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Tag: Sebrae


14:05 · 11.09.2018 / atualizado às 14:05 · 11.09.2018 por

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, anunciou na manhã desta terça-feira (11), que ingressará com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a medida provisória do governo que retirou R$ 200 milhões do orçamento da instituição para a criação da Agência Brasileira de Museus (Abram). O corte de recursos afetará o atendimento de mais de 608 mil pequenos negócios ao ano, o que corresponderia a toda região Norte do país, por exemplo. O Sebrae também estuda entrar com Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF contra a MP.

“Os recursos do Sebrae são oriundos de uma contribuição de domínio econômico, cuja finalidade de aplicação está no artigo 170 da Constituição Federal”, afirmou o presidente do Sebrae. “A exploração de museus está fora desta finalidade e não podemos pagar a conta sozinho”, acrescentou Afif, explicando que foi surpreendido com a informação de que a verba seria retirada do Sebrae. A instituição chegou a sugerir como alternativa o investimento de R$ 100 milhões no setor, por meio de projetos de economia criativa com a finalidade de atender as micro e pequenas empresas e de melhoria da gestão em museus, acordo semelhante ao feito, recentemente, com o Ministério do Turismo.

Segundo a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, os recursos retirados do Sebrae podem causar grave prejuízo à instituição e aos pequenos negócios. “Representa a diminuição de 608,6 mil atendimentos no Sebrae. Seria como excluir o Norte da atuação da instituição. É como se toda a região ficasse sem atendimento de uma hora para outra”, afirmou a diretora, ressaltando que são os pequenos negócios que seguram o emprego no Brasil. “Eles responderam por 93% dos empregos com carteira assinada no primeiro semestre”, ressaltou. “A MP gera uma insegurança institucional e nos preocupa, pois temos acordos e metas a cumprir. O déficit público nunca vai caber no orçamento do Sebrae”, acrescentou o diretor de Administração e Finanças, Vinicius Lages.

Guilherme Afif ressaltou, durante entrevista coletiva, que a recuperação dos museus é uma causa importante, devido à situação atual de alguns deles, mas que os recursos do Sebrae não são para essa finalidade. “Todos são solidários com o que aconteceu, mas só quem deu o dinheiro foram os pequenos negócios, únicos a terem a verba cortada”, disse o presidente do Sebrae.

09:47 · 29.08.2018 / atualizado às 10:00 · 29.08.2018 por

Os dados do Caged (Cadastro Geral Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho), divulgados pelo IBGE, confirmam a força dos pequenos negócios na geração de empregos em 2018. Pelo sétimo mês consecutivo, as micro e pequenas empresas foram as principais responsáveis pela criação de postos de trabalho no país. No mês de julho, o saldo de empregos registrado pelas micro e pequenas empresas representou 72% do total de empregos gerados em todo o Brasil. Isto significa que de cada 10 novas vagas formalizadas no mês passado, sete estavam nos pequenos negócios. Enquanto as pequenas empresas tiveram saldos positivos de emprego em todos os meses de 2018, as médias e grandes só registraram saldos positivos em março, abril, maio e julho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, é inquestionável o papel estratégico que os pequenos negócios desempenham na economia brasileira para a promoção do emprego, geração de renda e redução das desigualdades sociais. “Se tomarmos alguns públicos específicos, como os jovens que buscam o primeiro emprego ou as pessoas que estão procurando recolocação no mercado, os pequenos negócios têm uma importância ainda mais crucial”, comenta Afif.

DADOS GERAIS

  • Em julho/2018, os pequenos negócios registraram saldo positivo de 33,9 mil empregos formais celetistas, enquanto as médias e grandes empresas geraram quase 15 mil empregos.
  • No acumulado, de janeiro a julho de 2018, os pequenos negócios já respondem pela criação de 395,3 mil postos de trabalho, 27% acima do saldo registrado por eles no mesmo período do ano passado e quase 10 vezes maior que o saldo computado pelas médias e grandes empresas (40,7 mil empregos).
  • Os pequenos negócios do setor de Serviços puxaram a geração de empregos em julho/2018, tendo criado 15,8 mil postos de trabalho, sendo que esse saldo foi impulsionado pelas micro e pequenas empresas que atuam no ramo imobiliário (13,6 mil empregos). A Construção Civil foi o segundo setor que mais contribuiu com a geração de empregos no sétimo mês deste ano, criando 10,8 mil vagas. O único setor em que os pequenos negócios apresentaram saldo negativo de emprego foi o Comércio (-743 empregos).
  • No acumulado de 2018 até julho, têm se destacado, na geração de empregos, os pequenos negócios do setor de Serviços, com geração de 237,5 mil postos de trabalho. Em segundo lugar estão os pequenos negócios do setor de Agropecuária (83,9 mil empregos). Em seguida, posicionam-se as micro e pequenas empresas da Construção Civil, responsáveis pela criação de 66,2 mil postos de trabalho.
  • Os pequenos negócios do Comércio ainda não conseguiram se recuperar da crise econômica vivenciada nos últimos anos, registrando extinção de 48,7 mil vagas, de janeiro a julho deste ano.
  • O saldo de empregos acumulado pelos pequenos negócios em 2018 até julho, de 395 mil empregos, já supera em 14,5% o saldo acumulado por eles em todo o ano de 2017.
17:30 · 06.08.2018 / atualizado às 17:34 · 06.08.2018 por

Os pequenos negócios continuarão a sustentar a geração de empregos no país e devem encerrar o ano com mais de 500 mil novas vagas formais, impulsionadas principalmente pelas atividades que compõem a cadeia da Construção Civil. Esta é a perspectiva apontada pelo Sebrae, a partir da Sondagem Conjuntural, realizada trimestralmente pela instituição, e da análise dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), nos seis primeiros meses deste ano.

