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Categoria: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS)


19:30 · 25.09.2015 / atualizado às 19:50 · 25.09.2015 por

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Uma nova agenda global para acabar com a pobreza até 2030 e buscar um futuro sustentável para todos no Planeta foi adotada, nesta sexta-feira (25), por unanimidade, pelos 193 Estados-membros das Nações Unidas (ONU), no início da Cúpula da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável 2015.
A histórica adoção da nova Agenda de Desenvolvimento Sustentável, com 17 Objetivos Globais, foi recebida com aplauso das delegações que incluíam muitos dos líderes de mais de 150 países  que estão participaram da abertura da Cúpula na sede da ONU, em Nova York.
Inaugurando uma nova era de ação nacional e da cooperação internacional, a nova agenda compromete todos os países a tomar uma série de ações que não somente enfrentarão as causas profundas da pobreza, mas também aumentarão o crescimento econômico e a prosperidade, além de atender os problemas ligados à saúde, educação e necessidades sociais das pessoas e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente.
Durante a cerimônia de abertura da Cúpula, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse: “A nova agenda é uma promessa dos líderes para todas as pessoas em todos os lugares. É uma visão universal, integrada e de transformação para um mundo melhor”.
Ele destacou, ainda: “O verdadeiro teste do compromisso com a Agenda 2030 será sua implementação. Precisamos da ação de todos, em toda parte. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são o nosso guia. Eles são uma lista de coisas a fazer para as pessoas e o Planeta, e um plano para o sucesso”, encerrou.
A adoção oficial da Agenda de Desenvolvimento Sustentável aconteceu logo depois que o papa Francisco se dirigiu à Assembleia Geral afirmando: “A adoção da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável na Cúpula Mundial, que abre hoje, é um sinal importante de esperança”.
O documento oficial que será aprovado na Cúpula – em português – está disponível em http://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/

Fonte: Nações Unidas no Brasil

10:33 · 22.05.2015 / atualizado às 10:33 · 22.05.2015 por
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A peça audiovisual faz parte de uma campanha mundial para apoiar a transição dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio  (ODM) para o novo conjunto de metas da agenda de desenvolvimento pós-2015, que deverá ser adotado pelos países em setembro
“Somos a primeira geração que tem os recursos e tecnologias para eliminar a pobreza, mas somos provavelmente a última geração que pode impedir que a mudança global do clima destrua tudo o que temos,” afirmou o conselheiro sênior de Políticas Públicas do Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud), Paul Ladd. A declaração resume a importância deste momento para o desenvolvimento sustentável e inclusivo, em um ano em que líderes mundiais têm a oportunidade histórica de dar prosseguimento a importantes transformações nas áreas econômica, ambiental e social.
Em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, os países membros da Organização chegarão a um acordo final sobre a nova agenda global de desenvolvimento, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Nesse contexto, a Secretaria Geral da ONU, lançou, em janeiro, a ampla campanha de incidência e mobilização “2015: Momento de Ação Global” que preparará o terreno para a implementação dos ODS mundialmente.
O Pnud alinhou sua estratégia de comunicação a essa campanha e desenvolverá, ao longo do ano, ações, produtos e atividades com o objetivo de mobilizar apoio global – de cidadãos em geral, da sociedade civil organizada, da imprensa, dos tomadores de decisão, do setor privado, da academia, dentre outros atores – para questões que afetam a vida das pessoas, incluindo:

