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Categoria: Baixo Carbono


08:00 · 20.01.2016 / atualizado às 20:55 · 19.01.2016 por
O marco é a utilização de energia solar no Mineirão, estádio-sede da Copa do Mundo Fifa 2014 Foto: Agência Reuters
O marco é a utilização de energia solar no Mineirão, estádio-sede da Copa do Mundo Fifa 2014 Foto: Agência Reuters

Duas vezes eleita Capital Nacional da Hora do Planeta pelo Desafio das Cidades do World Wide Found for Nature  (WWF), em parceria do Conselho Internacional para Iniciativas Ambientais Locais (Iclei), Belo Horizonte disputa, pela terceira vez, o prêmio na edição 2015/2016.

O seu maior êxito rumo a uma economia de baixo carbono continua sendo o investimento em energia limpa, com ênfase na solar. O marco desta empreitada é o Mineirão, estádio-sede da Copa do Mundo Fifa 2014, em que há uma usina solar fotovoltaica em pleno funcionamento.

O Mineirão, no entanto, não será o único a receber esse tipo de investimento. A Prefeitura tem planos de fazer o mesmo no Mineirinho e no Aeroporto Internacional de Confins. Há, ainda, a Lei Nº 10.175/11, que determina o uso de painel solar para aquecer a água em todas as novas construções comerciais e residenciais da cidade. A expectativa é reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 3.905,5 toneladas de carbono por ano.

Ações como essas foram reportadas pela Prefeitura de BH no Carbonn, plataforma de registro climático administrada pelo Iclei ao lado do C40 e do CGLU. Ela é uma das mais importantes do mundo e agora ganha ainda mais importância, uma vez que os governos locais foram reconhecidos como parte integrante da luta contra as mudanças climáticas, no Acordo de Paris, que deverá ser ratificado ainda em 2016.

A Política Municipal de Mitigação dos Efeitos da Mudança Climática foi iniciada na capital mineira, aliás, em 2006, e trabalha na articulação de políticas públicas e iniciativas privadas para reduzir as emissões. O Plano de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (PREGEE) prevê ações de curto, médio e longo prazos que levem a uma economia de baixo carbono, alinhada ao desenvolvimento econômico, com base nas áreas de transporte, energia, saneamento básico e adaptação.

Energia também é um foco importante para Belo Horizonte, com demonstra a Ferramenta de Avaliação Rápida de Energia da Cidade (Trace). Ela produz subsídios que, entre outras coisas, orientam o poder municipal na discussão sobre utilização de lâmpadas de LED na iluminação pública em substituição às tradicionais. Também cobre os setores de passageiros, prédios municipais, água e resíduos sólidos, além de energia.

Já a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por sua vez, movimenta o Programa de Eficiência Energética, que segue a Lei Federal Nº 9.991/00, com o investimento de 1% da receita em projetos e pesquisas de eficiência. Uma série de iniciativas nessa linha foram implementadas para mostrar à sociedade a importância e os caminhos da redução do desperdício.

Ao lado de Betim, Campinas, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Sorocaba, Belo Horizonte tem suas ações analisadas por um júri internacional, que decidirá as três finalistas brasileiras do Desafio das Cidades da Hora do Planeta 2015/2016.

Fonte: WWF-Brasil

07:31 · 03.02.2015 / atualizado às 07:31 · 03.02.2015 por

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A Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) realiza o 2º Encontro do Fórum de Mudanças Climáticas de Fortaleza (Forclima) para contribuir com a elaboração do Plano de Baixo Carbono da Cidade. Os  grupos de trabalho temáticos incluem: energia, transporte, resíduos e construção civil. O encontro será realizado na próxima sexta feira (6), a partir das 9 horas, no auditório da Seuma.

Mais informações:

Fórum de Mudanças Climáticas de Fortaleza (Forclima)

Data/horário: 06/02/2015 – 9h

Local: Auditório da Seuma – Avenida Deputado Paulino Rocha, 1343

Fonte: Seuma