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Tag: Energia solar


10:00 · 28.08.2018 / atualizado às 10:03 · 28.08.2018 por

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) está a defender a criação de uma política de Estado para o desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil. É o que a entidade espera do próximo presidente da República, a ser eleito em outubro.

A entidade tem recomendado a inclusão da fonte solar fotovoltaica como uma ferramenta estratégica nos programas de governo dos candidatos à Presidência da República. Também tem atuado junto às demais instituições de governo, como o Ministério de Minas e Energia (MME), propondo medidas de alto impacto e rápida implementação capazes de dinamizar o uso de energia solar fotovoltaica no País.

Como medida central, a Absolar recomenda a criação de um programa nacional solar fotovoltaico, sinalizando à sociedade brasileira, ao mercado e ao setor que a fonte será parte estratégica da política de desenvolvimento do País. Para isso, propõe a incorporação pelos candidatos de uma meta de Estado de atingir pelo menos 30 Gigawatts (GW) da fonte solar fotovoltaica na matriz elétrica brasileira até 2030.

Com esse compromisso, o setor pretende contribuir com a atração ao Brasil de R$ 100 bilhões em novos investimentos privados, proporcionando a geração de 1 milhão de novos empregos qualificados. A primeira fase desse programa, planejada para ser implementada no período de 2019 a 2022, será capaz de movimentar R$ 35 bilhões e gerar 350 mil novos empregos.

Para viabilizar a meta principal de 30 GW até 2030, a Absolar recomenda a criação de novas linhas de financiamento que possibilitem a democratização do acesso à tecnologia, para que residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos possam gerar sua própria energia renovável, limpa e competitiva a partir do Sol, reduzindo seus gastos e aliviando seus orçamentos.

Novos leilões de energia solar fotovoltaica pelo Governo Federal também são parte da proposta, que enxerga nos projetos de grande escala uma oportunidade de diversificar a matriz, aliviar a pressão sobre recursos hídricos e reduzir o uso de termelétricas emergenciais, mais caras e poluentes.

Para fortalecer a geração de empregos locais qualificados e trazer mais tecnologia e inovação ao País, a entidade defende a adoção de uma política industrial competitiva para baratear equipamentos fotovoltaicos fabricados no Brasil, reduzindo a elevada tributação sobre as matérias primas utilizadas pelo setor.

“O Brasil está 15 anos atrasado em comparação com os países desenvolvidos na área da energia solar fotovoltaica e, portanto, é necessária a estruturação de um programa nacional para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro, tanto na geração centralizada quanto na geração distribuída, além de medidas que contemplem o avanço da cadeia produtiva do segmento”, comenta o Dr. Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR.

Para o presidente do Conselho de Administração da entidade, Ronaldo Koloszuk, o Brasil tem excelente recurso solar e possui condições privilegiadas para se tornar uma liderança mundial na área. Levantamento realizado pelo Ibope Inteligência em 2018 apontou que 9 em cada 10 brasileiros quer gerar energia renovável em casa. “Além disso, pesquisas realizadas pelo Ibope Inteligência em 2018 e 2017, pelo Datafolha em 2016 e pelo DataSenado em 2015, comprovaram que a fonte solar fotovoltaica conta com amplo apoio de mais de 85% da população brasileira”, ressalta.

10:50 · 20.08.2018 / atualizado às 10:52 · 20.08.2018 por

Como reconhecimento ao seu trabalho em favor da desburocratização dos processos de licenciamento ambiental para projetos de geração de energias renováveis, o secretário de Meio Ambiente (Sema) do Governo do Ceará, Artur Bruno, será homenageado amanhã, terça-feira, 21, pelos empresários do setor.

A homenagem será às 9 horas, na sede da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece).

O processo de licenciamento ambiental para a instalação de novos parques eólicos no Ceará já foi desburocratizado. Falta, agora, desburocratizar os de geração de energia solar.

“Posso informar que estamos prestes a também retirar os entraves burocráticos para os projetos de energia solar”, disse ao blog nesta segunda-feira, 20, o secretário Artur Bruno.

