Gestão Ambiental

Autor: admin


17:46 · 17.03.2011 / atualizado às 17:46 · 17.03.2011 por

Coleta seletiva de resíduos sólidos é o hábito mais trivial entre muitas nações deste nosso Planeta Azul. No Brasil, apesar da sanção da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), em agosto do ano passado, a coisa ainda caminha muito lentamente.

Particularmente aqui no Ceará, o desejo de ter a oportunidade de exercer a cidadania neste sentido só cresce, incentivado por pequenas iniciativas do comércio varejista e de algumas empresas e instituições filantrópicas.

Algumas cidades do interior já até partiram na frente, a exemplo de Cruz, na região Norte. Aqui na  Região Metropolitana de Fortaleza, a Prefeitura de Eusébio é a terceira,  após Maracanaú e a própria Capital, a anunciar o projeto de coleta seletiva de lixo no município. O evento de lançamento é amanhã, 18 de março, à tarde.

Resta o olho vivo dos moradores destes municípios, na esperança de que o serviço seja realmente implantado, garantindo renda e dignidade para os agentes recicladores e mais anos de vida para os aterros sanitários, que nem seriam necessários se reciclássemos tudo, uma vez que há tecnologia disponível para tanto.

16:58 · 17.03.2011 / atualizado às 16:59 · 17.03.2011 por

O óleo arrecadado nas Estações de Reciclagem das lojas Pão de Açúcar e Extra é doado à Cruz Vermelha do Ceará, que o transforma em biodiesel e sabão em barra

Desde 2009, o Grupo Pão de Açúcar conta no Ceará com Estações de Reciclagem para arrecadar óleo de cozinha usado. A iniciativa já possibilitou a arrecadação de 5,9 mil litros, até dezembro de 2010.

Hoje são 15 lojas das bandeiras Pão de Açúcar e Extra que participam do programa de reciclagem e, para contribuir, basta levar o óleo usado, armazenado em garrafas PET, a uma das estações.

Além de estimular a doação e manter as Estações de Reciclagem, as próprias lojas Pão de Açúcar e Extra, doam todo o óleo de cozinha usado. O material arrecadado é destinado à Cruz Vermelha Brasileira do Ceará que, através do Projeto Óleo Sustentável, transforma o resíduo em biodiesel e sabão em barra.

Além da coleta de óleo de cozinha, as Estações  de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever e Extra H2OH! recebem papel, vidro, plástico e metal. As unidades de coleta ficam localizadas nos estacionamentos das lojas.

Confira onde ficam as Estações de Reciclagem:

Extra H2OH!
Extra Iguatemi – Avenida Washington Soares, 85
Extra Montese – Avenida dos Expedicionários, 4444
Extra Parangaba – Avenida Senador Fernandes Távora, 45
Extra Aguanambi – Avenida Aguanambi, 1393
Extra Rodoviária – Rua Deputado Osvaldo Studart, 600
Extra Papicu – Avenida Santos Dumont, 5650

Pão de Açúcar Unilever
Mucuripe – Avenida da Abolição, 3790
Buena Vista – Avenida Washington Soares, 1500
São Gerardo – Avenida Bezerra de Menezes, 1498
Náutico – Avenida da Abolição, 2.900
São João – Avenida Santos Dumont, 1169
Júlio Ventura – Rua Bárbara de Alencar, 1887
Cocó – Avenida Engenheiro Santana Júnior, 2277 – Shopping Casa Blanca
Virgílio Távora – Avenida Senador Virgílio Távora, 2270
Fátima – Rua Dr. Costa Araújo, 1132

Fonte: Assessoria do Grupo Pão de Açúcar

16:22 · 17.03.2011 / atualizado às 16:22 · 17.03.2011 por

 

A indústria brasileira deixou de produzir cinco bilhões de sacolas plásticas entre 2009 e 2010, desde o início da campanha “Saco é um Saco”, do Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com instituições como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Na terça-feira passada, Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o MMA lançou, em São Paulo (SP), três cartilhas para orientar gestores, consumidores, instituições públicas e empresas privadas a atingirem metas de redução no uso de sacolas.

Além das metas gerais da campanha, algumas redes de supermercados estabeleceram objetivos próprios, como o Walmart, que pretende reduzir em 50% o uso das sacolas, até 2013, e o Carrefour, que deseja bani-las de suas lojas até 2014.

Animais

As sacolas plásticas causam grandes impactos ao poluir mares, rios e se acumular nas cidades e na natureza. Uns dos mais graves danos são causados aos animais que habitam os oceanos, que  as ingerem e acabam sufocados ou deixam de se alimentar devido à sensação de estômago cheio.

