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Categoria: Poluição Veicular


18:45 · 25.01.2014 / atualizado às 19:02 · 25.01.2014 por

conpet

Trinta e seis marcas de automóveis aderiram voluntariamente, neste ano, ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), coordenado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em parceria com o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME) e realizado pela Petrobras.

A nova lista, que tem 496 modelos autorizados a utilizar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia em 2014, contempla informações sobre o consumo de combustível, o nível de emissões de Dióxido de Carbono (CO2), um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, e de gases poluentes regulados pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A consulta sobre o consumo dos automóveis está disponível no site do Conpet  e pode ser feita por categoria de veículo, marca, modelo ou motor. Também permite ordenar pelo menor consumo e comparar todos os modelos pelas suas classificações que vão desde “A”, para mais eficiente, até “E”, para menos eficiente, tanto na sua categoria como entre todos os modelos participantes.

Os 113 modelos de 14 marcas que obtiveram as melhores classificações são contemplados adicionalmente com o Selo Conpet de Eficiência Energética concedido pela Petrobras.

Também está disponível a classificação quanto à redução da emissão de gases poluentes em relação aos limites do Proconve, indicando com uma estrela os carros que emitem mais e até três estrelas para os que emitem menos.

O site traz ainda novas funcionalidades para o consumidor: ao clicar no nome do modelo serão exibidas informações sobre consumo, emissões e classificações comparativas e um clique na marca permite o acesso à sua página eletrônica.

As informações sobre o consumo dos veículos com etanol e gasolina na cidade e na estrada são declaradas ao Inmetro pelas empresas participantes, após testarem seus modelos em laboratórios semelhantes ao laboratório de ensaios veiculares do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), utilizado para desenvolvimento dos combustíveis e que dá suporte técnico ao PBEV.

Também apoiam o PBEV o laboratório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e representantes das marcas associadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e à Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).

Economia

Poderão ser visualizadas no site as dicas do Conpet para economizar combustível. Fatores como a falta de manutenção, pneus descalibrados, direção agressiva com acelerações e frenagens bruscas, trânsito congestionado, velocidade elevada, combustível inapropriado, condições adversas da via ou excesso de peso influenciam a eficiência dos veículos, podendo aumentar em mais de 20% o consumo de combustível declarado.

Fonte: Petrobras

10:27 · 08.01.2014 / atualizado às 11:02 · 08.01.2014 por

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Desde 1º de janeiro de 2014, a gasolina automotiva deve ter, em todo o território nacional, no máximo 50 mg/kg de enxofre total, apresentando qualidade semelhante a que é comercializada nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Com a iniciativa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), haverá redução da emissão de enxofre na atmosfera em 94% e a emissão de poluentes, em até 59%, no médio e longo prazo, nos veículos mais modernos, contribuindo para a melhora da qualidade do ar e para a diminuição de doenças respiratórias.

O teor de enxofre médio do combustível foi reduzido nos últimos anos. Era de 500 mg/kg em 2009 e baixou para 200 mg/kg em 2013. A gasolina também deve se se adaptará às novas tecnologias da indústria automobilística, como a injeção direta de combustível, além de viabilizar as metas de emissões da etapa L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Em função do processo de refino adotado, a nova gasolina poderá apresentar coloração mais clara e odor diferenciado. Essas características não influenciam o desempenho do combustível no motor. Não haverá problemas com relação à gasolina importada, que já atende às novas especificações da nova gasolina nacional.

Além do teor de enxofre, outros componentes que contribuem para as emissões veiculares terão seus limites reduzidos. São os hidrocarbonetos olefínicos, os hidrocarbonetos aromáticos e o benzeno (este último somente no caso da gasolina Premium, uma vez que o máximo permitido na gasolina comum já era de 1%).

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Outros tipos

A gasolina premium terá redução no teor de benzeno, ficando com o mesmo limite estabelecido para gasolina Comum. Assim, desde 1º de janeiro de 2014 a única diferença de especificação da gasolina Comum e Premium é o número de octano, medido pelas características Motor Octane Number (MON) e índice antidetonante (IAD). No que se refere às gasolinas Comum Aditivada e Premium Aditivada, elas continuam sendo oferecidas no mercado.

As mudanças na gasolina automotiva acompanham a evolução tecnológica da indústria automotiva mundial, alinhando alguns parâmetros da especificação do combustível aos requisitos internacionais e atendendo às necessidades ambientais de redução dos níveis de poluentes veiculares atmosféricos.

Aditivação obrigatória

A partir de 1º de julho de 2015, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e México, a gasolina comum receberá a adição de detergentes dispersantes, o que reduzirá a formação de depósitos nas válvulas de admissão dos motores.

Vantagens

A Petrobras realizou, na manhã de ontem (7) entrevista coletiva sobre o lançamento das novas gasolinas comum e premium de ultrabaixo teor de enxofre, já distribuídas desde 1º de janeiro de 2014, substituindo integralmente, em todo o território nacional, as gasolinas comum e premium anteriores.

O gerente de Soluções Comerciais e Desenvolvimento de Produtos do Abastecimento, Frederico Kremer, destacou que, além dos benefícios ambientais, outro atrativo das novas gasolinas é que elas protegem o motor dos veículos e proporcionam um custo menor de manutenção, uma vez que reduzem a formação de resíduos nas válvulas, bicos injetores e na câmara de combustão. O óleo lubrificante também dura mais, aumentando o tempo entre trocas.

Segundo o diretor da Rede de Postos de Serviço da Petrobras Distribuidora, Luis Alves de Lima Filho, a gasolina S-50 já está disponível em postos Petrobras de todo o Brasil. “O produto continuará sendo identificado da mesma forma nas bombas”, disse.

As gasolinas S-50 reduzirão as emissões de gases poluentes no escapamento de motores fabricados a partir de 2009 em até 60% de óxidos de nitrogênio (NOx), em até 45% de monóxido de carbono (CO) e em até 55% de hidrocarbonetos (HC). A Petrobras investe continuamente no aprimoramento de seus combustíveis e foi pioneira na remoção total do chumbo na gasolina, em 1989.

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Qualidade

Entre 2005 e 2013, a Petrobras investiu R$ 20,6 bilhões em 21 novas unidades que permitem a produção da gasolina S-50 em todas as refinarias da Petrobras. Esse lançamento consolida uma nova era em combustíveis com ultrabaixo teor de enxofre – um salto tecnológico com qualidade equivalente à dos mercados mais exigentes do mundo.

Fonte: ANP / Petrobras

08:25 · 11.11.2013 / atualizado às 08:38 · 11.11.2013 por
O Prêmio Melhoria da Qualidade do Ar faz também outros reconhecimentos, como o Certificado de Qualidade Empresa 100% às empresas com frota totalmente aprovada pelo Programa Despoluir Foto: Eduardo Queiroz / Agência Diário
O Prêmio Melhoria da Qualidade do Ar, faz também outros reconhecimentos, como o Certificado de Qualidade Empresa 100% às empresas com frota totalmente aprovada pelo Programa Despoluir Foto: Eduardo Queiroz / Agência Diário

Com o objetivo de reconhecer as empresas do setor de transportes de passageiros e de cargas que investem em projetos ambientais, a Federação das Empresas de Transportes Rodoviários (Cepimar) realiza, hoje (11), no 23º Batalhão de Caçadores – Batalhão Marechal Castello Branco, em Fortaleza, a entrega do Prêmio Melhoria da Qualidade do Ar 2013, já em sua 11ª edição. A solenidade começa às 16 horas e conta com a presença de empresários, personalidades do setor e colaboradores das 29 empresas concorrentes ao prêmio.
O processo de avaliação, realizado de 1 de janeiro a 30 de setembro de 2013, superou as edições anteriores no número de iniciativas quanto à implantação de projetos ambientais. Nos três Estados de atuação da Cepimar, o número de inscrições teve adesão de 134,29% a mais de empresas em relação a 2012.
O Prêmio Melhoria da Qualidade do Ar também confere Certificado de Qualidade Empresa 100% às empresas com frota totalmente aprovada pelo Programa Despoluir e que não tiveram nenhuma multa aplicada pelos órgãos fiscalizadores ambientais; e o Troféu Destaque Ambiental a personalidades ou instituições cujas ações contribuem para um meio ambiente saudável.
Despoluir
A Cepimar coordena o programa ambiental do transporte, o Despoluir, que tem como objetivo promover o uso racional de combustível no setor de transporte. A equipe do programa realiza aferições periódicas nos veículos das frotas das empresas do Ceará, Piauí e Maranhão. Além de orientar sobre o recebimento e armazenamento do óleo diesel e realizar palestras sobre condução segura e econômica.
Mais informações
Prêmio Melhoria da Qualidade do Ar – Versão 2013 – Fortaleza
Local: 23º Batalhão de Caçadores – Batalhão Marechal Castello Branco
Data: 11 de novembro (segunda-feira)
Hora: 16h

12:50 · 01.01.2013 / atualizado às 13:34 · 01.01.2013 por

Hoje, 1º de janeiro de 2013, a Petrobras lança o Diesel S-10, com ultra baixo teor de enxofre, para todo o Brasil. O combustível, disponível em torno de 5.900 postos de serviço, sendo mais de 2.400 postos da Petrobras, substitui integralmente o Diesel S-50. Os benefícios ambientais do diesel com baixo teor de enxofre são mais efetivos nos veículos produzidos a partir de 2012. Esses veículos utilizam motores com tecnologia para redução de emissões veiculares atendendo a fase P7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Além do teor de enxofre ainda menor, o novo Diesel S-10 tem número de cetano (medida de qualidade de ignição) 48 contra 46 do Diesel S-50 com benefícios de melhor partida a frio, redução de fumaça branca, redução na formação de depósitos e aumento da vida útil do óleo lubrificante que podem ser facilmente percebidos pelos motoristas. Esses benefícios também podem ser observados inclusive nos motores de tecnologia anteriores a 2012.

Modernização

A Petrobras investe continuamente na melhoria da qualidade dos combustíveis. Entre 2005 e 2011, foram investidos R$ 38,5 bilhões para modernizar seu parque de refino e adequar a logística para atendimento ao mercado interno, dos quais R$ 19,6 bilhões para a produção e movimentação do diesel de baixo teor de enxofre. Entre 2012 e 2016, ainda serão investidos R$ 27,2 bilhões na modernização das refinarias e adequação da logística para o atendimento do mercado interno, dos quais R$ 20,7 bilhões no programa de qualidade do diesel.

O Diesel S-10 está disponível em 15 polos de venda e terá a oferta ampliada para 17 polos durante o primeiro trimestre de 2013, propiciando o abastecimento de 78 bases de distribuição espalhadas pelo país. A lista completa de postos Petrobras que comercializam o Diesel S-10, que inclui também os pontos de venda do Flua Petrobras (marca própria do Arla 32), está disponível no site www.br.com.br.

Fonte: Petrobras

07:50 · 20.01.2012 / atualizado às 07:50 · 20.01.2012 por

Por Rosalvo Júnior / Agência CNT de Notícias

Ceará e Pernambuco são os Estados com o maior número de revendas adaptadas ou obrigadas a fornecer o combustível

O Nordeste é a região com maior número de postos adaptados à oferta do diesel S50 – com menor teor de enxofre e menos poluente –, cuja venda se tornou obrigatória em todo o País a partir deste ano.

Ceará e Pernambuco são os Estados com o maior número de revendas varejistas adaptadas ou obrigadas a oferecer o combustível, segundo recente determinação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os Estados figuram em primeiro lugar porque, desde 1º de maio de 2009, o S50 é comercializado como único tipo de óleo diesel rodoviário nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Recife e Belém (na região Norte).

Agora, para garantir o abastecimento do combustível em todo o território nacional, a ANP selecionou 3.100 postos que se juntarão aos outros 1.100 estabelecimentos que já vendem o produto nessas três capitais.

No total, de acordo com a lista divulgada pela ANP, mais de 4.200 postos estão obrigados a cumprir a norma. Eles foram escolhidos supondo uma autonomia mínima de 100 km para os veículos pesados.

Estão incluídas na determinação as revendas em que o número de bicos para abastecer motores a diesel seja superior ao de bicos para veículos com motores do ciclo Otto – gasolina e etanol.

Em relação ao restante da lista, a posição do Sudeste chama a atenção. Apesar de ter a maior malha rodoviária do país – 26.778 km ou 33% das rodovias federais e estaduais pavimentadas, segundo a Pesquisa CNT de Rodovias 2011 –, a região figura em segundo lugar, atrás do Nordeste, entre as que possuem maior número de postos obrigados a oferecer o S50, aproximadamente 840.

Fiscalização

A ANP está fiscalizando o cumprimento da norma. Na última sexta-feira (13 de janeiro), a Agência visitou oito estabelecimentos na Grande São Paulo e constatou que em dois deles não havia o S50 nos tanques de abastecimento. Os postos foram autuados e, ao final do processo administrativo, podem pagar multa que varia de R$ 5 mil a R$ 2 milhões, segundo a Lei 9.847/1999.

“Infelizmente, chegamos à condição de ser autuados. Isso tudo é desnecessário porque cria um antagonismo entre o agente econômico e a agência reguladora”, avalia o diretor de postos de rodovia da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Ricardo Hashimoto. Ele garantiu à Agência CNT de Notícias que existem postos com o produto à disposição em que, até o momento, nenhum veículo parou para abastecer.

Hashimoto acrescenta que a fiscalização deveria ser um pouco mais tolerante, uma vez que as mudanças nos estabelecimentos não são imediatas e devem ser feitas com critério. “Para fazer uma modificação, diversas instâncias devem se manifestar. Licenças ambientais podem atrasar, temos limitações. Os postos irão se adaptar à medida em que os consumidores começarem a procurar pelo produto”, explica.

Para a análise da qualidade do combustível oferecido aos caminhões, a ANP vai colher, durante as fiscalizações, amostras do diesel S50 nos postos avaliados. Denúncias sobre irregularidades podem ser encaminhadas para o Centro de Relações com o Consumidor da ANP pelo telefone 0800 970 0267 ou por meio de formulário eletrônico disponível na página da ANP.

11:05 · 02.01.2012 / atualizado às 11:05 · 02.01.2012 por

A partir de domingo (1º de janeiro) é obrigatória a distribuição do óleo diesel S50, com baixo teor de enxofre, em todas as regiões do País. Além de ser menos poluente, o combustível é indispensável para o funcionamento dos motores comerciais pesados, como caminhões e ônibus, fabricados a partir de 2012 e comercializados no mercado interno brasileiro.

O diesel S50 contém teor de enxofre de 50 miligramas por quilo de combustível (mg/kg), bem menor que o S500 e o S1800, os mais comercializados atualmente, com teor de enxofre mais de dez vezes superior.

Nos novos motores, o diesel S50 deve reduzir em até 80% as emissões de materiais particulados e em 98% as de óxidos nitrosos. Nos demais motores, no entanto, a redução das emissões será limitada a até 15%, o que deve ser resolvido ao longo do tempo com a renovação da frota.

A frota brasileira de veículos pesados é de aproximadamente 2,3 milhões de veículos e a estimativa da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que serão vendidos entre 160 mil e 170 mil em 2012.

O Ministério de Minas e Energia informou que outra novidade é a necessidade dos novos veículos pesados usarem um agente, chamado Arla 32, que neutraliza as emissões de óxidos nitrosos e de materiais particulados. O produto, no entanto, não pode ser misturado ao óleo diesel, sendo colocado em um tanque exclusivo identificado com tampa azul, e injetado em dosagem controlada na saída dos gases do escapamento, antes do catalizador.

A substituição do diesel mais poluente foi definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça. Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 miligramas de enxofre por quilo de combustível (mg/kg).

Fonte: Danilo Macedo / Agência Brasil

07:00 · 24.06.2011 / atualizado às 15:26 · 23.06.2011 por

O Distrito Federal e todos os estados brasileiros têm até o dia 30 para entregar os Planos de Controle de Poluição Veicular (PCPVs), documento que é avaliado pelos conselhos estaduais de Meio Ambiente para definir as medidas para redução de gases que saem do escapamento de carros, motos, ônibus e caminhões.

De acordo com o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), os principais poluentes são o monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, de enxofre, material particulado, aldeídos e dióxido de carbono – este não é considerado poluente, mas um gás de efeito estufa.

Segundo o gerente de Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente, Rudolf Noronha, a presença excessiva desses poluentes na atmosfera pode causar danos ao meio ambiente e aos seres vivos. “Os poluentes que saem do escapamento dos veículos automotivos são prejudiciais para a vegetação natural e para a população porque podem provocar tontura e redução de reflexos”, disse.

Para Noronha, o diagnóstico do nível das emissões é uma das vantagens dos PCPVs. “O momento de formulação do documento é uma oportunidade de se diagnosticar a situação, chamar parceiros e discutir soluções. Evitam-se decisões desconectadas”, explica.

Com os PCPVs, os estados e o Distrito Federal devem incluir a inspeção de todos os tipos de veículos automotores, inclusive os movidos a diesel. Com essas inspeções, poderão ocorrer algumas decisões como o rodízio de carros no trânsito de acordo com os números finais das placas.

Fonte: Agência Brasil