O Governo do Ceará, que é a terra do sol e do vento, estava devendo essa medida ao setor gerador de energias renováveis.

 

 

09:09 · 20.07.2018 / atualizado às 09:11 · 20.07.2018 por

Representante e distribuidora exclusiva, no Brasil, das placas fotovoltaicas fabricadas pela chinesa GCL, a Sou Energy – empresa genuinamente cearense – mandou mensagem para este blog, comentando a respeito da informação, aqui divulgada, segundo a qual a maresia está começando a causar problemas a essas placas.

De acordo com a Sou Energy, as placas fotovoltaicas da GCL, graças à melhor tecnologia utilizada em sua fabricação, podem suportar “os impactos naturais, como a oxidação causada pelos efeitos da maresia”.

Na mensagem, a Sou Energy também afirma: “(As placas) passam por um rigoroso controle de qualidade que lhes garante a certificação IEC 61.701:1995 (ensaio de corrosão por névoa salina em Módulos Fotovoltaicos-PV”.

E mais: “Além da maresia, a certificação os resguarda dos efeitos da corrosão por amônia e sopro de areia”.

Por estas razões, dia a mensagem – as placas da GCL têm garantia de 10 anos.

15:42 · 19.07.2018 / atualizado às 15:47 · 19.07.2018 por

TÜV Rheinland Brasil, subsidiária de um dos maiores grupos mundiais de certificação, inspeção, gerenciamento de projetos e treinamentos, acaba de firmar parceria com a ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), com o objetivo de atuar em favor do crescimento do mercado fotovoltaico no Brasil. Com a parceria, a TÜV Rheinland, que é líder mundial em todos os aspectos relacionados aos projetos fotovoltaicos, com mais de 20 GW inspecionados em plantas fotovoltaicas ao redor do mundo, oferece ao setor nacional todo o seu conhecimento específico em ensaios fotovoltaicos e certificações de painéis térmicos, bem como em discussões de normas e portarias que orientem o mercado de energia solar brasileiro.

“Já temos uma forte atuação no setor em prol do desenvolvimento da energia solar fotovoltaica no Brasil e no mundo, e queremos ampliar por aqui, sendo parceiro estratégico dos empreendedores e demais players, a fim de avaliar as grandes plantas fotovoltaicas em construção, desde inspeções de controle de fabricação até ensaios na planta instalada”, afirma o gerente da área de negócios de energia solar, Robynson Molinari.

Os serviços também compreendem inspeções de instalação, de utilização e de manutenção, bem como avaliação de transporte dos módulos até o local de instalação, ensaios portáteis e treinamentos.

A empresa desenvolve serviços que atestam a qualidade e a eficiência dos equipamentos importados ou fabricados no Brasil. Os ensaios em módulos, inversores e baterias são realizados em laboratórios TÜV Rheinland localizados na China, Taiwan, Japão, Índia, Estados Unidos e Alemanha. Os testes são feitos conforme a portaria 004/2011 do INMETRO e aceitos pelo Instituto de metrologia brasileiro.

A empresa vem disponibilizando seus modernos centros de ensaios no exterior, em favor do desenvolvimento da energia solar no Brasil, desde meados de 2015, quando houve o acordo de reconhecimento mútuo estabelecido entre a CGCRE/INMETRO (Coordenação Geral de Acreditação do Instituto) e organismos internacionais como IAAC (Interamerican Accreditation Cooperation), ILAC (International Laboratory Accreditation Co-Operation) e DAKKS (Organismo Nacional de Acreditação da Alemanha), que chancelam os laboratórios TÜV Rheinland nestes países.

“Para a TÜV Rheinland o mercado brasileiro é estratégico, pois a energia fotovoltaica possui potencial de expansão, já que há abundância de irradiação solar e os custos da fonte já se encontram em patamares de alta competitividade”, afirma o coordenador geral de operações da área de energia solar, Gerson Allegretti. A estimativa é que em 2020 a energia solar represente 1,2% da matriz elétrica brasileira, o que corresponde a um crescimento de 111% em relação a 2017.

