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Categoria: Inovação


13:12 · 12.09.2014 / atualizado às 13:12 · 12.09.2014 por

O objetivo é fazer com que a Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC)  ajude as cidades inteligentes a mitigarem e reduzirem os efeitos das mudanças climáticas, principalmente em áreas relacionadas à saúde global Foto: Agência Diário / Kid Júnior

O objetivo é fazer com que a Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) ajude as cidades inteligentes a mitigarem e reduzirem os efeitos das mudanças climáticas, principalmente em áreas relacionadas à saúde global Foto: Agência Diário / Kid Júnior

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançaram o desafio para a Competição Mundial de Telecomunicações para Jovens Inovadores, que este ano enfocará em Cidades Inteligentes e Mudança Climática.

A ideia é explorar como a Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) pode ajudar as cidades inteligentes a mitigarem e reduzirem os efeitos das mudanças climáticas, principalmente em áreas relacionadas à saúde global.

As duas soluções vencedoras serão exibidas durante a ITU Telecom World 2014, a plataforma líder de debate, intercâmbio de conhecimento e promoção de redes para a comunidade de TIC, que será realizada em Doha, Catar, entre os dias 07 e 10 de dezembro. Além da oportunidade de participar dos workshops e de apresentar seus projetos para a indústria, os ganhadores ainda receberão até 10 mil dólares e um ano de tutoria contínua.

“As condições de clima extremos, epidemias, surtos de doenças infecciosas e poluição do ar exacerbando doenças não comunicáveis são exemplos de como a mudança do clima está afetando a saúde das pessoas em todo o mundo”, disse o secretário-geral do UIT, Hamadoun I. Touré. “As TICs podem fornecer soluções para lidar com as mudanças climáticas ao desenvolver cidades inteligentes que ajudarão a reduzir emissões, melhor a sustentabilidade da economia e promover o uso de tecnologias verdes inovadoras”.

Para Touré, é vital dar a oportunidade para os jovens se engajarem nessas questões dado que são eles que sofrerão com os efeitos negativos do clima na saúde. O desafio está aberto para jovens entre 18 e 30 anos em todo o mundo e, diferente das competições passadas cujo público-alvo era as start-ups, este ano os candidatos devem enviar sugestões e trabalhar em grupo para discutir, trocar ideias e elaborar as contribuições em forma de um conceito. O prazo final de inscrição é 7 de outubro, detalhes em ideas.itu.int

Fonte: ONU Brasil

18:04 · 12.03.2014 / atualizado às 10:25 · 17.03.2014 por

 

O jardim filtrante é uma das inovações da planta Foto: Divulgação /Natura
O jardim filtrante é uma das inovações da planta Foto: Divulgação /Natura

Benevides (PA). A Natura, maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza, inaugurou neste 12 de março, um complexo industrial em Benevides, município de 50 mil habitantes localizado a 35 km de Belém (PA). Chamado de “Ecoparque”, o empreendimento vai concentrar a produção de sabonetes e de óleos fixos da Natura, além de gerar cerca de 250 empregos diretos e indiretos, até dezembro de 2014.

O Ecoparque está construído às margens da rodovia PA 391, em uma área de 172 hectares, anteriormente ocupada por uma propriedade particular. O projeto tem espaço para sediar outras empresas interessadas em compor o polo industrial, já que a Natura ocupa menos de 10% da área total.

Planejado para ser um empreendimento ecologicamente correto, o “Ecoparque” apresenta forma inovadora de atuação. O projeto é inspirado no conceito de simbiose industrial ao conectar empresas de diferentes segmentos de mercado, desde que tenham interesses comuns e necessidades complementares.

A ideia é criar uma operação verdadeiramente compartilhada, uma rede de cooperação, em que as indústrias instaladas em um mesmo espaço possam trocar recursos e articular alternativas conjuntas para fomentar a geração de negócios sustentáveis na região. Além de alavancar a demanda por insumos da sociobiodiversidade e o empreendedorismo local”, explicou Alessandro Carlucci, diretor-presidente da Natura.

