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Categoria: Educação Ambiental


10:00 · 08.06.2016 / atualizado às 21:39 · 07.06.2016 por

Em comemoração ao Dia Nacional da Educação Ambiental, 3 de junho, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou 20 cursos de educação a distância. O objetivo é promover a reflexão e a ação da sociedade em torno das questões ambientais, contribuindo para a qualificação e fortalecimento da agenda socioambiental. A previsão é formar 20 mil pessoas até dezembro deste ano.

O Dia Nacional da Educação Ambiental foi criado pelo governo federal em 2012 para valorizar o trabalho do educador que atua nessa área e estimular discussões sobre sustentabilidade, meio ambiente, mudanças climáticas, desmatamento, entre outros temas.

Os cursos, que serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), integram a estratégia de formação do Departamento de Educação Ambiental (DEA) do ministério, ampliando o acesso dos diversos públicos interessados nos processos formativos desenvolvidos pelo MMA.

Público

A grade de cursos contempla vários públicos, como: consumidores; pais e mães; educadores; empreendedores; profissionais da área ambiental; jovens; servidores públicos; conselheiros municipais; estudantes; coordenadores das Salas Verdes (projeto do MMA), mulheres; representantes de organizações da sociedade civil; trabalhadores e gestores públicos.

Para a diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, os cursos oferecidos visam mobilizar e formar pessoas e instituições para apoiarem na implementação das políticas públicas de meio ambiente, contribuindo na construção de sociedades sustentáveis. “A proposta é que consigamos sistematizar as demandas do MMA por ações de formação e capacitação e promovê-las de modo integrado e em consonância com o projeto político pedagógico do MMA, que foi fruto de um trabalho coletivo da Comissão Intersetorial de Educação Ambiental do MMA e vinculadas – CISEA”, disse.

Os cursos abordam temas variados. Destaque para a nova edição de “Estruturação da Gestão Ambiental Municipal”, iniciativa do Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais (PNC). O intuito é apoiar os municípios na estruturação institucional e o fortalecimento da gestão ambiental municipal, com a ótica da sustentabilidade socioambiental e territorial.

Inscrições

Durante a Semana do Meio Ambiente, comemorada pelo MMA com programação especial, estão abertas as inscrições para sete cursos:

– A3P: Sustentabilidade na Administração Pública

– Crianças e o Consumo Sustentável

– Estilos de vida sustentáveis

– Produção e consumo sustentável

– Guia para a Produção de Conteúdos EAD

– Igualdade de Gênero e Desenvolvimento Sustentável

– Estruturação da Gestão Ambiental Municipal

Temas prioritários

Em abril deste ano, o MMA já havia lançado os cursos “Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar” e “Apoio à implementação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar”, com um total de 2 mil vagas. Esses cursos estão em andamento e têm como objetivo colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar, e apoiar a implementação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF).

Os demais cursos serão lançados no segundo semestre desse ano e serão realizados até dezembro.  Confira a grade completa aqui.

Conceito

A Educação Ambiental envolve processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Esse conceito consta na Lei Nº 9.795, de 1999, que define a Política Nacional de Educação Ambiental. Segundo a política, a Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

Neste sentido, o MMA trabalha com diretrizes e políticas públicas que promovem a Educação Ambiental no País. Desde a formação continuada de educadores e da sociedade em geral, seja por meio de cursos presenciais ou à distância, passando pelo incentivo da sustentabilidade na agricultura familiar, pela organização de mostras de vídeos socioambientais, pela promoção de espaços educadores, por cooperações internacionais e pela produção de material socioambiental orientador.

Informações sobre o PEAAF

Fonte: MMA

13:58 · 11.06.2014 / atualizado às 14:00 · 11.06.2014 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai promover, neste ano, oito cursos a distância sobre cidadania e sustentabilidade socioambiental. A previsão é formar 10 mil pessoas até dezembro deste ano.

Os cursos serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). O objetivo é ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA.

O diretor de Educação Ambiental, Nilo Diniz, destaca que o MMA e suas entidades vinculadas procuram, na atualidade, articular e potencializar a capacidade institucional de formação e capacitação, ampliando a base social da política ambiental no País.

