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Categoria: Cidadania


22:44 · 05.05.2012 / atualizado às 22:44 · 05.05.2012 por

Os brasileiros estão mais preocupados com o meio ambiente, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo os pesquisadores, que ouviram mais de dois mil entrevistados com 16 anos ou mais, o índice de pessoas preocupadas com o assunto passou de 80%, em 2010, para 94%, em 2011.

Para mais da metade dos entrevistados, o problema mais grave é o desmatamento, seguido pela poluição das águas e pelas mudanças climáticas. O levantamento destaca, ainda, que 53% das pessoas ouvidas defendem que o desmatamento da Amazônia seja a prioridade do Brasil entre as questões relativas ao meio ambiente.

O documento mostra também que não há consenso da população sobre o maior responsável pela poluição ambiental. Quando questionados sobre a responsabilidade pelo aquecimento global, 38% dos entrevistados elegeram a indústria; mais de 20% apontaram o cidadão como o grande vilão ambiental; e, para 18% dos entrevistados, os governos tiveram a maior parcela de responsabilidade.

Ainda de acordo com a pesquisa, a população não percebe grandes alterações, nos últimos anos, nas ações das empresas, do governo e da população em geral em prol da preservação ambiental. Apesar disso, 71% dos entrevistados disseram evitar o desperdício de água e quase 60% garantem economizar energia.

A maioria dos brasileiros também disse estar disposta a pagar mais caro por produtos ambientalmente corretos, mas apenas 18% efetivamente modificam seu consumo em prol do meio ambiente.

Fonte: Carolina Gonçalves/ Agência Brasil

19:03 · 22.01.2012 / atualizado às 19:09 · 22.01.2012 por
Lixo acumulado na Rua Capitão Gustavo (continuação da Avenida Rui Barbosa), esquina com Rua Eduardo Bezerra, no bairro São João do Tauape, a dois quarteirões da Avenida Pontes Vieira, no dia 21 de janeiro Foto: Maristela Crispim

Por Maristela Crispim

Tirei essa foto neste fim de semana, no bairro São João do Tauape, há dois quarteirões da Avenida Pontes Vieira, em Fortaleza. Mas essa imagem poderia ser vista (e ignorada ou não) em qualquer ponto desta Capital. E vale destacar que, no local, há uma placa destacando a proibição de colocar lixo.

Me parece que esse tipo de situação – que degrada a paisagem da cidade, atrai roedores, insetos e doenças – já faz parte do cotidiano das pessoas e nem mais as afeta, assim como atirar lixo da janela do automóvel, ônibus, trem, janela… Desde que saia das vistas, mas não das vidas…

E não adianta responsabilizar apenas o poder público, que tem a obrigação de coletar e de promover campanhas, sem dúvidas. Cidadania é a palavra chave aqui. É evidente que, se cada um fizer a sua parte, todos ganham.

Vejamos essa condição do entulho: existem empresas especializadas em coleta deste tipo de resíduo. O carroceiro parece ser o caminho mais fácil, mais barato, além de gerar renda para quem não consegue colocação no mercado em virtude da falta de qualificação e de oportunidades. Mas algo não bate nesta equação. E como resolver isso?

A Prefeitura de Fortaleza vem anunciando, há tempos, o que seria uma solução: a criação de pontos descentralizados para onde esses carroceiros levariam estes resíduos para, então, dar-lhes um destino. A inauguração do primeiro, em 2010, na Varjota, chegou a ser anunciada com pompa e circunstância.

Pergunta: quantos outros foram inaugurados desde então? Existe algum funcionando apropriadamente? Se a resposta a essas indagações forem negativas ou não existirem, é preciso fazer algo a respeito e com urgência, pois o problema cresce em progressão geométrica.

Mas repito que a responsabilidade pelo lixo, que insiste em se acumular em ruas, praças, riachos, rios, lagoas e galerias de drenagem de Fortaleza e cercanias não é exclusiva do poder público. É questão de cidadania, de pequenos e grandes geradores, que precisam pensar que o lixo do qual se livram pode se voltar contra eles um dia, na forma de doenças, enchentes e inundações, que não atingem apenas as chamadas áreas de risco e tendem a se agravar…

12:52 · 04.04.2011 / atualizado às 12:53 · 04.04.2011 por
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Este flashmob foi organizado pela equipe do “Testado em Humanos”, da TVA (Canadá), lembrando:

  • A cada ano 671 milhões de quilos de plástico são produzidos em todo o mundo
  • A cada ano, 400 milhões de garrafas e latas restituíveis não são reciclados em Quebec
  • Existem 18 mil peças de plástico flutuando em cada quilômetro quadrado do oceano
  • 91% dos habitantes de Quebec se preocupam com o meio ambiente e você?