O aceleramento para o cumprimento dos ODM

A definição da nova e audaciosa agenda de desenvolvimento

O estabelecimento de novos fluxos de financiamento para a sustentabilidade

O alcance de um acordo global sobre o clima

A primeira ação da campanha no Pnud é o vídeo acima, que reflete sobre o histórico e o contexto da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015: “Temos uma responsabilidade compartilhada para entregar uma agenda que reflita as esperanças e as aspirações dos povos do mundo. É necessária uma ação concertada para enfrentar grandes desafios atuais e futuros. Parcerias amplas serão necessárias para o alcance do desenvolvimento sustentável”, disse a administradora do Pnud, Helen Clark.
O Pnud está colaborando com diversos países para o êxito no cumprimento dos ODM desde 2000, quando teve início a primeira agenda de desenvolvimento global. A partir de setembro deste ano, o Programa dará início a ações de apoio a governos, empresas e sociedade civil organizada na transição entre as agendas de desenvolvimento.
“Esse é um processo natural, uma vez que o planejamento estratégico do Pnud já está completamente alinhado aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável atualmente em discussão, em especial os objetivos relacionados à pobreza, governança, e mudança global do clima, particularmente relacionados ao trabalho atual do Pnud e aos planos de longo prazo,” afirma o representante residente do Pnud no Brasil, Jorge Chediek.
Construção da nova agenda
Os ODS propostos, baseados inclusive em consultas públicas em todo o mundo, têm como ponto de partida os ODM e vêm ampliá-los e aprofundá-los, além de responder a novos desafios. Os ODS constituem um conjunto integrado e indivisível de prioridades globais para o desenvolvimento sustentável, a chamada Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.
Em relatório lançado no início deste ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirma que nunca houve consulta tão ampla e profunda sobre desenvolvimento. A Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 começou a ser elaborada a partir da Rio+20 e contou com apoio e colaboração de governos, empresários, especialistas, todo o Sistema ONU e milhares de pessoas ao redor do mundo, por meio de consultas presenciais e online, com a utilização da plataforma MY World (MEU Mundo).
O relatório do secretário-geral afirma que o sucesso da nova agenda dependerá do poder de inspirar e mobilizar agentes essenciais, novos parceiros, governantes e cidadãos de todo o mundo. Para isso, ela deverá ser baseada nas experiências e nas necessidades das pessoas e deverá assegurar que a transição dos ODM para objetivos mais amplos de desenvolvimento sustentável seja efetiva e internalizada nas políticas e programas de cada país.

Fonte: ONU Brasil

11:10 · 25.09.2013 / atualizado às 21:51 · 25.09.2013 por
Marina Grossi, presidente do CEBDS, enfatizou o papel transformador que cada um pode exercer Foto: Divulgação / Sustentável 2013
Marina Grossi, presidente do CEBDS, enfatizou o papel transformador que cada um pode exercer para uma grande mudança em nosso País Foto: Divulgação / Sustentável 2013

VI Congresso Internacional Sustentável 2013 com foco na agenda de ações até 2020 para um Brasil sustentável em 2050 (baseado no documento Visão Brasil 2050 – uma nova agenda de negócios para o País, promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), reuniu ontem (24 de setembro), no Espaço Tom Jobim (Jardim Botânico, Rio de Janeiro), empresários, executivos, governo, sociedade civil e diversos outros atores para discutir a agenda da sustentabilidade para o nosso País nos próximos anos.

Antes mesmo da abertura, a atriz Clarice Niskier fez uma apresentação concluída pela frase “haverá maior solidão que a ausência de si?”. Logo em seguida, ao tomar a palavra, Marina Grossi, presidente executiva do CEBDS, agradeceu a Clarissa por lembrar que “cada um de nós tem um papel para a transformação subversiva que queremos. Para uma grande mudança social é preciso despertar o desejo individual que une todos nós que trabalhamos por um mundo mais sustentável”.

Rômulo Paes de Sousa, diretor do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+), afirmou que o Brasil tem se apresentado de uma forma assertiva nesse debate, com um avanço político importante e capacidade de interferir na construção de ideias. Ele só acredita que devemos promover uma convergência maior, fazer isso de uma forma mais inteligente.

Philippe Joubert, que é senior advisor do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), num Português com vários sotaques, disse que essa agenda não progrediu com a velocidade desejada para 9 bilhões de habitantes viveram bem nos limites aceitáveis para o Planeta. “A natureza nos dá sinais cada vez mais claros de que estamos extrapolando o limite. Nós do ‘business’ sabemos que não podemos num mundo em chamas pagar pelos serviços da natureza com um cheque sem fundos”.

Por vídeo exibido no telão, Jeffrey Sachs, director of The Earth Institute at Columbia University, também deu sua mensagem na Sustentável 2013. Ele disse que a agenda do Desenvolvimento Sustentável está no centro da agenda do Aquecimento Global, da Biodiversidade, da Desertificação. Lembrou que, como resultado da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) ficou o compromisso de adotar um sistemas de Metas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Ele destacou, no entanto, que “sem termos econômicos e sociais que promovam oportunidades, não será suficiente. É preciso transformar tecnologias, relações com clientes, pensar em como fazer nossas cidades resilientes, como proteger a Amazônia. Todas as cidades precisarão de sistemas de soluções para o Desenvolvimento Sustentável”, concluiu.

Maristela Crispim

Viajou a convite do CEBDS

13:44 · 23.07.2013 / atualizado às 13:51 · 23.07.2013 por

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Brasília (DF). Entre 16 e 19 de outubro, a Capital Federal será palco do 5º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e do II Encontro Nacional de Pesquisa em Jornalismo Ambiental.

O evento acontecerá no Centro Universitário de Brasília (Uniceub) e reunirá profissionais e estudantes de Comunicação do Brasil e do Exterior, como jornalistas, assessores de imprensa, professores e pesquisadores.

O tema guarda-chuva do Congresso será os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), um conjunto de metas definido durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) para reduzir a pobreza, promover a prosperidade global e o avanço social associados à proteção do meio ambiente.

Como o bom Jornalismo pode ajudar o Brasil a se inserir nesse processo será um dos temas em debate. A pauta também estará presente em painéis dedicados a assuntos como Economia Verde; Uso e manutenção dos recursos naturais e a segurança alimentar; Bem-estar social e ocupação do território; e ainda Geração de conhecimento e Financiamento dos ODS.

Além disso, será possível participar de oficinas temáticas sobre Os investimentos de capital público e o modelo de desenvolvimento nacional; Jornalismo Ambiental; Cerrado; Semiárido; Amazônia, Jornalismo e Ambientalismo; Resíduos Sólidos; e Gestão da Água.

O 5º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental mantém a tradição de apostar na formação continuada de profissionais e estudantes e é uma realização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (www.jornalismoambiental.org.br). Neste ano, a iniciativa conta com o apoio do Uniceub, Abert, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Brasília Convention Bureau, entre outros.

As inscrições estão abertas pelo site www.jornalismoambiental.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 100 para profissionais e R$ 50 para estudantes e filiados ao Sindicato dos Jornalistas do DF.

Programação

17/10 – quinta-feira

8h – Recepção e Credenciamento

9h-9h50 – Abertura oficial

Mesa: Izabella Teixeira – Ministra do Meio Ambiente (convidada)

Reitor do UNICEUB – Getúlio Américo Moreira Lopes

RBJA Brasília – Beth Fernandes

Membro fundador da RBJA

Representante do GDF

Sindicato dos Jornalistas DF

Representante sociedade (Contag)

10h-10h50 – Palestra de Abertura – Ministra do Meio Ambiente (a confirmar) ou Sustentabilidade Ambiental para o Mundo que Queremos – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

10h50-13h – Painel 1 – Economia Verde

Economia Verde no Brasil e no mundo – MRE

A transição para a economia verde – Mônica Messenberg (CNI)

Políticas Públicas – Unicamp

Trabalho decente e empregos verdes – Contag

Moderação: Carlos Tautz (RBJA)

11h-13h – Oficina

Jornalismo Ambiental – Conceito, Histórico, Práticas e Futuro – Roberto Villar (RBJA)

13h-14h – Intervalo e Relacionamentos

14h-14h50 – Palestra de inspiração

Código Florestal – Ambientalistas, ruralistas e o papel da imprensa (ISA)

15h-17h30 – Painel 2 – Uso e manutenção dos recursos naturais e a segurança alimentar

Necessidades da humanidade e do Planeta – FAO/ONU

Equilíbrio entre produção e conservação – Global Footprint Network

Avanço da fronteira produtiva X eficiência – FGV

Tecnologia, produção e conservação – Terezinha Aparecida Borges Dias (Embrapa)

Moderador: Maristela Crispim (RBJA)

15h-17h30 – Oficina – Gestão da Água (WWF)

15h-17h30 – Oficina – Comunicação Ambiental – Silvia Marcuzzo(Diretora da ECOnvicta Comunicação para Sustentabilidade)

18/10 – sexta-feira

8h-8h50 – Credenciamento

9h00-9h50 – Palestra de inspiração – Os muitos espaços do jornalismo ambiental – André Trigueiro (RBJA / PUC/Rio)

9h-12h30 – Oficina – Cobertura jornalística e a Política Nacional de Resíduos Sólidos – Reinaldo Canto

9h-12h30Geojornalismo (atividade externa) – Gustavo Faleiros

10h-12h30 – Oficina – As fronteiras entre o jornalismo e o ambientalismo: onde um ajuda ou atrapalha o outro – Vilmar Berna (RBJA / Rebia)

10h-12h30 – Painel 3 – O Bem-estar social e o uso / ocupação do território

Ocupação urbana, crescimento e sustentabilidade – Aldo Paviani (geógrafo/UnB)

Gestão e planejamento territorial no Brasil (Ipea)

Novas tecnologias, mitos e realidades (Idhea)

Resíduos Sólidos – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib)

Ocupação desordenada e desastres naturais – Defesa Civil

Moderação: André Trigueiro (RBJA)

13h-14h – Intervalo e relacionamentos

14h-14h50 – Palestra de inspiração – Sustentabilidade Ambiental: Racionalidades em Conflito – Enrique Leff – economista mexicano, doutor em Economia do Desenvolvimento pela Sorbonne (1975), e professor de Ecologia Política e Políticas Ambientais na Pós-Graduação da Universidade Nacional Autônoma do México

15h-17h30 – Painel 4 – Geração de conhecimento e pagamento das contas dos ODS

Mudanças de Paradigmas (Secretaria Geral da PR)

Universidades estão atentas para a demanda? (Uflo)

A democratização da informação científica – Centro Rio+ ou Inesc

Desafios para o setor produtivo frente os ODS e novos paradigmas (Fiesp)

Moderação: Uniceub

15h-17h30 – Oficina – Comunicação e Meio Ambiente na Amazônia – Maria Nilda e Fabrício Ângelo (RBJA)

15h-17h30 – Oficina – Cerrado – Ocupação e Conservação (UnB)

15h30-17h30 – Oficina – Pautas da Caatinga, Semiárido e Desertificação – Maristela Crispim (RBJA)

17h-17h30 – lançamentos/ autógrafos

19/10 – sábado

8h – Recepção

9h-10h – Palestra de inspiração – A ausência da agenda ambiental nos protestos populares – Cláudio Angelo (ex-editor de Ciência da Folha de SP)

10h-12h – Debate – O futuro do jornalismo e financiamento da imprensa (RBJA / Fenaj / SJP-DF)

Moderação: Dal Marcondes (RBJA)

12h-13h – Plenária

Homenagem aos 15 anos da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA)

Relatos dos moderadores– Balanço do evento

VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental – Regras para apresentação de candidaturas

13h – Encerramento

Encontro Nacional de Pesquisa e Jornalismo Ambiental

16/10 – quarta-feira

8h30 – Credenciamento

9h-9h30 – Abertura Oficial – Mônica Prado (UniCeub)

9h30-12h – Mesa de abertura: Bases epistemológicas da Comunicação e Jornalismo Ambiental

Jornalismo Ambiental e Jornalismo de Meio Ambiente – Ilza Girardi (UFRGS)

Jornalismo Ambiental e Científico – Wilson Bueno (Metodista)

Metodologias de Pesquisa aplicadas à Comunicação e Jornalismo Ambiental – Isaltina Gomes (UFPE)

Do Jornalismo à Comunicação Ambiental – Sônia Aguiar (UFS)

13h-14h – Intervalo e relacionamentos

14h-18h – Comunicações

17/10 – quinta-feira

10h-12h – Comunicações

13h-18h – Comunicações

13h-18hII ENPJA – Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

15h-17h30 – Mesa: O estado da pesquisa

Panorama Internacional e a atuação da International Environmental Communication Association – Anabela Carvalho (Minho-PT / IECA)

Resultados de uma década de ensino e pesquisa na UFRGS – Ilza Girardi (UFRGS)

O estado da arte da pesquisa em Jornalismo Ambiental no Brasil – Dione Moura (SBPJor)

Saindo da caixa: cenários da pesquisa em Comunicação Ambiental – Sonia Aguiar (UFS)

Moderação: Gisele Neuls

17h-18hAssembleia da Rede/Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental