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Categoria: Jornalismo Ambiental


09:23 · 07.10.2015 / atualizado às 09:35 · 07.10.2015 por

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De uma ponta, a tecnologia recria o fazer jornalístico e o futuro da profissão. Na outra, as Mudanças Climáticas transformam o Planeta. Entre elas, experimentam-se outras formas de desenvolvimento, das comunidades locais às grandes economias. Vivemos um “mundo em transição”. E este é o tema que conduz os debates do VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (VI CBJA). Ele será realizado no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, entre os dias 20 e 22 de outubro, com organização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA) e Instituto Envolverde.

O CBJA é o principal evento para jornalistas e profissionais de comunicação que atuam com pautas ambientais e de sustentabilidade no Brasil. A cada dois anos, reúne profissionais de todo o País para um diálogo aberto sobre a cobertura ambiental e uma atualização sobre temas fundamentais para o Desenvolvimento Sustentável. O evento também reúne pesquisadores da área de Jornalismo Ambiental em uma mostra científica reconhecida no cenário acadêmico.

Pautas em discussão

Nestes três dias, mesas de diálogo vão avaliar a cobertura da mídia sobre as pautas da sustentabilidade, como: “Mudanças climáticas e a pauta da COP 21”, “Resíduos sólidos e o desafio do século XXI” e “Crise de abastecimento de água: a pauta da urgência”. Já as rodas de conversa priorizam um olhar sobre as mudanças no ambiente jornalístico: “A era da desinformação – a manipulação da opinião pública através da web” e “De que Jornalismo o amanhã precisa?” reúne jornalistas que estão refletindo e experimentando nas fronteiras do fazer jornalístico.

Um diálogo de peso também está prometido na mesa “Convergência de mídias e novos negócios no jornalismo”, que traz a criatividade e o empreendedorismo de figuras como Gustavo Faleiros (Earth Journalism Network e Infoamazônia.org), Ricardo Voltolini (Ideia Sustentável) e Bruno Torturra (Fluxo), com mediação de Dal Marcondes (Envolverde).

Nomes de destaque

Outros debates sobre Jornalismo Investigativo, movimentações da Legislação Ambiental e Jornalismo Ambiental nas cidades também marcam presença, trazendo a experiência de nomes como Luciano Martins Costa (Observatório da Imprensa), Maria Zulmira (Planetária/criadora do Repórter Eco), Natália Viana (A Pública), Mario Osava (Inter Press Service), Sérgio Lírio (Carta Capital) e Liana John (Camirim Editorial, cinco vezes agraciada pelo Prêmio de Reportagem sobre Biodiversidade da Mata Atlântica).

A abertura fica por conta do testemunho corajoso de Lúcio Flávio Pinto (Jornal Pessoal), que chama a atenção para a linha de frente: “Eu sou da linha de frente e nunca vou sair. Porque isso dá uma qualidade única ao Jornalismo entre todas as Ciências: o ‘eu vi’, o ‘estar na hora certa, no lugar certo’. Vivência. É isso que falta para o jornalismo hoje”, ele adianta.

Depois de três dias de reflexão e crítica, a palestra de André Trigueiro (editor-chefe do Cidades e Soluções/Globo News) promete encerrar o VI CBJA com uma boa dose de entusiasmo. Trigueiro foi premiado mais de 20 vezes pelas suas reportagens e é hoje a maior referência brasileira no jornalismo ambiental televisivo. Ele divide com o público as inspirações de quem enxerga caminhos e papeis estratégicos para o Jornalismo neste cenário de um “Mundo em Transição”.

Mais informações:

VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental

Dias 20, 21 e 22 de outubro de 2015

Local: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo

Inscrições gratuitas e informações: jornalismoambiental.org.br

00:09 · 22.10.2013 / atualizado às 10:05 · 22.10.2013 por
O painel sobre Economia verde foi um dos que teve o debate mais animado no Congresso Foto: Vilmar Berna
O painel sobre Economia Verde, com a participação de Luisa Madruga, Eduardo Viola, Carlos Tautz e Camila Moreno, foi um dos que teve o debate mais animado no Congresso Foto: Vilmar Berna

Por Maristela Crispim

O V Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (V CBJA) foi encerrado no sábado (19 de outubro), no Centro Universitário de Brasília (Uniceub), em Brasília, com algumas questões lançadas para reflexão entre jornalistas que cobrem a área ambiental; profissionais de comunicação que assessoram governos, organismos governamentais e não-governamentais; assim como estudantes presentes, membros ou não da Rede Brasileira de Jornalistas Ambientais (RBJA), promotora do evento.

