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Tag: Presidente Michel Temer


04:09 · 15.03.2018 / atualizado às 04:11 · 15.03.2018 por

O presidente Michel Temer está indignado porque o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou a quebra do seu sigilo bancário, atendendo pedido nesse sentido feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Temer disse o seguinte: “Não se respeita mais a política”.

Com todo o respeito que devemos ter à figura do Chefe da Nação, mas quem faltou com o respeito à sociedade não foi a política, mas os políticos, todos eles que se envolveram na prática de corrupção, alguns dos quais estão na cadeia, condenados pela Justiça.

O presidente Temer está sendo mais uma vez investigado pela Polícia Federal, com autorização do STF, porque foi citado em delações premiadas como tendo recebido propina.

A Operação Lava Jato fecha o cerco contra a corrupção, os corruptos, os corruptores e também contra os políticos, independentemente de quem sejam.

A sociedade, desrespeitada pelos políticos corruptos, exige que a Lei seja respeitada e igual para todos.

04:35 · 22.01.2018 / atualizado às 04:38 · 22.01.2018 por

Para um Governo sob suspeita, com  ex-ministros na cadeia, dar posse às 9 horas desta segunda-feira, 22, como está previsto, a uma ministra do Trabalho condenada por infringir as leis trabalhistas é apenas mais um ato de sua rotina que não se abala diante de novas denúncias, como as que afastaram os quatro vice-presidentes da Caixa Econômica acusados de cobrarem propina para o MDB e o PP.

Ao nomear a deputado Cristiane Brasil (PTB-RJ) ministra do Trabalho (foto), o presidente Michel Temer – que lhe dará posse autorizado por uma liminar de ministro do STJ – poderá viajar à noite para Davos, onde quarta-feira,24, discursará para grandes investidores do mundo todo.

No sábado passado, 20, Temer disse que se esforçará em 2018 para mudar sua imagem. Ele não quer sair do Governo “com a pecha de sujeito que praticou  falcatruas”.

Última hora: a ministra Carmem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, decidiu na madrugada desta segunda-feira, 22, suspender a liminar que permitia a posse de  Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho.

No sábado, um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedera liminar, cassando outra, emitida pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, que proibia a posse de Cristiane Brasil.

Agora, resta esperar pelos novos passos da Justiça em relação a essa lamentável novela.

04:40 · 11.01.2018 / atualizado às 04:42 · 11.01.2018 por

Ontem, quarta-feira, 10, a manchete do Diário do Nordeste denunciava o seguinte: “Soldados Vendiam Munição para facção criminosa”.

A notícia não surpreendeu, porque, afinal, o crime organizado se organizou nas diferentes instituições brasileiras.

Mas ela causou, e está causando, medo à sociedade.

Esse medo torna-se maior diante da incapacidade política, ética, moral e financeira do governo do presidente Michel Temer para combater não só a crise da economia, mas também a da segurança pública.

Durante as investigações da Lava Jato, descobriu-se que deputados federais tinham ligação direta com o crime organizado, cujo comando está sediado dentro das penitenciárias federais de segurança máxima.

É de lá que partem as ordens para rebeliões em presídios estaduais e para ações de violência contra a Polícia nas ruas das cidades brasileiras.

Só um governo forte politicamente, com apoio do Congresso Nacional e da sociedade, será capaz de por fim à crescente ação das facções criminosas na vida das cidades e das pessoas.

04:31 · 10.01.2018 / atualizado às 04:33 · 10.01.2018 por

Para fazer as reformas necessárias ao conserto de suas deficitárias contas públicas, o Brasil precisa urgentemente de um Governo forte, ética e politicamente, e com credibilidade perante a opinião pública.

Nenhuma dessas virtudes tem a gestão do presidente Michel Temer, cujo ministério – com exceção dos membros da equipe econômica – está encalacrado na Lava Jato, a começar pelos ministros que trabalham no Palácio do Planalto, como Elizeu Padilha e Moreira Franco.

Temer não parece constranger-se com isso.

Tanto é assim que escolheu a deputada Cristiane Brasil para ministra do Trabalho, mesmo estando ela denunciada na Lava Jato por ter recebido propina da Odebrecht e ainda acusada de usar dinheiro público para alugar um carro de empresa fantasma.

Diante desse cenário, é muito difícil que a reforma da Previdência, essencial para o ajuste fiscal, seja aprovada em fevereiro. Temer perdeu todo o seu capital político: está hoje nas mãos dos partidos e dos políticos que se movem pelo fisiologismo.

2018, como se vê, promete muitas emoções.

10:13 · 21.12.2017 / atualizado às 10:15 · 21.12.2017 por

Se o Congresso Nacional não aprovar no próximo mês de fevereiro a reforma da Previdência Social, o governo do presidente Michel Temer não terá outra saída que não a de aumentar impostos.

O blog colheu a informação de que um dos impostos que deverão aumentar será o Imposto de Renda, que hoje tem alíquota máxima de 27,5%.

Nos corredores da Receita Federal colhe-se a informação de que há uma proposta de serem criadas mais duas alíquotas – uma de 30% e outra de 33%, o que atingirá mortalmente a classe média, já duramente castigada pela pesada carga tributária.

Quem tem duas ou três fontes de renda será diretamente atingido pelas novas alíquotas.

O Governo Temer, que já tem popularidade perto de zero, será transformado – se o Imposto de Renda aumentar – em verdadeiro inimigo do povo assalariado.

Há uma outra alternativa: reduzir as despesas do governo.

Se isso acontecer, faltarão recursos para a saúde, a educação e a segurança pública.

A situação financeira do Brasil é de quase um País quebrado.

10:41 · 15.12.2017 / atualizado às 10:42 · 15.12.2017 por

O presidente Michel Temer, que enfrenta problemas urológicos, está dedicado a enfrentar e a vencer os problemas políticos, que são muitos, a começar pela posição de sua base de apoio parlamentar, que até agora lhe tem negado os 308 votos minimamente necessários para a aprovação da proposta de Reforma da Previdência. O Governo não tem, pelo menos até esta sexta-feira, 15 de dezembro, esses 308 votos. Como não os tem, decidiu transferir para fevereiro a votação da reforma.

Resultado: o dólar, no mercado paralelo, chegou a R$ 3,53. E o euro saltou para R$ 4,12. Estas são as cotações na Sadoc Câmbio e Turismo, no dia de hoje.

E as agências de risco, que acompanham com lentes de lupa a situação deficitária das contas públicas  brasileiras, já advertem que poderão rebaixar, mais uma vez, a nota do Brasil, que está no grau especulativo.

Os deputados federais, de costas para o interesse nacional, mantêm-se de frente para o interesse próprio, e chantageiam o presidente Temer, exigindo mais verbas e mais cargos em troca do seu voto a favor da reforma da Previdência. E Temer tem cedido até agora.

Desse jeito será difícil consertar o País.

Mas a eleição de 2018 vêm aí. Será a chance de cassar pelo voto os políticos de hoje, grande parte corrupta, por gente com novas ideias. E séria.

04:33 · 08.12.2017 / atualizado às 04:34 · 08.12.2017 por

O blog conversou com o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, empresário cearense Honório Pinheiro.

Ele fez elogios ao presidente Michel Temer, que, ao longo de sua gestão, tem dispensado o que Honório chamou de “especial atenção ao comércio varejista do País, atendendo efetivamente suas demandas”.

Entre essas demandas, Honório Pinheiro citou a inclusão no Refis das micro e pequenas empresas do Simples Nacional, o que foi aprovado quarta-feira,6, pela Câmara dos Deputados.

Na sua opinião, essa medida vai garantir a vida de milhares de micro e pequenos negócios do comércio varejista, inclusive aqui no Ceará.

Honório almoçou na semana passada com o presidente Temer e com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sentando-se ao lado dos dois.

10:20 · 05.12.2017 / atualizado às 10:21 · 05.12.2017 por

Animam-se os agentes econômicos e financeiros diante do esforço que estão fazendo o presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, no sentido de reunir toda a base de apoio do governo para tornar possível, ainda neste mês, a votação e aprovação da proposta de Reforma da Previdência Social.

Essa reforma já foi muito desidratada, mas mesmo assim, para o mercado, significará um bom sinal para o ajuste das contas públicas, que estão deterioradas.

Só o rombo da Previdência será, neste ano, de R$ 188 bilhões, e com viés de alta.

Aprovar a reforma da Previdência agora será um bom sinal para as agências de risco, que podem melhorar a nota do Brasil, que por enquanto está distante do grau de investimento.

Mas não será fácil, porque as corporações dos servidores públicos, que são os mais privilegiados do atual modelo previdenciário, e as centrais sindicais já se levantaram contra essa reforma.

04:22 · 30.11.2017 / atualizado às 04:23 · 30.11.2017 por

A próxima semana será decisiva para o futuro próximo da economia brasileira.

A Câmara dos Deputados deverá votar – ou não – a proposta de Reforma da Previdência.

Para aprova-la, o governo do presidente Michel Temer terá de assegurar, pelo menos, 308 votos a favor.

Mas, até agora, não tem sequer 280 votos.

Os analistas afirmam que, se a proposta não for, pelo menos em primeiro turno, aprovada neste 2017, o próximo ano de 2018 será muito complicado para a economia brasileira, que tenta sair da crise em que está mergulhado há três anos.

Por enquanto, infelizmente, não deram resultado as reuniões que, quase todos os dias, Michel Temer promove com deputados e senadores de sua base política, que está cobrando cada vez mais caro pelo seu voto a favor da reforma previdenciária.

Os políticos brasileiros precisam ser trocados na eleição do próximo ano.

04:58 · 23.11.2017 / atualizado às 05:00 · 23.11.2017 por

Foi preciso que o Banco Mundial pusesse o dedo na ferida para que os brasileiros tivessem a noção da gravidade da deterioração das contas públicas do Governo Federal.

O Banco Mundial publicou relatório em que aponta várias causas desse descontrole das contas do Governo brasileiro, e uma delas são os altos vencimentos pagos ao funcionalismo público federal.

Um funcionário público federal ganha no Brasil 67% a mais do que um funcionário de uma empresa privada.

E o pior de tudo é que, mesmo assim, as corporações do serviço público, apoiadas pelos deputados e senadores, querem aumentar ainda mais os vencimentos desse segmento do andar de cima da sociedade brasileira.

O Brasil gasta muito e gasta mal. Gasta mais do que arrecada, e esse rombo tem aumentando, fazendo explodir a dívida pública, que saltou, nos últimos 10 anos, de 52% do PIB para os atuais 78% do PIB.

O Banco Mundial fez várias sugestões ao governo brasileiro para que possa melhorar o quadro ruim de hoje. Mas podem anotar aí: nenhuma dessas sugestões será acatada, pelo menos no atual governo de Michel Temer.