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Tag: Presidente Michel Temer


04:33 · 08.12.2017 / atualizado às 04:34 · 08.12.2017 por

O blog conversou com o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, empresário cearense Honório Pinheiro.

Ele fez elogios ao presidente Michel Temer, que, ao longo de sua gestão, tem dispensado o que Honório chamou de “especial atenção ao comércio varejista do País, atendendo efetivamente suas demandas”.

Entre essas demandas, Honório Pinheiro citou a inclusão no Refis das micro e pequenas empresas do Simples Nacional, o que foi aprovado quarta-feira,6, pela Câmara dos Deputados.

Na sua opinião, essa medida vai garantir a vida de milhares de micro e pequenos negócios do comércio varejista, inclusive aqui no Ceará.

Honório almoçou na semana passada com o presidente Temer e com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sentando-se ao lado dos dois.

10:20 · 05.12.2017 / atualizado às 10:21 · 05.12.2017 por

Animam-se os agentes econômicos e financeiros diante do esforço que estão fazendo o presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, no sentido de reunir toda a base de apoio do governo para tornar possível, ainda neste mês, a votação e aprovação da proposta de Reforma da Previdência Social.

Essa reforma já foi muito desidratada, mas mesmo assim, para o mercado, significará um bom sinal para o ajuste das contas públicas, que estão deterioradas.

Só o rombo da Previdência será, neste ano, de R$ 188 bilhões, e com viés de alta.

Aprovar a reforma da Previdência agora será um bom sinal para as agências de risco, que podem melhorar a nota do Brasil, que por enquanto está distante do grau de investimento.

Mas não será fácil, porque as corporações dos servidores públicos, que são os mais privilegiados do atual modelo previdenciário, e as centrais sindicais já se levantaram contra essa reforma.

04:22 · 30.11.2017 / atualizado às 04:23 · 30.11.2017 por

A próxima semana será decisiva para o futuro próximo da economia brasileira.

A Câmara dos Deputados deverá votar – ou não – a proposta de Reforma da Previdência.

Para aprova-la, o governo do presidente Michel Temer terá de assegurar, pelo menos, 308 votos a favor.

Mas, até agora, não tem sequer 280 votos.

Os analistas afirmam que, se a proposta não for, pelo menos em primeiro turno, aprovada neste 2017, o próximo ano de 2018 será muito complicado para a economia brasileira, que tenta sair da crise em que está mergulhado há três anos.

Por enquanto, infelizmente, não deram resultado as reuniões que, quase todos os dias, Michel Temer promove com deputados e senadores de sua base política, que está cobrando cada vez mais caro pelo seu voto a favor da reforma previdenciária.

Os políticos brasileiros precisam ser trocados na eleição do próximo ano.

04:58 · 23.11.2017 / atualizado às 05:00 · 23.11.2017 por

Foi preciso que o Banco Mundial pusesse o dedo na ferida para que os brasileiros tivessem a noção da gravidade da deterioração das contas públicas do Governo Federal.

O Banco Mundial publicou relatório em que aponta várias causas desse descontrole das contas do Governo brasileiro, e uma delas são os altos vencimentos pagos ao funcionalismo público federal.

Um funcionário público federal ganha no Brasil 67% a mais do que um funcionário de uma empresa privada.

E o pior de tudo é que, mesmo assim, as corporações do serviço público, apoiadas pelos deputados e senadores, querem aumentar ainda mais os vencimentos desse segmento do andar de cima da sociedade brasileira.

O Brasil gasta muito e gasta mal. Gasta mais do que arrecada, e esse rombo tem aumentando, fazendo explodir a dívida pública, que saltou, nos últimos 10 anos, de 52% do PIB para os atuais 78% do PIB.

O Banco Mundial fez várias sugestões ao governo brasileiro para que possa melhorar o quadro ruim de hoje. Mas podem anotar aí: nenhuma dessas sugestões será acatada, pelo menos no atual governo de Michel Temer.

06:57 · 14.09.2017 / atualizado às 06:57 · 14.09.2017 por

Nesta quinta-feira, 14, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cujo mandato terminará no próximo domingo, 17, apresentará hoje a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

Janot acusará Temer de obstrução de justiça e organização criminosa.

O chefe da PGR apoia sua denúncia em investigação da Polícia Federal, que levantou e desenhou todo o organograma do que ela considera ser uma Organização Criminosa (Orcrim) chefiada pelo próprio presidente da República e da qual fazem parte seus ministros Elizeu Padilha e Moreira Franco, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso na Papuda, em Brasília, seu ex-assessor Rocha Loures e o ex-deputado Eduardo Cunha, preso em Curitiba.

A denúncia de Janot será encaminhada à presidência do Supremo Tribunal Federal, que a enviará à apreciação da Câmara dos Deputados, que decidirá se aceita ou não a segunda denúncia – a primeira foi rejeitada.

 

 

04:37 · 09.08.2017 / atualizado às 04:37 · 09.08.2017 por

O governo do presidente Miguel Temer, que no início deste ano concedeu aumento de vencimentos acima da inflação para várias categorias de ponta do funcionalismo público federal, está agora ameaçando a classe média.

Informações vindas de Brasília dão conta de que a equipe econômica, chefiada por Henrique Meireles, quer criar uma nova alíquota do Imposto de Renda para taxar a pessoa física que ganha mais de R$ 20 mil reais.

Será um tapa na cara dos que hoje são os que mais recolhem o Imposto de Renda.

O governo Temer, em vez de apertar o cinturão do gasto público, abriu as burras do Tesouro Nacional e, só para rejeitar a denúncia da PGR, que o acusou de corrupção passiva, gastou mais de R$ 10 bilhões de reais com aumento de salários, com liberação de emendas parlamentares, com renúncia fiscal e com liberação de recursos para diferentes finalidades.

Agora, quer cobrar, do contribuinte pessoa física, o custo dessa farra.

Com a classe política que está aí, o Brasil não tem jeito.

04:25 · 04.08.2017 / atualizado às 04:25 · 04.08.2017 por

Manter Michel Temer na Presidência da República está custado muito caro ao País.

Nos últimos 15 dias, para arquivar a denúncia do procurador-geral da República, que acusa Temer de corrupção passiva, foram gastos vários bilhões de reais com a liberação de emendas parlamentares e com a concessão de novos aumentos para determinados setores do funcionalismo público da União.

O déficit do Orçamento, que neste ano iria fechar em R$ 139 bilhões, será ampliado para R$159 bilhões, graças, exatamente, à gastança promovida para rejeitar a denúncia de corrupção passiva feita contra Temer pela Procuradoria-Geral da República.

Mas o problema ainda não está resolvido, pois o procurador Rodrigo Janot deverá enviar à Câmara dos Deputados, a qualquer momento, uma nova denúncia contra o presidente da República.

Em resumo, isto tudo quer dizer que a crise da política ainda continuará, agrando a crise da economia.

04:41 · 28.07.2017 / atualizado às 04:41 · 28.07.2017 por

Por causa da irresponsabilidade fiscal do atual presidente Temer e da ex-presidente Dilma, o orçamento da União enfrenta um déficit que, neste ano, é de R$ 139 bilhões, podendo ser maior se medidas duras e urgentes não forem tomadas.

Tudo isso aconteceu porque Dilma e Temer sucumbiram à pressão das corporações do serviço público às quais concederam aumento de salário acima da inflação.

Ou seja, irresponsavelmente, os dois gastaram mais do que o orçamento permitia.

Isso tem um efeito trágico, que pode ser visto na insegurança pública, nos hospitais, nas estradas, nos portos, no saneamento básico.

Está faltado dinheiro para tudo, menos para bancar os gastos dos deputados e senadores.

Resumindo: ou o governo corta as despesas supérfluas ou o Brasil vai quebrar.

Despesa supérflua é, por exemplo, a que se faz com o pagamento de 25 assessores para cada deputado federal e de até 80 assessores para cada senador.

E para manter 100 mil cargos comissionados na estrutura da administração federal, que tem quase 30 ministérios, alguns dos quais são supérfluos.

04:36 · 24.07.2017 / atualizado às 04:36 · 24.07.2017 por

Quem lê e ouve sobre o que se passa hoje no Brasil, fica com a impressão de que há uma espécie de Temerfobia, ou seja, uma aversão popular a Michel Temer, o atual presidente da República, que está no cargo por força do impeachment da presidente Dilma, afastada por ter sido, assim como Temer, incompetente e também irresponsável na gestão das contas públicas.

Pois Michel Temer chegou ao máximo da irresponsabilidade fiscal, uma vez que, por meio da compra de consciências e de votos na Câmara dos Deputados, alargou o déficit das contas públicas, que neste ano baterá a casa dos R$ 139 bilhões.

E para cobrir esse rombo extra da irresponsabilidade fiscal, foi obrigado a aumentar os impostos que incidem sobre o preço dos combustíveis, que subiram, devendo provocar a elevação do preço dos fretes rodoviário, marítimo e aéreo, e das passagens de ônibus, causando também o aumento da inflação.

Em um País sério, Temer já teria beijado a lona.

Mas no Brasil tudo pode, e a prova disso é o próprio governo Michel Temer, primeiro presidente a ser denunciado por corrupção passiva pelo Ministério Público e cujos ministros estão também envolvidos nas delações da Lava Jato.

 

04:28 · 05.07.2017 / atualizado às 04:28 · 05.07.2017 por

Nunca o Brasil passou por tantos constrangimentos internacionais como nos últimos dois anos.

A imagem do País no estrangeiro deteriorou-se a tal ponto, que o Brasil perdeu a importância geopolítica que tinha até recentemente.

Nossa política exterior já não é mais a protagonista nem aqui na América do Sul.

Pois bem: amanhã, quinta-feira, 6, o presidente Michel Temer viajará para Hamburgo, na Alemanha, onde participará de mais uma reunião da cúpula do G-20, que é o conjunto das 20 maiores economias do mundo.

Temer levará com ele a crise política, moral e ética que o persegue desde que assumiu no lugar de Dilma Rousseff.

E mais: levará a denúncia de corrupção passiva que lhe imputa o Procurador-Geral da República.

Tudo está a indicar que passará por mais um vexame na cena internacional.

E aqui ficará a crise na economia, que segue paralisada, provocando o desemprego de 13 milhões de brasileiros.

Num cenário assim, nenhum empresário faz investimento.

E o pior é que as eleições presidenciais ainda estão distante – só em outubro de 2018.