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Tag: exportação


14:14 · 11.09.2018 / atualizado às 14:16 · 11.09.2018 por

Uma informação que chega ao blog transmitida pela Assessoria de Imprensa do Banco do Nordeste (BNB):

O Banco do Nordeste possui linha de crédito específica para fomentar a exportação da produção industrial e agroindustrial e atividades comerciais das empresas de todos os portes sediadas nos nove Estados da Região, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. A instituição financia até 100% do valor das necessidades de crédito, limitadas a R$ 100 milhões, de acordo com a localização e o faturamento anual dos empreendimentos.

O programa Nordeste Exportação – Fomento às Exportações Regionais (NExport) utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que tem taxas de juros diferenciadas, sem vinculação a variação da taxa de câmbio. A linha financia aquisição de matérias-primas e insumos utilizados no processo produtivo, mercadorias, máquinas, veículos utilitários, aeronaves, embarcações e equipamentos para revenda no mercado externo.

O Banco do Nordeste também financia gastos gerais para o funcionamento de empreendimentos com atividades voltadas ao comércio exterior, como folha de pagamento, contas de água e energia, combustíveis, lubrificantes, material de expediente e limpeza, despesas com manutenção de veículos, máquinas e equipamentos, postagem, frete, aluguel e condomínio. Os prazos para pagamento são de até 12 meses.

Somente em 2018, as empresas da Região já obtiveram R$ 105 milhões para exportação pelo NExport.

04:10 · 16.03.2018 / atualizado às 04:12 · 16.03.2018 por

O grupo cearense M. Dias Branco, líder brasileiro e latino-americano de massas e biscoitos, acaba de lançar um novo produto, o Adorita Tropical.

Trata-se de um creme vegetal com sabor de manteiga.

Esse produto será voltado para a exportação, com foco principalmente em países da América Latina e da África, para onde o grupo já exporta vários dos seus produtos.

O Adorita Tropical já tem a Certificação ISO 9001 e ISO 22000.

10:15 · 20.07.2017 / atualizado às 10:59 · 20.07.2017 por

 

Atenção! A Companhia Siderúrgica do Pecém alcançou, na madrugada desta quinta-feira, 20, a marca de 2 milhões de toneladas de placas de aço exportadas pelo Porto do Pecém.

As placas de aço produzidas pela usina da CSP no Pecém são exportadas para 13 países.

O navio Olza, de bandeira da Libéria, zarpou hoje, antes da alvotada, para a República Tcheca com uma carga de 16,5 mil toneladas de placas de aço. Foi o 52º navio a transportar o aço “made in Ceará”.

A CSP iniciou suas exportações de placas de aço no dia 15 de agosto de 2016.

De lá para cá, em parceria com a Cearaportos, foi alcançado o pico de 321.000 toneladas embarcadas em um único mês.

Até o último dia 17 de julho, foram produzidas 2.161.818 toneladas de aço em placas, totalizando 95.268 placas.

“O sucesso da Companhia Siderúrgica do Pecém só é possível com o esforço de muita gente. Temos o orgulho de contar com os melhores profissionais, o melhor minério, os melhores equipamentos de controle ambiental, o mais competitivo processo produtivo e o apoio, fundamental, da Cearaportos e da ZPE-CE”, declarou o presidente Eduardo Parente.

 

12:19 · 04.07.2017 / atualizado às 12:19 · 04.07.2017 por

O mini-estudo setorial sobre a castanha de caju, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Fiec, revela que no período de janeiro a maio de 2017 a balança comercial do setor fechou com saldo positivo de US$ 28,5 milhões. No entanto, o valor representa uma queda de 36,6% em relação ao saldo do mesmo período do ano passado, fruto de um aumento recorde nas importações do produto que subiram de US$ 56,8 mil para US$ 10,7 milhões. Já as exportações sofreram uma retração de 12,8%, saindo de US$ 45,0 milhões para US$ 39,2 milhões no mesmo período.

“Trata-se de um momento peculiar de um setor tradicionalmente exportador, com uma substancial elevação das importações e um decréscimo das exportações.Todavia, analisando o produto adquirido do exterior, é necessário que seja beneficiado no Estado e ele pode ser utilizado tanto para o consumo interno quanto para o mercado externo. Apesar da queda nas exportações, o Ceará continua sendo o maior exportador de castanha do Brasil”, analisa Karina Frota, gerente do Centro Internacional de Negócios da FIEC.

As exportações de castanha, que de janeiro a maio do ano passado representavam 11,42% do total das exportações cearenses, neste ano impactam com 4,75% no volume total para o período. Por outro lado, as importações participam neste ano com 1,15% do total no acumulado do ano ante 0,01% do mesmo período do ano passado. Os Estados Unidos, Canadá e Holanda são os principais destinos das exportações. As importações vêm da Costa do Marfim e da Indonésia.