Sobre a TÜV Rheinland

O Grupo TÜV Rheinland é líder em certificações, inspeções, treinamentos e gerenciamentos de projetos. Fundado na Alemanha, em 1872, com o objetivo de proteger os trabalhadores de acidentes ocorridos nas instalações de caldeiras a vapor, a empresa desde então tem se especializado em todos os tipos de serviços relacionados com a qualidade, a segurança técnica e de proteção do homem e do meio ambiente.

A empresa emprega atualmente mais de 20 mil colaboradores, gera receitas anuais acima de € 1,9 bilhões e está presente em 69 países, onde estão distribuídos mais de 200 laboratórios. Sua trajetória de 145 anos é marcada pela seriedade, profissionalismo e independência, buscando um desenvolvimento sustentável no que diz respeito à qualidade e segurança de forma a superar os desafios decorrentes da interação entre o Homem, a Tecnologia e o Meio Ambiente.

No Brasil, possui mais de onze mil certificados ativos e atende a mais de 1.500 clientes dos mais diversos setores. Acreditada pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), do Ministério das Comunicações, e pela CGCRE/INMETRO, a TÜV Rheinland possui ainda forte atuação junto aos setores de telecomunicações, tecnologia da informação, eletrodomésticos, máquinas, produtos médicos e domésticos; produtos alimentícios, indústria automobilística e de autopeças, entre outros. Seus especialistas também estão aptos a avaliar Sistemas de Gestão, processos de TI (Tecnologias de Informação) e dos negócios de maneira global, de acordo com normas reconhecidas internacionalmente ou com base em critérios de desempenho individual. Com a TÜV Rheinland Akademie, oferece um portfólio variado de cursos em diversas áreas, em modernas instalações estrategicamente localizadas em todo o Brasil, assim como treinamentos in company personalizados, alinhados às tendências de mercado e com foco na excelência profissional.

09:30 · 18.07.2018 / atualizado às 08:47 · 20.07.2018 por

Um grupo de especialistas em energias renováveis revelou nesta semana a empresários cearenses interessados em investir na autogeração de energia que a oxidação causada pelos efeitos da maresia começa a causar problemas aos painéis fotovoltaicos de origem chinesa já instalados e em operação no Ceará.

Essa oxidação se registra com mais forte intensidade numa faixa de 50 quilômetros desde o litoral até o sertão cearense.

Os especialistas disseram ao blog que isso está acontecendo pela inexistência, no Brasil, de uma agência certificadora de qualidade de painéis fotovoltaicos.

Presente à reunião, um consultor estrangeiro na área de energias renováveis- que presta serviços a empresas cearenses que já implantaram ou estão implantando sistemas de geração de energia solar – informou que a instalação de uma certificadora absorverá investimentos de R$ 12 milhões, algo que, na sua opinião, só o Governo – federal ou estadual – pode bancar.

Esse investimento, porém, assinalou o consultor, é necessário e até urgente, tendo em vista que estão crescendo em alta velocidade – no Ceará e em todo o Nordeste – os projetos de instalação de sistemas de mini, micro e macro-geração de energia solar.

Para o consultor, o Banco do Nordeste (BNB), que criou recentemente uma linha especial de financiamento para projetos de mini e micro geração de energia solar, deve, antes de aprovar a concessão do crédito, exigir uma certificação de qualidade dos painéis fotovoltaicos que serão usados no empreendimento, não só os chineses, mas os de Cingapura, dos EUA e da Europa.

 

08:31 · 16.07.2018 / atualizado às 08:34 · 16.07.2018 por

No próximo mês de agosto, a representação cearense do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-Ceará), organismo vinculado ao Sistema Fiec, inaugurará seu Centro de Certificação de Profissionais Montadores de Sistemas Fotovoltaicos, usados na geração de energia solar.

O engenheiro Paulo André Holanda, superintendente do Senai no Ceará, informa que esse centro – considerado tecnicamente habilitado para a tarefa depois de uma série de avaliações feitas pela equipe de técnicos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) – operará na sua unidade da Barra do Ceará, em Fortaleza.

O Centro de Certificação de Profissionais Montadores de Sistemas Fotovoltaicos chega ao Ceará no exato momento em que se amplia o número de mini, micro, pequenos e grandes projetos de geração de energia solar, cujos equipamentos, aliás, baixara de preços no últimos dois anos exatamente porque aumentou a demanda e, principalmente, porque se ampliaram as tecnologias usadas na fabricação, na instalação e na operação das placas fotovoltaicas.

17:52 · 12.07.2018 / atualizado às 17:59 · 12.07.2018 por

Reunido nesta quinta-feira, 12, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) aprovou, por unanimidade, resolução que dispõe sobre a simplificação e atualização dos procedimentos, critérios e parâmetros aplicados aos processos de licenciamento e autorização ambiental no âmbito da Superintendênia Estadual do Meio Ambiente (Semace) para os empreendimentos de geração de energia elétrica por fonte eólica na geografia do Estado do Ceará.

A sessão do Coema foi presidida pelo secretário do Meio Ambiente, Artur Bruno, e contou com a presença de empresários cearenses do setor de energias renováveis, entre os quais Benildo Aguiar, presidente do Sindicato da Indústria de Energia (Sindienergia), filiado à Fiec.

Este blog pode informar que, na próxima reunião do Coema, deverá ser apreciada e também aprovada resolução semelhante para projetos de geração de energia solar fotovoltaica.

 

09:55 · 12.07.2018 / atualizado às 11:24 · 12.07.2018 por

Em junho de 2020, ou seja, um ano antes do prazo contratual, deverá entrar em operação o maior parque de geração solar do Ceará, que será instalado pela empresa Steelcons, com sede na cidade paulista de Campinas, ganhadora do leilão promovido pela Aneel. Esta informação foi transmitida ao blog, nesta quinta-feira, 12, por uma fonte da Steelcons.

O projeto da Steelcons prevê a instalação de nove parques de geração solar em uma extensa área de terras na Chapada do Apodi, no Leste do Ceará. As terras são de propriedade do empresário cearense Fernando Cirino Gurgel.

O empreendimento deverá consumir investimentos de R$ 1 bilhão, para o que a Steelcons terá a participação de um grande “player” internacional, cujo nome será anunciado nos próximos dias. Esse parceiro estrangeiro aportará expertise e capital.

A potência somada dos nove parques solares será de 270 MW. Não se revelou ainda que empresa fornecerá as placas fotovoltaicas.

04:42 · 07.06.2018 / atualizado às 04:42 · 07.06.2018 por

O BNDES criou uma linha especial de financiamento para pessoas físicas interessadas na instalação de equipamentos para a auto-geração de energia solar.

Esse financiamento será tanto para pessoas que residem nas cidades quanto para as que moram e trabalham na zona rural dos municípios.

Os cearenses interessados nesse financiamento poderão acessar o site do BNDES, no qual há mais informações sobre o assunto.

04:11 · 22.05.2018 / atualizado às 04:13 · 22.05.2018 por

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) está hoje consumindo menos água para gerar energia em sua cascata de barragens, como a de Xingó (foto ao lado)

Esta informação foi transmitida pelo superintendente de Operações e de Eventos Críticos da Agência Nacional de Águas (ANA), engenheiro Joaquim Gondim Filho.

Ele explicou que a geração de energia eólica e solar tem crescido em alta velocidade na região Nordeste, o que levou a Chesf a economizar água de suas hidrelétricas.

Na opinião de Joaquim Gondim, a tendência é de que a geração de energia hidráulica se reduza ainda mais, porque estão crescendo, aceleradamente, os parques de geração de energias alternativas,principalmente a solar e a eólica.

O Nordeste, principalmente o seu sertão, é a morada do sol, enquanto que os grandes bancos de vento estão no seu litoral e nalgumas áreas interioranas, como na Chapada do Apodi e na Serra da Ibiapaba, no Ceará.

Resumindo: parte da água que a Chesf usava para produzir energia no São Francisco está indo, agora, para a agricultura irrigada e para o abastecimento das cidades.