A nova unidade fabril da Natura na Amazônia inicia atividades com capacidade de produção de mais de 200 milhões de barras de sabonetes e cerca de 400 toneladas de óleos fixos. Além desses produtos, o Ecoparque também absorverá a produção de “noodle”, base para fabricação de sabonetes, que anteriormente era fabricada na antiga unidade da empresa, localizada também na cidade de Benevides (PA).

O Ecoparque vai nos permitir abastecer o mercado brasileiro e internacional com produtos 100% fabricados na Amazônia”, ressaltou Josie Perissinoto Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura.

O conceito de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente também está presente nas instalações e estruturas do empreendimento. A Natura utilizou a tecnologia de jardins filtrantes, um tratamento inovador de efluentes a partir de raízes de plantas. Em um processo de fitorrestauração, livre de produtos químicos, bactérias alojadas nas raízes de plantas aquáticas realizam a decomposição dos poluentes.

Outra forma de poupar recursos ambientais foi a implantação de sistemas de geotermia, nos quais equipamentos captam o ar externo e promovem troca térmica no subsolo para diminuir a temperatura no interior dos edifícios. “Também reutilizamos água da chuva e fazemos aproveitamento da ventilação e iluminação natural das instalações. Incentivamos o uso de bicicletas e disponibilizamos carros elétricos para facilitamos a mobilidade dos colaboradores e visitantes dentro do Ecoparque”, comenta João Paulo Ferreira, vice-presidente Comercial e de Sustentabilidade da Natura.

Investimento estratégico

O Ecoparque é parte integrante da estratégia de atuação da Natura na Amazônia. Em 2000, a Natura passou a incorporar ativos da biodiversidade brasileira na formulação de seus produtos, unindo ciência e conhecimento tradicional à geração de oportunidades de trabalho e renda para centenas de famílias.

A riqueza da biodiversidade amazônica estimulou a Natura a desenvolver conceitos inovadores e impulsionou forte estratégia de pesquisa e desenvolvimento na região, resultando em grande número de tecnologias de insumos e produtos.

Em 2011, a Natura lançou o Programa Amazônia que tem como objetivo aumentar, de forma sustentável, de 11% para 30% a utilização de matérias-primas cosméticas com origem na região, movimentar R$ 1 bilhão em recursos próprios e beneficiar mais de 10 mil famílias de comunidades fornecedoras.

Hoje, são 25 cooperativas envolvendo 2.571 famílias. E, mais do que uma relação de compra e venda de insumos, a Natura tem como objetivo estruturar, aprimorar e expandir cadeias produtivas sustentáveis da sociobiodiversidade na Amazônia. Desta forma, contribui para que estas comunidades se desenvolvam e ganhem competitividade e relevância econômica, ao mesmo tempo em que geram riquezas e promovem o desenvolvimento social.

Diante dessas iniciativas, a Natura reforça suas crenças e valores no que se refere à importância do desenvolvimento sustentável e da inovação em rede. A inauguração do Ecoparque, junto às outras ações que implementamos na região, agrega valor aos nossos produtos, gera benefícios sociais, ambientais e econômicos para a população local, além de valorizar as riquezas da biodiversidade amazônica,” finalizou Alessandro Carlucci, diretor-presidente da Natura.

A empresa

Fundada em 1969, a Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta no Brasil, com receita líquida anual de R$ 7 bilhões. Conta com sete mil colaboradores, que atuam nas operações do Brasil, Argentina, Chile, México, Peru, Colômbia e França. O apreço pelas relações fez a companhia manter a venda direta como modelo de negócios e atualmente reúne mais de 1,6 milhão de consultoras, que disseminam a proposta de valor da empresa aos consumidores.

A Natura acredita na inovação como um dos pilares para o alcance de um modelo de desenvolvimento sustentável. Em 2013, destinou R$ 181 milhões à inovação e lançou 179 itens. Esse investimento fez com que a empresa atingisse um índice de inovação, percentual da receita proveniente de produtos lançados, de 63,4%.

Programa Amazônia

O desafio da Natura com o Programa Amazônia é contribuir para o desenvolvimento sustentável da região por meio de ciência, tecnologia e inovação e adensamento das cadeias produtivas. Uma inovação que integra os diversos públicos e conhecimentos em uma grande rede de trocas para que juntos possam buscar soluções a partir dos produtos e serviços da sociobiodiversidade e revelar o grande potencial de negócios existente na Amazônia.

