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Reciclar é urgente e inadiável

Publicado em 18/05/2013 - 11:29 por | 1 Comentário

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Por Maristela Crispim

O Dia Mundial da Reciclagem foi comemorado ontem, 17 de maio, enquanto o nosso País, vive um momento ímpar no que diz respeito aos resíduos sólidos, com a proximidade do fim do prazo mais radical da Política Nacional de resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em agosto de 2010, após mais de 20 anos de tramitação no Congresso. Ela estabeleceu agosto de 2014 como prazo para a extinção dos lixões em nosso território.

Mas, reunidos há duas semanas em Brasília, nossos atuais prefeitos querem mais tempo e pediram isso ao Congresso. Eles alegam que seus antecessores não cumpriram os outros prazos. Na semana que passou, entrevistei o diretor-executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), André Vilhena, que foi categórico: “Eles não vão ter mais tempo. Isso é um desrespeito com os que cumpriram”, disse.

O fato é que a legislação chegou mais que em boa hora. No período pré-industrial, os resíduos não geravam grande preocupação por dois principais motivos: volume e composição. No fim de 2011, ultrapassamos a marca de 7 bilhões de habitantes e a descartabilidade cresceu tanto quanto o nosso consumismo.

De acordo a última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE), cada brasileiro produz, em média, 1,1Kg de lixo em média por dia. No País, são coletadas diariamente 188,8 toneladas de resíduos sólidos. Desse total, em 50,8% dos municípios, os resíduos ainda têm destino inadequado, pois vão para os 2.906 lixões do País. Em 27,7% das cidades o lixo vai para os aterros sanitários e em 22,5% delas, para os aterros controlados.

É importante frisar que a PNRS responsabiliza todas as partes – produtor, comerciante, consumidor, e governo – pela destinação final dos resíduos e que é realmente necessário que todos cumpram o seu dever para sairmos do lugar.

Infelizmente, evitar o desperdício, reutilizar e reciclar ainda não fazem parte do dia a dia da maioria dos brasileiros. Mas isso precisa mudar urgentemente. Há quem diga que vai funcionar se afetar o bolso, como ocorreu com a obrigatoriedade com cinto de segurança. Mas eu quero acreditar que algo de diferente possa acontecer.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) destaca que o número de programas de coleta seletiva passou de 451, em 2000; para 994, em 2008. Mas esse contingente está concentrado nas regiões Sul e Sudeste, onde, respectivamente, 46% e 32,4% dos municípios informaram à pesquisa do IBGE que possuem coleta seletiva em todos os distritos.

É importante dizer que, além do fechamento dos lixões até agosto de 2014, a lei determina que só poderão ser encaminhados aos aterros sanitários aqueles resíduos que não podem ser reciclados, os rejeitos.

Se aplicadas, as novas responsabilidades definidas pela PNRS vão reduzir gastos públicos municipais e ampliar a capacidade de investimentos das prefeituras em sistemas de reaproveitamento de resíduos de forma consorciada, assim como o compartilhamento de aterros sanitários entre municípios de uma mesma região.

Reciclagem

A palavra reciclagem ganhou destaque a partir do fim da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que já faltava espaço para a disposição de resíduos na natureza.

As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração.

Refinando conceitos, a reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e serem transformados novamente em um produto igual em todas as suas características. O reaproveitamento ou reutilização consiste em transformar um determinado material já beneficiado em outro.

Um exemplo claro da diferença entre os dois conceitos, é o reaproveitamento do papel. O papel chamado de reciclado não é nada parecido com aquele que foi beneficiado pela primeira vez. Este novo papel tem cor diferente, textura diferente e gramatura diferente. Isto acontece devido a não possibilidade de retornar o material utilizado ao seu estado original e sim transformá-lo em uma massa que ao fim do processo resulta em um novo material de características diferentes.

Já uma lata de alumínio pode ser derretida de volta ao estado em que estava antes de ser beneficiada e ser transformada em lata, podendo novamente voltar a ser uma lata com as mesmas características.

Em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.

Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.

Resultados

Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, quanto nos campos econômico e social. No meio ambiente a reciclagem pode reduzir a acumulação progressiva de resíduos a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais árvores; as emissões de gases como metano e gás carbônico; as agressões ao solo, ar e água; entre outros tantos fatores negativos.