Estudo realizado pelo Projeto Tamar mostra que é crescente o percentual do material em mortes de tartarugas. Nos meses de janeiro a agosto de 2009, entre 192 tartarugas mortas coletadas no litoral dos Estados do Ceará, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina, 80 foram vítimas da ingestão de objetos descartados que chegaram ao ambiente marinho.

Cartilhas

As cartilhas lançadas pelo MMA foram editadas a partir do sucesso da experiência da campanha “Saco é um Saco” e de outras iniciativas surgidas no País para a solução do problema. Cada uma tem três volumes, destinados a públicos específicos: gestores municipais, instituições públicas e privadas e consumidores.

As cartilhas contam com o apoio da Abras e da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anama). As cartilhas serão distribuídas pela Coordenação de Consumo Sustentável do MMA, podendo ser solicitadas pelo e-mail: consumosustentável@mma.gov.br.

Também estão disponíveis para download em meio eletrônico (PDF) no blog da campanha Saco é um Saco (www.sacoeumsaco.com.br/blog) , o que é mais ecológico.

Fonte: Cristina Ávila/ MMA

00:53 · 17.03.2011 / atualizado às 00:53 · 17.03.2011 por

O Sest/Senat realiza nesta sexta, dia 18 de março, das 8h às 16h30, em seu auditório, seminário sobre Gestão Ambiental de Frota (GAF). O evento é realizado em parceria com as montadoras de veículos comerciais a diesel, a Petrobrás e o Ministério Público Federal.

O objetivo do seminário é  contribuir de forma ativa com a difusão e o aperfeiçoamento das boas práticas ambientais no setor de transportes, bem como assegurar o máximo de aproveitamento possível dos veículos, em relação ao meio ambiente.

A primeira palestra tratará sobre assuntos como “Controle Ambiental e Noções sobre Meio Ambiente” e “Emissões Veiculares e Legislação”. Também  serão realizadas palestras sobre temas como Tecnologia dos Motores Diesel, Qualidade do Combustível e Identificação de Falhas, dentre outros assuntos.

À tarde serão realizadas palestras sobre os temas “Condução Econômica e Ambientalmente Responsável” e “Disposição Ambientalmente Correta de Resíduos”

O Sest/Senat fica na Rua Dona Leopoldina, 1050 – Centro. O telefone para informações é (85) 3304.4111.

13:44 · 15.03.2011 / atualizado às 13:49 · 15.03.2011 por

Hoje comemora-se o Dia do Consumidor. Nesta data, e em outras ocasiões, os direitos do consumidor sempre são o foco das atenções, como não poderiam deixar de ser, diante de tanta arbitrariedade que se comete por aí.

Mas hoje eu gostaria de propor uma reflexão diferente, que, felizmente, já vem ganhando algum espaço graças a ações como as do Instituto Akatu de Consumo Consciente: os deveres do consumidor.

Há alguns anos, a organização ambientalista WWF lançou uma forma interessante de medir o nosso impacto sobre a Terra ou, como eles denominaram, “pegada ecológica”, que calcula a porção do Planeta necessária para manter o nosso padrão de consumo, seja individual ou coletivo, com base em atitudes cotidianas, como o tipo de moradia e de transporte utilizados. O resultado pode ser um soco no estômago das pessoas mais sensíveis, que acreditam piamente viverem de uma forma sustentável.

Indo um pouco mais atrás, quando o debate sobre sustentabilidade foi iniciado, ainda que esta expressão ainda não existisse, o documento “Our Common Future” (Nosso Futuro Comum) ou, como é mais conhecido, Relatório Brundtland, elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, destacou o que o desenvolvimento sustentável depende de que o consumo atual preserve o direito à qualidade de vida das gerações vindouras.

O fato é que consumir de forma sustentável não é apenas uma tendência ou moda passageira, mas uma necessidade crucial para a qual a maioria de nós ainda não atentou.

Hoje, em entrevista ao Bom Dia Ceará, na TV Verdes Mares, o arquiteto Fausto Nilo afirmou que a solução para o trânsito caótico está na redução das viagens, sendo necessária, para isso, a descentralização das cidades.

É isso! O caminho não é tão inatingível! Como ele disse, alargar ruas e construir viadutos só vai aumentar o número de carros e, com isso, diminuir a qualidade de vida das pessoas, ao contrário do que um raciocínio raso pode propor.

Cabe a cada um de nós uma reflexão sobre como vivemos e em que podemos melhorar para garantir que nossos netos e bisnetos tenham a oportunidade de terem as suas necessidades mais básicas atendidas, aí incluído o ar puro para respirar e a água potável para beber.

16:47 · 14.03.2011 / atualizado às 16:49 · 14.03.2011 por

A cidade do Rio de Janeiro será a sede da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em 2012, a Rio+20, que visa a renovar o engajamento dos líderes mundiais com o desenvolvimento sustentável do Planeta 20 anos após a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), também realizada no Rio de Janeiro.

