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Tag: Evangelho de hoje


06:17 · 24.09.2018 / atualizado às 09:31 · 24.09.2018 por

Resultado de imagem para Ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilhaNaquele tempo, disse Jesus à multidão: “Ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ao contrário, coloca-a no candeeiro, a fim de que todos os que entram vejam a luz. Com efeito, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá torna-se conhecido e claramente manifesto. Portanto, prestai atenção à maneira como vós ouvis! Pois a quem tem alguma coisa, será dado ainda mais; e àquele que não tem, será tirado até mesmo o que ele pensa ter”.

Reflexão – “somos lâmpadas que irradiam a Luz de Deus”

 

A nossa vida é a lâmpada que deve irradiar a Luz de Deus. Sendo Luz Jesus acende em nós Sua luz, para que possamos irradiá-la por onde passarmos. Porém, muitas vezes somos apenas como luminárias apagadas ou mesmo cobertas. Não nos colocamos à vista, não nos apresentamos nem nos deixamos ser vistos (as). Ficamos como que escondidos (as), porque não queremos compromisso nem desejamos assumir encargos para uma vida mais proveitosa.  Uma vida apagada, medíocre, voltada somente para as coisas fúteis, para os prazeres, os lucros, o bem-estar da carne, é como uma lamparina coberta, não tem serventia. Se, somos pessoas que meditamos a Palavra de Deus, com certeza temos em nós a Sua Luz, o Seu direcionamento e conhecemos o Seu pensamento. Seremos cobrados por tudo quanto recebemos. Não nos enganemos: refletir com a palavra de Deus é assumir compromisso para mudar o mundo.    Quanto mais recebemos, mais teremos que doar. Seremos julgados conforme a capacidade que ganhamos de Deus.  Possui alguma coisa na vida, aquele (a) que irradia ao mundo, a Luz de Jesus, os Seus ensinamentos e a Sua mensagem evangélica. A esse (a), será dado mil vezes mais, pois, terá a vida eterna. Porém, aquele (a) que vive só para o mundo, pensa que tem tudo, mas não possui nada. Por isso, no final, não terá mais nem a própria vida que pensa possuir. Continuará sem nada.  – Como tem sido a sua vida: uma lâmpada coberta ou colocada no candeeiro? – De que você tem consciência que precisa mudar para irradiar a Luz de Cristo? – Você tem a ousadia de querer mudar o mundo? – Como você poderá mudar este mundo: falando ou agindo? – A sua lâmpada está acesa e colocada à vista de todos? – A lâmpada, é o seu testemunho e o compromisso que você assume para edificação do reino de Deus. Pense nisto e faça novos propósitos de vida, hoje.

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

06:44 · 20.09.2018 / atualizado às 10:50 · 20.09.2018 por

Naquele tempo, um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa, na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume, e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: “Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora”. Jesus disse então ao fariseu: “Simão, tenho uma coisa para te dizer”. Simão respondeu: “Fala, mestre!” “Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinquenta. Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?” Simão respondeu: “Acho que é aquele ao qual perdoou mais”. Jesus lhe disse: “Tu julgaste corretamente”. Então Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: “Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. Por esta razão, eu te declaro: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor”. E Jesus disse à mulher: “Teus pecados estão perdoados”. Então, os convidados começaram a pensar: “Quem é este que até perdoa pecados?” Mas Jesus disse à mulher: “Tua fé te salvou. Vai em paz”.

Reflexão – “o amor vivido atrai o perdão de Deus”

 

Aquela mulher pecadora tinha fé na misericórdia de Deus e demonstrou isto, quando enfrentou os fariseus e ousou prostrar-se aos pés de Jesus para lhe lavar os pés com perfume e enxuga-los com seus cabelos. Para aquela mulher nada importava mais do que receber o perdão de Jesus e demonstrar a Ele o seu grande amor. Por isso, os gestos daquela mulher a quem todos apontavam como sendo uma pecadora, tocaram tão profundamente o coração de Jesus a ponto de lhe perdoar os pecados.  Assim sendo, neste episódio, Jesus nos ensina que o amor demonstrado por nós é o maior motivo para que sejamos absolvidos (as) das nossas transgressões. Jesus também nos mostra que nunca deixará passar as oportunidades para nos acolher, mesmo que sejamos os maiores pecadores, e, do mesmo modo, ministrar o perdão dos nossos pecados.  Podemos, então, verificar que o perdão de Deus está condicionado ao nosso coração contrito e cheio de bons propósitos. O perfume valioso poderá ser a nossa oração nos momentos em que, também, nos deixamos estar aos pés de Nosso Senhor. Provamos muito amor e confiança quando dobramos os joelhos diante Dele e com as nossas lágrimas de arrependimento sincero e com a nossa oração penitente beijamos os Seus pés.  Beijar os pés de Jesus é adorá-Lo na Santa Eucaristia, é acolher a Sua Palavra no coração e, também, servi-Lo na pessoa dos nossos irmãos e irmãs. Portanto, temos também muitas oportunidades para, como a mulher da história, comprovar o nosso amor por Jesus colocando diante dele o nosso coração arrependido e cheio de boas intenções. – O que você “tem feito” para ser perdoado (a) dos seus pecados? – Você tem demonstrado amor nas ações do seu dia a dia? – Como está a sua vida de oração? – Você tem estado aos pés de Jesus, arrependido (a)?

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

07:05 · 19.09.2018 / atualizado às 12:12 · 19.09.2018 por

Resultado de imagem para São como crianças que se sentam nas praçasNaquele tempo, disse Jesus: “Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’ Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos”.

Reflexão – “O sábio não perde tempo com lamentações”

 

Neste Evangelho Jesus nos alerta para que não sejamos como “crianças mimadas” que não sabem o que querem e não se conformam com o que possuem.  A comparação com “crianças que se sentam nas praças” é uma referência às nossas infantilidades quando duvidamos das ações de Deus na nossa vida, quando cobramos Dele coisas que na maioria das vezes dependem primeiramente de nós.  Não queremos perceber os Seus sinais, somos insatisfeitos (as) e, desejamos que todas as coisas, aconteçam de acordo com a nossa vontade sem mesmo saber qual é, na verdade, o motivo pelo qual nós as pedimos e as esperamos. Não temos convicção de quem somos nem do que queremos e qual é o ideal da nossa vida. Reclamamos de tudo e não aproveitamos o momento atual para apreender, mesmo que seja com o sofrimento ou com a bonança, na alegria ou na tristeza.  Somos nós essas crianças que não sabem o que querem nem tampouco do que precisam e se justificam pondo a culpa nos outros. Nunca assumimos as nossas carências, deficiências, leviandades, mudanças de humor e de opinião e há sempre alguém que é o nosso algoz, o réu, o acusado.   Cada fato e acontecimento da nossa existência, quando enxergado com os olhos de Deus contém o seu aprendizado. Às vezes perdemos as graças que o Senhor nos dispensa porque não sabemos “entender os sinais dos tempos”.  O negativo na maioria das vezes prevalece aos nossos olhos, não sabemos enxergar as luzes acesas e olhamos somente para as luzes que estão apagadas. Ainda não nos dispusemos a abrir o coração e perceber o reino de Deus que está dentro de nós. Sábio, portanto, é aquele (a) que acolhe a palavra de Deus sem protesto e sem discussão. O sábio não perde tempo com lamentações, nem lamúrias. Somos “filhos da sabedoria” quando nos deixamos envolver pelo mistério da piedade, o mistério da Fé em Jesus Cristo, sem questionar ou murmurar. Jesus quer que sejamos “filhos da sabedoria”, que possamos sentir o cheiro de Deus em todos os acontecimentos da nossa vida. Mas ainda há tempo para que formemos uma geração diferente da geração do tempo de Jesus aqui na terra! – Essa história tem alguma coisa a ver com você? – Você é eternamente uma pessoa insatisfeita ou   já enxerga o dedo de Deus na sua vida? – Você faz parte também dessa geração de crianças que não sabem o que querem? – Quem será o (a) culpado (a) por você nunca melhorar nem crescer?  – Você se ajusta com facilidade aos fatos da sua vida ou tem dificuldade de mudança?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

09:57 · 18.09.2018 / atualizado às 10:01 · 18.09.2018 por

Naquele tempo, Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores!” Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”. E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira e por toda a redondeza.