No aspecto econômico, contribui para o uso mais racional dos recursos naturais e a reposição daqueles recursos que são passíveis de reaproveitamento. No âmbito social, não só proporciona melhor qualidade de vida para as pessoas, por meio das melhorias ambientais, como também tem gerado muitos postos de trabalho e rendimento para pessoas que vivem nas camadas mais pobres.

No Brasil existem os carroceiros ou catadores de papel, que vivem da venda de sucatas, papéis, alumínio e outros materiais recicláveis deixados no lixo. Eles também trabalham na coleta ou na classificação de materiais para a reciclagem. Para muitas das pessoas que trabalham na reciclagem (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de ganhar o seu sustento.

Coleta seletiva

Coleta seletiva é o recolhimento dos materiais que são possíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. A separação na fonte evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumenta o valor agregado destes e diminui os custos de reciclagem.

Para iniciar um processo de coleta seletiva é preciso avaliar, quantitativamente e qualitativamente, o perfil dos resíduos sólidos gerados em determinado município ou localidade, a fim de estruturar melhor o processo de coleta.

O lixo orgânico (deteriorável), também conhecido como lixo molhado, composto pelos restos de alimentos, deve ser separado do lixo chamado seco, podendo ter como destino os aterros sanitários ou entrarem num sistema de compostagem ou de biogás.

Classificação

Porta a Porta – Veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal de lixo. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em contêineres distintos.

Posto de Entrega Voluntária (PEV) – Utiliza contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos físicos no município, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis.

Posto de Troca – Troca do material a ser reciclado por algum bem ou benefício.

Programa Interno de Coleta Seletiva (PIC) – Realizado em instituições públicas e privadas, em parceria com associações de catadores ou empresas.

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R$ 10 bilhões no lixo por ano

Publicado em 31/01/2013 - 12:35 por | 1 Comentário

Se depender do governo, os lixões têm data para acabar em 2014 Foto: Alex Pimentel

Brasília. O Brasil joga no lixo, a cada ano, cerca de R$ 10 bilhões por falta de reciclagem e destinação adequada de resíduos sólidos, e de uma política de logística reversa que gerencie o retorno de embalagens e outros materiais descartados de volta à indústria.

É esta realidade que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) pretende transformar com a implantação, em todo o País, da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), tema de oficina realizada no início da tarde de ontem (30 de janeiro), último dia do II Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

Dentro da PNRS, a meta do governo federal é eliminar os lixões de todos os municípios brasileiros até o fim de 2014, explicou o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) do MMA, Pedro Wilson Guimarães.

Os governos estaduais e municipais deverão providenciar a substituição dos lixões por aterros sanitários, pois, a partir de 2014, a liberação de recursos da União estará condicionada à existência de planos estaduais e municipais de gestão de resíduos sólidos e de saneamento básico.

De acordo com anúncio feito pela presidenta Dilma Rousseff, na segunda-feira, durante a abertura do encontro, os prefeitos terão, em 2013, R$ 35,5 bilhões para investir em obras de saneamento, pavimentação e mobilidade urbana selecionadas no final de 2012.

Desperdício

“Os lixões são um problema sério que precisa ser enfrentado por todos os gestores”, disse o analista de Infraestrutura da SRHU, Eduardo Rocha Dias Santos. Ele afirmou que os prejuízos são enormes para o meio ambiente, com queda na qualidade de vida, no bem-estar e na saúde pública, além de gerar desperdícios econômicos e impactos sociais significativos. A proposta é não gerar resíduos sólidos, mas reduzir, reutilizar e reciclar, tratando e dando destinação adequada.

Santos salientou que apenas a Lei Nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, não é suficiente para implantar o que se deseja. “Mas já é um começo”, admitiu.

A lei define o compartilhamento de responsabilidades entre as três esferas de governo, o planejamento de ações de gestão e a implantação de infraestrutura adequada, priorizando-se a educação ambiental e a cobrança pela prestação desse serviço público com o objetivo de dar sustentação financeira à PNRS.

Fonte: MMA

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Lista Brasileira de Resíduos Sólidos é publicada pelo Ibama

Publicado em 03/01/2013 - 13:15 por | Comentar

 

A classificação facilita os processos de reciclagem propostos pela nova Política Nacional de Resíduos Sólidos Foto: Rodrigo Carvalho

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou a Lista Brasileira de Resíduos Sólidos (Instrução Normativa Ibama nº 13), no dia 18 de dezembro de 2012, um importante instrumento que irá auxiliar a gestão dos resíduos sólidos no Brasil.

