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Categoria: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS)


10:00 · 27.06.2018 / atualizado às 15:15 · 26.06.2018 por

Podem participar governos, organizações com fins lucrativos, organizações sem fins lucrativos e instituições de ensino, pesquisa e extensão

As inscrições para o Prêmio Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Prêmio ODS Brasil) vão até do dia 29 de junho, próxima sexta-feira, e podem ser feitas, de forma gratuita, no portal ODS Brasil.

O prêmio está dividido em quatro categorias:

  • Governos
  • Organizações com fins lucrativos
  • Organizações sem fins lucrativos
  • Instituições de ensino, pesquisa e extensão

Cada entidade poderá inscrever até três práticas da sua categoria, devendo cada uma ser inscrita separadamente.

A prática somente poderá ter a sua inscrição efetivada na 1ª Edição do Prêmio ODS Brasil se: estiver em vigência há, pelo menos, 12 meses completados até 1º de maio de 2018; apresentar e comprovar o atendimento aos critérios previstos no regulamento; e apresentar o preenchimento correto de todos os campos do formulário e o comprovante de inscrição e de situação cadastral do CNPJ ativo.

O processo de seleção das práticas será realizado em três etapas:

  • Etapa I – Validação da documentação: a Secretaria-Executiva do Prêmio verificará a documentação e o enquadramento aos requisitos do item 6 do Regulamento do Prêmio
  • Etapa II – Pré-seleção: o Comitê Técnico avaliará as práticas validadas na etapa I. Nessa etapa serão pré-selecionadas até 40 práticas finalistas, sendo até 10 práticas por categoria do Prêmio
  • Etapa III – Seleção final: o Júri realizará, a partir do resultado da etapa II, a classificação final das práticas a serem premiadas

Premiação

As instituições responsáveis pelas práticas selecionadas em 1º, 2º e 3º lugares pelo Júri serão premiadas, simbolicamente, com o Prêmio ODS Brasil 2018 em cada categoria. Os demais classificados da etapa III receberão um diploma de menção honrosa.

Todas as instituições responsáveis pelas práticas qualificadas para a etapa II do Prêmio receberão certificado de participação. A cerimônia de premiação será realizada em Brasília, no mês de dezembro de 2018.

A iniciativa tem o propósito de estimular o envolvimento dos diversos segmentos da sociedade e de governo para o fomento de práticas que contribuam para as dimensões sociais, ambientais, econômicas e institucionais.

De responsabilidade da Secretaria de Governo da Presidência da República (Segov), o prêmio também tem o objetivo de constituir e alimentar um “banco de práticas” que servirá de referência para a implementação e a disseminação da Agenda 2030.

Agenda 2030

A Agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) faz parte de um Protocolo Internacional, assinado por 193 países, na Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), em setembro de 2015, onde o governo brasileiro assumiu o compromisso de adotar um modelo de desenvolvimento sustentável, com metas a serem alcançadas até 2030.

Com o propósito de incluir o máximo de nações, foram definidos 17 Objetivos, 169 Metas e 232 Indicadores, a serem cumpridos até 2030. Entre os temas relevantes, estão: erradicação da pobreza, saúde, educação, trabalho decente, inovação, consumo sustentável, combate à mudança do clima, paz e parcerias.

No Portal ODS Brasil é possível preencher os formulários e ter acesso ao Regulamento do Prêmio.

Fonte: Ascom/MMA

10:30 · 29.05.2018 / atualizado às 20:46 · 28.05.2018 por


Uma agenda desafiadora que tem mobilizado a atenção de 193 países, com a meta de, em apenas 12 anos, buscar caminhos em direção a um mundo que integre aspectos sociais, energéticos, econômicos e ambientais, com segurança e equidade para os povos.

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ratificados em 2015, durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, na sede da ONU, em Nova Iorque, representam essa proposta e reforçam a necessidade de participação de todos os segmentos da sociedade internacional para que os 17 objetivos e 169 metas se transformem em ações delineadoras do futuro.

