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Tag: Evangelho de hoje


04:44 · 23.08.2017 / atualizado às 12:04 · 23.08.2017 por

Resultado de imagem para O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campoNaquele tempo disse Jesus à multidão: “O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.

 

 

 

Reflexão – “somos o campo que contém o tesouro valioso”

O reino de Deus, aqui representado pelo tesouro e pela pérola da parábola, é a presença real de Jesus entre nós e a Sua absoluta e amorosa soberania na nossa vida. O reino dos céus não se resume a uma experiência somente espiritual, mas age também na totalidade do mundo material e humano. Com efeito, nós podemos afirmar que encontramos o tesouro e a pérola quando deixamos que a palavra de Jesus se realize em nós nos mínimos detalhes e em todas as circunstâncias do nosso dia a dia. A descoberta do reino de Deus é como o descobrimento da felicidade que nós tanto almejamos. Por isso, o nosso coração se alegra e nós abdicamos de tudo o que nos escraviza para que nos apossemos desta nova realidade de vida.  Precisamos ter consciência de que somos o campo que contém o tesouro valioso!   Portanto, é dentro de nós que devemos procurar e buscar o reino dos céus.  Quando temos a experiência com Deus nós sentimos que a nossa natureza humana vai dando lugar a um modo de ser divino e logo percebemos que este tesouro é maior do que tudo quanto nós possuímos fora de nós mesmos. Aos poucos, nós nos desvencilhamos das nossas ideias próprias, dos nossos projetos pessoais e interesseiros, dos ideais que só tendem à glória terrena, para nos apoderar dos bens espirituais que o Evangelho nos propõe, os quais influenciarão também na nossa vivência humana.  Só conseguiremos possuir esse tesouro quando nos despojarmos dos bens e valores momentâneos que nos escravizam. Esse é um processo de conversão que vai até os últimos dias da nossa vida. Os sinais da presença do reino em nós são a alegria e a paz, mesmo nos momentos de dificuldades, a vontade de ajudar ao próximo, a fraternidade nos relacionamentos e a esperança que provém da fé. –  Qual é a sua percepção do reino dos céus em você? – Você permite que Jesus seja o Rei da sua vida? –  Você ainda vive em busca de pérolas preciosas? –  Como você demonstra ao mundo que o reino de Deus está dentro do seu coração? – Você tem alegria e paz interior?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:33 · 22.08.2017 / atualizado às 04:33 · 22.08.2017 por

Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, porque para Deus nada é impossível”. Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.

04:03 · 21.08.2017 / atualizado às 11:19 · 21.08.2017 por

Resultado de imagem para Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?”Naquele tempo, alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” Jesus respondeu: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”. O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe, e ama o teu próximo como a ti mesmo”. O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. Que ainda me falta?” Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.

Reflexão – “três degraus para atingirmos a perfeição”

 

Dentro de cada um de nós há um profundo desejo de eternidade e de crescimento que só pode ser saciado quando nos despojamos de tudo o que nos amarra, nos prende e nos escraviza. Por isso, Jesus neste Evangelho nos apresenta três degraus crescentes para que possamos perseguir esse desejo e atingir a perfeição. Cumprir com os mandamentos, eles nos foram dados para que tivéssemos aqui uma vida feliz.  Despojarmo-nos dos bens para dá-los aos pobres desapegando-nos de tudo o que nos prende aqui na terra, em favor de alguém.  E, finalmente segui-Lo, aderindo ao Seu projeto de salvação.  Assim, é que caminhamos para a santidade. É um itinerário natural! Todas as nossas ações devem ter um motivo e uma razão de ser, em Jesus. Crer Nele e seguir a Sua Lei são o passaporte que nos levará a uma vida plena na casa do Pai. Quando buscamos a santidade nós nunca estamos satisfeitos com o que somos.  Assim sendo, não nos basta cumprir apenas as regras, pois, a nossa alma anseia por muito mais. Para entrar no Reino é preciso muito mais que observar leis ou regras. Fomos criados (as) conforme a imagem e semelhança de Deus que é perfeito e perseguimos o estado da perfeição. Jesus é afirmativo e nos avisa: não chegaremos ao céu pelo que fizermos de bom, porque só Deus é Bom.  Só Deus é bom, porém o homem persegue essa semelhança que está impressa no seu coração. A vida eterna começa aqui e atingir a perfeição do céu significa estar em perene comunhão completa com Deus Pai, Filho e Espírito Santo. – O que falta você fazer para alcançar a vida eterna? Pense, reflita. Pergunte ao Senhor o que você terá que fazer ainda? Você é uma pessoa apegada ao que possui? – Você também fica triste com esta palavra de Jesus? – O que mais lhe prende aqui na terra? – Para você o que significa a vida eterna?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

05:49 · 19.08.2017 / atualizado às 17:04 · 19.08.2017 por

Resultado de imagem para levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elasNaquele tempo, levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração. Os discípulos, porém, as repreendiam. Então Jesus disse: “Deixai as crianças e não as proibais de vir a mim, porque delas é o Reino dos Céus”. E depois de impor as mãos sobre elas, Jesus partiu dali.

 

 

 

Reflexão – “a criança  é  o  modelo do reino de Deus”

Os homens, na sua maioria, não gostam de ser tratados como crianças, pois se consideram sábios e inteligentes. Jesus, no entanto, dá a criança como modelo a ser seguido por aqueles que querem participar do Seu reino. Neste Evangelho, mais uma vez Jesus enfatiza o valor de sermos como criancinha, isto é, simples, dependente e confiante. A criança é o símbolo do ser fraco sem pretensões sociais: ela é simples, não tem poder nem ambição, vazia de si mesma e pronta para receber o Reino. A dependência, a naturalidade, a confiança, a entrega nas mãos dos pais, o coração transparente, a alegria, o suplicar, o pedir, o querer estar perto dos seus, o carinho, a inocência, a falta de maledicência, tudo isto, faz a diferença entre a criança e o homem velho. O Senhor quer que nós tenhamos esse coração de criança, renovado, que não julga, mas espera confiante, que ora e suplica. Somente assim nós poderemos viver o reino dos céus, aqui!  O mundo chama de tolos os que assim vivem, porém o que é tolice para o mundo é sabedoria para Deus. – Você quer ser como uma criança nas mãos do Pai? – Você confia plenamente que Deus é Pai e quer olhar por você a cada momento?  – Para você o que significa ser criança? Você age como criança? – Qual a maior virtude da criança? Procure imitá-la.

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:11 · 18.08.2017 / atualizado às 13:01 · 18.08.2017 por

Resultado de imagem para Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’Naquele tempo, alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: “É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?” Jesus respondeu: “Nunca lestes que o Criador, desde o início, os fez homem e mulher? E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’ De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”. Os fariseus perguntaram: “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?” Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher – a não ser em caso de união ilegítima – e se casar com outra, comete adultério”. Os discípulos disseram a Jesus: “Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se”. Jesus respondeu: “Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender entenda”.

Reflexão  – “o matrimonio é uma aliança de amor abençoada por Deus, e com vocação de eternidade”

 

Deus faz aliança com o homem e a mulher para perpetuar a espécie, não apenas procriando, mas difundindo o Seu amor no mundo e deu a esse homem e a essa mulher o encargo de se unirem para povoar a terra e nela espalhar a semente do Seu amor, por meio dos filhos que gerarem. O que mantém a integridade do matrimônio são a reciprocidade, a amizade, e a vivência de um mesmo ideal em conformidade com a Palavra de Deus. Por isso, Jesus recusa ver o matrimônio a partir de permissões ou restrições legalistas. Ele reconduz o matrimônio ao seu sentido fundamental: aliança de amor e, como tal, abençoada por Deus, e com vocação de eternidade. Marido e mulher são igualmente responsáveis por uma união que deve crescer sempre. No entanto, Jesus mesmo é quem nos fala: “existem homens incapazes para o casamento”.   Nem todos estão preparados para enfrentarem os desafios de uma vida a dois, por isso, percebemos que em muitos casamentos não foi bem aprofundada a questão da complementaridade entre o homem e a mulher. Jesus adverte para que o compromisso seja conscientemente assumido diante de Deus que faz dos dois, uma só carne.  “O que Deus uniu o homem não separe”. Esta Palavra deve servir de base para um discernimento muito maior entre aqueles que escolhem a sua vocação. Uma vez unidos, juntos, completados, quem poderá separá-los?  – Se você escolheu ou ainda não escolheu sua vocação, o que é que o Espírito lhe revela sobre isso? – Você está certo (a) de que o que Deus une o homem não separa? 