Com a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, era considerada essencial a padronização da linguagem e terminologias utilizadas no Brasil para a declaração de resíduos sólidos, principalmente com relação às informações prestadas ao Ibama junto ao Cadastro Técnico Federal (CT¨F).

Sem uma linguagem padronizada para a descrição dos resíduos sólidos, seria pouco provável tratar estatisticamente e comparativamente dados sobre a geração e destinação dos resíduos sólidos de diferentes empreendimentos e atividades, e pouco provável também seria agregar estes dados aos planos de gerenciamento dos municípios e Estados brasileiros, que possuem realidades de geração e destinação de resíduos bastante distintas.

Com a Lista, o Ibama busca consolidar também o caminho para a implementação do Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos, que já estará disponível ao usuários do CTF no próximo ano.

Inspirada na Lista Europeia de Resíduos Sólidos (Commission Decision 2000/532/EC), a Lista Brasileira utiliza a mesma estrutura de capítulos, subcapítulos e códigos daquela lista, tendo sido adaptadas as fontes geradoras e tipologias de resíduos à realidade brasileira.

Segundo as informações do Ibama, a adoção da Lista também facilitará o intercâmbio de informações no âmbito da Convenção de Basileia que dispõe sobre a movimentação transfronteiriça de resíduos sólidos (exportação, importação e trânsito). Será possível, apenas a partir do código do resíduo, classificar o processo que lhe deu origem e saber se ele contém elementos e contaminantes perigosos.

Fonte: Ibama

 

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Oi e Descarte Certo vão construir cinco fábricas para reciclar lixo eletroeletrônico

Publicado em 17/12/2012 - 8:22 por | 2 Comentários

Com esta iniciativa, o Brasil passa a ter capacidade instalada para cumprir as determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos e atender às indústrias de eletroeletrônicos Foto: Divulgação

A Oi fechou parceria com a empresa Descarte Certo – do Grupo Ambipar –, especializada em serviços de coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos velhos ou sem uso e produtos pós-consumo. Por meio dessa parceria, a Oi financiará a construção de cinco fábricas de reciclagem no país, em contrapartida à prestação de serviços de coleta, manufatura reversa e destinação final de resíduos produzidos pela própria empresa, de seus fornecedores, clientes e colaboradores, além da gestão de todo o processo. O total do financiamento será de R$ 10 milhões ao longo de seis anos.

A Oi é a primeira operadora de telefonia e a primeira empresa da iniciativa privada a fechar uma parceria para viabilizar a cadeia completa de gestão de resíduos sólidos no País. As novas fábricas atenderão à demanda da Oi e vão compor um parque industrial capaz de processar os resíduos de outras indústrias de eletroeletrônicos.

Com esta iniciativa pioneira no segmento, a companhia antecipa a sua adequação à aplicação da Lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que deve ter caráter obrigatório a partir do segundo semestre de 2013, após regulamentação. Na PNRS estão previstas a redução da geração de resíduos, a reutilização dos resíduos sólidos e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos. Também está prevista a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos, o que inclui desde os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes até os consumidores, na logística reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo.

“As fábricas estarão distribuídas pelas cinco regiões do país, facilitando as operações de logística, já que a Oi está presente em todo o território nacional”, afirma o presidente da Oi, Francisco Valim. Estão previstas unidades no Rio Grande do Sul; em Pernambuco; Amazonas; Goiás e Rio de Janeiro. A localização também foi definida com base no mapa de consumo, com o objetivo de reduzir o custo ambiental e financeiro do processo.

Segundo a empresa, as cinco unidades vão gerar cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos. Ao todo, as fábricas terão capacidade para processamento de 1.200 toneladas de resíduos por mês, praticamente dobrando a capacidade instalada para processamento de lixo eletroeletrônico atual. O volume já inclui o que é processado na fábrica da Descarte Certo, instalada em Americana (SP), cuja ampliação também está prevista na parceria com a Oi.

São considerados resíduos sólidos as partes e peças de bens de consumos, como computadores, celulares e eletrônicos, que após o uso se transformam em lixo perigoso que causa danos tanto ao meio ambiente como à população.

“Com a construção dessas fábricas, o Brasil passa a ter a capacidade instalada necessária para desindustrializar produtos pós-consumo adequadamente. Isso colocará o País nos mesmos padrões internacionais com emprego de tecnologia, inovação, capacitação de mão-de-obra e geração de empregos”, diz o presidente da Descarte Certo, Lucio Di Domenico.

