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Tag: energia eólica


04:09 · 16.01.2018 / atualizado às 04:11 · 16.01.2018 por

O deputado federal Heráclito Forte (foto), do PSB do Piauí, apresentou um projeto-de-lei considerado absurdo pelos empresários do setor de energia elétrica.

Essa proposta do parlamentar piauiense pretende cobrar royalty do sol e do vento, que são as matérias primas da geração de energia solar e eólica.

O Brasil poderá tornar-se o primeiro País do mundo a taxar o sol e o vento, dádivas da natureza para o bem-estar do homem.

Se esse projeto for aprovado, provavelmente serão suspensos muitos empreendimentos de geração de energia eólica e solar que estão previstos para implantação aqui no Nordeste – no Ceará inclusive.

Parece que os brasileiros têm os políticos que merecem.

04:18 · 10.01.2018 / atualizado às 04:20 · 10.01.2018 por

A representação cearense do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), organismo que integra o Sistema Fiec, abriu inscrições para três importantes cursos que promoverá a partir do fim deste mês em Fortaleza.

Um curso será de montador de sistemas fotovoltaicos para a geração de energia solar.

Outro curso será o de operador desse sistema.

O terceiro curso será o de desenvolvedor do sistema fotovoltaico.

São novas profissões que estão surgindo com o avanço da tecnologia.

A geração de energia solar é a atividade econômica que vem crescendo em alta velocidade no mundo todo.

As energias solar e a eólica são renováveis. E mais: são limpas do ponto de vista ambiental e, do ponto de vista financeiro, estão se tornando mais baratas do que as geradas pelas hidrelétricas.

Isto quer dizer que a energia de fonte fóssil (leia-se o petróleo e o carvão mineral) deixarão de ser usadas em pouco tempo, e o planeta agradecerá quando isso acontecer.

04:33 · 04.01.2018 / atualizado às 04:35 · 04.01.2018 por

Uma informação que chega da área de energia:

Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, o Estado do Ceará é o único da região Nordeste que exporta energia.

Ou seja, o Ceará produz muito mais energia do que a que consome.

De acordo com a CEE, o  Ceará está gerando hoje 1.208 MW de energia térmica e 951 MW de energia eólica.

Isso dá um total de 2.159 MW, bem mais do que os 1.548 MW que todo o Estado do Ceará consome.

O Ceará tem hoje três usinas termelétricas, duas das quais são movidas a carvão mineral e uma a gás natura.

Agora, um detalhe: a usina siderúrgica do Pecém gera a sua própria energia.

E mais um detalhe: os estados da Bahia e Pernambuco consomem muito mais energia do que geram.

08:16 · 22.12.2017 / atualizado às 08:18 · 22.12.2017 por

Nesta semana, houve dois leilões de energia elétrica.

O primeiro, para entrega da energia em quatro anos; o segundo para entrega em seis anos.

Pois bem, os grandes vencedores do leilão A-4 foram a italiana Enel, que distribui energia em todo o Estado do Ceará e que ficou 44,5% dos 1.386 megawatts leiloados; a espanhola Iberdrola, que arrematou 30%; a portuguesa EDP, que ficou com 13%;

E a Casa dos Ventos, do empresário cearense Mário Araripe, que arrematou nenhum megawatt, mas foi a desenvolvedora de 100% dos projetos de geração de energia eólica arrematados pela Enel e de 30% do que arrematou a EDP.

O consultor em energia Jean Paul Prates diz que as empresas vencedoras são controladas por capital estrangeiro e já estão consolidadas no mercado, tendo por isto mesmo acesso fácil ao financiamento de bancos e fundos de investimento estrangeiros.

Ou seja, elas não dependem do BNDES para obter financiamento.

04:36 · 18.12.2017 / atualizado às 04:38 · 18.12.2017 por

O empresário Lucas Araripe (foto), sócio e diretor da Casa dos Ventos, fundada pelo seu pai, o cearense Mário Araripe, informou que sua empresa está, agora, fortemente capitalizada para participar dos dois leilões de energia que serão promovidos nesta próxima semana pela Agência Nacional de Energia Elétrica.

A Casa dos Ventos acaba de vender, por quase R$ 2 bilhões, seu parque eólico localizado na parte piauiense da Chapada do Araripe. Esse parque tem potência de 259 MW.

Quem o comprou foram a brasileira Votorantim Energia e seu parceiro estrangeiro, um fundo de investimentos do Canadá.

A Casa dos Ventos é uma das maiores empresas brasileiras desenvolvedoras de projetos de geração de energia eólica, aquela que é produzida pela força dos ventos.

04:39 · 08.12.2017 / atualizado às 04:40 · 08.12.2017 por

Apresentada pelo senador piauiense Heráclito Forte, está tramitando no Senado uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria um royalty a ser cobrado de todas as empresas que geram energia eólica e solar e destinado aos municípios onde seus parques geradores estão instalados.

Eis aí um projeto fruto da demagogia de políticos atrasados, que, pensando na eleição de 2018, querem agradar suas bases eleitorais.

Essa PEC vai afastar os investidores e poderá ter imediata repercussão nos municípios que já têm parques eólicos e solares, os quais dão emprego a milhares de pessoas, principalmente na região Nordeste.

Esses empregos podem ser reduzidos ou extintos.

É por esta e por outras razões que este blog insiste em dizer que há determinados políticos que fazem mal ao País.

04:39 · 27.10.2017 / atualizado às 04:40 · 27.10.2017 por

Diante da precária situação das barragens das usinas hidrelétricas do País, principalmente nas regiões Nordeste e no Norte, o Governo Federal já deveria estar acelerando a realização dos leilões de energias renováveis – eólica e solar.

O cenário é de muita preocupação, e só não estão ocorrendo apagões elétricos porque a geração eólica e solar tem assegurado o funcionamento normal do sistema nacional, que, como sabemos, está hoje, totalmente interligado.

Isto quer dizer que, neste momento, nós, aqui em Fortaleza, podemos estar consumindo energia produzida em Minas Gerais ou no Paraná.

Diante das mudanças climáticas, que ocorrem em nível mundial, os governos só têm uma saída para garantir energia elétrica: investir mais na geração eólica e solar, cuja matéria prima – o vento e o sol – são gratuitos e doados pela natureza.

04:10 · 30.08.2017 / atualizado às 04:10 · 30.08.2017 por

O Governo do Ceará está participando, desde ontem, no Rio de Janeiro, do Brazil Winpower, maior conferência latino-americana de energia eólica.

O estande do governo cearense tem 36 m² e nele estão expostos, com ilustrações fotográficas e vídeos, todos os parques eólicos que já foram instalados ou se encontram em instalação no Estado.

Hoje, o Ceará tem 61 parques eólicos, com uma potência instalada de 1.600 MW, sendo um dos cinco maiores geradores eólicos do País.

Aqui no Ceará estão os melhores bancos de vento do Brasil, cuja fator de capacidade é de 47%, ou seja, bem maior do que a média brasileira, que é de 40%.

O esforço do governo do Ceará no Brazil Windpower é para atrair para o Estado novos investidores, nacionais ou estrangeiros.

11:07 · 27.07.2017 / atualizado às 11:07 · 27.07.2017 por

Na última terça-feira, dia 25, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrou que 63% da energia despachada foram gerados por usinas eólicas, ou seja, energia gerada capturada da forrça dos ventos.

O secretário de Planejamento e Gestão do Governo do Estado, engenheiro Francisco Maia Júnior, celebrou o evento e lembrou ao blog que foi o Ceará o pioneiro no Brasil na geração de energia eólica, com aqueles grandes cataventos instalados na Praia Mansa, no Mucuripe.

Maia tem razão.

04:44 · 28.06.2017 / atualizado às 04:44 · 28.06.2017 por

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco parece ter chegado à conclusão de que gerar hidreletricidade, nestes tempos de poucas chuvas de baixa vazão, é remar contra a maré da natureza.

Por esta razão, a gestão da Chesf entendeu, finalmente, que o melhor a fazer hoje é reduzir o uso da água para gerar energia elétrica e, em vez disso, investir na geração de energias renováveis, como sugerem os ecologistas do mundo inteiro.

Mas, por que essa mudança? A Chesf concluiu que os custos das energias renováveis, como a solar e a eólica, caíram muito nos últimos anos, e já estão hoje muito próximos dos custos das hidrelétricas. Os custos da eólica já emparelharam.

E as energias renováveis ainda têm uma grande  vantagem, pois são ambientalmente limpas.

Assim, a Chesf tomará o caminho correto, se vier a priorizar o investimento na geração de energia solar e eólica, permitindo que a água de suas barragens seja usada para o abastecimento humano e a dessedentação animal e para a irrigação dos campos de produção de alimentos no Nordeste.

Por causa da tecnologia, a irrigação consome hoje cada vez menos água.