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Tag: Usina Siderúrgica do Pecém


04:10 · 26.06.2017 / atualizado às 04:10 · 26.06.2017 por

Reparem: 43% de toda a produção da usina da Companhia Siderúrgica do Pecém estão sendo exportados… para onde? Para os Estados Unidos da América do Norte.

As placas de aço “made in Ceara” da CSP estão sendo usadas pelas grandes siderúrgicas dos Estados Unidos para a fabricação de aços planos, com os quais se fazem automóveis, geladeiras fogões e muito mais.

Esta informação tem importância porque revela a alta qualidade do produto cearense, uma vez que o Governo norte-americanos não autoriza a importação do que não tem qualidade.

Nos primeiros seis meses deste ano de 2017, até a semana passada, a usina siderúrgica do Pecém exportou 1,3 milhão de toneladas de placas de aço, que foram vendidas também para mais de 20 países, incluindo os da Europa e da Ásia.

Estima-se que, até o fim do ano, a CSP exportará quase 3 milhões de toneladas de placas de aço.

04:35 · 12.06.2017 / atualizado às 04:35 · 12.06.2017 por

Antes do início da operação da usina siderúrgica da CSP, o Ceará exportava, anualmente, não mais do que US$ 2,7 milhões em ferro fundido, ferro e aço.

Pois bem: hoje, graças à operação da usina siderúrgica do Pecém, o Ceará já exporta US$ 445 milhões em aço.

As placas de aço fabricadas pela CSP saem daqui pelo Porto do Pecém e se destinam a vários países da América do Norte, da Europa e da Ásia.

O blog pode informar que esses US$ 445 milhões deverão crescer para mais de US$ 500 milhões no final deste ano.

18:57 · 06.06.2017 / atualizado às 18:57 · 06.06.2017 por

Informa a Assessoria de Imprensa da Companhia Siderúrgica do Pecém:

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) recebeu na última quinta-feira, 01 de junho, a Licença de Operação (LO) nº 102/107. A licença foi emitida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), embasada no parecer técnico nº 1759/2017 e assinada pelo superintendente Ricardo Araújo de Lima.  A licença atesta que, nos últimos oito anos, a empresa cumpriu todos os compromissos assumidos desde a fase de construção e testes até o comissionamento.

Buscando ser referência em desenvolvimento sustentável no setor, a mais nova usina siderúrgica do país e a primeira integrada no Nordeste utiliza as melhores tecnologias ambientais. Foram investidos, aproximadamente, R$ 1 bilhão em equipamentos ambientais, gerenciamento de resíduos e no controle e monitoramento das emissões atmosféricas e do lançamento de efluentes. Como resultado concreto deste investimento, a empresa tem um nível de emissões atmosféricas 50% menor que o estabelecido na legislação ambiental brasileira e uma taxa de aproximadamente 98% de reuso de água. Outro resultado relevante é o nível de reaproveitamento de resíduos sólidos na usina, da ordem de 99%, contribuindo para minimizar o impacto na região onde está inserida. Além disso, são aportados R$ 3 milhões por ano em monitoramento ambiental.

Para o presidente da CSP, Eduardo Parente, essa importante conquista reforça ainda mais as práticas e compromissos da siderúrgica com o meio ambiente. “Todos os empregados da CSP seguem trabalhando constantemente para manter a credibilidade durante todo o ciclo de vida das atividades da CSP, buscando o desenvolvimento sustentável da região onde atuamos”, reforçou Eduardo.

 

08:34 · 13.04.2017 / atualizado às 17:20 · 13.04.2017 por

O cearense Mateus Paulino, de 28 anos, analista de tecnologia da Companhia Siderúrgica do Pecém, ganhou – e recebeu – ontem, quarta-feira, 12, em Pequim, na China, o prêmio de vice-campeão de uma das mais importantes competições do setor siderúrgico mundial, envolvendo tecnologia e inovação.

Para chegar à final, ele travou uma disputa com 1.469 participantes de 16 países.

Na primeira fase da disputa, de caráter regional, o desafio imposto a Mateus Paulino foi simular a produção de um tipo de aço de ultrabaixo carbono com o menor custo. Ele conseguiu.

Na etapa final, na China, coube aos finalistas avaliar a produção de um aço de carbono leve/baixo usado em aplicações como ferramentas e peças de máquinas, ao menor custo, usando o simulador básico de fabricação de forno de oxigênio.

Na foto, o analistas cearense Mateus Paulino recebe em Pequim o prêmio pelo seu vice-campeonato mundial.

04:34 · 07.04.2017 / atualizado às 04:36 · 07.04.2017 por

O engenheiro Paulo André Holanda, superintendente do Senai no Ceará, organismo do Sistema Fiec, informa que, entre 2015 e 2016, promoveu, para a Companhia Siderúrgica do Pecém, 17 cursos em diferentes áreas da indústria para uma turma de 800 pessoas, todas elas hoje empregadas na usina da CSP no Pecém.

Segundo Paulo André Holanda, o Senai no Ceará está, neste momento, treinando mais 350 aprendizes em cursos que interessam diretamente à Companhia Siderúrgica do Pecém.

Agora, um detalhe: para esse curso destinado a aprendizes, inscreveram-se mais de 11 mil pessoas, a grande maioria jovens.

Todo esse pessoal que agora está sendo qualificado será a força de reserva da usina da CSP, que neste ano produzirá e exportará 2 milhões e 900 mil toneladas de placas de aço.

13:38 · 05.04.2017 / atualizado às 13:49 · 05.04.2017 por

O presidente da Federação das Indústrias do Ceará, Beto Studart, levou terça-feira, 4, uma comitiva de empresários da indústria para acompanhar a cerimonia de celebração do início das atividades da usina da Companhia Siderúrgica do Pecém. Studart e comitiva não esconderam a satisfação com o empreendimento. O presidente da Fiec afirmou acreditar que em 10 anos seja triplicada a oferta de empregos diretos e indiretos pela CSP, transformando o perfil de renda da região e contribuindo decisivamente para que o Ceará consolide um novo tempo de desenvolvimento, mostrando que o sonho iniciado há 35 anos se materializou em modernidade e progresso para o Estado.

Na foto, Beto Studart está ao lado do empresário Fernando Rodrigues, da Makro Engenharia, uma empresa cearense incluída entre as maiores do País na área da locação de máquinas e equipamentos..

12:36 · 04.04.2017 / atualizado às 13:05 · 04.04.2017 por

Terminou a solenidade de celebração do início das operações da usina da Companhia Siderúrgica do Pecém. Cearenses e coreanos confraternizaram ao final do evento, quando o governador Camilo Santana coincluiu seu discurso dizendo: Viva a CSP! Viva o Ceará.

“Quando o Brasil retomar o crescimento, a economia do Estado do Ceará vai explodir”, disse o empresário Fernando Cirino, ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado. “A infraestrutura está pronta para esse salto”, complementou o empresário Ednilo Soárez, sócio e diretor do Beach Park.

Ao final da cerimônia, uma “cápsula do tempo” – confeccionada em aço e que será abertas daqui a 10 anos – recolheu as mensagens da maioria das duas mil pessoas presentes. O governador Camilo Santana revelou o que escreveu e colocou na cápsula: “Que esta usina esteja, daqui a 10 anos, produzindo 12 milhões de toneladas”.

 

11:03 · 04.04.2017 / atualizado às 11:37 · 04.04.2017 por

O sanfoneiro Waldonys encantou e emocionou o representante do governo da Coreia e as dezenas de funcionários da Companhia Siderúrgica do Pecém presentes à solenidade que marcou, na manhã desta terça-feira (4), o início das operações de sua usina. Waldonys executou, na sua sanfona, o hino nacional da Coreia do Sul, que foi também cantado pelos coreanos.

O hino coreano abriu a solenidade. Em seguida, Waldonys, com a mesma performance, executou o hino nacional brasileiro, que igualmente foi aplaudido com entusiasmo.

Estão presentes ao ato o governador do Ceará, Camilo Santana; o presidente da CSP, Eduardo Parente; o presidente da Vale, Murilo Ferreira, e seus sócios coreanos – a Dongkuk e a Posco. Presentes estão ainda o ex-governador Cid Gomes, secretários de estado, o presidente da Federação das Indústrias, Beto Studart, e dezenas de empresários, parte dos quais operadores do Porto do Pecém.

05:18 · 01.03.2017 / atualizado às 05:18 · 01.03.2017 por

A usina da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) causou um impacto positivo no Produto Interno Bruto da indústria do Ceará, que deverá crescer 48%.

Tem mais: a receita tributária da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, em cuja geografia a usina está localizada, saltou de R$ 133 milhões por ano para R$ 580 milhões por ano.

E o porto do Pecém, que movimentava, anualmente, 6 milhões de toneladas de mercadorias, movimentará neste ano 16 milhões de toneladas.

10:26 · 23.02.2017 / atualizado às 10:30 · 23.02.2017 por

Este blogueiro visitou ontem, 4ª feira, 22, a usina siderúrgica do Pecém.

E trouxe de lá algumas informações relevantes.

Ei-las: 77% do pessoal que opera a usina são cearenses;

No ano passado, de agosto a dezembro, a usina, ainda no início de sua operação, produziu e exportou 1,1 milhão de toneladas de placas de aço;

Neste ano de 2017, serão produzidas e exportadas 3 milhões de toneladas de placas;

A Tailândia e a Itália são, neste momento, os maiores importadores do aço produzido pela usina do Pecém;

O Centro de Controle de toda a usina é comandado por um mineiro cinquentão, mas é operado totalmente por jovens cearenses, a maioria de Caucaia e de São Gonçalo do Amarante, todos eles com menos de 30 anos e todos treinados pelo Senai do Ceará.

O presidente da Companhia Siderúrgica do Pecém, engenheiro Eduardo Parente, disse ao blog que a usina tem o DNA do cearense e, por isto mesmo, é uma das mais modernas do mundo.

Parente disse mais: “Já me apropriei desse DNA do cearense”.