Hoje, a Oi já realiza o gerenciamento do material descartado junto aos seus prestadores de serviços utilizando empresas de reciclagem homologadas pelos órgãos ambientais. Em 2011, foram encaminhadas mais de 3.300 toneladas de material para reciclagem, como cobre, alumínio e ferro, cabos de fibra ótica, baterias, cabos telefônicos, sucatas de informática, fibra de vidro, partes de peças de telefones públicos vandalizados, sucatas de mobiliário, entre outros. A meta é de 100% de reaproveitamento dos produtos, com a reinserção destes materiais na cadeia produtiva.

A companhia também disponibiliza urnas coletoras em suas lojas para o recolhimento de aparelhos celulares, baterias e acessórios, em cumprimento à regulamentação federal aplicada pela Resolução 401/08 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). A coleta é ainda estendida aos colaboradores, com urnas coletoras em 40 prédios administrativos. Com isto, considerando prédios administrativos e lojas, foram destinados à reciclagem cerca de 43 mil itens em 2011.

Convergência

A Oi, empresa pioneira na prestação de serviços convergentes no país, oferece transmissão de voz local e de longa distância, telefonia móvel, banda larga e TV por assinatura. A Oi está presente em todo o território nacional. Em setembro de 2012, a empresa possuía 73,3 milhões de Unidades Geradoras de Receitas (UGRs). Deste total, 45,6 milhões estavam no segmento Móvel Pessoal, 18,2 milhões no segmento Residencial, 8,8 milhões no segmento Empresarial/Corporativo e 726 mil Telefones de Utilidade Pública (TUP).

Pelo quinto ano consecutivo, a Oi integra o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa, refletindo o alto grau de comprometimento da companhia com a responsabilidade social e a adoção de práticas gerenciais sustentáveis. A companhia integra também, pelo terceiro ano consecutivo, a carteira do Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da BM&F Bovespa.

Descarte Certo

Criada em 2009 para fazer a gestão de toda a cadeia reversa de produtos eletroeletrônicos, a Descarte Certo atua em todo o território nacional e oferece solução completa que vai desde uma simples coleta, com agendamento, na casa de um consumidor ou empresas, passando posteriormente pela desindustrialização, descaracterização e destinação final dos resíduos.

A trajetória de sucesso chamou a atenção de um dos maiores grupos de soluções ambientais integradas do País – Grupo Ambipar -, que se uniu à empresa com o objetivo de ampliar a atuação no País, além de auxiliar na conscientização do tema pela sociedade.

Gestão Ambiental

O Grupo Ambipar, empresa brasileira referência no mercado de gestão ambiental, atende aos mais diversos segmentos da economia brasileira, oferecendo soluções ambientais customizadas, completas e integradas para o mercado. A Companhia possui dez empresas em seu portfólio, todas focadas em soluções sustentáveis que contribuem para a atuação segura de operações industriais.

Com presença nos segmentos de serviços para o meio ambiente, gerenciamento, tratamento, valorização, destinação e disposição final de resíduos, transportes, logística e atendimento à emergências com produtos perigosos e não perigosos por meio de empresas que atuam no Brasil, América Latina, África e Europa, o Grupo Ambipar norteia as suas ações com base na sustentabilidade, garantindo a integridade do meio ambiente e preservando-o para as futuras gerações. O Grupo Ambipar, por meio de suas empresas, detém os certificados ISO 9001 e ISO 14001. Mais informações podem ser adquiridas por meio do site www.grupoambipar.com.br

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Recicla Nordeste 2012 destaca negócios lucrativos

Publicado em 16/10/2012 - 8:27 por | Comentar

Categorias: Reciclagem

 

A Recicla Nordeste incentiva o desenvolvimento de negócios no setor, que só têm crescido após a Política Nacional de Resíduos Sólidos Foto: Kiko Silva

A Recicla Nordeste – Feira e Seminário de Reciclagem e Meio Ambiente, nos dias 17, 18 e 19 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará, terá uma extensa programação em sua terceira edição, com palestras, cursos, exposições . A proposta é discutir o desenvolvimento da indústria de reciclagem, trabalhar a sustentabilidade das empresas e promover ações pelo resgate social de quem participa dessa cadeia de reaproveitamento de materiais.

