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Categoria: Eletroeletrônicos


15:13 · 11.04.2014 / atualizado às 15:40 · 11.04.2014 por
O Piloto receberá aparelhos em qualquer estado de conservação, independentemente de modelo, marca ou fabricante Foto: Kid Júnior / Agência Diário
O Piloto receberá aparelhos em qualquer estado de conservação, independentemente de modelo, marca ou fabricante Foto: Kid Júnior / Agência Diário

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) impõe o prazo de agosto de 2014 para a eliminação de lixões e aterros controlados, definição dos acordos setoriais e implantação dos sistemas de logística reversa para diversas cadeias de indústrias, importadores e distribuidores, entre outras medidas.

Os resíduos eletroeletrônicos, quando descartados no meio ambiente, ou manipulados de maneira incorreta são altamente contaminantes. Se descartados corretamente, porém, podem gerar matérias-primas, como plásticos, vidros, metais e outros.

Atendendo à legislação referente aos resíduos eletroeletrônicos, um grupo técnico da Associação Brasileira das Entidades Representativas e Empresas de Serviço Autorizado em Eletroeletrônicos (Abrasa), Instituto Nacional de Resíduos (Inre), Green Mind, WG & Associados, Gestão Estratégica de Resíduos Eletroeletrônicos (Geree) e Ecoletas, vêm buscando criar um sistema de gestão, visando a Logística Reversa na PNRS em seu descarte ecologicamente correto dos resíduos especiais.

Isso atende à etapa posterior ao uso dos equipamentos eletroeletrônicos, chamada de pós-consumo, com intuito de promover o seu recolhimento em Fortaleza. Para o teste inicial deste sistema, está sendo realizado um piloto que terá como resultado a avaliação dos processos que compõem este sistema de gestão para a logística reversa e destinação ambientalmente correta dos resíduos.

Serão recebidos, até 24 de maio, equipamentos como notebooks, computadores, telefones celulares, HDs, placas eletrônicas, estabilizadores, nobreaks, módulos, telefones, impressoras, televisores LCD, monitores LCD, aparelhos de som, DVD/VHS, câmeras, filmadoras, vídeo games, aspiradores de pó, iiquidificadores, ventiladores, lixadeiras/esmerilheiras, balanças digitais, furadeira/parafusadeiras, ferros de passar roupa e secador de cabelo; assim como seus resíduos e componentes.

Integra a proposta do piloto disseminar uma discussão sobre o tema na região de abrangência do ponto de recolhimento. Os consumidores poderão participar desta experiência e contribuir com a logística reversa dos resíduos eletroeletrônicos na cidade de Fortaleza.

A campanha receberá aparelhos em qualquer estado de conservação, independentemente de modelo, marca ou fabricante. Para isso, antes do início da divulgação, foi realizado o credenciamento e treinamento operacional de cada ponto de coleta. Haverá uma pessoa para auxiliar o recebimento no balcão, que efetuará o manuseio do equipamento retornado, a sua estocagem, geração de relatórios de entregas e outros documentos e apoio ao reciclador no momento da retirada dos equipamentos.

No momento da entrega do(s) aparelho(s), o consumidor deverá preencher e assinar o termo de doação do equipamento direto para o reciclador. Esta é uma etapa muito importante do processo, pois garante a posse e transfere a responsabilidade sobre o resíduo do consumidor para o reciclador.

A legislação determina a responsabilidade compartilhada, onde todos os participantes da produção, venda e consumidores são responsáveis por aquele resíduo. Ao entregar o seu resíduo eletroeletrônico, o consumidor compreende a importância do consumo consciente e o descarte ambientalmente correto.

Será disponibilizado também ao ponto de coleta formulário de intercorrência, aonde poderão ser anotados os problemas, questões e situações percebidas para envio à gestora e inclusão no relatório final.

Haverá um serviço de apoio ao piloto através de telefone e e-mail a serem divulgados para prestar apoio em geral, responder dúvidas e questionamentos e receber comentários e críticas, bem como relatórios de intercorrências.

Serão disponibilizadas, também, informações sobre o piloto no site www.inre.org.br, pelo email retorne@inre.eco.br, nos pontos de coleta e meios de comunicação locais.