Principais frentes de atuação

  • Ciência, Tecnologia e Inovação: objetivo de gerar e difundir conhecimento “na”, “sobre” e “para” a região, ativando e coordenando redes de conhecimento locais, nacionais e internacionais a partir do Núcleo de Inovação Natura na Amazônia, NINA, instalado em Manaus /AM em agosto de 2012.
  • Cadeias Produtivas Sustentáveis: desenvolve as organizações e lideranças locais, garante a rastreabilidade e implementação de planos de boas práticas produtivas; oferece capacitações técnicas e de gestão; investe em ganhos de produtividade e qualidade, e promove assim a agregação de valor local às comunidades. Além disso, com o Ecoparque, esta frente impulsionará a geração de negócios sustentáveis a partir da sociobiodiversidade amazônica, além de fomentar o empreendedorismo local.
  • Fortalecimento Institucional: com foco em Educação, atua em prol da melhoria da qualidade do Ensino Fundamental na região pela Rede de Apoio à Educação Amazônia, em parceria com o Instituto Natura e as secretarias municipais de educação de 30 municípios do nordeste Paraense e Rio Juruá no Amazonas.

Fonte: Natura

10:18 · 22.02.2013 / atualizado às 10:23 · 22.02.2013 por
A Natura investe 2,67% da receita em pesquisas de inovação para viabilizar projetos e ações que contribuam para a conservação do meio ambiente Foto: Banco de imagens Natura

A Natura foi classificada como uma das empresas mais sustentáveis do mundo. O reconhecimento se deu por meio do Corporate Knights, grupo canadense de produtos financeiros, mídia e pesquisa que elabora o Global 100, ranking das empresas com as melhores práticas de sustentabilidade.

A empresa recebeu o reconhecimento pela quarta vez. Em 2010, primeiro ano em que fez parte da lista, ocupou o 99º lugar. Em 2011 ocupou a 66ª posição e, em 2012, entrou para o seleto grupo das mais sustentáveis do mundo, com a obtenção da segunda classificação.

Em 2013, repete a segunda colocação alcançada no anterior e registra a porcentagem de 73,78% no ranking geral de avaliação. A primeira colocada na edição 2013 do ranking é a Umicore, empresa belga de materiais de tecnologia, metalurgia e químicos. A Natura é, portanto, a empresa mais sustentável da Hemisfério Sul, segundo o Global 100.

A Corporate Knights analisou mais de quatro mil empresas de médio e grande porte para elaboração do ranking. A análise foi baseada em métricas inovadoras de ações sustentáveis, como quantidade emitida de dióxido de carbono (CO2), uso racional de energia e água, além de tratamento adequado do lixo. A pesquisa é feita em 22 países.

A Corporate Knights, que se autodenomina “uma empresa de capitalismo limpo”, encarta trimestralmente uma revista homônima nos jornais The Globe and Mail (Canadá) e The Washington Post (Estados Unidos). O ranking Global 100 está publicado na edição 42 da revista Corporate Knights. Para visualizá-la, basta clicar aqui.

Um dos itens avaliados pelo grupo canadense, por exemplo, é o investimento das empresas no desenvolvimento de pesquisas de inovação para elaboração de projetos sustentáveis. Neste segmento, a Natura investe aproximadamente 2,7% da receita.

Para conhecer a relação de empresas classificadas no ranking e os resultados dos parâmetros analisados pela Corporate Knights, basta fazer o download do arquivo Excel disponível aqui.

Fundada em 1969, a Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta no Brasil, com uma receita anual superior a R$ 5,5 bilhões.

Sediada em Cajamar, São Paulo, a companhia conta com quase sete mil colaboradores, que atuam nas operações do Brasil, Argentina, Chile, México, Peru, Colômbia e França. Adotando a venda direta como modelo de negócios, atualmente reúne mais de 1,518 milhão de consultoras.

A Natura defende a inovação como um dos pilares para o alcance de um modelo de desenvolvimento sustentável. No ano passado, destinou R$ 146,6 milhões e lançou 164 itens, atingindo um índice de inovação, percentual da receita proveniente de produtos lançados nos últimos dois anos, de 64,8%.