E foi na ciência desenvolvida em laboratórios e campos experimentais de todo o Brasil, com a colaboração de instituições parceiras, que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi buscar seus principais resultados, para reuni-los na coleção “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” (Coleção ODS), lançada na programação de aniversário da Empresa, no dia 24 de abril, em Brasília. São ao todo 18 títulos, sendo um institucional, intitulado “Pesquisa e Inovação Agropecuária na Agenda 2030: contribuições da Embrapa”, e 17 sobre as pesquisas relacionadas a cada um dos Objetivos.

No fim de cada um dos títulos, foi dedicado um capítulo sobre as perspectivas, oportunidades e desafios tecnológicos em cada tema dos ODS, com foco nos cenários para a próxima década.

Para a Embrapa, os desafios institucionais, a internalização da Agenda 2030, a capacidade de antecipação, a orientação para os impactos desejados, a gestão da informação e do conhecimento, a consolidação de redes, parcerias e alianças e contribuição para as políticas públicas são apenas algumas das diretrizes que vão nortear com mais atenção a agenda dos próximos anos.

Segundo a gerente de Macroestratégia da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire), pesquisadora Daniela Lopes, a transversalidade das tecnologias desenvolvidas pela Embrapa reforçam a importância da pesquisa. “As fossas sépticas biodigestoras, por exemplo, se alinham aos ODS 3, 6 e 11 e os alimentos biofortificados se vinculam aos ODS 1, 2 e 3”, diz. “O mesmo ocorre com várias outras tecnologias”.

Esforço conjunto

O trabalho de produção da coleção de e-books, que reuniu algumas das contribuições da Embrapa e parceiros a todos os 17 ODS e a 76 metas, do total de 169 listadas pela ONU, envolveu o trabalho 308 autores e 70 editores, que, em cerca de quatro meses, prepararam os conteúdos para que fossem enviados, em janeiro de 2018, para as equipes de editoração e revisão, compostas por cinco editores, sete revisores, três bibliotecárias e dois designers.

As reuniões para acertar os detalhes e acompanhar a produção demandaram mais de 34 horas em 17 videoconferências, sem contar centenas de telefonemas e e-mails entre os membros da rede.

Para identificar essa grande equipe, o primeiro passo foi buscar no Quaesta, ferramenta computacional de pesquisa em projetos da Embrapa, pesquisadores que trabalham com os temas relacionados aos ODS e, a partir dos 150 nomes evidenciados no levantamento, foram feitas as indicações para editores técnicos e autores na empresa e em instituições parceiras.

Simultaneamente à preparação dos e-books, outra frente de trabalho se formou em articulação com a então Secretaria de Comunicação (Secom) da Embrapa e o Departamento de Tecnologia da Informação, para elaborar uma página na internet com informações sobre os ODS e a contribuição da pesquisa da Embrapa na agenda internacional, a partir do alinhamento com os 12 Objetivos Estratégicos estabelecidos no VI Plano Diretor da Embrapa (PDE).

Como acessar

As publicações são editadas no formato ePub, padrão adotado internacionalmente para livros eletrônicos, desenvolvido para que a apresentação do conteúdo se ajuste a diferentes tamanhos de telas de dispositivos.

O leitor não é obrigado a pagar pelo programa necessário para ler o arquivo diretamente na tela do seu computador, celular ou tablet, pois vários deles podem ser instalados gratuitamente, e a maioria dos tablets já vêm com programa leitor de ePub.

No caso de celulares, entre os programas gratuitos estão o Google Play Livros (para sistemas Android), Calibre (para Windows e Linux) e iBook (para iOS). Para leitura em computadores e laptops, é necessário a instalção de plugins, como o EpubReader para o navegador Firefox e o Readium para usuários do navegador Chrome.