Ao fim da operação, será emitido um certificado de destinação ambientalmente adequada que será enviado por email ao consumidor, comprovando a sua participação na logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos.

A Abrasa representa atualmente 10.429 empresas (MEs e EPPs) prestadoras de assistência técnica autorizada em pós-vendas e comércio de componentes eletroeletrônicos em todos os Estados do Brasil e Distrito Federal com capilaridade nacional.

O Inre é uma entidade gestora de logística reversa e tratamento pós-consumo de resíduos eletroeletrônicos (REEE), apolítica, sem conflitos e sem fins lucrativos que visa contribuir para a implantação da PNRS, como agente ativo na condução, implementação e respeito à lei, mantendo diálogo matricial e buscando o menor preço para a cadeia produtiva, consumidor e sociedade. O Sistema Inre de Logística Reversa para Equipamentos Eletroeletrônicos abrange todo o território nacional de forma modular.

A Ecoletas faz o Gerenciamento e a destinação final de Resíduos Eletrônicos para empresas e instituições que buscam soluções legais e ambientalmente corretas, solucionando o problema do e-lixo de forma completa e inovadora. A empresa foi a primeira no Estado do Ceará com licenciamento ambiental para descarte de lixo eletrônico. Conta com profissionais experientes e qualificados para oferecer o melhor atendimento.

Os postos de entrega não receberão, durante o Piloto, os seguintes tipos de equipamentos: monitor e TV CRT, tonner, cartucho, pilha, baterias, lâmpadas, micro-ondas, fogões, máquina de lavar, geladeiras, freezeres, condicionadores de ar.

Pontos de coleta participantes do piloto

Centro técnico eletrônico – R. Pinto Madeira, 1264 – Aldeota – (85) 3231.9615

TC Telecom Samsung – Av. Antônio Sales, 2830 – Dionísio Torres – (85) 3261.2815

Videocomp Eletrônica – Av. Oliveira Paiva, 1113 – Cidade dos Funcionários – (85) 3279.2606

Eletrônica Multimarcas – Av. Bezerra de Meneses, 1977 – (85) 3287.2233

Ecoletas Ambiental – Av. Deputado Paulino Racha, 1881 – Castelão – (85) 3295.2179

Sindiverde – Av. Barão de Studart, 1980 3º andar – Aldeota

09:45 · 02.05.2013 / atualizado às 09:45 · 02.05.2013 por
Especialistas do IEEE analisam como o reparo de celulares pode tornar a indústria de eletrônicos de consumo mais comprometida com o meio ambiente
Especialistas do IEEE analisam como o reparo de celulares pode tornar a indústria de eletrônicos de consumo mais comprometida com o meio ambiente

Nova York. Reduzir, reutilizar e reciclar são considerados fundamentos de uma vida sustentável. Contudo, especialistas do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE), a maior organização técnico-profissional do mundo, identificaram que reparar é uma palavra igualmente importante no compromisso com o meio ambiente, especialmente quando se fala da indústria de eletrônicos de consumo.

Por meio de pequenas mudanças no design, os fabricantes de celulares podem aprimorar a condição de reparo de seus produtos e agilizar o processo de fabricação nos primeiros estágios da operação. Dessa forma, o impacto ambiental é minimizado enquanto se promove o comércio global e o desenvolvimento social.

Segundo o relatório “Rastreando a Telefonia Móvel Mundial” da International Data Corporation, os fornecedores irão colocar no mercado mais de 1,7 bilhão de telefones celulares em 2013 e esse número deve crescer até 1,4 por cento a cada ano. O impacto ambiental de produzir esse volume de aparelhos é respeitável, se considerarmos que são usados 75 quilos de matéria-prima para produzir cada celular e mais de 30 litros de água para produzir um só microship.

O relatório “Avaliação do Ciclo de Vida do Sistema de Comunicação Móvel UMTS: Em direção a Sistemas Ecoeficientes”, apresentado durante o Simpósio Internacional sobre Eletrônica e Meio Ambiente do IEEE, indica que a extensão da vida útil dos celulares de um para quatro anos diminui o impacto ambiental em cerca de 40 por cento. Enquanto estão sendo criadas inovações para aprimorar a sustentabilidade desse processo, os fabricantes de telefones celulares podem angariar benefícios ambientais mais imediatos ao tornarem seus produtos mais fáceis de consertar.