Na última palestra do Congresso, o jornalista Claudio Angelo reconheceu que a cobertura diminuiu nos últimos quatro anos. Lembrou do fechamento da editoria de meio ambiente do New York Times, no ano passado; que o acordo do clima ficou para 2015, possivelmente pra 2020; que as condições internacionais são desfavoráveis.

Disse também que vivemos no Brasil um momento desenvolvimentista, onde a área do meio ambiente ocupa-se de administrar a vantagem da queda do desmatamento da Amazônia e licenciar obras; que o sistema de unidades de conservação foi atingido, as terras indígenas estão ameaçadas, a credibilidade do governo cai, os conflitos políticos e ambientais são muito mal cobertos.

A despeito de todo esse pessimismo com uma ponta de ironia em cada frase, que lhe é peculiar, afirmou que a crise ambiental mais aguda já passou: “o desmatamento, que era de 19 mil km² ao ano, após decreto do Lula de 2007, foi reduzido a 6 mil km² ao ano. Mas ninguém lembra, no auge da época canavieira, que durou um século e meio, entre os séculos XVIII e XIX, que o desmatamento da Mata Atlântica era de 7 mil km²ao ano. “A história precisa ser contada. É preciso descobrir o ângulo certo para fazer essa história se tornar mais atraente”, ressaltou.

Para ele, a cobertura do lançamento do relatório 5 do IPCC foi pífia se comparada com 2007. “Já que o relatório em si não foi superquente, a diferença maior é de contexto que de conteúdo. A cobertura é como o Dia da Marmota: já se sabe o título da primeira à última matéria previamente”, refletiu.

Na opinião do jornalista, não é apenas o profissional de imprensa que sofre, mas as fontes também: “Os ambientalistas não tinham se recuperado do fracasso de Copenhague quando veio o baque do Código Florestal. A dependência financeira do governo tirou a capacidade crítica. Discurso da sustentabilidade é corporativo, é governamental e convenientemente sem sentido. Que pedaço do tripé convém para cada um?” Para ele, o discurso pode ser usado de um extremo ao outro.

Apesar de tudo isso, acredita que o jornalismo ambiental não morreu: “ele se mistura à pauta geral, como nos protestos de junho. Precisamos de bons jornalistas com enfoque para o meio ambiente. Eles precisam entender também de economia”, sugeriu.

Reapropriação social da natureza”

O professor de Ecologia Política e Políticas Ambientais na Pós-Graduação da Universidade Nacional Autônoma do México Enrique Leff foi uma das grandes atrações do V CBJA. Tratou do tema “Rumo a um futuro sustentável: a economia verde e a reapropriação social da natureza”.

Ele destacou que vivemos um momento de queda de interesse pela luta ambiental, de reflexão sobre saídas, de reconstrução, processo gerado por uma dinâmica construída do ideal de crescimento econômico sem limites, que não considera a natureza da vida.

Falou sobre a responsabilidade do jornalista em relação à verdade: “Mas qual é a verdade? Da crise ambiental, da Economia Verde? O mundo não se mostra com essa transparência. Estamos frente a essa verdade incômoda que aparece para mudar nossas concepções”. Para ele, Economia Ecológica é um termo mais “friendly”, mas é preciso reconverter à lógica do crescimento econômico, crescer incorporando a lógica ecológica, com desmaterialização da produção, o reconhecimento da conexão da Economia com o desenvolvimento do Planeta.

Leff citou a Lei da Entropia, que explica que na transformação da natureza em recursos naturais, por meio os processos produtivos, toda a matéria e energia utilizados geram também resíduos, mesmo com as melhores tecnologias. “Qualquer processo de transformação de energia gera degradação, que transforma toda a complexidade”, alertou.

ODS

Ainda na abertura do Congresso, a titular do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, que reservou um espaço em sua apertada agenda para os jornalistas que cobrem a área, destacou que os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam um avanço na área ambiental, não devidamente contemplada pelos seus antecessores Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Disse que um ano depois da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), caminhos de negociação da agenda do Desenvolvimento Sustentável estão sendo traçados em três frentes: primeiro o governo, se aproveitando da estrutura montada para a Conferência; depois o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+), que começou a operar em junho este ano; e a sociedade civil. E, para ela, a mídia tem que fazer parte desse multilateralismo.

Destacou, ainda, que a mobilização vem crescendo nos países em desenvolvimento. Embora tenha reconhecido que a negociação do clima tem avançado em uma tendência conservadora, com presença maior na lógica de negócio. Disse, também, que são esperados novos caminhos para a discussão urbana na sociedade brasileira, já que a maioria esmagadora da nossa população vive nas cidades.

Falou de perspectivas sobre produção de alimentos, geração de energia limpa, segurança hídrica e erradicação da pobreza. “Todas as sociedades do mundo estão buscando isso, mas o Brasil vive em circunstâncias muito melhores”, afirmou, para mais adiante dizer que, sem mudança de mentalidade por parte dos parlamentares, “não dá” e que a discussão é de “adoção de modelo de larga escala” para atender a convocação da Organização das Nações Unidas (ONU) pós-2015. Encerrou sua fala destacando: “O Brasil tem condição de sair na frente. Mas só se houver uma pressão social muito grande”.

Economia Verde

A discussão sobre Economia Verde foi uma das mais animadas do Congresso. No painel – moderado pelo jornalista Carlos Tautz, coordenador Instituto Mais Democracia – Transparência e Controle do Cidadão e Governos e Empresas – estavam o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Eduardo Viola; a pesquisadora independente Camila Moreno; Luisa Madruga, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma); e Pecy Soares Neto, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O professor Viola destacou o que designou de “vetores técnico econômicos da transição para o baixo carbono”. Alertou para o cuidado com a simplificação. “Vivemos num grupo, aberto, incerto. Não é um grupo conservador, mas sim a sociedade”. Ele destacou a “função histórica extraordinária do Pnuma”, mas disse que falta a Economia Política e prevalece uma visão de economia tecnocrática, de discurso moderado. “A utopia rosa de que todos ganham debilita o documento”.

Luisa Madruga destacou, por sua vez, a necessidade de um modelo de Economia que resulte no bem-estar da sociedade e apresentou o Green Economy Initiative (GEI), o documento rumo à Economia Verde com caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a erradicação da pobreza. “Não podemos mudar o mundo de um dia para o outro. Mas alguma coisa tem que ser feita”, argumentou.

Essas reações se deveram ao discurso de Camila Moreno, que fez uma análise bem crítica sobre a Economia do Carbono. Para ela, o discurso da Sustentabilidade não resiste a uma leitura aprofundada.

Já Pecy Soares, que chegou em meio a essa discussão, disse que há setores que ganham e setores que perdem com transição e sugere que não se deve cair no risco de analisar o setor dos negócios como um bloco homogêneo. Tautz, por sua vez, encerrou a discussão dizendo que essa não e uma discussão trivial, que o jogo de forças é intenso e que a Economia Política precisa ser debatida.

Segurança Alimentar

Exatamente um dia após o Dia Mundial da Alimentação, eu moderei o painel “Uso e Manutenção dos Recursos Naturais e a Segurança Alimentar”. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) emitiu um alerta global para reduzir o desperdício de comida no mundo. Nele, a constatação de que 842 milhões de pessoas passam fome e que 1,3 bilhões de toneladas de alimentos vão anualmente para o lixo, o que representa 1/3 de tudo o que é produzido. Destacou, ainda, que seria necessário elevar em 32% a produção mundial para alimentar a população mundial até 2050. Na situação atual seria necessário aumentar em 60%.

Participaram Gustavo Kuark Chianca, assistente do representante da FAO, que falou sobre “Necessidades da Humanidade e do Planeta”; Fabrício Campos, diretor da Unidade Footprint da consultoria ecosSISTEMAS, sobre “Equilíbrio entre Produção e Conservação”; André Lima, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), com o tema “Avanço da Fronteira Agrícola X Desmatamento/Código Florestal. O tema “Tecnologias Locais de Conservação e Restauração da Agrobiodiversidade” ficou a cargo do pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Daniel Vieira.

Chianca falou sobre o monitoramento da insegurança alimentar no mundo. Fabrício, por sua vez, mostrou imagens do livro “Hungry Planet” para promover, a partir do alimento de famílias de várias partes do mundo para uma semana, uma reflexão sobre a nossa própria pegada ecológica. Falou sobre diminuir o consumo e aumentar a biocapacidade.

André Lima disse que a nossa política agrícola é menos social e mais macroeconômica; mais associada ao PIB e não voltada à segurança alimentar; que busca aumentar a produtividade com uso intensivo de agroquímicos e baixa produtividade por área; e onde menos de 25% do Plano safra vai para a agricultura familiar, que é responsável por mais de 70% do que vai para a mesa dos brasileiros. Daniel Vieira se mostrou preocupado com a abordagem da mídia a temas como Código Florestal, com a criação de memes e paradigmas. “Restauração virou plantar muda, contar e replantar”, disse.

O V CBJA foi um momento muito rico em trocas de experiências, que não ficaram apenas nos auditórios, painéis e oficinas, mas se estenderam pelos corredores do Uniceub e ainda ecoa em registros jornalísticos, trocas de e-mails, mensagens e posts que devem continuar até o VI CBJA, em 2015, a ser realizado em uma capital brasileira ainda por ser definida. Aguardemos as próximas notícias.

10:27 · 11.10.2013 / atualizado às 10:03 · 16.10.2013 por

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A ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira vai participar da abertura do V Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental. O evento acontecerá no Centro Universitário de Brasília (Uniceub) e reunirá profissionais e estudantes de Comunicação do Brasil e do Exterior, como jornalistas, assessores de imprensa, professores e pesquisadores.

O tema guarda-chuva do Congresso serão os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). Eles são um conjunto de metas definido durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) para reduzir a pobreza, promover a prosperidade global e o avanço social associados à proteção do meio ambiente.

Como o bom Jornalismo pode ajudar o Brasil a se inserir nesse processo será um dos temas em debate. A pauta também estará presente em painéis dedicados a assuntos como Economia Verde, Uso e Manutenção dos Recursos Naturais e a Segurança Alimentar, Bem-Estar Social e Ocupação do Território, e ainda Geração de Conhecimento e Financiamento dos ODS. Entre os palestrantes e moderadores, estão Enrique Leff, Gustavo Chianca, Mercedes Bustamante, Aldo Paviani, André Trigueiro, André Lima e Cecy Oliveira.

Além disso, será possível participar de oficinas temáticas sobre Os investimentos de capital público e o modelo de desenvolvimento nacional, Jornalismo Ambiental, Cerrado, Semiárido, Amazônia, Jornalismo e Ambientalismo, Resíduos Sólidos, Gestão da Água.

O V CBJA mantém a tradição de apostar na formação continuada de profissionais e estudantes e é uma realização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (www.jornalismoambiental.org.br). Neste ano, a iniciativa conta com o apoio do UniCEUB, Fundação Banco do Brasil, Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Agência Nacional de Águas (ANA), Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Brasília Convention Bureau e e.labore, entre outros.

É importante destacar que a Comissão Científica e organizadora do II Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental (II ENPJA) decidiu adiar o evento para o primeiro semestre de 2014. Todos os pesquisadores que submeteram trabalho ao II ENPJA foram comunicados da decisão via e-mail e receberam suas cartas de aceite ou o resultado das avaliações. A data e o local de realização ainda serão ajustados pela Comissão Organizadora do II ENPJA. A organização lamentou “não conseguir realizar este encontro de pesquisa junto com o V Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental”.

Inscrições: http://cbja-rio2011.com.br/inscreva-se-no-congresso

13:44 · 23.07.2013 / atualizado às 13:51 · 23.07.2013 por

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Brasília (DF). Entre 16 e 19 de outubro, a Capital Federal será palco do 5º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e do II Encontro Nacional de Pesquisa em Jornalismo Ambiental.

O evento acontecerá no Centro Universitário de Brasília (Uniceub) e reunirá profissionais e estudantes de Comunicação do Brasil e do Exterior, como jornalistas, assessores de imprensa, professores e pesquisadores.

O tema guarda-chuva do Congresso será os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), um conjunto de metas definido durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) para reduzir a pobreza, promover a prosperidade global e o avanço social associados à proteção do meio ambiente.

Como o bom Jornalismo pode ajudar o Brasil a se inserir nesse processo será um dos temas em debate. A pauta também estará presente em painéis dedicados a assuntos como Economia Verde; Uso e manutenção dos recursos naturais e a segurança alimentar; Bem-estar social e ocupação do território; e ainda Geração de conhecimento e Financiamento dos ODS.

Além disso, será possível participar de oficinas temáticas sobre Os investimentos de capital público e o modelo de desenvolvimento nacional; Jornalismo Ambiental; Cerrado; Semiárido; Amazônia, Jornalismo e Ambientalismo; Resíduos Sólidos; e Gestão da Água.

O 5º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental mantém a tradição de apostar na formação continuada de profissionais e estudantes e é uma realização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (www.jornalismoambiental.org.br). Neste ano, a iniciativa conta com o apoio do Uniceub, Abert, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Brasília Convention Bureau, entre outros.

As inscrições estão abertas pelo site www.jornalismoambiental.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 100 para profissionais e R$ 50 para estudantes e filiados ao Sindicato dos Jornalistas do DF.

Programação

17/10 – quinta-feira

8h – Recepção e Credenciamento

9h-9h50 – Abertura oficial

Mesa: Izabella Teixeira – Ministra do Meio Ambiente (convidada)

Reitor do UNICEUB – Getúlio Américo Moreira Lopes

RBJA Brasília – Beth Fernandes

Membro fundador da RBJA

Representante do GDF

Sindicato dos Jornalistas DF

Representante sociedade (Contag)

10h-10h50 – Palestra de Abertura – Ministra do Meio Ambiente (a confirmar) ou Sustentabilidade Ambiental para o Mundo que Queremos – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

10h50-13h – Painel 1 – Economia Verde

Economia Verde no Brasil e no mundo – MRE

A transição para a economia verde – Mônica Messenberg (CNI)

Políticas Públicas – Unicamp

Trabalho decente e empregos verdes – Contag

Moderação: Carlos Tautz (RBJA)

11h-13h – Oficina

Jornalismo Ambiental – Conceito, Histórico, Práticas e Futuro – Roberto Villar (RBJA)

13h-14h – Intervalo e Relacionamentos

14h-14h50 – Palestra de inspiração

Código Florestal – Ambientalistas, ruralistas e o papel da imprensa (ISA)

15h-17h30 – Painel 2 – Uso e manutenção dos recursos naturais e a segurança alimentar

Necessidades da humanidade e do Planeta – FAO/ONU

Equilíbrio entre produção e conservação – Global Footprint Network

Avanço da fronteira produtiva X eficiência – FGV

Tecnologia, produção e conservação – Terezinha Aparecida Borges Dias (Embrapa)

Moderador: Maristela Crispim (RBJA)

15h-17h30 – Oficina – Gestão da Água (WWF)

15h-17h30 – Oficina – Comunicação Ambiental – Silvia Marcuzzo(Diretora da ECOnvicta Comunicação para Sustentabilidade)

18/10 – sexta-feira

8h-8h50 – Credenciamento

9h00-9h50 – Palestra de inspiração – Os muitos espaços do jornalismo ambiental – André Trigueiro (RBJA / PUC/Rio)

9h-12h30 – Oficina – Cobertura jornalística e a Política Nacional de Resíduos Sólidos – Reinaldo Canto

9h-12h30Geojornalismo (atividade externa) – Gustavo Faleiros

10h-12h30 – Oficina – As fronteiras entre o jornalismo e o ambientalismo: onde um ajuda ou atrapalha o outro – Vilmar Berna (RBJA / Rebia)

10h-12h30 – Painel 3 – O Bem-estar social e o uso / ocupação do território

Ocupação urbana, crescimento e sustentabilidade – Aldo Paviani (geógrafo/UnB)

Gestão e planejamento territorial no Brasil (Ipea)

Novas tecnologias, mitos e realidades (Idhea)

Resíduos Sólidos – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib)

Ocupação desordenada e desastres naturais – Defesa Civil

Moderação: André Trigueiro (RBJA)

13h-14h – Intervalo e relacionamentos

14h-14h50 – Palestra de inspiração – Sustentabilidade Ambiental: Racionalidades em Conflito – Enrique Leff – economista mexicano, doutor em Economia do Desenvolvimento pela Sorbonne (1975), e professor de Ecologia Política e Políticas Ambientais na Pós-Graduação da Universidade Nacional Autônoma do México

15h-17h30 – Painel 4 – Geração de conhecimento e pagamento das contas dos ODS

Mudanças de Paradigmas (Secretaria Geral da PR)

Universidades estão atentas para a demanda? (Uflo)

A democratização da informação científica – Centro Rio+ ou Inesc

Desafios para o setor produtivo frente os ODS e novos paradigmas (Fiesp)

Moderação: Uniceub

15h-17h30 – Oficina – Comunicação e Meio Ambiente na Amazônia – Maria Nilda e Fabrício Ângelo (RBJA)

15h-17h30 – Oficina – Cerrado – Ocupação e Conservação (UnB)

15h30-17h30 – Oficina – Pautas da Caatinga, Semiárido e Desertificação – Maristela Crispim (RBJA)

17h-17h30 – lançamentos/ autógrafos

19/10 – sábado

8h – Recepção

9h-10h – Palestra de inspiração – A ausência da agenda ambiental nos protestos populares – Cláudio Angelo (ex-editor de Ciência da Folha de SP)

10h-12h – Debate – O futuro do jornalismo e financiamento da imprensa (RBJA / Fenaj / SJP-DF)

Moderação: Dal Marcondes (RBJA)

12h-13h – Plenária

Homenagem aos 15 anos da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA)

Relatos dos moderadores– Balanço do evento

VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental – Regras para apresentação de candidaturas

13h – Encerramento

Encontro Nacional de Pesquisa e Jornalismo Ambiental

16/10 – quarta-feira

8h30 – Credenciamento

9h-9h30 – Abertura Oficial – Mônica Prado (UniCeub)

9h30-12h – Mesa de abertura: Bases epistemológicas da Comunicação e Jornalismo Ambiental

Jornalismo Ambiental e Jornalismo de Meio Ambiente – Ilza Girardi (UFRGS)

Jornalismo Ambiental e Científico – Wilson Bueno (Metodista)

Metodologias de Pesquisa aplicadas à Comunicação e Jornalismo Ambiental – Isaltina Gomes (UFPE)

Do Jornalismo à Comunicação Ambiental – Sônia Aguiar (UFS)

13h-14h – Intervalo e relacionamentos

14h-18h – Comunicações

17/10 – quinta-feira

10h-12h – Comunicações

13h-18h – Comunicações

13h-18hII ENPJA – Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

15h-17h30 – Mesa: O estado da pesquisa

Panorama Internacional e a atuação da International Environmental Communication Association – Anabela Carvalho (Minho-PT / IECA)

Resultados de uma década de ensino e pesquisa na UFRGS – Ilza Girardi (UFRGS)

O estado da arte da pesquisa em Jornalismo Ambiental no Brasil – Dione Moura (SBPJor)

Saindo da caixa: cenários da pesquisa em Comunicação Ambiental – Sonia Aguiar (UFS)

Moderação: Gisele Neuls

17h-18hAssembleia da Rede/Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

14:08 · 28.02.2011 / atualizado às 14:13 · 28.02.2011 por

Foi definido para outubro de 2011, na cidade do Rio de Janeiro, o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental. Antes programado para 2012, o evento foi antecipado para estimular o debate pré-conferência Rio+20, marcada para o próximo ano, também na capital fluminense.

O Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental será realizado nos dias 12, 13, 14 e 15 de outubro. Além de palestras, painéis e exposições, haverá oficinas de formação para estudantes e jovens jornalistas em vários temas da pauta ambiental.

Também está prevista a realização de um encontro da Red Latino-Americana de Periodismo Ambiental (RedCalc), que reúne jornalistas que atuam com pautas ambientais e de sustentabilidade em toda a América Latina.

Em breve as entidades realizadoras do Congresso, como a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA), Rede Brasileira de Informação Ambiental (Rebia), Associação Brasileira de Mídias Ambientais (Ecomídias) e Instituto Envolverde lançarão uma página na WEB com o banner e informações complementares sobre o evento.

Fonte: http://www.ruscheleassociados.com.br/2011/02/iv-congresso-brasileiro-de-jornalismo-ambiental-sera-em-outubro-de-2011/