Os e-books podem ser acessados em:

www.embrapa.br/45-anos/publicacoes

19:30 · 25.09.2015 / atualizado às 19:50 · 25.09.2015 por

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Uma nova agenda global para acabar com a pobreza até 2030 e buscar um futuro sustentável para todos no Planeta foi adotada, nesta sexta-feira (25), por unanimidade, pelos 193 Estados-membros das Nações Unidas (ONU), no início da Cúpula da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável 2015.
A histórica adoção da nova Agenda de Desenvolvimento Sustentável, com 17 Objetivos Globais, foi recebida com aplauso das delegações que incluíam muitos dos líderes de mais de 150 países  que estão participaram da abertura da Cúpula na sede da ONU, em Nova York.
Inaugurando uma nova era de ação nacional e da cooperação internacional, a nova agenda compromete todos os países a tomar uma série de ações que não somente enfrentarão as causas profundas da pobreza, mas também aumentarão o crescimento econômico e a prosperidade, além de atender os problemas ligados à saúde, educação e necessidades sociais das pessoas e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente.
Durante a cerimônia de abertura da Cúpula, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse: “A nova agenda é uma promessa dos líderes para todas as pessoas em todos os lugares. É uma visão universal, integrada e de transformação para um mundo melhor”.
Ele destacou, ainda: “O verdadeiro teste do compromisso com a Agenda 2030 será sua implementação. Precisamos da ação de todos, em toda parte. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são o nosso guia. Eles são uma lista de coisas a fazer para as pessoas e o Planeta, e um plano para o sucesso”, encerrou.
A adoção oficial da Agenda de Desenvolvimento Sustentável aconteceu logo depois que o papa Francisco se dirigiu à Assembleia Geral afirmando: “A adoção da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável na Cúpula Mundial, que abre hoje, é um sinal importante de esperança”.
O documento oficial que será aprovado na Cúpula – em português – está disponível em http://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/

Fonte: Nações Unidas no Brasil

10:33 · 22.05.2015 / atualizado às 10:33 · 22.05.2015 por
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A peça audiovisual faz parte de uma campanha mundial para apoiar a transição dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio  (ODM) para o novo conjunto de metas da agenda de desenvolvimento pós-2015, que deverá ser adotado pelos países em setembro
“Somos a primeira geração que tem os recursos e tecnologias para eliminar a pobreza, mas somos provavelmente a última geração que pode impedir que a mudança global do clima destrua tudo o que temos,” afirmou o conselheiro sênior de Políticas Públicas do Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud), Paul Ladd. A declaração resume a importância deste momento para o desenvolvimento sustentável e inclusivo, em um ano em que líderes mundiais têm a oportunidade histórica de dar prosseguimento a importantes transformações nas áreas econômica, ambiental e social.
Em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, os países membros da Organização chegarão a um acordo final sobre a nova agenda global de desenvolvimento, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Nesse contexto, a Secretaria Geral da ONU, lançou, em janeiro, a ampla campanha de incidência e mobilização “2015: Momento de Ação Global” que preparará o terreno para a implementação dos ODS mundialmente.
O Pnud alinhou sua estratégia de comunicação a essa campanha e desenvolverá, ao longo do ano, ações, produtos e atividades com o objetivo de mobilizar apoio global – de cidadãos em geral, da sociedade civil organizada, da imprensa, dos tomadores de decisão, do setor privado, da academia, dentre outros atores – para questões que afetam a vida das pessoas, incluindo:

