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Tag: energia eólica


04:44 · 28.06.2017 / atualizado às 04:44 · 28.06.2017 por

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco parece ter chegado à conclusão de que gerar hidreletricidade, nestes tempos de poucas chuvas de baixa vazão, é remar contra a maré da natureza.

Por esta razão, a gestão da Chesf entendeu, finalmente, que o melhor a fazer hoje é reduzir o uso da água para gerar energia elétrica e, em vez disso, investir na geração de energias renováveis, como sugerem os ecologistas do mundo inteiro.

Mas, por que essa mudança? A Chesf concluiu que os custos das energias renováveis, como a solar e a eólica, caíram muito nos últimos anos, e já estão hoje muito próximos dos custos das hidrelétricas. Os custos da eólica já emparelharam.

E as energias renováveis ainda têm uma grande  vantagem, pois são ambientalmente limpas.

Assim, a Chesf tomará o caminho correto, se vier a priorizar o investimento na geração de energia solar e eólica, permitindo que a água de suas barragens seja usada para o abastecimento humano e a dessedentação animal e para a irrigação dos campos de produção de alimentos no Nordeste.

Por causa da tecnologia, a irrigação consome hoje cada vez menos água.

04:45 · 12.06.2017 / atualizado às 04:45 · 12.06.2017 por

Segundo informa a Associação Brasileira das Empresas de Energia Eólica, Abeólica, o Brasil tem hoje – em parques de geração de energia eólica – uma potência instalada e 10,7 GW.

Pois bem: a Abeólica não disse, mas o blog pode revelar que, desses 10,7 GW de energia eólica, 4,9 GW são produzidos por parques desenvolvidos pela empresa Casa dos Ventos, do cearense Mário Araripe.

A Casa dos Ventos é a maior desenvolvedora de projetos de energia eólica do País, tendo hoje, em seu estoque, projetos que gerarão mais 12 GW.

Pode informar também que a Casa dos Ventos está esperando apenas o melhor momento para comercializar todo esse estoque de novos projetos.

A propósito: o Estado do Ceará produz hoje, com seus vários parques eólicos, o equivalente a quase 2 GW.

04:16 · 02.06.2017 / atualizado às 10:27 · 02.06.2017 por

Uma notícia ruim causada pela crise da economia que há mais de dois anos castiga o Brasil:

As indústrias estrangeiras fabricantes de equipamentos eólicos que se instalaram no Brasil nos últimos anos estão anunciando que poderão deixar o País, se o Governo Federal retomar sua política para o setor da energia eólica.

Essa política previa a realização de dois leilões anuais de energia, algo que significaria 2 GW (gigawatts) por ano.

Acontece que o Governo decidiu suspender os leilões previstos para este e para o próximo ano.

Como, em 2018, a indústria de equipamentos eólicos concluirá o fornecimento dos equipamentos para os parques eólicos contratados, e como não há contratos novos, elas estarão ociosas a partir do fim de 2018.

Isso será, em primeiro lugar, prejuízo e, em segundo lugar, o motivo para abandonar o País por falta do que fazer.

No Ceará, operam no Pecém duas fábricas de pás eólicas – uma da empresa alemã Wobben, outra da Aeris Energy, que é a maior fabricante de pás eólicas do Estado, com mais de 2 mil funcionários.

Até agora, os alemães da Wobben não se manifestaram a respeito da hipótese de sair daqui.

08:48 · 17.05.2017 / atualizado às 08:50 · 17.05.2017 por

Informa a Casa dos Ventos, empresa comandada pelo cearense Mário Araripe e uma das maiores do setor de geração de energia eólica no Brasil:

Casa dos Ventos e a Actis, dois dos principais players do mercado de energia renovável no Brasil, fecham operação envolvendo os complexos eólicos Ventos de São Clemente (216 MW), situado em Pernambuco, e Ventos de Tianguá (130 MW), situado no Ceará.

Os dois complexos eólicos desenvolvidos e implantados pela Casa dos Ventos passarão a ser detidos integralmente pela Echoenergia, empresa criada pela Actis, investidora líder em mercados emergentes nas áreas de energia, educação, consumo e serviços financeiros.

Segundo o Diretor da Casa dos Ventos, Lucas Araripe, a operação reforça a solidez da companhia para novos investimentos: “Esta transação possibilita à Casa dos Ventos continuar investindo de maneira relevante e competitiva no setor. Nos posicionamos de forma privilegiada para a retomada dos leilões e uma nova realidade que acreditamos para o Brasil”, revela Lucas Araripe. A Casa dos Ventos também está focada na conclusão das obras do seu mais recente empreendimento, Ventos do Araripe III (358 MW), que estará operacional em sua totalidade até junho e se tornará um dos maiores complexos eólicos da América Latina.

De acordo com Sérgio Brandão, Diretor de Energia da Actis para o Brasil, “a aquisição demonstra o comprometimento da Actis para com o Brasil, o maior mercado de energia da América Latina”. Edgard Corrochano, CEO da Echoenergia, complementa que “esta operação é o primeiro passo na construção de uma nova plataforma de geração eólica da Actis no Brasil, a qual será seguida por outros investimentos nos próximos anos”. 

A Casa dos Ventos é uma das pioneiras e maiores investidoras no desenvolvimento de projetos eólicos no Brasil. Em 2017, a companhia completa dez anos no mercado e, atualmente, é responsável pelo maior número de projetos que venderam energia nos leilões e no ambiente de contratação livre. Além de ter desenvolvido aproximadamente 30% de todos os empreendimentos em implantação ou operação no país, a empresa é detentora do maior portfólio de projetos eólicos do Brasil. A sede da companhia é na cidade de São Paulo e seus projetos eólicos estão localizados no Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Bahia e Piauí. 

A Actis é uma investidora líder em mercados emergentes, que oferece retornos competitivos consistentes, de forma responsável. Com um portfólio crescente de investimentos na Ásia, África e América Latina, a Actis levantou mais de US$ 11 bilhões desde a sua criação.

A empresa investe com base em conhecimentos adquiridos a partir de relações de confiança e conhecimento local, experiência profunda e um patrimônio inigualável, definido dentro de uma cultura de propriedade ativa.

Ao aplicar disciplinas de mercados desenvolvidos em mercados emergentes, uma equipe estabelecida de aproximadamente 100 profissionais de investimento, em dez países, identifica oportunidades de investimento como resposta a duas tendências: consumo interno crescente e a necessidade de um investimento sustentado em infraestrutura por meio de private equity, energia e ativos imobiliários.

A Actis é signatária dos Princípios das Nações Unidas para o Investimento Responsável (UNPRI), uma iniciativa do investidor desenvolvida pela UNEP FI e pelo Pacto Global das Nações Unidas.  A Actis procura obter retornos superiores consistentes através de diversos ativos de longo prazo, trazendo benefícios financeiros e sociais para os investidores, consumidores e comunidades. O fundo chama essa vocação de o poder positivo do capital.

05:24 · 17.04.2017 / atualizado às 05:27 · 17.04.2017 por

Fiscais da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Ceará (Arce), fazem nesta segunda-feira, 17, inspeção nas instalações do Parque Eólico de Embuaca, no município de Trairi, no litoral Norte do Ceará.

Os fiscais da Arce observam se aquele parque eólico aderiu aos procedimentos de operação, manutenção, conservação e segurança, como manda a legislação vigente.

O Ceará é hoje um dos maiores geradores de energia eólica do País.

Mas ele, que foi o pioneiro nessa área em todo o País e que já ocupou o primeiro lugar no ranking dos estados geradores, está hoje oscilando entre o terceiro e o quarto lugares, uma vez que os estados da Bahia e do Rio Grande do Norte atraíram mais investimentos do que o Ceará.

Isso ocorreu, principalmente, no governo Cid Gomes, que não deu muita atenção à geração eólica, algo que o governador Camilo Santana vem fazendo agora.

12:28 · 26.01.2017 / atualizado às 12:30 · 26.01.2017 por

energia eólicaNo dia 5 de novembro do ano passado de 2016, a região Nordeste registrou um recorde na sua geração de energia eólica.

Naquele dia, foram produzidos, pela força dos ventos, 5,5 mil megawatts de energia elétrica, o que significou 52% de toda a energia consumida pelos nordestinos em casa, na agropecuária, na indústria e nos serviços.

Deve ser lembrado que o Nordeste tem os melhores e mais constantes bancos de vento do mundo, segundo revela a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica).

A propósito de energia eólica: o empresário cearense Lauro Fiúza Júnior, que fundou a Abeólica, informa que, no ano 2020, o Brasil estará produzindo 20 gigawatts de energia eólica, meta que também persegue a Espanha, que é um dos maiores produtores mundiais de energia eólica.

12:40 · 12.01.2017 / atualizado às 12:42 · 12.01.2017 por

energiaA partir de 2018, ou seja, no próximo ano, o setor industrial brasileiro estará obrigado a consumir energias de fontes renováveis, como a solar, a eólica e a de biomassas.

Para que isso aconteça, será necessário, primeiro, que seja aprovado um projeto-de-lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, determinando essa obrigação.

A ideia do projeto é fazer com que o País deixe de construir usinas hidrelétricas, que degradam o meio ambiente, principalmente na Amazônia, e passe a utilizar as matérias-primas que a natureza, gratuitamente, concedeu ao homem: a luz do sol e os ventos.

No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica), está em plena execução o plano que prevê, para 2020, a instalação de 20 GW de energia gerada pela força dos ventos e pelos raios do sol.

O melhor desta informação é o seguinte: os custos de implantação de um projeto de geração solar ou eólico já estão quase no nível dos da energia de fonte hidráulica.

Boa notícia para o meio ambiente.

12:09 · 08.12.2016 / atualizado às 12:11 · 08.12.2016 por

energia solarMais uma voz importante do Governo Federal uniu-se à tese de que a Chesf deve usar a água de sua cascata de barragens para abastecer as cidades e para garantir a agricultura irrigada que produz alimentos para a população.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que há duas semanas esteve nas cidades irmãs Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), tendo conhecido a barragem de Sobradinho, também considera que a Chesf deve investir prioritariamente na geração de energias renováveis, como a solar e a eólica, cuja matéria prima – o sol e o vento – são dádivas gratuitas da natureza.

Segundo o ministro Blairo Maggi, a Ceshf deve começar a reduzir a geração de energia hidrelétrica e avançar na produção de energia solar e eólica, cuja tecnologia avançou tanto que seus custos já estão se aproximando dos custos da energia de matriz hidráulica.

Mas, ao que parece, a Chesf ainda não foi sensibilizada a mudar sua estratégia.

A propósito: a barragem de Sobradinho aproxima-se do seu nível histórico mais baixo.

10:58 · 30.11.2016 / atualizado às 11:01 · 30.11.2016 por

mario araripeA Casa dos Ventos, liderada pelo empresário cearense Mário Araripe e uma das três maiores empresas do País na área da geração de energias renováveis, colocou em funcionamento, na última segunda-feira, dia 28/11, seu mais novo parque de geração eólica: o Ventos do Araripe 3.

Esse eólico parque está localizado bem na divisa do Piauí com Pernambuco, no alto da Chapada do Araripe.

O Parque Ventos do Araripe tem potência instalada de 395 MW, com os quais a Casa dos Ventos ultrapassa a marca espetacular de 1 GW instalado.

Para que se tenha uma ideia do que isso significa, basta dizer que todo o Estado do Ceará consome 1,4 GW de energia, ou seja, só a Casa dos Ventos gera energia eólica quase suficiente para abastecer o Ceará.

04:26 · 07.11.2016 / atualizado às 04:26 · 07.11.2016 por

Élcio Batista, chefe do gabinete do governador Camilo Santana, conversou com este blog.

O assunto foi a informação aqui divulgada sobre a preferência que os investidores em energia eólica estão dando ao vizinho Estado do Piauí, onde implantam grandes parques de geração eólica e solar.

Élcio Batista disse que, aqui no Ceará, o Governo do Estado está dando toda a atenção e incentivos aos investidores, mas apontou como entrave aos novos investimentos a questão da falta de linhas de transmissão, algo que é culpa do Governo Federal.

Ele lembrou que o governador Camilo Santana criou, na Seinfra, uma subsecretaria de Energia, por meio da qual estão sendo dinamizados os contatos com os investidores nacionais e estrangeiros do setor de energia.

No Piauí, essa dificuldade não existe e isso tem facilitado a atração de investimentos para lá.

Élcio Batista considera que, quando o Governo Federal construir aqui novas linhas de transmissão, o Ceará terá as melhores condições para receber novos parques de energia eólica e solar, pois para isso criou, até incentivos fiscais.