“Cada matrimônio é certamente fruto do livre consenso do homem e da mulher, mas a sua liberdade traduz em ato a capacidade natural inerente à sua masculinidade e feminilidade. A união realiza-se em virtude do desígnio do próprio Deus, que os criou homem e mulher, dando-lhes o poder de unir para sempre aquelas dimensões naturais e complementares das suas pessoas. A indissolubilidade do matrimônio não deriva do compromisso definitivo dos contraentes, mas é intrínseca à natureza do “poderoso vínculo estabelecido pelo Criador”  (João Paulo II, Catequese de 21 de Novembro de 1979, n. 2).

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

13:01 · 17.08.2017 / atualizado às 16:48 · 17.08.2017 por

Resultado de imagem para quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim?Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.

O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias, tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”.

Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.

Reflexão – “perdoar não apenas sete, mas setenta vezes sete.”.

 

Por meio da parábola do empregado devedor Jesus nos explica que, assim como nós pedimos um prazo a Deus para nos reabilitar dos nossos pecados, nós também precisamos dar àqueles que pecam contra nós a chance para que possam também penitenciar-se. Diante disso, precisamos, pois, tomar consciência de que o reino dos céus é feito de perdão. Jesus nos revela que o reino dos céus é daqueles que sabem perdoar e têm paciência com os erros dos irmãos. O reino de Deus acontece pelo perdão de Deus aos homens, mas também depende do perdão que o homem dá ao seu próximo. Não podemos almejar receber o perdão de Deus se, também, não perdoamos aos nossos irmãos.   Jesus vai mais além quando explica para Pedro que o perdão deve ser dado não apenas sete vezes, mas setenta vezes sete, isto é, sempre. Na mesma medida que Deus perdoa as nossas dívidas, as quais são maiores do que montanhas de dinheiro, nós também precisamos oferecer o perdão às pequenas ou grandes faltas que os nossos irmãos cometem contra nós. Não se trata de quantas vezes teremos que perdoar, porque a medida do perdão é contínua. Perdoar até sete vezes? Só sete dias de uma semana? Não, perdoar a vida toda, todos os dias, sempre, tantos quantos forem os dias da nossa vida e enquanto caminharmos aqui, necessitados também, do perdão de Deus para as nossas inúmeras culpas. Aquele que perdoa, naturalmente será também perdoado. A compaixão é um atributo de Deus e se somos criados à Sua Imagem e semelhança, nós também podemos ser compassivos. No perdão estão encerradas todas as características do amor: misericórdia, paciência, compreensão, justiça, bondade, humildade.  É este o ensinamento de Jesus sobre o perdão; não nos adianta replicar ou justificar o nosso caso. A regra é para todos nós. –Como você está sobre este assunto de perdão? – Quem está precisando do seu perdão? – Você tem exercitado o dom de perdoar? – Você pelo menos deseja perdoar? – Você se sente perdoado por Deus na mesma medida com que você tem perdoado os seus irmãos?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:18 · 16.08.2017 / atualizado às 11:15 · 16.08.2017 por

Resultado de imagem para Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular,Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, à sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.

Resultado de imagem para Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular,Reflexão – “enquanto   estamos aqui na terra nós construímos a nossa morada no céu”

 

Jesus nos ensina a bem administrar os nossos relacionamentos e nos exorta para que tenhamos coerência nas nossas reações e atitudes quando formos ofendidos. Nunca poderemos condenar alguém somente pelas aparências, sem ter um entendimento pessoal, particular com ele. Assim, Ele nos exorta a nos reunir em Seu Nome e dialogar a fim de corrigir e admoestar às pessoas, quando estas estiverem agindo mal. Portanto, enquanto não tivermos a consciência dos motivos que as levaram a proceder mal, nós não poderemos desistir de exortá-las. Mesmo que não consigamos os resultados na primeira conversa, Jesus nos abre os olhos para que peçamos ajuda a alguém da sua família, da comunidade ou da Igreja.  O objetivo será sempre o de ganharmos a amizade e ajudarmos e edificar o reino dos céus aqui na terra.  Enfim, Jesus nos manda ir às últimas consequências, no entanto, se não nos ouvirem, estaremos isentos da culpa e eles tornar-se-ão pecadores públicos, isto é, todos tomarão conhecimento. Quando nos reunimos em Nome de Jesus e temos o mesmo objetivo, tudo o que pedirmos ao Pai nos será concedido e Ele mesmo estará no meio de nós. Somos colaboradores da sua obra para ajudar a quem está necessitado de salvação e as nossas ações e resoluções aqui na terra repercutirão no céu. Por isso, precisamos ter muito cuidado com o que nós “ligamos ou desligamos” aqui, pois o céu toma conhecimento. O que fizermos de bom ou de ruim aqui na terra está feito para o céu. Não podemos separar o céu da terra, pois um é o eco do outro.  Todavia, enquanto   estamos aqui na terra nós construímos a nossa morada no céu. – Você tem tido paciência com os erros dos seus (as) irmãos (ãs)? – Como você acha que está a sua situação no céu em relação ao que você tem vivido na terra? – Qual  é a primeira regra para os nossos relacionamentos? –  Você costuma se reunir com os seus (as) amigos(as) para pedir alguma coisa em Nome de Jesus?  Qual é o resultado dessa experiência?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:23 · 15.08.2017 / atualizado às 09:01 · 15.08.2017 por

Resultado de imagem para Quem é o maior no Reino dos Céus?”Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.

Reflexão – “ser como criança agrada Deus

 

Para Deus somos como filhos pequenos e amados, dependentes do Seu amor. Por isso, Ele coloca os anjos em nosso auxilio.  Portanto, aquele (a) que se compreende pequeno, pecador, uma ovelha fugida e necessitada, este é que é grande no reino de Deus. Nunca poderemos nos apegar à ideia de que ser criança é ser tola, (o) é ser infantil, pois existe uma diferença entre ser infantil e ser como as crianças. Ser infantil é ser imaturo e incapaz de assumir a plena responsabilidade pelas próprias ações. Ser como a criança, no entanto, é assumir responsabilidade e ao mesmo tempo ser capaz de entregar-se, de abandonar-se e ser dependente de alguém, ser autêntica, ser transparente, viver as emoções. “Os atos infantis afastam, enquanto que as ações próprias das crianças atraem”.  Santa Terezinha nos dá uma explicação muito simples e fácil de entender as palavras de Jesus: “Ser criança é reconhecer seu nada, esperar tudo de Deus, como uma criancinha espera tudo do pai; é não se perturbar com nada, não juntar fortuna…” “Ser pequeno é também não atribuir a si mesma as virtudes que pratica, julgando-se capaz de alguma coisa, mas reconhecer que Deus coloca esse tesouro na mão de seu filhinho para que se sirva quando precisar; mas ele pertence sempre a Deus”. “O elevador que deve me alçar até ao céu são vossos braços, ó Jesus! Para isso, não preciso crescer; pelo contrário, devo continuar pequena, devo sê-lo cada vez mais”. – Como você se sente aos olhos de Deus: grande ou pequeno (a)?   Você já experimentou ser como uma criança? – Você acha que ser sábio nas coisas de Deus vai lhe ajudar na sua salvação?  – Você se sente dependente de Deus, abandonado (a) em Suas mãos? – Você é auto suficiente? – Em quem você confia?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:18 · 14.08.2017 / atualizado às 10:51 · 14.08.2017 por

Resultado de imagem para vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que pescares.Naquele tempo, quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galileia, ele lhes disse: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará”. E os discípulos ficaram muito tristes. Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: “O vosso mestre não paga o imposto do Templo?” Pedro respondeu; “Sim, paga”. Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: “Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?” Pedro respondeu: “Dos estranhos!” Então Jesus disse: “Logo os filhos são livres. Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que pescares. Ali encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti”.

Reflexão –não podemos nos esquivar das obrigações e dos compromissos que o mundo nos impõe”

 

Ao entregar-se por amor à humanidade e se deixar crucificar, mesmo sem ter nenhuma culpa, Jesus nos deu um grande exemplo, pois sabia que o Seu sacrifício seria a chave para a redenção do homem. Como homem, Jesus também nos ensinou que embora sejamos livres, filhos de Deus, nós temos encargos e obrigações sociais as quais temos o dever de cumpri-las, como pagar impostos e taxas. Algumas vezes quando estamos cheios de razão batemos o pé e não aceitamos as imposições. Jesus, porém, diante da cobrança dos cobradores do imposto do templo não se revoltou nem tampouco alegou ser Ele Filho de Deus, mas humildemente, recebeu da providência divina a “moeda” para cumprir com a Sua obrigação diante dos homens. O cristão verdadeiro segue o modelo de Jesus: para não escandalizar, paga  o que lhe é cobrado para o bem estar social. A nossa fé também se manifesta por meio da abertura do nosso “bolso”. Os discípulos de Jesus ficaram tristes quando Ele lhes falou que seria entregue nas mãos dos homens, pois ainda não tinham percebido que, neste mundo, todos nós estamos sujeitos às leis, às regras e exigências dos homens. Nós também precisamos ter consciência de que não podemos nos esquivar das obrigações, dos compromissos e até mesmo do sofrimento que o mundo nos impõe, pois, a figura deste mundo passa. Deus proverá para nós tudo de quanto precisarmos para cumprir com os nossos compromissos sociais. O seguimento a Jesus não nos isenta de também participarmos do crescimento e conservação da obra criada por Deus. – Você tem consciência de que mesmo sendo livre,  filho de  Deus, você tem obrigações para com os homens? –  Você costuma pagar os seus compromissos sociais sem murmurar? –  O que Jesus o (a) ensinou neste Evangelho?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:09 · 11.08.2017 / atualizado às 14:47 · 11.08.2017 por

Resultado de imagem para Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo,Naquele tempo, Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga. Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. De fato, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? Que poderá alguém dar em troca de sua vida? Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta. Em verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de ver o Filho do Homem vindo com seu Reino”.

Reflexão – “abraçar a cruz ”

Neste Evangelho Jesus nos convida a morrer para nós mesmos (as) e a rejeitar qualquer traço de autoindulgência, medo, vaidade, orgulho, soberba, enfim, tudo o que nos possa tornar cativos. Essa morte para nós mesmos (as) é muito positiva e construtiva para que possamos dizer sim ao chamado de Deus, por isso, Jesus nos propõe a abraçar a nossa Cruz e deixar que o Seu Espírito Santo seja o nosso instrutor nessa travessia. A renúncia de nós mesmos (as) se constitui na abdicação da nossa vontade própria, da nossa maneira de pensar e julgar, assim como também na nossa disposição em assumir a vontade de Deus, confiando Nele para enfrentar os desafios da nossa vida. Quando morremos para nós mesmo e seguimos Jesus em humildade e confiança no amor do Pai, nos tornamos coparticipantes da paixão de Cristo. Somente a nossa adesão ao projeto do Pai por meio da fé em Jesus Cristo nos dará a salvação. Por isso mesmo, Jesus é muito claro no Seu anúncio: não adianta nenhum de nós tentar “salvar” a nossa vida, pois todo o nosso esforço será inútil! Jesus é a Salvação e, se quisermos segui-Lo teremos que assumir a nossa parte nos encargos, nas responsabilidades, nas dificuldades. Isto é abraçar a cruz. Às vezes queremos “escapar” das dificuldades e procuramos o caminho mais fácil, que não exija de nós muito esforço, mas mesmo assim queremos receber recompensas e ter privilégios. Quando queremos ganhar o mundo inteiro nós terminamos por entrar pela porta larga da perdição e da ruína da alma. A nossa vida é um dom precioso de Deus e não há riqueza nem glória mundana que possam comprá-la. Precisamos ter consciência de que o tempo em que passamos aqui na terra é breve e a oportunidade da vida é uma só. Se começamos a querer cortar pedacinhos da nossa cruz, talvez quando tivermos que  atravessar o vale da sombra da morte, nos falte a ponte que nos levará para a felicidade! Pense nisto! – Será que você  tem tentado salvar a sua vida, deixando por menos algum encargo ou atribuição que só compete a você? –  Você tem consciência de que está vivendo a sua vida  de acordo com aquilo que Deus espera de você? –  Você acredita que Deus pode realizar o que para você tem sido impossível?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO