradas as contas estaduais.

Mauro Filho não quer – como ele mesmo afirmou – que o Ceará caia na vala comum onde já se encontram vários estados, inclusive alguns muito ricos como o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro, cujos governos estão atrasando o pagamento de fornecedores, ao mesmo tempo em que dividem em três prestações o pagamento mensal da folha de pessoal.

O secretário Mauro Filho também afirmou que, ao longo deste exercício de 2016, o governo cearense deverá fazer novos cortes de gastos para manter em dia o pagamento dos servidores e dos fornecedores e, ainda, o cronograma das obras públicas estaduais.

Mas isso está ficando cada vez mais difícil por causa da queda da arrecadação.Tudo isso é consequênia da crise da economia, que se mantém por causa de outra crise – a política, que parece insolucionável.

 

04:35 · 17.02.2016 / atualizado às 04:37 · 17.02.2016 por

Crise políticaUm grupo de 20 empresários cearenses reuniu-se na última segunda-feira, 15/02, na hora do almoço.

O cardápio do encontro foi uma análise do preocupante quadro de crise política e econômica do País.

Por causa dessa dupla crise, a atividade industrial foi teduzida e, em consequência, explodiu o desemprego.

O empresário Carlos Prado, decano do grupo, considerou que esta é a mais grave crise que até hoje o País já enfrentou.

Ele disse que não há qualquer sinal de que esta crise será superada no curto prazo, e por esta razão aconselhou seus colegas a que reduzam seus custos e reajustem seus orçamentos para que sobreviva o negócio de cada um.

Os empresários presentes concordaram com a gravidade da crise e lamentaram que falte, neste momento, ao Brasil uma liderança nacional que possa unir a sociedade em busca de uma saída que tire o País do buraco em que está metido.

03:08 · 05.02.2016 / atualizado às 03:13 · 05.02.2016 por

portugalBerlim (Alemanha) – A fruticultura de Portugal está sendo diretamente prejudicada pela grave crise por que passa a economia do Brasil.

Aqui em Berlim, onde se realiza a Fruit Logistica, maior feira de frutas do mundo, este blog conversou com José Antônio Canha, diretor da  Portugal Fresh – que é a entidade semelhante à brasileira Abrafrutas, que reúne todos os produtores de frutas do País.

Ele disse que as vendas de pera portuguesa para o Brasil foram reduzidas em 20 mil toneladas.

Ele contou que, quando o dólar subiu no Brasil, os supermercados brasileiros, inclusive os de Fortaleza –  reduziram as encomendas de pera, sendo que em alguns houve até o cancelamento dos pedidos.

Canha revelou que, até abril do ano passado, a Portugal Fresh exportava 60 mil toneladas, por ano, de pera para o Brasil.

Hoje, exporta apenas 40 mil toneladas.

A fruticultura portuguesa é forte. Ela exporta anualmente, em frutas, o equivalente a 1,2 bilhão de euros, ou R$ 4 bilhões.

04:00 · 05.01.2016 / atualizado às 04:06 · 05.01.2016 por

criseHá uma crise econômica que chega, neste 2016, ao seu ponto culminante.

A inflação está em dois dígitos, beirando os 11%;

A atividade industrial frequenta o seu nível mais baixo nos últimos 15 anos;

O desemprego sobe, assim como sobe a desconfiança do empresariado no governo.

Por causa da retração da produção e do consumo, caiu a receita tributária da União, dos estados e dos municípios.

Os prefeitos cearenses estão protestando contra os governos federal e estadual, que reduziram os repasses constitucionais.

Acontece, porém, que os prefeitos têm a maior culpa pelas dificuldades que hoje enfrentam, porque, ao longo do tempo, foram magnânimos na gastança e avaros na poupança.

Ampliaram os gastos das prefeituras, sem cuidar de ampliar as receitas.

As prefeituras, com as raras exceções que confirmam a regra, têm funcionários e assessores demais, e ainda se deixam envolver pelas quadrilhas que fraudam as licitações.

O resultado é esse aí: a penúria de recursos e o excesso de problemas que a má gestão causou.

Neste ano, porém, isso pode ser mudado com a eleição de novos prefeitos.