“Este é o propósito desses cursos, que, por meio de uma nova plataforma virtual e de metodologias específicas, se somam a outras formações presenciais em andamento, bem como a processos participativos, como os conselhos e as conferências nacionais de meio ambiente, tanto a versão adulto, quanto a versão infanto-juvenil”, enfatiza.

Em julho, serão realizados dois cursos. O primeiro aborda questões que visam qualificar e reduzir o consumo infantil. O curso “Criança e Consumo Sustentável” tem como público-alvo as mães e os pais. Serão 20 horas de curso para duas mil vagas.

O curso “Estilo de vida sustentável” enfatiza uma nova perspectiva de qualidade de vida com base em padrões sustentáveis. São duas mil vagas para qualquer pessoa interessada no tema. O curso tem carga de 20 horas.

Temas prioritários

De agosto a dezembro, será realizado o curso “Formação de agentes populares de Educação Ambiental na Agricultura Familiar”, com duas mil vagas. O objetivo é colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com Educação Ambiental e Agricultura Familiar.

O curso visa auxiliar no desenvolvimento de processos formativos e de mobilização nos territórios em favor da regularização ambiental, da adoção de práticas agroecológicas e sustentáveis e do enfrentamento de questões e conflitos socioambientais.

A iniciativa é destinada aos agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), lideranças de movimentos, sindicatos, associações, técnicos de Organizações Não Governamentais (ONGs), pastorais, prefeituras, órgãos públicos, empresas, professores, jovens, ambientalistas, animadores culturais. O curso compreende 120 horas de aula.

Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF) nos Territórios” é o tema da quarta capacitação, que busca refletir sobre questões relacionadas à temática socioambiental no campo.

Podem participar gestores públicos estaduais e municipais e representantes de instituições que atuam com educação ambiental e Agricultura Familiar. Será ministrado de setembro a novembro, com 60 horas de duração e 300 vagas disponíveis.

Ampliação de conhecimento

O curso que aborda a “Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P)”, destinado aos gestores de órgãos governamentais, acontecerá de agosto a setembro. Serão disponibilizadas duas mil vagas e o curso durará 20 horas.

Igualdade de Gênero e Sustentabilidade” é o tema da sexta capacitação, aberta a todos os interessados. Ocorrerá de setembro a outubro, com mil vagas e 20 horas de duração.

Também será realizado um curso de formação de conteúdistas em Educação a Distância. A proposta é realizar a formação técnica sobre estratégias e metodologias de desenvolvimento de conteúdos na linguagem à distância.

O curso é destinado aos servidores do MMA e das unidades vinculadas, além de representantes de instituições que atuam com Ensino a Distância. Será ministrado de outubro a novembro, com 20 horas de duração e 500 vagas disponíveis.

O último curso tem o intuito de apresentar as etapas necessárias para elaboração dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos” para os gestores públicos municipais. Será realizado em novembro, com 200 vagas e 20 horas de duração.

Lista dos cursos até dezembro

1. Criança e Consumo Sustentável: julho – 20 horas – 2 mil vagas

2. Estilo de Vida Sustentável: julho – 20 horas – 2 mil vagas

3. Formação de agentes populares de Educação Ambiental na Agricultura Familiar: agosto a dezembro – 120 horas – 2 mil vagas

4. Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF) nos Territórios: setembro a novembro – 60 horas – 300 vagas

5. Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P): agosto a setembro – 20 horas – 2 mil vagas

6. Igualdade de Gênero e Sustentabilidade: setembro a outubro – 20 horas – mil vagas

7. Formação de conteudistas em EaD: outubro a novembro – 20 horas – 500 vagas

8. Planos Municipais de Resíduos Sólidos: novembro – 20 horas – 200 vagas

Fonte: MMA

20:56 · 21.09.2013 / atualizado às 20:56 · 21.09.2013 por

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Hoje foi comemorado o Dia Mundial de Limpeza de Praias, dia de não apenas ajudar a limpar a sujeira que nós mesmos permitimos que fosse parar em nossas praias, mas de refletir sobre o nosso comportamento, o nosso consumo, enfim, de pensar que não estamos a sós no mundo e que nossos atos têm consequências.