Em 2011, a feira gerou R$ 4,2 milhões de negócios realizados e R$ 4,5 milhões em negócios prospectados. Segundo a coordenação do evento, em 2012 a expectativa é crescer mais 10% em relação ao ano passado. A feira terá visitação gratuita e deve reunir em média 50 expositores e 10 mil visitantes do Brasil. As inscrições para os seminários e cursos podem ser feitas pelo site www.reciclanordeste.com.br.

Com o tema “Reciclar, um bom negócio”, o evento atua em três frentes acontecendo simultaneamente: a Feira da Indústria da Reciclagem e Transformação, o Seminário Reciclagem e Meio Ambiente e a Mostra de Tecnologia e Economia Solidária. As atividades propiciam informação e conhecimento tecnológico relativo ao setor e suas aplicações, a oportunidade de criar estratégias, gerar e ampliar negócios e renda. A Recicla Nordeste vai reunir profissionais que trabalham com materiais recicláveis, pessoas interessados na cadeia produtiva da reciclagem, da indústria de transformação; do setor hospitalar, de embalagens, da construção civil, dos transportes e de máquinas.

Segundo pesquisa, de 2011, da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil produziu 60,8 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos no ano de 2010. Essa quantidade foi 6,8% mais alta que a registrada em 2009 e seis vezes maior que o crescimento populacional no mesmo período, que ficou em pouco mais de 1%.

Cada brasileiro produz, em média, 1 quilo de lixo por dia. Somando o descarte de todos os cidadãos, o número chega a 170.000 toneladas. No entanto, o Brasil reaproveita apenas 11% – cinco vezes menos do que os países desenvolvidos. Os índices de reciclagem desses produtos variam muito no país. O Brasil é considerado o campeão mundial no reaproveitamento de garrafas PET e latas de alumínio, mas, por outro lado, despeja a maior parte dos plásticos e latas de aço nos lixões a céu aberto.

“A reciclagem deve ser vista como responsabilidade de todos, e a solução para o problema do descarte de embalagens no meio ambiente passa pelo incremento da reciclagem. Além disso, o setor possui grande potencial de expansão para as empresas que já atuam no mercado, assim como para a criação de novas micro e pequenas empresas com foco na geração de negócios, emprego e renda.” explica Marcos Augusto Albuquerque, presidente do Sindicato das Empresas de Resíduos Sólidos Domésticos e Industriais do Estado do Ceará (Sindiverde).

O Recicla Nordeste é realizado pelo Sindiverde,com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), por meio do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi).

Seminário de Reciclagem e Meio Ambiente

Paralelamente à feira, será realizado o seminário que reunirá empresários, especialistas da iniciativa privada, da gestão pública e de institutos de pesquisa para discutir os aspectos dos negócios que permeiam a cadeia produtiva da reciclagem. Na oportunidade, profissionais, empresários e o público em geral, poderão trocar informações e conhecimentos sobre assuntos pertinentes ao setor.

Dentro da programação, acontecerão reuniões setoriais, cursos, oficinas e palestras técnicas. Na pauta, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS); o licenciamento ambiental, a logística reversa, a captação de recursos, a tributação, os serviços ambientais, a gestão consorciada de aterros, o consumo, a educação ambiental, o Movimento Nacional dos Catadores, e a Economia Verde, dentre outros temas.

Mostra de Tecnologias Sociais e Economia Solidária

O objetivo da mostra, que acontece de maneira simultânea com a feira, é facilitar o intercâmbio entre a cadeia produtiva da reciclagem e os movimentos sociais e empreendimentos de economia solidária. Ela vai apresentar tecnologias sociais que privilegiam o reaproveitamento, a reutilização e a reciclagem dos resíduos (3R’s), para promover a reflexão sobre as estratégias e as maneiras de utilização dos recursos naturais de forma sustentável.

Prêmio Ary Albuquerque

Para estimular a produção jornalística voltada à pauta de soluções inovadoras e de iniciativas promotoras do desenvolvimento de reciclagem, o Recicla Nordeste promove o Prêmio Ary Albuquerque. Ele premiará as melhores reportagens que abordem o tema “Reciclagem, um bom negócio” e será entregue no dia do encerramento pelo Sindiverde, com o apoio da Fiec. A premiação abrange as categorias de mídias impressa, eletrônica e digital. Os três primeiros colocados, de cada categoria, receberão prêmios em dinheiro de R$ 4 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil, para os primeiros, segundos e terceiros colocados, respectivamente.