O aceleramento para o cumprimento dos ODM

A definição da nova e audaciosa agenda de desenvolvimento

O estabelecimento de novos fluxos de financiamento para a sustentabilidade

O alcance de um acordo global sobre o clima

A primeira ação da campanha no Pnud é o vídeo acima, que reflete sobre o histórico e o contexto da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015: “Temos uma responsabilidade compartilhada para entregar uma agenda que reflita as esperanças e as aspirações dos povos do mundo. É necessária uma ação concertada para enfrentar grandes desafios atuais e futuros. Parcerias amplas serão necessárias para o alcance do desenvolvimento sustentável”, disse a administradora do Pnud, Helen Clark.
O Pnud está colaborando com diversos países para o êxito no cumprimento dos ODM desde 2000, quando teve início a primeira agenda de desenvolvimento global. A partir de setembro deste ano, o Programa dará início a ações de apoio a governos, empresas e sociedade civil organizada na transição entre as agendas de desenvolvimento.
“Esse é um processo natural, uma vez que o planejamento estratégico do Pnud já está completamente alinhado aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável atualmente em discussão, em especial os objetivos relacionados à pobreza, governança, e mudança global do clima, particularmente relacionados ao trabalho atual do Pnud e aos planos de longo prazo,” afirma o representante residente do Pnud no Brasil, Jorge Chediek.
Construção da nova agenda
Os ODS propostos, baseados inclusive em consultas públicas em todo o mundo, têm como ponto de partida os ODM e vêm ampliá-los e aprofundá-los, além de responder a novos desafios. Os ODS constituem um conjunto integrado e indivisível de prioridades globais para o desenvolvimento sustentável, a chamada Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.
Em relatório lançado no início deste ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirma que nunca houve consulta tão ampla e profunda sobre desenvolvimento. A Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 começou a ser elaborada a partir da Rio+20 e contou com apoio e colaboração de governos, empresários, especialistas, todo o Sistema ONU e milhares de pessoas ao redor do mundo, por meio de consultas presenciais e online, com a utilização da plataforma MY World (MEU Mundo).
O relatório do secretário-geral afirma que o sucesso da nova agenda dependerá do poder de inspirar e mobilizar agentes essenciais, novos parceiros, governantes e cidadãos de todo o mundo. Para isso, ela deverá ser baseada nas experiências e nas necessidades das pessoas e deverá assegurar que a transição dos ODM para objetivos mais amplos de desenvolvimento sustentável seja efetiva e internalizada nas políticas e programas de cada país.

Fonte: ONU Brasil

11:10 · 25.09.2013 / atualizado às 21:51 · 25.09.2013 por
Marina Grossi, presidente do CEBDS, enfatizou o papel transformador que cada um pode exercer Foto: Divulgação / Sustentável 2013
Marina Grossi, presidente do CEBDS, enfatizou o papel transformador que cada um pode exercer para uma grande mudança em nosso País Foto: Divulgação / Sustentável 2013

VI Congresso Internacional Sustentável 2013 com foco na agenda de ações até 2020 para um Brasil sustentável em 2050 (baseado no documento Visão Brasil 2050 – uma nova agenda de negócios para o País, promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), reuniu ontem (24 de setembro), no Espaço Tom Jobim (Jardim Botânico, Rio de Janeiro), empresários, executivos, governo, sociedade civil e diversos outros atores para discutir a agenda da sustentabilidade para o nosso País nos próximos anos.

Antes mesmo da abertura, a atriz Clarice Niskier fez uma apresentação concluída pela frase “haverá maior solidão que a ausência de si?”. Logo em seguida, ao tomar a palavra, Marina Grossi, presidente executiva do CEBDS, agradeceu a Clarissa por lembrar que “cada um de nós tem um papel para a transformação subversiva que queremos. Para uma grande mudança social é preciso despertar o desejo individual que une todos nós que trabalhamos por um mundo mais sustentável”.

Rômulo Paes de Sousa, diretor do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+), afirmou que o Brasil tem se apresentado de uma forma assertiva nesse debate, com um avanço político importante e capacidade de interferir na construção de ideias. Ele só acredita que devemos promover uma convergência maior, fazer isso de uma forma mais inteligente.

Philippe Joubert, que é senior advisor do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), num Português com vários sotaques, disse que essa agenda não progrediu com a velocidade desejada para 9 bilhões de habitantes viveram bem nos limites aceitáveis para o Planeta. “A natureza nos dá sinais cada vez mais claros de que estamos extrapolando o limite. Nós do ‘business’ sabemos que não podemos num mundo em chamas pagar pelos serviços da natureza com um cheque sem fundos”.

Por vídeo exibido no telão, Jeffrey Sachs, director of The Earth Institute at Columbia University, também deu sua mensagem na Sustentável 2013. Ele disse que a agenda do Desenvolvimento Sustentável está no centro da agenda do Aquecimento Global, da Biodiversidade, da Desertificação. Lembrou que, como resultado da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) ficou o compromisso de adotar um sistemas de Metas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Ele destacou, no entanto, que “sem termos econômicos e sociais que promovam oportunidades, não será suficiente. É preciso transformar tecnologias, relações com clientes, pensar em como fazer nossas cidades resilientes, como proteger a Amazônia. Todas as cidades precisarão de sistemas de soluções para o Desenvolvimento Sustentável”, concluiu.

Maristela Crispim

Viajou a convite do CEBDS

13:44 · 23.07.2013 / atualizado às 13:51 · 23.07.2013 por

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Brasília (DF). Entre 16 e 19 de outubro, a Capital Federal será palco do 5º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e do II Encontro Nacional de Pesquisa em Jornalismo Ambiental.

O evento acontecerá no Centro Universitário de Brasília (Uniceub) e reunirá profissionais e estudantes de Comunicação do Brasil e do Exterior, como jornalistas, assessores de imprensa, professores e pesquisadores.

O tema guarda-chuva do Congresso será os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), um conjunto de metas definido durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) para reduzir a pobreza, promover a prosperidade global e o avanço social associados à proteção do meio ambiente.

Como o bom Jornalismo pode ajudar o Brasil a se inserir nesse processo será um dos temas em debate. A pauta também estará presente em painéis dedicados a assuntos como Economia Verde; Uso e manutenção dos recursos naturais e a segurança alimentar; Bem-estar social e ocupação do território; e ainda Geração de conhecimento e Financiamento dos ODS.

Além disso, será possível participar de oficinas temáticas sobre Os investimentos de capital público e o modelo de desenvolvimento nacional; Jornalismo Ambiental; Cerrado; Semiárido; Amazônia, Jornalismo e Ambientalismo; Resíduos Sólidos; e Gestão da Água.

O 5º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental mantém a tradição de apostar na formação continuada de profissionais e estudantes e é uma realização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (www.jornalismoambiental.org.br). Neste ano, a iniciativa conta com o apoio do Uniceub, Abert, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Brasília Convention Bureau, entre outros.

As inscrições estão abertas pelo site www.jornalismoambiental.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 100 para profissionais e R$ 50 para estudantes e filiados ao Sindicato dos Jornalistas do DF.

Programação

17/10 – quinta-feira

8h – Recepção e Credenciamento

9h-9h50 – Abertura oficial

Mesa: Izabella Teixeira – Ministra do Meio Ambiente (convidada)

Reitor do UNICEUB – Getúlio Américo Moreira Lopes

RBJA Brasília – Beth Fernandes

Membro fundador da RBJA

Representante do GDF

Sindicato dos Jornalistas DF

Representante sociedade (Contag)

10h-10h50 – Palestra de Abertura – Ministra do Meio Ambiente (a confirmar) ou Sustentabilidade Ambiental para o Mundo que Queremos – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

10h50-13h – Painel 1 – Economia Verde

Economia Verde no Brasil e no mundo – MRE

A transição para a economia verde – Mônica Messenberg (CNI)

Políticas Públicas – Unicamp

Trabalho decente e empregos verdes – Contag

Moderação: Carlos Tautz (RBJA)

11h-13h – Oficina

Jornalismo Ambiental – Conceito, Histórico, Práticas e Futuro – Roberto Villar (RBJA)

13h-14h – Intervalo e Relacionamentos

14h-14h50 – Palestra de inspiração

Código Florestal – Ambientalistas, ruralistas e o papel da imprensa (ISA)

15h-17h30 – Painel 2 – Uso e manutenção dos recursos naturais e a segurança alimentar

Necessidades da humanidade e do Planeta – FAO/ONU

Equilíbrio entre produção e conservação – Global Footprint Network

Avanço da fronteira produtiva X eficiência – FGV

Tecnologia, produção e conservação – Terezinha Aparecida Borges Dias (Embrapa)

Moderador: Maristela Crispim (RBJA)

15h-17h30 – Oficina – Gestão da Água (WWF)

15h-17h30 – Oficina – Comunicação Ambiental – Silvia Marcuzzo(Diretora da ECOnvicta Comunicação para Sustentabilidade)

18/10 – sexta-feira

8h-8h50 – Credenciamento

9h00-9h50 – Palestra de inspiração – Os muitos espaços do jornalismo ambiental – André Trigueiro (RBJA / PUC/Rio)