No Ceará já existe uma turma bem bacana engajada em fazer a diferença pela manutenção da beleza das nossas praias, pela vida marinha, pela nossa saúde, pelo nosso alimento.

O Projeto Limpando o Mundo está visitando as comunidades dos municípios de Fortaleza e Caucaia, realizando cadastro de voluntários e instituições, organizando e formando os grupos de voluntários para as ações de monitoramento e remoção do lixo das praias, rios e mangues.

No fim será apresentado o “Diagnóstico do LIXO Marinho” com um banco de dados de imagens e estatística para ajudar nas estratégias e busca de soluções para um dos maiores problemas ambientais do Planeta que vem afetando e impactando todos os oceanos e as zonas costeiras.

No projeto inclui uma série de ações de Educação Ambiental com encontros, oficinas e rodas de diálogos com informações sobre a biodiversidade marinha, conservação e a importância da coleta seletiva nas grandes cidades, gerando uma rede de multiplicadores e atentos à nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O projeto também utiliza diversas linguagens das artes. Os primeiros resultados são duas canções compostas por jovens voluntários do projeto. Há também um movimento de cultura popular com percussão, capoeira, raps, artistas plásticos e outros.

O Dia Mundial de Limpeza de Praias é realizado ocorre todos os anos no terceiro sábado do mês de setembro desde 1989. Os primeiros esforços para realização dessa iniciativa aconteceram na Austrália e nos Estados Unidos, por meio da organização Ocean Conservancy. No Ceará, desde 1994, a Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis) vem mantendo também esta bandeira e trabalho.

Organizações governamentais e não-governamentais, juntamente com a sociedade civil organizada, se propõem a ações de limpezas de praias (remoção de resíduos sólidos nas faixas litorâneas) e ações educativas focadas nas consequências da poluição marinha nos ecossistemas e na vida humana e no destino correto dos resíduos sólidos.

O Projeto Limpando o Mundo atua com 27 grupos, em 25 localidades de sete municípios do Ceará (Trairi, Paracuru, Caucaia, Fortaleza, Aracati, Beberibe e Icapuí), com mais de 540 voluntários cadastrados na ação. Hoje, eles participaram de atividades de limpeza de praia pela manhã.

Os resíduos sólidos removidos serão destinados a centro de recicladores como a Sociedade Comunitária de Reciclagem de Lixo do Pirambu (Socrelp) e o Movimento Emaús, parceiros do projeto e com um grande papel na sociedade nos processos de reciclagem e coleta seletiva.

O Projeto Limpando o Mundo é coordenado pela Aquasis e o Instituto Povo do Mar (Ipom), com o apoio do Serviço Social do Comércio do Ceará (Sesc-CE) e Cuca Che Guevara, patrocinado pela Greenish.

09:43 · 27.03.2013 / atualizado às 09:43 · 27.03.2013 por

Resta apenas um mês para a entrega de propostas a serem apoiadas pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) por meio de Demanda Espontânea. Até 26 de abril, representantes de organizações não governamentais e de órgãos públicos das esferas municipal, estadual e federal poderão enviar projetos voltados para áreas como recuperação florestal, conservação e manejo da biodiversidade, educação ambiental, entre outras. Ao todo, dez propostas serão contempladas pela seleção do FNMA deste ano.

O Fundo oferece R$ 3 milhões para o programa, destinado a iniciativas formuladas por entidades públicas e privadas sem fins lucrativos. O custo de cada um dos projetos pode variar entre R$ 100 mil e R$ 300 mil. O prazo de implantação e conclusão dos projetos deve ser de, no máximo, 18 meses.

Três eixos

Os recursos são destinados a projetos em três diferentes eixos. Na área de água e florestas, serão aceitas propostas ligadas à recuperação de áreas degradadas, agroecologia e uso múltiplo de vegetação nativa. A segunda temática se refere a iniciativas de conservação e manejo da biodiversidade. Por fim, serão contemplados, ainda, projetos no eixo sociedades sustentáveis, que inclui educação ambiental e fortalecimento da gestão ambiental e de cooperativas de catadores de lixo.

Mais informações sobre a seleção podem ser encontradas no endereço eletrônico www.mma.gov.br/fnma. Os interessados deverão enviar as propostas para análise do Fundo por meio do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). Para conhecer a plataforma, os usuários poderão acessar o portal www.convenios.gov.br. Dúvidas sobre a Demanda Espontânea do FNMA podem ser enviadas para o e-mail fnma@mma.gov.br.

Criado pela lei nº 7.797 de 10 de julho de 1989, o FNMA é o mais antigo fundo ambiental da América Latina. É uma unidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e tem a missão de contribuir,como agente financiador, para a implantação da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA). Ao longo dos 23 anos de existência, o Fundo apoiou 1,4 mil projetos socioambientais e investiu R$ 230 milhões em iniciativas de conservação e uso sustentável dos recursos naturais.

Fonte: MMA / Lucas Tolentino

11:51 · 01.05.2012 / atualizado às 11:51 · 01.05.2012 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) prorrogou, até o próximo dia 29, o prazo para que as instituições interessadas em participar da seleção de boas práticas em educação ambiental na agricultura familiar relatem suas experiências. Até 30 iniciativas bem-sucedidas no Brasil serão mapeadas para serem divulgadas numa publicação.

Instituições da administração pública municipal, estadual e federal, direta ou indireta, centros de pesquisa ou tecnologia e instituições privadas, com e sem fins lucrativos poderão participar da chamada pública. As sete melhores em cada bioma serão usadas como exemplo nos cursos oferecidos pelo recém lançado Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF).

A chamada pública para a seleção é realizada pelo Departamento de Educação Ambiental (DEA/SAIC) do Ministério do Meio Ambiente, juntamente com o grupo de trabalho do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF), formado pelas secretarias do MMA e suas vinculadas.

Fonte: MMA

17:14 · 01.04.2012 / atualizado às 17:14 · 01.04.2012 por

O VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental terminou ontem, em Salvador, com balanço positivo: 2,5 mil educadores de todo o Brasil trocaram experiências e levam para as cidades de origem novas possibilidades de atuação.

Entre as novidades, está a Instrução Normativa Nº 2/2012, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), publicada na edição de quinta-feira (29 de março) do Diário Oficial da União (DOU). Por meio dela, foram regulamentados os já obrigatórios projetos de Educação Ambiental nos processos de licenciamento de obras no País.

“As medidas mitigadoras e compensatórias dos impactos ambientais causados por empreendimentos imobiliários, envolvendo educação ambiental, serão agora analisadas e fiscalizadas pelo Ibama”, afirma o diretor do Departamento de Educação Ambiental da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério de Meio Ambiente, Nilo Diniz. “Todo e qualquer licenciamento ambiental terá que considerar essa instrução normativa”.

Crime ambiental

Os projetos de Educação Ambiental serão destinados aos grupos sociais direta ou indiretamente afetados pelo empreendimento objeto do licenciamento do Ibama e aos trabalhadores da obra. O empreendedor que não cumprir as medidas compensatórias terá que responder à Lei de Crimes Ambientais.

“A Câmara Técnica de Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) já está aguardando a proposta do Ibama que transforma essa regulamentação numa possível resolução para orientar os órgãos estaduais e municipais, para ser aprovada ainda este ano”, acrescenta Diniz, que também é presidente dessa Câmara Técnica.

Ele destaca que alguns Estados já dispõem de orientação para Educação Ambiental no licenciamento, mas que a medida adotada pelo Ibama traz a novidade de prever ações educativas seja para os trabalhadores que para as comunidades afetadas pelas obras.

Boas práticas

Outra notícia anunciada no VII Fórum foi o lançamento do edital do MMA para boas práticas em Educação Ambiental na agricultura familiar. O objetivo é divulgar nacionalmente até 30 experiências bem-sucedidas e juntá-las em uma publicação.

As sete melhores em cada bioma brasileiro serão usadas como exemplo nos cursos oferecidos pelo recém-lançado Programa de Educação Ambiental na Agricultura Familiar (PEAAF).

Fonte: MMA

16:05 · 18.02.2012 / atualizado às 16:05 · 18.02.2012 por

Rio de Janeiro. Com apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 5,1 milhões, o Museu do Meio Ambiente será reaberto ao público, em junho deste ano, para a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio+20).

Oriundos do Fundo Cultural do BNDES, os recursos serão aplicados na instalação da infraestrutura para os programas educativo, museográfico e de divulgação científica do museu, que fica no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ). Esses programas funcionarão no primeiro pavimento, em uma área de 400 metros quadrados. No segundo piso, serão apresentadas exposições temporárias.

Com os R$ 5,1 milhões, serão feitas intervenções que vão desde a concepção geral do museu, implantação do site e aquisição de mobiliário e de equipamentos de informática até a elaboração de material educativo e treinamento de equipes de monitores e instrutores.

A coordenadora do museu, Lídia Vales, da Associação de Amigos do Jardim Botânico, destaca que no programa educativo, por exemplo, estão sendo desenvolvidos jogos gigantes para crianças, com conteúdos ambientais. Na divulgação científica, o software (programa de computador) Fórum de Debate permitirá ao público discutir temas relacionados ao meio ambiente.

“Isso é superimportante, porque o museu pretende exercitar um diálogo com a sociedade. Ele vai fazer isso por meio dos seus programas. A gente quer esse diálogo, fazer esse canal de comunicação com a sociedade sobre as questões ambientais, mas também não é só falar em mão única. Tem que ter mão e contramão. A gente também quer ouvir a sociedade”, ressalta Lídia.

O projeto tem ainda um cunho social. Segundo a coordenadora, os recursos do BNDES propiciarão a integração ao museu de um programa de apoio do Jardim Botânico para jovens de baixa renda. “Nós vamos trazer, em conjunto com esse programa, esses jovens e remunerá-los para eles serem o apoio aos monitores e a toda a operação do museu.”

Para ela, o importante do projeto é colocar esses jovens que vivem em comunidades em uma realidade de valorização do conhecimento, da relação pessoal e do próprio meio ambiente. “Dá uma conotação de cidadania para esses jovens.”

O lançamento do museu ocorreu em 2006, em solenidade que contou com a presença da então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. A partir das obras de restauro do prédio histórico e administrativo, datado de 1900, o museu foi inaugurado em 2008, abrigando durante dois anos quatro exposições. As obras de restauro tiveram apoio do BNDES no valor de R$ 1,8 milhão.

Após esse período, o museu foi fechado para correção de infiltrações no subsolo, com apoio do BNDES, no montante de R$ 900 mil, além de recursos orçamentários do Jardim Botânico e do Ministério do Meio Ambiente.

A expectativa é que, quando for reaberto, o Museu do Meio Ambiente receba 300 mil visitantes por ano, de acordo com Lídia.

Está prevista a construção de um prédio anexo, que terá uma área de exposições de mil metros quadrados, para mostras de longa duração. O projeto desse novo edifício foi vencedor de um concurso público coordenado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e é assinado por um escritório de arquitetura de Belo Horizonte. A construção deve começar em 2013. Para isso, porém, a biblioteca de referência em botânica do Jardim Botânico do Rio de Janeiro terá de ser remanejada para perto da Diretoria de Pesquisa. Como o projeto executivo do anexo está sendo concluído, ainda não foram levantados os investimentos necessários para a obra, explicou Lídia Vales.

Segundo ela, esse prédio novo já recebeu o selo de eficiência energética do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). No prédio histórico, além da questão socioambiental, está sendo considerado o uso sustentável dos materiais. “Tanto na parte expositiva, como na parte da infraestrutura”, ressalta a coordenadora.

Fonte: Agência Brasil

10:01 · 04.12.2011 / atualizado às 11:48 · 04.12.2011 por
Todo mundo quer encontrar a praia limpa, mas será que faz a sua parte? Foto: José Leomar

Por Maristela Crispim

Hoje é o primeiro domingo das férias escolares na maioria das nossas cidades, data mais que oportuna para as reflexões a seguir.

Periodicamente pessoas de boa fé, educadores ambientais, voluntários promovem campanhas para coleta de lixo em nossas praias.

Eu louvo e costumo enaltecer essas e toda ação que promova a cidadania e a manutenção do equilíbrio dos sistemas naturais que ajudam, inclusive, a manter as nossas vidas.

O que me incomoda mesmo é saber que essas ações são necessárias. É claro que uma é utopia acreditar que um dia cada habitante deste Planeta vai se preocupar com a origem dos produtos que consume e o destino do lixo que produz.

Mas não queria achar que é demais uma pessoa que frequenta a praia semanalmente não deixe rastros. Até porque certamente ela vai querer encontrar aquele local limpo na semana seguinte. Ou não?

É por isso que me entristece testemunhar toneladas de lixo sendo coletadas por aqueles abnegados voluntários que deixam de lado o lazer semanal para limpar a sujeira que aqueles que usufruem das praias deixam para trás.

No caso da população cearense – à qual pertenço por raiz e afinidades – a situação se agrava pelo fato do hábito adquirido de ter a praia como paisagem para uma seção de empanturramento de comida e bebida.

Ao contrário de muitas cidades litorâneas- nós, que temos praias belíssimas, e sol praticamente o ano inteiro- estranhamente nem ligamos para desfrutar do que a natureza nos oferece.

Talvez seja por isso que nossos recursos naturais estejam cada vez mais comprometidos…

07:00 · 23.10.2011 / atualizado às 10:22 · 21.10.2011 por

 

O Instituto Ayrton Senna e a Nestlé promovem o concurso “Construindo um novo Planeta” de produção de texto e desenho para alunos da rede pública de ensino. O objetivo é estimular a reflexão e sensibilizar para temas relacionados às questões ambientais e sustentabilidade.

Crianças e jovens de 1.232 escolas de 21 estados estão inscritos no Concurso Cultural. Para participar, os alunos devem estar inscritos em um dos Programas do Instituto Ayrton Senna (Se Liga, Acelera Brasil ou Circuito Campeão). A expectativa é que essa ação impacte cerca de 500 mil alunos e 20 mil educadores.

Na categoria desenho concorrem alunos dos programas Se Liga e Circuito Campeão – 1º ao 3º ano -, com o tema: “Como é o mundo em que você quer morar?”. Na categoria produção de texto participam alunos do Acelera Brasil e Circuito Campeão – 4º e 5º anos -, com o tema: “Quais são suas ideias para um planeta mais sustentável?”.

Os trabalhos serão avaliados por representantes das escolas, secretarias de Educação e pelo Instituto Ayrton Senna, que indicará os vencedores.

Premiação

Os vencedores dos 1º, 2º e 3º lugares ganharão prêmios como notebook, bicicleta, aparelho de DVD, câmera digital, material escolar com produtos Senninha, brinquedos educativos e livros educativos.

Os professores também ganharão prêmios, como: notebook, câmera digital, pendrive Ayrton Senna, DVD do Documentário Senna e livro Ayrton Senna. A escola será premiada com um troféu, réplica do capacete utilizado pelo piloto Ayrton Senna da Silva em escala 1:2, DVD documentário Senna e o livro Ayrton Senna.

O evento de premiação acontecerá em São Paulo, no mês de dezembro, com as presenças dos vencedores, professores e diretores das escolas premiadas.

Parceria

A educação por uma vida sustentável deve começar na escola, despertando nas crianças e jovens um olhar de curiosidade e responsabilidade sobre o meio ambiente. Acreditando nisso, a Nestlé e o Instituto Ayrton Senna (IAS) se uniram para levar aos alunos de escolas municipais e estaduais de todo o País – parceiras do IAS – aprendizagem socioambiental e conscientização sobre o papel de cada um na construção do futuro. O objetivo é sensibilizar o estudante para que ele possa incorporar ao seu cotidiano atitudes mais responsáveis e, ainda, reproduzir o aprendizado para a família e comunidade.

12:52 · 04.04.2011 / atualizado às 12:53 · 04.04.2011 por
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Este flashmob foi organizado pela equipe do “Testado em Humanos”, da TVA (Canadá), lembrando:

  • A cada ano 671 milhões de quilos de plástico são produzidos em todo o mundo
  • A cada ano, 400 milhões de garrafas e latas restituíveis não são reciclados em Quebec
  • Existem 18 mil peças de plástico flutuando em cada quilômetro quadrado do oceano
  • 91% dos habitantes de Quebec se preocupam com o meio ambiente e você?