 

09:56 · 16.02.2017 / atualizado às 10:00 · 16.02.2017 por

Por causa da baixa cotação do dólar, que chegou ontem, 15/02, a valer menos de R$ 3,10, empresas cearenses que exportam seus produtos para o exterior, como as de calçados de Sobral, Pacajus e Crato, estão registrando prejuízo.

O blog conversou nesta quinta-feira,16/02, com um grande exportador de frutas, e ele disse que, neste momento, exportar é um mau negócio.

Esse exportador, que, havia quatro meses, estava feliz com a cotação do dólar em R$ 3,30, mostra-se hoje muito triste e preocupado diante da valorização do real.

Acontece o seguinte: na hora de trocar a moeda norte-americana pela moeda brasileira, o exportador recebe menos reais, e aí toma um bom prejuízo.

O exportador de frutas com o qual o blog falou afirmou ainda que, neste momento, só o compromisso assumido com os importadores europeus o fazem manter a exportação.

Para ele, o ideal é que a cotação do dólar varie entre R$ 3,30 e R$ 3,40.

12:23 · 26.01.2017 / atualizado às 12:24 · 26.01.2017 por

exportaçãoO blog conversou com um executivo de empresa cearense de calçados que exporta o que produz para os Estados Unidos e a Europa.

Ele disse que, nos últimos cinco meses e neste momento, o real está sobrevalorizado.

Isso dificulta a exportação, porque, na hora de trocar dólar pelo real, a conversão fica perto do prejuízo diante do custo de produzir, que é feito em real.

Pois bem: segundo esse executivo, a cotação do dólar, para ser favorável aos produtores e exportadores, deveria girar entre R$ 3,25 e R$ 3,40, o que, na opinião dele, seria uma cotação justa e adequada também aos importadores. exportadores.

Hoje, a cotação do dólar está variando entre R$ 3,16 e R,25, o que, para quem exporta, é pouco.

Apesar da queda da cotação do dólar, a indústria cearense de calçados segue exportando quase tudo o que produz.

04:12 · 11.01.2017 / atualizado às 04:12 · 11.01.2017 por

O valor das exportações cearenses de frutas reduziu-se em 16% durante o ano passado de 2016, segundo informa o setor de mercado exterior da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece).

O blog procurou saber por que isso aconteceu, e a resposta da Adece foi esta: faltou água.

No ano passado, como nos recordamos, a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos(Cogerh), por causa da seca, foi obrigada a reduzir ao mínimo a oferta de água à agricultura irrigada.

Isso provocou a queda da produção e da exportação. E mais: forçou a transferência de empresas fruticultores cearenses para outros estados,como Rio Grande do Norte e o Piauí.

Em 2015, mesmo enfrentando a seca, as exportações de frutas do Ceará, principalmente melão, alcançaram US$ 118 milhões.

No ano passado de 2016, essas exportações foram de apenas US$ 96 milhões.

Se neste ano a seca continuar, as exportações de frutas seguirão desabando.

05:29 · 25.01.2015 / atualizado às 05:29 · 25.01.2015 por

Informação interessante:

De janeiro a junho de 2014, o município de Fortaleza liderou a balança comercial do Ceará.

As exportações de mercadorias produzidas em Fortaleza alcançaram, no 1º semestre do ano passado, US$ 373,4 milhões.

Quem foi o segundo colocado? De acordo com a Adece, foi o município de Cascavel, que exportou em mercadorias o equivalente a U$ 97,1 milhões.

Em 3º, Sobral, com US$ 95,1 milhões;

em 4º, Maracanaú, com vendas que equivaleram a US$ 38,2 milhões;

em 5º lugar, quem diria, Uruburetama, com U$ 31,6 milhões;

em 6º, Icapuí, cujas exportações chegaram a US$ 23,6 milhões;

em 7º, Eusébio, com U$ 19 milhões;

em 8º, Paraipaba, com US$ 12,1 milhões;

em 9º, Itarema com U$ 11,8 milhões;

e em 10º, Horizonte, com vendas de US$ 11,1 milhões.

Falta agora o segundo semestre.

07:48 · 17.01.2015 / atualizado às 07:48 · 17.01.2015 por

O comércio exterior, que amargou no ano passado o primeiro déficit na balança após 14 anos de resultados positivos, terá em fevereiro um pacote de apoio às exportações.

As medidas incluem alterações no sistema de garantias.

05:04 · 09.01.2015 / atualizado às 05:04 · 09.01.2015 por

Vem ai o Plano Nacional de Exportação, primeira promessa de Armando Monteiro, ex-presidente da CNI e novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Ele anunciará “nos próximos dias”, oficialmente, a novidade.

No mesmo passo em que faz essa promessa e a ela acrescenta a necessidade de concessão de benefícios aos setores exportadores, Monteiro concorda com o ajuste fiscal.

Parece uma contradição, e é.

Mas ele alega que, apesar de ser a sétima economia do mundo, o Brasil responde apenas por 1,2% do volume global das exportações.

Monteiro quer “a revisão dos resíduos tributários”, eufemismo para redução ou isenção de impostos.