As cinco edições da Sondagem Conjuntural, feita trimestralmente pelo Sebrae, mostram que os donos de pequenos negócios que atuam na Construção Civil têm sido os mais otimistas em relação ao futuro da economia brasileira. São também os que mais pretendem gerar empregos no país este ano. O percentual de donos de negócios, que pretendem ampliar seus quadros de funcionários vem se elevando gradativamente, saindo de 16% (junho/2017) até atingir 36% (março/2018). Mesmo tendo registrado uma queda na Sondagem de junho/2018 (situando-se em 24%), como provável reflexo da greve dos caminhoneiros, o segmento, ainda assim, apresentou um resultado acima do observado em outros setores (Comércio, Indústria e Serviços).

O mais importante, segundo a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, é que essa intenção indicada pelos donos de pequenos negócios tem sido verificada na prática, nos dados do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. De acordo com análises do Sebrae, os pequenos negócios da Construção Civil estão entre os que mais geraram empregos no primeiro semestre de 2018, ficando atrás somente dos que atuam no setor de Serviços e na Agropecuária. E ao se detalhar o setor de Serviços, percebe-se também que as atividades que têm alavancado a geração de vagas neste setor são aquelas ligadas à cadeia da Construção Civil, como a incorporação, a comercialização e a administração de imóveis, por exemplo.

“Os pequenos negócios têm sido os principais geradores de empregos no país e é muito bom constatar que os empresários que atuam no setor da Construção Civil têm dado uma valiosa contribuição para isso, pois sinaliza também uma recuperação da economia brasileira como um todo”, avalia Heloisa Menezes. “Com as mudanças das regras de financiamento imobiliário, anunciadas recentemente pelo governo, que elevou o limite de valores dos imóveis que podem ser adquiridos com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a tendência de fortalecimento do setor é ainda maior”, complementa a diretora do Sebrae.

09:46 · 25.07.2018 / atualizado às 09:47 · 25.07.2018 por

Nos primeiros seis meses deste ano, a geração de emprego nas micro e pequenas empresas do País já superou em 44% a ocupação de vagas formais no segmento entre janeiro e junho de 2017. Os dados constam de levantamento do Sebrae com base em números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho. O levantamento de junho mostram que, pelo sexto mês consecutivo, os pequenos negócios sustentaram a geração de empregos no país, enquanto as médias e grandes registraram saldo negativo de 12,8 mil empregos. No semestre, as empresas de micro e pequeno porte acumulam saldo positivo de 352 mil vagas, número 13 vezes maior do que o saldo verificado entre as médias e grandes corporações no mesmo período.

“Acompanhando o desempenho desses verdadeiros heróis da economia brasileira nos últimos meses, acreditamos que os pequenos negócios vão fechar este ano com resultado acima do registrado em 2017, mostrando importante recuperação do emprego nesse segmento da economia brasileira ”, avalia a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes. “Mesmo quando diversos setores ainda estavam impactados pela paralisação dos caminhoneiros, o resultado na geração de vagas em junho reforçava o comportamento dos pequenos negócios, que em períodos de crise são os últimos a demitir, e ao retornar à estabilidade, são os primeiros a contratar”, conclui.

Os pequenos negócios rurais foram os principais responsáveis por sustentar a geração de empregos no país, em junho/2018, com a criação de 23,4 mil postos de trabalho, seguidos pelos pequenos negócios do setor de Serviços, com a ocupação de 9,3 mil vagas. As micro e pequenas empresas que atuam no Comércio, na Extrativa Mineral e na Administração Pública também registraram saldos positivos de, respectivamente, 921, 143 e 3.077 empregos. Já os pequenos negócios da Construção Civil e da Indústria de Transformação foram os que registraram os maiores saldos negativos, respectivamente, 12,9 mil e 10,9 mil empregos.

No acumulado do primeiro semestre de 2018, os pequenos negócios do setor de Serviços foram os que mais geraram empregos, ao criar 217,3 mil postos de trabalho, quase três vezes a mais que os pequenos negócios da Agropecuária (76,4 mil empregos). O único setor em que os pequenos negócios acumulam saldo negativo de empregos neste primeiro semestre de 2018 é o Comércio.

04:34 · 30.11.2017 / atualizado às 04:36 · 30.11.2017 por

Por que é alta a taxa de desemprego no Brasil de hoje?

Para o empresário cearense Cristiano Maia, maior criador de camarão do País e também construtor de estradas, a causa está na educação, mais precisamente na falta de uma disciplina na grade curricular da escola pública brasileira.

Cristiano Maia sugere ao Governo do Ceará que inclua, o mais rapidamente possível, na grade curricular de suas escolas a disciplina do empreendedorismo.

Ele explica que, quando sai da escola, o jovem vai engrossar a fila dos desempregados.

“Se, porém, na escola ele tivesse sido orientado a empreender, certamente, ao sair dela, imediatamente trataria de abrir seu próprio negócio, criando novos empregos, inovando e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Estado e do País”, afirmou.

Cristiano Maia também sugeriu que o Governo junte, o mais rapidamente possível, a teoria da Universidade com a prática do Sebrae, “que é quem entende de empreendedorismo no Brasil”.

04:14 · 02.09.2016 / atualizado às 04:14 · 02.09.2016 por

Quase no exato momento em que o Senado aprovou o impeachment da presidente Dilma, o IBGE anunciou que o Brasil tem hoje 12 milhões de pessoas desempregadas.

No mesmo dia, uma pesquisa da Monitor Global de Emprego revelou que, de cada 100 novos negócios abertos aqui no Brasil, 29 deles surgem por absoluta necessidade de quem os abre.

Pois bem, especialistas em mercado de trabalho estão sugerindo que quem está desempregado deve procurar o Sebrae em busca de um aconselhamento sobre como e em que setor da atividade econômica ele deve investir para abrir um micro ou um pequeno negócio.

Os mesmos especialistas dizem ainda que, além de prestar consultoria às pessoas desempregadas, os técnicos do Sebrae também orientam sobre como e onde obter financiamento para a abertura do negócio.

Aqui no Ceará, por exemplo, o Banco do Nordeste (BNB) tem uma linha de crédito, o Crediamigo, criado exclusivamente para financiar os micro negócios.

Resumindo: sendo dotada de espírito empreendedor, a pessoa desempregada tem chances de abrir e desenvolver seu próprio negócio e progredir com ele.

12:12 · 07.10.2015 / atualizado às 12:37 · 07.10.2015 por

micro e pequenaNesta semana, tem-se falado muito sobre as micro e pequenas empresas.

E nem era para menos, porque o Sebrae lançou a campanha “Compre do Pequeno”, um movimento que está mobilizando não apenas o poder público, mas também os próprios consumidores.

O senador José Pimentel, líder do governo no Congresso Nacional, mandou para este blog uma mensagem que revela o seguinte:

Em 2007, as micro e pequenas empresas recolhiam de Imposto sobre Serviço, nos municípios de todo o País, R$ 540 milhões.

Hoje, elas recolhem R$ 5,1 bilhões.

Asmicro e pequenas empresas  empregam hoje, no Brasil, uma multidão de 17 milhões de pessoas.

Em 2007, havia no Brasil 1,3 milhão de micro e pequenas empresas.

Hoje, são 10,3 milhões.

Então, viva a micro e pequena empresa!

10:00 · 25.08.2015 / atualizado às 10:15 · 25.08.2015 por

leiteiroUma pesquisa que acaba de ser feita pela empresa cearense de consultoria Leite & Negócios apurou, entre outras coisas, que 67% dos produtores de leite da região Nordeste, incluindo os do Ceará, consideram ruim ou péssima a assistência técnica prestada pelos organismos públicos estaduais nordestinos, como a Ematerce, por exemplo.

A pesquisa foi feita por encomenda do Sebrae de Pernambuco, e segundo ela 91% dos mesmos produtores de leite entrevistados confiam na assistência técnica das empresas privadas.

Essa pesquisa coincide com a opinião manifestada na semana passada pelo empresário Bruno Girão, da Lacticínios Betânia, que havia informado que apenas 3% dos produtores de leite do Ceará recebem assistência técnica com alguma qualidade.

 

10:40 · 06.08.2015 / atualizado às 10:43 · 06.08.2015 por

A pequena e a micro empresa têm, no Brasil – no Ceará, principalmente – uma importância cada dia mais relevante.

Reparem bem: segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, as micro e pequenas empresas brasileiras registraram, no mês de março deste ano, um saldo positivo – entre admissões e demissões – de 41.434 novos empregos criados.

Para que se tenha uma ideia do que isso significa, basta dizer que as médias e grandes empresas tiveram, no mesmo mês de março deste ano, um saldo negativo de 25.072 empregos fechados.

Faz muito tempo – uns 20 anos – que os pequenos e micro empreendimentos mantêm uma posição impressionante.

Eles respondem por 7 entre 10 empregos com carteira assinada aqui no Brasil.

É por isso que o Sebrae, organismo que dá assistência técnica, financeira e logística aos pequenos empresários, é hoje uma das instituições mais respeitadas e maior credibilidade do País.

04:01 · 01.04.2015 / atualizado às 04:01 · 01.04.2015 por

Tornaram-se parceiros o Ministério da Agricultura e o Sebrae.

Objetivo da parceria é tornar eficientes a gestão e a inovação dos pequenos negócios pela capacitação de produtores rurais, empresas e cooperativas, tornando-os competitivos no mercado.