9º Prêmio FIEC por desempenho ambiental

No dia da abertura do Recicla Nordeste, será entregue o Prêmio Fiec por Desempenho Ambiental. Pelo 9º ano consecutivo, a Fiec, por meio do Núcleo de Meio Ambiente (Numa), premia as empresas que trabalham com o desenvolvimento sustentável, em quatro categorias: Produção Mais Limpa; Reuso de Água; Educação Ambiental e Integração com a Sociedade.

Das 15 empresas concorrentes, as primeiras colocadas de cada modalidade receberão placas e certificados de premiação, sendo o reconhecimento para quem investe na área. A comissão julgadora do concurso é composta por representantes da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), do Banco do Nordeste (BNB), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), e do Grupo de Interesse Ambiental (GIA).

Recicla Nordeste 2012

Dias 17, 18 e 19 de outubro

Local: Centro de Eventos do Ceará- Av. Washington Soares

Horário: das 14 horas às 21 horas – Visitação gratuita

Inscrições pelo site www.reciclanordeste.com.br

Programação

Cursos

Dia 17, 18 e 19 de outubro de 2012

14h às 17h

Reuniões Temáticas

Dia 17 de outubro de 2012

15h30 as 16h30

Dia 18 de outubro de 2012

15h às 18h

Programação Palestras Técnicas

Dia 18 de outubro de 2012

18h às 19h e 19h às 20h

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Evento inédito na América Latina discute destinação de material eletroeletrônico

Publicado em 10/10/2012 - 12:43 por | Comentar

No Brasil, a logístia reversa de eletroeletrônicos ainda dá os primeiros passos Foto: Adriana Pimentel / Agência Diário

 

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI), promoverá, no dia 15 de outubro, no hotel Vila Galé Cumbuco, litoral oeste do Ceará, o Seminário Internacional sobre Gestão de Resíduos Eletroeletrônicos no Nordeste (SI-GREEN).

A meta do evento, realizado pela primeira vez na América Latina, é discutir aspectos gerais e específicos sobre o tema e debater a adequação da indústria brasileira às normas internacionais no que se refere à cadeia da produção dos materiais até o correto descarte, conhecida como cadeia reversa.

O tema reciclagem já está bem disseminado na sociedade brasileira quando se fala do descarte de produtos orgânicos ou de embalagens de papel, papelão ou materiais como aço e alumínio. No entanto, quando se aborda o descarte correto de resíduos eletroeletrônicos ainda há muitas incertezas.

Estão na programação do SI-GREEN palestras de especialistas nacionais e estrangeiros sobre as tecnologias para a sustentabilidade industrial, assim como autoridades governamentais, que irão trocar informações sobre possibilidades de fomento para produtos ambientalmente corretos.

No dia 15 de outubro, o evento será voltado para pesquisadores, professores universitários, profissionais e empreendedores da cadeia produtiva de reciclagem, universitários e interessados no tema.

Já entre os dias 16 e 20 de outubro, serão realizadas reuniões internas e fechadas, como a reunião anual do Comitê Técnico da IEC, responsável por elaborar as normas ambientais internacionais para os produtos eletroeletrônicos (IEC-TC 111). Nesse encontro, que ocorre pela primeira vez na América Latina, cerca de uma centena de especialistas em tecnologias para a sustentabilidade, de mais de 40 países, discutirão as normas ambientais que regulamentam o mercado internacional do setor de eletroeletrônicos.

O SI-GREEN conta com o patrocínio da Essencis e apoio institucional da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), do Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecomunicações (Cobei) e do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação (ITIC). A organização é da BN Travel Agência de Viagens.

As inscrições para a próxima segunda-feira (15) ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site www.observatoriodeinovacao.com.br/si-green ou pelo telefone (85) 3242-6737.

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Rota da Reciclagem atinge 500 mil acessos

Publicado em 16/03/2012 - 11:07 por | 2 Comentários

Categorias: Reciclagem

As embalagens podem ser transformadas em caixas de papelão, canetas, vassouras, telhas e placas para construção civil, entre outros materiais Foto: Divulgação

 

Criado pela Tetra Pak, com suporte do Google Maps, o buscador Rota da Reciclagem tem a missão de ajudar os consumidores a encontrarem pontos de coleta seletiva para destinarem as embalagens longa vida pós-consumo e outros resíduos para a reciclagem, já conta com mais de 3.400 iniciativas cadastradas e, na véspera do quarto aniversário, atingiu a marca de 500 mil acessos.

Para realizar a busca, basta digitar o endereço de localização para a ferramenta apontar os pontos mais próximos.

De acordo com Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, no início deste ano o buscador também foi lançado como aplicativo para iPhone e iPad e pode ser baixado gratuitamente pela Apple Store.

“O nosso objetivo é conscientizar a população, tornar as informações da cadeia da reciclagem disponíveis e, desta forma, aumentar o volume de embalagens recicladas no país”, completa Fernando.

Reciclagem

As embalagens da Tetra Pak são 100% recicláveis e o Brasil é um dos grandes recicladores mundiais, além de pioneiro em algumas das tecnologias de reciclagem deste tipo de envase.

Elas podem ser transformadas em caixas de papelão, canetas, vassouras, telhas e placas para construção civil, entre outros materiais. Atualmente, mais de 32 empresas brasileiras reciclam a embalagem da Tetra Pak, gerando empregos e renda em uma cadeia de reciclagem que cresce ano a ano no País.

A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, atendendo às necessidades de centenas de milhões de pessoas em mais de 170 países ao redor do mundo.

Com aproximadamente 22 mil funcionários, baseados em mais de 85 países, a empresa adotou o slogan “protege o que é bom”, para dar ênfase à sua filosofia de tornar o alimento seguro e disponível, em qualquer lugar.

Mais informações sobre a Tetra Pak estão disponíveis no site http://www.tetrapak.com.br..

Fonte: Tetra Pack

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Plano de resíduos sólidos receberá contribuições da sociedade

Publicado em 02/09/2011 - 18:00 por | 1 Comentário

A ministra Izabella Teixeira afirmou, durante reunião do Conama, que investir em reciclagem é gerar riqueza, economia, negócios verdes, negócios sustentáveis, fazer a inclusão social, dar cidadania Foto: Jefferson Rudy/MMA

Nesta quinta-feira (1º de setembro) foi dado mais um passo para cumprir o que prevê o Decreto Nº 7.404/2010, que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

A consulta pública à primeira versão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos foi lançada pela ministra Izabella Teixeira, durante reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), realizada no auditório do Ibama, em Brasília.

O documento preliminar estará disponível no site do Ministério do Meio Ambiente (www.mma.gov.br) a partir da próxima segunda-feira (dia 5 de setembro), pelo prazo mínimo de 60 dias, contados da data da sua divulgação.

Serão realizadas audiências públicas nas cinco regiões brasileiras e em Brasília para debater as diretrizes e metas do Plano. A primeira será neste mês, em Mato Grosso do Sul, reunindo a região Centro-Oeste.

O objetivo é ampliar a participação da discussão sobre o Plano, mobilizar a sociedade e envolver setores específicos em todo o território nacional.

O Plano apresenta conceitos e propostas que refletem a interface entre diversos setores da economia compatibilizando crescimento econômico com desenvolvimento sustentável.

O diagnóstico foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e “cumpriu seu papel de oferecer elementos de avaliação, de construção e de monitoramento das políticas públicas brasileiras”, enfatizou o presidente da instituição, Márcio Pochmann, que participou do evento no Conama.

Para o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, do MMA, Nabil Bonduki, a determinação da lei ambiental de erradicar os lixões em todo o País até 2014 é um desafio. “Mas, olhando o diagnóstico realizado pelo Ipea, podemos ficar mais otimistas”, destacou.

Segundo ele, entre 2000 e 2008, o Brasil conseguiu melhorar de 38% para 58% o descarte adequado de resíduos sólidos em aterros sanitários. “Isso sem que houvesse uma Política Nacional de Resíduos Sólidos. Esperamos avançar um pouco mais com a nova lei ambiental”, afirmou.

Provocar não só uma mudança nos padrões de consumo, mas na maneira como as pessoas se relacionam com os resíduos sólidos, além de promover a inclusão social foram os pontos destacados pela ministra Izabella Teixeira.“Com esse investimento maciço em reciclagem promovemos ainda a inclusão social dos catadores, com a formação e a construção de cooperativas, qualificando profissionalmente essas pessoas. Eles são os verdadeiros agentes ambientais no dia-a-dia das grandes cidades brasileiras. São eles que recolhem o lixo junto com os serviços de limpeza urbana”, destacou.

Izabella Teixeira acredita que “investir em reciclagem é gerar riqueza, economia, negócios verdes, negócios sustentáveis, fazer a inclusão social, dar cidadania para essas pessoas e trabalhar uma visão mais inovadora de coordenação de gestão pública com a União, que é a grande coordenadora desse processo dos resíduos sólidos nos estados e municípios onde as soluções devem ser buscadas, com as suas especificidades regionais, estaduais e locais. É um grande desafio que a sociedade brasileira terá que lidar nos próximos anos”, finalizou.

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos terá a vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 anos, com atualização a cada quatro anos.

Fonte: Aída Carla Araújo / MMA

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Estados e municípios se preparam para implementar Política Nacional e Resíduos Sólidos

Publicado em 25/08/2011 - 16:42 por | Comentar

Promover uma integração maior entre Governo Federal, Estados e municípios para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que completou um ano neste mês foi o objetivo da reunião realizada nesta quarta-feira e quinta-feira (24 e 25 de agosto), em Brasília.

“Estamos num momento estratégico. O momento em que cabe aos Estados estimular, apoiar os municípios para fazer os seus planos integrados e para colocar em prática aquilo que é o objetivo final da política”, destacou, na ocasião, o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki.

Além de representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e seus parceiros, os secretários de meio ambiente de 16 Estados e os gestores municipais tiveram a oportunidade de promover um balanço dos consórcios intermunicipais.

“A ideia é dialogar um pouco sobre os desafios que a PNRS trouxe para os Estados e municípios, as oportunidades de apoio que o Governo vai continuar trazendo, e ao mesmo tempo, preparar as secretarias de meio ambiente destes Estados e municípios para esses desafios. A expectativa é que, ao final do encontro, tenhamos traçado os próximos passos para a área de resíduos sólidos”, declarou o diretor de Ambiente Urbano, Silvano Silvério.

O diretor da Área de Revitalização de Bacias Hidrográficas da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) , Guilherme de Oliveira, lembrou da importância da construção de um novo modelo de gestão de resíduos sólidos.

“Temos um prazo até 2012 para que os planos municipais sejam realizados, e depois, 2014 para ter os primeiros resultados gerais dessa política. Estamos conclamando os municípios a estabelecer uma parceria mais permanente com a nossa secretaria, não só porque tem a PNRS, mas tem as políticas de ambiente urbano, como a qualidade do ar, como o acompanhamento das áreas contaminadas, e toda a política ambiental voltada às APPs e áreas de proteção urbanas”, finalizou o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Nabil Bonduki.

Desde junho, o MMA está veiculando, nos principais meios de comunicação, a campanha “Separe o o lixo e acerte na lata” para ajudar a divulgar as soluções propostas pela PNRS. O objetivo da campanha é preparar e educar a sociedade brasileira para uma mudança de comportamento em relação à coleta seletiva do lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o País. A campanha ensina a separar o lixo seco do úmido, uma medida simples que facilita a vida dos catadores, mesmo nas cidades onde não exista ainda o serviço de coleta seletiva.

Resta a nós, cidadãos, acreditar que o governo e os setores produtivos vão fazer a sua parte, garantindo, pelo menos a coleta seletiva dos resíduos e mais dignidade para os catadores que dependem do que não nos serve mais para garantir a sobrevivência das suas famílias.

Fonte: MMA

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Campanha sobre separação do lixo ganha hotsite

Publicado em 14/07/2011 - 7:00 por | Comentar

Está no ar o hotsite www.separeolixo.com do Ministério do Meio Ambiente (MMA). A iniciativa faz parte de uma série de medidas que visam sensibilizar a sociedade para o grave problema da destinação do lixo no Brasil.

Nele, as pessoas poderão acompanhar de perto a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), um conjunto de metas que irá contribuir para a eliminação dos lixões até 2014, e instituir instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual e municipal.

Segundo informações do MMA, o hotsite dará suporte à campanha nacional – Separe o lixo e acerte na lata – que está sendo veiculada nos principais meios de comunicação. O site será alimentado periodicamente e contribuirá com a mobilização social de separação dos resíduos sólidos.

Serão divulgadas informações que estimulem a reciclagem, valorizem o trabalho dos catadores e destaquem as ações do programa de erradicação da miséria voltadas para geração de emprego e renda às famílias desses trabalhadores.

Essas mudanças de atitudes colocam o Brasil em patamar de igualdade aos países que mais se preocupam com o meio ambiente. Navegando pelo hotsite você irá conhecer mais da riqueza ambiental e social do lixo, aprender a forma correta de separação dos resíduos sólidos e entender melhor sobre os impactos no meio ambiente, a prática do consumo consciente e a importância da redução do volume de lixo.

Fonte: Aída Carla de Araújo/ MMA

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