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Categoria: Bioma Amazônia


12:56 · 25.06.2013 / atualizado às 12:58 · 25.06.2013 por
Com a ampliação do orçamento, a comissão poderá aumentar para 18 o número de projetos selecionados e de parceiros, de modo a ampliar a capilaridade da ação do Fundo Amazônia Foto: SXC.HU
Com a ampliação do orçamento, a comissão poderá aumentar para 18 o número de projetos selecionados e de parceiros, de modo a ampliar a capilaridade da ação do Fundo Amazônia Foto: SXC.HU

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou, de R$ 50 milhões para R$ 100 milhões, o volume de recursos disponíveis para projetos selecionados em sua Chamada Pública de Projetos Produtivos Sustentáveis.

O anúncio foi feito na semana passada, pelo diretor da Área de Meio Ambiente do BNDES , Guilherme Lacerda, durante o encontro Diálogos Governo e Sociedade Civil – Fundo Amazônia, promovido pela Secretaria Geral da Presidência da República e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). O evento aconteceu no Palácio do Planalto, em Brasília.

Segundo o diretor, a decisão foi tomada em função do volume e da boa qualidade dos projetos apresentados. A comissão responsável pela análise já havia selecionado 18 projetos que atendiam a todos os critérios do edital. O total de recursos, entretanto, de R$ 50 milhões, era suficiente apenas para os oito primeiros projetos.

Com a ampliação do orçamento, a comissão poderá aumentar para 18 o número de projetos selecionados e de parceiros, de modo a ampliar a capilaridade da ação do Fundo Amazônia.

A Chamada Pública Projetos Produtivos Sustentáveis é uma iniciativa realizada em parceria com os governos dos Estados da Amazônia e com o apoio da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ) e foi lançada pelo Fundo Amazônia em fevereiro de 2012.

As propostas e atividades apoiadas têm por finalidade a promoção de benefícios diretos a comunidades tradicionais, povos indígenas, assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, aquicultores familiares e agricultores familiares.

Durante o evento, que contou com a presença dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), também foram assinados convênios com entidades da sociedade civil resultantes da parceria entre o BNDES e a Fundação Banco do Brasil (FBB), no âmbito do Fundo Amazônia.

Dezoito projetos que abrangem oito estados do Bioma Amazônia (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Tocantins) em mais de 10 cadeias produtivas diferentes, foram formalizados.

As ações da parceria BNDES/FBB, que possibilita aportes de R$ 100 milhões, em cinco anos (R$ 60 milhões do BNDES), fortalecem setores como a agricultura familiar, aquicultores familiares, assentados da reforma agrária e etnias indígenas, tais como as comunidades Kayapó, dentre outros.

Dentre os projetos escolhidos estão os de apoio a extração/comercialização de castanha, a produção agroecológica, a implantação de agroindústria de babaçu, apicultura e piscicultura.

Desde julho de 2009, o Fundo Amazônia aprovou 39 projetos, com valor de R$ 524 milhões, e com forte impacto regional, pois atuam como aglutinadores de projetos de menor porte ou realizam seleções públicas, como é, por exemplo, o caso da parceria firmada com a Fundação Banco do Brasil.

Fonte: BNDES

10:57 · 12.06.2013 / atualizado às 10:57 · 12.06.2013 por
A produção com baixa emissão de carbono será discutida por especialistas de cada bioma brasileiro Foto: Rodrigo Carvalho / Agência Diário
A produção com baixa emissão de carbono será discutida por especialistas de cada bioma brasileiro Foto: Rodrigo Carvalho / Agência Diário

O seminário “Caminhos para uma Agricultura Familiar sob Bases Ecológicas: produzindo com Baixa Emissão de Carbono” será realizado amanhã e depois (13 e 14), em Brasília. O  objetivo, segundo o diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Paulo Moutinho, é promover um diálogo qualificado sobre os caminhos da produção familiar de baixa emissão de carbono.

O evento é organizado pelo Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia (Ipam), com o apoio da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) e o Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), assim como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O seminário contará com painéis dedicados à discussão da produção familiar, em diferentes biomas brasileiras, com a participação de especialistas de cada região. Partindo da discussão sobre “O Estado Atual das Mudanças Climáticas no Brasil e “Mudança Climática e Agricultura”, palestras a serem proferidas por Paulo Moutinho e Eduardo Assad, da Embrapa, o seminário pretende produzir subsídios à construção de estratégias regionais e nacional para a redução de emissões de carbono na agricultura familiar e sua adaptação às mudanças do clima.

Serviço

Seminário “Caminhos para uma Agricultura Familiar sob bases Ecológicas: Produzindo com Baixa Emissão de Carbono”

Data/horário: 13/06 – 9h às 18h30 – 14/06 – 9h às 13h

Local: Auditório do Incra (Brasília) – Setor Bancário Norte (SBN), Q. 1 bl. D – Ed. Palácio do Desenvolvimento, 11º andar

Inscrições gratuitas e limitadas

(interessados devem enviar email para anaiza@ipam.org.br)

Programação

Dia 13/06/2013

10h às 10h50 – Mesa de abertura

Carlos Guedes – Presidente do Incra

Valter Bianchini – Secretário da Agricultura Familiar / MDA

Juliana Simões – DPCD / Secex / MMA

Representante da Embrapa

Paulo Moutinho – Diretor Executivo do Ipam

10h50 às 11h30 – Palestras iniciais

O Estado atual das Mudanças Climáticas no Brasil – Paulo Moutinho – Ipam

Mudança Climática e Agricultura – Eduardo Assad – Embrapa

11h30 às 11h45 – Discussão

11h45 – Painel 1 – Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Amazônia

Mediador: Andrea Azevedo – Ipam

Palestrantes:

Francisco de Assis Costa – UFPA / Naea

Judson Valentim – Embrapa Acre

Debatedores:

Cássio Pereira – Ipam

Luciano Mattos – Embrapa Cerrados

12h55 – Discussão

13h15 – Almoço

14h30 – Painel 2 – Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Mata Atlântica

Mediador: Roberto Nascimento – Diretor Nead / MDA

Palestrantes:

Vanderley Porfirio da Silva – Embrapa Florestas

Paulo Kageyama – USP/Esalq

Debatedores:

Sonia Bergamasco – Unicamp / Feagri

Rui Rocha – Instituto Floresta Viva / Imazon

15h40 – Discussão

16h – Intervalo

16h10 – Painel 3 – Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Pantanal e Pampa

Mediador: Representante do Incra

Palestrante:

Carolina Joana da Silva – Unemat

Enio Sosinski – Embrapa Clima Temperado

Debatedores:

Solange Ikeda – Instituto Gaia / Unemat

Nilton Pinho do Bem – SAF / MDA

17h20 – Discussão

17h40 – Encerramento do dia / Coquetel

Dia 14/06/2013

10h- Painel 4 – Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Cerrado

Mediador: Cassio Trovatto – MDA / SAF

Palestrantes:

Rafael Tonucci – Embrapa Caprinos e Ovinos

Thomas Ludewigs – CDS / UnB

Debatedores:

Jorge Artur – Ecoideias

Andrew Miccolis – Instituto Sálvia / Rede Cerrado

11h10 – Discussão

11h30 – Intervalo

11h45h – Painel 5 – Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Caatinga

Mediador: Representante MDA

Palestrantes:

Stéphanie Nasuti – CDS – UnB / Rede Clima

Rodrigo Azevedo – Unilab

Debatedores:

Francisco Campello – Diretoria de Combate á Desertificação / MMA

Giovanne Xenofonte – ONG Caatinga

12h40 – Discussão

13h – Encerramento

Fonte: Ipam

10:51 · 28.01.2013 / atualizado às 10:54 · 28.01.2013 por

Brasília. Recuperar áreas produtivas degradadas com a promoção de alternativas sustentáveis de produção agropecuária para o Bioma Amazônia. Esse é o objetivo do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas da Amazônia (PRADAm), em fase de implementação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) do Brasil.

Segundo informações do Ministério, para promover a adoção das boas práticas agropecuárias e de sistemas sustentáveis de produção, serão criadas unidades de teste e demonstração e unidades de referência tecnológica, utilizadas como exemplo de produção sustentável. O programa foi criado pela Coordenação de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos (CMSP) da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Mapa.

De acordo com o coordenador da CMSP, Elvison Ramos, essas unidades serão instaladas prioritariamente nos municípios localizados no chamado “Arco do Desmatamento da Amazônia” e “territórios da cidadania”, com possibilidade de serem replicadas em outras localidades. “Queremos viabilizar alternativas de produção sustentável para região, de forma a auxiliar na redução do desmatamento da floresta e contribuir para o desenvolvimento de uma agricultura de baixa emissão de gases de efeito estufa”, explica.

As áreas de atuação do Projeto com o apoio do PRADAm ainda serão definidas. Com base em informações dos Grupos Gestores Estaduais do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) e do estudo Terra Class, consultores vão analisar a área produtiva degradada na Amazônia que pode ser beneficiada pelo projeto. Além disso, eles vão propor os lugares estratégicos para a instalação das unidades demonstrativas e prepararão uma série de ações de capacitação sobre as tecnologias previstas pelo Plano ABC.

Segundo Ramos, técnicos e produtores rurais serão capacitados em tecnologias de recuperação de áreas de pastagens degradadas e de produção agropecuária sustentável. Dentre as boas práticas agropecuárias estão o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, Sistemas Agroflorestal e Silvipastoril e Sistemas de Plantio Direto.

O PRADAm também atende as demandas previstas pelo Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm).

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)