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Tag: Evangelho de hoje


04:03 · 18.07.2018 / atualizado às 10:00 · 18.07.2018 por

Resultado de imagem para Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pNaquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.

 

 

 

Reflexão – “assim é do agrado do Pai”

 

Neste Evangelho, Jesus louva o Pai pelos pequeninos, isto é, por cada um de nós que não tem a pretensão de ser sábio e entendido, mas sim o desejo de agradá-Lo entregando a Ele a inteligência, vontade e liberdade. Tudo de bom que possuímos vem de Deus, por isso, diante Dele precisamos nos tornar pequeninos e conscientes da nossa dependência. Esta é a verdadeira sabedoria proclamada por Jesus no Evangelho! Somos humildes quando reconhecemos a verdade que é a nossa capacidade e limitação e percebemos que há aspectos da nossa vida que não podem ser distinguidos a não ser por revelação de Deus. Quando nos arvoramos de ser muito entendidos e nos posicionamos acima dos ensinamentos que Jesus veio nos revelar, damos uma demonstração de que, realmente, somos modelo dos “sábios e entendidos” a quem Ele se refere. O fato de ser pequenino diante de Deus não nos tira a dignidade nem nos torna subservientes, mas sim coerentes com o nosso ser humano. Está escrito: “Diante de Deus todo joelho se dobrará”, não por imposição d’Ele, mas por necessidade da nossa condição humana. Deus nos revela o Seu amor por meio das coisas mais simples e sutis e não precisamos fazer esforços para entender as Suas manifestações, mas apenas estar atentos para vê-Lo em tudo, até “numa pequena flor”.  Se todos soubéssemos como isso nos torna pessoas leves e cheias de paz não perderíamos tempo fazendo tudo para ser grandes e cheios de poder. Tudo foi entregue a Jesus pelo Pai, a fim de que sejamos homens e mulheres livres da opressão do inimigo que nos sugestiona para que ambicionemos ser como deuses. – Você se considera pequeno ou sábio e entendido? – Você acha que Jesus louva o Pai por sua causa? – Como você tem se apresentado pequeno (a) diante de Deus? – Você acha que os pequenos são aqueles que recusam o chamado de Deus, pois, se acham incapazes?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:16 · 17.07.2018 / atualizado às 11:19 · 17.07.2018 por

Naquele tempo, Jesus começou a censurar as cidades, onde tinha feito grande número de seus milagres, por terem recusado arrepender-se: “Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e a cinza. Por isso, vos digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Tiro e para Sidônia que para vós! E tu, Cafarnaum, serás elevada até o céu? Não! Serás atirada até o inferno! Porque, se Sodoma tivesse visto os milagres que foram feitos dentro dos teus muros, subsistiria até este dia. Por isso, te digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Sodoma do que para ti!”.

 

Reflexão – “Jesus nos chama a abrir olhos e ouvidos”

Neste Evangelho Jesus nos dá consciência de que a nossa responsabilidade diante dos acontecimentos da nossa vida é pessoal e intransferível. Assim, Ele se reporta aos fatos bíblicos para abrir os nossos olhos e esclarecer que todos aqueles que têm acesso à Sua Palavra e conhecimento dos Seus ensinamentos, serão tratados com mais dureza do que outros (as) que ainda vivem na ignorância, porque não conhecem a riqueza dos Seus preceitos. Assim sendo, a Palavra de Deus a cada momento, nos exorta e admoesta com o objetivo de nos levar à conversão e mudança concreta de vida e de atitude gerando transformação interior. Portanto, Corazim, Betsaida e Cafarnaum, somos nós também, hoje, que recebemos os favores de Deus, usufruímos de bênçãos gratuitas, no entanto, nos acomodamos na mesma vida de sempre sem mudança nem transformações. Apesar de refletir e meditar nas mensagens do Evangelho, somos como aquelas cidades onde Jesus operou milagres e prodígios e, nem assim, quiseram acreditar que Ele fosse o Filho de Deus feito homem. Continuavam com as mesmas práticas e não se arrependiam dos seus pecados. Às vezes, nós julgamos as pessoas que vivem no mundo e praticam absurdos e não consideramos que, se elas tivessem tido a mesma oportunidade que nós, talvez pudessem arrepender-se e, quem sabe, alcançar no reino de Deus um lugar melhor que o nosso.  Por isso, hoje, Jesus nos chama a abrir olhos e ouvidos a fim de apreender os Seus ensinamentos e continua nos avisando e admoestando, porém não acreditamos. Por outro lado, às vezes, temos mais fé nas pessoas que nos ensinam como viver no mundo, levando vantagem e usufruindo dos bens e não escutamos os conselhos de Jesus que veio ao mundo para nos garantir não somente bens e posses, mas, a vida interminável. A Ele, sim, devemos dar crédito, porque as Suas Palavras são palavras de vida eterna.   Você tem dado crédito à Palavra que reflete?  – A que espécie de vida a Palavra de Deus o (a) tem guiado? – Você identifica milagres na sua vida? – Como você tem demonstrado gratidão a Deus?

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

03:57 · 16.07.2018 / atualizado às 10:11 · 16.07.2018 por

Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Reflexão – “somos chamados (as) a fazer parte da família de Jesus”

Neste Evangelho Jesus nos conscientiza de que, a exemplo de Sua Mãe, todos nós somos chamados (as) a fazer parte da Sua família desde que, como ela, façamos a vontade do Pai. Sabemos que Nossa Senhora, desde a encarnação de Jesus até a Sua morte e ressurreição fez a vontade de Deus e soube confiar no Seu plano.  É chamada de corredentora, pois contribuiu para que todo o projeto salvífico se realizasse.  Fazer a vontade de Deus é, portanto, a condição que Jesus nos apresenta para que sejamos considerados membros da Sua família.“eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. Jesus continua apontando para nós, como fez quando distinguiu os Seus discípulos. A vontade do Pai é que todos nós, pela Fé em Jesus Cristo, alcancemos a salvação e a vida eterna sem fim.  Seremos participantes da graça de filhos, de irmãos e irmãs, se, vivendo o nosso Batismo   estivermos abertos a fazer tudo conforme Deus nos manda realizar.  Portanto, hoje Jesus nos distingue como pessoas especiais, discípulos e discípulas dignos de ser chamados filhos de Deus Pai, tendo Maria como Mãe, irmãos Seus e motivados pelo poder do Espírito Santo, a fazer a vontade do Pai. – Você também se considera da família de Jesus Cristo? – O que você entende por fazer a vontade de Deus? – Você é discípulo (a) de Jesus? – O que falta para que você faça a vontade do Pai aqui na terra do jeito que ela acontece no céu? – Jesus aponta para você também quando pronuncia essas palavras?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:08 · 12.07.2018 / atualizado às 12:17 · 12.07.2018 por

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito a seu sustento. Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. Ao entrardes numa casa, saudai-a. Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz. Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés. Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo”.

Reflexão – “A descoberta do reino de Deus!”

 

Na nossa caminhada aqui na terra recebemos de Deus bênçãos e graças vindas do Seu amor e, mesmo tendo um coração agradecido, nos esquecemos de repartir com as outras pessoas o que ganhamos. Jesus quer nos ensinar a compartilhar com os outros, todas as bênçãos que Dele recebemos, nos chama insistentemente e dá uma ordem: “Em vosso caminho, anunciai: o reino dos céus está próximo”! O reino dos céus se manifesta na nossa vida a cada dia quando percebemos as maravilhas que acontecem em nosso coração que antes era árido, sem vida, sem esperança e triste. Quando encontramos Jesus, nós descobrimos o Seu reino e sentimos a Sua presença comprovada nas coisas mais simples. O dia que nasce todas as manhãs, o sol que nos aquece, a chuva que nos refresca, depois a noite que nos dá o repouso. Descobrimos que o estar com Deus nos faz sentir a paz, a alegria, o amor, que temos proteção, temos saúde, disposição e esperança. Quando meditamos e refletimos com a Palavra de Deus e participamos da Eucaristia, temos o coração pacificado. A descoberta do reino de Deus nos leva a querer a comunhão com os nossos irmãos, e nos motiva a trabalhar por um mundo mais feliz. Contudo, há muitos que não têm nada disso, às vezes possuem até muito dinheiro e bens, mas não sabem apreciar as coisas simples porque ainda não encontraram o reino dos céus que é completamente diverso do reino da terra. Por isso, Jesus nos envia a anunciar o reino a todas as pessoas as quais encontrarmos, no meio das circunstâncias às quais enfrentarmos, no lugar em que estivermos estabelecidos, em qualquer situação e sob qualquer condição. Ele nos manda contagiar o mundo com o Seu poder, e a Sua glória, aqui mesmo na terra dos viventes! Todas as vezes em que nos aproximarmos de alguém e em Nome de Jesus o ajudarmos a sair do pecado e o levarmos para um novo caminho, estaremos cumprindo o Evangelho. A nossa recompensa será a paz de Jesus que é o sinal de que o reino de Deus acontece também dentro de nós. Reflita – Em seu caminho você tem anunciado o reino? – Você percebe as coisas simples que fazem parte do seu dia a dia? – Há diferença no seu humor quando o dia nasce chuvoso ou ensolarado? – O que você leva consigo quando anuncia o reino: dinheiro, sacolas, ou a palavra e o seu testemunho? – O que você tem recebido de recompensa por isso?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:30 · 11.07.2018 / atualizado às 11:01 · 11.07.2018 por

Naquele tempo, Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos maus e de curar todo tipo de doença e enfermidade. Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’”.

 

Reflexão – “Jesus nos manda ir dois a dois”

 

Precisamos estar a postos para atender ao chamado de Jesus, pois, assim como escolheu os doze apóstolos e deu a eles poder para tudo fazer em Seu Nome, Jesus nos chama hoje, pessoalmente, e nos manda procurar aqueles que estão desgarrados. Jesus nos envia em busca das ovelhas perdidas, resgatar as que estão extraviadas, procurar pela semente que não germinou.  Os mais simples detalhes da Palavra de Deus são uma riqueza de sabedoria para a nossa vida. Até no modo de descrever a sequência de nomes dos discípulos de Jesus, nós percebemos a inspiração do Autor Sagrado para nos transmitir os recados de Deus. Pedro e André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus; Tiago e Tadeu; Simão e Judas Iscariotes. Dois a dois, sempre um com o outro; sempre em comum unidade, sempre em comunidade. Na nossa caminhada de vida sempre estaremos precisando do outro, que nos complementa, que possui algo que nós não possuímos. Por isso, formamos um Corpo que se ajusta e se ajuda quando nos prezamos e nos amamos.  Ninguém pode ficar de fora dos projetos de Deus para edificação do reino do céu aqui na terra. Por isso, Jesus nos manda ir dois a dois, e no nosso caminho precisamos anunciar somente o que já vivenciamos: “O reino dos céus está próximo“. O reino de Deus já está acontecendo, pois, o reino é Jesus e Ele mora no nosso coração! Portanto, é Ele quem também nos dá poder para, em Seu Nome, expulsar os espíritos maus e curar todo tipo de doença e enfermidade – Você sente a presença do céu no seu coração? – Você é uma pessoa que percebe a necessidade do “outro” na sua vida? – Você é uma pessoa autossuficiente? – Você percebe nas outras pessoas o que falta em si e fica alegre com isso?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

04:05 · 10.07.2018 / atualizado às 09:38 · 10.07.2018 por

Naquele tempo, apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo o tipo de doença e enfermidade. Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”

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Reflexão – “trabalhadores da messe”

Jesus olhava com compaixão para o povo necessitado e distinguia os males que o aprisionava! Ele tinha piedade das pessoas, pois, viviam presas por espíritos maus e por onde Ele ia as libertava da escravidão do maligno, que é o espírito das trevas, espírito de rebeldia e de injustiça. No entanto, muitos não entendiam o porquê da sua missão e julgavam-no segundo a mentalidade do mundo que não admite alguém agir simplesmente por amor e misericórdia. Assim, Jesus veio inaugurar o tempo da misericórdia e, hoje como ontem, Ele nos convoca para sermos, como Seus discípulos, trabalhadores da messe. “A messe continua grande, mas os trabalhadores são poucos.”  O Senhor continua olhando para as diversas situações do mundo e pede ao Pai, trabalhadores para a sua messe. Ele olha as multidões e se compadece daqueles (as) que vivem abandonados, cansados e abatidos sendo subjugados pelo poder das trevas. Ele observa as pessoas que continuam como ovelhas sem pastor, abatidas, cansadas, desanimadas, sem esperança, até dentro das nossas casas e nos chama para sermos Seus operários oferecendo amor aos que precisam de ajuda. A vivência do amor anima as pessoas enfraquecidas, enfastiadas e sem perspectiva. O amor vence o ódio e expulsa dos corações a intriga, a divisão, a incompreensão. Se fizermos como Jesus fez, estaremos sendo trabalhadores da Sua messe. Quanto mais estivermos a serviço da vinha do Senhor, mais surdos e mudos serão curados em Seu Nome.  –  Você já se sente libertado (a) do demônio que paralisa os lábios do homem? – Você conhece quando as pessoas à sua volta estão desanimadas e sem esperança? – O que você diz a elas? – Você tem ajudado a alguém, pelo menos escutando e acolhendo? – Você se considera trabalhador da messe de Cristo? – Em que você tem empregado o seu tempo livre? 

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

03:54 · 09.07.2018 / atualizado às 08:47 · 09.07.2018 por

Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia havia doze anos veio por trás dele e tocou a barra de seu manto. Ela pensava consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: “Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele instante. Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, e disse: “Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.

 

Reflexão – “A fé em Jesus Cristo é que nos salva!”

 

Diante do que ouvimos e meditamos neste Evangelho nós chegamos à conclusão de que não precisaremos ficar procurando coisas mirabolantes para conseguir a cura das nossas enfermidades. Não precisaremos mais ir de um lado para outro buscando “paliativos” para as nossas dores. A fé em Jesus Cristo é que nos salva! Os dois personagens do Evangelho de hoje não

exigiram de Jesus atenção especial, mas apenas se aproximaram de Jesus cheios de fé e de confiança. Que a nossa fé nos mova e nos faça sair de nós mesmos (as) para buscar a Jesus, na certeza de que só Ele é o médico dos homens e das almas e que o motivo maior para tenhamos uma vida nova é simplesmente o nosso desejo de tocá-Lo.  Jesus veio nos libertar da doença e da morte a que o pecado nos leva, no entanto, a Sua obra depende da nossa fé. Aquele chefe que se aproximou de Jesus, deu testemunho de sua fé diante do que, para nós, parece ser irremediável. Mesmo diante da morte da sua filha ele acreditou que Jesus tinha o poder de ressuscitá-la!  “Minha filha acaba de morrer, mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. Aquele, “mas”, pronunciado por ele fez toda a diferença para que Jesus concedesse à sua filha, uma nova vida!  Nós também, muitas vezes pensamos estar mortos para o mundo, para o trabalho, para a vida, no entanto, estamos apenas dormindo e penando na nossa vidinha medíocre. Se tivermos fé Jesus também nos tomará pela mão e nos levantará assim como fez com aquela mulher que sofria de hemorragia há doze anos.  Ela não se importou com o tempo que já se havia passado nem tampouco quis fazer alarde nem chamar a atenção de Jesus, mas apenas tocou a barra do manto de Jesus e foi curada! Por isso, Jesus deu o Seu diagnóstico: “a tua fé te salvou!”   – Você tem procurado se aproximar de Jesus? – Você necessita ser curado (a) de alguma doença?  A quem você tem procurado? – Você já tocou em Jesus? – Como você acha que pode tocá-Lo? – Você acha que o Senhor o (a) cura com passe de mágica, ou que depende da sua fé? – Você alguma vez sentiu-se impotente como morto (a) diante da vida?

 

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO

07:01 · 08.07.2018 / atualizado às 07:03 · 08.07.2018 por

Naquele tempo, Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos? Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?” E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”. E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados da redondeza, ensinando.

04:13 · 07.07.2018 / atualizado às 04:15 · 07.07.2018 por

Naquele tempo, os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?” Disse-lhes Jesus: “Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão. Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o rasgão fica maior ainda. Também não se põe vinho novo em odres velhos, senão os odres se arrebentam, o vinho se derrama e os odres se perdem. Mas vinho novo se põe em odres novos, e assim os dois se conservam”.

04:05 · 04.07.2018 / atualizado às 08:44 · 04.07.2018 por

Naquele tempo, quando Jesus chegou à outra margem do lago, na região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois homens possuídos pelo demônio, saindo dos túmulos. Eram tão violentos, que ninguém podia passar por aquele caminho. Eles então gritaram: “Que tens a ver conosco, Filho de Deus? Tu vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?”. Ora, a certa distância deles, estava pastando uma grande manada de porcos. Os demônios suplicavam-lhe: “Se nos expulsas, manda-nos para a manada de porcos”. Jesus disse: “Ide”. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E logo toda a manada atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas. Os homens que guardavam os porcos fugiram e, indo até a cidade, contaram tudo, inclusive o caso dos possuídos pelo demônio. Então a cidade toda saiu ao encontro de Jesus. Quando o viram, pediram-lhe que se retirasse da região deles.

Reflexão – “Jesus Cristo veio à terra para nos salvar e nos libertar do mal!”

O inimigo de Deus nos persegue e o seu maior desejo é fazer com que nós, os Seus filhos, rejeitemos o nosso Criador. No entanto, Jesus Cristo veio à terra para nos salvar e nos libertar do Mau que é o demônio com toda a sua carga prepotente e violenta.  Os espíritos maus ainda hoje nos atormentam fazendo com que sejamos pessoas iradas, rebeldes, idólatras, materialistas, impacientes, murmuradoras, intolerantes, medrosas, arrogantes e, às vezes, tão violentas que podemos ser comparados (as) com verdadeiras “feras”. Jesus, porém, nos liberta do Mau para que possamos retornar ao caminho do bem e retomar a nossa dignidade de filhos e filhas de Deus. De acordo com o Evangelho nós vemos que para salvar os dois homens Jesus expulsou deles o demônio e o mandou para a manada de porcos a qual “atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas”. Os homens, às vezes, até inadvertidamente deixam-se apossar pelas obras do maligno, porém, nós que temos ciência de que Jesus já o derrotou quando venceu a morte que é a consequência do pecado, não podemos temer as suas investidas.  Ele sabe que já foi vencido por Jesus, mas, mesmo assim continua explorando o ser humano. Se tivermos consciência de que Jesus já venceu a morte e que já nos deu a vida eterna, não cairemos nas malhas dos inimigos.   O povo daquela cidade não entendia que Jesus queria dar dignidade ao homem, porque estava preso aos seus interesses: os porcos lhe rendiam dinheiro. Às vezes, também, a libertação nos trará consequências de perdas, de despojamento, por isso, não queremos sacrificar os bens que possuímos em troca da salvação da nossa alma. Preferimos a prisão, a violência, para poder ter uma vida mais próspera. – Você é uma pessoa fácil de ser influenciada e atraída para as coisas mundanas? – Você será capaz de abdicar de alguma coisa ou de alguém muito importante, para se ver livre do pecado que o (a) prende?  

Helena Colares Serpa – Comunidade Católica Missionária UM NOVO CAMINHO