“Fabricantes de celulares produzem uma grande variedade de aparelhos para atender aos requisitos tecnológicos e financeiros dos usuários tradicionais e dos proprietários de primeira viagem, tanto nos mercados líderes globais quanto em países em desenvolvimento”, diz Stu Lipoff, Membro do IEEE e Presidente da IP Action.

“Os primeiros estágios de operações para a fabricação, que incluem a mineração de matérias-primas, resíduos de mina e poluição da água no processo, assim como a energia necessária para refinar e produzir o aparelho, podem ser reduzidos com o emprego de designs que contribuam para uma reparabilidade mais fácil e econômica. Assim, celulares reformados do mercado de primeira mão ganhariam vida estendida nos mercados secundário e terciário. Tal processo não só ajudaria a reduzir o impacto ambiental do processo produtivo, mas também forneceria mais tecnologias avançadas para as nações em desenvolvimento, colaborando para o desenvolvimento do comércio global e melhoria da qualidade de vida ao redor do mundo”, afirma.

Chave de fenda

Avanços tecnológicos têm permitido que fabricantes produzam aparelhos cada vez menores e mais finos. Porém, junto a essa tendência está a de empregar designs cada vez mais fechados e utilizar materiais que tornam os aparelhos praticamente irreparáveis.

“Independentemente do tamanho, há vários elementos de design que os fabricantes podem usar para melhorar a reparabilidade de seus produtos”, afirma Kyle Wiens, Membro do IEEE e CEO da iFixit. “Coisas simples melhoram muito a reparabilidade de telefones e aumentam significativamente sua vida útil. Por exemplo, utilizar compartimentos que abram, usar parafusos ao invés de adesivos e oferecer fácil acesso às partes que costumam quebrar, como a tela. É fundamental que designers incorporem elementos sustentáveis em seus produtos, não apenas para que estes durem mais, mas também para que ajudem a promover um futuro sustentável e com respeito ao meio ambiente”, explica.

IEEE

A IEEE é uma das maiores organizações técnico-profissional dedicada ao avanço da tecnologia para o benefício da humanidade. Por meio das suas publicações, conferências, padrões tecnológicos e atividades profissionais e educacionais, a IEEE é ouvida em várias áreas que incluem desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações até engenharia biomédica, energia elétrica e produtos eletrônicos.

Fonte e mais informações: www.ieee.org

09:24 · 30.04.2013 / atualizado às 09:24 · 30.04.2013 por

procel

O Selo Procel de Economia de Energia ou simplesmente Selo Procel Eletrobras, foi instituído por Decreto Presidencial em 8 de dezembro de 1993. É um produto desenvolvido e concedido pela Eletrobras Procel e tem por objetivo orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria.

Dessa forma, o Selo estimula a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e a preservação do meio ambiente. Atualmente o Selo Procel Eletrobras é concedido a 36 categorias de equipamentos contemplando mais de 3.400 equipamentos de cerca de 200 empresas. Apenas no ano de 2012 foram comercializados cerca de 44 milhões de equipamentos com o Selo.

Geralmente, a introdução de um novo equipamento é motivada inicialmente pela percepção que um determinado produto apresenta em relação a algum potencial de conservação de energia. Este potencial deve ser verificado pela realização de um estudo de impacto energético. Este estudo é realizado com base em ensaios preliminares de modelos encontrados no mercado, informações de vendas fornecidas por associações e fabricantes e dados de posse e hábito obtidos pela pesquisa da Eletrobras. Os ensaios são realizados em laboratórios indicados pela Eletrobras Procel e acreditados pelo Inmetro, com base em normas técnicas, normalmente traduzidas e ou adaptadas de normas internacionais.

Após a definição de um novo produto, é necessário definir, juntamente com o laboratório, fabricantes e o Inmetro quais serão os critérios específicos para a concessão do Selo Procel Eletrobras. Segundo Daniel Bouts, arquiteto da Eletrobras, os critérios podem ser relativos a desempenho, sustentabilidade. “Os critérios são estabelecidos, normalmente com base em normas internacionais, mas com adaptações para realidade nacional, de forma a destacar os modelos com melhor desempenho e assim incentivar a sua aquisição. O aumento da procura pelos modelos com o Selo Procel Eletrobras estimula os fabricantes a buscarem o Selo para os demais itens da sua linha”, diz.

No Caso de reatores, o fabricante que desejar fazer uso do Selo Procel Eletrobras em modelo de sua linha de fabricação (ou em modelo importado) deverá comprovar, mediante ensaios, que os mesmos atendem os seguintes parâmetros: fator de eficácia, fator de potência, Distorção Harmônica Total (DHT) da corrente de alimentação e Fator de Fluxo Luminoso do Reator.

“Além de contribuir de imediato para a redução do consumo de energia no País as ações da Eletrobras Procel estão contribuindo para a conscientização das futuras gerações sobre a questão da eficiência energética”, explica.

Para o diretor geral do Laboratório Testtech, Álvaro Theisen, a Eletrobras Procel tem um papel muito importante para o país atualmente e para as próximas gerações. “Além de contribuir de imediato para a redução do consumo de energia no país as suas ações estão contribuindo para a conscientização das futuras gerações sobre a questão da eficiência energética. Em função disso, a Testtech Laboratórios considera uma prioridade contribuir com o Brasil através do Procel e trabalhar em parceria com a Eletrobras”, conclui.

Vale lembrar que Eletrobras Procel já investiu aproximadamente R$ 16 milhões na formação de uma rede de laboratórios de ensaios para concessão do Selo Procel Eletrobras. Essa rede é formada por mais de 20 laboratórios em centros de pesquisa e universidades, envolvendo mais de 150 profissionais, os quais em 2012, foram realizados cerca de 7.400 ensaios de eficiência energética em equipamentos. Os próximos equipamentos previstos a serem contemplado com o Selo Procel Eletrobras são os fornos micro-ondas, as luminárias para iluminação pública, os relés fotoelétricos, as TVs no modo ativo, as lâmpadas fluorescentes tubulares, as centrífugas e os fornos de padaria.

Daniel explica ainda o processo que o fabricante precisa fazer para ser certificado com o Selo: “Caso o fabricante deseje ter o Selo em seu produto, ele deve encaminhar amostras de cada modelo para ensaio laboratorial de forma verificar se o mesmo atende aos critérios exigidos para concessão do Selo. Caso o resultado dos ensaios seja favorável, o fabricante deverá encaminhar o relatório de ensaio para Eletrobras e preencher a documentação necessária para a sua inclusão no programa”.

Lista dos equipamentos atuais que possuem o Selo Procel Eletrobras

1 – Bomba Centrífuga – 2011

2 – Circulador de Ar – 2012

3 – Coletor Solar Plano – Aplicação Banho – 2000

4 – Coletor Solar Plano – Aplicação Piscina – 2000

5 – Condicionador de Ar – Janela – 1996

6 – Condicionador de Ar – Split Cassete – 2010

7 – Condicionador de Ar – Split Hi-Wall – 2004

8 – Condicionador de Ar – Split Piso-Teto – 2009

9 – Freezer Horizontal – 1998

10 – Freezer Vertical – 1995

11 – Freezer Vertical Frost-Free – 2003

12 – Lâmpada a Vapor de Sódio – 2008

13 – Lâmpadas Fluorescente Compacta – 2001

14 – Máquina de Lavar Roupa – Automática – 2006

15 – Máquina de Lavar Roupa – Lava e Seca – 2009

16 – Máquina de Lavar Roupa – Semiautomática – 2006

17 – Motor de Indução Trifásico – 1997

18 – Motobomba Centrífuga – 2011

19 – Painel Fotovoltaico de Geração de Energia – 2010

20 – Reator Eletromagnético para Lâmpada a Vapor de Sódio – 2002

21 – Reator Eletrônico para Lâmpadas Fluorescentes Tubular – 2010

22 – Refrigerador Combinado – 1995

23 – Refrigerador Combinado Frost-Free – 1998

24 – Refrigerador de 1 Porta – 1995

25 – Refrigerador de 1 Porta Compacto – 2002

26 – Refrigerador de 1 Porta Frost-Free – 2008

27 – Reservatório Térmico – Alta Pressão – 2005

28 – Reservatório Térmico – 2002

29 – Televisor CRT – Modo de Espera – 2007

30 – Televisor LCD – Modo de Espera – 2009

31 – Televisor LED – Modo de Espera – 2010

32 – Televisor Plasma – Modo de Espera – 2009

33 – Ventilador de Coluna – 2012

34 – Ventilador de Mesa – 2012

35 – Ventilador de Parede – 2012

36 – Ventilador de Teto – 2008

Fonte: Procel Info

12:17 · 20.02.2013 / atualizado às 12:28 · 20.02.2013 por
A reciclagem de eletrônicos exige um processo criterioso por causa da presença de elementos tóxicos Foto: Agência Diário

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou ontem que que o edital que trata da aprovação e viabilidade técnica e econômica do sistema de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e seus componentes já está à disposição dos interessados em seu site.

Informou, ainda, que outras propostas de acordos setoriais para implantação de sistemas semelhantes estão em análise e aguardam a aprovação do Comitê Orientador (Cori), como as indústrias de lâmpadas fluorescentes e de embalagens em geral.

“Este tipo de resíduo, cada vez mais presente no cotidiano, por conter elementos tóxicos, como metais pesados, em sua composição, e representa um risco à saúde pública e ao meio ambiente ao ser descartado de forma indevida”, afirmou a analista ambiental da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do MMA, Sabrina Andrade.

Ainda segundo o MMA, o edital estabelece critérios mínimos para assinatura do acordo envolvendo o governo e o setor empresarial e fixa prazo para as entidades representativas da cadeia produtiva de eletroeletrônicos definirem os detalhes de operacionalização do sistema de logística reversa, como a localização e a quantidade dos pontos de coleta e quem será responsável por recolher o que foi arrecadado.

Definições

O MMA destaca que logística reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social, caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento e reciclagem, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.

Já o acordo setorial,é definido como um ato contratual, firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto.

Fonte: MMA

Leia mais sobre o assunto na página de Gestão Ambiental de hoje:

 

12:43 · 10.10.2012 / atualizado às 12:43 · 10.10.2012 por
No Brasil, a logístia reversa de eletroeletrônicos ainda dá os primeiros passos Foto: Adriana Pimentel / Agência Diário

 

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI), promoverá, no dia 15 de outubro, no hotel Vila Galé Cumbuco, litoral oeste do Ceará, o Seminário Internacional sobre Gestão de Resíduos Eletroeletrônicos no Nordeste (SI-GREEN).

A meta do evento, realizado pela primeira vez na América Latina, é discutir aspectos gerais e específicos sobre o tema e debater a adequação da indústria brasileira às normas internacionais no que se refere à cadeia da produção dos materiais até o correto descarte, conhecida como cadeia reversa.

O tema reciclagem já está bem disseminado na sociedade brasileira quando se fala do descarte de produtos orgânicos ou de embalagens de papel, papelão ou materiais como aço e alumínio. No entanto, quando se aborda o descarte correto de resíduos eletroeletrônicos ainda há muitas incertezas.

Estão na programação do SI-GREEN palestras de especialistas nacionais e estrangeiros sobre as tecnologias para a sustentabilidade industrial, assim como autoridades governamentais, que irão trocar informações sobre possibilidades de fomento para produtos ambientalmente corretos.

No dia 15 de outubro, o evento será voltado para pesquisadores, professores universitários, profissionais e empreendedores da cadeia produtiva de reciclagem, universitários e interessados no tema.

Já entre os dias 16 e 20 de outubro, serão realizadas reuniões internas e fechadas, como a reunião anual do Comitê Técnico da IEC, responsável por elaborar as normas ambientais internacionais para os produtos eletroeletrônicos (IEC-TC 111). Nesse encontro, que ocorre pela primeira vez na América Latina, cerca de uma centena de especialistas em tecnologias para a sustentabilidade, de mais de 40 países, discutirão as normas ambientais que regulamentam o mercado internacional do setor de eletroeletrônicos.

O SI-GREEN conta com o patrocínio da Essencis e apoio institucional da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), do Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecomunicações (Cobei) e do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação (ITIC). A organização é da BN Travel Agência de Viagens.

As inscrições para a próxima segunda-feira (15) ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site www.observatoriodeinovacao.com.br/si-green ou pelo telefone (85) 3242-6737.