Busca

Categoria: Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima)


09:08 · 02.08.2011 / atualizado às 09:08 · 02.08.2011 por
As energias alternativas estão entre os projetos a serem contemplados pelo fundo Foto: Robert Linder/SXC

Com objetivo de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, o governo vem estimulando projetos de energias alternativas, entre elas, a eólica (ventos), solar, da biomassa, e das ondas do mar, especialmente para as regiões sem energia elétrica, como pequenas cidades do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Para isso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai operar linhas de crédito reembolsáveis, chamado de Fundo Clima, a governos, empresas públicas e privadas interessadas na exploração de energias alternativas.

O secretário de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Eduardo Assad, disse que o Fundo Clima, operado pelo BNDES, tem em sua carteira R$ 230 milhões, dos quais R$ 30 milhões não são reembolsáveis e foram destinados a pesquisas e ao sistema de alerta contra catástrofes naturais. O restante, a partir da aprovação do Banco Central, será oferecido em várias linhas.

Segundo Assad, o fundo também vai financiar tecnologias “prontas”, como é o caso dos ônibus movidos a etanol. “É uma tecnologia que a indústria pode entregar e os preços estão bons”, disse. Fonte: Agência Brasil

07:00 · 09.06.2011 / atualizado às 14:04 · 08.06.2011 por
As energias alternativas estão entre os projetos a serem contemplados pelo fundo Foto: Robert Linder/SXC

O Brasil dá exemplo e se posiciona em relação à questão das Mudanças Climáticas. O orçamento de 2011 da União reservou cerca de R$230 milhões para investimentos em projetos para geração de energias alternativas, mitigação e adequação às mudanças provocadas pela alteração do clima no Planeta.

Há projetos para todas as regiões do Brasil, mas alguns exclusivos, por exemplo, para áreas como o semiárido, populações vulneráveis ou regiões metropolitanas.

Nesta terça-feira (7 de junho), foi publicada, no Diário Oficial da União, a Portaria com os representantes de 21 de ministérios, órgãos de governos, agências financeiras oficiais, comunidade científica, órgãos empresariais urbanos e rurais, instituições representativas de trabalhadores e organizações não-governamentais que compõem o comitê gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima.

“A expectativa fica mais próxima com a nomeação dos representantes de instituições que vão compor o comitê gestor”, anuncia Estevan Del Prette, gerente do Fundo Clima.

Ele explica que, nos próximos 30 dias, começam a ser divulgados editais com as regras para acesso aos recursos do orçamento. Estarão disponíveis modelos na Internet para projetos a serem financiados por créditos não-reembolsáveis.

Tratam-se de linhas de crédito a serem operadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Ministério do Meio Ambiente (MMA). O BNDES poderá operar os recursos reembolsáveis diretamente ou repassar para Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil (BB) ou Banco do Nordeste (BNB).

Do total, cerca de R$ 29 milhões serão recebidos pelo MMA do Tesouro para aplicação direta pelo MMA em políticas do Plano Nacional de Mudanças do Clima, com linhas de crédito não reembolsáveis.

A publicação torna oficial os trabalhos que já vêm sendo realizados pelas instituições que hoje compõem o comitê gestor, sob a coordenação do MMA, para a liberação de linhas de crédito reembolsáveis e não-reembolsáveis, a serem tomadas por governos, empresas públicas ou privadas e organizações não-governamentais.

Os recursos do BNDES ainda dependem do próprio banco definir o plano operacional de cada uma das linhas de crédito.

Nos últimos meses, técnicos do MMA e da instituição financeira estiveram reunidos para a definição das cláusulas do contrato em que serão explícitos os detalhes das aplicações do dinheiro.

Fonte: Cristina Ávila/MMA