No encontro, está previsto o debate da contribuição da “economia verde” para o desenvolvimento sustentável e a eliminação da pobreza, com foco sobre a questão da estrutura de governança internacional na área do desenvolvimento sustentável.

Mais informações: http://www.uncsd2012.org/rio20

17:38 · 11.03.2011 / atualizado às 14:40 · 12.03.2011 por

Nunca vou me esquecer de uma declaração do professor José Goldemberg, em uma entrevista que fiz, em 2008, sobre energia. Ao ser bombardeado por perguntas sobre impactos, ele disse que nenhuma atividade humana é isenta de impacto e, na geração de energia, nos cabe considerar as especificidades locais e buscar aquelas que causam menos impactos.

Como moradora do semiárido nordestino quase a minha vida inteira, já era uma das mais ferrenhas defensoras das energias renováveis e alternativas e,  antes mesmo da entrevista com o professor Goldemberg cheguei a escrever um texto defendendo o nosso potencial eólico e solar em detrimento ao anúncio de instalação de uma térmica a carvão em terras alencarinas.

Pois bem. Hoje, considerando tudo o que vi e ouvi a respeito do assunto, ainda defendo com convicção as energias ditas limpas, que, no Brasil, ainda imperam graças ao nosso quase esgotado potencial hidrelétrico, em comparação com países que ainda dependem fortemente das térmicas, com é o caso da China, que vem pagando um alto preço ambiental por seu desenvolvimento galopante.

Mas, voltando à observação do professor Goldemberg, é realmente necessário estudar cuidadosamente cada realidade e suas possibilidades. Há quem defenda (para o meu horror, admito) a energia nuclear como “limpa” por ter uma emissão mínima de gases. Como será que fica nesta balança do custo/benefício lidar com a extração, manuseio e descarte de resíduos nucleares?

Por outro lado, em 2009, tive a oportunidade de percorrer o litoral do Ceará de ponta a ponta para fazer uma reportagem especial sobre a vida dos pescadores e, para minha surpresa, constatei que a paisagem das nossas praias foi alterada de uma forma bem significativa com a instalação de diversos projetos de geração de energia eólica. Naquele ano mesmo visitei uma feira do setor e não consegui contar o número de empresas interessadas em investir no Estado.

Tudo isso me fez retornar àquela declaração do professor Goldemberg mais uma vez. Será que um Estado com o potencial turístico do Ceará está disposto a pagar o preço de ter o litoral repleto de torres de aerogeradores, sacrificando nossos cartões postais, o equilíbrio da dinâmica das dunas móveis e também o acesso de comunidades costeiras ao mar e à água potável, já que nossos cordões de dunas são aquíferos importantíssimos?

Sei que todos dependemos de energia elétrica e que temos que fazer sacrifícios, mas também acredito que não atingimos um nível de desespero tal que nos obrigue a ir tão longe neste momento sob a pena de pagarmos um alto preço mais adiante. Viva à energia eólica e à solar! Mas que tal estudarmos direitinho onde instalar os equipamentos?

Para finalizar, o mais importante de tudo: é preciso investir em eficiência energética. Este é o melhor caminho para minimizar nossos efeitos sobre o Planeta, que já enfrenta desastres naturais sem precisar da nossa “ajuda”.

13:32 · 10.03.2011 / atualizado às 20:47 · 02.07.2011 por

Compre uma música, salve o planeta. Iniciativa de um alpinista, cem músicos e dezenas de organizações ambientais, na Patagonia Music (www.patagonia.com/music), fãs do mundo inteiro podem desembolsar US$ 0,99 para comprar 22 versões exclusivas de músicas de cantores como Jack Johnson (To the Sea) e bandas como Pearl Jam (Oceans) e Maroon 5 (Wake Up Call). Algumas das canções são novas, outras são ao vivo ou acústicas. A equipe promete que a cada semana serão colocadas mais quatro músicas à venda para beneficiar organizações ambientais escolhidas pelos músicos. Iniciativa interessante…

16:49 · 09.03.2011 / atualizado às 16:51 · 09.03.2011 por
14:31 · 09.03.2011 / atualizado às 14:31 · 09.03.2011 por

Com a sanção da “lei do paredão” em Fortaleza – que proíbe o uso dos paredões de som automotivo em logradouros públicos e locais de uso comum da população – espera-se que finalmente os habitantes da Capital Cearense possam ter a paz merecida.

 Só falta, para isso, a publicação do texto sancionado no Diário Oficial do Município (DOM). Fica a torcida, de quem tem o sossego afetado pelo barulho de quem não se contenta em ouvir sua música sozinho ou com os seus, para que efetivamente se cumpra o que determina a lei.

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Blog da seção Gestão Ambiental, da editoria Negócios, do Diário do Nordeste.
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