Reflexão – “o pecado é o caixão que nos prende”

A cena descrita no Evangelho de hoje retrata fielmente o que acontece no mundo atualmente. Jesus continua hoje, olhando para as mães que choram pelos seus filhos “mortos” pelo mundo e assim como sentiu compaixão da viúva da cidade de Naim, persiste fazendo milagres no meio do seu povo. Quantas mães também que choram e acompanham o filho “morto” pela falta de esperança, pela droga, pela desarmonia, pelas frustrações, pela violência!  O “caixão” significa para nós tudo o que prende, escraviza e oprime. De uma maneira geral o pecado é o caixão que nos prende e nos faz parecer mortos e sem esperança.  No cenário descrito por Lucas, Jesus tocou no caixão e ordenou ao jovem que se levantasse e este sentou-se e falou. Ao tocar no caixão do morto Jesus tocou naquilo que o aprisionava e o impedia de ser livre para caminhar. Assim também Ele faz com cada um de nós que ainda estamos presos nos nossos pecados, isto é, a tudo o que nos impede de caminhar livremente em busca do projeto de felicidade que Deus já traçou para nós.  Por isso, mesmo diante da morte precisamos manter viva a chama da nossa fé em Jesus Cristo que está sempre perto e, continuamente, terá compaixão de nós. Peçamos ao Senhor que Ele opere milagres ao nosso redor; que Ele enxugue as lágrimas de todas as mães que choram pelos seus filhos e, ao mesmo tempo, que Ele levante todos os jovens e as jovens que se sentem desanimados (as) pelo peso que o mundo põe às suas costas. Assim, nós também poderemos testemunhar os milagres que acontecem ao nosso redor e anunciar como aquele povo: “Deus veio visitar seu povo”!  A fé em Jesus nos faz refletir o que estamos vivendo hoje: – Você tem chorado por alguém a quem considera sem jeito, como morto? – Você acredita que Jesus tem poder para tocar esta pessoa e libertá-la? Você tem orado por ela?  – Você tem sido testemunha de milagres? – Você tem anunciado aos quatro ventos o que tem visto Jesus fazer, hoje?   

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

11:47 · 11.09.2018 / atualizado às 11:48 · 11.09.2018 por

Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir Jesus e ser curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

10:25 · 06.09.2018 / atualizado às 13:31 · 06.09.2018 por

Naquele tempo, estando Jesus um dia à margem do lago de Genesaré, o povo se comprimia em redor dele para ouvir a palavra de Deus. Vendo duas barcas estacionadas à beira do lago – pois os pescadores haviam descido delas para consertar as redes, subiu a uma das barcas que era de Simão e pediu-lhe que a afastasse um pouco da terra; e sentado, ensinava da barca o povo. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar”. Simão respondeu-lhe: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada apanhamos; mas por causa de tua palavra, lançarei a rede”. Feito isto, apanharam peixes em tanta quantidade, que a rede se lhes rompia. Acenaram aos companheiros, que estavam na outra barca, para que viessem ajudar. Eles vieram e encheram ambas as barcas, de modo que quase iam ao fundo. Vendo isso, Simão Pedro caiu aos pés de Jesus e exclamou: “Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador”. É que tanto ele como seus companheiros estavam assombrados por causa da pesca que haviam feito. O mesmo acontecera a Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram seus companheiros. Então Jesus disse a Simão: “Não temas; doravante serás pescador de homens”. E atracando as barcas à terra, deixaram tudo e o seguiram.