9h-12h30 – Oficina – Cobertura jornalística e a Política Nacional de Resíduos Sólidos – Reinaldo Canto

9h-12h30Geojornalismo (atividade externa) – Gustavo Faleiros

10h-12h30 – Oficina – As fronteiras entre o jornalismo e o ambientalismo: onde um ajuda ou atrapalha o outro – Vilmar Berna (RBJA / Rebia)

10h-12h30 – Painel 3 – O Bem-estar social e o uso / ocupação do território

Ocupação urbana, crescimento e sustentabilidade – Aldo Paviani (geógrafo/UnB)

Gestão e planejamento territorial no Brasil (Ipea)

Novas tecnologias, mitos e realidades (Idhea)

Resíduos Sólidos – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib)

Ocupação desordenada e desastres naturais – Defesa Civil

Moderação: André Trigueiro (RBJA)

13h-14h – Intervalo e relacionamentos

14h-14h50 – Palestra de inspiração – Sustentabilidade Ambiental: Racionalidades em Conflito – Enrique Leff – economista mexicano, doutor em Economia do Desenvolvimento pela Sorbonne (1975), e professor de Ecologia Política e Políticas Ambientais na Pós-Graduação da Universidade Nacional Autônoma do México

15h-17h30 – Painel 4 – Geração de conhecimento e pagamento das contas dos ODS

Mudanças de Paradigmas (Secretaria Geral da PR)

Universidades estão atentas para a demanda? (Uflo)

A democratização da informação científica – Centro Rio+ ou Inesc

Desafios para o setor produtivo frente os ODS e novos paradigmas (Fiesp)

Moderação: Uniceub

15h-17h30 – Oficina – Comunicação e Meio Ambiente na Amazônia – Maria Nilda e Fabrício Ângelo (RBJA)

15h-17h30 – Oficina – Cerrado – Ocupação e Conservação (UnB)

15h30-17h30 – Oficina – Pautas da Caatinga, Semiárido e Desertificação – Maristela Crispim (RBJA)

17h-17h30 – lançamentos/ autógrafos

19/10 – sábado

8h – Recepção

9h-10h – Palestra de inspiração – A ausência da agenda ambiental nos protestos populares – Cláudio Angelo (ex-editor de Ciência da Folha de SP)

10h-12h – Debate – O futuro do jornalismo e financiamento da imprensa (RBJA / Fenaj / SJP-DF)

Moderação: Dal Marcondes (RBJA)

12h-13h – Plenária

Homenagem aos 15 anos da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA)

Relatos dos moderadores– Balanço do evento

VI Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental – Regras para apresentação de candidaturas

13h – Encerramento

Encontro Nacional de Pesquisa e Jornalismo Ambiental

16/10 – quarta-feira

8h30 – Credenciamento

9h-9h30 – Abertura Oficial – Mônica Prado (UniCeub)

9h30-12h – Mesa de abertura: Bases epistemológicas da Comunicação e Jornalismo Ambiental

Jornalismo Ambiental e Jornalismo de Meio Ambiente – Ilza Girardi (UFRGS)

Jornalismo Ambiental e Científico – Wilson Bueno (Metodista)

Metodologias de Pesquisa aplicadas à Comunicação e Jornalismo Ambiental – Isaltina Gomes (UFPE)

Do Jornalismo à Comunicação Ambiental – Sônia Aguiar (UFS)

13h-14h – Intervalo e relacionamentos

14h-18h – Comunicações

17/10 – quinta-feira

10h-12h – Comunicações

13h-18h – Comunicações

13h-18hII ENPJA – Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

15h-17h30 – Mesa: O estado da pesquisa

Panorama Internacional e a atuação da International Environmental Communication Association – Anabela Carvalho (Minho-PT / IECA)

Resultados de uma década de ensino e pesquisa na UFRGS – Ilza Girardi (UFRGS)

O estado da arte da pesquisa em Jornalismo Ambiental no Brasil – Dione Moura (SBPJor)

Saindo da caixa: cenários da pesquisa em Comunicação Ambiental – Sonia Aguiar (UFS)

Moderação: Gisele Neuls

17h-18hAssembleia da Rede/Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental