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Tag: MPX


05:11 · 10.01.2014 / atualizado às 05:11 · 10.01.2014 por

Os alemães da E.ON e Eike Batista têm, pois, todo o controle e a gestão da empresa, cuja operação é dirigida pelo pessoal da I.ON.

A Eneva cresce muito rapidamente. Tanto é que, em poucos meses depois da entrada dos alemães, a empresa colocou em operação as quatro unidades de sua Usina Termelétrica Parnaíba, localizada no Maranhão.

Essa usina, movida a gás natural, produz energia que já é injetada na rede nacional.

Aqui no Ceará, a Eneva construiu e opera a Usina Termelétrica Pecém 2, sendo ainda sócia – meio a meio – da portuguesa EDP na usina termelétrica Pecém 1.

As duas termelétricas geram, juntas, 1.100 megawatts de energia.

05:52 · 24.08.2013 / atualizado às 05:52 · 24.08.2013 por

Ativo mais atraente do grupo empresarial de Eike Batista, a MPX – que tem investimentos superiores a US$ 2 bilhões na área de energia no Ceará – está aumentando seu capital.

O controle da MPX está sendo passado para a gigante alemã E.ON, que, aliás, assumiu também a gestão da empresa.

07:22 · 31.07.2013 / atualizado às 07:22 · 31.07.2013 por

Marcos Temke, diretor de operações da MPX, agora controlada e administrada pela alemã E.On, esteve em Fortaleza, inspecionando a operação das termelétricas Pecém 1 – em sociedade com a EDP – e Pecém 2.

Os alemães apostam no Brasil.

05:03 · 10.06.2013 / atualizado às 05:03 · 10.06.2013 por

Na próxima quarta-feira, 12, será realizada a assembleia-geral extraordinária da MPX, de Eike Batista, que tem investimentos em energia termelétrica e solar no Ceará.

O novo Conselho de Administração tomará posse – são três executivos do sócio alemão E.ON (dona de 35% do capital da MPX), três da EBX, dois independentes e um representando do BNDESpar, que tem 10% do capital da empresa.

O CEO da MPX é o engenheiro Eduardo Karrer.

 

05:42 · 31.05.2013 / atualizado às 05:42 · 31.05.2013 por

Uma das cinco maiores companhias do mundo na geração de energia, a alemã E.ON – que comprou 35% da MPX de Eike Batista – alarga, como este blog já havia informado, sua presença no Nordeste.

A mesma associação com a MPX permite-lhe participar, também, do projeto de geração de energia a gás natural na bacia do Parnaíba, no Estado do Maranhão.

Esse projeto vinha sendo tocado pela MPX e a OGX, que agora têm a participação da E.ON, que é dona, no mundo, de mais de 70 GW de potência instalada.

Para ser sócia da MPX, a E.ON certamente analisou balanços e as perspectivas do negócio.

05:03 · 23.05.2013 / atualizado às 05:03 · 23.05.2013 por

Ao associar-se ao grupo alemão E. ON AG, um player do mercado global de energia, a MPX, de Eike Batista, assegurou, além de uma boa parceria, a continuidade do programa de investimentos no setor energético, concentrados principalmente na região nordestina.

O Nordeste segue sendo prioridade para Eike Batista, que, por meio de sua OGX – da área de óleo e gás – arrematou, em recente leilão da ANP, áreas de exploração de petróleo na costa do Ceará.

São áreas promissoras, dizem os estudos técnicos.

Nos últimos dois anos, o setor de energia tem enfrentado problemas. Exemplo: o preço de mercado da Petrobras caiu 40%.

Eike Batista está vendo luz no fim do túnel.

05:00 · 22.04.2013 / atualizado às 05:00 · 22.04.2013 por

País competitivo é o que tem, entre outras coisas, energia barata e confiável, que depende de matriz geradora flexível, que, por sua vez, deve ter água, gás natural, carvão e mais renováveis (solar, eólica, biomassa).

No Brasil, 65% da matriz são gerados por hidrelétricas, dependentes das chuvas.

Para o engenheiro Marco Antônio Vieira, gerente de projetos da joint venture formada pela brasileira MPX e pela alemã E.On, o próximo leilão de energia A-5, a ser realizado no 2º semestre de 2013, incluirá térmicas a carvão.

Marco Antônio lembra que a Alemanha está a trocar usinas atômicas por 27 usinas a carvão.

“O CO2 produzido pelo carvão é hoje mitigado pela alta tecnologia”, diz ele.

05:22 · 02.04.2013 / atualizado às 05:22 · 02.04.2013 por

Estão em greve há três semanas os trabalhadores das termelétricas Pecém I (50% da MPX e 50% da EDP) – e Pecém II (100% da MPX de Eike Batista).

O último acordo salarial teve vigência até ontem, dia 1 de abril, mas o Sindepav – o Sindicato dos Trabalhadores – decidiu pela greve muito antes do fim do contrato coletivo de trabalho.

O Sintepav exige 25% de aumento salarial e mais outras vantagens.

A greve estende-se aos operários da usina da Companhia Siderúrgica do Pecém.

Uma fonte da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, em cuja geografia está o Complexo, disse que teme que a greve afugente investimentos no Pecém.

O Tribunal Regional do Trabalho convocou para hoje terça-feira, 2, a primeira audiência de conciliação.

04:25 · 22.02.2013 / atualizado às 04:26 · 22.02.2013 por

O empresário bilionário Eike Batista que controla o Grupo EBX, da qual faz parte a MPX, já sorri:

Sua Usina Termelétrica Parnaíba I e sua Usina Pecém I, construída em parceria com a EDP, já operam e já emitem faturas.

Ou seja, agora, sai a despesa e entra a receita.

As ações da MPX, negociadas na Bovespa, tenderão a subir.

04:39 · 21.02.2013 / atualizado às 04:39 · 21.02.2013 por

Começou a operar ontem, quarta-feira, 20, a segunda máquina da usina termelétrica Pecém I, construída pela parceria da brasileira MPX, de Eike Batista, com a portuguesa EDP.

Em dez dias, ela estará gerando 360 MW.

No próximo mês de maio, operará a Pecém II, da MPX, com mais 360 MW.

As três máquinas gerarão 1.080 MW.

O consumo cearense de energia é perto de 1.300 MW.