 

Reflexão – “Jesus nos chama para ser pescadores de homens!  

 

Deus está atento aos nossos movimentos, conhece as nossas necessidades e também aproveita os momentos em que estamos parados (as), isto é, desanimados (as) por causa da pesca que não foi boa para entrar na nossa barca. Ele precisa de nós para realizar o Seu plano de Salvação em Jesus Cristo. Para isso enviou Jesus que se manifesta na nossa vida de uma maneira muito coerente com o que Ele deseja realizar em nós e por nosso intermédio. Ele vem a nós quando estamos no posto do nosso trabalho ou na lida da nossa casa, passando por algum sofrimento ou enfrentando situações difíceis. Para cada um de nós Ele usa uma metodologia diferente. O importante, é que Ele precisa de nós do jeito que somos e do modo como vivemos. Foi assim que Ele se aproximou de Simão e de André seu irmão, fez um milagre na sua vida e, depois os convidou para serem pescadores de homens, e assim, O seguirem. Primeiramente, Ele avistou as “duas barcas paradas na margem do lago” e percebeu que aqueles homens estavam desalentados e precisavam de ajuda. No entanto, Jesus não os subestimou, mas pediu-lhes ajuda para entrar na sua barca e dali falar para a multidão. Somente depois, Jesus os instruiu para avançar e ir até o lugar onde encontrariam muitos peixes.  Assim também Jesus faz conosco. Ele se manifesta nas situações da nossa vida, aproveita as oportunidades quando estamos de coração aberto, acrisolado, age em nós, transforma as nossas situações de pesar, providencia o que está nos faltando e depois também diz: “Vem”! “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens!” Jesus nos chama para ser pescadores de homens!  Ele providencia o peixe para nós, porém, necessita das nossas redes a fim de tomar para Ele as almas necessitadas de salvação.      Jesus está esperando a hora de poder nos instruir, dizendo: “Avança para águas mais profundas, e lançai as vossas redes para a pesca.”  Que a nossa pesca seja profícua e não se restrinja somente ao nosso círculo de amizade. Jesus quer que sejamos pescadores no Seu reino e a rede que Ele nos dá é o Seu amor e a Sua Palavra. – Jesus já realizou algum milagre na sua vida?  – Conte para todos o que mudou na sua vida, qual a sua esperança e o que você tem descoberto com a Palavra de Deus. – Você tem usado o Amor de Deus como rede para atrair as pessoas para Ele? –  Mesmo que não tenha muita vontade você atende ao chamado de Jesus em atenção à Sua Palavra?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

 

 

11:31 · 31.08.2018 / atualizado às 19:37 · 31.08.2018 por

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide a seu encontro!’ 7Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas.8As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!’ Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”.

Reflexão – “o noivo está chegando”

 A lâmpada é a nossa vida e o óleo é a fé, combustível que abastece o nosso ser e faz produzir em nós a luz que nos leva a viver em harmonia interior com Deus, em qualquer situação. A fé alimenta a nossa alma e nos prepara para enfrentar os momentos de escuridão, de dúvida e de incerteza. A fé é um dom de Deus que, regado pela oração, nos faz sentir o consolo do Espírito Santo, e a alegria de uma vida conformada à vontade de Deus. Por isso, ela precisa ser cultivada. “As jovens previdentes levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas; as jovens imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo”.   As jovens imprudentes, talvez levassem uma vida despreocupada de Deus vivendo somente em função das coisas do mundo, entendendo que, na hora da necessidade, o óleo para suas lâmpadas seria providenciado ou nem notando que a sua lâmpada precisasse de combustível. A parábola, então, nos ensina que tem a Luz de Deus quem cultiva a fé e vive na intimidade com o noivo, por isso, conhece os Seus passos e percebe quando Ele se aproxima. Por esta razão, permanece sempre com sua lâmpada acesa e com o óleo à sua disposição. Não será surpreendido (a), pois, está sempre atento (a).  Baseados no exemplo das jovens, precisamos estar alertas, pois o noivo está chegando. O noivo é Jesus que vem ao nosso encontro e deseja nos encontrar vigilantes!   Ele chegará na hora em que menos esperarmos!  Poderá ser também uma tribulação, uma doença, ou até, a morte.   É sempre algo inesperado, imprevisível e, se não estivermos com as nossas lâmpadas abastecidas, isto é, o nosso coração cheio de fé, confiante e em paz, com certeza, iremos nos desesperar e dar contratestemunho. Quem se ocupa muito com as atividades do mundo esquece de abastecer a sua lâmpada com o óleo de Deus. Encontrar-se desprevenido (a) é estar por fora da luz de Deus, é gastar o tempo somente com as coisas materiais e esquecer de que a vida aqui na terra é breve e que caminhamos para a eternidade onde o noivo nos espera. – Qual será o óleo com que você tem abastecido a sua lâmpada? – Você se sente preparado (a) para qualquer coisa na sua vida? Em quem você confia? – Onde você está buscando o óleo para conservar a sua lâmpada acesa? – Em sua opinião qual é o óleo que falta na sua vida?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

09:17 · 30.08.2018 / atualizado às 10:27 · 30.08.2018 por

Resultado de imagem para “Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor.Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor. Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. Qual é o empregado fiel e prudente que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados para lhes dar alimento na hora certa? Feliz o empregado, cujo senhor o encontrar agindo assim, quando voltar. Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu senhor está demorando’, e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”.

Reflexão – “anseio de eternidade

 

Dentro de nós há um desejo e um anseio de eternidade que se confundem com a mentalidade que o mundo nos impõe de que temos de permanecer para sempre instalados aqui na terra. Neste Evangelho, Jesus nos alerta para que permaneçamos vigilantes, pois, a nossa vida é breve. Na verdade, se pensarmos bem, chegaremos à conclusão de que aqui estamos de passagem, que a nossa vida é apenas um estágio e dura muito pouco. Apesar disso, necessitamos tomar consciência do valor do tempo que temos e das descobertas que, a todo o momento, nós fazemos em relação ao projeto de Deus, para bem vivermos a nossa existência terrena. Por isso, em todos os dias, precisamos pesar, medir e contar os nossos atos, as nossas intenções, e pedir ao Senhor graças para que sejamos encontrados no nosso posto quando Jesus voltar. A nossa vida deve ser um eterno caminhar em busca da terra prometida por Deus. É uma luta constante, por isso, nunca chegará o dia em que poderemos descansar e nos refestelar crendo já ter cumprido toda a nossa missão. A cada dia o Senhor nos mostra algo novo para ser vivenciado e nos renova a fim de que possamos assumir a obra que Ele nos designou. O compromisso que assumimos com Jesus, no Batismo, vai sendo cumprido na medida em que nos relacionamos com o nosso próximo e o amor que vivenciarmos será o parâmetro da fidelidade da nossa vida. “Por isso, também, fiquemos preparados!”  – Você costuma se perturbar quando falam da morte? – Você tem desejo de eternidade? – Será que seria bom viver somente aqui para esta vida: o que você acha disso? – Você é vigilante? – O que você espera do seu futuro? – O que você acha que Deus ainda vai entregar a você, como compromisso.

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

09:03 · 28.08.2018 / atualizado às 10:25 · 28.08.2018 por

Naquele tempo, disse Jesus: Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo.

Reflexão – “incoerência de vida”

Jesus conhecia profundamente o coração dos mestres da lei e dos fariseus, por isso, com muita sabedoria denunciava o que havia de escondido por debaixo da sua aparente “retidão! Assim sendo, sem nenhuma dúvida ou temor, Jesus os chamava de “hipócritas” por causa da sua incoerência de vida. Da mesma forma Jesus conhece intimamente o nosso coração e sabe, com certeza, quais são as nossas intenções e os nossos desejos. Por isso, assim como falava para os mestres da lei e para os fariseus, Ele também poderá dirigir-se a qualquer um de nós que nos enaltecemos pelas “boas ações” que praticamos e nos nomear de hipócritas. Nós também, como os antigos, podemos estar pagando o dízimo de todos os nossos proventos e até promovendo o bem comum, no entanto, ao mesmo tempo, poderemos estar agindo como guias cegos, se as nossas atitudes não estiverem servindo de suporte para alguém. Se, estivermos praticando o bem apenas para aparecer e chamar a atenção, estaremos dando prova de que estão nos faltando os ensinamentos mais importantes para a nossa vivência cristã, que são, a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Podemos fazer uma avaliação de quais são as nossas intenções  quando propagamos as nossas boas obras e a nossa participação em campanhas sociais. Precisamos ver se temos como objetivo somente a nossa promoção pessoal ou se o fazemos por amor a Deus. Às vezes, o nosso exterior aparece sem manchas, contudo, o nosso interior está cheio de maldade. Por isso, Jesus nos adverte enquanto é tempo: “limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo”. Podemos enganar a todos, mas não enganamos a Deus que sonda o nosso coração e conhece o que há de mais camuflado dentro de nós. A justiça, a misericórdia e a fidelidade, portanto, se constituem em atos concretos de amor. Somos chamados a dar o dízimo e a fazer o bem, mas tudo com sentido e, por amor!   Que a regra de ouro da nossa vida seja TUDO FAZER POR AMOR! – Com que finalidade você tem contribuído com o dízimo? – Você acha que Deus está vendo as suas ações de caridade? – Você tem sido fiel, justo (a) e misericordioso (a) com as pessoas com quem convive? – Você faz alguma coisa para aparecer?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

09:57 · 23.08.2018 / atualizado às 12:03 · 23.08.2018 por

Resultado de imagem para O Reino dos Céus é como um tesouro escondidoNaquele tempo disse Jesus à multidão: “O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.

 

 

 

Reflexão – “somos o campo que contém o tesouro valioso”

 

O reino de Deus, aqui representado pelo tesouro e pela pérola da parábola, é a presença real de Jesus entre nós e a Sua absoluta e amorosa soberania na nossa vida. O reino dos céus não se resume a uma experiência somente espiritual, mas age também na totalidade do mundo material e humano. Com efeito, nós podemos afirmar que encontramos o tesouro e a pérola quando deixamos que a palavra de Jesus se realize em nós nos mínimos detalhes e em todas as circunstâncias do nosso dia a dia. A descoberta do reino de Deus é como o descobrimento da felicidade que nós tanto almejamos. Por isso, o nosso coração se alegra e nós abdicamos de tudo o que nos escraviza para que nos apossemos desta nova realidade de vida.  Precisamos ter consciência de que somos o campo que contém o tesouro valioso!   Portanto, é dentro de nós que devemos procurar e buscar o reino dos céus.  Quando temos a experiência com Deus nós sentimos que a nossa natureza humana vai dando lugar a um modo de ser divino e logo percebemos que este tesouro é maior do que tudo quanto nós possuímos fora de nós mesmos. Aos poucos, nós nos desvencilhamos das nossas ideias próprias, dos nossos projetos pessoais e interesseiros, dos ideais que só tendem à glória terrena, para nos apoderar dos bens espirituais que o Evangelho nos propõe, os quais influenciarão também na nossa vivência humana.  Só conseguiremos possuir esse tesouro quando nos despojarmos dos bens e valores momentâneos que nos escravizam. Esse é um processo de conversão que vai até os últimos dias da nossa vida. Os sinais da presença do reino em nós são a alegria e a paz, mesmo nos momentos de dificuldades, a vontade de ajudar ao próximo, a fraternidade nos relacionamentos e a esperança que provém da fé. –  Qual é a sua percepção do reino dos céus em você? – Você permite que Jesus seja o Rei da sua vida? –  Você ainda vive em busca de pérolas preciosas? –  Como você demonstra ao mundo que o reino de Deus está dentro do seu coração? – Você tem alegria e paz interior?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO