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Tag: Energia


05:06 · 05.08.2016 / atualizado às 05:16 · 05.08.2016 por
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As usinas termelétricas Pecém I e Pecém II (foto), ambas movidas a carvão mineral, geram 1.080 megawatts de energia elétrica.

Isso significa dois terços de toda a energia que o Estado do Ceará consome, o que é muita coisa.

Pois bem: essas duas usinas absorvem bastante água, fornecida pela Cagece, para resfriar seus geradores.

Essa água poderá deixar de ser fornecida, se o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, organismo ligado à Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, aceitar proposta do governador Camilo Santana nesse sentido.

O governo do Ceará, preocupado com a crise de oferta de água para a população da Região Metropolitana de Fortaleza, está empenhado em reduzir, paulatinamente, a distribuição de água tratada pela Cagece.

Em setembro, esse percentual deverá ser de 30%, até chegar em 50% em dezembro, quando a crise alcançará seu ponto de maior gravidade.

Um grupo de trabalho do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico já analisa a solicitação do governador cearense.

Poderá sair uma solução meio termo, ou seja, uma alternativa que evitará o desligamento das duas termelétricas, mas isto é só uma hipótese, por enquanto.

04:31 · 29.03.2016 / atualizado às 04:33 · 29.03.2016 por

energiaO presidente da Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, engenheiro Fernando Moura, disse ao blog que, neste momento, o Ceará está gerando 1.600 megawatts de energia a mais do que consome.

Fernando Moura, que também é diretor executivo da termelétrica Pecém II (foto), explicou que todo esse excedente de energia gerado no Ceará por termelétricas e por usinas eólicas e solares está sendo injetado no sistema nacional de energia.

Agora, acrescenou Fernando Moura, o Ceará é exportador de energia.

04:22 · 14.03.2016 / atualizado às 04:22 · 14.03.2016 por

Uma informação curtinha, mas importante:

Um empresário integrante do Conselho de Consumidores da Coelce, que é a empresa que distribui a energia elétrica em toda a geografia do Ceará, contou que a concessionária tem hoje 18 mil ligações em atraso.

Repita-se: 18 mil ligações atrasadas.

A mesma fonte, isto é, o mesmo conselheiro da Coelce, revelou que está em atraso, inclusive, o pedido de uma ligação feito em 2009.

Parece incrível, mas é verdadeiro.

11:43 · 16.10.2015 / atualizado às 11:45 · 16.10.2015 por

usina cspEste blog pode informar hoje que a usina siderúrgica do Pecém, cuja operação começará no início do segundo trimestre do próximo ano de 2016, vai produzir e vender energia elétrica. Utilizando carvão mineral para aquecer seu alto forno e para produzir toda a energia que consumirá, a siderúrgica da CSP gerará 218 megawatts.

Haverá um excedente que, provavelmente, será vendido.

Uma fonte da Companhia Siderúrgica do Pecém disse o blog que a queima do carvão mineral não provocará qualquer dano ambiental, uma vez a usina instalou filtros com a mais alta e nova tecnologia.

A mesma fonte também revelou que o primeiro carregamento de minério de ferro, a ser fornecido pela Vale deverá chegar ao Pecém em fevereiro.

A usina siderúrgica do Pecém produzirá 3 milhões de toneladas anuais de placas de aço.

Dessa produção 80% serão exportados para a Ásia.

12:15 · 24.06.2015 / atualizado às 12:22 · 24.06.2015 por

Espelho dáguaUma fonte ligada ao governo do Estado revela: a Cagece, a Cogerh e o Dnocs conversam com o objetivo de ser viabilizado um projeto de aproveitamento do açude Castanhão para a geração de energia solar.

De acordo com essa fonte, a ideia é aproveitar uma parte do espelho d’água do Castanhão para a instalação de um parque flutuante com placas fotovoltaicas.

Esta informação surpreende, uma vez que ela não inclui quem deveria estar incluído obrigatoriamente – o subsecretário de Energia da Secretaria de Infraestrutura, a Seinfra, engenheiro Renato Rolim.

O que é possível entender é que o governo do Ceará já sabe que os espelhos d’água, em vários do mundo, incuindoa China, começam a ser utilizados para a geração de energia solar, com o uso de plataformas flutuantes.

Assim, quando os açudes Banabuiú, Orós, Araras, General Sampaio e o próprio Castanhão estiverem recarregados – ou seja, quando Deus der bom inverno – eles poderão abastecer cidades, produzir peixe, irrigar plantações e gerar energia elétrica.

04:56 · 15.05.2015 / atualizado às 04:56 · 15.05.2015 por

Com 250 lojas localizadas nas principais cidades de todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, a rede Renner anuncia:

Nos últimos 12meses, reduziu em 9,9 mil Kw/h seu consumo de energia.

Isso foi possível graças a uma série de ações, entre as quais o uso de lâmpadas led.

E também à compra de energia diretamente do chamado mercado livre.

05:06 · 03.05.2015 / atualizado às 05:06 · 03.05.2015 por

Um passo na direção certa – assim deve ser entendida a decisão do governador do Ceará, Camilo Santana, que encaminhou á análise do Poder Legislativo projeto de lei alterando o organograma da Seinfra – a Secretaria de Infraestrutura do Estado.

Se a proposta for aprovada, a Seinfra passará a ter uma subsecretaria de Energia, setor que, durante todo o governo anterior de Cid Gomes foi mantido na obscuridade por razões estritamente políticas.

A subsecretaria de Energia do Governo do Ceará, a ser comanda pelo engenheiro Renato Rolim, será o canal que faltava à atração de investimentos para a geração de energias renováveis, principalmente a eólica e a solar.

Camilo Santana entendeu que o Ceará tem sol e vento para sustentar os grandes parques eólicos e solares que agora virão para cá.

05:24 · 15.04.2015 / atualizado às 05:24 · 15.04.2015 por

Empresas da construção civil do Ceará conhecerão amanhã, 16, às 8 horas,, na sede da Coopercon, a EMS – sigla em inglês do Sistema de Gerenciamento de Energia.

Trata-se de um software desenvolvido pela norte-americana Evolutix, especialista em tornar inteligente prédios comerciais e até sistemas de iluminação pública e de controle de tráfego de veículos das cidades.

Mais: o mesmo software ainda controla o consumo de água e de energia elétrica de todos os prédios localizados na área de influência do sistema.

Seus postes de iluminação têm células fotovoltaicas e aerogeradores, cuja energia solar e eólica é armazenada em bateria especial.

Na 6ª feira, 17, o EMS será mostrado aos donos de hotéis de Fortaleza, na ABIH.

Em seguida, às autoridades da Prefeitura de Fortaleza.

05:18 · 12.03.2015 / atualizado às 05:18 · 12.03.2015 por

No governo Cid Gomes, a geração de energia foi tratada como tema de terceira categoria.

Camilo Santana, seu sucessor, pensa diferente, mesmo sem ter criado secretaria específica para o setor.

Ele vê com bons olhos a ideia do presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart – com o qual hoje, 12, conversa sobre o tema – no sentido de incentivar e atrair investimentos nas áreas de geração eólica e solar, para as quais este Estado tem matéria prima de sobra.

Studart preocupa-se com o fato de que a Bahia, o R. G. Do Sul, o R. G. Do Norte e o Piauí estão a atrair os fabricantes estrangeiros de painéis solares, aerogeradores, naceles, pás e torres de aço e concreto.

Por falta de ação agressiva, o Ceará perdeu terreno, mas ainda há tempo de reagir, “e é agora”, diz Beto Studart.

No encontro de hoje, o presidente da Fiec pedirá redução do ICMS na conta de luz das empresas industriais, cujos custos estão altos em demasia, ameaçando até a sobrevivência de algumas delas.

E sugerirá a criação de incentivos fiscais para a atração de investidores nacionais e estrangeiros na área da geração eólica e solar.

08:03 · 02.02.2015 / atualizado às 08:03 · 02.02.2015 por

Há um esforço crescente da Fiec – a Federação das Indústrias do Ceará – no sentido de sensibilizar o governador Camilo Santana, a realçar o setor de geração de energias renováveis, máxime a solar e a eólica.

Este Estado tem matéria-prima abundante capaz de atrair o interesse dos grandes investidores e dos fabricantes, que hoje preferem investir na Bahia, no Rio Grande do Norte e no Piauí, que criaram secretarias específicas.

Aqui, o setor de energia segue escondido em um departamento da Seinfra, algo que revela a quase nenhuma importância que o governo estadual dá ao setor.

Beto Studart, presidente da Fiec, diz: “Sem refinaria, o foco é energia”.